Treinos de Armas a Longa Distância

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Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Ártemis em Seg 14 Out 2013 - 20:32



Treinos de Armas a Longa Distância
Esta arena é destinada para os treinos de armas a longa distância, como Arco e Flecha, Lanças e outras. Você poderá contar com alvos fixos e dinâmicos e bonecos de palha.

• ATENÇÃO: Apenas um treino por dia em cada modalidade para aqueles que já foram reclamados. Mais de um será desconsiderado. Para os indefinidos não há limite diário de treinos.


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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Arianne F. Malkovich em Ter 15 Out 2013 - 22:28


Atirando em bonecos de palha õ/

Depois de arrumar meu chalé inteiro que nem estava tão bagunçado assim, já que só tinha 3 pessoas nele, resolvi ir treinar um pouco. Peguei um arco e uma aljava emprestadas do acampamento e fui montar meu próprio treino, peguei alguns bonecos de palha que eu tinha feito algumas semanas atrás (você não vai querer saber o motivo e não foi pro treino, acredite), olhei para os bonecos montados na minha frente e sorri, pelo menos não tinha demorado muito, percebi então que estava um pouco agitada e isso não era bom para o treino de arco e flecha, onde se precisava de toda a calma do mundo.

Como já tinha lido antes como se usava um arco e flechas e também já sabia qual era meu olho dominante (isso é muito importante de se saber na hora de atirar), peguei o arco e o segurei com a mão esquerda, afastei meus pés de modo que os dois formassem uma linha reta que apontava para o alvo que no caso ali era o boneco de palha, fui mantendo minha postura reta e relaxada, assim que me ajeitei, apontei o arco para o chão e encaixei a haste da flecha de borracha à corda do arco, deixei meu dedo indicado acima da flecha e os dedos médio e anelar abaixo. Manti meu braço que estava segurando o arco em direção ao alvo e fiz o interior do meu cotovelo ficar paralelo ao chão, deixando o arco na posição vertical, levei minha mão que estava segurando a corda do arco em direção ao meu rosto, mirei o braço do boneco, queria somente saber se estava com habilidade o bastante para causar um estrago maior no boneco (ou acertar a cabeça dele, vai saber), relaxei os dedos da minha mão enquanto soltava a flecha, ouvi a flecha fazer um “zuuum” e atravessar a “arena” em direção ao boneco de palha, mas diferente do que eu queria, a flecha passou somente de raspão no boneco. Soltei um suspiro, insatisfeita comigo mesma e peguei outra flecha, posicionei ela no arco e puxei novamente a corda para perto de meu rosto, respirei fundo duas vezes e deixei meus dedos relaxarem, assim a segunda flecha voou em direção ao boneco de palha, dessa vez aceitei o braço dele, sorri, ficando satisfeita com o trabalho que estava fazendo.

Segurei novamente o arco com a mão esquerda, me ajeitei até ficar na posição certa, com meus pés afastados formando uma linha reta, postura reta e relaxada, apontei novamente o arco para o chão e posicionei a haste da flecha na corda do arco, deixei meu dedo indicador acima da flecha e dos dedos médio e anular abaixo, manti meu braço esquerdo em direção ao alvo e fiz meu cotovelo ficar paralelo ao chão, deixando o arco novamente na posição vertical, puxei a corda em direção ao meu rosto e enquanto mirava a flecha na cabeça do boneco respirei fundo duas vezes antes deixar meus dedos relaxarem e a flecha atravessar a “arena” de novo em direção ao boneco, sorri ao ver que minha flecha tinha acertado a cabeça do boneco e pisquei duas vezes antes de voltar minha atenção para o que estava fazendo, não satisfeita com tudo, peguei outra flecha, posicionei no arco, puxei a corda em direção ao meu rosto e deixei meus dedos relaxarem, a flecha atravessou a arena, mas diferente do que eu achava que ia acontecer, ela acabou batendo na árvore que tinha ao lado de um dos meus bonecos, bufei, acho que não tinha jeito para arco e flechas mesmo.

Dessa vez quis tentar algo novo, peguei as flechas explosivas que tinha guardado para o final e sorri, bem, aquelas flechas iam fazer estragos nos bonecos a minha frente.  Com um sorriso nos lábios, peguei uma flecha explosiva, posicionei no arco, fiquei na posição certa, mirei e soltei, minha flecha foi direto em direção a um dos bonecos, acertando bem no alvo que tinha desenhado em seu peito, logo o boneco explodiu e palha voou para todos os lados, soltei uma gargalhada e peguei outra flecha, logo posicionando ela no arco, me ajeitando na posição certa, mirei e deixei que a flecha voasse novamente em direção ao segundo boneco que também explodiu, resolvi parar, já que já tinha feito muita bagunça ali, limpei minha própria bagunça, juntei as flechas que tinham restado e saí dali cantarolando em direção ao meu chalé.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Clarie Brückner Learmonth em Qui 17 Out 2013 - 21:55


Armar, apontar... Fogo!


Sabe quando você acorda super disposta a fazer nada? Então, era dessa forma que acordei esse dia, mas por incrível que pareça eu tinha a obrigação de fazer treinos. E por Zeus, como meus irmãos são barulhentos, não estava nos meus planos acordar com aquela gritaria toda no chalé. Peguei a primeira coisa que vi pela frente - deveria ser meu despertador - e joguei na direção de uma das vozes. Ouvi um 'ai Clar' que provavelmente deveria ser da Chloe pelo tom agudo da voz. Tapei o rosto com o travesseiro, tentando inutilmente voltar a dormir mas o barulho era definitivamente intenso demais. Grunhi com uma cara feia e os cabelos para o alto, estava exausta, e meus irmãos pareciam ter um pique que eu não herdei.

Ta, mais um treino pela frente, mais uma guerra a ser travada contra um instrutor chato e oponentes de lata. Não, pera, dessa vez não seriam os homens de lata, seria arco e flecha. Levantei em um salto batendo a cabeça do estrado da cama de cima da beliche. Apalpei a testa que estava a doer pelo baque, mas recuperei minhas forças e caminhei ao banheiro. [...] Cerca de cinco minutos depois, lá estava eu "arrumada" e pronta pra atirar flechas em bumbuns alheios. Caminhei para fora do chalé acompanhada de meus irmãos, que sempre estavam bem dispostos para os treinos. Bocejei, ainda estava com sono e deveria ser umas oito e meia da manhã ainda.

Segundo depois um instrutor qualquer chegou e se movimentou ajudando alguns campistas que ali estavam treinando, falando sobre como era utilizar um arco e flechas, tudo que na verdade eu já sabia. Minha maior perícia era com essa arma, me surpreende não ser filha de Apolo, ou caçadora de Ártemis. Caçadora... quem sabe em breve. O problema seria ter que deixar o meu chalé de origem, talvez quem saiba perder o contato com meus irmãos. Porém estaria com Ártemis a meu favor, e poderia interceder por ambos - Atena e Ártemis - que ele viriam a meu favor.

Balancei a cabeça, afastando por ora os pensamentos. Apanhei um arco comum e uma pequena aljava para utilizar. Como seria somente um treino de arremesso, postura e acerto no alvo não seria lá muito cansativo. Visualizei o que alguns outros faziam, e sem dúvida a maioria não sabia como utilizar essas armas de combate. Sorri dando de ombros, me colocando em posição. Segurei o arco com a mão esquerda, encaixei a flecha por baixo do anel da corda, usei os três dedos do meio da mão, o dedo indicador por cima  da flecha e o médio e anelar por baixo, usando a ponta dos dedos entre a primeira e segunda falange... Puxei a corda com a flecha ate o canto da boca, tocando-a para não tremular no disparo, respirei fundo por alguns poucos segundos, o suficiente para visar o alvo. Estreitei o olhar. - Aqui vai uma! - Sussurrei, quando relaxei os dedos e a flecha automaticamente voou com um “zum”, atingindo o alvo bem ao centro, no círculo preto. 

Vi alguns olhares se direcionarem a mim, mas dei ombros novamente, não queria ser popular em um treino. Olhei para o instrutor que assentiu sorrindo ao meu faceio. Menos uma flecha. Estiquei o corpo, colocando o arco na diagonal para equipa-lo novamente, elevei o braço desocupado para apanhar outra flecha, e refazendo todo o processo. Esperava o momento certo para atirar, para que a instrutora pudesse dar o aval. Respirei fundo, puxando a flecha junto com a corda o máximo possível, no 'fogo' relaxei os dedos e a flecha foi zunindo novamente para o centro. Mais algumas cinco flechas foram atiradas e o treino se deu por encerrado. Joguei o arco e a aljava no local onde eu havia pego. E por fim caminhei pra fora da arena, satisfeita com o treino bem praticado.







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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Alicia H. Malkovich em Sex 18 Out 2013 - 19:57

Mais um dia estava amanhecendo, Apolo levantava sua carruagem solar que iria levar o que os meros humanos mortais conhecem como sol. Mais um dia nascia e mais um problema para mim nascia junto, teria mais um dia de treinos pela frente. Aos trancos e barrancos e com meus músculos todos protestando contra o levantar da cama, levantei. Caminhei por entre irmãos gritando, outros jogados pelo chalé, alguns me olhavam assustados, e eu fazia questão de fazer um "BÚH" quando passava por eles.

Mas já era de se esperar o porque de tantos olhares, ainda não acredito que não se acostumaram com a forma em que eu acordo, olhei meu reflexo no espelho e a maquiagem preta estava completamente borrada, meus cabelos platinados estavam bagunçados mais parecendo nós de corda. Dei de ombros. Não me importava com isso.

[...]

Se eu estava ali, na arena, era pra treinar. Minha mais nova arma era um arco, e definitivamente não era meu preferido, mas precisava treinar minha pontaria. Se já existiam as caçadoras de Ártemis e filhos de Apolo que se sentiam em treinos do tipo e tentavam desencorajar os demais campistas, mas eu acreditava em uma coisa, em que eu poderia fazer tudo que quisesse. Desde que tivesse força de vontade pra tanto. A arena estava vazia. Era mais fácil de se concentrar, deste modo.

Com os alvos fixados por toda a arena, era hora de treinar. Por um momento, fechei os olhos. Havia procurado memorizar a posição dos alvos. Ele vira, uma vez, alguém fazendo isso em um filme. Apanhou o arco com a mão esquerda, recolheu a flecha, colocando-a com mínima folga no cordão tenso do arco. Depois de tomar fôlego, soltei a flecha, abrindo os olhos para ver o resultado. Um resultado que não ocorreu como o esperado, a flecha não atingira o alvo. Muito menos havia passado perto do alvo. Na realidade, a flecha foi atirada alto demais, atingindo as arquibancadas. Ok, aquilo me fez rir, um riso preso por sinal.

Novamente puxei o cordão com a flecha, retesando o músculo. Visualizei o alvo, endireitando a mira o mais correto que supôs ser, e soltei o cordão. O resultado havia sido melhor do que o da primeira vez, porém, não era perfeito. Estava ha uns cinco metros do alvo, e até agora só conseguira atingir a parte externa aos círculos. Mais uma vez saquei outra das flechas. Repeti o processo, ao final retesando os músculos. Visualizou o alvo. Tentei relaxar um pouco a postura, tornar o passo-a-passo mais natural. E soltou a seta. Ela zuniu em direção ao alvo, mas acertou uma região semelhante a da segunda tentativa.

Fechei os olhos por alguns segundo, enchi o pulmão de ar, soltando-o em seguida. Segurei o arco com a mão esquerda novamente, encaixei a flecha por baixo do anel da corda, usei os três dedos do meio da mão, o dedo indicador por cima  da flecha e o médio e anelar por baixo, usando a ponta dos dedos entre a primeira e segunda falange... Puxei a corda com a flecha ate o canto da boca, tocando-a para não tremular no disparo, respirei fundo por alguns poucos segundos, o suficiente para visar o alvo. Estreitei o olhar. E então aconteceu. Acertei o alvo bem no centro. "Paciência. É tudo um processo... Era tudo o que eu precisava." Pensei, deixando um sorriso escapar dos lábios.

Mais algumas flechas foram atiradas, a cada alvo acertado meu corpo reagia com extrema satisfação. Girava o corpo, afim de acertar todos os alvos, admito que nem todos foram certeiros, bem ao centro, mas nada como um primeiro treino para esquentar as coisas. Por fim, minhas aljavas acabaram, e com isso o treino também. Saí da arena a caminho da praia, o clima começava a mudar, bem como o sol começava a dar lugar aquela extraordinária visão da noite, a lua. Joguei o arco e a aljava vazia em um canto próximo aos demais arsenais e então me retirei do local.






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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Seg 21 Out 2013 - 13:45

it's not easy

Kristen era simplesmente péssima em arco em flecha, embora tivesse uma atração pelicular por tal atividade. Em momentos de bobeira pelo acampamento, gostava de observar as caçadoras de Ártemis treinando. Não pelas garotas, é claro, mas pela beleza do esporte. A graciosidade, elegância e a força do esporte a fascinava. Achava lindo o modo como as caçadoras caçavam falcões na floresta derrubando-os com uma flecha apenas. Porém, na prática, Kristen era uma decepção. A filha de Poseidon já considerara entrar pra caçada, pois ouvira que ao entrar, você consegue dominar o arco e flecha como mágica, mas a garota não achava que o sacrifício para se tornar uma caçadora seria compensado o suficiente com a habilidade. Lá estava Kristen perante diversos alvos com o arco e aljava de flechas que acreditava ter adquirido à toa - Desperdício de dracmas - comentou consigo mesma, mas já que estava ali, não iria amarelar. A garota armou-se introduzindo a flecha no arco a puxou contra o elástico, ficando em posição. Antes de mirar, observou ao seu redor filhos habilidoso de Apolo que sempre acertavam o centro do alvo. “Isso será humilhante”, pensou. Kristen desejava ter Christina ali para auxilia-la, pois a filha de Dionísio era a única pessoa habilidosa e paciente o bastante com a filha de Poseidon, por isso praguejava maldições a quem abolira os treinos ministrados.

Kristen sabia que não poderia ficar ali, esperando pra sempre. Sabia que iria pagar mico de qualquer jeito, então decidiu acabar logo com aquilo. Se posicionou e mirou no centro do alvo com um dos olhos fechados. Quando se sentiu pronta, soltou a flecha que voou livremente em direção ao alvo. A flecha atingiu o suporte de madeira no qual o alvo pendia, bem longe do centro do alvo. A garota pode ouvir alguns risinhos bobos dos filhos de Apolo que treinavam ao seu lado, mas ignorou, ou acabaria afogando um deles na privada. - Tudo bem, lá vamos nos de novo - comentou enquanto recarregava a munição no arco, puxando a flecha contra o elástico com toda a sua força. “Não pode ser impossível”, pensou, quase rezando por uma ajuda divina qualquer. Fechou um dos olhos e disparou a flecha, que atingiu desta vez o alvo. Kristen imediatamente abriu o olho que fechara, pra se certificar de que seus olhos não a enganavam. Kristen conseguira, incrivelmente, acertar o centro do alvo, algo que estava a começando a acreditar ser impossível. A garota observou os filhos de Apolo ao seu lado com um sorriso maroto nos lábios, mas, os garotos estavam concentrados em seus afazeres, como se não tivesse notado o feito da filha de Poseidon. Kristen deu de ombros. Feliz, continuou aquela atividade pelo resto da tarde. É claro, hora acertando, hora errando. Após algumas horas, a menina se encontrava com os braços exaustos. Recolheu suas flechas e declarou a si mesma o fim das atividades diárias, rumando para o chalé três



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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Arianne F. Malkovich em Qua 23 Out 2013 - 14:45


Treino de Arco e Flecha

- Ghuleh Ghuleh – Comecei a cantarolar enquanto com um arco e uma aljava de fechas na mão me dirigia a floresta, estava pronta para treinar. Não gostava muito de sair atirando flechas por aí, mas era o que eu tinha por enquanto. - Ghuleh Ghuleh – Continuei cantarolando enquanto cortava adentrava mais a floresta, queria achar uma clareira, assim poderia ter mais espaço para treinar. – Putrefaction. A scent that cursed be, under cold dark dust...

-v-

Depois de alguns minutos caminhando, achei uma clareira, decidi fazer as árvores que tinham ali como alvos. Segurei o arco com a mão esquerda enquanto ajeitava minha posição, deixando meu corpo perpendicular ao alvo (a árvore na minha frente) e a linha de tiro, virei meu ombro esquerdo para o alvo, afastei meus pés de modo que os dois formassem uma linha reta apontando para o alvo, deixei minha postura reta e relaxada, formando um “T” com meu tronco e ombros, apontei meu arco para o chão, peguei uma flecha e encaixei sua aste na rabeira do arco e prendi a parte posterior na corda; Deixei meus dedos médios acima da flecha e o dedo anelar abaixo, levantei e posicionei o arco, fazendo tudo de forma relaxada, sem pressionar muito, se não eu poderia fazer um estrago com aquele arco.  Manti o braço que segurava o arco em direção ao alvo com o interior do meu cotovelo ficando paralelo ao chão e deixando o arco ficar na posição vertical, onde eu seria capaz de olhar diretamente para a coluna da flecha.

Levei a mão que segurava a corda em direção a minha face para o “ponto de ancoragem”, que fica próxima a algum ponto do queixo, bochecha, orelha ou canto da boca. O “ponto de ancoragem tinha se tornado, agora, meu ponto de referência e devia ser mantido a cada tiro que eu desse, tomei o máximo de cuidado para que não ficasse relaxada demais; Mirei a flecha na árvore que estava na minha frente e deixei meus dedos relaxarem, a flecha voou pela clareira fazendo um barulho que me fez soltar um suspiro, era meio frustrante você tentar fazer tudo certo e flecha não acertar o alvo, sim, era isso que tinha acontecido, a flecha tinha passado de raspão na árvore e foi parar em algum lugar desconhecido daquela floresta. Não satisfeita, peguei outra flecha, encaixei a aste na rabeira do arco, deixei meus dedos médios acima da flecha e o anular abaixo, puxei a corda em direção a minha face e deixei meus dedos relaxarem, a segunda flecha atravessou a clareira e bateu na árvore, mas mesmo assim, eu ainda não estava satisfeita, minha pontaria estava uma grande merda.

Peguei outra flecha, mirei e atirei dessa vez a flecha bateu no meio do tronco da árvore, sorri e procurei alguma coisa em que atirar que não fosse a árvore. Achei algumas maçãs no topo de uma das árvores que tinha ali, sorri para mim mesma e coloquei outra flecha no arco, prendendo a na corda, apontei o arco para cima e mirei na maçã, deixei que meus dedos que prendiam a flecha relaxassem e assim a flecha voou em direção a maçã, a flecha atravessou a maçã e caiu no chão, sorri e fui até lá, pegando a maça e tirando a flecha que tinha ficado agarrada nela, deixei a maçã ali e coloquei a flecha de volta na aljava que estava presa em minhas costas, voltei ao centro da clareira e peguei outra flecha, posicionei ela no arco, deixei meus dedos médios acima da flecha e o anelar abaixo, mirei suspirei duas vezes antes de deixar meus dedos relaxarem e assim, deixando que a flecha voasse pela clareira em direção a árvore mais próxima, novamente acertei direitinho no alvo, voltei até a árvore para pegar as flechas que eu tinha acertado, coloquei-as na aljava e resolvi voltar para o meu chalé, queria tomar um banho e logo depois iria comer.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Mallie D. Sainty'Ore em Dom 27 Out 2013 - 15:26


Tentando ser boazinha com os bonecos
hit me with your best shot or fly away

Ainda era o primeiro dia de Violetta no Acampamento, e não se sentia totalmente pertencente àquele lugar. As pessoas são alegres demais, pensou. Bom, aquilo não era L.A.; nem de perto. Havia menos de 24 horas que estava ali e já sentia falta das amigas e de seus animais de estimação. Tinha tentado de todo jeito prender o cabelo curto, para que não caísse nos olhos durante algum treino. 

Entrou no local do treino de arco e flecha, se sentindo - de fato - um pouco mais viva, do que na madrugada em que chegou ao Acampamento. Havia muitos campistas, armados com seus arcos e debochando dos novatos. Filhos de Apolo, é claro., pensou bufando logo em seguida. Num canto, próximo dos bonecos de palha - de serviriam de alvo - estava presente arcos usados e velhos, para quem não tinha seu próprio arco ainda. Pegou um dos arcos, e peguei junto dele um conjunto de flechas.

Violetta se juntou aos outros novatos - ou aqueles que pareciam fracassados - e preparou seu arco e uma flecha. Os bonecos de palha sorriam marotamente para ela, como se estivessem a provocando. Escolheu o inimigo errado, meu amigo, pensou estreitando os olhos para o boneco. Logo a instrutora berrou: - FOGO!, no mesmo instante Violetta focou-se totalmente no centro do boneco, tentando ser o mais boazinha possível com o pobre boneco. A primeira flecha saiu certeira, na direção do "abdômen" do boneco. 

Sorriu satisfeita, em seguida arqueou as sobrancelhas para os filhos de Apolo que estava se gabando. Mas não quis dar o gostinho de ficar lá se gabando como eles, preparou uma nova flecha no arco, puxando-a um pouco mais que da última vez. Quanto mais puxar, mais longe irá., pensou tentando memorizar. Ao som do "FOGO", Violetta deixou a flecha ir. A flecha passou raspando pela cabeça do boneco, parando bem longe quase no campo de morangos. Violetta fingiu não escutar os filhos de Apolo debocharem dela, enquanto tentava deixar sua franja loura o mais longe possível de seus olhos.

Seria a última flechada, antes de acabar o treino. Isso que dá chegar atrasada, só dá pra treinar pouco, pensou antes de preparar sua arma novamente. Rezou mentalmente para que Ártemis deixasse - pelo menos - aquela flecha ser vangloriada. Então puxou medianamente a flecha, fechando o olho direito, para mirar precisamente. Quando a instrutora berrou "FOGO!" novamente, a flecha saiu precisamente e naturalmente. Voou certeira, parando no "pescoço" do boneco. 

Sorriu abertamente, jogando o arco no canto onde tinha pegado. Anotou mentalmente que deveria comprar seu próprio arco e suas próprias flechas, para não ter de pegar usados. Saiu do campo de treinamento satisfeita consigo mesma, assobiando livremente para o horizonte.  



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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Sam J. Parker em Seg 28 Out 2013 - 20:54

Arco

  Talvez deveria ser contra as regras vaguear pelo acampamento a noite e sem companhia, mas não me importava, e nem estava tão tarde. Continuei caminhando , deixando que meus pés me guiassem até que me dei conta que estava nos campos de marte, na arena de arco e flecha. Deveria ser por estar tarde, mas a arena não estava tão iluminada, apenas por tochas, dificultando a visualização do lugar. Mesmo assim, entrei, com as mãos nos bolsos da frente de sua calça, olhando fixamente para cada parte iluminada da arena afim de ter algum noção do espaço onde estava. Era grande, tinham vários alvos e bonecos de pano, dificultados por leves movimentações e pela marca de tiro distanciada. Fui então até a área das armas, pegando um arco de tamanho médio. Segurei ele com a mão esquerda, bem no centro, levantando o braço até a altura da minha visão, girando o pulso para certificar-se do equilíbrio que o mesmo lhe proporcionaria. Não era tão bom, então tentei outro, um pouco maior e mais pesado, fazendo a mesma movimentação. Perfeito!, pensei, deixando que meu braço caísse novamente ao lado do corpo, agora segurando o arco com firmeza. Fui até as flechas e peguei uma bainha que continha provavelmente vinte flechas ou pouco mais que isso, eu não me dei ao trabalho de contar exatamente, apenas dei uma rápida olhada certificando-se de que todas tinham terminais de equilíbrio. 


  Eu não havia pegado em um arco e flecha nesse padrão, apenas lembrava-me vagamente de ver algumas competições do tipo. Não deve ser tão difícil... se eu parar para pensar, e como se fossem nos jogos de guerra, se me lembro bem, os atiradores quando queria acertar um alvo no alto, não miravam exatamente em sua direção, inclinavam um pouco o corpo, deviam levar em consideração o ar.  pensei, sua mente trabalhava formulando ataques em guerras com um bom filho de Marte faria. 


  Arranquei um pedaço da grama e a soltei no ar, ela se moveu para a direita, molhei um pouco o dedo com saliva e o ergui no ar, o vento não estava muito forte. O alvo estava situado a cerca de 25 metros de onde e eu estava ( dava para ver aquelas linhas de distância na lateral), não era realmente distante, e era um alvo imóvel, daqueles com círculos de várias cores até que chegasse a mínima bolinha vermelha no centro. Respirei fundo, ainda com o arco abaixado, relaxando os ombros, buscando concentração. Semicerrei os olhos sutilmente buscando melhorar minha visão turva por conta de certa escuridão na arena, conseguindo ao menos visualizar o alvo com definição. Levou a mão direita à bainha que estava em suas costas, pegando uma das flechas. As duas mãos colocadas para baixo à frente de seu corpo, a direita colocando a flecha na linha do arco, a esquerda segurando no centro do mesmo, levantou o arco junto à flecha, respirou fundo uma vez mais, puxando a flecha com o dedo do meio e o anelar, até que esta quase tocasse sua bochecha. Com a coluna ereta, o braço esquerdo alto e esticado, o direito com o cotovelo dobrado e paralelo ao ombro, prendeu a respiração ao sentir o vento vir da sua direita novamente, com isso mirei um pouco acima do alvo, mais para a direita, sabendo que o vento poderia levar a flecha para a esquerda e a soltou ao mesmo tempo que sua respiração. A flecha foi cravada mais para a esquerda do que eu havia previsto, mas ela conseguiu atingir o último alvo antes do centro. Um pio acima de si fez com que eu levantasse a cabeça e visse uma pequena coruja marrom coruja observando meu treino.
- Foi bom né corujinha, vamos ao próximo. - falei verbalmente, sorrindo e vendo a coruja voar para um lado da arquibancada. 


  Caminhei entre alguns alvos, lançando flechas aleatoriamente mas sempre respeitando o limite que era imposto para o tiro, mudando os ângulos em que via os alvos, mantendo a postura e a movimentação do primeiro lançamento, repetindo as ações nos alvos: colocar a flecha, puxar a corda até que estivesse rente à seu rosto, endireitar a postura, observar a ação do vento e atirar. Por mais que fosse muito pelo que pensar, eu agia rápido. Por minha pouca experiência e a visão noturna não perfeita, conseguia acertar no limite do alvo central, duas vezes acertei o centro. Uma das vezes ela colocou o corpo cerca bem inclinado à esquerda do alvo, com isso sua flecha teria que ser atirada mais para a direita, indo diretamente contra a posição do vento, coloquei mais força, para que não pegasse muito a ação do vento, e então minha flecha atingiu o alvo vermelho. Quando levei a mão à minha bainha e percebi que só restava-me uma flecha mais, escolhi o alvo mais distante, dessa vez um boneco que movimentava-se de um lado para o outro. Posicionei a flecha, fechando um dos olhos, o pé esquerdo à frente do direito, corpo lateral, postura ereta, esperei que o boneco "dançasse" duas vezes de um lado para o outro para poder atirar a flecha mirando pouco acima da cabeça dele e conseguindo acertar o lado esquerdo do peito do mesmo. 

  Um suspiro de alívio saiu dos meus lábios, que agora estava com o corpo coberto de suor, os cabelos pregavam em minha nuca e meus braços caíram ao lado de meu corpo, exaustos. Minha respiração era acelerada pelo cansaço, coloquei o arco e a bainha vazia onde havia achado, não dei ao trabalho de recolher as flechas, não era meu trabalho. Estava cansado demais para sequer levantar os braços sem sentir uma pontada de uma dor ligeira nos ombros e tríceps. Mas estava feliz, havia conseguido distração e o cansaço suficiente para poder voltar ao seu dormitório da coorte e dormir.

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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Skander Kayne C. em Qua 30 Out 2013 - 23:28

Acordei por volta das onze horas com um enorme barulho vindo da cama do lado, aparentemente era Oliver, uma de meus irmãos tentando me assustar, algo que não funcionava muito comigo, um garoto que aos oito anos de idade foi morar sozinho nas ruas, realmente um barulho não iria me amedrontar, me apoiei na cama ficando sentado na mesma por alguns segundos, começo a relembrar um pouco do dia anterior, a batalha com a Dracaenae havia deixado muitos ferimentos que ainda eram visíveis pelo meu corpo, faixas e curativos estavam espalhados pelo meus braços,pernas e pela minha barriga, em compensação agora eu fazia parte da Corte IV, algo que para muitos parecia loucura aquele realmente era meu sonho deis da entrada no acampamento, a Corte IV se apresentava como algo superior a todas as outras e nela eu poderia mostrar realmente meu potencial, porem primeiro de tudo eu deveria descobri-lo, já estava ciente de minhas habilidades com a katana e desta vez eu deveria despertar a minha mira, porem acho que ficar aqui na minha cama discutindo comigo mesmo não vai adiantar em nada.

Me levanto cambaleando por alguns segundos até o banheiro, me seguro na porta tentando não cair, já que havia acabado de acordar a insônia ainda persistia em meu corpo, fecho a porta do banheiro ligando a torneira, faço minha barba e em seguida escovo meus dentes, após isto vou até o chuveiro ligando-o e deixando que as gotículas de água caíssem sobre meu corpo e pela minha roupa que eu havia simplesmente esquecido de retirar,  dou alguns tapas em minha cara tentando finalmente acordar, desligo o chuveiro deslizando até a porta do banheiro onde caminho até meu armário ainda molhado pela água em minhas vestes que persistiam então em deixar um enorme traço de água pelo piso, pego uma toalha de dentro do meu armário e tento me enxugar algo que minha própria roupa já havia feito, retiro a camisa encharcada juntamente de meus short jeans, tento ignorar meus irmãos  que ainda estavam no chalé observando minhas nadegas através de minha coeca,  após retirar minhas vestes me visto com um short de esporte com o símbolo do UFC estampado no mesmo, juntamente ponho a camisa do acampamento cujo a coloração era alaranjada, equipo-me com duas adagas que eram postas em um tipo de ‘bainha’ na lateral de meu quadril, saio de meu chalé se despedindo um pouco de meus ‘’irmãos’’.

Caminho até o treino de arco-flechas do acampamento, ao chegar no local me encontro com um grupo de quatro pessoas, dois filhos de Apolo aparentemente já que a cor de sua pele eram bem bronzeadas e também estavam a acertar todas as miras perfeitamente,  não consigo reconhecer os outros dois semi-deuses já que suas características eram bem diferentes, volto a minha atenção para o campo em minha volta e acabo avistando Klaus que inclusive estava vindo em minha direção.

-Hey! O que faz aqui? Nunca imaginei que fosse gostar de arco-flechas.

Deixo uma pequena risada escapar, realmente arco-flechas não era minha praia.

-Sinceramente? Eu odeio arcos-flecha, porem é preciso aperfeiçoar minha mira e não existe nada melhor para aperfeiçoá-la em minha opinião.


Dou meia volta indo de encontro as miras, peço alguns segundos antes auxilio de Klaus que me acompanhava até as mesmas, chegando no local avisto uma pequena mesa cujo guardava um arco e uma aljava de flechas para cada mira, apanho o arco e posiciono a aljava em minhas costas, posiciono o arco na frente de meu corpo deslizando meu dedo indicador pelo mesmo até me acostumar com o peso, logo em seguida posiciono a traseira de minha flecha na linha do arco composta aparentemente de aço, puxo-a deixando o arco e a flecha em linha reta ao alvo, suspiro por alguns segundos até tomar coragem de soltar a corda do arco, a flecha disparava rumo a mira porem alguns metros antes alterava o sentido de direção e atingia o solo de gramíneos, deixo escapar um pequeno gemido de arrependimento, me lembro de alguns movimentos do filho de Apolo quando entrei na área de treinamento, repeti o mesmo movimento anterior posicionando a flecha sobre a linha do arco, desta vez abaixo um pouco mais meu cotovelo e elevo a minha mira um pouco mais alto que o desejado, calculo a força exata do vento e percebo que estava direcionando fortemente para a esquerda, viro um pouco mais para a direita e assim solto meus dedos da flecha, a mesma disparava rumo ao alvo desejado atingindo na região de trinta pontos, ou seja.. faltando quarenta pontos para o alvo desejado, que era no centro do alvo.

Suspiro por alguns segundos, olho para Klaus que percebe meu arrependimento e desastre, largo o arco e caminho até meu dormitório ignorando a todos pelo caminho, até mesmo Oliver, após isto só me lembro de acordar algumas horas depois para o horário da janta.



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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Arianne F. Malkovich em Qui 31 Out 2013 - 20:44



Treino de Arco e Flecha
Só to mirando e atirando, vlwflw q

E mais uma vez a minha ilustre pessoa se dirigia para o treino de arco e flecha, apesar de que minhas habilidades não eram boas com aquela arma, eu realmente tinha gostado dela. Caminhei pelo acampamento com o arco na mão e uma aljava com algumas flechas nas costas, fui até o local onde tinha arrumado tudo para treinar, um lugar no meio da floresta e eu tinha desenhado alguns alvos numas árvores ali. Ignorando os pequenos animais que me observavam ali, comecei a me preparar, estava determinada a acertar todos os alvos. Imaginei uma linha de tiro, que era a linha que ficava entre eu e o alvo e afastei minha perna de modo que a linha imaginária ficasse entre elas, como meu olho dominante era o direito segurei o arco com a mão esquerda; Deixei minha postura reta e relaxada, tentando ficar confortável, mas firme. Assim, formei um “T” com meu tronco e ombros, apontei o arco para o chão e encaixei a haste de uma flecha que eu tinha pegado na aljava em minhas costas na rabeira do arco.

Manti meu dedo indicador acima da flecha e os dedos médios e anelar abaixo, como sempre fazia, estava concentrada no que estava fazendo quando um barulho me chamou atenção, levantei os olhos e vi um coelho na frente de uma das árvores que eu tinha desenhado um alvo, meus lábios se curvaram num pequeno sorriso, eu não gostava muito de matar animais, mas seria mais interessante se eu acertasse ele, tentei fazer o mínimo de barulho possível para que o lindo coelho branco não fugisse; Levantei e posicionei meu arco, mirando no coelho que parecia não saber o perigo que estava correndo ali, já que estava de costas pra mim e manti meu braço que estava segurando o arco em direção ao alvo, deixando meu cotovelo paralelo ao chão, suspirei duas vezes com calma e puxei a corda juntamente com a flecha em direção ao meu rosto e sem pensar duas vezes, deixei meus dedos relaxarem, fazendo com que a flecha atravessasse o local em direção ao lindo coelho branco.

Mas uma vez um pequeno sorriso se formou em meus lábios quando vi os pêlos branquinhos do coelho ficar vermelho sangue, eu tinha acertado bem na cabeça do pobre coitado, mas até que tinha sido melhor assim, pelo menos tinha o poupado da dor. Deixei o coelho pra lá e peguei outra flecha da aljava, a ajeitei no arco, mirei no alvo que tinha na árvore perto do coelho morto, suspirei calmamente duas vezes e deixei meus dedos relaxarem, escutei o zumbido da flecha indo em direção ao alvo e me arrepiei, não sabia como, mas aquele barulho me deixava meio agoniada; Novamente tinha acertado o alvo, sorri, satisfeita comigo mesma e mudei de posição, girando para o lado direito e pegando outra flecha da aljava, encaixei a haste da flecha no arco, mirei e soltei, a flecha fez o zumbido que fez eu me arrepiar novamente e foi direto para o alvo. Aquilo estava ficando entediante, então resolvi procurar coisas vivas para atirar. Peguei as flechas que estavam agarradas nos alvos e a que estava no coelho morto e fui andar pela floresta.

Não demorei muito para encontrar alguma coisa para atirar minhas lindas flechas, primeiro, encontrei um pobre esquilo perto do lago, não demorei muito em posicionar a flecha no arco, mirar no esquilo e atirar, mas parece que eu não me concentrei o bastante, pois a flecha passou de raspão pelo esquilo que saiu correndo e foi parar numa árvore do outro lado do lago, soltei um suspiro pesado, uma flecha perdida, pelo jeito eu deveria ter ficado só nas árvores mesmo. Depois de algum tempo decidi parar de tentar matar bichinhos inocentes e prometi a mim mesma que só faria isso na hora de fazer os rituais, sendo assim, voltei ao local que estavam as árvores marcadas, peguei mais uma flecha, posicionei no arco, mirei e atirei, acertei mais um alvo e decidi que já bastava por aquele dia, eu poderia voltar mais tarde se quisesse. Peguei a flecha que estava agarrada na árvore e saí caminhando de volta ao acampamento.

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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Meredith d'Monarc Eliott em Dom 3 Nov 2013 - 15:58


to;; Arrows in your heart? doubtful!!!


Aquela brilhante e quente luz batendo em meu rosto, sabia que ja era hora de acordar. Abri um olho só e o raio de sol foi direto nele, me fazendo apertar os olhos e me cobrir com o cobertor ate a cabeça. passou 5 minutos, me descobri e me sentei na cama, decidindo se comeria ou tomava um banho. Me levantei da minha cama e fui direto para o banheiro tomar um banho. depois disso me vesti e fui direto para a cafeteria. Saindo dali, voltei para meu chalé e peguei meus pertences para meu primeiro treino, que seria arco e flecha.

Chegando na arena de treinos, botei minha mochila no balcão que tinha debaixo de uma pequena casinha ao lado da arena. Peguei minha aljava com flechas e meu arco e caminho rapidamente para frente de um alvo. Sinceramente não  sabia se eu tinha alguma experiência com arco e flecha, pois nunca havia tocado um uma antes. 

Aquela arena era gigante, tinha vários alvos, e bonecos com alvos desenhados neles. Alguns eram enormes outros minúsculos. Para começar, me posicionei em frente de um boneco grande, grande o bastante para ser obrigada a acertar o alvo. peguei uma flecha e a posicionei com arco. puxei e atirei a flecha. Nem perto do alvo. Bati o pé no chão com raiva e posicionei outra flecha no arco. me concentrei no alvo, respirando fundo atirei a flecha. muito perto do alvo, mais ainda no no centro certinho. tentei mais umas 5 vezes, e não acertava, já estava ficando frustrada com aquilo. Fui para um alvo menor, talvez aquele não era para mim mesmo. parei em frente do alvo, o analisando, tentando descobrir como atirar aquela flecha para que ela acerte o centro certo.  Respirei bem fundo e posicionei a flecha no arco, puxei a corda e ali fique por 2 minutos concentrando no alvo. Finalmente atirei a flecha, e fio no centro exato, nem mais para cima nem menos para o lado, no centro certo! pulei de alegria. Fui de alvo em alvo tentando acerta-los, alguns ate se moviam. depois de muitos alvos e alguns acertos, peguei meus pertences e voltei para meu chalé. tudo que precisava era de um banho e comida!    




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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Ashley Bradshaw O'Niel em Seg 4 Nov 2013 - 13:43

bow and arrow

PUF! Uma flecha acertou com força bem no meio do alvo, como sabia que aconteceria. Por mais que tentasse ser ruim com alguma arma, sempre seria boa naquilo. Retirei mais uma flecha da aljava e olhei em volta, procurando alguma coisa mais desafiadora do que uma placa pintada em branco e vermelho. Alguns legionários que gostavam daquela arma treinavam, particularmente preferia a minha lança, embora fosse bom de vez em quando usar alguma coisa diferente. Parei o meu olhar sobre as cordas de escalada, a uns sete metro dos alvos, aquilo sim podia ser bem desafiador. Guardei a flecha na aljava e corri até as cordas, escalei a mesma até o topo e então dei um mortal para trás. Enquanto girava tirei três flechas da aljava e sem mirar ou mais algo as lancei na direção dos alvos. Aterrissei de joelho no chão e me virei para ver o resultado. Uma estava no meio do alvo central, as outras duas sequer tinham chegado perto de seus destinos, o que era um tanto quanto frustrante. Fui até as flechas e as retirei, colocando de volta nas aljava, para que não perdesse aquela quantidade de flechas, os filhos de Vulcano não iam gostar muito de terem que produzir mais flechas apenas para a minha brincadeira.

Antes de voltar a escalar a corda, retirei de uma vez as três flechas e as posicionei no arco de madeira, ao observar a minha mão, percebi que apenas a do meio estava em uma posição correta, as outras duas estavam em ângulos que certamente não chegaria ao alvo. As ajeitei com os dedos e então voltei a guarda-las na aljava. Em seguida as retirei concentrada em suas posições, entretanto quando as olhei, as duas continuavam em posições erradas. Bufei as guardando novamente e então as retirei, dessa vez apenas uma estava errada. Voltei a repetir o mesmo movimento, sem saber muito bem porque estava insistindo tanto naquilo, provavelmente era o meu espírito de filha de Marte, tendo que ser boa em tudo quando é coisa que tentasse relacionado a armas. Desta vez as três flechas estavam em seus devidos lugares, como um experimento as posicionei no arco colocando este na diagonal e mirei no alvo central. Soltei os meus dedos e as flechas dispararam com velocidade, cada um atingindo o seu devido alvo bem no meio. Sorri satisfeita com aquilo e fui até cada um dos alvos recuperando as flechas e voltei a guarda-las em minha aljava.

Respirei fundo um momento antes e corri em direção às cordas, as escalei com facilidade como sempre fazia e quando cheguei ao topo esperei um segundo. Em seguida dei um mortal para trás e focalizei os três alvos em minha visão, nesse momento sem demora retirei as três flechas e girei o arco. As flechas dispararam e aterrissei de pé no solo, tendo certeza de que não havia feito nada de errado dessa vez, Porém ao me virar encontrei apenas duas flechas em seu devido lugar, a outra estava caída no chão perto de seu alvo. Peguei novamente as três flechas, já irritada com aquilo, alguns novatos me observavam curiosamente e apenas joguei um olhar frio para eles, o suficiente para que virassem a cabeça imediatamente. Parei em frente às cordas, e joguei a minha cabeça para trás, me coloquei bem de frente para o alvo central e nesse ponto comecei a escalar a corda. Guardei dentro de mim a paciência e a calma, aquilo não era difícil, apenas a estava tornando difícil. Assim que cheguei ao topo, concentrei-me totalmente naquela tarefa, era uma filha de Marte, podia conseguir qualquer coisa com qualquer arma.

Dei o mortal para trás e com confiança tirei as três flechas, girei o arco, as posicionei e soltei o meu dedo. Enquanto terminava de cair em direção ao solo as flechas dispararam com velocidade. Levantei-me e virei-me para os alvos, finalmente sorrindo com o resultado que estava tentando obter desde o começo daquele treino. Recolhi as flechas e as guardei, em seguida deixei a aljava e o arco em cima da mesa para que outro semideus pudesse usar. Estava preste a sair do campo de treino quando vi uma menina pequena, provavelmente não deveria ter mais do que doze anos, tentava acertar um alvo a uns quatro metros, mas dava para ver claramente que segurava o arco totalmente errado. Coloquei-me atrás dela e então coloquei a minha mão sobre a dela posicionando o arco corretamente junto com a flecha. Ela se assustou me olhando do mesmo jeito e sorri para ela, lembrando de seu nome.- Amélia, não é? Paciência e calma é tudo para o Arco e Flecha. Segure assim... E dispare assim- a flecha atingiu o alvo com força e Amélia sorriu para mim.- Aliás, bem vinda a Legião- baguncei o seu cabelo e deixei a o Campo de Treino.

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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Victoria Gipsy Kolling em Qua 6 Nov 2013 - 18:13


arco & flecha

Quando mais a garota me chama de Carly, mais sinto Rose inquieta dentro de mim, ela está louca para sair. Talvez ela tenha gostado da garota, e queira bater um papinho com ela.Quando mais a garota me chama de Carly, mais sinto Rose inquieta dentro de mim, ela está louca para sair. Talvez ela tenha gostado da garota, e queira bater um papinho com ela.




Nas minhas costas, minhas flechas repousavam, sem ter absolutamente nada para fazer. Em mãos, o arco. Tantas histórias já tinha vivido com aquela arma, ela já parecia parte de seu corpo. Nunca andava sem ele, e estava cada vez mais habilidosa com este, que com o tempo se mostrou muito fácil de manusear. 
Andava tranquila pelo Acampamento, com os fones de ouvido, cantarolando baixinho a música. Era uma tarde totalmente tediosa no Acampamento, sem surpresas, sem o que fosse. Então, por fim, decidi ir treinar um pouco minhas técnicas de arco e flecha.
Entrei na clareira onde era realizada o treino, e por sorte não cheguei muito atrasada, apenas meia-hora. Quando encontrei um lugar na direcao de um alvo, me preparei. Pus a flecha no arco, e puxei a metade que conseguia. Se fosse longe demais acabaria voando alto demais. Respirei fundo, entrando em equilíbrio e me esquecendo do resto do mundo para apenas me focar naquilo. 
Quando a instrutora berrou "Fogo!", á princípio esperei um pouco, para sair o mais perfeito possível. Logo, a flecha saiu certeira dentre meu arco, voou rápida como um tiro no alvo. Voou duas faixas para cima do centro. Olhei para os outros campistas que tinham atirado, aparentemente tinha ido bem, embora ainda quisesse mais perfeicão. Passei uma madeixa para trás da orelha, para tirar os cabelos do rosto e me preparar para a próxima flecha.
Passando a segunda flecha no arco, mirei exatamente no centro. Tentando provar o máximo de mim, puxei totalmente a flecha para trás, mesmo sabendo - lá no fundo - que iria longe talvez, demais. Mas ignorei meus pensamentos internos, queria me provar melhor que qualquer filho de Apolo, mesmo que fosse um sonho um tanto distante no momento. Ao sinal da instrutora, liberei a flecha, que saiu zunindo no meu ouvido. Voou numa velocidade tem alta que não me dei conta de que a flecha já tinha ido embora ao lancá-la. A flecha também, não apareceu. Foi alta, alta, alta, muito alta mesmo. Passou voando pelo alvo, caindo próximo a praia. Xinguei, pensando que teria de buscar depois.
Aquela seria a última flecha do dia, afinal, tinha chegada de um tanto atrasada. Suspirei, tirando os cabelos dos olhos. Coloquei a terceira flecha na arma, em seguida fechei o olho direito, para me focar bem mesmo. Desta vez, não pensei em ser a melhor, pensei em apenas ir bem, pensei em dar um exemplo. Ao grito da instrutora, minha flecha foi a primeira a sair em disparada. Voou rápida no alvo, parando bem no centro deste. Pulei animada e beijei meu arco, estava mesmo me dando bem com aquilo. Logo em seguida, peguei minhas flechas e me fui, precisava comemorar!


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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Meryl Swart Hammerbolt em Qui 28 Nov 2013 - 16:45

do what you can now
Forget what has not been done before

Brooke acordou com o barulho de movimentação de manhã - o que, no chalé de Hades, era novidade. Surpresa, tirou a cabeça do travesseiro e a mente dos sonhos e olhou em volta, meio absorta nos acontecimentos recentes. Soprando a franja dos olhos, ergueu o corpo, sentando-se; seus poucos irmãos arrumavam tudo, pegavam suas armas e faziam fila para usar o banheiro. Brooke bufou, irritada por ter sido acordada, e levantou. A preguiça tomava cada parte do seu corpo, tornando-a pesada como uma bola de concreto e sonolenta como um bicho preguiça; sem vontade nenhuma de sequer respirar. Perdera totalmente o ritmo do Acampamento Meio-Sangue; não treinava, não lembrava o horário de acordar e tampouco o de comer. Isso precisava mudar; ela se convencera, após perder o horário de almoço duas vezes. A filha de Hades levantou, e espreguiçou-se; estava com sono, muito sono. Pegou uma muda de roupas qualquer e, assim que a porta do banheiro se abriu, furou a pequena fila que havia se formado ali e entrou no banheiro, passando a chave logo em seguida. Brooke teve que controlar o riso ao ouvir seus irmãos esbravejando do lado de fora, batendo na porta e tentando arrombar ela com suas próprias mãos. "Idiotas", murmurou. [...]

Depois de um café da manhã rápido, ela dirigiu-se ao campo de treinos; não iria ficar mais uma manhã sozinha no chalé, fumando ou jogando o dia fora. Alguns campistas treinavam sob a supervisão de semideuses mais velhos e experientes; uns treinavam por conta própria por se acharem bons o suficiente ou por terem anos de acampamento; outros, ainda com a barriga cheia ou com sono, conversavam num canto. Brooke tinha um arco e sua aljava pendurados nos ombros - ela os pegara emprestados de um irmão -, e ponderou sobre de que jeito treinar. Ela era realmente horrível com o arco, e estava com uma preguiça enorme de pensar em algo para fazer sozinha, então decidiu que iria fazer o treino mestrado. Ela até que gostava dos treinos mestrados, embora odiasse que mandassem ou dissessem a ela o que fazer. Com uma expressão suave, se aproximou do grupo de semideuses que estava reunido em volta de um instrutor.

Quando chegou, o instrutor já estava no final de sua explicação, mas Brooke conseguiu entender o que fariam. Haveria alvos, para os iniciantes; alvos que se mexiam para os mais velhos e alvos que se mexiam e atacavam para os que se achavam realmente fodas. A filha de Hades optou pelos que se mexiam; não queria se sentir menos indo treinar com os mais iniciantes. Não que ela não o fosse; mas era orgulhosa demais para admitir que não sabia. Dirigiu-se, então, com o grupo que faria com os alvos que se moviam. [...]

Uma fila foi formada, e Brooke já começava a pensar que não fora uma boa ideia essa a de se juntar aos "avançados". Ela nunca havia sequer tocado em um arco, e sabia que ia ser um fiasco; mas manteve-se ali, no sexto lugar da fila. Atrás dela, duas garotas conversavam; uma filha de Éolo e uma de Apolo. Elas falavam sobre suas vidas, festas, roupas e essas coisas de menininha que Brooke nunca teve paciência para fazer, ter, pensar e falar. Elas já deveriam estar ali há um tempo, deduziu Brooke, e de certo sabiam usar um arco. A filha de Hades ficou tentada a pedir ajuda, as resolveu deixar para lá. Talvez elas a dedassem; isso não seria nada bom, e para ela que odiava chamar a atenção, um pesadelo. Então, a garota manteve-se atenta ao que os campistas na sua frente faziam. Eles se posicionavam retos, erguiam os arcos e encaravam os alvos, que começavam a se mexer quando o determinado campista acenava com a cabeça. Eles se moviam rápidos, e eles deveriam acertar três e voltar ao fim da fila. tinham dois minutos.

"Eu consigo", murmurou Brooke. Não parecia tão difícil. Os outros meio-sangues faziam aquilo com uma facilidade tão grande quanto respiravam; afinal, se conseguiam, deveria ser porque era realmente fácil. A filha de Hades já estava mais tranquila e ficava olhando os outros, imaginando que seria moleza.

E então chegou a sua vez. Ela deu um passo a frente e ficou reta. Segurou o arco com confiança, e tirou uma flecha da aljava que tinha nas costas. Brooke pousou a flecha no arco e puxou sua corda até perto dos lábios. E deu um aceno leve com a cabeça. Os alvos começaram a se mexer, e era mais rápido do que ela havia imaginado. Ela acertou um por pura sorte, e errou todos os outros. Depois de três minutos, o instrutor parou os alvos, recolheu as flechas dela e mandou-a voltar para o fim da fila para repetir depois.

Brooke se sentia humilhada. Ela se sentia idiota por ter escolhido os difíceis e queria poder escapulir para os outros treinos mais fáceis, mas permaneceu ali, fingindo estar arrumando as flechas para se distrair. Ela ficou fazendo aquilo até não ter mais o que arrumar e ouvir uma voz atrás de si. "Ei, posso te fazer uma pergunta? Se não sabe atirar, por que veio para essa fila? Sem querer ser grossa", era a morena, filha de Éolo. Brooke se levantou e a encarou. "E isso lá é da sua conta?", retrucou-lhe Brooke. A morena riu. "Eu ia te oferecer ajuda, mas já que é assim...", ela virou-se e começou a conversar com a amiga filha de Apolo, que já havia voltado de sua vez. A filha de Hades revirou os olhos. "Por favor, me des... des... não consigo, mas você entendeu. Me ajuda com isso?", falou para a morena, que lhe encarou. Ela sorriu. "Ajudo, mas é só dessa vez. Meu nome é Gabrielly. E nós vamos fazer o seguinte..." e ela pôs-se a explicar. [...]

Era vez de Brooke de novo. Elas tinham uma espécie de plano, e tudo daria certo. Quando o instrutor chamou a filha de Hades, ela olhou para trás, e Gabrielly assentiu. Então, Brooke colocou-se na posição. Puxou a corda, e acenou com a cabeça. Os alvos começaram a se mexer. Ela mirou, e atirou.

A flecha teria errado o alvo, mas uma brisa apareceu e carregou-o até o alvo. E de novo. E de novo. Brooke sorriu quando o instrutor a parabenizou, dizendo que sua pontaria era perfeita, e ela ruborizou; o crédito não era seu, era de Gabrielly. Ela voltou ao seu lugar, e continuaram - as duas - naquilo, até que o instrutor anunciou o almoço.

"Obrigada", Brooke sussurrou para Gabrielly. Esta, sorriu. "Eu só manipulei as duas primeiras vezes. As outras quatro foram você", ela contou, e deu as costas à Brooke, voltando a falar com sua amiga.



Avaliação
Pontos
Desenvolvimento do treino
40xp
Coesão
25xp
Gramática
25xp
TOTAL
90xp
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Convidado em Qui 28 Nov 2013 - 21:13

Treino de Arco e Flecha

Tomando Chuva

Não pense que ser filho de Apolo te proporciona sol, e qualidades superiores em Arco e Flecha. Na verdade eu pensava seriamente que havia sido reclamado errado e ainda por cima estaria sendo conselheiro do chalé errado. Quando sai do chalé sete, já estava entardecendo, o céu já estava tomando um tom de laranja. Seis e quinze da tarde, a parte boa de ser filho de Apolo é saber as horas só de olhar pro sol, nossa que coisa útil. A fina garoa não era nenhuma ameaça, não chegava nem bloquear a visão ao longe, mais foi o suficiente para colar minha camisa laranja no corpo como cola entre duas folhas de papel. O Arco que eu portava era simples, era de madeira, resistente, uma madeira branca, acho que carvalho. As flechas tinham a mesma coloração com penachos coloridos e pontas de metal, e o fio de tração era feito de um material estranho que não conhecia, mais era muito bom, pelo menos, era oque eu achava, já que nunca havia tido um tiro de sucesso, então acho que o problema era eu.

Não passei em nenhum local, em nenhum de costume, nem nas forjas, nem mesmo no meu chalé, fui para o treino molhado, embora costumasse jantar antes. Minha barriga não estava me encodando, queria logo saber se conseguiria alcançar meus objetivos naquela pernoite. Não havia ninguém, como planejado. Só eu, a lua, e alguns grilos. O Arco chegava a reluzir com a superfície lisa da madeira. Me coloquei a dentro da área de treino de arcos, queria algo básico. Posicionei-me exatamente na área de treino simples. Eram bonecos de palha, fixos em várias posições e alturas com mini-alvos, nas mãos, no coração, nos genitais, na cabeça e nos pés. Bem, acho que não seria tão complicado errar o alvo, acho que nem se quisesse conseguiria errar. Tirei o arco das costas e coloquei a aljava na lama, era couro, estava mais preocupado com as flechas do que com a bainha em sí. Acho que não  havia como causar grandes erros em um exercício tão simples. Ainda mais sendo filho do deus dos arqueiros.

Os alvos eram divididos em parte central, que era preta, uma faixa amarela, uma vermelha, e uma azul. Então o melhor seria acertar no preto. Mirei em um boneco logo a minha frente, estava a um cinquenta metros de mim. Armei o arco. Dei tração a flecha, colocando-a no meio de meus dedos e ao mesmo tempo puxando o fio para trás. Encostei os lábios na flecha e olhei para frente. A visão se embaçou um pouco e logo entrou em foco. Logo estava vendo perfeitamente a cabeça do alvo e então foi instintivo, soltei a flecha. O Penacho passou pela minha cara e causou um pequeno corte mais pelo menso havia acertado no ponto preto, e melhor ainda, na cabeça. Bem, já que estava indo melhor do que esperava porque não continuar. Armei outra flecha, mirei do mesmo modo, e consegui acertar dessa vez na volta azul, oque não era tão bom. Não havia porque não explorar até onde essa habilidade ia. Passei para o circuito de alvos animados.

Os alvos ficavam trocando de local e havia como regular, coloquei do modo difícil, os alvos agora eram borrões, apenas borrões, com alguns segundos de diferença passando pelos meus olhos, que se alinhavam em um único ponto, então não poderia acerta-los com uma única flecha, então teria que acertar separadamente. Alinhei as flechas na Aljava de modo que seria fácil pega-las e comecei. Os acertos eram naturais, na verdade, era como se fosse automático, um atrás do outro, sacando e atirando, de modo que não me interessava os alvos mais sim apenas acertar, Mesmo assim algumas flechas iam direto para o ponto preto mesmo não prestando muita atenção nelas, e nem sabendo qual foi que acertou oque, apenas disparava. Quando já estava secando da garoa, levei a mão as costas e peguei ar, ou melhor nada. As flechas estavam jogadas por todos os lugares e os alvos empalados por várias, havia pelo menos 30 flechas. Não parecia caber tudo naquela aljava, fiquei surpreso com a nova habilidade que eu desenvolverá. Não esperava isso, não mesmo. Mais tinha que voltar para o chalé, mais antes tinha que ter pelo menso algumas flechas — Acho que tenho uma bagunça pra arrumar. — Fui catando as flechas, uma a uma, de cada alvo, e a aljava não parecia encher quanto tanto parecia ou deveria. Foram alguns minutos para recolher todas, mais logo que recolhi, segui para o chalé, não queria deixar os novatos colocarem fogo nele. Não se não ajudasse.


Avaliação
Pontos
Desenvolvimento do treino (50xp)
35xp
Coesão (25xp)
25xp
Gramática (25xp)
20xp
TOTAL
80xp
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Blake Schneewind Dewey em Qui 28 Nov 2013 - 22:54

training...
 two targets, one lucky kid with a hapless rabbit

Eu, de fato, sempre odiei os treinos de arco e flecha. Não sei qual o meu problema, entende? Simplesmente não consigo lidar com o fato de ter que arremessar projéteis invés de usar o combate de curto alcance que consegue ser, por vezes, tremendamente mais eficaz. Tessa nunca mediu esforços em tentar me repassar alguns de seus conhecimentos, mas lamento dizer que ela não teve tanto êxito quanto poderia ter tido. Enquanto ia até o campo aberto para o treino livre de arco e flecha, tentava repassar todas as instruções básicas dadas por Tessa e por minha meio-irmã, Isabelle. Até havia arriscado chamá-la para me ajudar, na verdade, eu a convidei a comparecer, contudo os filhos de Hades – no caso, meu pai – são um tanto difíceis de lidar. Bipolares, em suma. Sabia que os pés devem ficar em linha reta com o alvo, ou o mais reto possível, pois a musculatura humana tende a deslocar os pés de forma “torta” para os lados, caso contrário todos teriam problemas na coluna. Outro ponto importante era o fato de que o ombro esquerdo (depende do braço com o qual você segura o arco) deve estar sempre voltado para o alvo, ao oposto de quê o outro ombro fica flexionado mais para trás de modo a colaborar com a mira. Nunca se deve segurar o arco com força, têm de haver firmeza e só isso. Dedos tremendo não ajudam em muita coisa. Resumidamente, aquilo era tudo do que eu conseguia me lembrar, já o resto provinha de treino e técnica adquirida com o tempo (no caso de caçadoras e filhos de Apolo, a coisa se baseia em genética).

Alcancei o campo aberto em tempo de evitar o pico do sol ao meio dia. Nuvens escuras davam conta de evitar a radiação solar, deixando-me com a brisa fresca do fim da tarde. Escolhi um alvo aleatório, de preferência o mais próximo, e me aproximei o bastante para ter esperança de conseguir bons resultados. Já com a aljava de flechas de madeira nas costas, só precisei pegar o arco e o empunhar o braço esquerdo, afinal assim tinha a mão direita (no meu caso, a mais firme) para disparar flechas. Posicionei-me tal qual lembrava que deveria fazer, voltando o corpo lateralmente em direção ao alvo pintado de branco e vermelho em áreas que, em competições, tinham a pretensão de indicar pontuação. Ao pegar a primeira flecha, encaixei-a entre os dois dedos médios, mantendo a firmeza que Tessa tanto havia dado ênfase em suas tentativas de bancar a instrutora. Admito ter ficado teso de início, talvez por nervosismo, mas fechei os olhos e respirei fundo, até que estivesse menos nervoso. Mantive só um dos olhos abertos para calibrar a mira e trouxe a flecha até a altura de meu ombro, friccionando a corda o máximo possível até que a soltei. O típico barulho de disparo antecedeu a batida da ponta de madeira contra o próprio alvo que também era feito deste material. Abaixei o arco e fiquei na ponta dos pés – sem precisão – para ver o resultado. A flecha havia atingido uma área branco do alvo, a segunda após o círculo central. Levando em conta que eu sempre fui um desastre com arco e flecha, o resultado havia sido muito bom. Já tinha o que dizer quando visse Tessa da próxima vez.

Disparei ainda outra duas vezes contra o mesmo alvo, tendo resultados semelhantes. Eu não alterei meu posicionamento de forma alguma, talvez por medo de errar, então não fiquei tão surpreso por ter acertado a mesma área de antes. Outro alvo de longo alcance, ou ao menos de nível de dificuldade maior do que o que eu vinha praticando, estava há alguns metros, portanto optei por ir até lá. Parei de lábios apertados e expressão decidida, embora algo me dissesse que a sorte não estaria disposta a me agraciar outra vez. Filho de quem sou, e teimoso como só eu consigo ser, ergui o arco em posição de ataque e peguei uma das flechas que compunha minha aljava. Dessa vez perdi quase seis minutos só para me posicionar, o que remete a dizer que fiquei trocando meus pés de lugar o tempo todo até que pareceu que eu havia achado um ângulo adequado. Por desta vez o alvo estar mais distante, apertei os olhos invés de fechar um destes, afinal um dia alguém – não sei quem – havia me dito que boa parte da prática com arco e flecha vêm da visão do atirador. Gastei mais alguns poucos minutos para controlar a tremedeira em meus dedos, ou seja, o nervosismo. Quando tudo pareceu perfeito (admito que muitos teriam feito alusão ao momento com as horas gastas por uma mulher para se arrumar), retesei a mão direita para trás, o máximo possível sem que houvessem danos da estrutura, e então disparei. A flecha seguiu em trajetória linear em direção ao alvo, distanciando-se por muito pouco do círculo central em vermelho vivo. Arqueei as sobrancelhas, surpreso, e logo um sorriso povoou meus lábios. Pelo visto, Tessa teria muito do que se orgulhar. Isabelle tinha seu crédito no progresso, mas eu nunca lhe diria; coisa de irmãos.

Por já ter gastado quase todo o período de fim da tarde, recolhi as flechas espalhadas pelo gramado, ainda incrédulo quanto a meus feitos, e comecei a me distanciar do campo aberto para treino. Campistas passaram por mim ainda àquela hora do dia, sendo muitos da prole de Apolo, e poucos encrenqueiros de Ares. Ainda a caminho do chalé de Hades, o treze, topei com um coelho de pelagem branca como a neve e olhos injetados de vermelho. Ele não cumpria muito bem o estereótipo de coelho fofo e amável que as garotas costumam ter. Por impulso, empunhei o arco e peguei uma das flechas que dispunha, preparando-a na corda em questão de segundos. Não fiquei medindo ângulos ou metros, coisa que julgo tediosa, invés disso apertei os olhos e disparei contra a massa felpuda de pelos brancos. Como só àquelas pequenas criaturas conseguem, o coelho deu um salto longo e rápido, distanciando-se antes que eu tivesse tempo de segui-lo e/ou pegar outra flecha. Balancei o rosto um tanto atordoado e o saltador não estava mais lá. Ao dar prosseguimento a trajetória que já fazia, fiquei me perguntando se tinham dado maconha ao coelho (graças aos seus olhos) ou a mim.










Avaliação
Pontos
Desenvolvimento do treino (50xp)
45xp
Coesão (25xp)
20xp
Gramática (25xp)
20xp
TOTAL
85xp
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Deborah A. Millyat em Sex 29 Nov 2013 - 22:55

alright decisions

Não se podia dizer que eu tinha um tipo de treino preferido. Na realidade eu só treinava para aprimorar minhas habilidades e extinguir a minha "força".
Eu precisava treinar arco e flecha e sabia disso. Eu podia me considerar boa, principalmente por conta de minha boa pontaria e da minha grande concentração. 
Hora era dia de demonstrar toda essa concentração e conseguir acertar o máximo que eu puder. 
A arena estava desértica. Melhor assim. Depositei o arco ao chão e alonguei os braços, sentindo uma pequena dorzinha me incomodar. Tentei ignorá-la e continuei a me alongar, respirando fundo inúmeras vezes. Uma suave música me veio a cabeça e comecei a cantarolar alegremente, dando pequenos sorrisinhos enquanto a melódia escapava de meus lábios.
"Cause it's too cold whoa, for you here". 
A canção havia me animado um pouco e sorrisinhos não paravam de surgir. Com o corpo em equilíbrio e a mente concentrada em meu objetivo, alcancei a flecha e segurei-a com um toque firme na minha mão esquerda, puxando uma flecha e flexionando mais uma vez os ombros, suspirando e fechando os olhos por alguns segundos. 
Apontei o arco para baixo, encaixando a flecha adequadamente no mesmo, pronta para alinhar e atirar. 


Elevei um pouco o ombro esquerdo, com o arco e a flecha já devidamente alinhados em direção ao boneco de palha, que seria meu alvo da vez. Empurrei o ombro direito para trás, levando meu braço, puxando a flecha juntamente com o mesmo, esperando estar com uma boa mira hoje para que acertasse no "coração" do pobre boneco. Precisava me concentrar verdadeiramente.
Não era uma dificuldade para mim. Soltou a respiração fortemente e fixando o olhar sobre o boneco, como se ele fosse um real inimigo. Um sorrisinho irônico escapou por meus lábios.
Eu estava pronta. Soltei com força a flecha, fechando meus olhos enquanto sabia que a flecha atingira certeira no coração do boneco. 
Não pensei outra vez e puxei uma nova flecha, sem parar para me concentrar ou esperar dessa vez e disparei de vez, atingindo o rosto de meu boneco cobaia. 
Disparei seguidas vezes sem parar, ameaçando atirar para outro lugar. Soltei uma risada fraca, e parei por um instante. Eu gostava daquilo. 
Gostava bastante. 
Para mim era completamente libertador e estimulante. Era gostoso e eu achava bem gratificante quando a flecha agarrava bem onde eu queria. Era como pegar no ponto fraco de seu inimigo. 
Uma brisa forte chicoteou meu rosto, fazendo meus cabelos loiros chicotearem minhas bochechas e meus olhos. O sol estava ameno naquela hora e a sensação quente de seus raios em minha pele era aconchegante e bom.


Passei o dedo indicador pelos lábios, passando a língua úmida em seguida e puxando mais uma flecha. Olhei diretamente meu boneco já bem atingido e bufei, procurando outro alvo. Soltei a flecha sem querer vendo-a disparar e atingir o chão, bem ao lado do meu boneco. 
Caminhei até a flecha e puxei-a, alinhando a mesma novamente no arco e pronta para atirar em qualquer outro lugar. Fechei um dos olhos e prendi a língua nos dentes, preparando para atirar no alvo vermelho e branco. Não era o que eu queria mais. 
Apontei o arco para cima e suspirei uma ultima vez, relaxando os ombros em seguida e largando o arco e a flecha ao chão.
Ajeitei os cabelos e olhei a arena uma ultima vez, pegando meu equipamento, caminhei mais um pouco sobre o gramado da arena, respirando aquele ar profundo e sentindo a brisa bagunçar meus cabelos. Com mais um riso irônico e meio solitário, abandonando a arena.
credits @









Avaliação
Pontos
Desenvolvimento do treino (50xp)
20xp
Coesão (25xp)
15xp
Gramática (25xp)
15xp
TOTAL
50xp
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Alberth McCann em Sab 30 Nov 2013 - 0:15





A beleza do céu é saber que nunca seremos abandonados por ele
A lua brilhava inóspita sob a terra. Seus raios brancos refletiam contra a minha pele pálida. O acampamento estava úmido e gélido. Os rangidos das arvores eram instigantes, e me faziam questionar o porque de estar ali, sozinho, andando sem rumo procurando alguma coisa para fazer. A Resposta veio como uma bala: a Falta de sono estava me castigando , era impossível não sair procurando algo para fazer. Não Sabia ao certo se deveria estar sozinho aquela hora da noite, poderia sofrer algum tipo de punição, ou simplesmente algum DEUS me lançaria uma maldição, mas acho que um Deus teria mais oque fazer do que ficar lançando maldições em um Calouro que provavelmente está quebrando alguma regra . 

[...]
A Clareira ao qual me encontrava, exalava escuridão. Passo por um boneco de palha, e uma coisa rapidamente chama a minha atenção. Não tinha erro, conhecia aquilo em qualquer parte. Era um Arco  jogado ao chão e ao seu lado algumas flechas . não poderia resistir há isso, atirar com arco e flecha vinha logo depois de me formar em medicina e aprender a tocar algum instrumento na minha lista de "10 coisas que devo fazer antes de morrer" . Então corro até o arco e a Aljava cheia de flechas que não estava muito longe de mim . preparo-me colocando a Aljava em minha costas e com a mão direita seguro o arco firmemente , retiro uma flecha e a posiciono .  já estava tudo pronto para atirar , agora só me faltava um alvo , e ao olhar para trás vejo que alvo não me faltaria . Meus dedos formigavam de ansiedade , mas , não atiraria sem antes fazer o ritual que constantemente assistia na televisão . 
- Preparar - digo puxando a parte flexível do arco para trás junto com a flecha - Apontar - naquele instante meus dedos já queriam soltar a flecha mas não faria aquilo sem o ritual estar completo e então sem esperar mais nada digo - FOOOGO -  e rapiadamente solto o dedo , fazendo com que a flecha seja lançada ao alvo que estava a uns 30 metros de distancia  
vejo a flecha viajar diretamente até o meio do alvo, não sabia como havia feito aquilo , mas sabia que o meu novo esporte favorito era Tiro ao alvo, não pensava que atirar com flecha seria tão fácil como nos filmes , mas foi . após aquele tiro , fiz exatamente oque havia feito antes umas 10 vezes e quase todas acetaram nos alvos, algumas voaram para longe e quando isso acontecia , fechava meus olhos e esperava ouvir alguém gritando de dor , mas felizmente ninguém saio ferido.  A esta altura o sono que antes estava me faltando , havia voltado e finalmente pudo retornar ao meu chalé provisório e dormir tranquilamente . 


CLUMSY @ SA!








Avaliação
Pontos
Desenvolvimento do treino (50xp)
10xp
Coesão (25xp)
15xp
Gramática (25xp)
10xp
TOTAL
35xp
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Logan K. Scheubaer em Sab 30 Nov 2013 - 23:04


ARCO E FLECHA

O dia estava ensolarado mais uma vez, infelizmente não podia dizer o mesmo no mundo exterior ao acampamento, parecia estar nublado. Estava indo em direção a arena mais uma vez, dessa vez não podia fazer muito esforço físico. Ordens da enfermeira do acampamento. Descartei logo a opção de combate a monstros mais uma vez. Fiquei até meio feliz, visto que quase morri da ultima vez.
 
Ao chegar à arena escolhi treinar arco e flecha. Não requeria tanto esforço, porém sabia que não seria tão fácil assim. Fui até o arsenal e peguei um arco e uma aljava com flechas. Dessa vez tentei dinamizar mais o treino, diferente do de combate a monstros, que se resumiu basicamente em “ataca, defende, quase morre, e fim”.
 
Arrastei para o meio da arena vários bonecos de palha e alinhei-os em circulo, posicionando-me no centro. Tirei uma flecha da aljava e armei meu arco puxando a flecha presa pelo nock na corda do arco, deixando as rêmiges da mesma próxima aos meus lábios. Posicionei meu corpo adequadamente, com meu ombro esquerdo virado para o alvo e a respiração presa. Segurei firmemente o arco, sem fazer muita força e mirei na cabeça de um dos bonecos. Soltei a corda, fazendo as leis da física fazerem o resto. A tração da corda foi o suficiente para o impulso, pois a flecha fez um trajeto parabólico, infelizmente não acertou o local que eu pretendia e sim mais abaixo, próximo do pescoço.
 
Olhei frustrado para o alvo e suspirei passando para o boneco ao lado. Tirei uma flecha da aljava e armei dessa vez mais rapidamente o arco. Puxei a corda e a soltei. A flecha acertou bem em cheio uma das penas do boneco. Esbocei um sorriso no rosto percebendo que poderia ter derrubado um inimigo vivo. Retirei outra flecha e atirei-la no mesmo boneco, acertando dessa vez bem em cheio o peitoral do mesmo. Armei mais uma vez meu arco rapidamente e mirei na cabeça do boneco. Soltei a corda do arco, impulsionando a flecha, acertando bem em cheio próximo da testa do boneco.
 
Girei meu corpo levemente e armei rapidamente meu arco com uma flecha da aljava, soltando mais uma vez a corda de tração do arco e fazendo o objeto pontiagudo fincar no boneco. Repeti essa ação várias vezes nos bonecos sucessores até acabarem as flechas da minha aljava.
 
Fui até cada um dos bonecos retirar as flechas caídas no chão e as cravadas. Avaliei os estragos causados. Apesar de muito poucos, alguns tiros poderiam ser mortais ou causar bastante estrago, alguns chegando até ser profundos.
 
Após acabar todo o treino arrumei todos os bonecos de palha, coloquei todas as flechas de volta a aljava e guardei os mesmos.
 


90 X P

Gramática (0-25 xp): 25 .-. Coesão (0-25 xp): 20 .-. Desenvolvimento do Treino (0-50 xp): 45

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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Davos H. Grümmer em Seg 2 Dez 2013 - 21:21

os obstaculos,
alvos e obstáculos para ser morto.

Devo assumir que levava jeito com armas tipo, espadas, adagas, sabres e afins, porém não tinha nenhuma pratica com armas a distância, era exatamente por esse motivo que estava me encaminhando para treinar arco e flecha, havia pego um emprestado de um filho de Apolo, um que por sinal não viria treinar no mesmo horário que eu, o que de fato era realmente perfeito. Devo assumir que para conseguir pedir o arco empresto, demorei algumas semanas para pensar sobre, sou muito quieto e ser quieto implica em não gostar de falar com as pessoas e muito menos pedir algo a elas. Dei de ombros caminhando por dentre a floresta, até encontrar os alvos onde eu deveria atirar, mas para minha grande ousadia, havia trago Monstro comigo, meu cão infernal.

Monstro, você vai ter que vir me interferir no momento em que eu tentar acertar um dos arcos, se por acaso eu acertar algum em você, você deve morder minha mão, certo? — O cão apenas concordo com um latido estridente, em seguida peguei o arco em minhas costas e procurei pela aljava que estava em meu ombro, a arrumei nas costas e posicionei o arco pronta para acertar o alvo.  — Já! — Gritei enquanto começava a tentar acertar os alvos a minha frente, porém Monstro era muito bem treinado e havia entendido o recado.

Localizava-me ao centro onde haviam oito alvos a serem acertados, eu iria começar com algo fácil, como o bloqueio feito pelo Monstro, ele então começou a pular e bloquear minha visão, impedido que eu acertasse o meio do alvo, lancei ferozmente uma flecha no meio do segundo alvo a minha esquerda, inclinando o corpo um pouco para a esquerda tentando o acertar, porém passou raspando em Monstro que grunhiu, vi a flecha acertar apenas a ponta do alvo, respirei fundo pegando outra flecha e desta vez mirando-a no alvo a minha direita, o terceiro deles... Soltei a flecha com rapidez, inclinando meu corpo desta vez para o lado esquerdo, enganando em uma jogada rápida ao cão que tentava me bloquear. Percebi a flecha acertar em cheio o penúltimo aro, ainda não havia acertado o centro, então teria que continuar tentando.

Monstro parecia se divertir com aquela brincadeira, peguei outra flecha e posicionei meu corpo de forma meio inclinada para a frente, o que de fato foi um ato errôneo, lancei a flecha e acertou um dedo da pata esquerda do cão, que rapidamente veio ao meu caminho e mordeu-me o braço, olhei para ele e o mesmo o soltou voltando a sua posição, agora com o braço direito ferido, voltei a me concentrar no alvo logo a minha frente, o que encontrava-se ao meio, era o quarto. O cão correu feroz para ficar em minha frente, ele pulava feio um macaco para impedir-me, então inclinei o corpo para a direita e em um movimento rápido para a esquerda, percebendo que havia enrolado o cão, voltei meu corpo para o meio e soltei a flecha rapidamente, conseguindo acertar a mesma bem ao centro do alvo.

Menos um, agora falta sete. — Voltei a olhar para o cão que tinha a língua do lado de fora, estava precisando alimentar meu cachorro, mas iria esperar até voltarmos para o acampamento, se ele continuasse a fazer seu trabalho como mandava o roteiro, iria ganhar uma grande recompensa. — Monstro, agora você deve me impedir enquanto corro, vou pegar distância e correr em direção aos alvos para acertá-los, se eu passar dessa marca, você deve morder minha perna. — O cão latiu novamente em resposta a minha ideia e eu fiz uma marca no chão, para não passar da mesma, caminhei para atrás, em mais ou menos três metros de distância dos alvos, olhei para o cão e fiz sinal com a cabeça de que já era para começar.

Voltei a me posicionar e comecei a correr, Monstro ficou correndo entre minhas pernas e minha frente, tentando me fazer cair, mirei no terceiro algo a minha esquerda, inclinando o corpo para a direita e pulei no ar tentando impedir que o cão me atrapalhasse, em seguida atirei a flecha com a intenção de acertar o centro do alvo, porém acertei apenas o penúltimo aro, antes do centro. Estava preste a cair depois da linha marcada quando dei um impulso para trás e cai por pouco, em cima da linha. Relutante a continuar, eu sorri meio amarelo para o meu cão e ele fez uma cara de triste deixando claro que queria ter mordido minha perna.

Em seguida voltei a pegar distancia a três metros, voltando a fazer o percurso com o cão se tornando obstáculo em cada passo meu, em algumas vezes ele pulava na frente do arco me atrevi novamente a parar a um metro de distância e fixar meu olhar no quarto alvo, jogando o corpo para a direita e depois para a esquerda, pulando em forma ereta evitando o cão como empecilho, e atirei a flecha bem no centro do quinto alvo, acertando o mesmo em cheio, sorri mas quando voltei para o chão, desequilibrei e cai de joelhos senti uma pontada aguda nos dois joelhos, quando olhei para baixo haviam pedaços de pedra no lugar. Ergui as sobrancelha e vislumbrei meu cão com um olhar sapeca, como ele era inteligente e malvado ao mesmo tempo.

Menos dois, agora falta seis. — Levantei-me sentindo os joelhos arderem peguei novamente o arco e voltei ao meu ponto de início para correr. Dessa vez iria me atrever a lançar duas flechas seguidas uma da outra enquanto estivesse flutuando no ar, as duas seriam lançadas para alvos diferentes. Olhei novamente para o cão que parecia se divertir com minhas quedas e machucados, revirei os olhos e voltei a correr em direção aos alvos, ele voltou a vir me atrapalhar, estava tão concentrado que não percebi o cachorro a minha frente, tropecei no mesmo e cai com a cara no chão sentindo meus joelhos arderem novamente, levantei e voltei a olhar para o cão, ele realmente estava gostando daquilo.

Dessa vez havia pensado em outras coisas, voltei um pouco mais que três metros e tornou-se cinco, haviam pedras, prantas cortantes e algumas espécies de agulhas cortantes grudadas no chão, além do cão que estava ali para me atrapalhar. Posicionei novamente o arco e peguei duas flechas, voltei a correr tendo que me concentrar quando no chão como nos alvos, aquele parte seria complicada de fazer, mas iria tentar. Meio ao percurso, já a mais ou menos quatro metros, senti uma dor aguda no joelho esquerdo, mas permaneci correndo em direção aos alvos, desta vez iria acertar o primeiro e o segundo do lado direito, a mais ou menos dois metros da marca, dei um salto considerando a distância e joguei o corpo para a frente, pegando uma das flechas e lançando rapidamente no primeiro alvo, peguei a segunda e lancei no segundo alvo, acertando a ambos bem no centro, em seguida cai no chão logo depois da linha marcada.

Menos quatro, agora faltam mais quatro. — Senti apenas uma dor aguda na perna esquerda, Monstro cumprindo com sua função, como castigo eu havia passado da linha, então ele estava mais do que certo em me punir. Levantei me apoiando no chão e mancando até a marca da última jogada, eu voltei a olhar para meu cão. — Vou tentar acertar os quatro últimos de uma vez, será uma jogada rápida igual a esta última, então faremos assim. Irei usar as pedras e obstáculos como apoio para saltar, você terá que tentar morder minhas pernas para me impedir. — O cão novamente demonstrou mais do que interesse para com a atividade, dei de ombros e voltei a minha posição, pegando uma flecha, dessa vez iria lançar elas de forma individuais.

Parei por um instante observando o lugar ao meu redor e voltei a me concentrar nos quatro últimos alvos restantes, estava começando a sentir dores, então teria que acabar com a jogada naquela última tacada. Voltei a correr rapidamente, tentando reprimir a dor que sentia nos joelhos e na perna esquerda, iria ter que me empenhar na direita para pegar impulso e pular. Estava próximo as pedras, pulei na lateral de uma delas pegando impulso e ficando por poucos segundos no ar então lancei a flecha rapidamente no terceiro alvo da direita, e consegui acertar bem no centro. Estava quase caindo no chão quando consegui equilíbrio e cai em pé, voltando a correr novamente a mais ou menos um metro e busquei outra pedra de apoio, pegando impulso e pulando novamente dessa vez de forma reta pegando a flecha rapidamente e a lançando no sexto alvo, a direita acertando o mesmo bem ao meio, logo em seguida cai ao chão sentindo uma leve pontada nos joelhos novamente e na perna, levantei e voltei a olhar para o percursos, faltavam o sétimo e o oitavo alvo, então voltei para trás um pouco e voltei a correr, dessa vez corri entre os obstáculos com a intenção de engalar o cão que me perseguia, pulei por cima de algumas plantas e de alguns negócios cortantes no chão, peguei uma flecha e no impulso enquanto corria lancei contra o sétimo alvo acertando o mesmo ao centro, em seguida corri mais ainda e pulei em uma pedra, mas não fora o suficiente o cão alcançou minha perna direita e mordeu fazendo com que eu caísse no chão novamente.

Faltava apenas um alvo, não iria fazer o percurso todo novamente, então levantei apoiando-me nos braços e sentia dores nas duas pernas, respirei fundo e olhei para o meu cão que estava feliz em me ver machucado, revirei os olhos e levantei cambaleando e me apoiando em uma pedra grande, voltei a pegar o arco e posicionei a flecha no mesmo, comecei a pular com as pernas juntas me desviando apenas do cachorro que estava nos meus calcanhares e em seguida pulei inclinando o corpo primeiro para a direita, depois inclinei para a esquerda e soltei a flecha no centro do oitavo alvo, porém não vi se acertou ou não de primeira, cai no chão e bati o braço em um dos negócios cortantes que havia no chão, a dor foi aguda, então fechei os olhos e tentei respirar fundo para não sentir aquela dor, em seguida abri os mesmo e vi que havia acertado o alvo.

Meu cão, sapeca e com um olhar de vitória no rosto veio ao meu encontro e me deixou usá-lo como apoio para erguer-me, em peguei o arco e a aljava com flechas e as coloquei no ombro direito e retirei minha camisa amarrando-a no ombro esquerdo com a intenção de parar aquele sangramento, depois disso sai cambaleando de volta para o acampamento indo diretamente para a enfermaria.

Avaliação
Pontos
Desenvolvimento do treino (50xp)
30xp
Coesão (25xp)
25xp
Gramática (25xp)
25xp
TOTAL
80xp
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Bruno Schenner Montblank em Ter 3 Dez 2013 - 18:14

The primary training !



Tudo estava correndo bem, acabara eu achando a porta para o acampamento semanas atrás mal imaginária o que pudesse ocorrer a mim.
Um garoto como eu loiro de olhos verdes azulados mal saberia como manejar um arco decentemente quando me mandaram treinar, alguns intuitos me levavam para aquele lugar, mal arejado bonecos de pano rodeavam o lugar que ótimo meu primeiro treino um treino de arco eu murmurei com a mulher que me levava para lá sobre qual não memorizei o nome direito - Olha não quero ser... como se dizem .. sempre me esqueço.. olha só não quero fazer nenhuma merda mal cheguei aqui e tenho de fazer estes tipos de treino..- meu ego falava alto porém era a realidade eu mal cheguei no acampamento e um treino difícil destes ..
Apanhei um dos arcos menores feitos de madeira bem feito e condecorado com um fio ou dois bem resistente eu puxei os fios até perto meu ombro endireitando-se minha frente sem nenhuma flecha sobre o tal só para ver a elasticidade do mesmo.
Um sorriso largo irrompeu de minha face, franzi as sobrancelhas apanhei uma flecha  segurei a firme sobre as penas do começo da mesma deixando-se a ponta feito de calcário a gente, endireitei os ombros fitei a cabeça do boneco de pano respirei fundo.
Uma chama eu sentiria dentre minha carne algo que nunca senti, como se já soubesse como manusear um arco como ninguém, era uma presença inimaginável, meus cabeços esvoaçavam meu rosto ao vento, eu sentiria cada detalhe do vento, como se soubesse exatamente onde atirar.
Não pensaria em nada mais , puxei as cerdas ainda segurando a flecha interlaçada quando soltei Bingo a flecha grudou-se a cabeça do Boneco de pano que caiu sobre o chão areado.
Como consegui não sei mais é como se já soubesse o que teria feito, tentei Duas outras vezes depois acertando exatamente Tórax Quadril e Cabeça novamente, quando ouvi a estrutura gritar. " Descendente de Apolo.. só pode ser !". voltei meu rosto a mulher sorri largamente quando indaguei - Não sei como.. mais consegui ! belos tiros não ?..-voltei em si continuei no ambiente carismático onde estaria trajado com sapatos simples uma camisa laranja do acampamento com calças Jeans mesmo no frio que percorria todo o lugar.
Queria algo triunfal que marcasse minha história então o Arco se eu fosse mesmo descendente de Apolo tinha que interagir comigo, quando percebi que eu e o arco interagíamos juntos no momento do disparo das flechas Algo coerente que realmente me marcou.

[clothes : roupas simples, calças Jeans, e camisa (regata) laranja do AMS]
[OFF : Post meio ruim porém sou novo por aqui..]





Avaliação
Pontos
Desenvolvimento do treino (50xp)
15xp
Coesão (25xp)
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Gramática (25xp)
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Bernard Fontaine Célérier em Ter 3 Dez 2013 - 19:50

Treino de Arco e Flechas

Estava tarde quando sai de minha cama, tarde para eles, sinceramente eu odiava o sol. A maioria das pessoas daquele chalé de hermes imundo só reclamava do quão lotado estava ou então apenas ficava ali se fingindo de idiota para chamar a atenção daqueles que não merecem o mínimo de esforço para serem surpreendidos. Saí do chalé vestindo o mesmo traje de sempre, uma camisa escura com jaqueta de couro preta e uma calça cinza claro. A maioria das pessoas costumava dormir, mas isso não era motivo para eu fazer o mesmo, aliás, nem gostava de interferência durante meus treinos mesmo. Cheguei ao centro de treinamento do acampamento e vi aqueles que poucos que tinha o pingo de dignidade suficiente para ter o privilégio da minha presença e então caminhei até os arcos. Os arcos, bem, as pessoas dizem que os arcos são ridículos, mas acho uma forma muito requintada de se matar. Infelizmente, não tenho talento algum com a arma.

Puxei a arma da parede onde pendiam mais 15 arcos de diferentes tamanhos, cordas, desenhos, alturas e por fim diferentes aljavas de flechas - Mais que merda - disse ao ver que o único arco que me interessava era um pouco claro demais, um cinza-claro, bonito, mas não o meu tipo. Era o jeito, saquei-o retirando da parede e ergui-o em minha frente, posicionando meus olhos e puxando a corda do arco como se fosse atirar um tiro dos mais precisos naquele momento, porém não, puxei a corda vagarosamente sem solta-la e me dirigi até onde as aljavas se encontravam e peguei aquela que era simétrica com meus braços. O pouco de aula teórica que tivera já era o suficiente para saber qual o correto para mim. O engraçado deste arco é que ele era muito requintado, tinha mira, peso, algo que poderia me atrapalhar durante uma batalha, quem sabe.

- Ei você - disse andando em direção aos alvos para treinos com arco - É você mesmo - disse à um garoto que estava treinando e olhava para mim com uma cara estranhamente assustada, tipo, eu era assim tão feio? - Eu quero treinar, já está tarde, sai - disse e me intrometi em sua frente puxando uma flecha da aljava e mirando, rapidamente, enquanto ergui-a, posicionando sobre meus dedos da mão esquerda e encostava a corda do arco que era flexionada pelos meus dois dedos da mão esquerda até a direção de meu peito, encostando a corda na ponta dos lábios com o queixo e, enfim, disparando a flecha. Bom, o tiro não foi dos melhores, mas foi aceitável - Estou me perguntando o que você está esperando para sair daqui! - disse ao garoto que permanecia paralisado após a flecha que não acertara em cheio o alvo em forma de pessoa, porém seria o bastante para deixa-la presa no mesmo lugar por horas.

Era estranho, mas eu estava sozinho. Os poucos que estavam ali haviam ido embora, meus cabelos loiros pareciam muito negros, mais negros que o normal. Puxei outra flecha da aljava e percebi que esta tinha penas pretas e com detalhes cinzas iguais ao arco. Coloquei novamente a ponta da flecha apoiada em meus dedos da mão esquerda. Pus a ponta oposta da flecha presa a corda como fazia quando treinava tiro com arco na escola e prendi os dois dedos da mão direita na corda. Puxei a corda levemente até a direção de meu peito e fechei o olho esquerdo, consequentemente mirando com o direito e logo após fazer com que a postura ficasse correta, encostei os dedos puxando a corda perto de meus lábios encostando-a em meu queixo e o lábio inferior ao mesmo tempo assim como o professor de tiro com arco do meu fundamental na escola em paris me ensinara. O ego não queria me permitir errar a flecha e assim passei mais de 2 minutos mirando e deixando meu braço "duro" e firme para que a flecha saísse com precisão até que soltei-a fazendo com que minhas mãos fossem para trás como se tivessem escorregado da corda e por fim lançando outra flecha que acertou o alvo em seu centro.

Nas duas vezes consecutivas a tentativa fora um perfeito fracasso uma passou direto sobre o alvo e indo parar na parede do centro de treinamento, seria horrível se algum supervisor do acampamento estivesse ali naquele momento, pois provavelmente me faria consertar o buraco. A outra flecha acerto a beira do alvo circular, sem ser o em forma humana, e ficou a beira de cair. Não era fácil para mim, mas eu estava tentando. A cada flecha da aljava tentava mirar com mais precisão, mas realmente eu não tinha talento com o arco. Isso estava ficando patético.

Voltei para a parede dos arcos e procurei outra aljava igual àquela, restava apenas uma na antiga. Andei calmamente do lado da parede onde pendiam os arcos e passei as mãos em cada sentindo o metal gélido de alguns e a umidade de outros até chegar na área onde ficavam as aljavas. Encontrei outra similar, porém no mesmo momento ouvi um barulho. Alguém, óbvio, alguém estava lá fora andando. Provavelmente querendo saber o que uma pessoa faz as 2 da madrugada treinando. Será isto era proibido? Não sabia. Ouvi o barulho novamente e virei-me de costas para a porta ouvindo com atenção para saber onde a pessoa estaria, caso fosse uma. Puxei a última flecha da aljava e posicionei no arco como fizera antes: A mão esquerda na base do arco, posicionando a flecha sobre os dedos; corpo ereto; dois dedos da mão direita na corda prendendo-a pela segunda junta dos dedos indicadores e o maior de todos, enquanto a flecha era presa a corda com a pontinha da pena que era feita exatamente para isso, caso fosse preciso. Abaixei-me andando um pouco agachado para o lado oposto a porta, quando ouvi um barulho brusco de algum ser adentrando no centro de treinamento. Subitamente, virei-me deixando o corpo totalmente ereto de fato e puxando a corda com os dedos e mirando na porta sem se quer ver quem entrara. Quando vi meus dedos haviam enfim deslizados soltando a corda e disparando a flecha na conselheira do chalé de hermes, Gabriella, a flecha passou raspando pela garganta dela. Um frio percorreu minha barriga, que merda fora essa que eu fizera? Nem eu sabia me responder, pela primeira vez eu sentira medo. A garota arqueou a sobrancelha em reprovação logo após sair do transe de quase ter sido morta e então disse - Você, agora, no chalé - disse ela num tom rigoroso.

Não ousei me sobrepor à ela. Realmente era estranho ficar fazendo aquilo naquela hora da noite, mas eu sinceramente me sentia mais fraco de dia. A noite me fazia se sentir bem, a lua me alegrava, diferente do sol que me deixava fadigado. Suspirei pensando na sorte que tivera dela ter sido tão calma e fui até a parede dos arcos deixando o arco que usara na parede e a aljava logo abaixo, não fazia sentido deixar na parede das aljavas, não restava nenhuma flecha mesmo - Estou indo, me desculpe - disse com uma dor no peito de ter que se desculpar, eu era muito orgulhoso e pedir desculpas não era algo natural de mim, mas eu acabara de quase mata-la, então a dificuldade e o orgulho teria de ter sido superado. Andei até a porta, porém ela já tinha desaparecido em direção ao chalé de hermes. Olhei para trás e vi as flechas que acertara, as que errara e aquelas e acertara de forma ridícula muito longe do centro onde deveria realmente ter acertado e então apaguei as luzes. Estalei os dedos, os ombros, até o pescoço, treino de arco exigia muito dessas partes, e então voltei para o chalé de hermes.
- narração - fala - pensamentos - fala de outros/citações -



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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Sky Wittelsbach Colfer em Ter 3 Dez 2013 - 19:58

-TA OLHANDO O QUE, FOFA? –gritei, ao passar na frente do chalé de Afrodite que estava cheio de patricinhas. Algum demente do chalé de Hermes derrubara suco de uva por toda a minha roupa, justo no dia que eu não usava a blusa do acampamento, mas sim uma branca. Bufei, assoprando minha franja para cima, enquanto caminhava em passos pesados e curtos até meu chalé. As pessoas olhavam como se fosse Apolo andando sem camisa em uma boate e isso me irritava cada vez mais. –Vocês não têm vida não? Acho bom cuidarem dela, ou eu mesma trato de tirá-las. –grunhi exaltada para o pessoal que deixara para trás e adentrei o chalé, batendo a porta com força. O local que exalava poder se encontrava vazio. Normalmente, era habitado apenas por mim e por minha irmã, pois Nichollas raramente ia ali e a outra que um dia chegara a habitar o chalé era romana, logo só aparecia quando Quíron resolvia planejar semanas diplomáticas. Fui até o banheiro e tirei a blusa encharcada, jogando em cima da pia, depois fui até as coisas de Roxy e peguei uma do AMS. Ela nem ao menos sentiria falta, era uma desleixada, na verdade. Depois de pronta, esperava que minha raiva tivesse passado, mas ainda continuava com um ódio mortal de todos daquele lugar. Decidi então extravasar minha raiva em bonecos ou algo do tipo, sabia que no momento estavam rolando treinos na arena, mais especificamente o treino de arco e flecha, onde alguns gatinhos de Apolo apareciam -de vez em quando, já que não eram mais os melhores do acampamento-, seria uma boa.

Sai do chalé olhando para os lados, tentando identificar qualquer ser que ousasse zombar de mim. Não avistando ninguém, direcionei-me para a arena. O sol batia em meu rosto me incomodando, o fato de ser muito desbotada faria com que meu rosto ficasse vermelho horas depois, mas apenas continuei. Trançava o cabelo enquanto andava, prendendo a franja com a única arma que carregava: uma tiara que me dava maior poder para controlar ventos e raios. Chegando a arena, eram poucas as pessoas que se encontravam realmente treinando. Alguns conversavam, outros dormiam no chão, era realmente o treino mais animado que já vira em todos os meses que tinha de campista. Suspirei, observando cada flecha que era disparada. No momento, os semideuses usavam apenas alvos fixos a certa distância. Não existia fila alguma, era só chegar e disparar.

Revirando os olhos, caminhei até o canto onde alguns arcos eram disponibilizados, juntamente com aljavas de flechas. Todos eram simples e exatamente iguais, então peguei qualquer um e caminhei até o local da arena que parecia conter a menor concentração de semideuses treinando. –Vaza. –murmurei pra um filho de Hefesto que tentava usar alguma tralha no alvo. O menino me olhou de cara feia e permaneceu no lugar, então o empurrei. –Tu não vai querer me desafiar hoje, pirralho. Vai procurar sua creche. –falei, olhando fixamente para o alvo que estava a alguns metros de mim. O menino murmurou algum xingamento e saiu me olhando com desprezo. Mordi o lábio inferior e me concentrei no que estava fazendo. Poucas eram as vezes que eu ao menos tentava treinar arco e flecha. Minha mira não era tão boa e, sem dúvida alguma, eu era mil vezes melhor com adagas e espadas, mas sempre gostara de arco e flecha.

Peguei uma flecha e coloquei no ponto certo para atirar. Nos treinos passados, um menino me ensinara a tática para que a flecha chegasse ao menos perto do centro do alvo. Ombros relaxados, mão apoiada no queixo e calma. Bom, o último quesito era o único que eu não possuía no momento. Fechei os olhos por alguns momentos, tentando visualizar a morte do filho de Hermes que me acertara com o suco. Aquilo era uma coisa feliz, certo? Abri os olhos e encarei o alvo mortalmente. –Um, dois...-a flecha disparou antes que eu terminasse a contagem, indo parar no chão ao lado do alvo. Bufei, pegando outra flecha e preparando. Decidi mudar de alvo, então caminhei para a direita, onde o alvo em questão se encontrava mais longe. Aguardei a menina que estava utilizando-o atirar e me preparei novamente. Mão no queixo, ombros relaxados, paz interior. A flecha disparou contra o boneco pintado que era o alvo, acertando no início do círculo que restrita o lugar que deve ser acertado. Suspirei, abaixando o arco. Talvez aquilo não fosse feito para mim. –Ah, qualé, Scarlett, você combate monstros e não consegue acertar um alvo? Faça-me o favor. –resmunguei, preparando outra flecha com o mesmo esquema. Estava prestes a atirar quando ouvi algumas risadas. Olhei para trás e me deparei com algumas filhas de Apolo rindo. Bufei, voltando a me concentrar. Elas estavam rindo de mim? Certo, isso não ficaria barato. A flecha disparou em uma linha quase ereta, dando a entender que acertaria o centro do alvo ou algo perto, mas isso só aconteceria se eu quisesse. Sem que ninguém soubesse, estava manipulando o vento ao meu favor. Quando a flecha estava prestes acertar a madeira, fiz com que ela desse meia volta e fosse rapidamente parar no pé de uma das garotas que estavam rindo. –OPA FOI MAL flecha do meu coração, não queria te sujar com esse tipinho. –ri, caminhando até elas debochadamente e pegando a flecha. Sky, filha de Zeus, caso queiram reclamar com Quíron. –pisquei, jogando os cabelos. As meninas reviraram os olhos e saíram, enquanto eu apenas ria.

Já cansada de estar ali a tanto tempo, joguei o arco em qualquer lugar e me dirigi até a saída da arena. Havia sido um longo treino e eu precisava de descanso. Enquanto caminhava, prendi o cabelo em um coque. A fadiga consumia-me completamente. A única coisa que eu precisava agora era um banho e cama. Apenas. –Baby, baby, baby, ooooooooh–cantarolei, me afastando cada vez mais da arena.



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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Davos H. Grümmer em Ter 3 Dez 2013 - 21:46

as frutas,
treinando com os outros.

Tinha ido treinar mais uma vez, só que desta vez faria algo até então inédito para mim: Arco e Flecha. Mal sabia pegar em um arco e muito menos atirar, mas estava ali para aprender. Chegando lá, objetos pendurados em galos por fios me chamaram a atenção. Aproximando-me percebi que eram frutas dos mais variados tipos, presa em um galho de árvore. Lá estava o nosso Treinador também, um cara que pelas características deduzi que era um filho de Apolo. Havias outros campistas para o treino, o que me deixou mais tranquilo. Após um tempo o Treinador começou a falar.

Olá campistas. Hoje treinaremos mira. Vocês devem então provar para vocês mesmo que são bons com o arco. Devem derrubar algumas frutas daquele galho. Mas peguem-nas antes de cair o chão. E não atinjam a fruta com a flecha. Acredito que fui bem claro. Então, boa sorte...

Depois de ver um exemplo de como fazer a tarefa com perfeição, fui ao almoxarifado da Arena e peguei um Arco e uma aljava com algumas flechas. Obviamente não gastaria todas. Voltei à arena e vi alguns campistas já procurando suas frutas para derrubar. Achei então uma Pera para derrubar.

Você será minha vítima. — Peguei o Arco segurando-o pela empunhadura. Retirei uma flecha da aljava, procurei o descanso de flecha do arco e a posicionei evitando que ela escorrega-se como o treinador nos ensinou. Tentei mirar pela alça de mira, mas estava meio tremulo, suava frio e começava a ficar tenso, mas como não queria ativar minhas habilidades naturais que causariam um leve pânico nos outros campistas respirei fundo e mantive a calma, mirei bem pela alça de mira e disparei esperando que a flecha acerta-se o fio e bem preparado para rolar se por acaso a fruta cair.

A Flecha saiu cortando o ar. Minha esperança logo diminuiu a zero, pois ela havia passado paralelamente ao fio que segurava a pera. Olhei para o lado, procurando os resultados dos outros campistas. Alguns poucos haviam derrubado a fruta, mas a maioria, assim como eu, não havia conseguido derrubar a fruta, então partiam para treinos diferentes. Também queria treinar mais. Peguei meu arco e contei as flechas. Eram cinco no total. Puxando a primeira flecha, a posicionei corretamente e mirei no tronco da árvore. Era um local de dimensões grandes, portanto seria meio difícil errar. Disparei a flecha que acertou o tronco sem grandes dificuldades. Procurando outro alvo, acabei encontrando uma maçã caída. Peguei-a e coloquei sobre uma pedra. Puxei outra flecha, mirei por alguns segundos e disparei. A Flecha passou raspando da maçã (espero não ter acertado ninguém). Não desistiria tão fácil da maçã e puxei outra Flecha. Concentrei-me, mirei e disparei. Graças aos Deuses a flecha acertou bem no meio da maçã. Sobravam-me somente mais duas flechas. Parei pra pensar no que fazer então resolvi tentar derrubar a pera mais uma vez. Procurei-a por alguns minutos, pois nesse meio tempo havia me afastado um pouco, de onde eu começara a treinar. Por fim, achei a tal fruta.

Aí vamos nós, sua fruta nutritiva de baixa caloria e que contém vitaminas B1, B2 e Niacina ou B3! — Puxei a Penúltima flecha e a posicionei. Dessa vez, mirei em um ponto acima da fruta. Tentei ficar o mais parado possível. Por fim disparei-a. Durante os poucos segundos antes da flecha acertar seu destino, percebi logo que não acertaria o fio. Dito e feito. A flecha acertou o Galho da árvore a centímetros de onde o fio se amarrava ao galho. "Droga" foi o mínimo do que pensei, mas percebi que se eu me irritar-se, seria mais difícil completar o treino. Respirando fundo e limpando a mente, puxei a última flecha. Apoiei a flecha no descanso, mirando em um ponto entre o galho e a árvore. Disparei. A Flecha rapidamente cortou o Ar e finalmente cortou também o fio. Pulei no reflexo para segurar a pera, conseguindo pegá-la a poucos centímetros do chão. "Ufa" foi a única coisa que saiu de minha boca após toda essa descarga de adrenalina. Me levantei e fui ao encontro do Treinador que se encontrava meio distante.

Até. — Apenas mostrei a ele que iria levar a Pera, o mesmo não mostrou atitudes para impedir, então sai caminhando enquanto comia a fruta, passando antes no almoxarifado pra devolver o arco e a aljava e logo após fui para meu chalé.




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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Bruno Schenner Montblank em Qua 4 Dez 2013 - 8:36

More than a sight !



Pela manhã, o Sol brilhava e ancorava dentre o Chalé de Apolo, quando abri meus olhos pela manhã, senti sobre mim uma clava de força e energia como nunca antes, tapeei o ar com um leve bocejo me espreguiçando.

Estava um ótimo dia, ninguém para me atormentar, ou fazer algo do gênero, Quando, me trajei como sempre, todo simples, regata laranja do acampamento, Jeans e meu sapato surrado, mais acho que era estilo !, fui até a Cabana onde fazemos nossas refeições, um café da manhã tão bom quanto aos outros, hoje eu estava faminto.

Um cálice de Néctar, Pão sírios frutas como maçã verde totalmente doces, aaah fora um dos melhores, eu praticamente não falei com ninguém quando um garoto sentou-se a meu lado e falou sobre Aljavas eu a indaguei - Bem tem diversos tipos de aljavas, varia entre Prata e outros tipos.. sabe, sem querer mutuar muito, mais sou filho de Apolo.-_ não fora uma patada mesmo que eu realmente pretendia, o garoto assentiu-se dizendo - Bem, bem podemos treinar então filho de Apolo... suponho arco e flecha ! _- Apenas observando-se o garoto, eu arqueei a resposta com a cabeça me erguendo-se da mesa.

- _Filho de Apolo, para realmente se ter certeza de tiro e precisão o que devo fazer ?_- O garoto ainda me perguntava sobre flechas tiros e aljavas, quando eu indaguei ao menino novamente - Primeiro mantém a calma, relaxe os ombros, segure o arco firme, e quando puxas as cerdas respire fundo, veja a direção do vento, e atire. - Andamos até o lugar de treinamentos de arco e flecha, bem almejado chão areado e Bonecos de palha situavam a quilômetros  longe a entrada.

Franzi as sobrancelhas, pegando-se meu arco, apunhei uma flecha, deixando-a riste entre as cerdas, puxei a mesma até o fio de meu  ombro, mirei precisamente, o fluir do Sol sobre mim me dava tantas outras vantagens, quando disparei a flecha, Bingo !, acertei a Cabeça do boneco, trazendo indignação ao menino que me acompanhava que logo disse -_ Uau ! como você tem tanta precisão._- Ele era um pouco burro, então decidi não falar nada.

Continuei com o treino, peguei mais duas flechas de meu aljava deixei as duas ristes por dentre as cerdas, puxei as cerdas até meu ombro, apenas olhei para o Boneco de palha, quando disparei as flechas, As tais foram pegando fogo até o boneco atingindo-se sua cabeça, cremei o tal.

Eu pensaria como fiz aquilo, o garoto saiu correndo do campo gritando fogo, ele de certo era burro como uma porta, eu apenas sorri, e fique ia pensar. "Posso usar fogo, já é um começo !" arqueei as sobrancelhas, e continuei a andar até o lago de Canoagem.

[ nova estética, se melhor por favor mandem MP Razz obrigado ]
   [aceito dicas sky sua fofa Smile ]

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