Treino De Combate a Monstros

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Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Ártemis em Seg 14 Out 2013 - 20:27

Relembrando a primeira mensagem :



Treino De Combate a Monstros
A arena é destinada para o treino de combate a monstros. Se você procura um lugar para matar monstros, é aqui mesmo. Será disponibilizado para os treinos qualquer tipo de monstro. Por favor, lute com um monstro a sua altura.

• ATENÇÃO: Apenas um treino por dia em cada modalidade para aqueles que já foram reclamados. Mais de um será desconsiderado. Para os indefinidos não há limite diário de treinos.


Missões & Treinos




Última edição por Ártemis em Seg 25 Nov 2013 - 21:43, editado 2 vez(es)
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Zhane Schweiz-Lyon em Qua 18 Dez 2013 - 18:05


the fucking fight
hasta lo acampamento, hahahahahaha, no!
Você! ─ Exclamei entre tossidas do pó de monstro, acusatoriamente para Ariel, que há alguns minutos atrás havia arrancado as calças na minha frente e revelado suas pernas de burro (bode, bééééé!). Agora estávamos caminhando no meio da chuva, saindo de Houston, onde quase nunca o tempo se fechava. Eu estava com um machado médio em uma de minhas mãos, enquanto um garoto híbrido caminhava atrás de mim, não fingindo mais mancar para bancar um aleijado. ─ Você e sua maldita galinha!"Harpia.", Ariel me corrigiu timidamente, balindo para variar. ─ Tanto faz o nome dessa desgraça que você trouxe para cá. ─ Virei-me bruscamente para o sátiro e ergui a arma que ele havia me dado para acabar com a tal harpia, ameaçando-o com a lâmina da mesma, berrando como uma garotinha mimada. ─ Você e essa tal harpia estragaram as minhas férias, e isso não é legal! ─ Ariel ignorou os meus protestos infantis e colocou ambas as mãos nos meus ombros, cujo eu tentei desvencilhar, porém sem sucesso; afinal o garoto estava determinado a ter a minha atenção. Seus olhos estavam genuinamente aflitos, mas eu estava tendo um dia extremamente difícil e era coisa demais para eu digerir. "Arabella, escuta.", ele falou de modo enérgico e fitando os meus olhos com tal maturidade e preocupação que eu calei a boca por um instante. "Você está sendo perseguida por muito mais que uma harpia. Eu vou te levar pra um lugar seguro e longe daqui, mas você precisa confiar em mim. E não grite esses nomes. Os nomes tem poder.". Tirei a mão esquerda dele de meu ombro de modo extremamente brusco e grosseiro, logo após isso eu me afastei alguns passos antes de começar o meu novo ataque de chilique. ─ Isso é alguma piada?"Arabella, não grite. Precisamos ir embora.", Ariel murmurou enquanto olhava para os lados, esperando que algum dos postes de luz, que agora estavam acesos, explodisse ou caísse em cima de nós em função do barulho que eu estava fazendo. Todavia eu não estava nem ao menos ligando para meu mau comportamento; pois nunca, em toda a minha vida, me senti tão irritada quanto naquele momento. ─ Não me diga o que fazer, ouviu bem? Não vou parar de gritar! E muito menos sair de Houston! ─ Baixei o machado da mão direita e continuei com o teatrinho para que o híbrido me deixasse em paz. ─ Eu vou ficar, e vou ficar bem aqui! ─ Bati o pé no chão com brutalidade no chão chuvoso ao exclamar a última palavra.

"Muuuuuuu!" Ariel arregalou os olhos quando ouviu o som gutural do mugido de algum animal que não estava muito longe dali. O trovão soara ao fundo, iluminando todo a área de estrada por um segundo. Pouco, mas o suficiente para que o sátiro visse alguma coisa atrás de mim e soltasse um gritinho nada digno, pegando na minha mão e tentando me puxar para além da estrada, falando: "Vambora.". Ainda irritada, continuei lutando contra o sátiro, rebatendo seus pedidos causticamente. ─ Quê, é mais um dos seus amiguinhos estranhos, é? ─ Questionei dessa vez, nem um pouco disposta a cooperar de livre arbítrio sem mais respostas. Desde que saímos correndo da harpia, eu pedia respostas à Ariel e ele dizia que quanto mais eu soubesse, pior seria para mim. Engoli em seco e cruzei o braço livre acima do braço armado. ─ Não saio daqui enquanto não disser do que estamos fugind... ─ Antes que eu terminasse de perguntar, algo há vinte metros atrás de onde estávamos caíra e soltara luminosas faíscas. Quando me virei para trás, uma grande massa havia colidido com um dos postes de linha telefônica e iluminação, arrebentando fios e estragando a estrada. "Estamos fugindo daquilo. MINOTAURO!". O monstro se recuperara da colisão e já voltava a correr cegamente para onde estávamos. De acordo com as minhas aulas de história, o Minotauro era um híbrido de homem com touro, que era cego, não muito rápido, mas forte como ninguém e com uma notório audição e olfato. A irritação me deixara tão imprudente, a ponto de ficar parada no mesmo lugar e de guarda levantada. ─ Ah, que legal o seu amiguinho. Eu tenho cara de ser um bom aperitivo? ─ Me dirigi com azedume para Ariel dessa vez. ─ Diz pro camarada que eu não tô a fim de virar comida. ─ Ariel começou a falar vaquês (?) com o Minotauro, o que me levou a dar um tapa dolorido em sua nuca, gritando num tom agudo que agora exalava nítido desespero. ─ Eu tava sendo irônica! PRO LADO! ─ Berrei, empurrando Ariel para o asfalto, ambos rolando para longe dos chifres do Minotauro no último segundo. "Muuuuuuuuuuu!"

Levantei-me num salto, sentindo minha roupa pesar em função da torrente que caía dos céus e os relâmpagos. "Como vamos matar essa coisa enorme?", perguntou Ariel, tomando seu bastão em mãos, de prontidão para lutar. Eu ainda não tinha ideia do que fazer, mas quando o híbrido se virou novamente para onde estávamos, a única coisa que me ocorreu responder foi: ─ Eu distraio ele e você golpeia-o até achar um ponto fraco. ─ O Minotauro começou a correr em nossa direção, bufando e mugindo com aparente raiva. Evidentemente o alvo era eu, pois logo após Ariel se afastar de mim, o monstro continuou focado onde eu estava e quando ele estava há apenas meio metro de me acertei, girei o corpo para a direita e por um triz o animal não me acerta brutalmente com seu peso-hipopótamo; entretanto ele parecia estar completamente mais ciente do meu truque e de minha presença, pois não percorreu muito mais metros até perceber o desvio do alvo, pois dois metros depois ele fez uma curva estreita de retorno e tentou me chifrar novamente, tendo completa consciência de onde eu estava pelo seu faro. Novamente rolei para longe de onde ele estava, desconfortável por carregar uma arma sem saber como desferir contra o Minotauro sem acabar me machucando ou me matando junto com ele.

O que restou para mim foi ficar correndo que nem uma louca, enquanto Ariel tentava, inutilmente achar um ponto para socar o Minotauro que não dava uma brecha ou pausa em sua corrida. Já era mais difícil para mim, que estava começando a ficar extremamente cansada. Comecei a deixar o Minotauro me seguir de perto, apertando a corrida em algumas vezes quando ele começava a me alcançar. Corri em linha reta na estrada por uns três minutos, até decidir fazer uma nova manobra, baseada em desviar-me rapidamente para a direita, guinando a minha corrida e voltando a correr para trás. Estava difícil fazer isso com os jeans e a jaqueta encharcadas com a chuva forte e os trovões soando o fundo. Um clarão de um relâmpago iluminou a estrada, seguido de um rugido dos trovões, fazendo todo o chão sacudir violentamente. O poste com que o Minotauro havia colidido terminou de se trombar... Ei, eu tive uma ideia. ─ Ariel, fique parado no lugar! Eu vou fazer uma coisa, chame o menos de atenção possível! ─ Ele gritou algo similar a um "ok!" há uns vinte metros atrás. Recuei na maior velocidade que eu poderia conseguir percorrer com as minhas pernas, enquanto o Minotauro estava sete metros atrás de mim e ficava para trás conforme eu continuava. Fiquei de costas para um poste, e comecei a agitar os braços acima e aos lados da cabeça, bancando novamente a escandalosa para chamar a atenção do homem-touro: ─ ÊÊ. Toro, toro, toro! Aqui tourrito! ─ Ele desviou seu percurso inicial, totalmente em linha reta, para vir em minha direção, na lateral da estrada. ─ Aqui tourrito! Andale, andale! Arriba! Arriba! ARRIBA! ─ Faltando dois metros para ele chegar onde eu estava, preparei-me para desviar para o lado, com a guarda do machado erguido para qualquer tipo de ataque de minha parte, caso eu obtivesse chance.

Os próximos acontecimentos ocorreram tão rápido que eu não consegui nem ao menos pensar no que estava fazendo. Apenas fiz. Quando eu me joguei para o lado esquerdo, eu nem ao menos cambaleei e nem rolei pelo asfalto. Apenas me mantive em pé e ouvi o estrondo da cabeça do Minotauro contra o concreto do poste. Ele tentara pegar ao menos um pouco mais de velocidade, curvando o próprio corpo para frente, de modo que ele oscilara demasiadamente para trás. Inesperadamente, Ariel usa toda sua força para bater com seu bastão na barriga da criatura híbrida. Não acho que acontecera de fato pela tamanha força do sátiro, e sim pela tenacidade do corpo do Minotauro; o bastão de madeira do sátiro de despedaçara em muitas lascas de madeira, mas fazendo-o procurar por alguma coisa inexistente na sua fronte. Essa fora a minha deixa para atingir o monstro com o machado, porém não na pele, e sim na sua cabeça. A lâmina de minha arma percorreu num arco longo e rápido, de baixo para cima, cortando-lhe metade do seu chifre esquerdo fora. "Muuuuuuuuuuuuuuuuu!" Esperei dois longos segundos que ele se desfizesse em pó, porém não aconteceu; e não acreditava que apenas minha lâmina com a força limitada nos braços pudesse atingir significativamente o animal. Muito pelo contrário. Todos os nossos esforços fizeram apenas que o Minotauro se irritasse. A chuva ainda caía e as faíscas de postes, completamente emaranhadas numa barreira mortal se punha no meio da estrada, puxei Ariel com a mão livre para longe do grogue monstro, gritando por cima do som da chuva. ─ Corra o mais rápido que puder. Quando chegarmos bem perto dos fios dos postes, rolamos por baixo deles para o outro lado, sem hesitar! ─ Ariel solta um balido cansado em concordância, mas os cascos possibilitam-lhe de correr tão rápido quanto eu. O Minotauro volta a correr atrás de nós, e quando mais perto dos fios telefônicos nos ficamos, mais descrente de meu plano insano eu ficava.

Nosso cansaço retardava o progresso, e o homem-touro atrás de nós não estava nem com o fôlego sôfrego. Meus pulmões já estavam ardendo do esforço, porém a ideia de que minha vida estava em risco me obrigava a continuar. Há poucos metros do emaranhado de fios elétricos, meu sátiro grita: "Quase lá!". Há meio metro destes, esperei o momento certo e exclamei em plenos pulmões. ─ AGORA! ─ Nos jogamos de costas no asfalto e rolamos por debaixo dos cabos dos postes o mais rápido que podíamos e cambaleamos o mais rápido possível alguns metros a frente. O Minotauro, nem um pouco ciente do que o esperava, colide com tudo contra os fios do poste, e fica emaranhado em vários fios. Estes nos eram mais resistentes do que esperávamos, pois a força que o monstro exercera nestes fez com que mais postes do outro lado caíssem e formassem uma chuva de faíscas que eletrocutavam em meio da tempestade. Mas ele não se dissipava em pó. Disparamos com nossos pés cansados para longe o mais rápido que podíamos, Ariel chorando e balindo. Há cinquenta metros de distância de onde ocorreu a luta, eu esperava que o monstro se findasse. Mas o sátiro ainda sentia o cheiro de coisa viva. O organismo de um monstro não funciona como dois semideuses. A última tentativa de fazer com que o monstro explodisse pelos ares me ocorrera. ─ Você disse que os nomes tem poder, não disse? ─ Perguntei num tom rouco de voz. Ariel assente. ─ Ótimo. ─ Olhei para os céus novamente, e agora com mais atenção. A chuva ainda caía sem nenhuma piedade e os clarões da tempestade nunca paravam, sem contar com os raios. Não tinha medo de mexer com uma coisa que não conhecia; uma coisa que eu nunca me atrevia a ter era temor de algo que nunca tinha visto. ─ ZEUS! A vida desse Minotauro é minha primeira pequena oferenda pros deuses! ─ Rezei para quem quer que fosse meu pai para que o plano desse certo. Um minuto se passou e um raio cortara a rua, no ponto em que o Minotauro uma hora existira. Eu quase fiquei cega com a resposta, e logo eu reconhecia o risco que eu correra ao chamar pelo deus dos deuses de modo insolente e entonação cheio de ira. Eu estava caída de borco no asfalto, a chuva reduzida há uma garoa no meio da madrugada. Ariel tossia com os pulmões carregados, uma possível gripe vindo, enquanto dizia para mim num novo tom enérgico, enquanto nos arrastávamos para longe dali. "Nunca... mais... faça isso!"


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Perséfone - Eu até gostei do post, mas achei o final a forma como o Minotauro morreu meio exagerada para uma campista ainda não reclamada. Teve uma ou outra palavra com escrita errada, mas acontece com as melhores pessoas xD.
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Qui 19 Dez 2013 - 3:23


MINOTAURO

Quíron mandou que eu me encontrasse com ele nessa tarde pra me levar em um “treino especial” por estar cansado de “filhos de Poseidon na vida mansa” – palavras dele-. Confesso que fiquei um pouco ofendido, eu estava me esforçando de verdade. Mas o centauro continuava resmungando que não existiam mais crias do deus dos mares como antigamente. Decidi que o melhor a fazer era ignorar suas reclamações e seguir suas instruções com uma audição seletiva. Enquanto caminhava para o lago de canoagem, local combinado entre nós, eu observava minha nova espada, Krisptaeus. Feita de bronze celestial, seu cabo encaixa perfeitamente em minha mão e seu peso é ideal, como se tivesse sido feita especialmente pra mim. Depois de tanto tempo usando só o tridente em lutas contra monstros, seria interessante colocar os treinos de espada em prática com essa arma.
 
Cheguei ao ponto marcado na hora exata, mas sem sinal de Quíron. Sentei-me em uma canoa virada ao avesso pra esperar, ainda admirando a lâmina afiada e brilhante de Krisptaeus. Pouco tempo depois escutei passos e galopes, voltando minha atenção pra origem do barulho. Era o centauro, guiando outros três semideuses que pareciam ser do chalé 5 e seguravam correntes que prendiam um minotauro. Fiz uma careta com a escolha do monstro, muito Teseu pro meu gosto. Olhei pra Quíron com uma expressão interrogatória, ele respondeu balançando as mãos no ar.  – Muito bem... – começou a dizer assim que se aproximou – Quero ver como se sai com este aqui, usamos três campistas experientes pra captura-lo então não entre em depressão se não conseguir ferir o monstro. Tenho uma regra: nada de usar seus poderes com água. Apesar do lago, estamos aqui pra ver sua técnica de luta.
 
- Vou ter plateia? – perguntei incomodado enquanto levantava. O centauro respondeu que era preciso alguém aqui pra não me deixar morrer, fazendo os outros campistas rirem. Valeu pela confiança, Quíron! Passei, então, a observar meu oponente antes que fosse solto. O minotauro não parecia animado de estar ali, soltava lufadas de ar pelas narinas e erguia a cabeça de touro, mostrando ser alguns centímetros mais alto que eu. Posicionei a espada a minha frente, encarando o monstro. Notei que Quíron se afastou poucos metros enquanto os campistas se colocavam em locais estratégicos pra evitar uma fuga. Sorri, sentindo a adrenalina começar a correr pelas veias, e o minotauro foi solto.
 
Ele avançou, visivelmente irritado por estar em cárcere, dando um soco diagonal descendente na direção da minha cabeça com seu braço aparentemente humano. Imediatamente eu me abaixei, aproveitando o movimento para golpear a perna direita de touro. Girei Krisptaeus lateralmente, fazendo um corte profundo. O minotauro urrou e, como contra-ataque, chutou-me com a perna esquerda. O casco acertou meu abdômen e me fez cair ao chão. Perdi a respiração por uns segundos, perdendo-a novamente com o outro chute que levei – dessa vez nas costas-. Minha plateia parecia animada com aquilo, exceto Quíron que encarava a cena com tédio.
 
A expressão de Quíron me irritou profundamente. Desviei-me de mais um chute, que seria em minha cabeça, quando saltei de onde estava. Rapidamente me ergui, afastando-me dois metros do monstro. Segurei a espada com as duas mãos, girei-a acima da cabeça pra potencializar o golpe e desferi o ataque no tórax do minotauro. Infelizmente ele usou os braços para se defender. Apesar de feri-lo, não foi da maneira que eu desejava. Antecipei-me a um ataque do monstro desferindo outro golpe.  Dessa vez, estendi Krisptaeus à frente, almejando usar a ponta da espada para ferir o minotauro. Estendi a perna direita, inclinando meu corpo e esticando o braço, para assim golpear com mais força. Perfurei o canto direito do abdômen dele, levando um soco em seguida que me obrigou a me afastar.
 
O minotauro apertava o ferimento com uma das mãos me olhando enlouquecido. O monstro se curvou, apontando os chifres pra mim. Eu tinha que estar usando uma camisa vermelha logo hoje! , pensei. Ele começou a correr em minha direção e num ato de desespero desferi um golpe transversal com Krisptaeus. Saiu melhor do que eu planejava. E não porque eu acertei – muito pelo contrário, golpeei o ar-, mas porque a espada executou seu próprio poder. Uma rajada de água saiu de Krisptaeus entrando diretamente nas narinas do monstro. O minotauro se afogou por alguns segundos, o jato d’água sufocando-o e enchendo seus pulmões. Exasperado, o bicho paralisou seu ataque na tentativa de voltar a respirar. O bom foi que a regra de Quíron estava intacta: foi a espada que executou um poder, não eu. Aproveitei a distração do monstro para atacar. Corri até ele, pegando impulso para saltar e golpear seu ombro esquerdo. O monstro caiu de joelhos, asfixiado. Preparei outro ataque, entretanto, o minotauro cabeceou minhas pernas, conseguindo ferir minha coxa esquerda com seu chifre.
 
Logo estávamos eu e o minotauro abatidos, mas prontos pra voltar a atacar. Eu tentava estancar meu ferimento, não me saindo muito bem. Decidi por fim deixar o sangue rolar e finalizar com aquilo. A espada rodou no ar enquanto eu preparava o gran finale, contudo, o minotauro levou um coice de Quíron e desfaleceu inconsciente. Fiquei em choque por um momento até explodir em um surto de raiva. – Eu ia conseguir! Por que você fez isso? – gritei pro centauro, jogando minha arma no chão e chutando uma pedra que tinha ali. Os campistas correram pra acorrentar o minotauro novamente. – Sei que sim, mas tenho outros semideuses pra treinar. – disse Quíron com uma calma exagerada – Agora por que você não vai dar um mergulho no lago pra curar esses machucados? – ele apontou sugestivamente em direção ao lago com a cabeça antes de sair dali levando o minotauro.
 
Contrariado, obedeci. Entrei na água devagar, sentindo o imediato bem-estar. Aos poucos os doloridos das costas e do abdômen passavam e o ferimento da coxa ia cicatrizando. Durante esse processo uma náiade ficou me fazendo cafuné, o que eu achei muito gentil da parte dela. Depois de ficar em perfeito estado físico, apanhei minha espada e voltei pro chalé.
 
legenda:
Narração - Pensamentos - Minhas falas - Falas de Quíron 
poderes:
 ♦Cura aquática (primaria). [Nível 07]O filho de Poseidon conseguirá se curar através de um simples contato com a água. Pode ser apenas com um toque, ou ingerindo. Poderão recuperar involuntariamente25% do HP inicial, portanto o contato com a água terá de ser mantido.
armas:
• Krisptaeus. [Uma espada semelhante à contracorrente de Percy. O material e o formato são o mesmo, a única diferença é que está espada pode soltar rajadas de água que deixam o inimigo um pouco mais lento e com dificuldades respiratórias, já que a água entra em seus pulmões. Porém, somente 1 rajada de água por ocasião. Naturalmente, não é nada que mate instantaneamente, somente deixa o adversário com um pouco mais de dificuldade.]
 




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Perséfone - Seu treino ficou bem legal, mas achei seu post meio confuso em uma ou outra parte, porém nada muito preocupante.
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Alice Montsberry em Qui 19 Dez 2013 - 18:44

Well Done ! 
Daughter of fear  Daughter of fear Daughter of fear Daughter of fear
 

Tarde passiva do jeito que eu gosto, sem sol meus olhos eram corados devidos a minhas lentes, tendo o tom de um Azul mais branco ficando Opaco, estava de Leg e camisa aberta as costas com a estampa do Nightwish  sendo totalmente branca com o letreiro escurecido a um azul amarante com marinho, calçava um all star vermelho, que dei leves passadas sobre o assoalho do chalé de Fobos saindo dali fui de encontro a saída ficando sentada junto a minha irmã levei uma conversa normal - Alice, essa blusa é o máximo.. - Minha irmã indagou olhando com olhos gigantescos e claros, sorri largamente dizendo -Não é só pelo nosso mesmo gosto musical ?, diga que não..- com leves sorrisos dei um fino tapinha ao ombro da menina, vendo uma revista de roupas, e no nosso Ipad passaria diversas vezes o "comercial do Bom negocio com Dracmas" aquele cara vestido de Hermes era hilário mais enjoativo até para sacar Dracmas era tenso.

-Vamos lá mana, quero treinar - sorri dizendo a minha irmã que me seguiu momentos depois, achamos um grupo meio grande de campistas a borda da entrada do Pavilhão onde minha irmã disse em voz alta -O que tá pegando ai ?- ela não sorriu, era mais um dos traços de Fobos em nós, pelo simples  fato de ser excluídas e um jeito isolado e medonho de ser, corremos contra corrente até a multidão de campistas, onde vimos bater sobre a barreira um grupo grande de Dracaenaes, atrás delas 4 enormes Minotauros, sorri largamente dizendo a minha irmã -Daria um ótimo treino, não !?- Dedilhei minha espada leve sobre a cintura, rodopiei o cabo da espada sobre a mão destra formando um "O" circulo perfeito, deixando o fio da espada na direção das Dracaenaes, um grupo de campistas estava lá combatendo as feras, e era uma das nossas chances, pegar a criatura.

Corri contra corrente a espada iria girando conforme meu punho, atravessei a proteção do Sino de Ouro, uma das Dracaenaes veio de encontro com meu corpo, Olhei para ela furiosamente, a criatura temeu recuando um pouco, neste tempo, passei a ponta da espada sobre seu pescoço surgindo uma fina rajada de sangue a criatura se fez em pó, Pude ver minha irmã com uma simples adaga cortar  o braço de uma das criaturas saindo de uma escudada após meu grito - -CUDADO !-Uma forte calda me atirou para o chão,  meu estomago doeu, rolando para os lados saia das lanças tentando me ferir, acabei caindo perto uma ladeira, me segurei com um fincar da espada sobre a terra, consegui me por acima novamente antes de tomar um corte profundo sobre o braço coloquei a espada riste a lança de uma das criaturas que estava a minha direita, chutei sua barriga a mesma cairia a ladeira abaixo indo direto a uma pedra afiada virando pó.

Olhava para os lados estavam uma guerra enorme, as criaturas deram muito trabalho, Vi um Minotauro correndo com um machado em minha direção, estava mancando tentei correr, até um dos pontos finquei o cabo da espada ao chão deixando o fio da mesma acima, andei 4 centímetros depois do ponto com dor eu disse -Vem seu pequeno Demônio..- Sorri largamente, A medida que a fera correria pisou a espada entrando dentro da pata da fera a fazendo cair gritando de dor, corri contra corrente, pegando minha espada novamente a puxei pela direita rasgando a perna da criatura, sua dor era a minha cura enquanto eu disse -Você já era...- andei mancando passando a espada levemente as coxas da criatura cortei assim seu braço, logo depois finquei a espada a cabeça da fera, a matando.

Minha irmã veio até a mim cambaleando, seus braços estavam cheios de sangue, tanto de minotauros quanto verde de Dracaenaes. a segurei fortemente e disse -Acabou ?- ela sorriu ainda olhando para os outros campistas cansados, e disse -Acho que sim ..- sorriu dizendo, nossas feições voltariam a ser frias após segundos, onde iriamos mancando até a enfermaria com o auxilio do senhor D. ajudando os feridos em combate. 





Off:
Desculpem post fraco, to doente ):


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Perséfone - Teve um ou outro erro de português e apesar de ter abusado da pontuação isso teve hora que acabou te atrapalhando um pouco. O treino em sí ficou bem corrido e como disse em algumas partes você tentou colocar as coisas indo mais rápido e acabou ficando meio sem sentido.
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Corpus Lacerda Del Rei em Qui 19 Dez 2013 - 19:35



 Jentaculum e o Cão Infernal


Acordei com uma dor de cabeça monstruosa. Ainda estava de madrugada e faltavam algumas horas para o horário de despertar ser anunciado pela trombeta, eu estava sentado na cama enquanto meus colegas da IV estavam dormindo de maneira silenciosa. Sério, nem parecia que eu estava em um dormitório com garotos, parecia aqueles quartos de miss delicada que dorme sem fazer nenhum ruído. Nada contra a misses, elas são legais e engraçadas quando sorriem e dizem que querem a paz mundial. Não pude deixar de imaginar aqueles garotos fortes usando vestidos e trazendo aquelas faixas de cada país enquanto andavam em uma passarela e davam aquele tchauzinho. Eu devo ser doente.
Deitei-me na cama e fiquei olhando para a parede, fiquei me lembrando das pequenas coisas normais que eu fazia na casa de meu pai: assistir televisão, comer alguma besteira, rir, estudar um pouco, usar o computador.... Essas coisas apreciam tão irreais e distantes, era como se lembrar de um filme. As regras do Acampamento diziam que nós não podíamos ficar andando por aí depois do toque de recolher, a não ser que você estivesse vigiando, o que não era o meu caso. ninguém falou nada de levantar da sua cama e ficar andando no dormitório, não ia fazer crime nenhum se tomasse um banho. Depois de levantar, fazer minha higiene no banheiro e trocar de roupas, eu sentei na cama e fiquei pensando o que iria acontecer daquele momento em diante. Foi aí que eu vi que estava pensando demais no passado, eu estava em um novo lugar e tinha um novo futuro. Talvez um breve futuro, porém novo.
A corneta tocou e eu levantei da cama já pronto, meus colegal levantavam sonolentos e alguns até riam quando viam que eu já estava preparado  e saindo.
- O garoto não está de brincadeira não é?. - Pude ouvir alguém dizer antes que eu saísse do dormitório.
O caminho até o refeitório foi percorrido em pouco tempo, alguns romanos já estavam indo para o lugar como eu. A Princípia estava próxima, e eu não fui atormentado por nenhum pensamento estranho, depois que entrei na Princípia e vi o Refeitório, me encaminhei até ele e tomei meu lugar na mesa da IV. Pensei em tomar um copo de suco de pêssego e comer um croassaint, claro que o Lar ao meu lado na mesa tinha que se meter no meu café.
- Sabe como se chamava a primeira refeição do dia na antiga Roma?. - O Lar sorriu como se entivesse me dando um presente, e não como se estivesse atrapalhando meu café.
- Não. - Fui seco e frio, queria que a ficha do cara caísse.
Jentaculum. Nós comíamos pão, queijo, ovos e bebíamos leite. Quer tentar um café da manhã tipicamente romano das antigas?. - O Lar continuava sorrindo com uma boca cheia de dentes.
A ideia não deixava de ser boa, talvez eu devesse dar uma chance ao cara.
- Ok. - Falei para o Lar e tentei dar um sorriso.
Foi aí que um prato contendo três fatias de um pão caseiro, dois ovos cozidos e um pedaço de queijo poucou na minha mesa. Logo depois um copo de leite foi colocado ao lado do prato e um jarro de barro despejou mel no copo. Depois de olhar para o Lar e ver que ele estava sorrindo em expectativa, eu comecei a comer o meu jentaculum e me surpreendi ao ver que estava bom.
Acabei de comer e agradeci ao Lar, me arrependi um pouco de ter sido grosso com ele no começo, e logo eu já estava indo para o Marte Ultor para pegar uma arma. A ideia de pegar um gládio estava se tornando tentadora, depois de chegar ao templo e fazer uma breve prece para Marte, eu olhei ao redor e encontrei um gládio. Peguei a arma e fui em direção ao lugar onde os campistas iam para enfrentar os monstros, seria um treino interessante e fiquei pensando que tipo de monstro eu deveria tentar primeiro.
Quando cheguei ao lugar, um cão infernal estava deitado no chão e levantou rápido quando viu que eu havia entrado. Eu fiquei com um pouco de receio de matar o animal, mas ao escutar ele rosnando e vindo na minha direção com aquele corpo enorme, o instinto de autopreservação falou mais forte. A criatura pulou e eu me abaixei por pouco, depois de rolar para o lado e levantar mais rápido do que achei que poderia, o cão começou a retesar os músculos como se fosse pular de novo, eu pulei para o lado e vi que o monstro havia pulado uma segunda vez e agora sua sombra me cobria. Eu ia ser despedaçado ou esmagado.
Levantei-me e coloquei a ponta do gládio para o alto, o cão infernal era esperto e acabou caindo nas patas traseiras, porém seu desespero tinha-o feito tomar uma ação idiota, cães tinham quatro patas por um motivo, apenas duas patas não iriam conseguir sustentar seu corpo e ele iria cair para frente com certeza. Antes que ele pudesse se apoiar e pular de novo, eu já estava embaixo dele espetando o gládio na barriga do animal. O monstro se desfez em pó dourado.
Minha adrenalina se foi, eu pude sentir minhas pernas tremendo, e a única coisa que  pude pensar foi: espero que tenha visto isso mãe.
 




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Perséfone - Teve uma ou outra palavra com escrita errada, mas nada que realmente atrapalhasse. O seu maior problema foi ter feito um post enorme e ter deixado só os 2 últimos parágrafos para o combate em sí que é o que conta aqui. Tente explorar melhor o combate da próxima vez e esquecer um pouco a boa introdução.
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Angel Hutcherson em Qui 19 Dez 2013 - 19:50

Finalmente cheguei ao campo de treino. Uma grande área a céu aberto que era cercada por muros baixos. Alguns semideuses e campistas treinavam com todo fôlego e executavam seus movimentos em treinos de grupo ou individuais, alguns tinha êxito em alguns golpes, outros eram uma plena negação. Andei até um espaço meio vazio e adequado para realizar meu treinamento e me deparei com uma mulher alada, cujo possuía garras afiadas e parecia bastante feroz, além de faminta, pois estava debruçada sobre o solo devorando restos mortais de alguma coisa, não percebi muito bem o que poderia ser, pois revirei os olhos enojado com a cena. — Ei fofa! Não gostaria de provar algo melhor? — Tentei chamar a atenção da criatura feminina que desviou seus olhos animalescos da "comida" em minha direção, me fazendo sentir um frio percorrer pela minha barriga. Peguei uma espada disposta por ali para poder aprender a manusear a arma em questão que parecia ser um pouco pesada. — Sou deliciosa! E pode falar..irresistível, não é mesmo? — Aticei a Harpia resvalando minha língua por toda a extremidade dos meus lábios, deixando-os úmidos. A criatura agora de pós de pé e delineou nos lábios sujos de sangue um sorriso perverso. Suspirei fundo e dei alguns passos para trás, empunhando a espada com uma boa postura - mesmo que não tivesse muita experiência com a arma em questão.

Ela chacoalhou as asas colossais e se manteve em minha direção em uma velocidade relevante, tempo suficiente para que eu erguesse a espada e aplicasse um golpe contra uma de suas asas, porém, o golpe de alguma maneira acertou o vácuo e apenas pude sentir suas garras dianteiras passando por entre meu braço e abrindo um corte selvagem. Senti dores na região e recuei mais alguns passos, olhando para os lados a fim de visualizar a silhueta monstruosa, mas fui impactado para a frente e caindo ao chão devido a um golpe da criatura cujo chocou o seu corpo contra minhas costas, me fazendo perder o equilíbrio e bambear até o solo, pois no ar ela era mais rápida. Me virei para a minha oponente que agora me encarava e parecia gostar de ver o meu "fracasso". Parecia rir, mesmo sem dar evidências do ato. Levantei meu corpo aturdido e coloquei a espada em mãos mais uma vez, agora prestante mais atenção. Pisquei algumas vezes por estar um pouco zonzo do golpe e a harpia não perdeu tempo, balançando mais uma vez suas asas em minha direção. Quando percebi sua proximidade, joguei meu corpo para o lado, usufruindo dos meus reflexos apurados graças ao déficit de atenção e apliquei um corte com a espada contra uma de suas asas e dessa vez arrancando um punhado de penas da criatura que soltou um grunhido de dor e aquele golpe pareceu ter lhe causado um aumento gradativo em sua raiva e ânsia pelo meu sangue.

— Não pensou que iria ser tão fácil assim, pensou? — Deixei um sorriso cínico brotar dos meus lábios e não demorei a levar um corte no rosto, causado pelas garras ágeis e afiadas da criatura, e antes que eu pudesse cambalear para trás, senti mais outro corte do lado oposto da face. Bambeei um pouco sem noção do espaço, mas consegui me manter de pé, aquilo já tinha passado dos limites. Senti filetes de sangue escorrerem pelo meu rosto e pingarem sobre o solo, o que apenas fez a minha raiva crescer mais e mais. Rodopiei a espada na mão e quando a harpia se aproximou para dar um possível golpe final, passei a lâmina da espada contra seu tórax, produzindo um rasgo em sua derme e epiderme, lhe proporcionando bravamente a sensação de dor. Caiu agonizada no chão e pude ver a minha chance para acabar de vez com a luta. Me aproximei rapidamente e no momento em que iria aplicar o golpe de vitória, a harpia se recompôs e deferiu uma certa sequência de rasgos com suas garras selvagens na região dos meus braços e abdômen, e por último, chocou sua cabeça contra a minha, me fazendo cair no chão completamente aturdido mais uma vez.

Minha respiração pesava e a dor agora era súbita no local dos ferimentos. Ainda estava consciente porém, com os olhos fechados e em minha mão direita ainda empunhava a espada de bronze sagrado. A Harpia se sentiu vitoriosa e agora iria deliciar-se com o possível jantar. Ao tentar abocanhar minha cabeça e me finalizar por completo, ergui a espada utilizando a pouca força que me restava e consegui perfurar o peito da criatura que caiu com o seu corpo inerte sobre o meu. Aproximei meus lábios em uma cavidade onde deduzi ser sua audição e pronunciei sedutoramente. — Antes de aproveitar a refeição, você deveria ter certeza de que sua presa esteja desacordada. — Pude ouvir os gemidinhos de dor por parte da harpia e então forcei a base da arma e desci mais um pouco, abrindo um profundo talho pelas entranhas da mesma, finalizando-a. —Dê lembranças a Hades por mim! — Foi o suficiente para a criatura transforma-se em pó e ser levada pelas correntes de ar para bem longe. Ali mesmo eu estava deitado e ali mesmo fiquei, ainda sentindo a respiração pesada pelo excesso de energia que eu havia gasto, porém, com um gostinho de vitória a mais. O sentimento de raiva havia se esgotado - para sorte do filho de Ares -, e fechei os olhos, deixando ser levado pelos filhos de Apolo em direção a enfermaria para me recuperar dos danos causados em batalha. Nunca havia matado alguma coisa viva na minha vida e sinceramente, eu gostei.






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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Clarie Brückner Learmonth em Sab 28 Dez 2013 - 0:07


I'm dead?


Sabe aquele momento crucial na vida de alguém onde passa um certo filme de recordações na cabeça? É exatamente isso que me aconteceu, porém o dia amanheceu tão tranquilo. Meus cabelos castanhos respingavam após um banho morno, uma visão embaçada refletia no espelho um sorriso triunfante dos meus lábios. Seria mais um dia de treino, mas um dia para orgulhar Atena.
[...]
Meus passos foram lentos até encontrar a arena para treinos, neste dia não seria um treino comum, mas um ministrado por algum outro campista veterano. Pra ser clara, não gosto muito desses tipos de treinos, porque a maioria dos veteranos acabam se achando superior aos outros, talvez até me considerasse uma veterana, a medida em que frequentei vários treinos e já fui conselheira do chalé VI. E a julgar pela agitação total dos campistas, alguns nervosos outros tremendo, o treino a seguir não seria um dos melhores para todos. Sky, a conselheira do chalé I fora a escolhida para ministrar o treino, a verdade é que eu não tinha ideia de como ela seria, algum "zum zum zum" de sua personalidade e maneira de treinar foram jogadas ao ar. Dei de ombros respirando fundo para prestar atenção em suas palavras.

Dracaenae, um monstro que não me trazia boas lembranças, se não fosse a astúcia de ser uma filha de Atena, talvez não estivesse aqui para esse treino. Transpassei o pingente do amuleto entre os dedos, o carregava sempre no pescoço; Sky, tampouco se importou com os campistas menores que talvez não estivessem prontos para serem atacados. Porém para mim... Que se abra a porta do inferno.
[...]
Eram tantos monstros e tão pouco tempo para pensar que o meu primeiro instinto foi correr, não que eu tivesse alguma vantagem na corrida contra uma dracaenae, mas foi o suficiente para ganhar tempo; uma das mulher-cobra me atacou com sua calda, prendendo-a em meus pés, levando-me ao chão. Antes de cair pressionei meu amuleto e o mesmo se transformou em um par de adagas de Ferro Estígio, disferi um golpe com as adagas cruzadas na vertical, em forma de "X" e então o monstro se fez em pó; urrei de dor ao tentar levantar rápido do chão, meus calcanhares avermelhados latejavam.

— Presta atenção francesa. — Sky se aproximou de mim segurando em meu braço em auxílio  a me erguer. — Estou bem, pode deixar. — tentei sorrir mesmo com a dor fazendo minha cabeça girar. Puxei o ar forte para dentro de meus pulmões, erguendo meu corpo por completo, semicerrei os olhos ao notar que Sky se afastou e novamente estava sozinha. Ativei meu escudo e automaticamente joguei-o em direção a uma das dracaenaes, como um bumerangue ele foi ao encontro dela cortando-lhe a cabeça e volta para meu braço, fixando-se a ele. Com dificuldade passei a caminhar para próximo a primeira árvore que encontrei. Se alguém fosse me apelidar me chamaria de macaco, porque tenho a incrível mania de subir em alguma árvore, não sei da onde surgiu isso. E como bem dito, tomei impulso com o pé bom e saltei para cima dela. Não sei porque cargas d'água nenhum daqueles monstros veio atras de mim, deveriam estar ocupados com outro campista,

Avistei ao longe um de meus irmãos com sérios problemas com dois dos monstros, mais uma vez joguei meu escudo em direção a ele, apenas desnorteando a mulher-cobra para que meu irmão a ataca-se e transformasse em pó. De repente a árvore começou a tremular, quando me dei conta lá estava uma delas tentando me fazer cair, olhei ao redor e poucas ainda estavam vivas, saltei do galho antes que o mesmo quebrasse, meu corpo se estirou no chão e mais uma vez urrei de dor. A dracaenae veio em minha direção e com sua calda tentava me golpear, eu girava meu corpo na direção oposta em que a calda dela caía ao chão, por sorte chutei-a dando uma cambalhota em seguida e me colocando de pé. — Vem logo, vamos acabar com isso. — gritei, minha voz raivosa fez a cobra sibilar e vir em minha direção. Girei meu corpo no ar e ataquei com minha adaga na horizontal, sem efeito algum a calda dela fez minha adaga voar longe. Por sorte - ou não - ainda me restava uma última adaga, e era isso ou nada. Me joguei novamente na direção dela, me corpo miúdo conseguia passar com rapidez pela lateral dela, saltei no ar novamente golpeando com o cabo da adaga, desnorteando a mulher-cobra desferi um último golpe na vertical com a adaga, transformando-a em pó.

Caí no chão ajoelhada, estava exausta, meu corpo não conseguia se mover mais, minha cabeça girava. Acho que estava girando até mais que o normal. E de repente, apaguei.


Observações:
Então, inicialmente era para o treino ministrado mas como não ficou pronto a tempo permaneci com o que já tinha esquematizado.

Poder utilizado:

♦ Nível 04 ♦

Escudo Bumerangue ▬ O filho de Atena poderá usar seu escudo como bumerangue, lançando-o contra o adversário e fazendo com que ele volte para suas mãos.


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Fobos - Motivos: Seu post foi consideravelmente curto e direto, contudo este mesmo fator fez com que toda a batalha aparentasse ter sido fácil demais, gerando certa incoerência com relação ao level da sua personagem e também problemas no desenvolvimento.
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Angel Hutcherson em Sab 28 Dez 2013 - 11:27

Caminhava distraidamente em direção a arena de duelos com minha fiel adaga em mãos. Eu havia acordado com inspiração para estraçalhar coisas vivas, e como não poderia descontar tal vontade em campistas, minha melhor opção seria descontar em monstros. Nunca tivera dificuldade em combate com monstros e me orgulhava disso, eu sempre descontava toda a minha raiva e fúrias neles.


“Que original!” pensei ao ver uma garota vampira se aproximando em minha direção. Eram tempos estranhos no Acampamento Meio-Sangue. Aos que não estavam em atividades como missões, lhe restava um curto estoque de monstros para treinos, que geralmente se limitava a cães infernais, dracaenaes, e no meu caso empousas. A empousa não era exatamente um desafio para mim, mas um erro seria subestima-la. Fiquei em posição com a agada em mãos e esperei que se aproximasse suficientemente.


A empousa era uma criatura traiçoeira, como todos diziam. Infelizmente só percebi isso quando ela estava suficientemente perto e deu um pulo em cima de mim. Felizmente consegui ser mais rápida e com a adaga desferi um golpe em diagonal que foi o suficiente para lhe tontear e faze-la se afastar. Admito que meu coração disparou por um segundo, pois se aquela coisa pulasse em mim, seria difícil levantar e retomar o controle sem ser mordida. Mas, por via das dúvidas, se ela queria jogar sujo, eu jogaria também.


Após meu golpe, a empousa fora jogada no chão. Aproveitei esse descuido para investir contra ela de novo enquanto gritava maldições contra a mim. - Cala a boca! - gritei sem paciência. Sem mais delongas, me aproximei da criatura presa e desferi um golpe certeiro em seu tronco que acabou com aquela frescura de uma vez por todas e fez a empousa ser reduzida a pó.


“Fácil” pensei, me virando em direção à saída da arena, na intenção de deixar o local, quando de repente ouço vozes vindas de trás de mim. Mais duas empousas se aproximavam, dizendo coisas sem nexo sobre vingança. Mas, se elas queriam vingar da amiga morta, quem era eu para dizer não? Deixei que se aproximassem o suficiente e desferi golpes nas duas, o que não era tão fácil. Em qualquer descuido, uma delas poderia pular em mim e me morder, porém eu não queria usar as velhas táticas a não ser que fosse uma emergência.


As duas tentaram me cercar, porém consegui com agilidade bater o punhal da adaga contra a cabeça da empousa de trás, enquanto com a ponta da espada acertava o rosto da empousa da frente. Ambas gritavam de dor enquanto gritavam maldições, e eu já estava ficando de saco cheio daquilo. Aproveitei o momento de fraqueza e desferi um golpe certeiro no tronco da empousa da frente, que a reduziu em pó em segundos.  Quando me virei, lá estava a segunda pronta para me atacar pelas costas se eu demorasse um segundo a mais. Afastei-a com um chute em seu peito, que a fez perder o equilíbrio e cair também. Antes que pudesse pensar em reagir, também de lhei um golpe final em seu troco, o que a fez virar poeira, como suas amigas.


Não foi difícil, mas felizmente a minha vontade de matar alguém fora descontada em não só uma, mas sim em três oponentes, e eu estava satisfeita com aquilo. Guardei a adaga, amarrei o meu cabelo em um rabo de cavalo e com o mesmo tédio que entrei também saí da arena, seguindo de volta para o chalé de Ares.



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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Sam J. Parker em Sab 28 Dez 2013 - 23:23

Monsters

Meio-dia. Exatamente. O suor pingava pelo meu corpo e o cansaço era uma das minhas características mais marcantes naquele instante. Passei as costas da mão na boca, de modo a tirar toda a areia que havia acumulada em meus lábios depois da queda. As minhas armas estavam costumeiramente em minhas mãos. O escudo na esquerda, e Arranha-céus, minha espada, na direita. Só me restava o maior, o que eu havia deixado para o final. Seu nome... Minotauro. Sim, você leu certo, realmente estou me referindo à fera metade homem, metade touro que para o azar dos semideuses descobriu como sair da ilha de Creta.

A fera bufou. Seu casco bateu contra o chão fazendo certa quantidade de terra ao redor dos cascos se agitar. Uma patada daquela seria o suficiente pra quebrar qualquer osso do meu corpo que fosse exposto à pancada. Não pagaria pra ver...

Por isso, quando o monstro veio em minha direção, desviei para a esquerda rapidamente. Sabia decisão, já que ele com todo aquele tamanho não poderia acompanhar os meus movimentos. Repeti a estratégia mais uma vez, para o lado oposto, desta vez para a direita. Tratei de observar que enquanto eu desviava ele deu uma cabeçada para a esquerda, julgando que eu faria a mesma coisa. Seu ataque estava carregado de brutalidade e nenhuma técnica, contudo, mais uma vez motivei-me a esforçar-me mais quando percebi que a minha camisa havia se rasgado... E um pedaço que faltava, na altura das costelas, estava em seu chifre direito.

Desejei que meu arco estivesse comigo... A minha arma que seria mais útil, por conta da afinidade e do tempo de prática. Um ponto negativo seria que com o ritmo em que ele continuava a atacar talvez eu não conseguisse me afastar o suficiente para disparar a tempo. Quando conseguisse colocar a flecha no arco e retesar o cordel já poderia estar alvejado por seus ataques.

- Sam, pensa! - Disse, após ter sido impelido pelo chão por alguns metros. Sabe-se lá o motivo do impacto não ter me derrubado. Talvez as investidas bruscas que por sorte tive tempo de colocar meu escudo à frente do meu corpo, o impacto teria amassado um escudo normal, sorte que ele não bateu com tanta força, lembrando das aulas no acampamento, só tive tempo de rolar para liberar a energia, para que não quebrasse nenhum outro membro. Por milésimos de segundos, houve tempo de cortá-lo, não lembro de conseguido fazer um corte mortal, apenas um corte que o atrasasse... 

Olhei a Arranha-Céus em minhas mãos, e um sorriso brotou em meu rosto o corte foi preciso, havia um bela linha de sangue em minha espada. Minha distração foi quase que mortal, por conta de minha guarda baixa, levei um empurrão de ombro da criatura, o que me fez voar alguns metros e bater em tronco grosso de uma árvore, minha visão ofuscou um pouco, mais voltou ao normal a tempo de ver o minoutauro vindo em minha direção, em sua posição de ataque. 
 

Levantei-me depressa (era isso ou ser morto pelos chifres), dolorido no peito pelo impacto de seu ombro, nas costas, pelo impacto na árvore e na cabeça por ter batido com muita força. Talvez alguma costela minha estivesse quebrada... Tiremos a parte do talvez. Não retire o talvez, não era a costela que havia quebrado e sim, minha mão direita, que agora estava na direção do noroeste ( assim para ser exato “____\”), peguei a espada com a mão esquerda, e concentrei-me para o próximo golpe, ele tinha que ser o último. Mergulhei para o lado, para desviar do ataque do minotauro.


Desviei do ataque seguinte,  uma tentativa da criatura de bater com seus braços enormes, e rolei pelo chão, justamente para onde estava minha espada. Recebi um poderoso golpe no peito e fui lançado no chão outra vez, a alguns metros de distância. Mas quando ele avançou para mim, rolei em direção a suas costas, e concentrei para rasgar os músculos que ele usava para andar. Por sorte, meu plano deu certo, e ele não se levantava mais. Me aproximei dele, ainda tentando me acertar, desviei do golpe e decepei seu braço na altura do bíceps, agora ele urrava de dor, e minha cabeça havia sido tomada pelo meu lado sanguinário, chutei sua cara na altura do focinho, e ele caiu no chão, decepei os membros de suas pernas, era inúteis agora para ele, e o seu braço restante. Sorria de forma maligna, odiava quando isso acontecia comigo, meu lado assassino e odiado, tentei recobrar a consciência, a criatura se debatia e esperneava, acabe com seu sofrimento, cravando minha espada em sua cabeça, e ela se dissolveu em pó dourado.
 

Coloquei minha mão no lugar, depois de urrar de dor, e senti uma lagrima descendo no meu rosto, involuntariamente. Cortei um pedaço da árvore, para fazer uma tala e amarrei para que meu pulso ficasse imóvel, era o melhor que podia fazer até chegar nos médicos.

95 X P

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Fobos - Motivos: Pulou os blablabla's da introdução e foi direto ao combate, isso é bom. Pecou apenas na gramática, mas é normal.
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Gus Owens Pallas em Sex 3 Jan 2014 - 18:38

Estava de noite e eu estava de pé, mas precisamente, de pé e fora do chalé que eu tinha decidido me repousar até ser reclamado. Estava de noite e eu seguia na direção do bosque do acampamento. Gostava de efetuar treinos de noite, a calmaria dela me deixava leve e com uma suavidade imensa na mente, o que era ótimo para mim. O bosque era o único local que eu podia encontrar uma criatura, mas não retirava a hipótese de que encontraria uma criatura qualquer antes de chegar até o local formado por imensos pinheiros.

Desci a trilha dos chalés, portando uma espada de bronze no palmo direito e um escudo desativado, também feito de bronze, no palmo esquerdo, deslizando os olhos por todas as extremidades do solo ao meu redor, atento à qualquer e possível movimento por trás e nos meus dois lados, pensativo. Poderia estar apenas tendo algumas ilusões, de que alguma criatura iria me encontrar em meio ao acampamento, mas toda a minha preocupação era muito precisa, já que eu que não queria morrer amordaçado por um animal qualquer.

Não demorou muito para eu me deparar com uma silhueta em minha frente. Esgueirei o pescoço na tentativa de ver a estrutura melhor, pois estava escuro e a minha visão não era nada boa, formulando uma pequena ideia na minha cabeça de que estava de frente a um cão infernal. Não era surpresa para mim se deparar com um animal igual a um cão, apenas não sabia o que ele estava fazendo na frente do extenso bosque do acampamento naquela noite. Dirigi os olhos contra a face ofuscada do cão infernal que há pouco tinha revelado a sua face um tanto suja, retrocedendo um passo e analisando a estatura do monstro com os olhos entorpecidos, firmando o punho na espada e ativando o escudo, fazendo o armamento emergir um círculo oco e potente, basicamente sustentável.

Depois de alguns segundos pude perceber o quão afiado os dentes do monstro eram. Se comportavam como afiados e bastante sujos, o motivo de alguns arrepios de medo surgirem em meio aos meus dois braços. Certamente, a minha vontade de treinar estava muito grande, mas aquilo mais me parecia um desafio do que um simples treino no decair da lua, por isso a minha mente estava ansiando em voltar ao chalé. Mas a minha permanência era vital e eu ficaria ali até derrotar o grande monstro.

Aos poucos, pude ouvir as patas do cão se movimentando no solo na minha direção. Fixei os pés no cascalho que restava no final da trilha dos chalés, progredindo com um impulso na direção do cão infernal e avançando três passos em sua direção. Aquele momento era sensacional e imparcial para mim, não sabia o que fazer e muito menos com quais olhos olhar para o cão infernal na tentativa de não encará-lo. Sem delongas, desci o ápice da lâmina contra a cabeça da criatura e, diagonalmente, joguei-o para trás em algumas piruetas, tentando-o afastar de mim o mais rápido possível. Infelizmente, vi o animal correndo na minha direção mais uma vez, saltando para o lado e deixando ele se encontrar com o vácuo, tentando ser ágil naquele momento perspicaz.

Em um ato propulsor, girei meu corpo na direção da estrutura do cão infernal, descendo a lâmina da espada verticalmente contra a base de cima do monstro, pressionando-o contra o solo, mas logo sendo vítima de um empurrão com as patas do cão e jogado a alguns metros dali, com um atordoamento insaciável, cambaleante. A questão era que, para derrotar um cão infernal, eu tinha que estar com o psicológico longe de aflições, e isso não estava acontecendo naquele momento, uma vez que eu estava ansioso em descobrir qual era meu progenitor divino estava aumentando cada vez mais. Fixei os pés no solo e intriguei a face do cão com os olhos novamente, suplicando alguns passos em sua direção e girando a espada contra o seu busto, ferindo-o gravemente e pressionando-o contra o solo mais uma vez. Antes de ser acertado pelas patas dele pela segunda vez, mirei-as com o escudo e as finquei no centro do objeto, atordoando-o em uma onda momentânea de dor.

Arfante, eu não sabia com qual golpe ferir o cão infernal e acabar com ele, então apenas saltei para o lado e desci a lâmina da espada contra a sua base, cortejando-o em dois pedaços e acabando com ele ali mesmo. Felizmente, os meus momentos ágeis naquela hora haviam sido essenciais para acabar com o monstro que, infelizmente, tinha conseguido me surpreender com duas patadas na barriga e tinha consegui fazê-la sangrar um pouco. Chutei uma das partes do animal, furioso, não era obrigado a aguentá-lo, por isso preferia os animais da arena, pelo menos aqueles nunca mudavam. Sem dar desfechos para o cão infernal, brotei um sorriso alegre na face, tentando sustentar uma mínima imagem que continha alegria para não chorar. Cansado, guiei meus passos para o chalé novamente, subindo a trilha do acampamento à procura de um banho e cuidados medicinais quanto a minha barriga.

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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Rosalie Forrester Lofrev em Sab 4 Jan 2014 - 15:57

Hey, ugly!
First practice with ... Ursula?

Me espreguicei no meu colchão improvisado no chalé de Hermes. Na noite anterior havia tirado um cochilo e comparecido a fogueira, mas mesmo assim minha mãe olimpiana não deu nenhum sinal de vida. O chalé tinha as mesmas pessoas de sempre; levantei-me e peguei um short e uma camiseta, me dirigindo pro banheiro. Tomei um banho milagroso enquanto refletia o quanto minha vida havia mudado depois de saber que eu era uma meio-sangue. Posicionei-me de frente ao espelho e prendi o cabelo com duas presilhas coloridas, uma de cada lado, como eu costumava fazer diariamente. Calcei os tênis Vans personalizados com estampas de caveira e saí do chalé animada. Iria para o meu segundo treino no Acampamento, Quíron havia me convidado para combater monstros sozinha desta vez, pois ele havia percebido que trabalhar sob pressão e impulso não era o meu forte.



— I should be over all the butterflies, but I'm into you... — Saí pelo acampamento cantando pequenos trechos de músicas que eu me lembrava de repente. Parei no bosque, onde Quíron havia suplicado pedido para eu comparecer no dia seguinte. E lá estava eu. Estava lá parada no bosque ás 11:30, exatamente o horário que o centauro havia marcado comigo. Após alguns minutos, o diretor de atividades veio trotando até mim. — Desculpe o atraso. Eu precisei resolver uns assuntos antes. — Balancei a cabeça, ansiosa. Quíron não parecia diferente em nada, e não carregava monstros ou algo do tipo. — Ah, desculpe, mas o treino será na Arena. O monstro que irá combater já está posicionado. — Dei de ombros e segui Quíron até chegar a Arena. Realmente, podia-se ver uma cela no centro do local e uma criatura presa dentro dela. De longe, parecia um ser humano. Ao aproximar-se, estava bem claro que aquilo com certeza não era normal. A criatura tinha cabelo desarrumado e as pernas eram bizarras. Uma era marrom e peluda, e a direita era feita de bronze, ela se equilibrava num salto alto de 15 cm rosa-pink, era pálida como a neve e tinha olhos vermelhos que não tinham brilho nenhum; muito pelo contrário, eram sombrios quanto um porão na escuridão. Assim que me viu, o ser virou-se para mim.


Sabia que um dia iria te encontraria novamente. — Olhei para Quíron, esperando que ele me desse alguma dica ou algo do tipo. Ele parecia tão confuso quanto eu. — Vou esclarecer as coisas para você, semideusa. Mas só desta vez. — Aquela coisa estranha se transformou numa garota morena com a mesma altura que eu, ainda usando os saltos e com uma maquiagem muito bonita. — Ursula Shields. — Ursula sorriu, e por um segundo me fez achar que ela era meiga. Mas ela não era. Arrogante, exibida e metida. Sempre a mesma coisa. — Você é uma empousa. — Ela riu com aquela voz fina e irritante dela. Muito diferente de sua voz metamorfoseada, que era seca e fria. — Olha, parece que você sabe pensar. — Rangi os dentes e ergui a mão para Quíron. — Alcer. — Ele pareceu um pouco nervoso, pois respirou fundo. Duas vezes. — Tem certeza? Mal entrou no acampamento e já vai enfrentar uma empousa com uma faca que nem se adaptou? Melhor n... — Ele arregalou os olhos. Eu tirei o cabelo da frente do olho e bufei. — Apenas me dê Alcer. — O interrompi. Ele tirou a faca de uma bolsa que carregava e me entregou. Eu a apertei, sacando-a. 


Quíron estava próxima a empousa, abrindo a cela. Ela tentou mordê-lo, mas realmente não sabia nada sobre Quíron. Ele desviou, rindo. Depois ficou olhando de longe. Ela se aproximou de mim, imóvel por alguns segundos. Mas eu já conhecia aquele jogo. Ela fazia a mesma coisa na queimada da escola que eu frequentava. Os seus joelhos dobraram, e ela deu um salto. Eu me abaixei, e o ataque da empousa foi pelos ares. Virei-me prontamente. Ela quase caiu, mas conseguiu se equilibrar dificilmente. Não sabia como ela lutava tão bem de saltos. — My time! — Gritei, correndo em direção a Ursula. Eu escorreguei naquele chão de mármore da arena, e caí no chão. Ursula percebeu e avançou em mim. Rolei no chão, pois não seria tão fácil assim aquela lutazinha. As presas de Ursula ficaram a mostra, pois ela vinha correndo atrás de mim. Apoiei-me no chão e me levantei, correndo na direção oposta. Ela percebeu e me interrompeu. Abriu os braços, e eu bati o rosto no pulso dela. Ela reagiu bruscamente. Virou de lado e cravou as presas no meu braço. Gemi de dor, caindo no chão. Estava vendo tudo embaçado. — Você não é muito inteligente, é? Não costumo morder mulheres, mas tive que abrir uma exceção. Boa morte. — Ela sorriu maliciosamente. Tive uma ideia mirabolante. Fingi estar muito cansada e derrotada, larguei a faca e soltei alguns gemidos baixos. A empousa riu satisfeita e se virou, rebolando até Quíron. Ele parecia estupefato e realmente estava acreditando na minha farsa. Ursula não estava muito longe, portanto me levantei silenciosa - meu braço ainda latejando de dor - agarrei a faca com a outra mão e corri até a empousa. Antes que ela pudesse se virar, enfiei Alcer em suas costas. Ela gritou, se desfazendo em pó dourado. 


Quíron comemorou, bateu palmas e sorriu para mim, fazendo uma continência em minha direção. Sorri para ele por alguns segundos e me senti fraca. A mordida da empousa estava piorando o meu estado. Fiquei tonta, e logo em seguida desmaiei. 
Acordei em um lugar com camas com cobertas brancas. Estava enrolada em um dos cobertores, e tirei o meu braço dali. Ele estava com faixas no lugar onde a empousa me mordera. Suspirei aliviada por saber que não tinha morrido. Depois disso, me trouxeram uma espécie de mistura que tinha gosto de cupcake. Logo depois, tomei uma sopa que fora colocada ali e dormi. Nem tive tempo de comparecer a fogueira. De algum modo, eu não estava com tempo para ser reclamada. Não hoje. 
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Siobhan O'Connell em Sab 4 Jan 2014 - 17:39

 a fighter.




Rolei no chão ao tentar esquivar-me de um forte casco destinado para o meu peito. Talvez não era bem o que eu esperava vindo de um treino de monstros. Mas ao que parece, tinha irritado profundamente este Minotauro. Criado talvez até fúria de mim de me ousar a tentar questionar a sua força e capacidade de besta que era. Bem, tínhamos obviamente começado com o pé errado na batalha. Não o queria enfurecer desta maneira, talvez provoca-lo um pouco... Mas não o bastante para ter vontade de me matar!
 
A besta despertou-me dos meus pensamentos quando vi o seu horrível bufar quente contra minha direção. Engoli em seco. Isto não era bom, mas pelo menos tinha sido amigável ao ponto de me deixar levantar. Agarrei um punho de terra nas minhas mãos e atirei para os seus olhos quase vermelhos de raiva. Era esta ou nunca, a minha oportunidade de fugir daquela besta repleta de pelo, baba, cascos e chifres. Como é que raio é que uma garota da minha altura tem força para segurar uma criatura daquelas?! Simplesmente não tinha!
 
E agora perguntam vocês como é que uma ruiva tinha sido capaz de irritar a este ponto um Minotauro. Bem... Bastou utilizar o meu querido e sempre usável jeito desajeitado. Ao que parece ofendi-o enquanto a besta dormia no chão e eu o tinha pisado. Oops. Para minha defesa, nem sequer o tinha visto. Pois... Pelos vistos não estava assim tão habituado a não ser o alvo das atenção. Quer dizer, até o percebia. Alguém como eu pisá-lo sem reparar nele devia ser uma facada no ego para algo tão forte.
 
Grunhi frustrada ao desviar-me do rompante ataque com os seus afiados chifres. Senti uma valente rajada de vento atrás das minhas costas. Por milímetros aquela besta não me tinha aleijado. Eu não tinha força para combater algo tão forte. O seu gigante e musculoso corpo ficou tenso enquanto recuperava um pouco de ar. Fumo saia pelas suas narinas de tão irritado que estava. Engoli novamente em seco. A saliva agora arranhava a minha garganta e o coração parecia que iria sair por ali mesmo. Olhei-o nos olhos. Encarando-o por alguns segundos e vi uma pequena sombra que crescia aproximando-se cada vez mais das costas daquela besta peluda. Desviei o olhar da sombra e concentrei-me no Minotauro. Se fosse ajuda, o que menos queria era que um touro homem se virasse e magoasse a minha única salvação.
 
A besta manteve o olhar em mim. E quando menos a besta esperava, a sombra aproximava-se tanto do homem touro que, numa valente pancada com o escudo de metal, cambaleou de um lado para o outro mas nunca perdendo o seu balanço. Apareceu um rosto familiar. O mesmo garoto que havia derrotado no treinos de uns dias atrás tinha me vindo ajudar. Aquele arrogante filho de Ares. Sorri e ambos corremos pelo campo o mais rápido que podíamos.
 
Obrigada pela ajuda! Pensei que ia ser esmagada. – exclamei entre respirações ofegantes muito irregulares. Antes de ele ter vindo me socorrer, já estava à algum tempo a tentar esquivar o melhor que podia daquele, enorme e dobro do meu tamanho, Minotauro.
 
O garoto sorriu igualmente, mas como é claro, aquele sorriso arrogante nas suas feições do rosto. Uma nota para mim no futuro, agradecer sempre no final de um treino.
 
É só para te mostrar que perdi de propósito no outro dia. – ele avisou nunca largando o seu sorriso maldoso dos lábios. Parou de correr e protegeu-se com o escudo e espada em posição de ataque.
 
Pois... Certo... Aposto que a derrota foi mesmo de propósito. Semicerrei os meus olhos parando um pouco depois de ele ter feito esse repentino movimento. Apesar de não conseguir ver os seus olhos, apostava que gritavam guerra e sangue neles. O Minotauro ficou ainda mais raivoso pela corajosa decisão de o enfrentar. Num bater de cascos e num horrível uivo, lançou-se a nós com toda a sua força que os seus músculos lhe davam. O chão tremia à medida que a besta peluda se aproximava, mas o filho de Ares nem piscou os olhos. Manteve-se  na mesma posição e esperou pela colisão. Uma forte pancada com os seus chifres apenas fez com que o garoto recuasse alguns centímetros para trás. Estava pasmada com a sua força.
 
Agora!! – ele gritou e podia apostar que vi as suas veias do pescoço a saltarem de tanta força que tinha gritado.
 
Agarrei nas minhas adagas e corri para o monte de pelo gigante. Com toda a minha perícia, aproximei-me sorrateiramente sem que ele desse conta da minha presença. Mas no momento em que ia espetar a adaga no seu corpo, o braço do Minotauro saiu disparado contra o meu braço que segurava a adaga. Numa estrondosa força, o meu corpo foi projetado uns metros para trás. Praguejei para mim mesma enquanto segurava o meu braço ferido. Acho que tinha dado um mau jeito ao cair contra o chão.
 
Eu seguro nele, procura a tua adaga! – o garoto gritou novamente ao manusear a sua espada mantendo o Minotauro bem longe do seu corpo.
 
E fiz o que ele me pediu. Procurei rapidamente pelo chão a minha querida adaga. Sons de chifres a baterem contra metal ecoavam nos meus ouvidos enquanto procurava. Até que vi um objecto brilhante no chão por causa do sol. Corri que nem uma desesperada para a apanhar. Parecia uma louca, apostava. Os meus cabelos ruivos voavam pelo vento com a minha agilidade. Apanhei a adaga ainda em corrida e, desta vez, tomei o cuidado de fazer o mínimo de barulho ao aproximar-me. Silenciosa que nem um lobo a caçar. Enquanto eles se entretinham a batalhar um contra o outro, saltei para cima das costas do Minotauro suado e coloquei a minha adaga perigosamente rente ao seu pescoço.
 
Da próxima vez, mete-te com alguém do teu tamanho. – rosnei quase mostrando dentes. O Minotauro caiu de joelhos no chão desistindo por ter sido apanhado em desvantagem.
 
Então tenha cuidado por onde anda, semideusa. – o homem touro rosnou igualmente enquanto que eu o largava. O seu suor tinha-se entranhado nas minhas roupas. Ew.
 
Deixei o monstruoso Minotauro ir à sua vida com ajuda do garoto ao meu lado. Se não fosse ele, provavelmente teria que ter fugido a sete pés a gritar por algum professor. Mas não iria admitir isso à frente dele. Ele passou uma mão pelo seu cabelo, ajeitando-o depois de uma intensa batalha e falou:
 
Até à próxima, ruiva. – deu um pequeno aceno de mão de adeus ao sair do campo de treinos contra monstros.
 
Não disse nada. Apenas caminhei para o meu chalé precisando urgentemente de tirar este fedor do meu corpo. Mas primeiro, ir à enfermaria para tratar do meu braço. Só esperava que não tivesse partido... 




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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Gus Owens Pallas em Sab 4 Jan 2014 - 19:48

Tinha acabado de voltar do banquete do acampamento. A minha vontade agora era de deitar na minha cama e adormecer pela tarde inteira, mas algo na minha mente dizia que eu estava sendo irresponsável o bastante para permanecer como um dos únicos indeterminados no acampamento. Aquilo já estava me agoniando e eu queria ter o meu progenitor divino revelado o quanto antes, assim como todos os outros campistas reclamados estavam, ansiosos e extremamente agoniados. Formulei um sorriso na região dos lábios, apanhando uma espada de bronze no palmo direito e um escudo desativado no palmo esquerdo, seguindo no encalço de um grupo de campistas na direção da arena.

Não estava muito animado naquele dia, a chuva estava fina e respingava por cima da minha cabeça de modo fraco, mas o meu medo era de que ela pudesse aumentar enquanto eu estava na arena. Não demorava muito para chegar até o local mais visitado por mim nos últimos dias, talvez, eu demorasse menos de dez minutos para chegar lá, mas eu sempre acabava me perdendo em meio a tantos pensamentos e, sem querer, demorava muito mais e parava em outro local, por simplesmente ser avoado e bastante complicado. Enfim, o meu objetivo era único naquele dia, apenas arranjar uma modalidade para treinar.

Era o primeiro dia de treinos que eu não tinha uma especialidade em mente. Sempre tinha uma meta no dia, mas hoje a minha meta era nada mais, nada menos, do que ir a arena e arranjar algo para fazer. De certo modo, não queria ficar parado lá. Não demorou muito para eu me deparar com os incríveis portões que blindavam a arena. Esbocei um sorriso contemplante na face, adentrando a arena com os armamentos em mãos e deslizando alguns passos para o lado esquerdo, tentando não me enturmar com o grupo de campistas que tinha vindo um pouco antes de mim. Esgueirei os olhos pelas extremidades da arena, avançando alguns passos à frente e me parando em frente à uma jaula; uma jaula escura e um tanto ofuscante. De dentro dela eu não conseguia ver nada, apenas dois olhos amarelados e o fundo escuro.

Como sempre, estava curioso para saber o que a jaula de pequeno porte estava suportando dentro dela. Retrocedi alguns passos, ficando meramente distante da jaula e descendo a lamina da espada contra a grade que prendia a já provável e destemida criatura de dentro do supositivo. Não demorou muito e depois de alguns segundos uma criatura meio suspensória e interrogante me encarou. Os seus pelos eram um tanto negros, mas a sua pelagem traseira era marrom e ele se assemelhava a um cão infernal. Devolvi os olhos negros que haviam tido origem na face do animal, o encarando com os olhos chamuscados e intrigando-o. Não tinha motivos para não derrotá-lo.

Blindei um sorriso malicioso na face e avancei alguns passos na direção do animal, que, de início, eu não tinha certeza que era um cão infernal, mas depois de um pequeno período de tempo, consegui decifrá-lo. Desci a lamina da espada contra a sua base, mas fui deixado no vácuo e cortei o ar sem querer, me deparando com a agilidade do bichano após ele se esquivar da lâmina de bronze da espada. Fiquei furioso e fuzilei a face do cão com os olhos, rodopiando o corpo e girando nos meus próprios calcanhares, no intuito de formular um giro no próprio eixo. Guiei a espada novamente contra o cão infernal, desta vez na direção da sua cabeça, conseguindo atingi-lo de raspão na extremidade da orelha. Não demorou muito para eu colocar os palmos nos joelhos e arfar, mas fui interrompido pelo cão que, em um giro, desferiu uma mordida na altura da minha coxa, obrigando-me a me jogar no chão com tamanha dor que estava sentindo devido aos dentes afiados por dentro da boca gotejante do animal.

Aprimorei alguns passos, no intuito de não deixar o animal escapar da minha mira, logo que após de me erguer, tentando descer a lâmina da espada contra o seu pescoço novamente, mas sem sucesso devido à falta de força e a dor que estava sentindo. Graças à falha de tentar acertar o animal que jogá-lo no solo com certa brutalidade, fui atingido por uma de suas patas da frente e jogado no chão mais uma vez. Recoloquei o escudo na frente do busto desta vez, me erguendo e provocando um bico torto na região dos lábios. Talvez o escudo resultasse em algo que desse sucesso para mim naquele combate. Sem delongas, parti em disparada contra o cão infernal, rodopiando a espada verticalmente e atingindo-o na base de cima da estrutura, conseguindo levá-lo ao chão sem rumores e desdéns.

Ainda que eu tivesse levado o grande animal ao chão, o combate ainda não tinha acabado. Após conseguir debruçá-lo, foquei os olhos na base da sua estatura e o vi erguer-se, retrocedendo dois passos e tomando um leve impulso para atacá-lo novamente. Mas antes que eu pudesse atacá-lo de modo certo, pude ter a visão da boca do bichano vir na direção da minha barriga. Posicionei o escudo na altura do tórax e deixei a face do cão infernal bater contra o bronze, atordoando-o e fazendo-o perder o equilíbrio facilmente. Felizmente, fui ágil e contornei o corpo do animal, descendo a lâmina da espada no seu contrapé em uma investida e conseguindo cortejá-lo pela cabeça no mesmo local de origem, sorridente.

Nunca iria imaginar que, de dentro da jaula, surgiria um médio cão infernal querendo me abocanhar, talvez ele estivesse com fome por estar ali há tempos, talvez não. Naquele momento, pude concluir que havia treinado o meu combate contra os monstros do acampamento, o que de certo tinha sido um excelente aprendizado. Encolhi os ombros e firmei o punho nos dois armamentos que tinha em mãos, desativando o escudo e apressando os passos na direção do chalé, à procura de um banho e de cuidados para a minha coxa que ainda estava doendo e sangrando demasiadamente.

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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Meredith d'Monarc Eliott em Dom 5 Jan 2014 - 0:18



Everything that kills me makes me feel alive

Lilian definitivamente não queria estar ali. O sol radiante e o clima abafado só contribuíam para sua falta de vontade. Mas era treinar ou arrumar o chalé com seus irmãos – e disso ela já estava farta de fazer. Ser a veterana no acampamento era, em uma palavra, terrível: apenas tarefas e mais tarefas impostas “em cima” dela. Diversão que era bom, nada. Insatisfeita com sua vida de campista até então, decidira fazer coisas novas. Furtivamente, apanhou suas armas de seu baú e saiu do chalé. Escapando assim, das tarefas que seus irmãos iriam lhe impor naquele dia, principalmente Christina... Ela me botava para fazer cada coisa, e saia do chalé para ficar com seu namorado.... Ja estava cansada disso! 

A garota encontrava-se sentada na arquibancada, observando treinos aleatórios de campistas desconhecidos. Lily trajava a camiseta laranja do acampamento, uma calça jeans e um tênis all star preto. Mantinha o punho canhoto cerrado fortemente em torno do cabo de sua espada guardada na bainha, ansiosa. Mesmo tendo chego ao acampamento anos atrás, Lilian ainda não tivera a oportunidade de testar suas habilidades em combate. Ja fiz sim alguns treinos de combate a monstros, mas leves... nada demais. 

Em uma ocasião, enquanto assistia um duelo entre semideuses, a garota pôde notar algumas jaulas dispostas pelos cantos da arena, várias delas abrigavam monstros variados e asquerosos. O sistema de combate a monstros tinham mudado dês do ultimo treino que Lily fez, tinham evoluído... estavam melhores, mais práticos, mas também bem mais perigosos. Lilian percebeu também, segundos depois, que do outro lado da arena havia uma equipe de campistas socorristas preparada para resgatar alguém e, provavelmente, levar direto às enfermarias, levando em consideração as várias macas repousadas ao seu redor.

Após mais alguns minutos assistindo mais treinos, ela se levantou hesitante, apanhou seu escudo que estava ao seu lado, e caminhou para o centro da arena. Ao chegar lá, a filha de Dionisio notou que alguns olhares lhe fitavam com curiosidade. Vários semideuses abafavam uma ou outra risada, tampando a boca com a mão. Era tão engraçado assim eu decidir levantar da cama para fazer treinos?! – Você não dura três minutos aí, Lily... Decidiu fazer treinos dez de quando?? – berrou algum engraçadinho filho de Hades, logo, outras vozes se juntaram à zombaria. Lilian ignorou todos, ou ao menos tentou. 

Por fim, depois de mais alguns segundos de gritaria, um garoto, que deveria ser pouco mais velho do que Lily, aproximou-se dela portando um escudo brilhante no braço canhoto. – Calem as suas bocas! – ele gritou enquanto andava, e todos ficaram em silêncio imediatamente. O menino tinha cabelos loiros e lisos. Vestia uma armadura leve, talvez de couro resistente, sobre sua roupa. Seus olhos eram cinza-escuros e misteriosos e sua pele era clara, quase pálida. Em resumo, ele era bonito. – Eaí, Decidiu fazer treinos assim de repente? Te vi em armas Diversas... o que deu em você em? – ele perguntou, surpreendendo a garota. Como ele sabia quem eu era? - Quem e você? eu te conheço? 

- Meu nome é Vicent e sou filho de Poseidon. – ele falou hesitante. – ótimo! – Lilian disse. – então vamos lá, como é sua primeira vez aqui, imagino que não tenha muita experiência em combate. Estou certo ou errado? 

Errado! Nao preciso de sua ajuda! nao e minha primeira vez aqui e eu sei me lidar muito bem com meus treinos. Pode ir...  Lilian falou com um tom bravo e desafiante. 

O Garoto assustado, arregalou seus olhos e saiu dali. Lilian andou até uma das muitas jaulas da arena. O compartimento fedia a mofo e em seu interior havia uma criatura que se definida em uma única palavra seria: bizarra. Era uma mulher reptiliana, suas pupilas verticais aram contornadas por íris verdes penetrantes e seu corpo era escamoso e verde. Seus cabelos bagunçados caíam irregularmente pela sua face, tampando parte de seu rosto. Ela sibilava, ato em que revelava sua língua bifurcada e ao invés de possuir pernas ela tinha duas caudas reptilianas. -Dracaenae! Isso, vou começar com você sua feiosa!!  

A criatura também usava um peitoral marrom de couro resistente, portava uma lança de guerra de dois metros na mão destra e uma rede de caça na outra. Lily ficou em posição de batalha, pronta para lutar com o monstro. Lily apertou o botão gigante vermelho, que faria o portão que a Dracaenae estava, se abrir. Ela a encarou com seriedade. Lilian engoliu em seco, nervosa. A Filha de Dionisio desembainhou sua espada e apertou as tiras do escudo. Em seguida, afastou as pernas, deixando a canhota mais à frente. Postou o escudo na frente de seu corpo e empunhou a espada de prata atrás do mesmo.

A dracaenae não tardou em partir ao ataque. Segurando a rede com uma mão e empunhando a lança na horizontal, na altura da cintura, investiu contra o tronco de Llilian - procurando empalá-la. A semideusa afastou-se para o lado, esquivando-se do primeiro golpe. A arma cortou o ar sem encontrar resistência e a dracaenae sibilou irritada.
Mesmo com o coração martelando em seu peito e com a adrenalina e os instintos começando a tomar posse de seu corpo, Lily conseguiu abriu um sorriso desajeitado. – você só desviou do primeiro ataque! – o grito do filho de Poseidon, que estava a observando a puxou de volta à realidade. Logo, o sorriso se desfez. 

Lilian assumiu a mesma posição defensiva de antes, esperando outro ataque da criatura. Esta, por sua vez, investiu contra o flanco direito do corpo da garota, utilizando a lança como um varapau. Como o escudo de Lily estava em sua mão canhota, não houve como impedir o ataque, assim, o cabo da arma chocou-se com força em suas costelas. A Semideusa cambaleou desajeitadamente para o lado e quase perdeu o equilíbrio – o que resultou em mais insultos e zombarias. Em seguida, Lilian reafirmou a posição.  

A dracaena, impulsionada pelo ataque anterior bem-sucedido, utilizou a lança novamente como um varapau e produziu um amplo arco na altura de sua cabeça. A garota abaixou-se depressa para que evitasse uma pancada no rosto. Nesse momento a plateia se calou. A pulsação de Lily estava muito acelerada, assim como sua respiração. Gotas de suor começaram a escorrer livremente por toda sua face. 

A besta reptiliana começou a desferir uma sequência de golpes com sua lança. Todos eles mantinham a arma na horizontal visando perfurar o corpo da garota. Ela, por sua vez, desviou de alguns com o escudo e outros com a espada. Contudo, um golpe penetrou de raspão na defesa de Lily e cortou superficialmente sua bochecha. O líquido quente começou a escorrer do local atingido, misturando-se com as gotas de suor em. - Naaaao meu rosto naao... Que droga sua bicha feia - Lilian gritou fazendo alguns rirem.

Lilian sentiu o rosto arder e a esquentar, mas fez o possível para ignorar o incômodo. Cerrou os dentes e franziu o cenho, irritada. Sua mão envolveu o cabo da espada com mais força e os nós de seus dedos ficaram brancos. Ela atacou o flanco esquerdo da criatura, em diagonal, procurando atingir a região próxima do pescoço.

O monstro rastejou para trás, fazendo a lâmina da espada cortar o ar. Lily rapidamente virou sua espada e utilizou as forças do braço e das costas para que atacasse novamente, na horizontal e na altura da cintura da criatura, produzindo um arco veloz com a espada. Foram dois ataques seguidos que produziram um “L” ao contrário e inclinado. 

A besta sibilou assustada e recuou mais um pouco, mas a lâmina de prata conseguiu cortar superficialmente seu abdome verde e uma gosma verde-escura, o sangue dela, começou a escorrer do local. Ela fez uma careta e produziu um grito agudo e carregado de dor. Lilian não comemorou, apenas seguiu atacando cegamente. Ela produziu vários ataques com agilidade, mas sem destreza. Portanto ela ia ficando cada vez mais cansada e sem forças, enquanto seus ataques não eram bem sucedidos. A criatura desviou dos golpes com certa facilidade, mas não contra-atacou. Ela apenas foi minando as forças da garota e acostumando-se com a dor no abdome. 

Alguns segundos se passaram e seus golpes perderam a força e a agilidade. Seu peito subia e descia com dificuldade e suas roupas estavam encharcadas de suor e a gola de sua camiseta concentrava certa quantidade de sangue que escorria de sua bochecha ferida. Por fim, Lilian cessou seu ataque desesperada e se posicionou desajeitadamente para defender. Ela ofegava produzindo um barulho rouco, pois sua garganta estava ressecada. 

A criatura abriu um largo sorriso com suas presas pontudas e amareladas. Ela atacou com uma rapidez inesperada, projetando a lança para frente várias vezes em alvos diferentes. A garota defendeu-se assustado e surpreso, erguendo seu escudo com desespero e dificuldade e desviando alguns golpes com sua espada. 

Segundos depois, a besta conseguiu notar uma brecha na defesa do garoto e investiu. A ponta de sua lança perfurou e se prendeu no braço direito de Lily, o que carregava a espada, um pouco abaixo do ombro. Alguns músculos foram rasgados e muito sangue jorrou do local atingido. A Filha de Dionisio se desesperou.

Lilian rasgou um pedaco de sua blusa rapidamente, amarrando o mesmo em seu braco para fazer o sangue parar. Limpou o suor de sua testa que estava descendo para seus olhos e os fazendo arder. Lilian, irada com a Dracaenae, Correu para cima dela, golpeou seu corpo varias vezes com a espada, fazendo com que o monstro berrasse de dor. Lilian com um sorriso sarcástico no rosto, pulou e cravou sua espada no ombro da horrorosa "mulher", fazendo com que a espada rasgasse ate ela chegar ao chão. A Dracaenae virou po depois de aquilo. 

Lilian olhou ao seu redor e muitas pessoas estavam te encarando, com uma cara de assustados. Lily andou para o meio da arena, com as pessoas acompanhando-a com seus olhos, curiosos. Lily fez uma reverencia, se virou e fez outra - Obrigado fãs, Muito obrigado! - Ela disse sorrindo, e saiu dali direto para a enfermaria do acampamento. 

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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Sam J. Parker em Ter 7 Jan 2014 - 3:36

Swords



Levantei-me o mais rápido que pude naquela manha, após meu treino com Bellum, decidi que ia voltar a aguçar meus sentidos, já fazia uma semana que eu não enxergava, apenas usava os meus outros sentidos para saber das coisas. Era estranho viver num mundo escuro.
Com ajuda de Bellum, que me levou até os Campos de Marte, resolvi treinar, daquela forma. Bellum estava me ajudando, ele me entregou duas espadas de madeira babadas, sabia o que ele ia fazer, ia ajudar em meu treino. Ele usava a cauda para me atacar, de vários angulo possíveis, mais sempre nos últimos segundos escutava o som do vento sendo quebrado e defendia, ou o cheiro do veneno na ponta de sua cauda, me fazia defender também.
 
Satisfeito com o resultado dos treinos, resolvi esperar o anoitecer para testar ainda mais, porque também, não conseguiria usar meus olhos por conta que se acostumaram a falta de brilho, então o treino ao anoitecer era o melhor a se fazer. Sabia que hoje seria a minha ronda, e veria a diferencia naquele dia. Nesses últimos dias, com tudo que rolou o ataque dos monstros tem sido constante ao nosso acampamento, sendo que sem uma proteção mágica como os gregos tinham, tínhamos que fazer rondas noturnas para ter certeza que o ataque não chegaria a Roma. Meu colega, filho de Harmonia já dormia em um sono profundo na outra, apesar do meu cansaço, estava tão excitado por conta de querer ver se me treino tinha realmente dado resultado, que estava a mil.
 
Após cinco horas de ronda e nada acontecendo, estava ficando até triste quando o primeiro farfalhar de folhas veio. Um segundo aconteceu, ambos acima de mim, e um terceiro distante, deveria ser só um coelho ou algum... Aquele cheiro, cheiro de carne podre digerida, misturado com um cheiro de pinho. Descendo a colina, quatro monstros desciam em grande velocidade, dois minotauros e duas harpias desciam a colina. Gritei para acordar meu colega, ele entendeu o recado, preparou uma flecha em seu arco, mas não ia matar todos. Ao desceram a colina um dos minotauros, escorregou e desceu boa parte da colina rolando e bateu na árvore, peguei a adaga que esteve em uma proteção de meu colega e lancei na direção dele minotauro, que virou pó instantâneo, assim como as harpias. Gritei para meu colega que entrasse e pedisse reforço, mais aquilo era só uma desculpa porque não o queria ali, só iria me atrapalhar. O último que restava tinha... Aquilo era um machado. De onde Plutão, ele havia tirado aquele machado?
 
O garoto já estava longe o bastante, e eu estava com minhas espadas em punho, o monstro veio em minha direção, como um touro vem atrás de um toureiro nas touradas. Corri em sua direção e quando já estava perto o bastante, escorreguei por entre suas patas, ficando em suas costas. Achando que tinha pegado-o de surpresa, o monstro demonstrou ser mais rápido que aparentava, e mais esperta, fazendo um giro de 360˚ graus evitando um ataque, utilizando seu pesado e mortal machado para ganhar velocidade. Ao parar, meio tonto estávamos novamente frente a frente, aproveitando a tontura, ataquei seu ombro, fazendo recobrar os sentidos. Ele fez um combo de golpes com tentando me rasgar atacando com seu machado de cima a baixo, em um movimento, que desviei com certa facilidade estranha, e quando seu machado cravou no chão, ele me deu uma cabeçada, que por sorte, seus chifres rasgaram ambas os lados do meu corpo na altura da costela. Seu golpe me fez voar alguns metros. Levantando rapidamente, recuperando as espadas, previ que ia me atacar e foi o que fez, ele veio de encontro a mim, tentando me acertar com seus chifres, fiz uma finta, girando de encontro a ele e cravando ambas as espadas em suas costas, atravessando até seu peito. Em pouco segundo ele era apenas pó de monstro, e eu fui fazer meu relatório a pretoria, pois Febo já se levantará.  
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Fobos - Motivos: Onde está todo o desenvolvimento do combate? Se é tão rápido para derrotar um monstro, poderia ter enfrentado vários. Tente dar criatividade aos "duelos", empreender situações diferentes e coisa do gênero.

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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Lauren Hulshöff Ehrarck em Ter 7 Jan 2014 - 9:12

I'm just too young to care


O sol estava nascendo e com ele vinha o acordar com os berros dos filhos de Hermes. Ser uma semideusa indefinida não tem glória alguma, apenas as derrotas de dormir em um chalé abarrotado, ser roubada por alguns deles e tentar ter uma paciência enorme para não explodir e socar alguém. Epa, será que sou filha de Ares? Não. Sem dúvida não. Não fazia meu tipo ser briguenta, irritada e explosiva, apenas quando me acordavam sem motivo algum. E pra piorar a situação, ainda teria que esperar em uma fila para usar o banheiro, alguns dos indefinidos como eu ainda estavam por ali, compartilhando da mesma aflição que eu. Ou talvez não.

Depois de exatamente uma hora e meia, consegui sair do chalé já com a camisa do acampamento e uma bermuda o mais confortável possível. Meu segundo dia de treino e tampouco sabia o que estava me esperando pela frente. Dessa vez não era Quíron que me esperava, um sátiro de braços cruzados olhava com cara de raiva. Ok, cheguei atrasada. — Em minha defesa a culpa é dos filhos de Hermes. — Levantei as mãos em rendição. Ele apenas deu de ombros e caminhou arena adentro, obviamente o segui. Olhei ao redor e só estava eu e ele, será que é à hora em que começo a ficar com medo? — Hoje seu desafio será um pouco difícil, nada que uma boa atenção não faça você conseguir ganhar dela. — Dela? Como assim? De repente ele se afastou tomando uma distancia considerável. Um barulho estranho chegou aos meus ouvidos e quando virei meu corpo uma harpia surgiu vindo em minha direção, antes mesmo que pensasse em correr ela me acertou com a asa direita, jogando-me a uma certa distância de onde estava inicialmente. — Sua arma semideusa, vá buscar seu armamento.

Eu mal consegui ficar em pé a princípio, mas com esforço levantei-me e corri com dificuldade em direção a cabana onde era guardado o arsenal da arena. Mas o que pegar? Adagas não seriam favoráveis já que teria que lutar de perto com elas, lanças também não porque teria que correr para busca-las, o jeito era usar uma espada e escudo. Dois minutos depois já estava correndo para fora da cabana. Assobiei para a harpia que estava me procurando. — Eu estou aqui!  — Gritei para chamar sua atenção, péssima ideia Carrie. O monstro veio voando em minha direção, tentei girar para o lado, mas sua investida foi mais precisa do que esperava, suas garras fincaram em minhas costas. Grito de dor ao sentir as afiadas garras dela cortarem minha pele levando estilhaços de blusa junto. A harpia se afastou em um vôo e jurei ter ouvido algo como uma gargalhada vindo dela. Revirei os olhos levantando o corpo que queimava absurdamente. Fiz um sinal com a cabeça de que ela poderia vir, levantei minha espada na mão direita e o escudo na oposta, novamente ela investe em direção a mim ao mesmo tempo em que eu faço o mesmo, levantei o escudo para tapar minha cabeça enquanto tentava acertá-la com a minha espada, sua asa esquerda me acertou me levando ao chão. — AGORA CHEGA! — o monstro mais uma vez riu, e aquilo já estava me tirando do sério.

De repente ela parou de voar alto, plainava o mais baixo possível do chão, semicerrei os olhos e então corri em sua direção, ela limitou-se a esperar. Levantei a espada na direção da direita para acertá-la na mesma asa da direção, ou pelo menos era o que eu queria que ela imaginasse, quando a harpia esticou sua asa esquerda para me acertar girei a espada em minhas mãos e desferi um golpe na horizontal à esquerda acertando-a, cortando sua asa. O monstro enfureceu-se e levantou vôo com dificuldade, tentei inutilmente correr, mas meus passos estavam lentos. Será que tinha veneno nas garras dela? Quando ela se volta em minha direção meu instinto foi jogar o escudo na direção dela, atingindo de raspão seu rosto, ela cada vez mais se aproximava de mim e automaticamente eu recuava. Então quando a harpia estava bem próximo me abaixei e desferi um golpe na vertical na direção do seu peito, a harpia por sua vez fincou suas garras no meu braço, urrei de dor mais uma vez, esse tinha sido um pouco mais profundo que o outro. Caí ajoelha no chão enquanto ouvia um barulho estranho atrás de mim, virei o corpo e pude ver a harpia caída tentando se levantar, mas não conseguindo pela falta de ar. Levanto-me com muita dificuldade e caminho a passos lentos em sua direção, a espada pairava em minha mão direita enquanto eu segurava o braço com a mão esquerda, aquilo estava doendo demais. — Eu venci. — E foram as últimas palavras a serem ditas. Finquei a espada no centro do seu corpo e caí ajoelhada novamente, enquanto a harpia se transformava em pó.

Permaneci naquele estado até o sátiro vir ao meu encontro. — Seu treino foi excelente, bom trabalho. — Ele segurou em meu braço tentando me levantar, puxei o mesmo e levantei sozinha. — Eu poderia ter morrido a segundos atrás, então eu não preciso da sua ajuda agora. — Pronunciei rispidamente, e comecei a caminhar vagarosamente para a enfermaria, cuidar daqueles cortes era a coisa mais importante no momento.

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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Logan K. Scheubaer em Qui 9 Jan 2014 - 20:19



Treino de Combate a Monstros

When the lights turned down, they don't know what they heard, strike the match, play it loud, giving love to the world, we'll be raising our hands, shining up to the sky, 'cause we got the fire ------------------------------------------------------------------------


Ok... Fazia muito tempo desde a ultima vez que tinha colocado meu pé na arena. Tinha sido reclamado, conhecido pessoas novas, festas, ficar bêbado e algumas coisas a mais que eu não costumava fazer em Moscou e nunca pensei que faria.

Cheguei à arena e lá já tinha vários semideuses treinando, alguns com armas totalmente estranhas que nunca tinha visto na vida. Muitos dali eram muito mais experientes do que eu, o que me dava certa inveja, por mais que eu não ligasse para o que os outros achassem de mim, eu gostava de impressionar-las e sempre querer ser o melhor.

Resolvi me juntar, não tinha mais nada para fazer naquela manhã mesmo. Fui até um canto da arena e ativei meu relógio prateado e um raio mestre surgiu em minha mão direita. Esbocei um sorriso travesso no rosto e olhei para o céu. Sabia que aquele era o treino para treinar em outros níveis sem ser o terrestre.

Fui até um dos portões da arena e libertei um grifo. O mesmo abriu suas asas e acelerou-se em um vôo. O mesmo tentou voar além dos limites da arena e acabou batendo em um campo de força e muito menos eu sabia que existia. Sorri com a bobice do monstro e levei minhas mãos à boca, assoviando o mais alto que podia. Logo vejo uma figura branca voando em minha direção. Wind, minha mascote.

Logo o pégasos está em minha frente. Acariciei o pescoço do mesmo e subi em cima dele. O mesmo relinchou e abriu suas asas apenas esperando uma ordem vinda de mim. Na verdade, não sabia ainda muito bem como poderia abater o grifo, na hora iria ver no que ia dar.

- Na direção dele – Falei apontando o raio mestre para o Grifo que voava em círculos em cima da arena – Hoje vamos fazer um ensopado de grifo.

Wind levantou vôo e logo estávamos voando em direção ao monstro. O mesmo percebeu que estávamos a seguir-lo, o que fez-lo parar e grunhir em nossa direção. Ergui minha mão esquerda na direção do grifo e soltei uma descarga elétrica na direção dele. O mesmo deu uma tremida no ar e começou a cair, perdendo altitude, logo recuperada quando o mesmo recuperou seu equilíbrio e bateu as asas antes de chegar ao chão.

A criatura vinha em nossa direção rapidamente. Wind voou para a esquerda esquivando do monstro que submergia no ar. Seria difícil atacar o monstro com um raio mestre montando em pégasos. Percebi que aquela era hora de voar sem precisar da minha mascote. Tinha um receio de voar sem aquela criatura. Não possuía digamos que a “manha” de voar apenas controlando os ventos. Aquela era hora... infelizmente.

Sentei-me de lado em cima do Pégasos e saltei. Comecei a cair por alguns segundos (obrigado gravidade), porém logo consegui concentrar-me e equilibra-me no ar. Aquilo era estranho, por mais que fosse, sentia como se estivesse pisando em uma placa de ar. Olhei ao meu redor e percebi que o grifo logo vinha em minha direção.

Apontei meu raio mestre para o monstro e voei em sua direção, as “turbulências” que passei fizeram com que eu perdesse o equilíbrio e por muitas vezes perder certa altitude, porém consegui chegar ao grifo. O mesmo alongou seu pescoço de água e bicou-me bem no ombro direito, fazendo-me sangra. Com certeza alguém lá em baixo acharia estranho algumas gotas de sangue caindo do céu.

Desativei meu raio mestre e ele tornou-se um relógio outra vez. Abaixei-me desviando de um ataque do rabo do Grifo e apanhei minha espada de dentro da bainha. Ergui-a em direção ao monstro e provoquei um corte seu pescoço. Voei em direção as asas do monstro tentando desviar muitas vezes de ataques do rabo e do bico do Grifo. Ao chegar lá, segurei fortemente aquele local do corpo e torci o mais forte que conseguia. O monstro começou a perder altitude e cair. Sua outra asa batia desesperadamente enquanto caímos em direção ao mortífero chão. Joguei-me nas costas do grifo e transformei meu relógio outra vez em um raio mestre. Estávamos a poucos segundos do chão. Era agora ou nunca. Enfiei meu raio mestre nas costas dele e soltei uma descarga elétrica fazendo o grifo soltar um grunhido de dor.

A asa que estava boa parou de se mexer e começamos a cair mais rápido. Conseguia já vez os detalhes de cada semideus que estava ao redor do local de queda. Saltei de cima do monstro e tentei voar, porém nada, continuava a cair. Desesperei-me. O monstro, por ser mais pesado já tinha atingido o chão e ali só restava um pó dourado. Fechei os olhos e a poucos centímetros do chão senti um forte vento me empurrando para cima, amortecendo minha queda.

- Pode me agradecer mais tarde – Falou à menina que me salvará. Angelique. Por que minha irmã sempre me salvava de fazer as maiores burrices da minha vida?

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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Rosalie Forrester Lofrev em Qui 9 Jan 2014 - 21:59

Die!
Second practice with a stressed monster

Fui a primeira a acordar na enfermaria. O curativo que anteriormente esteve em meu pulso havia se curado, e eu estava aliviada e agradecida por ter sarado em três dias. Quíron havia gostado muito do meu desempenho no combate, e havia me chamado novamente para treinar em qualquer dia. Eu iria surpreendê-lo hoje, pois fui informada por alguns do chalé de Hermes que ele estaria presente na Arena para um treino com alguns campistas. Arrumei a cama da enfermaria e corri para o chalé 11, onde tomei um banho e me vesti. Caminhei até o local, onde vi Quíron gritando com alguns campistas para eles pararem de brincar. Corri até ele. — Bom dia, Quíron! Não se desespere, estou curada. O que irei enfrentar hoje? — Disse num tom dócil e amigável, o que era bastante comum quando eu estava bem-humorada. Pisquei umas duas vezes, ansiosa. O diretor de atividades sorriu, guiando-me até a área leste da arena, onde um grande ciclope era preso por algumas cordas e correntes, tentando ser acalmado por campistas do chalé de Afrodite. 
 
Arregalei os olhos. Os ciclopes eram sim, muita coisa para se enfrentar, mas eu podia dar conta. Sempre fui competitiva. Desde os dois anos. — Certo, posso dar conta desse bebezinho aí. — Disse por fim, confiante. Quíron sorriu, jogando Alcer aos meus pés. — Boa sorte, Vic. — Balancei a cabeça. Podia dar conta daquilo. Agarrei a adaga, fazendo sinal para que as meninas de Afrodite o soltassem. Elas cortaram as cordas e afrouxaram as correntes, e o ciclope grunhiu. Todas saíram correndo. Estava frente a frente com o monstro, e nem uma pitada de medo percorreu o meu corpo, o que era estranho. E muito. Saquei Alcer, segurando-a com firmeza. A criatura se agitava ligeiramente, parecia ter alguma espécie de hiperatividade que não a deixava ficar parada por muito tempo.


Respirei fundo e corri na direção dele, em passos rápidos e trêmulos. Ele balançou as pernas, tentando me esmagar. Fui mais rápida que ele, desviando do seu ataque. Por pouco ele não agarra o grande pé no meu braço. Mas eu não teria um ferimento no braço tão cedo. Ou pelo menos eu esperava que não. Dei uma pirueta para o lado esquerdo, desferindo um golpe no seu calcanhar, conseguindo fazer um pequeno corte no local. Ele não era rápido, muito menos inteligente. O corte se expandiu e tomou parte da perna. Ele hesitou, e logo depois gemeu de dor, como se fosse uma criança que acabasse de cair da bicicleta. Ergui uma sobrancelha. Que diabos de ciclope era aquele? Ergui os olhos, e podia ver fúria queimando no seu olhar. Ele rugiu; agora, sim, tinha problemas em breve. Levantei-me e avancei atrás dele. O que não foi muito útil, porque ele já vinha em minha direção. 


Ele fez a péssima escolha de tentar me dar um soco. Ri dele por dentro, pois com um pulo, desviei de seu punho facilmente, fazendo ele bater com força a mão no chão, onde se formou uma pequena rachadura. Ele ergueu a cabeça, e do nada, o monstro gritou. Aquele ciclope devia ser um bebê. Aproveitei que ele direcionava o olhar para o alto e cravei Alcer no pé do gigante, retirando-a rapidamente. A adaga emitiu um tilintar metálico ao entrar na pele do ciclope. Ele soltou um gemido que ecoou por toda a arena, pulando por todo o local com uma perna só. Aquela era minha chance de ouro com o ciclope bobo. Pulei em suas costas, subindo cada vez mais. As mãos da criatura passaram por ali, seus dedos pegaram-me com firmeza, me puxando para baixo. Apertei mais Alcer, tentando não cair me equilibrando na túnica antiga que o monstro trajava. 


Enfiei a adaga em cada dedo seu, formando cortes profundos e largos. O ciclope me soltou, gemendo outra vez. Escalei as costas do monstro, ficando de pé em seu ombro. Ao longe, Quíron comemorou baixinho. Fiz um lance arriscado; rápido; e que nem estava no meu planejamento. Atirei Alcer na direção da face dele, mas saiu ainda melhor. O treino de Armas a Longa Distância não havia melhorado minha pontaria, mas isso era ótimo. A adaga atingiu em cheio o globo ocular do monstro. Pulei em direção a sua face e tirei a adaga do seu olho, esperando profundamente que o deixasse cego. Escorreguei por sua barriga, parando sentada no chão, fitando o ciclope. Ele estava gritando tão alto que outros campistas tamparam os ouvidos e pararam de lutar. Afastei-me dele. Do seu único olho, escorria um líquido prateado misturado com negro, era muito nojento, mas divertido também. 


Sorri e fiz pose para os outros, mas não tinha acabado ainda. Perfurei o dedo do pé do ciclope, que caiu no chão com um estrondo. Subi por suas pernas e corri até sua barriga, dei um pulo na mesma e enquanto caia, empunhei a adaga, enfiando-a bem no peito do monstro. Ele se desfez em poeira dourada, e eu estava em pé sob a arena novamente. Dirigi um sorriso de canto para Quíron, ele fez um sinal positivo e eu me apressei em visitar a enfermaria, precisava dar informações sobre o meu desaparecimento repentino e tratar de meus hematomas. 
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Fobos - Gostei bastante do seu treino, mas derrotar um ciclope assim tão facilmente no level 2... Não é tão coerente. Fora isso, ótimo treino.
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Sam J. Parker em Sex 10 Jan 2014 - 2:31

Coliseum


O coliseu gritava o meu nome, sangue existia em minhas mãos, e cobria meu corpo, ele era muito preguento e fedido, odiava o que tinha feito e acima de tudo, odiava que... Eu havia gostado.
Meu dia tinha começado basicamente como todos os outros, acordava, me banhava, vestia meu uniforme básico de campista e acorda os soldados mandado seus afazeres, mas tudo mudou após o fim do café da manha que fui entimado a comparecer no Coliseu. Assim que terminei, eu fiz.
 
Chegando lá, vi algo que me deixou abismado, dois probatio, sem experiência no campo de batalha, fora seu tempo com lupa, contra dois minotauro. As pessoas riam daquilo, mais aquilo me deixava irado, olhei para quer organizava aquela palhaça e um urro de dor surgiu do centro do coliseu, um dos garotos haviam sido ferido, havia quebrado a perna com uma fratura exposta. Os minotauro, dois touros negros, com braços e penas músculos, e peludões como um tapete de animal morto. Eles deveriam ter o tamanho da geladeira king. Merda, que merda de romanos eram esses sentados que viam seus colegas serem mortos e não faziam nada, que bosta de romanos eram esses que só se divertiam com o sofrimento, era como os gladiadores e o povo. Fui descendo aos tropeços o mais rápido que pude. Estava, perto da arena quando um dos garotos acertou o minotauro e ele ficou em fúria. Agora não tinha mais tempo, pulei de onde estava – mais ou menos uns dez metros de altura, e cinco de comprimento até o minotauro. Me joguei com tudo em cima do minotauro para distraí-lo e derrubá-lo. Havia conseguido o que queria, mais tinha machucado meu pulso. Corri até o garoto machucado, aquilo estava feio, juntei toda força que tinha e joguei ele para fora da arena, não queria que ele morresse. Ali pelo menos, os enfermeiros cuidariam dele. Prestando atenção de mais no garoto e pouca e meu adversários um dos minotauro, utilizou seu poderoso braço contra mim. Bate no muro de concreto que me separava dos espectadores. Leventei-me com dificuldades, a tempo de uma gládio cair na arena, infelizmente perto do minotauro.
 
Corri na direção da gládio o minotauro tento me acertar com seu braço novamente, dei um peixinho por entre suas pernas e alcancei a espada. Quando algo jorrou em mim, algo quente e pegajoso, o garoto ao meu lado teve a garganta cortada pelo chifre do minotauro. Aquilo me encheu de fúria, e graças aos deuses, a gládio já estava empunhada comigo. O primeiro minotauro veio, com velocidade tentou me acertar com seus chifre, pulei em suas costas e o guiei na direção de seu colega e saltei para trás pegando impulso no corpo da criatura, o chfre do minotauro que havia montado, parou no ombro do outro, que fez ele mugir de dor. Ambos estavam furiosos e machucados, e o monochifre veio atrás de mim. Fiquei perto da parede, tinha uma ideia, esperei até o ultimo segundo, quando o cheiro de esterco vindo do monstro chegou a meu nariz, e pulei para o lado, o monstro bateu de cara com o muro e caiu. Aproveitei a oportunidade, corri até ele, montei em seu peito, e com um golpe rápido cravei a espada em sua testa e vi virar areia de monstro.
 
O outro minotauro, sem ser bobo, aproveitou a oportunidade, me segurou pelas pernas e me lançou ao outro lado feito um boneco de Olinda. Cai na areia da arena, queimando minha pele, enquanto era arrastado. Minhas pernas estavam raladas e com queimaduras, assim como meus braços. Levantei sem hesitar e peguei minha arma. Corri na direção do minotauro que surpreendeu ele. Ele veio em minha direçãoo também, e quando estava a um metro dele, pulei e ergui minhas pernas, chutando com minha máxima força onde o chifre do areiatauro estava. O chifre atravessou até o outro lado cheia de sangre e saiu, fazendo um roupo no braço do monstro. Me levantei rápido do chão, assim como o minotauro, mais eatava perto o suficiente para cortar sua gargante e ver jorrando sangue dela. E ele caiu no chão virando pó.
 
O coliseu gritava o meu nome, sangue existia em minhas mãos, e cobria meu corpo, ele era muito preguento e fedido, odiava o que tinha feito e acima de tudo, odiava que... Eu havia gostado. Adorado para falar a verdade aquele massacre. Xinguei todos ali, e falei que nenhum merecia o titulo romano, segurei a espada pela lâmina e lancei na direção do público. Sai dali para um banho, uma passada na enfermaria, e logo, um funeral. 
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Angel Hutcherson em Sex 10 Jan 2014 - 15:21


Combate a Montros

Pouco passava das três da manhã quando acordei. A chuva açoitava o teto do chalé de Ares, mas não havia sido este o motivo pelo qual eu tinha sido arrebatado de meus sonhos – nada agradáveis, por sinal. Algo batia eloquentemente contra a porta do chalé, alguém provavelmente desesperado ou por ajuda ou por ser chutado dali até a colina meio-sangue – Quem é? – Chamei. Imediatamente o barulho cessou, não mais havendo a presença de alguém além de mim e meus irmãos adormecidos. Sorte a deles. Curioso, peguei a espada que repousava sobre a cabeceira ao lado da cama e caminhei até a porta. Vestia short e camiseta, sem citar os tênis. Ao alcançar a porta, parei a mão sobre a maçaneta. Aquela era a primeira vez em que sentia medo, mas medo de verdade, entende? Não só a leve sensação de que havia algo errado. Vamos lá, repreendi-me, deixe de idiotice, você é filha de Ares. Girei a maçaneta. A porta se abriu com seu estalido característico, dando assim visão ao terreno do acampamento. Além da chuva, não havia nada fora do lugar. Arrisquei dar um passo para fora do chalé, fazendo-o com toda a cautela que me era disposta às três da madrugada. Nada. Não havia nada, nem mesmo as harpias patrulhavam o local em questão. Prestes a voltar para o chalé, voltei o corpo na direção do recinto escuro, contudo não cheguei a finalizar o movimento. Mãos suaves se apoiaram em meus ombros, puxando-me para longe da porta e do aconchego do ambiente obscuro. O certo seria que eu desse um jeito de ficar livre das mãos e voltasse para o abrigo, para o espaço seguro, mas algo impedia-me de fazê-lo, e não eram só as mãos tão acolhedoras. Eu estava entorpecida. Deixe de ser retardada e veja logo quem é, dizia àquela inoportuna voz da consciência. Ao contrário de muitas pessoas, eu seguia a voz idiota que sempre indicava o caminho correto. Voltei o rosto à procura da(o) dona(o) das mãos, guiando-me pela pele alva de seus braços até estar encarando seu glorioso rosto de traços delicados. Ela era, sem dúvida, uma das garotas mais bonitas que eu já havia visto até então. 

Lia, lembre-se de Lia, sua retardada! Que voz irritante. Abri um sorriso idiota para minha anfitriã, deixando-a que esta me guiasse para a floresta negra há metros do chalé XIII. Você é cego? Oh Ares. Vou jogar eternamente na sua cara que está saindo com a droga de uma empousai. Opa. O quê? Empousai? Onde? Fiquei alerta imediatamente. Desta vez resisti ao puxão no tecido de minha camiseta, fazendo com que a garota não mais tivesse condições de me arrastar com tamanha doçura. Afinal de contas, o que faria uma garota acordada àquela hora da madrugada? Ou melhor, que motivo a teria levado a bater na porta de meu chalé? Era suspeito, muito suspeito. Afastei o braço rudemente, ao passo de quê recuava um passo e erguia a espada em posição defensiva – Quem é você? – Esta deveria ter sido a minha primeira pergunta deste o início. A garota sorriu docentemente, suas presas a mostra como em um convite. Espera... Presas? Oh Ares. Foi como se toda uma mágica se desfizesse perante meus olhos. A névoa que cega os humanos dissipou-se, trazendo consigo o monstro mais feio que eu já havia visto até então. Sua pele era branca como mármore, e as pernas não eram nada normais, sendo uma feita de bronze e outra semelhante a dos sátiros (peluda). Olhos vermelhos feito sangue tremeluziram – O que pensou que estava fazendo?– Indaguei, pessoalmente desapontado comigo mesmo por não ter percebido desde o início com o que eu estava lidando. A empousai não tardou a perceber que sua magia havia acabado, o que deixou-a apenas com a encantadora voz angelical - que de nada combinava consigo. 

Eu tinha a opção de esperar por explicações, mas optei por não querer ouvi-las. A empousai mostrou-se calma, como se esperasse a volta de seu apelo sexual. Invés de dar-lhe tempo, girei a espada entre os dedos e comecei a dar passos para direita e esquerda. O típico cercar de adversário. Três passos para a esquerda e investi. Havia me ensinado a usar da velocidade como uma amiga, não como um simples atributo. Ao chegar à distância de um braço da empousai, recuei um passo para trás e outro para direita, fazendo isso lentamente para então investir com rapidez. Segurei a espada com ambas às mãos quando ia desferir o golpe, fazendo-o na transversal com relação à posição do monstro. Rápida como vinha-se mostrando ser, a empousai recuou o suficiente para que a lâmina não cortasse nada além de ar. Foi então que eu errei. Por estar usando ambas as mãos, empreendia força demais no golpe e tê-lo errado resultou no fato de que passei direto pelo vão entre o monstro e eu. Iria apenas perder o equilíbrio, mas a empousai acertou o tempo na medida certa para conseguir engatar um chute em meu abdômen. O ar se comprimiu. Arfando, cai de joelhos no chão, seguro somente pela mão que mantinha na espada que há pouco havia se fincado na terra batida da orla da floresta. A droga da perna de bronze havia me acertado em cheio. Arfando, tentei ficar de pé, mas a espada foi chutada para longe antes que eu conseguisse completar o movimento. Já disse que odeio empousas? Pois é, eu as odeio, afinal parecem uma harpia, mas são mil vezes mais espertas do que àquelas galinhas voadoras. Rindo de forma graciosa – o que tornava a cena tosca -, a empousai segurou-me pelo queixo e fez com que eu a olhasse nos olhos. Olhos profundos e vermelhos, injetados. Desviei o olhar tão rápido quanto pude, mas logo fui forçado a voltá-lo novamente para o monstro. Admito que fiquei desconcertado ao notar que a empousa se aproximava de modo que parecia querer beijar-me, e a pior parte não era essa. A névoa novamente tornava a agir, hora deixando-a com a aparência humana e hora voltando para a forma de monstro. Eu ia surtar. 

Apertei os olhos e imaginei a noite se fechando sobre a empousa, comprimindo-a contra o chão e impedindo que se aproximasse. Desejava isto com tamanha intensidade que não tardei a escutar um resfolegar exasperado. Vinha ficando bom na manipulação dos domínios de meu pai, algo mais do que notável, e começava também a conseguir usar desta manipulação quando fazia-se presente a necessidade. Não é que deixasse de sentir o latejar em meu abdômen, pois este não era o caso, mas podia jurar que a dor amainava o suficiente para que logo estivesse de pé. E foi exatamente isto que fiz, fiquei de pé e apanhei a espada há poucos metros de onde estava. A empousai ainda estava rodeada de sombras quando voltei à atenção para a mesma, gritando insultos e fazendo juras de morte ao meu nome – Eu não seria tão arisca na sua situação. – Resmunguei, irritada com a situação em que tinha me metido. Aproximei-me do monstro e novamente girei a espada entre os dedos, como já havia se tornado um mau hábito. Em reação ao ruído provocado pelo cortar do vento proveniente do movimento da lâmina, a empousa começou a se guiar pelos instintos. Sua força era tamanha que, de alguma forma, rompeu o véu negro que se formava ao seu redor e logo investia contra mim, os olhos mais vermelhos do que nunca. Esquivei para a direita, jogando meu corpo para lá e logo em seguida indo abaixar-me para evitar a garra afiada que passou há centímetros acima de meus cabelos. Ainda abaixado, avancei dois passos e desferi um golpe na horizontal com a espada. A perna de bronze retiniu com o golpe, repelindo-o sem maiores danos, e assim acabei sendo acertado – novamente -, só que desta vez pelas garras que tentaram erguer-me pela camiseta sem sucesso. 

O característico cheiro de sal e ferrugem se instalou no ar, fazendo assim com que eu franzisse o nariz. Apesar de nunca ter apresentado qualquer reação controvérsia ao sangue, não me agradava o fato de este provir de meu próprio corpo. Reações à parte, rolei na terra batida para escapar das garras que ainda procuravam onde fincar-se e fui ficar de pé o mais longe possível. Com a mão livre, gesticulei dois dedos na direção de um pedregulho solto ao meu redor e lhe peguei do solo. O projétil não machucaria, algo obvio, mas era uma ótima distração. Ao jogar a rocha contra a empousai, desviei sua atenção de modo que pude me aproximar por seu flanco oposto e golpeá-la no baixo ventre. O ferro da minha espada mágica fincou-se ali como se estivesse se agarrando a uma última centelha de vida, tal que a lâmina emitia um brilho. Não satisfeita com o dano já causado, puxei a espada para cima, estripando a empousai que tentava acertar-me de toda e qualquer maneira, sua aparência já não mais vacilante entre a líder de torcida e o monstro – É isso que chamam de distúrbio de dupla personalidade. – Retruquei ao finalmente recolher a espada. Limpava a lâmina contra minha bermuda quando escutei algo se movendo nas proximidades, e este algo não era silencioso como a empousai. Primeiro pensei em galinhas, mas então ocorreu-me que as harpias de segurança estariam fazendo sua patrulha noturna. Put* sorte. Estripar monstros era um ótimo exercício para a madrugada, sem dúvida, mas eu não estava disposta a fazê-lo durar mais tempo do que já havia durado. Apressada, tratei de caminhar até o chalé mais extremo entre a formação curvilínea dos chalés. O chalé de Ares apresentava-se tão acolhedor quanto minha memória insistia em afirmar que fosse.





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Gramática (0-25 xp): 0 .-. Coesão (0-25 xp): 0 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 0

Fobos - Motivos: Treino desconsiderado por plágio, sim, o Hunter postou um treino igual a esse na página três e é possível perceber a confusão de gêneros (masculino e feminino) na sua adaptação do post roubado. Não torne a fazer isto ^^
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Phil A. Cutler em Sab 11 Jan 2014 - 12:57


afraid?
maybe your mind is playing tricks

- the monster -
Eu nunca fiquei afobado em situações complicadas, sempre me mantive calmo, enquanto outras pessoas normalmente têm medo. Olha, ficar de frente para um cão infernal sabendo que ele vai te atacar em segundos não é uma situação em que se pode manter o controle, mas eu consigo. A fera me olhava, desejando arrancar e comer minha carne, e eu desejava matá-la. A lâmina curta e negra de minha espada, recebida ao ser reclamado, batia contra o bronze do meu escudo, criando um barulho provocativo ao cão. Ele rosnava a cada batida, e eu, com a boca e o nariz tampados pelo escudo de bronze, sorria.

A lâmina negra tocou no bronze pela última vez. A fera avançou. Segurei com mais força a alça do escudo que estava em minha mão, eu estava esperando pelo impacto. Vi o cão infernal correndo em minha direção, feroz e rápido. Saltou em minha direção tentando me derrubar, mas eu me mantive firme e resisti ao impacto. Sua cara deixou um pequeno amasso no escudo de bronze do arsenal. O monstro recuou um pouco, parecia estar atordoado por causa da batida. Abaixei um pouco minha proteção e pus a espada mais a frente. Eu não podia recuar demais, mas também não podia atacar demais.

A fera se recompôs e tentou novamente uma investida contra mim, dessa vez mais fraca por causa da distância, que era menor. Posicionei meu escudo à frente de meu corpo, bloqueando a investida do animal. Ele recuou e eu ataquei. Avancei com alguns passos na direção do monstro e tentei espetá-lo com a ponta de minha arma, mas o animal era ágil e escapou para o lado. Virei um pouco meu tronco e tentei acertá-lo com um corte vertical de cima para baixo, mas ele escapou novamente.
O cão infernal viu-se próximo a mim o suficiente e saltou, me derrubando no chão.

Ele parou um pouco atrás de mim e não sei por que, esperou que eu levantasse. Eu me ergui, espada na mão esquerda e escudo na mão direita. Flexionei levemente meus joelhos e posicionei o escudo à frente de meu corpo. Bati a lâmina da espada no metal do escudo, criando um barulho que fez o cão infernal avançar. Ele veio, rápido como de costume, e saltou, dessa vez passando sobre a minha cabeça. Assim que suas patas tocaram o chão, ele girou e veio em minha direção. Deu tempo de girar também, ficar de frente para o cão, porém o monstro é mais rápido e conseguiu ferir-me.

O cão infernal mordeu minha panturrilha esquerda. Senti uma dor forte. Ele recuou e eu lutei para me manter de pé. A fera me olhava e andava fazendo um círculo em volta de mim, rosnando, prestes a dar o último bote em sua presa. Tive que ficar um pouco abaixado, a dor parecia aumentar a cada segundo. O instrutor estava alerta, se o cão infernal me matasse ele estaria encrencado. Mas aquele monstro não iria me matar. Aquela não era a minha hora. Eu suava, respirava forte e urrava de dor.

O monstro correu em minha direção e usou seu corpo pesado para me derrubar. Antes dele saltar contra mim, coloquei o escudo amassado na frente para me proteger. Eu caí no chão com o cão infernal em cima, e antes que o instrutor matasse a fera com sua flecha, antes que a fera me matasse com sua mordida, eu cravei minha espada na altura de sua barriga. Aquilo foi rápido demais, um movimento sem raciocínio, sem pensar. O cão infernal parou de se mover e transformou-se em pó, cujo foi levado pelo vento. Permaneci ali no chão, ferido e cansado, aguardando a chegada de uma ajuda. Eu precisava de repouso e precisava de alguém que curasse meu ferimento. Eu precisava da Enfermaria.
OFF:
Considere o fato de meu personagem ser nível três e é a primeira vez que ele enfrenta um monstro.

Imune ao Medo —  Mesmo que estejam em situações desesperadoras, os filhos de Fobos manterão a calma e o raciocínio lógico.


- fala do personagem | fala do narrador | pensamento do pensonagem

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Gramática (0-25 xp): 20 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 45

Fobos - Motivos: Simples e direto, sem enrolações. Gostei bastante do seu post, filho. Apenas tome cuidado com a gramática.
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Flynn Ehlers Sieghart em Dom 12 Jan 2014 - 6:31


TREINO DE COMBATE A MONSTROS I
Mel, a filha de Hefesto que me auxiliara a forjar minha primeira arma, dissera-me que eu deveria procurar por Augusto na arena de combate. Passara a manhã inteira praticando com minha criação, duas adagas gêmeas em formato de lua crescente. E como já fora comprovado em meu treino, elas eram gêmeas, porém, devido a minha falta de técnica nas forjas, eram diferentes uma da outra. Fui até um garoto que parecia instruir alguns campistas. — Você é o Augusto, certo? — toquei no braço de um garoto que possuía um cabelo cor de palha e olhos escuros. — Sim, sou eu mesmo... você é o filho de Atena do treinamento de forjas? — confirmei com um aceno de cabeça. — Mel falou de você. Então você quer por suas armas em prática... huum... muito bem, faremos duas rodadas de treino, suba naquele ringue — Ele apontou para um ringue semelhante aos ringues de boxe, a diferença era que esse era maior e eventualmente se você pisasse na parte errada, agulhas grossas e afiadas de metal subiriam do chão.

Subi até o ringue alongando os membros superiores e esperei que Augusto voltasse. Aquela arena era um tanto quanto agressiva demais, autômatos, criaturas e campistas em batalha, gritando e tentando ferir uns aos outros o máximo possível. Confesso que às vezes não me sentia no lugar certo enquanto batalhava, eu era um estrategista de guerra que não gosta de guerrear. Em pouco tempo, Augusto trouxe um autômato de metal polido que refletia a luz do sol em sua superfície. Era um humanoide de cerca de um metro e setenta e estava desligado. Com a ajuda de um outro campista, ele o colocou na arena. — Muito bem Flynn, vamos ver como você se sai com esse amigão aqui. Você tem três minutos para derrotá-lo — Ele o ligou e eu vi quando uma luz vermelha acendeu em seus olhos, rapidamente peguei minhas adagas e fiquei em posição defensiva para analisar melhor. O autômato possuía apenas uma espada, corpulento e aparentava ser pesado. Seus passos eram lentos, eu iria ter alguma vantagem.

Meus músculos formigavam conforme minha mente entrava em 'modo de batalha'. Os olhos brilhantes do humanoide de metal à minha frente se fixaram em mim e brilharam com intensidade, ele empunhou sua espada prateada e caminhou em minha direção. Dei um passo e ouvi um 'click' baixinho, meu coração disparou e rapidamente pulei para trás. As agulhas subiram em uma velocidade impressionante, praticamente senti elas quase penetrando no solado de meu tênis. Respirei fundo. — É, isso acaba dificultando um pouco — Ergui os olhos e um muro de metal estava diante de mim, como o autômato conseguira se aproximar tão rapidamente? Ergui minhas duas adagas e consegui aparar seu golpe cortante. Dei um chute em seu tórax metálico e o empurrei para longe. Observei os seus pés e então percebi que eu agora estava em desvantagem. Seus pés não tocavam o tablado, ele estava há alguns centímetros acima dele. Ele era capaz de flutuar, voar ou soltar arzinho dos pés. — Augusto, isso não é justo! — protestei e tendo como resposta uma gargalhada do garoto que nos observava do lado de fora. Ele se estabilizou e veio em minha direção, dessa vez em um voo giratório cortante.

— Droga! Droga! Droga! — Abaixei-me e rolei para a direita, por sorte, nenhuma armadilha fora acionada. O autômato se chocou com as cordas elásticas e voou para o meio do ringue, onde eu estava. Aproveitei a oportunidade e golpeei com força sua mão com ambas as adagas, uma ao lado da outra. Resultado? Bem, corte o pulso do amiguinho metálico e sua arma caiu no chão. Consequência? Sua arma caiu sobre uma armadilha e a ativou, fazendo duas maravilhosas agulhas furarem o meu tênis e praticamente fazendo dois belos buracos em meu pezinho. — AAAAAAAAH! — Gritei de dor e em minha fúria, enfiei uma das adagas na cabeça do autômato e destruí seus circuítos. Eu o havia derrotado, porém, isso me rendera um tênis, um pouco de sangue (talvez bastante sangue), momentos de dor e uma garganta dolorida de tanto gritar. Alguns filhos de Apolo me socorreram, derramando néctar e recitando cânticos de cura. 

— A brincadeira acabou tão rápido, filho de Atena — um sorriso de escárnio estava nos lábios de Augusto, qual seria o problema daquele garoto? — Vejo que você já está praticamente curado, muito bem, agora você vai encarar uma harpia no mano a mano — Meu pé fora enfaixado, sentia que ele estava melhor, entretanto, era como se eu sentisse os furinhos latejando em minha pele. Coloquei meu tênis e segui de volta para o ringue, praguejando baixinho por dois motivos. O primeiro, eu fizera armas terríveis que não me ajudavam muito em meus movimentos e o segundo, meu corpo estava cansado e isso iria me impedir de dar continuidade as minhas pesquisas. Uma harpia raivosa fora trazida para om eu segundo desafio, ela não estava com cara de bons amigos e eu não queria mais nenhum corte por hoje. — Seja uma boa harpia e morra logo, tá bom? — ela gargalhou. — Serei boazinha e irei te matar rapidinho, semideus — tentei sorrir sentindo meu pé pulsar em uma dor moderada.

A harpia bateu suas asas e velozmente veio em minha direção. 'Click' soou embaixo do meu pé, saltei para trás e escapei das agulhas, temi pela integridade física de meu segundo pé. Eu definitivamente não tinha planos de sair dali fazendo cosplay de peneira. Investi contra a harpia, dando um corte horizontal, ela abriu as asas e voou para trás. Tentei jogar uma das adagas contra ela e no fim ela acabou a agarrando no ar. — Um presentinho para mim? — ela disse com um tom sarcástico. A luta se seguiu enquanto batíamos adagas e eu desviava das armadilhas no tablado. Em pouco tempo, eu já estava com alguns cortes e a harpia ofegante. Notei que minha espada não possuía bronze celestial o suficiente para enviá-la direto para o tártaro com apenas um corte, pois quando cravei minha adaga em seu ombro, ela continuou ali, firme e forte.

Depois de exaustivos oito minutos, o tempo limite eram dez minutos, percebi que não conseguiria vencer. Minha cabeça doía e eu sentia meu corpo não respondendo aos meus comandos como deveria. Foi então que eu disse ao Augusto que desistia da batalha. Não era nada nobre para um guerreiro, mas eu não queria sair dali carregado. Peguei minhas adagas e fui levá-las para o ferro velho, pois nunca mais tornaria a pegar nelas.

Poderes&Habilidades:
Perícia com Armas I ▬ Mesmo nunca ter tocado em uma arma de curta/média/grande distância, sabe utilizá-la de forma razoável.

OBS.: Esse treino é uma continuação do treino de forjas (parte I - clica aqui krids) e de armas diversas (parte II - clica aqui benhê)

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Fobos - Motivos: Já disse que seus posts são realmente bons? Pois são. Parabéns, campista!
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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Arianne F. Malkovich em Dom 12 Jan 2014 - 21:02

Treino de Combate a Monstros
- Uma Quimera, você quer que eu saia pelo bosque em busca de uma... Quimera? – Perguntei a Quíron que se limitou a assentir, desde que a semana diplomática tinha sido um fiasco, muitos monstros tinham sido soltos pelo acampamento e sobrava para nós, semideuses, nos livrar de todos eles. – A Quimera foi vista pela última vez no riacho – Quíron disse. – Você pode levar todas as armas que tiver – Falou por fim e se retirou, eu já tinha lutado com uma Quimera e não estava nem um pouco a fim de repetir a dose, mas aquilo era pelo bem do acampamento e eu não podia simplesmente ignorar a “ordem” do instrutor de atividades do acampamento. Peguei meu escudo e minha espada e rumei em direção ao riacho de Zéfiro que era onde a Quimera tinha sido vista pela última vez; Não estava muito animada para me encontrar com aquela coisa de novo, mas fazer o que? Era o que tinha pra hoje. Andei um pedaço até chegar ao riacho de Zéfiro e como Quíron tinha dito, a Quimera estava lá, não podia deixar de ficar surpresa, era um milagre que aquela coisa ainda não tivesse atacado um semideus indefeso.  Não demorou muito para que aquela coisa sentisse meu cheiro e olhasse diretamente para onde eu estava, a Quimera não hesitou em vir me atacar.

Não era fácil lutar com um bicho que tinha três partes diferentes, uma parte de leão, outra de cobra e outra de Cabra, pois enquanto eu estava me proteger da parte leão, a parte cobra tentava me morder e a parte leão tentava me derrubar, se a parte cobra me mordesse, eu morreria com o veneno e a parte leão comeria meus restos (ou não). – Por que vocês monstros não param com essas tentativas frustradas de matar semideuses? – Perguntei em vão, a coisa não podia me responder já que a coisa não falava e tentei me afastar da parte cobra já que eu sabia o que o veneno daquela coisa podia causar. – Droga – Resmunguei enquanto dava passos para trás e sentia meus pés emergirem na beira do lago, senti que estava ficando um pouco mais forte, mas isso na verdade, não estava me ajudando muito. – Seria muito legal se eu recebesse ajuda – Resmunguei novamente enquanto desviava da parte cabra que tentava enfiar seus chifres em mim, me protegi com meu escudo, o que não foi uma boa ideia, pois bem na hora que levantei o escudo, a Quimera soltou fogo pelas narinas, fazendo meu escudo ficar quente demais para qualquer ser humano segurar. – AAAAAH – Gritei imediatamente soltando o escudo. – Que merda – Falei enquanto desviava da Quimera e corria para trás de uma árvore, a situação em meu braço queimado não estava muito boa, meu braço estava vermelho com uma bolha enorme que parecia que ia explodir a qualquer momento.

A Árvore que me protegia foi destruída pelo fogo e eu fui obrigada a ir enfrentar a Quimera frente a frente, estava cansada de ficar com medo daquela coisa. Ignorei a ardência em meu braço e o fato de que estava sem escudo e parti para o ataque, desferi golpes na parte leão da quimera e usei minhas habilidades reflexivas para desviar da cobra que tentava inutilmente me morder. – Cobra má, FICA LONGE! – Gritei e olhei meu escudo caído na água, resolvi pegá-lo de volta, ele já devia ter esfriado, me enfiei na água e peguei meu escudo, a Quimera soltou mais fogo e eu saí rolando para o lado, me mantendo longe daquela coisa do demônio. Até que senti uma coisa puxando minha perna, olhei para baixo e os dentes do leão estavam cravados no meu calcanhar, gemi de dor e arremessei meu escudo bem na cara daquela coisa, ela soltou meu pé imediatamente e eu voltei a me enfiar na água, pedi ajuda ao meu pai e o machucado sumiu. – Ah, mas você vai se arrepender por ter feito isso – Falei e avancei pra cima da Quimera, o leão rugiu e foi aí que eu lembrei da cobra, mas fogo foi solto e eu fiz tipo... Uma missão impossível e me joguei para o lado e saí rolando pela areia do bosque até bater numa árvore. – Ai – Resmunguei enquanto me levantava do chão e olhava para a Quimera, ela voltou a rugir e jogou mais fogo contra a minha pessoa, desviei, mas não fui rápida o bastante para sair intacta do “golpe”, um pedaço da minha blusa ficou fumegando e sangue começou a escorrer pelo meu braço. – Argh, agora você morre – Falei entre dentes e voltei a atacar a Quimera.

Senti meus olhos ficarem púrpuros com a raiva que eu estava sentindo, a Quimera até que hesitou em me atacar, mas não foi o bastante para eu sair intacta antes de mandá-la de volta para o tártaro, desviei de mais uma rajada de fogo e me enfiei entre as árvores, a Quimera não quis me seguir, começou a farejar o vento e eu bufei. – Que se dane, vou acabar logo com isso – Falei para mim mesma e voltei até onde a Quimera estava, peguei meu escudo que estava jogado no chão e corri até a Quimera, bati com meu escudo na parte cabra dela, mas não adiantou de nada, a parte cobra tentou novamente me morder no mesmo momento em que mais uma rajada de fogo era jogada contra mim, desviei da rajada de fogo e passei por debaixo da parte cobra, assim, me livrando dela. – MORRA! – Gritei e enfiei minha espada na barriga da Quimera, afastei meu braço, já que a parte cobra ainda estava tentando entrar em ação (Aquela coisa não desistia nunca) e observei enquanto o monstro se reduzia a pó. – Que ótimo – Resmunguei enquanto parava para olhar meu estado, minhas roupas estavam quase completamente destruídas por causa do fogo, eu ainda sentia um pouco de dor no tornozelo e meu braço estava com uma bolha enorme, eu ainda podia sentir um pouco de sangue escorrendo ali, soltei minhas armas e me joguei no lago, rapidamente senti todas as dores cessarem, quando me dei conta de que estava curada, saí do lago, peguei minhas armas e saí andando pela floresta de volta ao meu chalé.

Poderes:
♦ Cura aquática (primaria). [Nível 07] O filho de Poseidon conseguirá se curar através de um simples contato com a água. Pode ser apenas com um toque, ou ingerindo. Poderão recuperar involuntariamente25% do HP inicial, portanto o contato com a água terá de ser mantido.

Lvl10 – Olhos púrpuros: Seus olhos viram púrpuros por natureza. Esses olhos causam medo no inimigo.


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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Sam J. Parker em Seg 13 Jan 2014 - 21:03

Ciclops


Ciclopes, a pior raça de monstros de todas. Meu dia havia começado bem,  sem reclamações, meus afazeres feitos, fui até o Pequeno Tibre relaxar. – É melhor que eles estejam dormindo, ou aquelas coisas estarão mortas. – Disse uma voz meio rouca, meio grossa. Quando olhei novamente, vi um... Três ciclopes, dois de três metros, enormes e corpulentos e um... Aquilo era fêmea.? Um ciclope fêmea, estava com vestido de malha de ferro todo largo, e um muumuu de malha de ferro. Seus cabelos negros e ensebados estavam presos em tranças com fios de cobre e anilhas de metal. O nariz e a boca era largos e tia um olho vermelho que indicava fome. Carregava uma maça entre as mãos. Ela tinha uma pele avermelhada. – Semideuses para meu lanche. Todos desprevenidos.
 
Aquilo tinha me... Realmente, tinha me assustado muito. Aquela humanoide grotesca e grande. Pigarrei, para chamar atenção. – Dona... Mono, o caminho do circo é para lá. Só que, pra aberrações acabou as vagas. – disse para ele ou ela não sabia ter certeza. sarcasticamente. Já empunhando minhas espadas e apontando para o túnel. – Pestes, vai ser bom para... – Não esperei o término da frase, e avancei contra um dos  ciclopes machos. Correndo em sua direção, e me joguei na direção do monstro, cravando cada uma de minhas espadas nos peitos do Ciclope matando ele. Já dando um rolamento para me afastar de um possível ataque do ciclope ao lado, preparei minha guarda para o ataque. Ele veio mais rápido que pensava com seus braços corpulentos. Ele tentou me agarrar, o que deu certo, por calcular mal o seus braços, ele começou a me dar um abraço de urso, dei uma cabeçada em seu nariz e me afastei, fazendo dos cortes na barriga do monstro, vendo ele virar pó. – Meus bebês, ninguém os mata além de mim. – Comecei a rir, e olhei para a ciclope. – Hei, dona, agora a vaga... – ela arrancou uma cratera do chão, e lancou em mim, quando bateu no chão, era certeza que até o Tartáro havia escutado. – Deixa eu terminar as piadas dona.

Vendo que a coisa tinha ficado séria me concentrei. Se aquela marreta me acertasse era adeus Sam. Me aproximei dela, e fiz um corte rápido em seu braço, o que a irritou, e me acertou com a marreta na barriga. Voei até o pequeno tibre. – Eu estou vivo. Ha dona! Agora, hora de fazer uma lipoaspiração em você. – disse apontando para ela. Mais em meu primeiro passo, senti uma dor enorme na barriga, vi que ela tinha um rasgo largo de um canto ao outro. Olhei para a maça, tinha um prego do tamanho do olho da ciclope nele. Maldita. Ela sorria satisfeita, joguei uma pedra em sua boca para distrair, e corri em sua direção e desferi um rasgo em sua barriga de tamanho igual. Ela não esperava eu ser tão rápido, ela tentou me acertar com seus braços, rolei para o lado e fiz um corte do dedo até o ombro, ela uivou de dor, me segurou com sua mão e me pressionou contra o tronco da árvore. – Quem é a piada agora. Semideus ridículo, achou que venceria eu... Má Gasket, tolo, agora sofra...– Sorri – Do que está sorrindo? – meu sorriso se intensificou. – De você. – Cuspi em seu mono-olho fazendo ela me xingar em quanto tentava limpar, aproveitei a oportunidade alcancei as espadas e decepei suas pernas. Ela gritou de dor, alcançou sua maça sem em ver e senti uma forte dor na perna, ela tinha um prego enferrujado em mãos, agora na minha perna. Olhei para ela sadicamente, e cortei na altura de seus olhos e vi ela virar pó. Encostei respirando rapidamente na árvore, e retirei o prego, uivando de dor e fui mancando até os curandeiros.

 

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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Logan K. Scheubaer em Ter 14 Jan 2014 - 17:57



Treino de Combate a Monstros

When the lights turned down, they don't know what they heard, strike the match, play it loud, giving love to the world, we'll be raising our hands, shining up to the sky, 'cause we got the fire ------------------------------------------------------------------------


Adentrei a arena com o propósito de treinar o que mais temia. Combate a monstros. Não sei por que sinto tanto receio de lutar contra monstros, definitivamente não gostava deles para nada. Já tinha um pé atrás até das Harpias, que servem ao acampamento. Depois daquele sonho com Hera, sabia muito bem que esse temor teria que ir embora. 
Iria começar a voltar aos meus treinos do mais difícil, estava tentando aprender coisas novas. Com certeza lutar com uma hidra seria uma coisa nova. Reservei um espaço enorme da arena e abri um dos grandes portões da arena, revelando por trás a Hidra. A mesma saiu rapidamente de dentro da sua prisão e bateu com uma de suas cabeças contra meu corpo, fazendo com que minhas costas batessem em uma parede ali perto. Grunhi de dor e olhei atentamente para a criatura que corria ao meu encontro. 
Ela era alta, tipo muito alta, possuía cinco cabeças, sendo a do meio a mais feia de todas, era incrivelmente lenta (talvez pelo peso). Diríamos que minhas vantagens contra a dela eram tão pequenas que poderia ser considerada inexistente. Em relação ao monstro eu era pequeno, veloz e tinha apenas uma espada simples na mão. 
Levantei-me rapidamente do chão e segurei firmemente o punho da espada. Girei-a entre meus dedos e apontei para o monstro que já estava perto – Você precisa fazer uma dietinha, não? – Gritei provocando-a. Não sabia se aquilo iria funcionar, pois acreditava que ela não tinha a mínima consciência do que eu estava pronunciando. 
Meu tempo tinha se esgotado. Já estava frente a frente com a Hidra e nem se eu quisesse daria para correr para outro canto sequer. Só me restava uma opção, acabar com o monstro. Todas as cabeças das Hidras olharam para mim e a do meio abriu a sua boca, revelando um brilho intenso saindo de lá de dentro. Fogo. Percebi apenas quando as primeiras fagulhas começaram a ser liberadas. Joguei-me para o lado e a jorrada de fogo acertou a parede ao meu lado. Olhei assustado para o chamusco que ali ficou.
A Hidra deu mais um passo a frente e disparou várias bolas e fogo em minha direção enquanto corria na direção do monstro. Ali foi onde encontrei minha única saída. Rolei por debaixo do monstro e a cabeça do meio seguiu-me e lançou outra vez chamas contra meu corpo. Ali não tinha saída. Invoquei uma jorrada de vento contra as chamas fazendo com que as mesmas fossem desviadas para cima, atingindo a barriga da Hidra. Todas as cabeças da criatura grunhiram de dor e começaram a ficar mais agitadas. Suas patas tentavam pisotear-me, entretanto jogava-me para o lado toda vez que isso acontecia desviando dos ataques.
Corri saindo debaixo da criatura e lancei outra jorrada de vento contra a Hidra, fazendo-a perder o equilíbrio e cair. Nada grave tinha acontecido com ela, infelizmente, entretanto tinha ganhado tempo. Corri para o meio da arena e esbocei um sorriso desdenhoso para o monstro. Olhei para cima e vi um lustre com velas acesas, aquilo seria perfeito.
A criatura já estava perto de mim o suficiente, era agora ou nunca, talvez o plano pudesse dar certo. Voei em direção a cabeça do meio da Hidra e a mesma lançou chamas em minha direção. Convoquei uma jorrada de ventos e bloqueei o ataque. Uma cabeça avançou em minha direção, porém cortei seu focinho com a minha espada a mesma recuou sibilando para mim. Outra também tentou atacar-me, mas enfie minha espada bem eu seu olho e recuou. A cabeça do meio lançou uma bola de fogo e desviei voando para o lado. Outras duas tentaram me atacar ao mesmo tempo, porém já era tarde demais. Voei para cima e apoiei-me no lustre. Olhei ao redor da arena e vi várias espadas em cada canto. Concentrei-me o máximo que pude e invoquei várias rajadas de ar, fazendo com que todas as armas ali fossem arremessadas contra a Hidra. Várias espadas, adagas, flechas e outras armas que nem sei o nome cravaram-se na pelo do monstro, fazendo todas as cabeças grunhirem de dor. Esbocei um sorriso travesso e cortei com a espada os cabelos que seguravam o lustre de aço, que em questões de segundo caiu bem em cima das cabeças da Hidra, levando-a ao chão. Infelizmente aqui ainda não tinha-a matado. 
Apontei minha espada para o corpo da Hidra onde deveria ficar o coração da mesma, parei de flutuar no ar e comecei a cair propositalmente. Estava mergulhando no ar e invoquei a ajuda dos ventos para aumentar a velocidade da minha queda. Em poucos segundos já estava a centímetros do monstro, ativei minha força taurina e a espada encontrou a pele da Hidra. Graças à força criada pela velocidade de queda, acabei por atravessar completamente e caindo no chão. Senti uma dor excruciante nas minhas costas, minha visão ficou turva, só deu tempo de perceber que estava coberto por sangue e mucosa de Hidra com uma espécie de pó dourado. 
Pelo menos a matei, pensei. 

~Amaury

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Re: Treino De Combate a Monstros

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Qua 15 Jan 2014 - 0:35



o grifo condenado


 Eu estava na porta da Casa Grande, encostado na parede e com os braços cruzados. Precisava falar com Quíron sobre meus afazeres no acampamento, não queria só ficar lavando louça e limpando os estábulos. Faltava mais ação no meu cotidiano ali. Por isso esperei que a reunião do centauro com o sr. D  acabasse pra que pudéssemos conversar. Depois de alguns minutos de absoluto tédio na espera de Quíron, vi ele sair trotando porta a fora. – Quíron! Ei! – disse correndo na direção em que ele estava. – O que tem pra mim hoje? E não diga “plantar morangos” porque já fiz isso. – disse rapidamente. Ele me encarou, analisando se deveria ou não perder seu tempo comigo. Por fim decidiu que só se livraria de mim se me designasse algo. – O grifo de um falecido filho de Apolo está com uma doença incurável e ameaça todos os outros ainda sadios. Vá até e o bosque, ache-o e o sacrifique. E pare de torrar minha paciência.

 
Obedeci ao centauro fazendo uma breve caminhada até o bosque. Levei comigo Krisptaeus, minha espada, pra que executasse a tarefa. Eu não gostava daquilo, ser o ceifador de uma criatura que costumava ser o mascote de alguém. Mas se era um mal necessário, meu dever tinha que ser cumprido. Já no local eu procurei pelo grifo, adentrando cada vez mais entre as árvores. Usava a espada vez ou outra para cortar galhos que ficavam em meu caminho e permaneci com a busca. Foi então que eu vi, preso entre dois galhos no alto de uma árvore, um ninho com ovos de ouro. A bolcaca reluzia a luz do sol, fazendo os ovos dourados brilharem. Aproximei-me do ninho o observando maravilhado e ouvi uma gralhada de ave. Era o tal grifo voando sobre minha cabeça. Seu estado doente era visível: partes das asas estavam sem penas; o corpo de leão tinha feridas com pus e os olhos estavam abatidos. Apesar de doente, o grifo mostrou-se extremamente agressivo e raivoso. O bico de águia espumava saliva e sangue e as garras de leão estavam prontas para o ataque.
 
O grifo avançou contra mim. Desceu do céu como um míssil querendo me ferir. Precisei pular para o lado direito para me defender. Rolei na terra, fugindo das garras da criatura. Era difícil manter a piedade com ele tentando me matar. Levantei-me com rapidez, apontando a espada para o grifo. – Eu sei que está sofrendo e eu sinto muito. Mas preciso fazer isso, acabar com a sua dor e salvar os seus semelhantes. Você consegue me entender? Aceita o sacrifício? – disse com calma. Talvez tivesse sido melhor mandar uma cria de Apolo para o trabalho. Eu não sabia se podia fazer isso, ele não compreendia e estava vivo apesar dos pesares. A criatura mais uma vez gralhou, lutando contra a morte. Avançou novamente, tentando golpear seguidamente meu corpo com seu bico. Braços, pernas e tórax eram os alvos do bico do grifo. Eu desviava sempre que possível e usava a parte chata da espada como bloqueio.
 
Eu xingava o centauro mentalmente. Ele não podia me mandar matar um monstro cruel? Precisava ser um que estava ferido e doente? Perguntava-me porque os filhos de Deméter não arranjaram uma cura com suas ervas, era função deles. Uma bicada acabou me acertando na coxa. Por reflexo ao ferimento, usei Krispaeus em um golpe transversal de cima para baixo que feriu superficialmente o grifo no rosto. Apesar de fraco e não intencional, acabei gerando graves danos. A criatura já estava fraca e minha investida piorou sua dor. Caído no chão e escondendo o rosto com as asas, o grifo tremia. Ajoelhei-me ao lado da criatura, sentindo-me culpado por seu sofrimento. Contudo, minha presença o agitou e ele mais uma vez me feriu. Lançou a garra esquerda contra meu peito, arranhando de modo a sair um pouco de sangue. Precisei ignorar aquilo para afagar as penas que sobravam em sua cabeça. Ele logo morreria, mas as horas seriam agonizantes. – Perdoe-me. – disse enquanto me levantava. Ergui a espada acima da cabeça e fechei meus olhos. Suspirei antes de descer a lâmina em um golpe mortal no pescoço do grifo. A decapitação fez a criatura se desintegrar em pó dourado.
 
Abri meu olhos olhando pro lugar onde antes se encontrava o grifo. Eu nunca tinha me importado em obedecer Quíron nos combates contra monstros, mas daquela vez estava decepcionado com meu treino. Aquilo não era o que eu esperava. Peguei o ninho dos ovos de ouro e levei até a Casa Grande para depois cuidar dos meus ferimentos na enfermaria. Eu tinha a possibilidade de cuidar de meus machucados e o grifo não teve. O que me restava era tentar me convencer de que eu tinha feito o que era certo.

Narração - Minhas Falas - Falas de Quíron


obs:
Período do treino anterior ao meu sequestro pro Acampamento Júpiter



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Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 30 .-. Justificativa: Compreendo o porquê do treino ter sido direto, mas acho que poderia ter interagido mais.  
Melinoe
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