Treino de Armas Diversas

Página 5 de 8 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Treino de Armas Diversas

Mensagem por Ártemis em Seg 14 Out 2013 - 20:29

Relembrando a primeira mensagem :



Treino de Armas Diversas
Esta arena é disponibilizada para os treinos de escudos, clavas, chicotes, correntes, machados, martelos, lanças, foices, adagas, espadas e outras armas. Estarão disponíveis bonecos de palha (tamanho real), as armas necessárias, proteção adequada e outras diversas coisas que sua imaginação permitir, desde que matenha o foco no nível do seu personagem.

• ATENÇÃO: Apenas um treino por dia em cada modalidade para aqueles que já foram reclamados. Mais de um será desconsiderado. Para os indefinidos não há limite diário de treinos.


Missões & Treinos




Última edição por Ártemis em Seg 25 Nov 2013 - 21:45, editado 2 vez(es)
avatar
Deuses

Mensagens : 23

Ficha Campista/Divina
Level: 100000000
Mascote: Cães de Caça [ HP : 9999/9999 ]
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Dimitri P. Krone em Ter 21 Jan 2014 - 14:16


Treinos  de  Armas  Diversas
Se não fosse pela tormenta daquela noite — que me pôs desperto em meu chalé do crepúsculo ao alvorecer —, não estaria acordado, muito menos tão letárgico, naquela hora da manhã. A primeira hora do raiar do sol, gritante na aurora azul-escuro do céu do acampamento meio-sangue.

 Sempre me senti bem sob o orvalho matinal, das quatro até as cinco da manhã, quando o vento frio toca-me a pele, mas o conforto dos raios adomercidos de sol iluminam meu caminho e meus cabelos soltos. Naquele dia, o campo de treinamento estava livre de neblina, rígido com seu chão de terra batido, molhado pela garoa. As armas postavam-se enfileiradas cuidadosamente em seus apoios — conhecera o sátiro responsável por tal organização, sempre resmungando tarde da noite, observava-o da janela vez ou outra, já que o sono nunca me vem cedo —, a que escolhera chamava-me refulgente. Com seu cabo simples e sua lâmina repleta de escoriações experientes, era a melhor espada que poderia pedir para o que viria a ser meu primeiro treino com arma alguma.

Ela estava em minha mão, pesada e incômoda com meu toque. Olhava-a intrigado e decepcionado — quando imaginei repetidas vezes em minha cabeça, visualizava-a tão suave —, quando a mão me tocou rapinante o ombro, me fazendo contornar vacilante, apenas para capotar ao chão por um chute cauteloso em meu abdome. — Opa! Acalme-se, garoto. Não seja tão frouxo logo de manhã. — Disse os olhos raptantes cerrados fundo em um rosto viril que prendia-se ao casco temível de um cavalo negro, me afrontava arguidor ao alçar humilhante de meus joelhos enfraquecidos. Virou-me a extremidade de couro — da espada que, de algum jeito, agora estava em suas mãos — para auxiliar-me a levantar, julgava-me feito um juíz.
— Que foi? — Respondi tempestuoso, sempre tive um certo orgulho de minha voz, alta, grossa e rouca, empregada com um pingo de atitude, como de costume. Atitude não afável para os gostos do centauro, quando acertou-me disparado engodo com o suporto oferecido, a extremidade do cabo crepitou em meu pescoço ainda levante, criei força para não desabar novamente às gargalhadas soberbas lançadas sobre minha impotência.
  Meu rancor fora de minhas emoções a menos hostil, quando o vi jogar a arma, sublime em seus galopes pesados, pôs-se com outra arma na mão, investindo em mim antes que tivesse tempo para pensar em contra-atacar, embaraçei-me com meus braços despreparados ao escutar o baque metálico de uma defesa sortuda e vergonhosamente desgraciosa, para mim tão surpreendentemente dificil e inesperada, para ele, tão nula que aparentava nem ao menos tê-la percebido, a lâmina avançou alta e meus reflexos morosos custaram-me a estabilidade, caindo ao chão patéticamente para desviar.

— Você não é dos campistas o mais habilidoso, não é mesmo? — Os galopes cessaram-se gradativamente ao percorrer incômodo em minha volta, seu sorriso comovia-me diante sua tirania injusta.
— É a primeira vez que ponho a mão em uma espada, babaca. — Respondi, recebi uns segundos azucrinantes de risadas de contra-argumento. — É visível, levante-se. Sua técnica é horrível, mas, mesmo que desajeitada — pegou minha mão de súbito, movendo meus dedos frouxos no cabo —, tem bons reflexos e é durão, não são muitos que resistiriam ao coice de um centauro, menino. Não o meu. —

Era assombroso quão melhor a disposição da arma ficou em minhas mãos depois de algumas reposições de de dedos, brandia-a heróicamente ao absorver sua conversa reconfortante. — E quem é você mesmo? Não pode vir aqui toda manhã só para espancar campistas — cessei os movimentos, descansando-a em meu ombro ao entrevê-lo de costas.
— Sou um treinador, ou melhor, um treinador retirado. Um centauro, filho de ìxion e Nefele, da Tessália. Tinha assuntos a resolver por perto e não pude deixar de vê-lo erguendo tão ridiculamente sua espada. —
  Injuriado, respondi com um escarro. — Então ensine-me. — E ele virou, talhando nossas lâminas.
— Eu irei ensinar, gosto de você. Mas, apenas desta vez, treinará com os velhos bonecos de palha da próxima, até que esteja forte o bastante para um verdadeiro duelo. Ensinarei-o a arte da arma, garoto. Mas cabe a tí aprimorá-la como todos os outros. — Disse ao empurrar-me para trás com uma força devastadora, seu cenho curvava-se aparentemente indeciso.
— Sim, será bom. Será. Quem não sabe nem segurar uma espada não pode nem ao menos enfrentar o feno. Agora, ponha este pé a frente e aponte-me esta espada como homem. — O fiz, alinhando-me com o joelho da perna frontal levemente curvado, a posição era difícil, mas oportuna.
— Agora, quando avançar, você me bloqueará, segure-a firme em fronte de seu rosto. —
 O fiz, a espada com seu cume apontando os céus, o baque foi abrupto mas suave. Boquiaberto com o sucesso da posição, abriria minha boca para direcioná-lo os devidos agradecimentos se ele não me atacasse de novo, o golpe que me fez pular para trás e defendê-lo desajeitado novamente, perdendo a espada tombada ao chão por uma mão dolorida.
— Agora sabes o básico para se defender, pelo menos aos tenebrosos bonecos que vai enfrentar, agora, aprenda a atacar. — Dizia-me ao agarrar da espada, apontei-a para ele foi precipitado — talvez orgulhoso demais —, ao me pôr na mesma posição e avançar contra ele, um golpe ridículo de meu braço raquítico que, almejando acerta-lhe o torso pela esquerda, quase quebrou-se ao deixar a espada cair pela terceira vez.
— Acalme-se. — Tomei-a do chão novamente. — Posição. — Posicionado, com meus pés doendo e um pequeno toque de uma pata bruta demais que me fez ajustar alguns centímetros — Agora, respire, e, sem soltar o ar, quero que tente o mais simples dos ataques, porém o mais difícil de se defender, e o mais propício para sua posição. Tente cravá-la em meu tronco. —

E então, o fiz, como um tênue cisne em uma esgrima ébria, ele desviou, acertando a lâmina antes que ela seguisse seu caminho, mas não houve contra-ataque.

— Muito bem, muito bem. — O barulho dos campistas recém-acordados era palpável em seu rosto perturbado, ele pôs a arma em seu suporte e me olhou de trás enquanto caminhava para o matagal, não entendia, mas estava levemente satisfeito.

— Da próxima, contente-se com os bonecos. Pelo menos desta vez sabe como atacá-los. — Sorriu, e sumiu de vista. Terminaria ali o meu primeiro treino com a espada, feliz por tal ter sido com um instrutor tão experiente e não somente com meus mongóis movimentos e o boneco inerte. O agradeci com um grito distante, pus a espada de volta onde pertencia e afrontei os diversos campistas que conversavam em direção da mesa de café da manhã no velho salão ao ar livre, que era para onde estava indo.

85 X P

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 35 .-.  
Justificativa:
va] Gostei da sua ideia, mas e o treino em si foi muito fraco em minha opinião, afinal, o centauro ensinou-o a atacar os bonecos de palha, e acabou nisso.
Melinoe
avatar
Indefinidos

Mensagens : 1

Ficha Campista/Divina
Level: 1
Mascote: Ovo [Indefinido]
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Christina R. Lockhart em Ter 21 Jan 2014 - 18:51

DELÍRIOS DE CONSUMO DE CHRIS LOCKHART

As coisas continuavam as mesma no Acampamento Meio-Sangue. Não haviam informações úteis a não ser "o fim está próximo" "a guerra está próxima", o que levava a todos a treinarem compulsivamente. Bom, eu treinava também, mas não por esses motivos. Chaz continuava desaparecido, e com o Acampamento inteiro me observando - não só porque Quíron mandaram que me vigiassem para que não fizesse nada estúpido, mas também porque eu andava parecendo uma esquizofrênica foragida do hospício ultimamente -, não havia muito o que eu pudesse fazer, então estava me dedicando mais a treinos e missões para ocupar a mente e descontar a raiva. Hefesto - ou Hermes -, havia sido generoso na hora de me recompensar pela missão na qual recuperei o modem wi-fi do Olimpo, e me presenteou com um chicote elétrico, o que realmente me deixou feliz depois de tantos dias sem sorrir. Era curioso pensar, mas eu não era tão diferente de garotas normais da minha idade, que cobiçavam deliravam por bolsas, perfumes, roupas e sapatos. Tá bom que eu também babava por tudo isso, mas no meu caso, eu costumava delirar por alguns itens da loja de armas do acampamento. Meu último delírio de consumo havia sido uma besta, a qual me custou toda a economia que juntei prestando serviços ao acampamento, e batizei carinhosamente de Daryl. Foi um alívio ganhar de presente um dos itens que mais cobiçava da loja - e que era um dos mais caros também. Realmente tinha muito o que agradecer a Hefesto - ou Hermes -, já que com minha espada elétrica, besta e o novo chicote, agora eu me sentia uma mulher realizada.

Pela primeira vez sorrindo em semanas, saltitei até a arena animada e ansiosa para estrear meu novo brinquedinho da coleção. Por outro lado, era a primeira vez que tinha um chicote em minhas mãos, e não sabia exatamente como maneja-lo - sem me machucar, de preferencia. Como era o meu primeiro treino usando-o, não ousei usa-lo contra um monstro, por isso preferi ferir alguns bonecos de palha - coisinha de noob. Posicionei três bonecos a minha frente, e desenrolei o chicote com cuidado em minhas mãos, deixando-o esticado atrás de mim, enquanto o segurava no ombro. - Então vamos lá - comentei animada enquanto suspirava, me preparando. Puxei o chicote com força, afim de atingir o boneco em minha frente. Eu não contava com que meu tiro saísse pela culatra tão rapidamente, mas foi o que aconteceu. A ponta do chicote prendeu na parte de trás da minha blusa, fazendo com que eu caísse para frente com o nariz no chão, conforme o puxava pelo cabo. - Merda! - xinguei enquanto me levantava limpando o joelho e cotovelos ralados na grama, olhando em volta para se certificar de que ninguém tinha visto meu tombo. - Que porra eu fiz de errado? - xinguei novamente injuriada, sentindo o prazer da arma nova se esvair e meu humor voltar a seu estado mutável. Por sorte a ponta do chicote não tocou a minha pele, apenas a minha blusa, e eu não fui eletrocutada. Analisei cuidadosamente o chicote e o segurei um pouco antes da ponta de bronze sagrado. Me aproximei mais de um dos bonecos de palha e lancei o chicote cuidadosamente, fazendo com que sua corrente envolvesse o boneco e sua ponta o eletrocutasse ao tocar. Sorri positiva ao ver que estava dando certo e puxei o chicote pelo cabo, trazendo o boneco até mim. Quando percebi que ele se aproximava, retirei minha adaga da bainha do shorts e o acertei na barriga no exato momento que se aproximou. Sorri satisfeita do meu feito e acertei a cabeça do boneco com o cotovelo direito. Se fosse alguém de verdade, já estaria inconsciente, então o considerei eliminado. Retirei o chicote que envolvia o que sobrava do boneco e o encarei. - Nada mal. Seremos uma ótima dupla.

Atirei o chicote com violência contra o segundo boneco em seguida - no maior estilo "you better work, bitch" -, e suspirei desapontada, já que o boneco se desfez em palha em vez de gritar de dor, algo que aconteceria se aquilo fosse uma pessoa real. - Assim não tem graça! - suspirei enquanto fazia uma careta fazendo bico. Por outro lado, eu poderia usar minha imaginação e ver naquele boneco quem eu quisesse, desde de recalcadas, bichas evejosas, vadias imortais, até deusas patronas da família, que não conseguia resolver os problemas familiares da sua própria sem envolver gente inocente. Nem preciso dizer que eu e todo o acampamento eramos essa gente inocente da história. Continuei a atacar o segundo boneco danificado, repetindo o processo que havia feito com o primeiro: Envolver com o chicote, trazer para perto, atingi-lo com o auxílio da adaga e depois dar um golpe para finalizar. Aquilo era relaxante para descontar a raiva, do que eu estava reclamando? Era divertido! Avancei para o último boneco e joguei a o chicote, envolvendo-o como fiz com os outros dois. Puxei com força, fazendo com que o boneco viesse em minha direção. - Quer arrumar treta? Quer causar guerra? Quer que tudo acabe com um final feliz? - grunhia enquanto esfaqueava o boneco na barriga com minha adaga. - You better work, bitch! - grunhi, depois de socar o boneco para que caísse e eu pudesse pisar em seu rosto. Reduzi o terceiro boneco em um monte de palha, aliviada por ter descontado minha raiva neles sem machucar alguém de fato. Cuspi onde deveria ser o rosto do boneco e saí dali divando com meu chicote, deixando o monte de palha para trás.


100 X P + 10 Dracmas

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 50 .-.  
Justificativa:
Ótimo desempenho.
Melinoe
avatar
Filhos de Dionisio

Idade : 23
Mensagens : 183

Ficha Campista/Divina
Level: 43
Mascote: Tigre Mecânico
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Qua 22 Jan 2014 - 3:16



touché


 Era incrível como eu me sentia a vontade nos treinos. O fato de eu estar sem minhas memórias e ter a sensação de não pertencimento ao Acampamento Júpiter era amenizado pelas tardes de duelos e preparações pra batalha. Esses eram os momentos que eu ficava confortável e conseguia me socializar melhor com os outros campistas. Portanto, naquela tarde eu continuei a rotina de treinos em um duelo de espadas. Obviamente precisei pegar uma emprestada do arsenal, mas a arma de ouro imperial era de excelente qualidade. Como eu já havia descoberto em treinos anteriores que sabia manusear a espada – apesar de ser algo estranho e inusitado-, eu estava confiante.


Do grupo de probátios que eu me encontrava, uma garota se ofereceu para treinar comigo. Eu me lembrava dela - pois havia duas dela-. Eu não tinha certeza se era Hanna ou Ginny, mas não era hora de conversar. A garota já apontava sua espada em minha direção, sorrindo desafiadora. Girei a espada na mão direita só pra me exibir um pouco e dei o primeiro ataque. Estiquei o braço com velocidade, almejando acertar a barriga da garota. Imediatamente ela tratou de mover sua espada na horizontal, chocando-a com a minha e se defendendo. Girei nossas espadas, preparando mais um golpe. Dessa vez, movi minha espada na transversal descendente assim que a desprendi da arma dela. O ataque visava ferir o ombro esquerdo da garota. Contudo, não fui bem sucedido. Ela saltou para trás, desviando da minha lâmina. Posteriormente, decidiu contra atacar. Girou a espada no ar e os pés no solo, movendo a arma em um golpe horizontal na direção da minha cintura. Bloqueei a ofensiva com minha espada, fazendo um alto tilintar dos metais com o choque. A garota era mais habilidosa do que eu esperava, o que era ótimo.
 
Novamente usei a força para empurrar a espada dela e desprender nossas armas. Optei por uma ofensiva mais violenta, movendo a lâmina repetidamente contra seus braços, pernas e abdômen. A probátio desviava inclinando e virando o corpo ou usando a espada de proteção. Ela dava passos pra trás enquanto eu desferia golpes sem parar.  Em um dos meus golpes que visava acertar o braço da garota, acabei me aproximando demais. A espada passou pelo vão entre o ombro e o pescoço, cortando o ar, e a garota aproveitou minha proximidade para chutar meu estômago com o joelho. Senti o ar me escapar pelos pulmões enquanto eu me curvava por reflexo. Ela, então, empurrou-me usando a parte chata da lâmina contra a minha testa. Dei alguns passos para trás, erguendo-me e voltando à posição de luta. – Você é boa! – disse sorrindo. Por que a surpresa? – ela respondeu cética.
 
Dessa vez foi ela quem me atacou. Saltou colocando a perna direita à frente e estendendo o braço que segurava a espada. Por pouco consegui me salvar. Precisei pular para o lado a fim de desviar da lâmina que estava prestes a cortar minha barriga. Não queria ficar na defensiva quando meu estilo de luta estava voltado para o ataque. Portanto, antecipei-me a qualquer continuação de golpe da garota e movi a espada contra seu pescoço. Ela foi obrigada a voltar a se defender, protegendo-se com sua lâmina.  Eu estava cansado de todo aquele tilintar de espadas, então decidi arriscar algo para finalizar com a luta. Dei um passo na direção dela, fazendo um movimento brusco com minha espada na vertical de baixo para cima. Devido a grande força que depositei no golpe, a espada dela acabou se desprendendo de suas mãos após entrar em choque com a minha. Ameacei ataca-la enquanto ainda estava desarmada, o que a fez se distanciar de mim. A arma da minha oponente caiu ao solo bem embaixo do meu nariz. Chutei a espada com o pé esquerdo e a segurei assim que atingiu altura suficiente. Apontei pra garota com as duas espadas, declarando minha vitória. – Touché! – disse sorrindo. Ela revirou os olhos e eu entreguei sua espada. Despedimo-nos com um pedido de revanche e uma saudação amigável e eu saí dali em busca de um banho relaxante nas termas.


Narração -  Minhas Falas - Falas Alheias



95 X P

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 45 .-.


Justificativa:
Treino objetivo, desenvolvimento rápido demais.
Melinoe
avatar
Filhos de Poseidon

Mensagens : 113

Ficha Campista/Divina
Level: 34
Mascote: Hipocampo
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Chillie P. Möhrhauser em Qua 22 Jan 2014 - 16:43

TAGGED
AXES ARE YOUR BESTIES
WORDS
xxx
NOTES
Lá lá lá ♥
fire burn
and cauldron bubble


Ainda estava a pouco tempo no  Acampamento, e o tédio era inevitável. Como ainda era uma “indefinida” não tinha uma margem de conversa com ninguém lá, meio que me fechando para as outras pessoas. Os outros indefinidos também não pareciam querer fazer muitas amizades então apenas os deixei pra lá. Mas voltando ao tópico inicial, o Acampamento Meio-Sangue estava um tédio, mesmo que um tédio movimentado. Parecia que tinha uma briga louca por vir e que todos deveriam começar a treinar que nem doidos, e bom por que não me incluir?


Acordei antes dos filhos de Hermes, para evitar qualquer carnaval matutino. Essa ideia de acordar mais cedo foi maravilhosa, pois não tive que esperar na fila do banheiro, além de ficar um ambiente um pouco mais calmo. Se é que é possível com os roncos e tudo o mais.



Bom, tive essa sorte de poder sair do chalé antes da maioria e me senti confiante o bastante para ir treinar. Seria a segunda vez que treinava, e mesmo estando confiante, tinha medo de sei lá arrancar a cabeça de alguém. Mas ainda sim fui ao tal treino, afinal os tempos não pareciam pacíficos o suficiente para ficar atoa por aí.



Huh, treino de armas diversasNão custa nada conferir.; foi assim que acabei por entrar naquele treino, sem mais nem menos. A arena cheia de armas, alvos, bonecos em tamanho real parecia aqueles filmes de Lara Croft ou algo assim. E realmente me surpreendi por ter apenas uma menina ali na arena, lendo um livro. Me aproximei da mesma e perguntei:  Er… Poderia me ajudar? É minha primeira vez neste treino e não sei muito exatamente o quê fazer… Sou Chillie.; a menina tirou os olhos do livro e me abriu um sorriso. Bom, olá. Sou Annie e sou a instrutora desse treino. Venha cá vou te mostrar nossas opções.


Annie me conduziu até o enorme arsenal que tinha visto quando entrei. Foices, adagas, espadas, machados e chicotes de todos os jeitos. Chillie é o seguinte, você tem que escolher uma arma com que tenha mais afinidade. Se a foice lhe cai bem, se a espada se completa, se o machado lhe da incentivo e por aí vai. Fica muito mais fácil treinar com algo com que se tenha afinidade natural, entende? ; apenas balancei a cabeça positivamente. Me aproximei das armas. A espada parecia um tanto clichê demais. A foice muito fúnebre. O chicote, argh, muito ameaçador. Mas quando pus meus olhos num machado simples e pequeno, pude sentir que era aquele.
Este aqui, tenho certeza.


Então Annie pegou o machado para mim e me entregou, caminhamos alguns metros para o sul até encontrarmos bonecos em tamanho real de madeira. Pareciam ameaçadores mas ao mesmo tempo apreciam não tão malvados. Annie fez um movimento com o braço mostrando como eu deveria bater na madeira, tinha três tipos de corte. O de cima para baixo, pelo lado direito e pelo esquerdo. Depois disso ela se afastou um pouco, retornando ao livro. Segurei a arma um pouquinho pesada, mas apenas fiz o primeiro movimento de cima para baixo. O machado enterrou fortemente na  cabeça do boneco, e com muita força consegui arrancar de volta.


Mais ou menos duas horas depois terminei o treino. Consegui praticar os movimentos e deixei o boneco bem destruidinho. Annie disse que tinha me saído muito bem e que deveria voltar mais vezes, e talvez eu realmente fosse voltar.





♥ TY SARA!


50 X P

Gramática (0-25 xp): 15 .-. Coesão (0-25 xp): 15 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 20 .-.


Justificativa:
Bom, entendo que tenha sido um dos seus primeiros treinos e tudo mais, e por isso não sabia exatamente o  que e como fazer, mas não houve praticamente desenvolvimento nenhum. Gostei do modo que você escreve, mas realmente não houve desenvolvimento no treino. Quanto ao template: Por favor, use algo com a letra maior ;-; eu sou uma moça míope e quase cegueta, então a letra pequena dificulta muito a minha leitura, assim como a dos outros adm's o que acaba acarretando na perca de pontos. Sugiro que use um table, e deixe o template somente para posts amigáveis fora dos treinos.
Melinoe
avatar
Filhos de Quione

Mensagens : 20

Ficha Campista/Divina
Level: 9
Mascote: Lobo Albino Gigante
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Gus Owens Pallas em Qua 22 Jan 2014 - 18:53

Saltitava desorganizadamente na direção da arena, avoado. O solo sob os meus pés ficava cada vez mais quente devido à temperatura que o sol proporcionava para mim e, consequentemente, para o restante dos campistas. O meu corpo gingava de um lado para o outro, no mesmo ritmo em que os pássaros cantavam por cima das árvores. Portava em minhas mãos um escudo materializado em bronze e uma espada do mesmo material, tendo como diferencial um cabo retalhado em prata. Naquele dia, havia colocado em minha mente de que iria treinar um pouco e me desvencilhar dos campistas comumente associados a preguiçosos. Eu precisava sair do chalé e ir aperfeiçoar minhas habilidades.

Os meus pensamentos doidejavam pela minha mente, deixando-a ainda mais conturbada. Já não bastava as minhas preocupações diárias com os campistas e com os afazeres, eu ainda tinha de me preocupar com fatos relacionados ao passado e que me deixavam terminalmente mal. Mas aquilo era temporário e, com certeza, passaria com o tempo e não de um dia pro outro. Sem delongas, rapidamente pude avistar os belos, esbeltos e imensos portões que davam de entrada para a arena. Esbocei um sorriso amigável nos lábios, apressando os passos até a frente da estrutura e empurrando seus portões, adentrando-a logo em seguida.

De certo, eu nunca tinha pensado na beleza que a arena possuía, já que aquela não era a sua principal característica. O seu solo retalhado por um cascalho quente me fazia ficar cada vez mais agoniado e, de vez em quando, soltar alguns grunhidos de ardência. Não gostava de ficar muito exposto ao sol e, como um bom e típico filho de Poseidon, permanecia em contato com a água boa parte do tempo. Rodopiei a espada ao lado do corpanzil definido, rolando os olhos por toda a extensão da arena à procura de um suposto oponente.

Não demorou mais do que cinco minutos para um menino de pele morena aparecer em minha frente, solicitando que eu fosse treinar com ele. Encolhi os ombros e soergui o corpo para frente, ativando o escudo e firmando-o no punho direito. Fuzilei os olhos do menino rapidamente, avançando quatro passos em sua direção e transpassando o ar com a lâmina da espada diagonalmente contra o seu tórax. Em contrapartida, o moreno pressionou seu escudo contra a lâmina e chocou os dois armamentos, me fazendo bambear e ficar levemente atordoado com a pressão.

Sem desistir, impulsionei o corpo no solo e, num saltito, me estabilizei ao lado esquerdo menino, surpreendendo-o e atingindo-o nas costas. Como se não bastasse sua anterior defesa, o garoto conseguiu fugir da rota da espada e se desvencilhar da sua lâmina pontiaguda, firmando os pés no solo. Arfante, ergui os ombros rapidamente e, em mais uma tentativa, choquei a lâmina da espada verticalmente contra o ombro do menino, finalmente fazendo-o ser atingido. Bastava apenas ter golpeado o menino em qualquer direção, desde que o golpe fosse na forma vertical.

Sem ceder espaço para o garoto respirar, guinchei as pernas no chão e me ajoelhei para finalmente fazer o garoto render-se. Em conseguinte, fui surpreendido por uma rasteira forte na região dos joelhos, semelhante a um chute, caindo para o lado e dando espaço para o menino se levantar do chão. Em meio a vários pensamentos e, obviamente, ofuscado pelos raios do sol, apenas pude ver a sombra do menino na frente de minha silhueta e a sua espada sendo movimentada na direção da minha cabeça. Ergui o escudo na altura da testa e, num movimento reflexivo, paralisei a espada do garoto firmemente, obrigando-o a cambalear com a pressão.

Naquele meio tempo, espalmei o solo e me ergui com certa dificuldade, mancando na direção do garoto que também se encontrava bastante desequilibrado. Não pude pensar duas vezes em acabar com o menino naquele instante, entreabrindo o abraço em que estava suportando a espada e atingindo o tórax do garoto com a lâmina, prontificando um corte superficial e que rapidamente poderia ser curado. Em seguida, o menino tentou me cortar mais uma vez, todavia usufrui das minhas habilidades ágeis e, numa junção de pés, saltei para o lado do moreno, fazendo-o cortar o vácuo. Precipitado, empurrei o corpo mole do menino com o auxílio do pé direito, levando-o ao chão e, em conseguinte, repousando a espada na região da sua garganta, obrigando-o a render-se.

Quando meus olhos captaram as armas do menino soltas no chão e a sua face estupefata, arqueei as sobrancelhas e desativei o escudo, caminhando na direção do chalé e deixando o corpo do moreno repousado no solo cascalhoso. Em poucos segundos, sumi em meio à névoa que se propagava na frente da entrada da arena, sedento por alimentos.


100 X P + 10 Dracmas

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 50 .-. Justificativa: Ótimo desenvolvimento.
Melinoe
avatar
Filhos de Poseidon

Idade : 20
Mensagens : 23

Ficha Campista/Divina
Level: 17
Mascote: Hipocampo
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Andrew C. Martin em Qui 23 Jan 2014 - 15:57

Tinha acabado de entrar no Acampamento Meio-Sangue , ainda sendo um ''Indefinido'' , tinha de melhorar as minhas habilidades de luta , sem muito para fazer , ignorei os outros Indefinidos e fui treinar num campo cheio de bonecos de palha.
Esqueci ! Não tenho nenhuma arma !
De repente apareceu um centauro chama Udi , e me atirou uma adaga.

- Olá ! O meu nome é Udi ! Tome essa Adaga Simples , ela servirá de muito ! Vou observa-lo.


- Ok..


Então peguei na tal adaga e comecei a cortar os braços de alguns bonecos de palha.


- Só isso ? Só sabe fazer isso ! Treine mais !


- Mais ainda ?


- Sim !


- Então ok. - Dizia o mesmo suspirando.


Passando algumas horas , onde o mesmo tinha abatido apenas cinco bonecos de palha foi descansar.


- Descansar já? Ok , mas depois vamos com o dobro. - Dizia Udi sorrindo.


Depois de um bom tempo fui de novo treinar tentando abater mais bonecos de palha , treinei até me  fartar , até que a noite se pôs.


- Pode ir dormir !


Depois de ouvir Udi a falar fui logo para um chalé qualquer e comecei a dormir numa cama , sonhando com aquele treino.
----------------------------------- Narrador ----------- Minhas falas -------- Pensamentos --------------- Falas de Outros --------------------


 


20 X P

Gramática (0-25 xp): 10 .-. Coesão (0-25 xp): 5 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 5 .-.
Melinoe
Observação.:
Justificativa: Eu devo considerar que você fez o treino sim, mas cadê toda narrativa? O post foi baseado em apenas um diálogo para ser sincera. Leia os treinos dos outros campistas, irá ajudar a melhorar muito seu desenvolvimento.  

avatar
Filhos de Íris

Idade : 21
Mensagens : 8

Ficha Campista/Divina
Level: 3
Mascote: Fênix
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Amelia Hannsee em Qui 23 Jan 2014 - 20:20



Aprendendo,


What I can do being a half-blood, Diary?
Acordei disposta. Mesmo sendo quase uma órfã, pois estava em um acampamento para filhos de deuses e nem sabia qual deus resolvei conceber esta coisa linda chamada Amelia. Mas tudo bem, os filho de Hermes ainda não tinham acordado e, se eu fosse quieta, teria o chalé para mim.
Tomei um banho, troquei de roupa e saí do chalé enquanto os outros estavam acordando.
Tomei café-da-manhã com os outros do chalé de Hermes que foram igualmente rápidos na hora de se aprontarem. Alguns falavam em andar, ir lá no lago, canoagem, e falavam em treinar. E eu não sabia o que faria. Treinar? Era uma boa. Terminei o café e me dirigi á arena, ainda digerindo a ideia de espadas, adagas e escudos. Mas era preciso, se eu era uma semideusa, tinha que saber sobreviver.
Já na arena, decidi que estava perdida. E parece que ela também se decidiu.
- Olá. Sou Lily. Filha de Hermes, e você?
Tomei um susto. Mas ela parecia legal. Eu já a conhecia? São tantos rostos aqui... Mas eu já tinha visto ela demais para não lembrar.
- Oi, Anne. Já te vi, estamos no mesmo chalé. Amelia, indefinida.
- Por enquanto. Ninguém fica lá por muito tempo, mas tem gente que saí daqui e nem sabe quem é o pai ou mãe. Mas não vai acontecer com você. Vamos treinar para relaxar?
- Sim, mas não treinei ainda. Não sei nem usar uma faca, quem dirá uma espada.
- É fácil. Vamos, escolha uma espada, ou uma adaga, um machado, um chicote... É só escolher.
Experimentei cada tipo. Peguei um chicote, mas não fiquei confortável. Um machado, não conseguia nem segurar direito, não consegui desferir golpes. Quando cheguei na espada, pareceu que eu tinha que treinar com aquela, então peguei, sorri para Lily e nos dirigimos para a área dos bonecos.
- É só tentar desferir os golpes, não é muito difícil. Não vou ficar aqui, quando achar que o boneco já passou dessa para melhor, pode ir.
Ela saiu e comecei. Desferi um golpe de um lado, fazendo um corte, e perfurei a barriga do boneco. Fui virando, em volta do boneco, fazendo cortes e perfurando. Cortei um de seus braços, arranhei bastante e deixei ele bem maltratado. Depois de tantos cortes e perfurações, ele estaria morto se fosse um ser vivo.
Como percebi que o boneco, como dissera a filha de Hermes, passara dessa para melhor, vi que já haviam passado quase 2 horas. Guardei a espada, sorri para o boneco de uma forma bem irônica, como se dissesse "Hey, viu o que eu aprendi a fazer?", e fui chamar Lily, que me disse que fui bem, e me mandou voltar quando eu quisesse. E eu voltaria, não hoje, mas qualquer outro dia, tipo amanhã.


 
® Credits to Lux ~ TPO






75 X P

Gramática (0-25 xp): 20 .-. Coesão (0-25 xp): 20 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 35 .-.
Melinoe
Observação.:

Justificativa: Gostaria de comentar sobre a cor das falas, o rosa é realmente terrível para ler. Opte por cores um pouco mais escuras, não tão vibrantes como por exemplo este rosa. Consulte a tabela de cores da web aqui e procure uma cor que lhe agrade e não fira tanto os olhos, pois isto irá acarretar na perca de pontos. Peço também que aumente a letra do template, facilitaria bastante na correção. Seu treino foi bom, mas creio que poderia ter sido um pouco mais criativo.
  

avatar
Filhos de Dionisio

Idade : 20
Mensagens : 9

Ficha Campista/Divina
Level: 5
Mascote: Tigre Mecânico
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Eve M. Shadworth em Sex 24 Jan 2014 - 10:40


Treino de Arco e Flecha




Assim que acordei senti alguém me encarando de cima. Abri os olhos e lá estava Josh. Me levantei e fui até o banheiro colocar a camiseta do acampamento e um jeans simples. Lavei meu rosto e me maquiei levemente. Saí do banheiro e lá estava Josh impaciente me esperando.
– Vem, vamos tomar Café da manhã. – Então ele saiu andando e só parou quando chegamos ao refeitório para comer. Quando terminei me levantei e peguei o caminho para o chalé quando Josh, me segurou pelo braço e apontou para o caminho da arena. Ok, mais um treino. Vamos lá.

~~~
– Eu desisto – Disse logo após pegar uma espada bem maior do que eu. E mais pesada, porque francamente, eu precisei das duas mãos para erguê-la. Quem luta com as duas mãos na espada? – Posso voltar para o treino de arco e flecha? – Perguntei para Josh, o garoto do chalé de Hermes que eu tinha conhecido no primeiro e único treino até agora.
– Não. – Ele disse firme. – Você tem que pelo menos tentar okay? Pegue outra espada até que ela pareça boa para você.
Concordei com a cabeça e continuei procurando até que encontrei uma espada de bronze, leve e que se encaixou perfeitamente na minha mão direita. Digamos que eu me senti poderosa com aquele negócio. Tentei fazer alguns movimentos do tipo, atacar pela direita, colocar a espada no caminho da espada imaginária do meu oponente inexistente, atacar pela esquerda, desviar de um golpe e etc. Quando me virei para Josh, vi um boneco de lata e de repente os olhos vermelhos começaram a piscar e ele começou a andar na minha direção.
– Joshua faz essa coisa parar! – Eu praticamente gritei assustada. Deixei a espada cair e fui me afastando do boneco de lata ao passo que ele se aproximava.
– Ele não vai te matar. Pega a espada e repete aqueles movimentos engraçados. – Corri para onde minha espada estava, mas no meio do caminho eu fui inteligente o suficiente para tropeçar e cair. Rastejei até chegar perto da espada, mas o autômato me alcançou e desferiu o primeiro golpe, acertando de raspão meu braço direito, visto que tentei rolar para o lado, mas não na hora certa e não para o lado certo. Me levantei enquanto a espada do autômato estava com a ponta na terra e gritei para Josh, que assistia tudo de longe:
– Josh me ajuda! – Ele balançou a cabeça em negativa e apontou para o autômato que já estava vindo até mim. Peguei a espada com certa dificuldade, já que meu braço direito doía. Quando o autômato estava para desferir outro golpe tentei bloqueá-lo, mas meu braço direito não estava nas suas melhores condições então caí novamente. Na verdade, eu não era boa em golpes com nenhuma mão, mas eu tinha uma chance mínima antes do meu braço direito ser ferido. Os olhos do boneco de lata ficaram mais vermelhos e ele tentou enfiar a espada em mim outra vez. Coloquei minha espada para bloquear ele, já que desta vez do chão eu não passaria. Com muita dificuldade consegui interceptar o golpe usando minha espada contra a dele. Empurrei o boneco para longe e aproveitei para me levantar e tentar outro golpe nele. Acertei o robô no braço que ele empunhava a espada, mas ele não se abalou. Eu até tentaria outra vez, mas ele desferiu outro golpe e me acertou na barriga. Não foi um corte profundo, mas foi o suficiente para eu cair de joelhos na frente dele. Para ser sincera eu não queria que minha cabeça fosse retirada do meu corpo. Deitei de costas antes que o robô me decapitasse e puxei as pernas do autômato com os pés o fazendo cair também de costas. Me levantei rapidamente e empunhei a espada, cravando ela no peito do oponente, fazendo o autômato se desligar.
– Baker maldito. Quer me matar é isso?- Disse me aproximando dele e cruzando os braços de repente. – Você é um desgraçado. - Berrei e sai andando para fora da arena.
– Você precisava treinar. Ainda não estão bons sabe? Seus golpes... – O censurei com o olhar e ele parou. Ele acha que meu braço não esta doendo? Argh! – Mas por hoje já deu né? Onde você esta indo? – Ele perguntou como se eu não estivesse prestes a morrer ha alguns minutos atrás. Okay, eu exagerei. Fiquei calada e segui rumo à enfermaria.






80 X P

Gramática (0-25 xp): 5 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 50 .-.
Melinoe
Observação.:
Justificativa: Considerando seu treino, o desenvolvimento foi ótimo, mas o tamanho da letra acarretou na perca de pontos. Está muito pequena, isto dificulta bastante na correção, tente utilizar fontes com size entre 11/12, por favor.
 

avatar
Filhos de Afrodite

Idade : 19
Mensagens : 4

Ficha Campista/Divina
Level: 3
Mascote: Pomba
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Jason M. Blanchett em Sab 25 Jan 2014 - 15:28

training time

"Mais rápido, Jason." Estava a fazer correr pelo acampamento para manter a forma física, porque durante este primeiro mês no campo meio sangue não tive tempo nenhum para treinar. Sempre me falaram em treinos com armas mas eu nunca me liguei muito a isso, porque tinha preferido ficar a estudar as criaturas, os seus pontos fracos, as suas características, tudo. Mas, como eu ainda não tinha sido reclamado pelo deus/deusa que seria meu pai/mãe eu continuava no chalé de Hermes com todos os semideuses que ainda não tinham sido reclamados. Aquilo que eu mais queria era ser reclamado e sair dali para puder estar em paz, porque paz não existe ali.
Enquanto passava pela arena que era usada para treinos de diversas armas senti que algo ali me chamava... não me chamava literalmente, mas sentia que devia ir para ali e depois de saber que os deuses e as criaturas mitológicas eram todas verdadeiras eu não podia negar que sempre senti alguém a falar comigo na minha cabeça. Sempre que estava numa situação mais fora do normal, havia alguém na minha cabeça a dar-me instruções mas não sabia quem era.
Aproximei-me do conjunto de armas e vi escudos, machados, lanças, adagas, espadas e muitas outras e peguei imediatamente numa das espadas e por pouco não a deixei cair. Nunca havia pegado numa espada antes, e pensava que eram bem mais leves mas assim que consegui pegar nela tornou-se cada vez mais fácil manuseá-la. Golpeei o ar várias vezes, amarrando o punho da espada com muito força com ambas as mãos. Com alguma força, lancei a espada contra o chão e procurei por algo com que pudesse treinar, e cortar aos pedaços sem me sentir culpado por ter matado alguém. Olhei em volta e reparei que não havia quase ninguém acordado no Acampamento, só mesmo eu. Era estranho, porque sempre vi o Acampamento cheio de pessoas a treinarem e a brincarem umas com as outras e agora estavam todos a dormir.
Finalmente, depois de dez minutos à procura de algo para assassinar encontrei uns bonecos feitos de palha com um tamanho humano, e, depois de ir buscar a espada que me demorou algum tempo a tirar da terra por estar tão bem espetada, posicionei-me em frente do boneco e planeei algumas formas de ataque. Como não sabia manobrar bem uma espada fui tentando fazer movimentos mais básicos e de uma forma mais lenta. A minha primeira tentativa consistia em espetar a extremidade da espada bem no "coração" do indivíduo. Foi bem fácil, eu estava a cerca de dois metros do boneco e após concentrar-me um pouco começei a correr com a espada apontada ao chão e quando me achei perto suficiente, levantei a espada, colocando-a a fazer um ângulo de 90 graus para com o meu corpo. O boneco era bem do meu tamanho e então foi bem fácil espetar a espada no centro do seu peito. A minha nova tentativa consistia em ter de atacar dois bonecos, e posicionei dois bonecos um em frente do outro mas afastados cerca de 3 metros. Posicionei-me no centro e imaginei que corriam ambos para mim e calculando mentalmente a velocidade de ambos notei que o da minha direita era mais lento e então decidi atacar o da esquerda rodando 90º graus, e colocando toda a minha força no braço direito e desferindo um golpe profundo no boneco, que se dividiu em 2 partes. O outro, que se dirigia para mim com menor velocidade acabou por se aproximar e como estava ainda virado para o boneco que tinha acabado de destruir, rodei 180º graus e aproximando-me do boneco que estava intacto, levantei a espada e desferi um golpe na diagonal descendente que acertou bem no ombro do suposto indivíduo e larguei a espada porque tive que me afastar para não fica com uma perna a menos. Este último ataque tinha corrido um pouco pior do que o último porque após ter desferido o golpe no boneco a espada vinha na direção da minha perna. Voltei a tentar mais uma vez este golpe mas no final não forçei tanto a espada e controlei a minha força e a velocidade a que fazia a rotação de 180º graus e consegui que o boneco fosse destruído sem que eu fosse afetado a qualquer momento.
Reparei que alguns dos campistas já tinham acordado e se estavam a preparar para tomar o seu pequeno almoço e para depois irem treinar, assim como eu estava a fazer, mas nem por isso fiquei preocupado sobre ter fome e continuei a treinar durante mais meia hora, até que um dos responsáveis do chalé de Hermes me veio chamar para ir tomar o pequeno-almoço com eles e depois de comer voltei ao chalé, tomei banho e vesti uma roupa confortável para ir ter com os meus amigos de outros chalés.




100 X P + 10 Dracmas

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 50 .-.
Melinoe
Observação.:
Justificativa: Ótimo desenvolvimento.

avatar
Indefinidos

Idade : 22
Mensagens : 2

Ficha Campista/Divina
Level: 3
Mascote: Ovo [Indefinido]
Mochila:

Ver perfil do usuário http://themarauders.forumotion.com/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Amelia Hannsee em Dom 26 Jan 2014 - 12:41



Adagas e bonecos


"Adagas? Bem, faca e adaga é a mesma coisa, né? Não deve ser difícil."
Estava em frente á um treino de adagas que estava começando. Eu já tinha decidido que treinar sozinha não era fácil, então treinar em grupo seria mais útil. Ou humilhante, mas eu tinha que olhar o lado bom das coisas.
Eu tinha acordado querendo continuar na cama, mas isso era um tanto quanto impossível no chalé de Hermes, pois além da prole do deus, havia todos que, como eu, não sabiam quem era o pai e a mãe, hum, divinos.
Então, depois de conseguir sair do chalé e tomar café no pavilhão, fui para arena escolher o que treinar. A minha estratégia era treinar de tudo um pouco e depois escolher o que mais gosto. E foi o que fiz quando me aproximei do treino de adagas e tive aquele pensamento. 
Peguei uma adaga do Acampamento e fui me reunir aos outros, enquanto o que estava a frente dizia que tínhamos que usar a adaga para perfurar e cortar. 
Fui para a frente de um boneco e comecei a fazer o que os outros faziam. Cortei do lado esquerdo, virei com o impulso e perfurei a barriga do boneco. Fiz um corte na perna, do lado direito e cortei o pulso do boneco. Fiz um corte no pescoço, da esquerda para a direita, e posicionei a adaga no ombro direito e ri:
- Você tem sorte de ser apenas um boneco... Adeus!
Sim, eu era sarcástica. Mas era um treinamento e isso era legal de fazer. Se sentir, ás vezes é bom. Troquei a adaga de mão e cortei a cabeça do boneco fora, emperrando a adaga no peitoral do boneco.
- Hey, acho que você já se foi!
Depois eu fiz isso com mais um, e com o terceiro. O quarto eu fui mais prática, cortei um braço e perfurei na altura do coração. Bem, era só um boneco, ele não morria nem se cansava. Mas eu, depois de tanto, queria parar e descansar. Guardei a adaga e fui para o pavilhão pegar algo para enganar o estômago.
 


Template feito por Zafrina - TPO



60 X P
Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp):  20 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 15

Quione
avatar
Filhos de Dionisio

Idade : 20
Mensagens : 9

Ficha Campista/Divina
Level: 5
Mascote: Tigre Mecânico
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Sophie Hearts em Dom 26 Jan 2014 - 18:08

Adagas
Eu ainda sinto uma ardência na perna esquerda toda vez que ando. A noite passada não havia sido fácil. Primeiramente, eu praticamente acabei de chegar no acampamento. Para ser mais exata, cheguei na madrugada de ontem pra hoje. Ainda tenho um sentimento de desespero e vingança dentro de mim, eles haviam pego meu pai. Eu preciso extravasar de alguma forma antes que faça alguma besteira e saia desse acampamento a procura dele. Caminho pelo terreno, um pouco perdida e avoada, até que enxergo um local com alguns bonecos gigantes. Faço meu caminho até lá.
Percebo algumas pessoas praticando com suas armas, e uma súbita vontade de fazer o mesmo me atinge em cheio. Respiro fundo e me aproximo das estantes cheias de armamentos e escudos, a procura de algo que me chame a atenção. Olho ao redor, pegando, uma vez ou outra, uma foice ou espada. Ambos são pesados demais para mim. Até que vejo algo: umas três ou quatro flechas largadas de qualquer jeito em cima de uma mesa de madeira.  Ando até os objetos e os pego, totalmente admirada. Há uma leve camada de poeira por cima delas. As limpo da melhor forma possível e continuo olhando para os lados, a procura de um arco. 
Veja bem, antes de descobrir toda essa coisa de ser semi-deusa e tudo mais, eu praticava (ou pelo menos tentava), tiro ao alvo. Não que eu usasse arco e flecha, mas sempre tive vontade de ver como funcionava um desses. Achava que aqueles dois juntos, davam certo "poder". 
Olho para meu lado direito e percebo que, ali, se encontra o que estava procurando. Inclino a cabeça encarando o objeto, há um sorriso em meu rosto. Coloco as flechas em uma aljava qualquer e a encaixo em minhas costas, pegando o arco logo em seguida.
Ando em direção a um boneco com uma mira pintada em seu peito, parando uns 20 metros de distância. Pego uma flecha e encaixo no arco. Respiro fundo, com os olhos fechados, me concentrando. Abro os olhos e miro, disparando logo em seguida. Erro feio. A flecha havia passado uns dois metros do alvo, caindo, em um baque surdo, no chão. Solto um muxoxo indignada e tento novamente.  Dessa vez erro por pouco. Tento mais uma vez. E, de novo, erro. Começo a ficar estressada e um biquinho de quem foi contrariada aparece em meus lábios. – Talvez, apenas talvez, arco e flecha não seja sua área. – Uma voz me diz. Arregalo os olhos e olho em minha volta. Não há ninguém. “Estou ficando maluca”, digo em pensamento. 
Largo o arco no chão e vou buscar as flechas caídas. Me abaixo, pego uma por uma e me ajeito, indo em direção ao arco mais uma vez. Antes de alcança-lo, uma coisa me prende a atenção: Um pequeno conjunto de adagas dentro de um saco. Mudo de direção e os pego, voltando pra minha posição inicial de 20 metros de distância do alvo. Pego uma adaga, que se encaixa perfeitamente em minha mão, dentro do saco. Miro e a jogo contra o boneco. Dessa vez, eu acerto. Abro a boca e ergo as sobrancelhas. Estou impressionada. 

Ando até o boneco mais uma vez e arranco a adaga de seu centro, caminhando, dessa vez, para o meio de um circulo formado por vários desses bonecos de palha. 
Fecho os olhos mais uma vez e me concentro, apertando, logo em seguida, o grande botão vermelho que dava mobilidade aos bonecos. Eles estão vindo pra cima de mim. Abro os olhos e começo a lançar, da forma mais ágil possível, as adagas em minhas mãos. Tudo a minha volta não se passa de um borrão. Estou mudando de direção o mais rápido que consigo, tentando, de toda forma, acertar os bonecos. Os bonecos param de se movimentar. Uma gota de suor desce pela minha nuca e estou ofegante. Minha perna esquerda treme um pouco. Olho ao redor e percebo que todos os dez bonecos estão com suas miras preenchidas por adagas. Sorrio orgulhosa de mim mesma. Observo um pouco de areia vazar da cabeça de uns dos bonecos mais desgastados. A adrenalina começa a sumir do meu corpo. Me sinto cansada e com fome. 
Seco minha testa com as costas da mão e ando em direção aos bonecos. Vou retirando cada adaga que havia usado e voltando-as para dentro do saco. Estou completamente relaxada e uma paz me atinge. - Acho que adagas é minha área. - Digo em voz alta e irônica. Amarro o saco de adagas em meu sinto e vou em direção à saída. Hora de descansar.   

 


  
  
  
clumsy @ sa!




85 xp
Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp):  25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 35

Quione
avatar
Indefinidos

Idade : 21
Mensagens : 1

Ficha Campista/Divina
Level: 1
Mascote: Ovo [Indefinido]
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Pandora K. Blanchett em Seg 27 Jan 2014 - 19:11






I'm

Waking

up
Pandora acordou cedo. Ainda não tinha sido reclamada, logo tinha de ficar numa chalé juntamente com muitos outros semideuses, todos eles ansiosos por serem reclamados e a maioria era insuportável. Ainda não tinha arranjado lá grandes amigos... e por um lado sentia-se triste, esperava que o acampamento fosse mais... especial nesse aspeto. Nos outros, porém, não ficara desiludida. Tomou um banho, vestiu-se e tomou o pequeno-almoço. Saiu da chalé. Que horas seriam afinal? Quase ninguém estava acordado, ou pelo menos quase ninguém estava lá fora. Afastou-se da chalé e foi para o armeiro, onde encontrou uma imensidão de espadas, lanças, arcos, machados, adagas. As primeiras luzes do dia faziam o metal brilhar. Era lindo, de certa forma... Aproximou-se de um arco e envolveu-o na sua mão. A madeira estava fria, mas ergueu o arco no ar e observou-o bem. Nunca antes tinha pegado numa arma, mas a sensação de agora o ter feito deixava-a com um sorriso de orgulho. Parecia algo tão simples de fazer, mas tão... importante. Pegou também numa aljava cheia de flechas e em duas adagas, nunca se sabia se ia ou não precisar de algo para combater corpo a corpo e ela não era propriamente alta e forte para usar espadas. Mesmo assim, pegou em bainhas para as adagas, deixou o arco na mesa e aproximou-se de uma espada meio curva. Mordeu o lábio, não o devia fazer, mas passou o dedo pela superfície da espada, até que chegou à sua ponta, que estava bem afiada. Sentiu um golpe e viu uma bolha vermelha de sangue brotar do seu dedo. Sem saber como, um sorriso escapou-lhe dos lábios quando viu o corte. Pegou no cabo da espada e tentou elevá-la, mas era demasiado pesada, infelizmente.

Afastou-se do armeiro e aproximou-se da arena. Não queria lutar com ninguém ainda, por isso caminhou pela arena, vendo um grupo de lutadores experientes a treinar, vários bonecos sozinhos e alguns autômatos. Aproximou-se, ajustou um dos autômatos para treinar com ele e esperou até o ver mover-se.

Afastou-se e pegou em ambas as adagas, uma para cada mão. O autômato aproximou-se com a espada de madeira na mão e tentou golpear a jovem garota, mas esta esquivou-se para o lado e aproveitou o momento para atacar, com a mão direita, golpeou o autômato na zona da barriga, mas Pandora ainda não conseguia mover a adaga com facilidade para se esquivar outra vez, quando o autômato lhe golpeou o braço direito. A garota perdeu o equilíbrio e quase caiu, mas o autômato voltou a golpeá-la e dessa vez caiu na terra.

Pandora massajou o braço direito e queixou-se, mesmo que ninguém a ouvisse. Apalpou a terra a tentar procurar as suas adagas, enquanto via pelo canto do olho que o autômato se aproximava e começou a respirar descontroladamente. Controla-te, Pandora, controla-te, pensou e tentou inspirar e respirar regularmente. Viu que o autômato estava já perto o suficiente para atacar e rebolou para o lado, quando sentiu algo debaixo das suas costas e descobriu a sua adaga. Pegou nela e enquanto o autômato se aproximava tentou se manter calma. O autômato levou o braço para trás e apontou a espada de madeira contra ela. A garota voltou a rebolar para o lado e levantou-se do chão, pulou para trás do autômato e golpeou-o nas costas, mas ele voltou a virar-se com os olhos vermelhos. Suspirando, a jovem correu para o lado e tentou golpeá-lo de novo nas costas, quando ele se virou ela correu para o outro lado e golpeou-o desse lado, ele virou-se outra vez e ela desviou-se outra vez, voltou a atacar e viu que os olhos do autômato se tinham apagado.

Passou a mão pela cara e afastou os cabelos que se tinham colado. Tinha mesmo derrotado aquilo? Bem... devia estar no nível mais fácil... mas mesmo assim era uma vitória para ela. Procurou a outra adaga e guardou-a. Só aí se apercebeu do quão suja ela estava, mas mesmo assim, pegou no arco e aproximou-se de um dos bonecos de treino. Treinar ainda mal começara para ela... Devia descansar, mas ainda era tão cedo...


Treino de armas diversas ✖ Unclaimed daughter ✖ tks, clumsy!



65 xp
Gramática (0-25 xp): 20 .-. Coesão (0-25 xp):  20 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 25

Cuidado com a repetição de palavras em exagero. Procure sinônimos para melhorar isso ou algo do tipo. E, por favor, prefira pular linhas entre o parágrafo para facilitar a vida do corretor. Sim, modifiquei esse e pulei para vossa pessoa, mas não será sempre assim.

Quione
avatar
Indefinidos

Mensagens : 1

Ficha Campista/Divina
Level: 1
Mascote: Ovo [Indefinido]
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Lola Bertrand Graham em Ter 28 Jan 2014 - 13:00


Break the ice then the cold heart!
Strike the heart for love frozen by fear is beautiful and menacing
O sono havia me abandonado cedo, oque é simplesmente detestável, pois não conseguia permanecer nem ao menos deitada em minha cama. Levantei-me e tratei de me vestir decentemente, trajando roupas confortáveis e me leves, boas para treinos e qualquer outra coisa que eu decidisse fazer ao decorrer do dia. Arrumar algo para fazer não seria um enigma, poderia ir para a cozinha fazer meu desjejum matinal, ou simploriamente poderia achar alguém para me divertir na arena. O sono não habitava em meu corpo, oque me deixava exageradamente agitada e empolgada para qualquer coisa, até para treinar espadas logo de manhã cedo. Ao colocar os pés para fora do chalé pude perceber que o acampamento estava quase que devastado; não tinha tantos campistas à vista como geralmente se ver a tarde. Desci os três degraus da varandinha do chalé enquanto prendia meu cabelo num prático rabo de cavalo e me direcionava para a arena. Sentia-me relaxada com meus treinos, na academia de Muay Thai eu treinava todos os dias, hoje raramente se ver eu lutando por ai (logo agora que é mais necessário); justifico esse fato por causa da hostilidade dos gregos para com os indefinidos, os olhares tortos e o jeito que eles se afastam de nós. Até parece que somos explosivos que não podem ser tocados, oque não é bem a realidade, só não fomos reclamados. Felizmente não precisei sustentar esse preconceito hoje de manhã, já que poucos campistas estavam zanzando pelos terrenos.

Para minha total surpresa eu encontrei três campistas já na arena, dois deles reconheci como filhos de Hermes, e tinha uma outra que não sabia quem era, mas parecia analisar com cautela a luta. Me aproximei devagar do local em que a garota estava, a mesma nem pareceu prestar atenção na minha aproximação, então tive que fazer um comentário para que sua atenção fosse transferida para mim. – Hm... aceita um duelo bem amistoso? – digo, com um mínimo sorriso de lado, tão mínimo que nem meus dentes apareciam. Cruzo os braços sobre o busto e suavizo a expressão facial, analisando o comportamento estupefato da garota. Ela realmente estava bem concentrada na luta entre proles de Hermes, de modo que eu praticamente lhe dei um belo susto. – Sou Heloisa Graham, mas me chame de Lola... esquece – reviro os olhos e me viro, saindo andando a caminho da parede onde as armas eram guardadas. Sabia que meu ato havia a pegado de surpresa, mas era irritante toda vez tentar criar um laço de amizade com alguém e ele acabar fazendo a careta que todos faziam. A menina arrependida veio atrás de mim, apresentando-lhe como Aline, cria de Atena, e dizendo que estava a fim de treinar comigo. – Tá bom – respondi a menina, pegando uma espada comum e logo em seguida um escudo. Deixei a irritação de lado, ou pelo menos tentei, pois até agora a pouco eu estava super animada para um treino. Caminhei até o centro da arena e esperei Aline me acompanhar. Cansados, os filhos de Hermes foram se assentar e acompanhar a luta que ocorreria. – É só um treino... não precisa ter pena de mim – reviro os olhos encarando Aline na minha frente. Ela retrucou dizendo que não estava com pena, mas eu podia ver em seus olhos, ela aparentemente era bem frágil, porém o maior desafio que eu teria com ela seria sua estratégia. Eu era boa em montar um plano estratégico, meu único problema é fazer isso um pouco, ahn, lento demais. Ela perguntou se eu estava pronta, percebi o tom esnobe e superior que os filhos de Atena portavam, tão sabichões, dava até enjoou. Engoli em seco e inclinei o queixo para cima – Sempre – dou um sorriso pseudo-confiante e dou um passo para trás, posicionando a espada e o escudo. Aline fez o mesmo; um dos filhos de Hermes sinalizou o começo da luta com um assovio mesmo que nenhuma de nós duas tivesse pedido para o mesmo fazer, de qualquer modo eu o agradeci mentalmente.

Ergo a espada dando inicio ao meu primeiro ataque insano, talvez para não ficar minutos encarando meu oponente como muitos faziam. Dou uma investida contra Aline, batendo bruscamente a parte plana de minha espada contra a espada da filha de Atena; o som de metais colidindo foi estridente e desconcertante, mas não poderia me dar o luxo de perdes as linhas logo no início, porém só cerrei os dentes e recuei. Eu sabia que Aline não iria pegar nem um pouco leve comigo, ela queria, talvez, mostrar que era boa demais para eu nunca me meter com ela. O olhar que ela me lançou foi desafiador, e fiz questão de que tal coisa fosse recíproca. Depois da brusca colisão entre as lâminas, eu arrisquei um golpe superior em seu ombro esquerdo, que foi repelido pelo escudo de Aline. O impacto do gume da espada contra a face do escudo me causou nervos, mas logo virei à mão, e consequentemente a espada, contra a espada de Aline, um golpe defensivo e evasivo que poderia ter me dado algum ponto de vantagem se tivesse usado o escudo e não a espada para me defender. Obriguei-me a recuar o braço que portava a espada, uma vez que aquele ataque contínuo não resultaria numa vitória. Empurrei a espada de Aline com meu escudo e utilizei a minha força contra a dela, isso me deu vantagem. Ela usava a espada, e eu o escudo. Dei uma investida com minha espada contra suas pernas, mas com sagacidade e reflexo ela percebeu eu movimentando a arma e deu um salto alto o suficiente para evitar o golpe. – Droga – reclamo por instinto. De novo estávamos numa considerável distancia. Respirei fundo, enquanto encarava Aline. Se eu conseguisse tirar seu escudo poderia ter uma boa vantagem nessa luta. Tento novamente um ataque em Aline, desta vez tendo o tronco como alvo, não foi algo impensado e com cem por cento de chance de defesa. – Droga, de novo - bufei. Avancei com a espada, porém tentando a sorte de ataca-la externamente na guarda, eu previa que ela defenderia por dentro, mantendo a lâmina numa posição vertical/diagonal e o punhal para baixo; quando Aline ergueu a sua espada para defender-se de meu contra-ataque, habilmente virei o punhal de minha arma para baixo e deixei o escudo colidir contra sua espada, não daria tempo de absorver a ideia, até que o sabre de minha espada lhe acertasse na parte de trás do joelho, fazendo uma Aline surpresa cambalear, o suficiente para eu ver o corte que havia feito na área atingida e para que eu tentasse um novo ataque. Todavia não consegui ser tão veloz ao fazer com que sua guardo do escudo dela oscilasse, e a mesma defendeu o ponto abaixo da costela, local de destino para meu ataque.

Aline de modo astuto se arriscou a se aproximar mais de mim; ambas as espadas se bateram no ar de modo contínuo e insistente por parte de Aline, o estridente retinir de aço contra aço fazia-me piscar toda hora. Não consegui entender o porquê de ela estar fazendo isto, mas o ataque seguinte da garota me fez compreender de uma maneira desagradável. Ela usou a empunhadura de sua espada para bater em meu pulso, fazendo com que o mesmo perdesse a força e soltasse o escudo por conta da dor. Ouvi o escudo cair no chão, e tal ataque de Aline me surpreendeu. – Bem inteligente de sua parte, cria de Atena – murmurei, enquanto continuava a bater minha espada contra a dela. Os movimentos dela se tornavam acelerados cada vez mais, e muito mais agressivos. A dosagem de força que ela aplicava era oque mais complicava; cada vez que ela batia sua espada contra a minha, um passo eu dava para trás para impedir que a ponta de sua espada atingisse meu rosto. Me desconcentrei por um segundo e pronto, sua espada fez um corte em minha testa. – Não guarde ressentimento – falo suavemente, surpreendendo até a mim mesma por falar daquele jeito naquela situação. Como se tivesse jogando golfe, eu invisto minha espada contra a dela, não com a intenção de defesa ou ataque, mas sim para desarmar; por isto ao deferir o golpe eu o apliquei bem perto da empunhadura. Não consegui desarma-la, mas senti que ela se sentiu um tanto desconfortável e aquele golpe havia tido um efeito ruim para ela. Dei um passo para trás e dei um golpe com o pé que vulgarmente as pessoas apelidam de “voadora”; chutei seu abdômen com força e precisão, me lembrando que teria que manter o outro pé firme no chão. Não sai impune, ela tentou praticamente cortar minha cabeça, aplicando um golpe na diagonal com a espada, mas eu me abaixei habilmente. Ela pediu em falsete desculpa, e eu apenas ri. Eu sabia que ela estava com dor, e precisava usar isso contra ela. Mas eu também estava com dor, mas não a deixava saber disso. Aline segurou meu pulso que portava a espada com tanta força que pensei que ela queria arranca-lo fora, senti o formigamento vindo e minha mão gelando por conta da falta de circulação. – Cara, me solta, você está doida?! – protestei diante a violência exagerada da garota. Estávamos apenas em um treino, todavia ela estava levando o lance muito a sério.

Os dois gregos que pareciam estar contentes com o que viam decidiram interromper vendo que as coisas estavam bastante sérias. Um deles tirou Aline de perto de mim, que dizia que ainda não tinha acabado a luta, o outro me ajuda a ver se minha mão ainda estava no lugar. De certo ela estava quase ficando roxa, nunca pude imaginar que Aline tinha tanta força assim. Minha mão estava dormente, ela ainda segurava a espada, mas eu não conseguia sentir. A cria de Hermes que me ajudava tirou a espada de minhas mãos e eu comecei a massageá-la, sentindo o irritante formigamento. Olhei com ferocidade para a prole de Atena, guardando bastante ressentimento da garota. - Legal de sua parte, eu sou uma novata, idiota!- rosnei, estava tão irritada que queria pular no pescoço da garota. Respirei algumas vezes, bem fundo. Agradeci aos meninos e me virei, retirando-me da arena.


70 xp
Gramática (0-25 xp): 15 .-. Coesão (0-25 xp):  15 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 40

Quione
avatar
Filhos de Deimos

Idade : 21
Mensagens : 6

Ficha Campista/Divina
Level: 4
Mascote: Ovo [Indefinido]
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Andrew C. Martin em Qua 29 Jan 2014 - 20:13

Era um dia de Verão, um dia bom para treinar ''Armas Diversas'', acordei, o sol adentrava na chalé de Íris. - Que arma hei-de usar? Ah! quero lá saber, vou usar uma adaga. - Dizia pegando na minha adaga numa prateleira, andei pelo acampamento encontrando a Área de Treinamentos, entrei nela e peguei na minha adaga e escolhi qual boneco seria meu oponente, era um boneco de madeira da minha altura, ele era bom para uma luta de ''Adagas''.

Comecei a fazer uns golpes no boneco de madeira, fazia vários golpes, cada vez mais rápido, o boneco já estava com muitos arranhões mas nada demais. Decidi descansar um pouco, peguei num pouco de água e comecei a bebe-la, depois de uns vinte minutos voltei um pouco para o treino, cada vez mais rápido fazia mais golpes, o meu objectivo era aumentar a velocidade, claro que ia conseguir com os golpes que fiz naquele boneco de madeira, fiz golpes no boneco até à noite, quando chegou a noite fui para a chalé de Íris, deitei-me na minha cama e dormi tranquilamente, esperando mais um dia para mais treinos.

45 xp
Gramática (0-25 xp): 20 .-. Coesão (0-25 xp):  25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 0

Quione
avatar
Filhos de Íris

Idade : 21
Mensagens : 8

Ficha Campista/Divina
Level: 3
Mascote: Fênix
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Jason M. Blanchett em Sex 31 Jan 2014 - 12:25

training time

Acordei muito mais cedo do que os meus companheiros de chalé, que eram muitos por estar no Chalé de Hermes... Porque é que a minha mãe não me reclamava como seu filho? Sim, porque eu tinha a certeza que era uma mulher porque eu tinha pai, mas não tinha mãe. A minha mãe foi sempre um assunto proibido em minha casa porque sempre que perguntávamos, eu e a Pandora, ao meu pai sobre o paradeiro da mesma ele mudava de assunto. Não queria criar falsas esperanças sobre a minha mãe e foi por isso que nunca tentei comparar as minhas características com os filhos de deusas ali no acampamento.

O treino do outro dia fez-me tão bem, fiquei mais animado e motivado para continuar a treinar e tornar-me bastante experiente, como todos aqueles campistas, que passaram dias e dias a treinar e agora são dos melhores do acampamento. Aproveitei que ainda ninguém tinha acordado para tomar um banho mais demorado e fazê-los pagar pelo outro dia, porque apanhei a água fria toda e hoje gastei muita da quente... Para vocês aprenderem!

Dirigi-me a passo lento para a arena onde é costume treinar armas de todos os tipos, desde machados a espada, arcos e flechas a adagas. Enfim, acho que deu para perceber bem o que quero dizer com isso. Aproximei-me do local onde as espadas do acampamento eram guardadas e peguei em duas de maneira a puder treinar um ataque com ambas as espadas. O ataque era bastante fácil, consistia em esticar os braços com uma das espadas em cada uma das mãos e andar em volta desferindo danos nos meus adversários. Enquanto pegava numa reparei que estava cada vez com mais força e o peso de ambas as espadas era cada vez menor, incrível isso! Desloquei-me até ao local da arena onde podia encontrar muitos dos bonecos feitos de palha que nos eram disponibilizados para treinarmos novas estratégias e ataques/defesas. Coloquei 4 dos bonecos em minha volta na perfeita direcção das minhas espadas, se eu começasse a girar ia com certeza acertar-lhes porque estavam bem próximos. Concentrei-me, agarrei bem o punho de ambas as espadas e comecei, então, a rodar, primeiro fazendo círculos pequenos e depois começados a alargar, esticando os braços no máximo e fechei os olhos, sentindo as espadas tocarem em vários sítios. Deixei uma das espadas cair e como estava de olhos fechados, abri-os rapidamente e afastei-me do local onde estava caso a espada me caísse em cima e atirei a outra para o chão enquanto me afastava. Quando já estava despreocupado com a situação de ser atacado por mim próprio olhei para os bonecos e deslumbrei os cortes feitos pelas espadas... Não eram cortes, eram perfurações profundas. Bem, o truque deste ataque estava, penso eu, na velocidade que era ganha antes de as espadas cortarem o objecto em questão. Este meu lado inteligente por vezes irritava, mas às vezes fazia sentido, porque sabia quase tudo na escola. Era um dos mais inteligentes mas como tinha alguns problemas, que quando cheguei ao acampamento me foram explicados como naturais de um semideus. Não sei se ser um semideus será bom ou mau, eu e a Pandora vimos o Brooke, o nosso sátiro/guardião, morrer. Foi muito triste porque eu conhecia-o já há algum tempo, não fazendo ideia de que era um sátiro, mas conhecia.

Com este pensamento, uma lágrima acaba por me sair do olho. Ele tinha sido morto por minha causa, quando eu estava quase a entrar no acampamento para nos salvarmos, eu era o último, caí e ele enfrentou o monstro que nos perseguia sozinho para me dar tempo de entrar. Nunca pensei que ele fosse tão corajoso, mas se por algum motivo ele tivesse caído antes de chegar ao acampamento eu teria, sem dúvida, enfrentado o monstro só para que ele se salvasse. Ainda hoje me sentia culpado pela sua morte, e nunca iria conseguir ultrapassar esse trauma, mas a vida continua e eu tenho que continuar a treinar para que um dia possa salvar alguém e me tornar especial, uma vez na vida. No acampamento, ouvi falar de cruzadas/missões que por vezes os campistas faziam com algum propósito para com o acampamento. Para ir buscar um remédio para uma planta ou pessoa, ou criatura, ou então um objecto especial que pode fazer algo ao acampamento como a história do Tosão Dourado que salvou a árvore de Thália, e a própria Thália que ressuscitou dos mortos. A história da sua morte impressionava-me e era uma das razões das quais eu queria estar no acampamento, por ter sido tão bem honrado. Percy Jackson é também um dos outros semideuses fabulosos do qual ouvi falar assim que entrei no acampamento como um dos grandes espadachins do acampamento, mas ninguém se comparava a um tal filho de Hermes de nome Luke. Sempre que ele vem ao assunto é sobre o facto de ele ser um dos melhores espadachins de todos os tempos do acampamento, ou então que ele era o traidor e depois foi o herói, mas isso não vem ao assunto muitas vezes porque é chato...

O meu sonho era ser tão conhecido e bom como eles, mas para isso tinha que treinar e depois de arrumar uma das espadas no devido local, desloquei-me até ao local onde os autómatos eram guardados e programei um para me atacar. Eles eram feitos de madeira, com espadas de madeira, mas tinham força humana, como se isso fosse possível, mas era! Posicionei uma das outras espadas na minha mão direita e esperei pelo ataque do autómato que foi muito óbvio, tentando acertar-me no ombro e num ato de reflexo, elevei a espada na direcção da dele e depois das espadas se cruzarem comecei a fazer força para que a espada do autómato não se aproximasse de mim. Reparei que saiam lascas de madeira por causa da minha espada afiada, mas nada de muito preocupante para mim! Sorri e lembrei-me de um novo ataque, baixando a espada enquanto girava sobre mim próprio e com a força da volta, acertei na cabeça do autómato o que o fez cair. Aquele estava derrotado, pensava eu, mas quando me dirigia para ir buscar outro autómato ouvi um barulho e olhei de imediato para trás e vi o autómato aproximar-se e atacar-se e depois de uma reflexão rápida cheguei á conclusão que atirar-lhe a espada seria estúpido e ineficaz e, além de tudo, humilhante! Como estava ciente que o tempo para agir estava a ser esgotado decidi concentrar a minha força na mão direita, a que suportava a espada, e desferir um golpe profundo e com força. Apesar de a espada ser pesada era bastante acessível manuseá-la e por isso consegui que a espada fosse bem posicionada e acertasse no pescoço do autómato e assassinei-o, literalmente.

Sentia-me cansado, mas feliz ao mesmo tempo porque ter conseguido fazer algo de útil desta vez. Consegui fazer um ataque com 2 espadas, e duas defesas um pouco mal feitas mas vou ter tempo para as treinar mais tarde, penso eu! Desde que nenhuma guerra começasse entre os deuses, nada nos poderia acontecer e penso que não vai haver nada por agora… espero bem que não haja. Voltei para o chalé para tomar um novo banho mas desta vez frio, deuses, eles não se poupam com água quente! Soltei uma risada e aproveitei a água fria que por acaso até vinha bem agora que estava muito calor, e após o banho e vestir a roupa dirigi-me para o local onde eram servidas as refeições e tomei o meu pequeno-almoço enquanto falava com os meus amigos e com a Pandora! Tenho estado um pouco afastado dela estes dias, não sei porquê mas algo em mim diz que algo bom nos vai acontecer nos próximos dias, não faço é ideia do que seja!



100 X P + 10 Dracmas

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 50 .-.
Melinoe
Observação.:
Justificativa: Ótimo desenvolvimento.

avatar
Indefinidos

Idade : 22
Mensagens : 2

Ficha Campista/Divina
Level: 3
Mascote: Ovo [Indefinido]
Mochila:

Ver perfil do usuário http://themarauders.forumotion.com/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Damon R. Grint em Sab 1 Fev 2014 - 23:45


Lâmina do Pânico
Presente de Reclamação



Acordei com ânimo, afinal, eu tinha sido reclamado. Fobos era meu pai celestial, deus do medo. Eu ganhara três presentes de reclamação que eu gostei bastante; as Lentes Penetrantes, a Lâmina do Pânico, uma espada muito maneira e um Amuleto em forma de crânio de uma gralha. Mas eu decidira que testaria apenas minha Lâmina do Pânico, afinal, era uma espada e eu era muito bom com lâminas.
Corri para a arena e confesso que me perdi entre os campistas. Novamente estava muito cheio, na verdade, não sei o que estava dando nos campistas ultimamente. Geralmente só quem ficava na arena praticando eram os filhos de Ares, com suas espadas e escudos de bronze, e os filhos de Apolo com seus arcos e flechas, entre outros. Mas de uns tempos para cá estavam lá desde os filhos de Ares a filhos de Afrodite, o que era, consideravelmente, um milagre. Andei meio perdido, erguendo a cabeça, tentando encontrar alguém que eu me desse bem. 
  Desde o dia em que fui reclamado, venho percebendo muita coisa e uma coisa foi que a maioria das pessoas se afastou de mim, não sei o que acontece, mas parece que sentem medo, mas que tolice a minha, afinal, sou cria do deus do medo. Um dos únicos a continuar comigo fora Josh que, desde o início, tem me ajudado bastante em esgrima. Rodei no mesmo lugar com a espada negra pendida em minha cintura. Achei. Lá estava ele, o filho de Hermes, Josh, desferindo golpe na direita, esquerda, dando estocada em outro campista que esquivava e defendia dificilmente. Fiquei parado observando o duelo até que Josh deu com a espada no pulso do adversário que largou a espada e colocou a outra mão sobre o pulso e correu em direção à enfermaria. Recomecei a andar e fui em direção a Josh, sabendo que ele estava cansado demais para duelar novamente, porém não custava nada tentar.
  Assim que cheguei perto dele, Josh levantou a mão fazendo um sinal para eu parar. Pegou um odre com a outra e levou à boca. Seu rosto pingava de suor e sua respiração arfava. Levantou o rosto depois de acabar com o líquido do odre e me olhou. "Espera... Só... Um... Minuto..." Ele respirou fundo e pegou fôlego, depois ergueu uma das mãos para que eu o ajudasse a levantar. Na real, Josh era o único que eu considerava amigo naquele Acampamento, o único que estava comigo desde quando eu cheguei, que viu potencial em mim quando todos os outros nem ligaram. 
  Andamos em direção à enfermaria, ele dissera que precisava se recompor antes de treinar comigo. O treino anterior o fizera gastar muita energia, ele precisava de Ambrosia e Néctar. 
  "Como está no seu chalé?" Perguntou puxando assunto enquanto comia um cubo de Ambrosia. "Dizem que aquele chalé é bem..." Ele se perdeu nas palavras. Todos sabiam o que se dizia sobre o chalé de Fobos, mas ninguém era capaz de terminar a frase, somente os filhos de Fobos.
  "Aterrorizante?" Completei com um tom sombrio. Mesmo que eu não quisesse, quase sempre acontecia isso. Josh assentiu com a cabeça. 
 Ele se levantou num movimento brusco da cama da enfermaria. "Vamos, Damon, vamos treinar." Caminhamos para fora da enfermaria e chegamos na arena quando o sol já estava se pondo e a maioria dos campistas já haviam partido para seu chalé.
   Desembainhei minha espada. Era pequena e negra. Não sabia como aquilo serviria para deter os ataques de Josh, mas demos início ao treino. Ele veio para cima e desferiu um golpe. Defendi e ele pressionou sua lâmina contra a minha. Empurrei a espada para cima e ataquei por baixo, mas ele defendeu. Foi aterrorizante o modo como seus olhos se arregalaram e ele gritou. Observei a lâmina negra que crescia um pouco mais que dois centímetros. Josh respirou fundo e investiu contra minha espada. Por instantes ficamos ali, ele atacando e eu defendendo. O barulho das espadas se chocando uma contra a outra ecoou pela arena quando os campistas já haviam ido embora. Girei o corpo quando ele atacou pela esquerda e defendi com a espada. Ele desferiu um golpe na altura da minha bochecha e senti o corte arder. Resolvi que seria a hora de atacar e fui para cima. A cada ataque meu Josh parecia arregalar os olhos e gritar. Era aterrorizante até para mim. Decidi baixar a espada, mas assim que o fiz, Josh voltou ao normal e disse para continuarmos. Fui desferindo golpe até não dar mais no meu adversário e ele foi esquivando. A espada estava crescendo cada vez mais e ficando mais pesada. Josh investiu contra mim e eu desviei, contudo era tarde demais, a espada acertou meu braço e me feriu. Ardeu quando as gotas de suor pingaram, mas se um dia houvesse uma guerra, eu teria que suportar.
   Comecei a ficar sem fôlego e vi que já estava no momento de parar um pouco, mas Josh não tinha nenhum ferimento, isso não ficaria assim. Dei uma estocada e ele bloqueou. Desferi um golpe pela direita e ele bloqueou novamente. Eu precisava pensar, precisava pensar... Ataquei pela direita, mas quando ele foi defender, girei meu corpo junto com os braços e acertei com a espada em sua costela. Ele caiu gemendo no chão e seus gemidos começaram a se transformar em gritos. Meu adversário e amigo começou a apontar para o alto e soltou um grito esganiçado e fraco. "Fúrias! Benevolentes!" Com os olhos arregalados ele soltou a espada da mão e tentou correr, mas a única coisa que conseguiu foi ficar rastejando no mesmo lugar gritando várias vezes o nome dos monstros.
   "Acalme-se, Josh!" Disse para ele calmamente. "Não há nenhuma fúria aqui." Disse chegando perto com cuidado. Josh olhou arregalado e um momento depois caiu desmaiado. Foi difícil carregá-lo até a enfermaria sozinho, ainda mais com a espada que crescera tantos centímetros mais, porém consegui, afinal, eu que tinha causado aquele momento de pânico, nada mais justo que ajudá-lo a se recuperar.



100 X P + 10 Dracmas

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 50 .-.
Melinoe
Observação.:
Justificativa: Ótimo desenvolvimento, soube utilizar muito bem a arma.

avatar
Filhos de Fobos

Idade : 19
Mensagens : 9

Ficha Campista/Divina
Level: 8
Mascote: Criatura Metamorfoga
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Blake Schneewind Dewey em Sex 7 Fev 2014 - 17:25



Armas diversas
novatos, embora aparentem fraqueza, possuem mais habilidade do que o esperado

- Tem certeza de que quer fazer isso? – Perguntei a Nicolas, campista indeterminado e novo no acampamento. O rapaz andava a procura de qualquer pessoa que o ajudasse a praticar o combate com espadas, pois havia assistido alguns treinos e a ideia agora o fascinava. Tentei lhe dizer que não era nada demais, que – na verdade – só fazíamos aquilo para no futuro ter alguma esperança de sobreviver ao ataque de um monstro, mas o garoto não quis saber dos argumentos sensatos – Tudo bem, mas não venha chorar depois. – Retruquei, meio irritado e ao mesmo tempo impaciente. Também precisava praticar minha perícia com a espada e o escudo, justamente aqueles que meu pai havia me dado de presente. Usar o escudo com um novato seria injustiça, por isso havia pegado somente minha espada (Stygian). Nicolas, por sua vez, portava uma espada comum e um escudo semelhante, ambos os utensílios fornecidos pelo arsenal do Acampamento – Pronto? Pode começar. – Indiquei com um meneio de cabeça ao posicionar os pés ligeiramente afastados um do outro, o esquerdo mais a frente por ser minha base. Nervoso, o rapaz gesticulou bruscamente que havia entendido e começou a dar passos calculados em minha direção, cada qual mais atrapalhado do que o anterior, até que estava tão próximo que era óbvio que tinha de atacar ou ser atacado. Incitei-o com um sorriso torto, erguendo minha espada no mesmo instante em que o novato o fazia. Faíscas dançaram acima de nossas cabeças, algo mais do que instigante para qualquer combatente. Ainda com as espadas travadas, joguei o peso de minha lâmina para baixo até alcançar a guarda de couro da espada alheia e empreendi pressão no local. Tal como havia acontecido comigo em meu primeiro treino com espadas, a lâmina de Nicolas escapou de suas mãos e rodopiou alguns metros no ar antes de cair no gramado da arena. Era um golpe antigo, usado para o desarme – E esse escudo? É de enfeite? – Retruquei enquanto esperava que meu adversário recuperasse seu armamento.

Quando finalmente recompôs a postura, o novato tornou a erguer a espada em posição ofensiva e dessa vez não hesitou antes de investir. Seus olhos pareciam diferentes, mais vorazes. Recuei um passo para escapar da lâmina curva e rápida, impondo Stygian contra a próxima investida que chegou em maior velocidade do que o esperado. A crítica parecia ter despertado a raiva do garoto, o que atuava no momento como uma espécie de gatilho. Finalmente teria um combate digno. Joguei meu peso no braço da espada, mas somente por alguns segundos, depois desviei rapidamente para a direita antes de liberar a pressão e deixar que o novato perdesse o equilíbrio por uma curta fração de tempo. Arremeti contra Nicolas, a espada descendo na vertical em direção ao se ombro enquanto o mesmo ainda tentava voltar a posição inicial de ataque – Escudo! – Exclamei antes de tê-lo atingido, ainda em tempo de lembrar ao rapaz de que ele deveria tentar se defender. Mostrando não ser surdo, o novato interpôs o escudo contra o golpe que teria lhe resultado em um profundo rasgo na altura dos ombros. O aço do escudo ribombou com o toque do ferro estígio, mas resistiu bem ao impacto. Sem aguardar que eu recuasse, Nicolas aproveitou o fato de minha guarda estar aberta e tentou investir pelo flanco ao mesmo tempo em que recolhia o escudo mais para junto de si. Admito ter sido algo inteligente. Não tendo como me defender com a mão vazia, recuei dois passo para a direita e agachei, deixando para rolar no chão em busca de voltar à posição em que estava antes (dois passos à esquerda). Joguei a mão esquerda contra o escudo de Nicolas, parando-o onde o mesmo estava, e usei do apoio para descer a lâmina contra o rapaz. Mostrando ter bons reflexos de batalha, o novato empurrou-me para trás com sua própria espada, mas não pensou o bastante para adivinhar que eu lhe passaria uma rasteira. Jogar limpo não era algo comum no Acampamento, e tudo valia quando se tratando de um combate real contra monstros.

“Ei, isso não vale!” Nicolas reclamava ao cair com os quadris contra o chão, os lábios contorcidos em uma careta inconformada enquanto aprumava a espada na mão direita. Sorrindo, rolei os olhos e o chamei novamente com um aceno rápido – Vamos lá, você pediu por isso, e não ache que um monstro vai esperar que você se levante ou recupere a espada. – Disse enquanto aguardava, a guarda sempre levantada. Tão irritado, ou ainda mais, quanto antes, Nicolas ficou de pé e correu imediatamente em minha direção. Embora pouco pensados, os golpes eram duros e fortes, o bastante para me deixar arfando depois que desviei de dois e repeli outro com o uso da espada. Cansaria facilmente naquele ritmo, e provavelmente a ausência de um escudo levaria, hora ou outra, ao acaso de ser atingido. Era melhor acabar logo com a brincadeira. Ao desviar para a direita pela segunda fez, girei a espada que portava na mão direita e desferi um golpe na horizontal contra o flanco esquerdo (a esquerda dele) de meu oponente, deixando de acertá-lo ali graças ao escudo que surgiu para acabar com a brincadeira. Aço e ferro estígio soltaram faíscas, mas não parei por aí, invés disso arrastei a lâmina pelo escudo acima, fazendo assim com que Nicolas subisse a guarda. Sendo ainda um novato, o rapaz não dominava muito bem o uso de ambas as armas ao mesmo tempo, por isso seu golpe contra mim foi desajeitado e fácil de evitar quando passei a mão livre por sobre a lâmina e agarrei sua empunhadura. Em pouco tempo segurava o pulso de Nicolas, o qual apertei ferreamente até que o mesmo soltou um uivo de dor e soltou a espada. Abaixei rápido, deixando o escudo dele livre, e peguei a espada com a mão esquerda, indo rolar pelo chão para longe no momento em que tinha conseguido algo a mais com que lutar. Invés de manter-me a distância, investi o quanto antes e bati uma espada, a de Nicolas, contra seu escudo, usando a outra para passá-la na frente do pescoço do rapaz. Era um game over, obviamente. Antes que pudesse dizer algo, um símbolo arroxeado pairou sobre a cabeça do campista, girando e girando em forma de uma parreira – Filho de Dionísio. – Murmurei, estranhamente contente, ao abaixar ambas as espadas e deixar a comum aos pés de Nicolas – Bem-vindo ao Acampamento. – Disse enquanto girava Stygian entre os dedos e dava meia volta. Até que não havia sido um dia perdido por inteiro.



100X P + 10 Dracmas

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 50 .-.
Melinoe -
Obs:

Ótimo desenvolvimento.

avatar
Filhos de Hades

Idade : 19
Mensagens : 59

Ficha Campista/Divina
Level: 1
Mascote: Cavalo Carnívoro
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Logan K. Scheubaer em Sex 7 Fev 2014 - 18:33



Party On, Baby!!!

When the lights turned down, they don't know what they heard, strike the match, play it loud, giving love to the world, we'll be raising our hands, shining up to the sky, 'cause we got the fire ------------------------------------------------------------------------


Adentrei a arena sem nenhum armamento, pelo menos o que eu queria eu não tinha, porém provavelmente teria no arsenal caso nenhum outro campista tenha as pegado. Estava a tentar aprender lançamento de facas, sabia que seria difícil visto que nunca tinha tentado fazer isso e diríamos que minha mira não é lá essas coisas.

Alinhei dois bonecos na minha frente a uma curta distancia, mais dois a uma média e outros dois a uma longa. Trouxe do arsenal oito facas, elas possuíam dois gumes, o que seria melhor.

Levei meu pé esquerdo para frente apoiando-me ali, peguei uma faca e segurei o punho através da minha palma da mão aberta, já perto das juntas, fechei os dedos, pressionei levemente o punho com o polegar em busca deixar a arma em equilíbrio e não acabar por escapar das minhas mãos.

Dobrei meu pulso para trás do meu antebraço fazendo com que a faca ficasse ao lado de minha cabeça a uma distancia razoável. Movimentei meu antebraço para frente com certo impulso através do meu cotovelo e larguei a faca quando meu pulso já estava reto. A faca girou algumas vezes do ar e fincou-se no peito do boneco da esquerda. Sorri satisfeito com o resultado, porém logo o mesmo se desfez ao lembrar-me que era apenas uma distancia pequena e ainda tinha mais cinco bonecos para serem abatidos.

Peguei outra faca e segurei na ponta plana da arma com o dedo indicador e o polegar. Com o braço paralelo ao chão e o antebraço inclinado ao lado da minha cabeça com a faca em mão posicionei-me corretamente, com a perna esquerda sustentando-me. Arremessei a faca na direção do boneco da esquerda e a arma acertou em cheio sua cabeça. Ok, não foi em cheio, eu estava mirando seu peito outra vez, mas pelo menos acertei – Não? Ah ta, ok.

Os dois bonecos da frente desapareceram deixando à amostra os de trás. Refiz o mesmo processo com eles, só que por estarem em uma média distancia eu deixei de girar levemente o pulso para a faca não girar muito no ar e o atrito com o ar diminua a velocidade do objeto. Uma delas acertou a perna do boneco da esquerda e a outra acertou na barriga do direito.

Os da distancia média desapareceram dando lugar aos de longa, sabia que seria mais difícil – dã –, assim como sabia que iria erra provavelmente todas. Refiz as mesmas coisas que já tinha feito antes, porém dessa vez não inclinei o pulso, pois assim como na média distancia, à longa não poderia girar tanto assim. Errei a primeira faca e a mesma caiu distante de onde eu tinha mirado já a segunda acertou o meio da cabeça do boneco da direita – Não... Não estava mirando naquele lugar também – e a terceira acertou o peitoral do da esquerda.


~Amaury

90X P

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 40 .-.
Melinoe -
Obs:

Desenvolvimento fraco.

avatar
Filhos de Zeus

Idade : 23
Mensagens : 110

Ficha Campista/Divina
Level: 26
Mascote: Pégasus
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Gus Owens Pallas em Sab 22 Fev 2014 - 23:43

Arrastava os pés sorrateiramente na direção da arena, cansado. Certamente, o meu corpo pesava imensuravelmente devido às poucas horas de sono que havia passado na noite anterior. Não tinha dormido muito, nem perto disso e, por essa razão, portava por baixo dos olhos olheiras profundas e noturnas, o resultado das muitas horas acordado. Estava equipado com uma espada de bronze e um escudo do mesmo material. De certo modo, aquele seria mais um treino comum dentre todos. Semicerrei os olhos, tentando manter as pálpebras abertas pelo menos até os portões da imensa arena.

Conforme eu caminhava, o sono tomava conta dos meus pensamentos e a tentação de cair duro no solo e dormir se revigorava a cada momento, aumentando. Depois de alguns minutos caminhando em passos lentos na direção da estrutura almejada, arqueei as sobrancelhas e pude, com os próprios olhos, analisar as grandes paredes de concreto que circulavam o solo interior. Fleti os joelhos e inverti em uma corrida na direção dos portões nada camuflados, fungando o ar gélido que se batia contra a minha face de acordo com a velocidade. Estava prestes a pegar uma gripe.

Quando cheguei à frente dos portões, ergui os punhos e os empurrei com uma força maleável, adentrando a arena e, consequentemente, deslizando os pés para a sua lateral esquerda, sonolento. Não tinha um princípio comumente aceito na minha mente para aquela manhã; a preguiçava tomava conta de mim a cada segundo e o sono se expandia por todo o meu corpo, fazendo-o ficar amolecido. Porém, algo havia chamado a minha atenção. Um homem de pele alva e cabelo crespo estava há poucos metros de mim, rodopiando uma espada de prata e me encarando. Quando eu ia me recostar na parede, o vi vindo em minha direção e, quando menos esperei que ele fosse me atacar devido à rapidez, recebi um corte superficial na região do tórax, escorando-me na parede devido à dor.

Não sabia o que tinha feito para o rapaz, mas se eu quisesse sair daquele local naquele dia, tinha que acabar com ele o quanto antes. Ergui-me do solo num solavanco e desvencilhei o corpo para o lado em um ritmo difícil de ser acompanhado, deixando os olhos do menino fitando o nada. Em vez de investir em um ataque nas costas dele, ativei o escudo, que se revelou numa pressão incrível, fixando os pés no solo e me focando apenas nas curvas do garoto. Flexionei os joelhos e desestabilizei os dedos das regiões que os suportavam, percorrendo um pequeno trajeto na direção do menino, investindo num corte superficial contra seu ombro direito verticalmente, acertando-o em cheio.

Contudo, antes que eu pudesse introduzir outro ataque em virtude de retirar o equilíbrio do menino, fui acertado pela lâmina de sua espada em conseguinte, bambeando as pernas e caindo no chão, não suportando o desequilíbrio proporcionado. Ao invés de me render e deixar o garoto sair com a vitória, rolei o corpo para o lado e o deixei mirar o chão com os olhos, me erguendo num salto e, rapidamente, girando o corpo até as costas do garoto, onde, em um movimento, cortei o ar com o cabo da espada e arranquei boa parte de sua pele das costas devido à força que tinha utilizado no ataque. Certamente, o menino não havia como se defender, apenas se ele tivesse um olho na nuca e, como estava sem um instrumento de defesa – um escudo, no caso, não tinha nenhuma oportunidade de não ser alvo do corte. Antes mesmo que eu pudesse ver o menino se contorcendo, já o notei debruçado no chão, permitindo que a espada saísse da base do seu palmo e ficasse jogada no solo. Formulei um sorriso superior, esquadrinhando a imagem do menino antes de dar de ombros e voltar para o chalé, à procura de medicamentos quanto ao corte no tórax. O erro dele havia sido mexer com a pessoa errada.


90X P

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 40 .-.
Ares -
Obs:

Gostei do treino, mas não me impressionou o bastante, dá pra melhorar, encha linguiça, tente o máximo.

avatar
Filhos de Poseidon

Idade : 20
Mensagens : 23

Ficha Campista/Divina
Level: 17
Mascote: Hipocampo
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Minseo H. Kim em Qua 5 Mar 2014 - 6:00

Prole de Hades


Eu não conseguia dormir nessa madrugada, havia uma estranha sensação de frio dentro de mim que precisava ser posto para fora. Levantei-me da minha cama e pude ver que muitos irmãos meus estavam dormindo, alguns poderiam estar andando em outros lugares com seus respectivos amores.
Dei passos lentos e leves em direção a porta do meu chalé com o medo de não ser “pega no flagra”. Quando saí do meu chalé, andei em qualquer direção, a fim de espairecer minha mente e saber o que ocorria em meu coração, mas logo me deparei em uma enorme clareira no qual, ironicamente, havia algumas pessoas a lutando, talvez com a mesma sensação do que eu, de que algo de ruim estava se aproximando.
Passei a olhar por um bom tempo as poucas pessoas que mesmo com o frio congelante da madrugada, e a escuridão, não pareciam abalados e tentavam ao máximo melhorarem suas técnicas de luta.
- E ai filha de Ares. – Apareceu ao meu lado um garoto, alto, sua pele era branca e seu olhar era vazio, o garoto não demonstrava nenhum tipo de felicidade, apenas tédio, que logo pude perceber ser um filho de Hades
- E ai, quer ir? – Perguntei. O garoto logo mexeu em seus enormes e belos cabelos negros e sorriu para mim. Entendi isso como um sim, e então fomos em direção às armas e os escudos. – E então, o que faz acordado a esse horário?
- A mesma coisa que você. – Ele respondeu enquanto colocava o escudo em seu tronco.
Eu não gostava de armaduras, embora elas fossem necessárias, elas apertavam seu corpo e faz você respirar dificilmente, porem era algo obrigatório, algo que protegia todos nós de um possível ataque crítico. Nossos treinos não eram coisas tão sérias, mas poderia nos deixar imobilizados em qualquer ponto. Coloquei a armadura em meu corpo e pedi para o garoto amarrar para mim, após isso, procuramos uma arma branca que pudesse nos agradar e fomos em direção ao centro da clareira de treinos.
Me posicionei e fiquei um bom tempo fiquei a encarar seu rosto e relembrando detalhes de que poderiam ou não ser feitos nessa luta. Mesmo eu não sendo uma filha de Atena, eu tenho que pensar diante dessas situações ou serei espetinho de cria de Hades.
O filho de Hades logo se aproximou com rapidez e eu empunhei minha espada para me defender do garoto, nossas armas se tocaram e um enorme som de metal se tocando pode soar pela clareira. Eu rapidamente trouxe o escudo próximo ao meu tronco e girei para ao lado do filho de Hades, com um instinto, rapidamente fiz um pequeno corte em sua perna. Sua espada atravessou o vento e cortou uma pequena parte do meu cabelo.
O garoto de cabelos negros se virou em direção a mim e eu novamente levantei minha espada para a minha defesa, nossas espadas se tocaram novamente e o garoto fez questão de me empurrar até uma árvore próxima da clareira.  Após isso, ele se afastou mancando de mim, aparentemente a minha espada, assim como inúmeras, trazia um leve veneno que imobiliza uma parte do corpo do oponente. Acertei em cheio, já que filhos de Hades têm tendências a serem mais ágeis durante a noite. Ofeguei durante um sorriso de lado e me levantei, esperando ele se posicionar. Ele deixou seu escudo de lado, e eu também  joguei o meu no chão. A paciência dele havia ido embora com só um ataque, e agora eu sabia que a festa iria começar. Pude o ouvir soltar um pequeno gemido de dor, e assim eu corri em direção a ele, com um sorriso no rosto e a espada levantada em minhas mãos, seus futuros golpes pareciam tão previsíveis que eu pude rir durante a corrida, nossas espadas se tocaram e o som pode ser ouvido novamente, eu fiz questão de girar minha espada, fazendo a espada do filho de Hades escorregar, assim eu pude chutá-lo em seu abdômen, no qual fez ele se afastar e cair.
Porém, em uma rapidez emocionante, a cria de Hades puxou meus pés, fazendo eu também cair no chão. Seu corpo logo estava acima do meu, aproximando sua espada em meu pescoço, mas fui ágil e coloquei a minha espada sobre a sua e o empurrei. Com um pulo eu consegui me levantar, e a espada do oponente já estava em meu rosto, cortando minha bochecha e comisso, soltei um pequeno gemido de dor, a raiva me dominou.
Com um giro de noventa graus, abaixei meu corpo e desferi um golpe em sua cintura, mas isso não o feriu ou abalou.  O garoto girou e me prendeu pelas costas, sua espada estava em minha bochecha, e seus braços me prendiam pelo pescoço, dificultando minha respiração.
- Merda. – Sussurrei de forma rouca enquanto o garoto ria próximo ao meu ouvido esquerdo.
- Nunca tente lutar com um filho de Hades á noite.
Minhas mãos suavemente foram aos braços fortes do garoto, curvei lentamente meu corpo para trás para criar impulso, e depois curvei pela frente, fazendo o garoto novamente cair no chão e perder sua espada. Aproximei-me da prole de Hades com minha espada ao seu rosto e com uma risada que cortava toda a clareira.
- Nunca tente lutar com uma filha de Ares. – E desferi um corte em sua bochecha como vingança.
Joguei minha arma branca ao chão e fui em direção dos chalés, mas um estranho pressentimento de perigo me seguiu.  O menino iria me atacar pelas costas.
Em um rápido movimento, eu pratiquei o hapkido brasileiro, no qual minhas pernas se levantavam e meu pé chuta o pescoço, mas eu fiz questão de chutar suas mãos que segurava a espada que eu tinha jogado ao chão, o fazendo voar e cair novamente bem longe de nós. Eu abri um doce sorriso e toquei minha mão em seu braço.
- Venha, vamos nos cuidar se não minha bochecha vai ficar com uma cicatriz horrível e então eu vou realmente matar você.


Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics


85X P

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 35 .-.
Ares -
Obs:

Acho que faltou um pouco de seriedade, algumas palavras foram desnecessárias, e isso poderia complementar um pouco mais a narração.

avatar
Indefinidos

Idade : 22
Mensagens : 9

Ficha Campista/Divina
Level: 3
Mascote: Ovo [Indefinido]
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Gus Owens Pallas em Qui 6 Mar 2014 - 21:48

O cansaço percorria todo o meu corpo, me cedendo uma sensação nostálgica de estar em pé àquela hora da manhã. Os fortes raios do astro rei se dividiam por entre os galhos das árvores e suas devidas folhas secas, refletindo nas pequenas caras dentro do pequeno campo de treinamentos do Acampamento. Estava errado iniciar os treinos àquela hora e minha percepção gritava por todos os pensamentos, pedindo por descanso. Já não podia me concentrar totalmente nos combates à minha volta e tudo parecia uma perfeita ilusão.

Havia acordado cedo, sem muito vestígio, aliás. A sede por querer derrotar alguém, muito embora fosse errado, planava por dentro de mim e revestia-se numa camada fina, quase que indestrutível, para que eu continuasse ali, parado, esperando por um indivíduo que me levasse a lutar. O suor deslizando por toda a extensão corporal dos campistas presentes me deixava com nojo, querendo ir embora, mas precisava treinar mais um pouco e alcançar o tão cobiçado lugar que queria almejar. 

Quando enfim o sol se cansou de radiar e os seus raios finalmente se ocultaram, uma imensa nuvem negra expandiu-se por cima da área de treinamentos. Recolhi a espada de bronze traga comigo e desativei o escudo suportado nos encaixes dos dedos, me desencostando da parede do local, prestes a sair. Mas era sempre nessas horas que o perigo – que nunca deixara de ser o vizinho da casa ao lado, como uma caixinha de surpresas, brotava em nossa frente, nos impedindo. E assim aconteceu quando tentei transpassar uma das entradas. Um homem de pele morena e um machado brusco se fixou em minha frente, rodando a arma e demonstrando uma perícia incrível. Já não era mais a hora de sair; era hora para vencer.

Retrocedi alguns passos sorrateiramente, como um campista que não queria perder a vida nem tão cedo, ativando o escudo lentamente, mesmo que o objeto emanasse uma pressão imensa e me levasse a perder um pouco do equilíbrio. Não podia ser que na hora de ir embora um provável filho de Hefesto me aparecesse das cinzas. Conforme eu retrocedia em passos lentos e míseros, o homem se aproximava com cautela, ainda rodopiando a imensa arma carregada pelo palmo gigantesco.

Foi em uma investida que, em questão de segundos, rompi a minha impraticável neutralidade e desencadeei os pés do solo em que tinha passado a me fixar, avançando numa fúria quase que inabalável. Quase, pois, quando cheguei mais perto da figura do homem – quase que invisível a olho nu, apenas pude ouvir o estalar do machado em minha face e minha silhueta rodopiar a alguns centímetros do chão, para trás, decaindo os ombros e, por fim, no ataque, caindo de brusco, sem muita coisa a fazer.

Levantei-me com certa dificuldade e perpassei os dedos indicadores na bochecha ferida, que ardia sucessivamente, calculando as digitais com vestígios de sangue e muitos farrapos. Um sorriso cândido e, por vezes, malicioso, formou-se em meus lábios e se desvaneceu depois de alguns segundos. Ele não devia ter feito aquilo. Eu com certeza podia suspeitar que ele estivesse ali não para treinar, mas sim para matar-me. A esta altura do campeonato, a área de treinamentos havia sido totalmente evacuada – em resultado ao tempo do Acampamento, o que me deixava com mais medo ainda. Tinha que me safar da silhueta do homem e partir para o chalé o mais rápido possível.

Aliás, não podia ficar por todo o tempo apenas na defensiva. Serpenteei os pés no solo e num estocar de espada quando finalmente pude avançar mais um pouco – contaria três passos, o objeto pontudo foi de encontro ao tórax do moreno e o feriu gradativamente, perfurando apenas a grande e firme armadura que ele carregava por cima dos ombros. Após isso, rodopiei o corpo para o lado num giro de 360º e confisquei os ombros do garoto que estavam prestes a recair, me fixando em suas costas no final do ato. 

Ao notar sua proximidade com o pescoço para tentar me atingir, ginguei o corpanzil para o lado num solavanco e ergui o escudo de bronze, que se debateu contra o ápice da arma dele e lhe cedeu uma pressão, fazendo-o desequilibrar-se. Comprimi os lábios, saltitando desorganizadamente até o lado oposto ao que o menino havia me atacado, na intenção de confundir seus sentidos apurados e deixá-lo tonto. Aquela sim era a hora. A hora de finalizar ele com toda a minha força e bravura, mas claro que tinha de fazer minhas oferendas depois de, provavelmente, finalizá-lo. Não havia dúvidas que Poseidon estava ali.

Deixei o escudo retido um pouco atrás da região intercostal e finquei os dentes no lábio inferior, descendo a lâmina da espada desde o ápice da cabeça do moreno até a sua região torácica. Diagonalmente, rasguei o ar com o cabo suspenso do armamento que, em segundos, cravou-se nas costas do menino, cortejando-o em dois pedaços ao seu lado. Estava recolhido quanto ao que tinha feito e sabia que aquilo se devia ter feito. Moldei um sorriso juvenil entre os lábios – que se estendeu de orelha à orelha, jogando os armamentos – tanto o escudo, quanto a espada, sobre o corpo do garoto debruçado no chão, correndo para o chalé apressadamente. Eis a consequência de se mexer com um filho de Poseidon.


100X P + 10 Dracmas

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 25 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 45 .-.
Ares -
Obs:

Melhorou em relação ao último, mas não será sempre assim.

avatar
Filhos de Poseidon

Idade : 20
Mensagens : 23

Ficha Campista/Divina
Level: 17
Mascote: Hipocampo
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Gus Owens Pallas em Sex 7 Mar 2014 - 20:55

O peso corporal sustentado desde os ombros até o ápice das pontas dos pés encontrava-se relativo, e não era novidade que eu já estava acostumado com isso. A dor sentida em todas as minhas caminhadas na direção da arena se elevava a cada treino em que eu participava. Talvez o desgaste concebido pelos treinos realmente surtissem um longo período de efeito, que me deixava, automaticamente, depressivo e dolorido. Com um machado laminoso carregado nos encaixes do palmo esquerdo e perpassando a mão direita para lá e cá de acordo com o andar da silhueta, rapidamente avistei a incrível arena, deixando um sorriso cândido se formar nos lábios em questão de segundos.

Deveria criar novas expectativas e treinar com novas armas; as espadas e os escudos estavam me deixando cada dia mais tonto e com menos vontade de emoldurar um novo nível para mim. Talvez as minhas metas já estivessem esguias e totalmente em desgaste devido à falta de providência com outros armamentos. Mas seria o que os Deuses quisessem, não optaria por interferir em nada que eu não soubesse manusear como uma pessoa exímia. Adentrei a arena em questão de minutos, rodopiando o cabo da espada na lateral do corpo e fitando as faces contemporâneas e angelicais presentes no local, desatento.

Minha face, depois de contemplar a arena aglomerada de criaturas e campistas, dissipou-se em um semblante nada muito agradável – de poucos amigos. Simplesmente não me dava gosto treinar com muitas pessoas me rodeando. Imaginava-me perdendo para um campista qualquer, meus olhos se enchendo de lágrimas e minhas bochechas transbordando rubor. Seria desprezível. Bailei o corpo por dentro das silhuetas dos campistas para o centro da arena, driblando os armamentos inusitadamente e acabando por me fixar na sua extremidade esquerda, ofegante.

Meu único objetivo agora era achar alguma espécie de máquina que podia servir como vítima. Meu palmo que suportava o machado ardia pela camada de couro que o cobria, coçando os dedos anelares pregados a ele. Não demorei sequer dois minutos para me deparar com um boneco, aparentemente feito de palha e sustentado por um cabo de madeira qualquer recolocado com sutileza no solo, esboçando um sorriso malicioso no cantil dos lábios. Arqueei as sobrancelhas como um último ato antes de começar a desvanecer o material em minha frente, erguendo o machado no ar e desferindo o primeiro golpe contra a cabeça do boneco, que permaneceu estável.

Dei um passo para o lado e deslizei os pés ressoados pelo solo, efetuando um giro de 360º graus e atingindo as costas do boneco. Em conseguinte, fleti os joelhos e curvei as costas quase que quebráveis para frente, descendo o machado diagonalmente contra um dos ombros do provável, espécime de espantalho. Reter o machado àquela altura seria imprudente quanto ao treinamento, deveria acabar com aquele amontoado de palha formulado num corpo humano o mais rápido possível. Ergui o machado na altura da cabeça e rasguei o ar verticalmente, atingindo o tórax do oponente imóvel bruscamente.

Vi o boneco bambear para trás e surtir com uma perca de palha mais uma vez, desferindo um golpe diagonal ao flexionar os joelhos e ajustar a postura – para ereta, contra seus pés e fazendo-o perdê-los em apenas um ataque com a pedra forjada na ponta do armamento. Ajustei os cordéis que prendiam o pedregulho junto ao cabo de madeira, crispando os lábios. De certo modo, acabar com aquele boneco estava parecendo ser impossível e evitável, como se estivesse ali apenas para enfeite. Debrucei o corpo sobre o solo e, num ato propulsor e intangível, parti o menino de palha ao meio com o auxílio do pedregulho mediano sustentado por cima do cabo – que, juntos, formavam um machado, cortejando-o ao meio devido à força proporcionada, arfante.

Sabia que aquela era uma nova experiência para mim e que mais metas viriam pela frente, por isso estava a propelir novos hábitos com novas armas, simplesmente para manter-me seguro quanto ao restante dos campistas. Formulei uma finta no contorno do boneco de palha e,  num último ato, ergui o machado no ápice da sua cabeça – que a este ponto encontrava-se esquartejada, quebrando-a em duas partes e fazendo a palha se afastar para todos os lados em volta de mim, deliberando o mesmo sorriso malicioso de outrora. Percebendo, então, que o boneco estava totalmente esfarrapado e uma variedade intensa de gotículas de suor expandia-se por todo meu corpo, franzi o cenho e larguei o machado ali, caminhando em direção ao chalé em busca de alimentos e banho.


95X P

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 20 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 45 .-.
Ares
Obs:

Faça com um table mais longo, tem ótimos por ai, coloque mais detalhes de seu treino, seu treino foi bom, mas está ao mesmo nível dos outros dois que avaliei, e a cada vez que você fazer mais do mesmo jeito, mas as notas irão abaixar, então evolua.

avatar
Filhos de Poseidon

Idade : 20
Mensagens : 23

Ficha Campista/Divina
Level: 17
Mascote: Hipocampo
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Susan Jones em Sab 8 Mar 2014 - 15:09


Treinamento de armas diversas
"Você é uma semideusa". Essa frase ainda ecoava em minha mente. Eu? Uma semideusa? Só podia haver algo errado. Eu era apenas uma idiota com dislexia e TDAH com um rostinho bonito. Mas como se discute com um garoto bode? Deixei que ele me levasse para o acampamento, pois até meu pai queria isso. Eu cheguei lá logo após o fim de uma guerra, então o acampamento não estava em suas melhores condições. Não sabia de qual deus eu era filha, mas sabia que era de alguma mulher. Não tinha a menor noção sobre mitologia grega, então não tinha suspeitas. Fui colocada no chalé de Hermes que estava lotado de gente. Assim que entrei, todos olharam para mim, podia jurar que alguns garotos estavam babando. Vou deixar claro que não me acho tão bonita assim, mas eu costumo causar esse efeito nas pessoas. De qualquer modo, Bob, o garoto bode que me trouxe para cá (nome estranho para um bode, não acha?), me aconselhou a treinar assim que chegasse no Acampamento, e foi o que fui fazer. Não sabia usar nenhum tipo de arma, mas pensei em treinar com espadas, uma das únicas armas que conhecia. Desse modo, fui para arena de treinamento de armas diversas, que Bob havia me mostrado no dia que cheguei. Assim que cheguei lá, pude ver alguns campistas treinando, eles lançavam lanças contra seus alvos acertando na cabeça ou no coração, vi outro decepando um boneco com uma espada e outro esmagando seu alvo com correntes. Isso me intimidou um pouco. Eu nunca chegaria aos pés deles. Eu estava no lugar errado. O garoto bode trouxe a garota errada. -Algum problema, florzinha?- ouvi alguém dizer atrás de mim. Virei-me e pude ver um garoto alto com cabelos louros, seus olhos eram verdes e ele estava sorrindo. Ótimo, por que isso sempre acontece? - Tem sim, fui sequestrada por um garoto bode chamado Bob. Ele disse que eu era uma semideusa e que tinha que ir para o Acampamento Meio-Sangue e treinar. Mas não sou uma semideusa! Não sei nem virar cambalhota, quanto mais lutar! - soltei tudo de uma vez, e para alguém que nem conhecia. O garoto riu. - Não esperava ouvir isso. - disse - Mas tudo bem, isso é comum no começo. Quero dizer, sentir-se deslocada. Mas você vai ver que com o tempo você vai se encontrar. - continuou. - Hum, obrigada. Mas deve ser fácil para você falar. - Disse. - Então vamos tornar fácil para você também. Meu nome é Liam. - disse estendendo a mão. Olhei para ele com uma cara séria, tentando decifrar sua expressão. - Susan. - respondi apertando sua mão.  - Bom, Susan, quer que eu te ajude a treinar? - disse andando na direção do local onde estavam as armas. Ele estava sendo legal por que ele é assim ou para me conquistar? Torcia pela primeira opção. De novo, não gosto disso, eu só quero um amigo de verdade, pelo que sou e não pela minha aparência.

Segui-o até onde as armas estavam. Ele começou a me fazer uma pergunta, acho que era algo sobre qual arma queria usar, mas o ignorei e peguei uma das espadas. - Ok, então. - disse ele. Fomos em direção a um boneco de palha de tamanho real. - Conhece algum golpe? - perguntou ele. - Não - respondi. Dã. Ele se levantou e me mostrou um golpe com sua espada e depois disse para eu fazer igual. Por que estava me ajudando? Queria algo em troca? Não, o que ele iria querer? Isso nem fazia sentido. Meio desconfiada, imitei o golpe com a espada, descrevendo um arco no ar e acertando o tórax do boneco. Ou pelo menos essa era a ideia, porque a espada escapou de minha mão antes que atingisse o alvo. Ouvi Liam rir atrás de mim, virei-me e lancei-lhe um olhar sério. - Está aqui para me ajudar ou para rir de mim? - perguntei - Desculpa, Susan. Só tente segurar a espada com mais força, ok? - ele respondeu. Virei-me de frente para o boneco e repeti o golpe, dessa vez segurando a espada com mais força. A lâmina atingiu o lugar desejado e fez um rasgo no local. Sorri. - Muito bom, faça isso no outro lado agora. - ouvi Liam dizer. Levantei a espada e tracei outro arco no ar em direção ao lado direito do boneco. A espada passou de raspão nele, por pouco não erro o golpe. Tentei o golpe novamente, dessa vez a lâmina da espada acertou o alvo. - Está indo bem. Tente um golpe direto no abdômen. - aconselhou Liam. Fiz o que ele disse, mas acho que não usei força o suficiente e lâmina perfurou apenas alguns centímetros no boneco e depois virou para a direita, torcendo meu pulso. Eu soltei a lâmina e ouvi risos vindo atrás de mim novamente. - Olha, eu agradeço sua boa vontade de me ajudar, mas se for para ficar rindo de mim, você pode ir embora fazer algo útil. - disse com raiva. - Foi mal de novo, Susan, mas como você conseguiu fazer isso? - ele respondeu. Fuzilei-o com o olhar. - Ok, desculpa. Vamos vol... - ele começou a dizer, mas o interrompi. - Não, eu posso fazer isso sozinha. - disse. Ele ia protestar, mas o interrompi novamente. - Vai embora, Liam. Obrigada pela ajuda. - disse. Ele não protestou nem fez nada, apenas saiu e foi embora. Estranho.
Peguei a espada e tentei o golpe novamente, mas com mais força. Dessa vez, a lâmina perfurou o boneco até mais da metade. Sorri fazendo força para soltar a espada. Tentei um ataque no braço do boneco, pensei em arrancá-lo. A espada atingiu o braço, mas não o arrancou. Eu posso fazer isso. Tentei novamente e o braço do boneco ficou pendurado por alguns fios apenas. Segurei o braço com a mão e puxei com força, arrancando-o do corpo. – Nunca pensei que faria isso. – disse para mim mesma jogando o braço do boneco. Preparei-me para atacá-lo novamente. Não sabia exatamente o que fazer, só queria furá-lo todo. Levantei a espada acima de minha cabeça, então comecei a abaixá-la formando um arco de cima para baixo. A lâmina atingiu o tronco do boneco de palha, rasgando-o desde o peito até mais ou menos o umbigo. Investi em um ataque lateral, furando onde deveriam estar suas costelas. Então enfiei a espada em sua coxa. Puxei a espada e olhei para o boneco, se ele fosse real, estaria morto. Mas ele não era real, era de palha, e nem podia se defender. Mas o que eu estava esperando de mim? Era a primeira vez que tocava em uma espada na vida. Sabia que para danos em pessoas reais, precisaria ser bem mais rápida, mas estava orgulhosa do que fiz.  Mas ainda não estava satisfeita. Faltava uma coisa, apenas mais um único golpe. Segurei a espada com firmeza, o boneco tinha mais ou menos meu tamanho, então não seria muito difícil. Levantei a espada e comecei a movê-la da direita para a esquerda, mirando o pescoço do boneco. Usei toda força que tinha, não sabia se era difícil arrancar a cabeça de um boneco. A lâmina rasgou o tecido do pescoço revelando a palha que tinha dentro, fazendo a cabeça do alvo cair. Eu tinha conseguido. Não segurei um sorriso. Talvez fosse pouco, e era só um boneco, mas talvez, com mais treinos, poderia me revelar muito boa com espadas. Um pensamento irônico veio à minha mente: Será que o Liam riria disso?

Legenda: minha narração; minhas falas; meus pensamentos; falas dos outros



95X P

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 20 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 45 .-.
Ares
Obs:

Gostei do treino, lendo percebi que você é boa, mas poderia melhorar, e eu quero saber se pode fazer isso, por isso não lhe dei 100.

avatar
Filhos de Afrodite

Idade : 20
Mensagens : 2

Ficha Campista/Divina
Level: 2
Mascote: Pomba
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Brooke Lefevre Bradshaw em Sab 8 Mar 2014 - 19:56


Já estava acordada a algumas horas, e havia perdido poucos minutos do meu dia arrumando as coisas que eu mantinha no Chalé de Hermes. Já estava um pouco mais acostumada a essa nova vida e quase conseguia me habituar ao Chalé, mas por algum motivo eu tinha certeza que aquela nunca seria a minha casa. A parte complicada era que, além de mim, todos estavam curiosos com o nome do meu progenitor divino, e aparentemente eu era a única que evitava especular a esse respeito.

Caminhei até a arena para o treinamento de Armas Diversas, eu não tinha certeza do que ia fazer por ali já que nunca segurei nenhuma arma na mão, fora aquelas em que eu usei nos treinamentos anteriores, mas até agora haviam sido apenas armas para uso a distância como Arcos e Lanças. O instrutor estava posicionado com todos os Campistas em um círculo ao redor da Arena, no centro podia-se observar vários bonecos de palha em tamanho real, alguns pendurados e outros postos de pé no chão. Alvos estavam desenhados em seu tórax e cabeça, indicando onde deveríamos acertar para conseguir parar um alvo, pelo menos foi o que eu imaginei ao ver aquilo. As instruções foram curtas e extremamente claras, nós deveríamos nos posicionar na linha de tiro, indicada a dois metros da beirada da Arena circular. Alguns bonecos estariam próximos de nós e outros a uma distância de até oito metros. Nossa função era lançar facas e acertar os bonecos, era necessário que a lâmina ficasse vincada nos alvos, e que fossem certeiras pois não adiantaria acertar outras partes dos bonecos. Eram três filas de campistas, cada campista atirava três facas e voltava para o fim da fila, e isso se repetiria enquanto houvesse tempo hábil de treinamento, o que nos daria tempo para descansar e respirar entre um treino e outro com as facas. Observei os movimentos que o instrutor fez quando as três filas já estavam formadas, aguardando para o início do treinamento. Parecia fácil, mas como sempre eu só ia descobrir isso quando chegasse a minha vez de atirar.

A fila começou a andar lentamente, eu ouvia os baques das facas fincadas nos alvos, Campistas Veteranos praticamente sempre acertavam os alvos, era fácil observar seus movimentos, eu tentava ver como eles se colocavam e moviam os braços e pernas, o que me ensinava pouco a pouco a eficácia de cada modo de tiro. Quando os três haviam atirado suas facas o instrutor andava pelo meio da arena removendo-as, e quando ele saia era a indicação de que o próximo trio começasse. Não demorou muito para que fosse minha vez, eu havia recebido as três facas e, antes de segurá-las, limpado bem as mãos na calça jeans para remover qualquer resquício de suor.

Estudei alguns alvos por um longo instante até finalmente escolher o meu, virei o corpo de lado, posicionando o pé direito atrás do esquerdo. Segurei a faca a ser lançada pela lâmina com a mão direita, segurando-o erguida acima do ombro e quando impulsionei a perna esquerda para a frente e girei o braço, soltei a faca um instante antes porque ela passou por cima da cabeça do meu alvo e acabou fincada na grama metros depois. — Mas que droga. — Praguejei enquanto tentava me concentrar outra vez na minha tarefa. Alonguei o pescoço enquanto pegava a segunda faca na mão, da mesma maneira que a primeira, segurando-a pela lâmina com o cuidado de não deixar que o fio cortasse minha pele. Me posicionei de novo atrás da linha de tiro, soltando um longo suspiro na intenção de me concentrar novamente e relaxar os ombros para o novo arremesso. Olhei os alvos a minha frente, desviando a atenção daqueles que já estavam com facas fincadas, resultado dos tiros dos meus colegas, e encontrei um que me chamou a atenção, colocado um pouco mais atrás do meu primeiro alvo, decidi acerta-lo no abdômen, mirando onde eu sabia que ele estaria por baixo da pintura do alvo vermelho e branco. Me movi, como no tiro anterior, colocando-me de lado e posicionando a perna direita para trás, ergui o braço que segurava a lâmina acima da cabeça, e em um giro impulsionado pelo movimento da minha perna, eu movi o braço até que ficasse em um ângulo pouco menor que noventa graus, considerando-o aberto entre mina cabeça e o meu braço estendido. Nesse momento soltei a faca, que seguiu sua trajetória reta até o meu alvo, acertando-o. Eu tombei a cabeça de lado, satisfeita em partes, eu havia acertado o alvo e fincado a lâmina nele, porem não no local onde eu tinha mirado e sim no ponto que representava a a região do peitoral, provavelmente eu teria acertado a primeira costela costela se fosse uma pessoa. — Falta uma. — Dessa vez eu falava um pouco mais confiante, apesar de saber que meu tiro podia ter sido pura sorte e que eu ainda precisava de muito treino para conseguir ser boa como os outros campistas. Passei a última faca para a mão direita, movendo meu corpo exatamente como a posição anterior e me concentrando no próximo alvo, era um dos poucos alvos da frente que ainda não havia sido atingido por facas, provavelmente porque estava a três metros do chão, pendurado por uma única corda como em um estrangulamento. Refiz todos os movimentos anteriores, mudando apenas o angulo de tiro, dessa vez soltei a faca quando meu braço estava estendido de forma inclinada, perpendicular ao meu queixo erguido, já que eu fitava o boneco no ar. O tiro saiu com força, e eu já sentia certa dor no ombro, uma queimação leve dada pelo esforço. A faca outra vez não acertou o alvo em um lugar inesperado, mas o importante é que ficou vincado, dessa vez na beirada do alvo, quase passando direto por ele.

Eu ria sozinha enquanto tomava meu lugar no fim da fila, observei enquanto o instrutor recolhia as facas e murmurava sozinho, provavelmente praguejando, por ter que tirar a faca do alvo no ar. "Pelo menos eu acertei, agora eu preciso muito melhorar essa minha mira míope." Os pensamentos iam e vinham pela minha mente, tentando listar as melhorias que eu tinha de fazer antes de finalmente ficar boa com as facas, e enfim mudar de arma ou de tipo de treino com a mesma arma. Fiquei na fila, aguardando ansiosa passo a passo, enquanto outros iam saindo da linha de tiro.


[...]

Quando o treino finalmente terminou o instrutor nos parabenizou pelo desempenho de todos. Eu sabia que eu ainda tinha muito o que melhorar, em cada tentativa com as três facas eu errava pelo menos uma e cheguei a errar todas elas. Minha mira ainda era um terror, eu não fui capaz de acertar o alvo planejado em nenhuma das vezes, apesar de passar bem perto em algumas. — Acho que preciso de um suco de amora, urgentemente. — Falei para a campista que estava ao meu lado, eu não fazia ideia do nome dela mas assim que dei a ideia ela segurou meu pulso e me puxou, provavelmente para partilhar comigo alguma conversa divertida e um suco no jantar.



90X P

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 20 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 40 .-.
Ares
Obs:

Pode fazer melhores treinos do que esse.

avatar
Filhos de Afrodite

Idade : 20
Mensagens : 37

Ficha Campista/Divina
Level: 2
Mascote: Pomba
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Aldric L. Bäumler em Ter 11 Mar 2014 - 21:29


Havia chegado ao acampamento a algumas semanas, não tinha tido a oportunidade de treinar mais do que uma vez, então acabei por decidir ir em caminho de um básico treino de espadas, estava levando apenas uma espada e uma armadura, ambos pegos no acampamento, já que eu tinha um pouco de medo com relação a utilizar os meus presentes de reclamação, ainda não estava acostumado com o lance de ser um semideus. Caminhei até a arena e logo estava ali, então comecei o treino adaptando meu corpo a dar certos golpes, os que o instrutor Lex me ensinara em meu primeiro treino. Era minha terceira semana e meu segundo treino, queria evoluir, já que diante de muitos novatos eu era uma negação. Eu aqueci meu corpo e logo comecei as sequencias. Fiz alguns arcos com a espada por cima da cabeça do boneco que atingiam entre o pescoço e o ombro, outras vezes um golpe lateral pela direita ou até ataques diretos no pescoço. Criei uma sequencia parecida com isso; "Arco, golpe lateral, golpe lateral, pescoço, golpe lateral." Sempre alternando os lados, o que me fazia treinar um pouco da velocidade dos meus golpes além do próprio manejo da espada. Mesmo sendo filho de Hefesto, meus dotes para armas ainda não havia aflorado, portanto deveria continuar treinando até que isso um dia, viesse a acontecer.

Depois de algum tempo, comecei a desferir golpes com a ponta da espada no peito do boneco, a girar para pegar mais força no golpe e até me agachar vez ou outra, segurando uma parte da espada no punho e apoiando a outra extremidade, da lamina, na palma da mão, fingindo me preparar para um golpe. Devo assumir que era meio irritante treinar isso, mas valia a pena saber algumas coisas básicas e chatas antes de começar a lutar contra autômatos ou até mesmo com os outros semideuses dali. Continuei treinando desta forma, alternando golpes e cada vez inserindo novos, para ampliar meu arsenal com a espada cada vez mais. Quando já estava satisfeito, decidi inserir chutes e cotoveladas ou até bater com o punha da espada na cabeça do boneco, lembrando de que estes poderiam ser úteis em um combate. Estava começando a me sentir entediado com aquele treino fácil demais e muito fraco, era assim que tinha que começar, mas era realmente chato e entediante. Retirei a armadura e coloquei a espada na capa, retirando a mesma da cintura e levei para a mesa de empréstimos da arena, deixei tudo ali e caminhei para sair da arena, porém pari meio ao caminho. — Da próxima vez, destruo um autômato. — Lex parecia ter um humor tão bom quanto o meu, não riu, apenas assentiu, talvez até ele já tenha sentido o tédio de ter que memorizar golpes e treina-los contra nada um dia. Apesar dos pesares estava satisfeito com meu treino não muito longo, então com esse pensamento acenei para Lex e sai da arena indo direto para outros treinos.



85X P

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 20 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 40 .-.
Ares
avatar
Filhos de Hefesto

Idade : 20
Mensagens : 19

Ficha Campista/Divina
Level: 6
Mascote: Urso-Polar
Mochila:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Treino de Armas Diversas

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 5 de 8 Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum

Aliados e ParceirosCréditos e Copyright©
:: Topsites Zonkos - [Zks] :: Wild Scream RPG RPG Hogwarts Todos os direitos reservados a Monte Olimpus RPG® 2011-2016