Treinos de Armas a Longa Distância

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Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Ártemis em Seg 14 Out 2013 - 20:32

Relembrando a primeira mensagem :



Treinos de Armas a Longa Distância
Esta arena é destinada para os treinos de armas a longa distância, como Arco e Flecha, Lanças e outras. Você poderá contar com alvos fixos e dinâmicos e bonecos de palha.

• ATENÇÃO: Apenas um treino por dia em cada modalidade para aqueles que já foram reclamados. Mais de um será desconsiderado. Para os indefinidos não há limite diário de treinos.


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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Rosalie Forrester Lofrev em Sex 3 Jan 2014 - 23:30

Eu não tinha motivos para continuar naquele acampamento, minha fuga não seria surpresa para ninguém. Passava o dia caminhando pelos Campos de Morango ou sentada no chalé de Hermes esperando até que os deuses me reclamassem. Eles estavam de brincadeira comigo, porque já faziam três dias que eu dormia naquele chalé amontoado de pessoas novatas, alguns que nunca foram reclamados e os próprios campistas de Hermes. Tinha que aguentar os roncos de um garoto chamado Jack, embora ele seja bem legal, é, ronca como uma orca. Meu pai havia mandado uma mala gigante da Capricho com tudo que eu precisava enquanto estivesse ali. Ele quase colocou celular, só que eu o impedi rapidamente. Celulares eram como um outdoor para monstros com palavras em letras de forma: "Estou aqui! Me comam agora!", então basicamente aquilo era um perigo enorme, e meu pai não suportaria a dor de perder sua "garotinha"; vesti um casaco de couro preto subindo um pouco o zíper sob a camiseta branca que tinha manchas de tinta e lápis. Eu gostava desse tipo de arte. Um pouco. 
 
 
 
Saí do chalé de Hermes que estava praticamente vazio naquele horário e rodopiei por aí, encontrando uma garota aparentemente da minha idade, 13 anos, sentada em frente a uma fogueira que estava acesa a todo o vapor. Aproximei-me com cuidado, sentando-me ao lado dela. Assim que me sentei, ela sorriu. As chamas ficaram mais vivas. — Olá. Foi bom ter chegado. Não costumo receber muitas visitas. — Eu também sorri, e percebi que era a primeira vez que sorria em uns três dias. Prestei um pouco mais de atenção nela; tinha olhos tão vermelhos quanto às chamas da fogueira logo em frente. Ela cutucava de vez em quando o fogo com um graveto, e eu senti um ar quente vindo dela que era extremamente confortável naquele frio. — Você é Héstia. A deusa da lareira. — Ela assentiu, e eu me curvei. Parecia a melhor coisa a se fazer diante dela. — Pode se levantar, jovem meio-sangue. Acho que você é nova por aqui. Siga por aquela estrada. Acho que você pode gostar do treinamento de armas a longa distância. Vejo estampado no seu rosto. —  Aquilo não tinha definitivamente nada a ver comigo, mas quem sou eu para virar as costas a uma deusa? Balancei a cabeça positivamente. Ela sorriu novamente, fazendo as chamas da fogueira erguerem-se e provocar um calor em tudo ao redor. Curvei-me novamente e segui em direção de onde ela tinha apontado. Assim que olhei novamente para trás, a fogueira estava com as chamas fracas, e ela tinha sumido. Dei de ombros e continuei andando, até chegar num campo que continha diversos campistas atirando em alvos e bonecos de palha.
 
 
Eu nem sequer tinha uma arma para treinar, mas Quíron, o centauro, estava parado de frente para os campistas, avaliando-os e instruindo-os. Assim que me viu, ele fez um sinal encorajador para os campistas continuarem e veio trotando até mim. — Bom dia, Vic. É assim que gosta de ser chamada, eu espero. — Ele coçou a nuca, desconfortável. Eu apenas sorri e o tranquilizei. Ele poderia colocar o apelido que quisesse. — Ahn... Creio que veio aqui para me contatar de algo? Outro problema no chalé 9? — Bem, o chalé 9 vinha tendo algumas coisas mirabolantes em mente, e sempre mandavam novatos do chalé de Hermes contar para Quíron. Mas eu não era uma mensageira. Ele, ao ver a minha cara confusa, pigarreou, consertando-se. — Então suponho que queira treinar. Tem alguma arma? — Suspirei, negando com a cabeça. — Não. Vim aqui por causa de Hés... Hésfera. Pode me conseguir algo para treinar? — Eu iria contar a ele toda a verdade sobre Héstia. Mas depois. — Hésfera, hã? Campista? — Ele disse, me encarando desconfiado. Coçou a barba, e continuou me olhando. — Campista? Não, não. Hésfera é... A minha consciência. — Ele não pareceu satisfeito, como se soubesse de toda a verdade, mas somente me levou até um galpão onde ficavam as armas. Algumas eram pesadas demais. Outras, leves demais. Algumas não me agradavam. Mas a Alcer, uma faca que significava “Forte e brilhante”, em grego, serviu. Encaixou-se como uma luva na palma de minha mão. Além do mais, tinha o peso ideal para mim. Quíron sorriu com a minha escolha, mas ainda parecia intrigado. Ele levou-me novamente para o campo e pediu que eu tentasse acertar um boneco. — Isso parece... Fácil demais. — Opinei. Quíron sorriu. — Devemos começar por coisas fáceis para nos aprimorar. Vamos, tente. — Ergui a faca, tentando encontrar uma boa mira. Pelo canto do olho, podia ver campistas me observando. Eu odiava agir sob pressão. Olhei para o boneco, depois para a faca, suspirei e a ajeitei na minha mão. Encontrei um ângulo que parecia ser perfeito, e arremessei a arma. Ela girou no ar, acertando em cheio o braço do boneco. Isso não era uma mira ideal. Eu queria que ela acertasse em cheio no peito. Mas ela parou bem longe disso. No pulso. Que ótimo. Quíron bateu palmas enquanto os campistas soltavam risinhos abafados e gargalhadas. Corri até o boneco, puxando a faca e olhando-os com um olhar frio, talvez ameaçando prender aquela faca na garganta deles. — Certo, certo. Vocês aí, do chalé de Afrodite, de volta ao trabalho! Vanessa lute com Harold! E Lorcan com Liam! Parem de rir e voltem aos treinos! Ela pelo menos acertou o boneco! — Eles fizeram cara feia e obedeceram. Não liguei. Não tinha medo de nenhuma cara feia.
 
— Ok. Não foi ruim. A maioria dos que estão aqui só acertavam uns dois metros longe do boneco. Não foi também um ótimo trabalho. Tente novamente; concentre-se em seu objetivo, seja lá qual for. — Segurei Alcer com mais força. Os campistas agora estavam longe, e ninguém iria caçoar de mim. Fechei o olho esquerdo tentando ter uma visão melhor do boneco. Senti-me confiante. Dei um pequeno impulso com os pés e joguei a faca, que para a minha surpresa, cravou-se no abdômen do sujeitinho de palha. — Bravo! Realmente não se cravou no lugar que você queria... — Eu deveria estar com uma cara muito azeda, corei ao ouvir as palavras de Quíron e virei o rosto para ninguém mais ver minha expressão. Corri até o boneco e tirei a faca dele, voltando para ouvir Quíron no mesmo instante. —...Mas foi um ótimo arremesso. Isso eu devo admitir. Se concentre mais e iremos passar para o exercício dele em movimento, ok? — Assenti, mordendo o lábio. Fitei o boneco com expressão fria, sem olhar se outras pessoas me fitavam, para mim era como se o acampamento estivesse deserto.
 
Havia apenas eu e o boneco. Suspirei, e arremessei Alcer. Ela deu um giro de 180º no ar e deixou um buraco pequeno no peito do boneco. Soquei o ar, como uma espécie de comemoração. Os campistas me olharam admirados por uns segundos – algumas meninas do chalé de Afrodite me olharam incrédulas – e Quíron deu um sorriso de orelha a orelha. — Magnífico! Adorei essa sua determinação no final! Vamos, está ficando tarde e precisamos treinar com o boneco em movimento. — O segui até a outra parte do campo e vi campistas determinados atirando em bonecos e alvos em movimento. Parecia bem difícil, mas alguns conseguiam de primeira. Só que aqueles eram os veteranos. Os novatos acertavam a eles mesmos e no chão. Engoli em seco, esperando que eu não pagasse mico na frente de todos. Quíron me posicionou de frente para um boneco bem velho, que de tanto sofrer com os campistas, parecia assustador. Ele se mexia de um lado para o outro, de frente para trás... Realmente eu não tinha tempo para captar todos os movimentos dele, de tão rápidos; mas ele seguia somente uma sequência: frente, trás, esquerda, trás, direita. Isso foi fácil de perceber. Arremessei a faca mirando a cabeça do boneco, achava já ser experiente para acertar naquele local. A faca passou direto quando ele ia para esquerda. Precisava melhorar o tempo. Caminhei até onde a faca chegou e arranquei-a da grama, voltando a minha posição inicial.
 
Quando o boneco chegou para a frente, vi que era a minha chance. Arremessei a faca com a mira bem certa no olho do boneco, e ela rodopiou duas vezes, balançando o boneco e perfurando com tudo a enorme cabeça de palha dele, bem no olho. Comecei a fazer uma dança da galinha bem louca comemorando, Quíron riu do meu entusiasmo e disse que me esperaria ali quando quisesse treinar novamente. Devolvi Alcer para o centauro, que deu uma piscadinha. Corri em direção ao chalé de Hermes, e tive uma noite de sono maravilhosa.

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Fobos - Motivos: Devo dizer que adorei o modo como você escreve. Consegue, de certa forma, envolver o leitor e fazê-lo imaginar as cenas. O treino foi muito bom, gostei bastante, mas você poderia ter dado mais foco ao desenvolvimento.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Siobhan O'Connell em Dom 5 Jan 2014 - 2:14

  a fighter.





Cumprimentei alguns semideuses que reconhecia ao passar, depois de algumas semanas a conviver com vários tipos de pessoas, e fiz caminho até aos arcos e aljavas de flechas disponíveis para os alunos neste campo de treino. Inspecionei tudo com muito cuidado, mantendo um olhar critico para todos os arcos e verificando os diferentes pesos. Experimentei vários nos meus braços, mas nenhum deles me satisfazia. Porém, quase a desistir, agarrei num arco que capturou especialmente a minha atenção. Um belo arco de madeira polida com as hastes de um metal preto. Lembranças enchiam a minha mente como uma onda do mar. Era tão parecido com o meu adorado arco lá na Irlanda...
 
Peguei nele e admirei-o por alguns segundos. Era exatamente este que procurava. Agarrei-o com o meu braço esquerdo e duas aljavas de flechas ali disponíveis também por perto. Só o peso de carregar tudo isto era um desafio para o meu corpo franzino. O campo de treinos não estava muito cheio, poucos alunos treinavam e só alguns é que realmente estavam empenhados. Ou seja, mais espaço para treinar e menos barulho para me preocupar. Deixei com que um breve suspiro escapasse os meus lábios de cansaço enquanto que os meus olhos procuravam por um alvo decente de se treinar. Dois engraçados bonecos de palha estavam livres de praticar tiro ao alvo. Um sorriso inocente nasceu nas minhas faces e caminhei num passo rápido em direção deles, antes que alguém se lembrasse a ter a mesma ideia.
 
Uma das aljavas de couro foi para o chão arenoso, enquanto que a outra coloquei como uma mala ao ombro e o arco seguro entre as minhas pernas. Precisava de estalar os ossos para aquecer o meu corpo, e, mais que necessário, uma rotação aos pulsos para aquecê-los também.
 
- Pensa que é um coelho, Shiv. – falei alto para mim mesma num cântico de motivação. – Pensa que é um coelho. – repeti como se alguma vez isso fosse melhorar a minha mira.
 
Mirei o primeiro alvo, o boneco de palha que parecia mais utilizado. Apanhei o arco entre as minhas pernas e relaxei o meu corpo ao abaná-lo por completo. Retirei uma flecha da aljava e coloquei o arco em posição. A ponta da flecha ficava uns centímetros mais alto que o sitio do coração e inspirei bem fundo. Ou era agora, ou podia me meter dentro de um buraco bem grande.
 
Puxei a corda com muito cuidado para que a flecha não se disparasse de repente. Queixo erguido e deixei que a flecha se disparasse num rápido e firme soltar da corda. Uma rápida flechada era tão mortal quanto um tiro, e ainda por mais, silenciosa. Sem levantar atenção desnecessária. A seta voou que nem um torpedo e caiu perto do centro onde parecia ser o coração. Soltei um grito pequeno de alegria ao recuperar um pouco da minha mira. Não havia nada melhor que o sentimento de um bom trabalho feito.
 
Retirei outra flecha da aljava, desta vez acelerando os meus passos. Imaginei que estava a ser perseguida, e a única maneira de me conseguir safar era concentrar-me no alvo e acreditar no meu querido arco. Rápido e sem escapar uma batida, atirei a primeira flecha contra o mesmo boneco. Logo, retirando outra flecha da aljava de couro e colocando-a no arco pronta para disparar contra o outro alvo um pouco mais distante. Mantive sempre o meu olho de mira aberto e o outro fechado. A minha visão era suficientemente boa para ver alvos enquanto me movimentava. Estava habituada.
 
Repeti o mesmo processo num passo rápido até esgotar a aljava completa. Ia pegar noutra flecha, porém não restava mais nenhuma. Orgulho encheu o meu coração de ter conseguido acompanhar sempre a mesma velocidade. Já não estava tão enferrujada como pensava. Abri bem os meus olhos, piscando-os um pouco para me habituar ao ambiente à minha volta. Os alvos continham flechas presas! Algumas talvez não tão letais, mas outras ficaram presas em sítios como coração, garganta ou pulmões!
 
Lentamente foquei-me nos alvos e para minha surpresa tinha acertado a maior parte das flechas no alvo em ambos bonecos! Não podia estar mais feliz! Quer dizer, nada mau para alguém que não treinava a sua precisão à mais de alguns meses. Só para imaginarem a minha felicidade, era tanta que abracei o arco prendendo alguns fios de cabelo nele. Boa, era só o que faltava. Tentar desembaraçar o meu cabelo rebelde preso num arco.
 
Suspirei fundo como sinal de derrota com o cabelo. O treino tinha sido suficiente por hoje, um autêntico sucesso, porém o cabelo preso parecia um mau presságio. Olhei para as restantes flechas na aljava caídas no chão e mordi o meu lábio inferior. Talvez amanhã continuasse o treino... 




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Fobos - Motivos: Foi um bom treino, principalmente por focar-se no desenvolvimento, mas ainda pode melhorar; use a criatividade!
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Mallie D. Sainty'Ore em Ter 7 Jan 2014 - 1:15

H u r r i c a n e
Lift your hands up, you know? break it down Feelin'good tonight. We're hurricane, hurricane I'm a hurricane
Não estava ali por vontade própria. Estava cansada, e até mesmo um pouco de saco cheio de todas aquelas atividades e hiperatividade do acampamento. Era possívelmente a única que não tinha aquela hiperatividade e aquele sorriso caloroso. Para falar a verdade, não sorria há muito tempo. Parecia uma perda de tempo. Talvez eu pensasse isso apenas por ver o que os outros não viam. Podia sentir que a brisa não era tão calma e todia sentir os raios angustiados por não poderem adentrar no acampamento. As emoções estavam em todo canto, nas folhas até no vento. E sabia que apenas as filhas de Hécate poderiam pressentir tudo aquilo, ser filha de Hécate foi reconfortante para mim porque possivelmente tenho aquele lado sombrio, na verdade 99% de mim é sombrio. As sombras pareciam cair sobre meus olhos, dificultando meus sentidos. 
Acordei contra vontade, logo indo para o banho. Amarrei os cabelos louros em um rabo de cavalo alto, mesmo que um tanto bagunçado. Vesti uma regata roxa e um jeans velho, e é claro, meus tênis da sorte. Estavam um tanto surrados e sujos, mas podia sentir seu poder, ou não né. Saí do chalé que partilhava com minhas irmãs olhando em volta, sem olhar para as coisas com segundos olhos. Apenas rumei para o campo de treinos, até porque não tinha mais nada para fazer. Chegando lá, rumei para o treino de Armas a Longa Distância, que era o mais próximo e não estava afim de andar muito.
Aproximando mais pude ver como o treino funcionava. Havia várias opções de armas, e resolvi treinar com as adagas, pois já tinha treinado com arco e flecha e odiei. Peguei as quatro adagas iniciais, me posicionando ao lado dos outros campistas. Você podia acertar boneco de palha ou alvos de faixas, e escolhi bonecos. Particularmente, escolhi os bonecos pois me lembravam muito os bonequinhos voodoo que fazia quando era criança, mas voltando ao treino... Com a mão direita apertei a adaga contra a palma de minha mãe, causando um leve incômodo. Meu braço se projetava em frente ao meu rosto, como proteção, e a adaga próxima à orelha. Estreitei os olhos, tentando achar uma mira, não deveria jogar para meu lado direito demais e nem para o esquerdo. 
Ao soar do apito, lancei a adaga levemente para a direita, mas infelizmente caiu poucos metros de mim. Bufei, pegando outra adaga. Deveria lançá-la de maneira centralizada, pois não poderia ir nem para a direita ou para a esquerda, além de que deveria ir longe. Estreitei os olhos, focando-me no boneco, e ao soar do apito arremessei a adaga. A adaga conseguiu atingir na perna do boneco, pois perdera velocidade no final do arremesso. Xinguei baixo eu mesma, pegando outra adaga...
Duas horas mais tarde, estava suada e exausta. Consegui completar dois dos três níveis de arremesso, mas era ainda principiante. Errei doze, e acertei 6, nada mal para uma campista de primeira viagem. Não demorou para devolver as adagas e rumar de volta ao chalé. Necessitava urgente de água, oh deusa Hécate, porque treinos tem de ser tão cansativos?!

514 words
Shadows everywhere
post #001
treino #001

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Fobos - Motivos: Cuidado com o tempo verbal da narração, além de quê o desenvolvimento ficou bastante pobre. Falta descrição e vivacidade as ações, dê asas a imaginação.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Angel Hutcherson em Qua 8 Jan 2014 - 12:41


ARCO & FLECHA



O dia estava ensolarado mais uma vez, infelizmente não podia dizer o mesmo no mundo exterior ao acampamento, parecia estar nublado. Estava indo em direção a arena mais uma vez, dessa vez não podia fazer muito esforço físico. Ordens da enfermeira do acampamento. Descartei logo a opção de combate a monstros mais uma vez. Fiquei até meio feliz, visto que quase morri da ultima vez.
 
Ao chegar à arena escolhi treinar arco e flecha. Não requeria tanto esforço, porém sabia que não seria tão fácil assim. Fui até o arsenal e peguei um arco e uma aljava com flechas. Dessa vez tentei dinamizar mais o treino, diferente do de combate a monstros, que se resumiu basicamente em “ataca, defende, quase morre, e fim”.
 
Arrastei para o meio da arena vários bonecos de palha e alinhei-os em circulo, posicionando-me no centro. Amarrei meu cabelo em um "rabo de cavalo". Tirei uma flecha da aljava e armei meu arco puxando a flecha presa pelo nock na corda do arco, deixando as rêmiges da mesma próxima aos meus lábios. Posicionei meu corpo adequadamente, com meu ombro esquerdo virado para o alvo e a respiração presa. Segurei firmemente o arco, sem fazer muita força e mirei na cabeça de um dos bonecos. Soltei a corda, fazendo as leis da física fazerem o resto. A tração da corda foi o suficiente para o impulso, pois a flecha fez um trajeto parabólico, infelizmente não acertou o local que eu pretendia e sim mais abaixo, próximo do pescoço.
 
Olhei frustrada para o alvo e suspirei passando para o boneco ao lado. Tirei uma flecha da aljava e armei dessa vez mais rapidamente o arco. Puxei a corda e a soltei. A flecha acertou bem em cheio uma das penas do boneco. Esbocei um sorriso no rosto percebendo que poderia ter derrubado um inimigo vivo. Retirei outra flecha e atirei-la no mesmo boneco, acertando dessa vez bem em cheio o peitoral do mesmo. Armei mais uma vez meu arco rapidamente e mirei na cabeça do boneco. Soltei a corda do arco, impulsionando a flecha, acertando bem em cheio próximo da testa do boneco.
 
Girei meu corpo levemente e armei rapidamente meu arco com uma flecha da aljava, soltando mais uma vez a corda de tração do arco e fazendo o objeto pontiagudo fincar no boneco. Repeti essa ação várias vezes nos bonecos sucessores até acabarem as flechas da minha aljava.
 
Fui até cada um dos bonecos retirar as flechas caídas no chão e as cravadas. Avaliei os estragos causados. Apesar de muito poucos, alguns tiros poderiam ser mortais ou causar bastante estrago, alguns chegando até ser profundos.


Após acabar todo o treino arrumei todos os bonecos de palha, coloquei todas as flechas de volta a aljava e guardei os mesmos. Soltei meus longos cabelos loiros, joguei-o para trás e o prendi de novo. Acabei de ajeitar as coisas e fui em direção ao lago de canoagem, contente pelo meu treino.





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Treino copiado de Logan - Pontos retirados!


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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Jackson Chorster em Sex 10 Jan 2014 - 6:13


O campo brilhava sob o luar naquela noite. E me protegia do frio do único jeito que sabia, entornando um velho e escurecido cantil coberto de couro, o vinho corria pela minha garganta enquanto meus olhos brilhavam atentos ao arranhado boneco de palha que se mexia de cima para baixo, e, por cerca de 5 metros até voltar, da esquerda para a direita. Nele já havia fixo uma grande quantidade de flechas, seu tronco acumulava-as agonizantemente, um verdadeiro pesadelo para um tripofóbico (Que, por sorte, eu não era). Me encontrava a cerca de 40 metros do boneco, sentado ali, sobre a grama imersa na escuridão enquanto balançava o cantil em uma mão, e a outra terminava uns retoques finais em meu arco de treino, que repousava sobre minhas pernas de índio. Era um velho arco recurvo, desses moderninhos, de fibra de carbono e toda a sensualidade de suas curvas aerodinâmicas. Uma aljava estava jogada ao meu lado, com algumas dezenas de flechas de pontas coloridas porcamente enfiadas na mesma. - A posição do vento hoje está uma merda. - Pensei, a lanterna fixada na minha cabeça iluminou o mato a minha frente ao que olhei para o boneco de treino, que também tinha sua própria fonte de iluminação, pequenos holofotes por seu trajeto. A lua também auxiliava, já que o campo aberto se embelezava todo por sua luz azul inconstante.
  O que havia passado pela minha cabeça quando resolvi treinar longa distância à noite, eu não sei, mas foi uma epifania que eu tive bêbado mais cedo no mesmo dia, enquanto forçava-me para fora da cama em um esforço para tirar vantagem da luz do sol, parece que a ressaca (Ressaca, já abafada pelo vinho matinal) foi o principal conspirador.
 Porém, não me arrependia, o vento estava bom, o clima confortável, e o silêncio, incomparável. - De noite é mais difícil, e, sendo mais difícil, mais lucro. - Relutei, enquanto, finalmente, levantava-me dando um último gole no cantil, antes de jogá-lo para o canto. A aljava já estava em minhas costas, e o arco, ansioso em minha mão direita.
- Vamos começar. - Disse, minha voz soava rouca, e, por um pequeno momento, me senti um completo retardado por estar falando sozinho aquelas horas da noite, mas logo, minhas palavras deram lugar em minha boca para o meu polegar, que molhava-se com saliva. Estendi a mão ao alto, para checar (Novamente) a direção do vento. Como devia disparar meus tiros naquela noite, tornava-se cada vez mais evidente.
   E então, me preparei, repassando as regras de tiro na minha cabeça.
- Determine seu olho dominante. - Repeti em pensamento, no caso, era o direito, era o mais preciso em julgar distâncias e mira. - Posicionamento. - Uma flecha já se encontrava pronto, enquanto determinava qual deveria ser meu posicionamento naquela situação. - Meu corpo deve ficar perpendicular ao alvo e a linha de tiro. Desenhe uma linha imaginária. - Meus pés se afastavam ligeiramente, formando uma linha reta, estava com os ombros elevados demais. - Relaxe. - E relaxei, soltando o ar e abaixando meus ombros, um perfeito ''T''. 
    E então, finalmente, puxei a flecha, o dedo indicador mantido acima e os dedos médio e anelar abaixo, a ''Puxada mediterrânea''. O braço que segurava o arco alinhava-se com o alvo, o interior de meu cotovelo paralelo ao chão, a mão em ponto de ancoragem, enfim, toda a burocracia técnica para o tiro perfeito.
 Meus braços e olhos coordenavam-se, e, neste momento, minha mente fechou, se concentrando só naquilo alí, parei de escutar o zumbir do vento, o barulho de sapos e gafanhotos, só olhava fixo na cabeça do homem de feno. E então, meus dedos relaxaram, suguei o ar e prendi a respiração, e a flecha disparou. Minha mão moveu para trás e terminei a rotação do ombro, para que pudesse observar seu voo. - Isso! - Gritei, alto demais, ao ver as pequenas fagulhas de feno explodindo sobre a iluminação branca do olofote, o boneco já estava no final de sua rota, e agora voltava com uma flecha cravada em sua testa, um círculo acima do ponto do centro.
   E então, a minha mão fora para trás, agarrou outra flecha e o processo se repetiu por alguns, até que minha aljava se encontra vazia, cerca de 20 flechas revezavam lugar com outras, tanto na cabeça, como no tronco, algumas no chão, infelizmente, quando tornava-me ansioso demais e acabava por errar a pressão na corda. O caminho de volta para a recolhe-las seria longo, e cansativo, mas manteria aquela rotina até o amanhecer.
Treino de Armas a longa distância I


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Obs:
Percebi que tens técnica pelas descrições de seu post, mas você é level inicial, tome cuidado com coisas do tipo. Ache também que faltou mais descrições de outros tiros e não só do inicial. No próximo tente ser mais descritivo no desenvolvimento do treino.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Sam J. Parker em Sex 10 Jan 2014 - 10:16

Archers


O tecido fino que me cobria a noite quente o suficiente para me deixar aquecida até cedo, mas hoje não parecia ser assim. O dia estava mais frio que o normal, acordara três vezes durante a noite culpa do clima. Acabou que não consegui mais dormir depois disso, mas era exatamente as 03:15, porém eu iria ir para a arena treinar um pouco, era algo que poderia me manter distante de minha realidade e focar em meus sonhos.

Vesti um casaco grosso que tinha em meu armário e puis um tênis, fui até o banheiro e lavei o rosto sentindo aquela agua gelada sobre minha pele, me fazendo alguns leves arrepios no corpo. Escovei os dentes e arrumei meu cabelo daquele jeito de sempre, só dando uma leve bagunçada e arrumando um pouco, largando a preguiça e seguindo em direção aos campos de Marte.


Estava com o arco em minhas costas com aljavas, iria treinar o que era pior naquele tudo, arcos e flechas. Nunca me dava bem com tais coisas.  Preparei o lugar, e depois me afastei para observar e poder começar o treino. O lugar tinha à 10 miras existentes a uns poucos metros de distancia e cada um se afastava um pouco de meu local. Havia ali também alguns arcos posicionados juntos ao local onde havia tirado o meu. O chão era verde e a grama macia e úmida, talvez por estar cedo e bem frio.


Andei até uma marca vermelha que possuía no chão mirando à um dos alvos e soltando minha flecha delicadamente, observando a mesma se dirigindo ao alvo rapidamente e o atingindo na faixa azul, que provavelmente valia a pouco se fosse somar meus pontos total.


Andei para o lado após acertar o primeiro alvo, mirando no segundo e puxando com força a corda que segurava a flecha que agora possuía a ponta cor de rosa. Pensei bem e finalmente soltei. A flecha flutuou no ar bastante acelerado até atingir a superfície do alvo desejado, acertando à parte amarela.



Esse estava sendo meu objetivo, estava sendo legal, era tudo que eu queria ali no momento. Retirei outra flecha de minha malinha e puis ela no arco, andando até a frente de outro alvo. Fitando- o bastante resolvo fazer algo diferente. Pensei comigo “Por que não tentar?!” e assim fiz. Deixei meu arco no chão, andei para trás com passos leves. Dei um mortal para frente firmando-me com as mãos ao chão, pegando meu arco e atirando no alvo. Por sorte acertei no meio, algo quase impossível, não acreditava ter conseguido aquilo, mas estava lá, na minha frente..
O dia começou a ficar ensolarado, e estava com calor pela mudança rápida de clima. Peguei meu arco guardei nas costas e sai dali rumo ao dormitório.

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Obs:
Vários erros de português lhe geraram uma grande queda em sua nota, bem como a pouca descrição do treino que foi tão rápido.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Flynn Ehlers Sieghart em Dom 12 Jan 2014 - 7:52


TREINOS DE ARMAS A LONGA DISTÂNCIA II
Mais uma manhã em que eu era praticamente retirado de minha cama por minha irmãs, qual era o problema delas em entender que por tantos treinamentos e tantas leituras, eu também merecia dormir umas horinhas a mais? Bem, se você fosse um filho de Atena em um chalé com praticamente apenas garotas, saberia que nunca deve discutir com elas, ao menos que queira um chalé inteiro contra você, não soa divertido, não é mesmo? Após ajudá-las com a organização do chalé, troquei-me e segui para o meu treinamento do dia. Próximo aos portões de entrada da arena de armas a longa distância, havia uma grande bancada com diversas armas enfileiradas por ordem de tamanho e alcance. As adagas vinham primeiro; após isso, as maças, as espadas, as lanças e os arcos, cujas aljavas descansavam em prateleiras. Peguei um arco e admirei-o por alguns instantes; devia ter um metro de comprimento, feito completamente de madeira. Testei sua corda. Esticava bem.

― Quem sabe eu não sou um talentoso arqueiro? ― murmurei baixinho esperando descobrir um talento oculto. Escolhi uma das aljavas, que devia ter umas vinte flechas, coloquei-a em minhas costas, apoiando a correia em meu ombro direito e segui para o local em que se localizava os alvos. Eu não sabia por onde começar, enquanto dava alguns passos em direção aos alvos. Peguei uma flecha da aljava e a armei no arco, apontando para um dos círculos mais próximos, cerca de dez metros adiante. Puxei o braço direito, o que segurava a flecha, para trás, observando a corda se distender até o seu limite. Senti um leve incômodo em minhas costas, meus músculos tiveram dificuldades para manter a posição. Mesmo assim, soltei a flecha. Com um pequeno assovio, ela descreveu uma reta no ar, mas caiu no chão à cerca de sete metros de onde eu estava. Suspirei, frustrado. Não esperava acertar de primeira, nunca tendo tocado na arma antes. Mas, de qualquer forma, o fracasso me irritava.

― Lá vamos nós de novo ― busquei outra flecha na aljava, armei-a e estendi o braço. Desta vez, porém, respirei fundo, e isso fez com que eu conseguisse puxar a corda mais alguns centímetros para trás. Também elevei meu peito, fazendo com que os músculos de minhas costas ficassem mais firmes, a sensação incômoda que sentia ali desapareceu por um instante, agora somente o meu bíceps protestava. Mirei na parte inferior do alvo e soltei a corda. Ela seguiu o caminho planejado, entretanto, uma rajada de vento soprava e a desviou de seu percurso, acertando o gramado logo a baixo do meu alvo. Músculos, vento, as vozes dos campistas ao meu redor. Qual distração a mais poderia me atrapalhar hoje? Ah, é mesmo, não poderia esquecer o clima tenso e os boatos que uma guerra estava próxima.

Tudo bem, eu não era muito bom em sentir o vento, conhecia as técnicas e tudo o mais dos livros que eu já havia lido, mas  não possuía um talento natural para viver em meios selvagens, as cidades que me atraíam, assim como a maioria das crianças de minha mãe. Passei a língua sob os lábios e, novamente, retirei uma flecha da aljava. Lembrei-me então da última vez em que viera ali, ficara observando uma aula de arco e flecha e uma das garotas dissera: "Respire fundo. Estenda o braço. Sinta os músculos das suas costas comprimindo-se. Mire um pouco mais para cima..." Digamos que sim, minha memória era muito boa, com a ajuda de um guia básico sobre arco e flecha, junto com essa aula que eu apenas observara, possuía o material suficiente para tentar praticar sozinho. Repeti o processo mirando no alvo e me concentrando em uma tentativa de sentir o movimento do vento. Soltei a corda do arco e a flecha fixou-se em uma das extremidades do alvo, no ponto mais distante do centro.

Ok, era culpa do vento e eu precisava de um instrutor, eu admito, está bem? ― Bosta de Harpia ― praguejei enquanto secava o suor da testa com as costas de minha mão. Não me dei por vencido, tentei usar todo o conhecimento que possuía em meus lançamentos. Não consegui aproximar nenhuma delas do centro do alvo e algumas ainda insistiam em ir para o chão, da próxima vez, não iria confiar tanto em meus conhecimentos autodidatas. Quando a aljava ficou vazia, recolhi as flechas do chão, guardei-as e coloquei a aljava de volta no armário, assim como o arco. — Hey, Flynn. Tudo bem? Estava treinando arco e flecha? — Uma bonita filha de Apolo estava entrando no exato momento em que eu me preparava para partir, seu nome era Mary. — Sim, percebi que não sou tão bom com isso, talvez eu deva deixar para lá — disse cabisbaixo.

— Não, é? Pegue o arco, vamos lá que eu te dou umas dicas e quem sabe você não consegue? — fiquei meio relutante em aceitar a princípio, mas ela parecia tão entusiasmada em ensinar um campista suas técnicas, que aceitei apenas para não fazer desfeita. Peguei o arco e a aljava com flechas e a segui até a linha de tiro ao alvo. Ela pediu para que eu me posicionasse e atirasse, para que ela observasse como eu estava fazendo. Fiz como fora pedido, puxei o arco e respirei fundo, estufando o peito para suportar os músculos que tremiam um pouco. Mirei no alvo e 'zuum' errei o alvo. — Sou uma catástrofe, não sou? — ela negou com a cabeça. — Você tem que se concentrar mais na mira, nem sempre a flecha vai em linha reta, algumas vezes você mira pra cima, na intenção que ela faça uma trajetória curva, entende? — balancei a cabeça enquanto imaginava cálculos físicos, espera, talvez eu pudesse utilizar esse meu conhecimento.

Posicionei-me e ela me fizera abrir um pouco mais as pernas e movimentar o quadril pro lado correto (sim, ela pegou no meu bumbum e eu fiquei abaladíssimo). Apontei para cima e um pouco inclinado na direção do vento, imaginei uma linha sendo traçada do meu arco, até o alvo. Fiz alguns cálculos mentais tentando ver a força exata e a inclinação adequada e 'zuum' acertei a borda (mas não tão borda assim) do alvo. Mary também iniciara seu treinamento e me deixara de queixo caído com tamanha precisão. Ficamos ali lado a lado tentando acertar nossos alvos, eu não tive muitos avanços, mas ao menos já não errava como antes. Depois agradeci a ajuda da garota, guardei o equipamento que eu usara e me retirei da arena.

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Foi um bom treino, bem descritivo e mostrando a busca por novos conhecimentos para melhorar.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Sam J. Parker em Dom 12 Jan 2014 - 21:31

Knifes


A manhã estava ensolarada, o dormitório dormia, e eu acordava, não muito em comum. Invés de acordar todos, mandei um soldado da cavalaria acordar a todos, e se ele dormisse e não acordasse a todos, todas as tarefas da terceira seriam dele. Nada como assustar um soldado de manhã, claro, eu não faria isso... Ainda estava indeciso. Após meu banho, vesti trajes habituais de treino e fui aos campos de Marte. Vi alguns dos líderes acordados, tirando o da quinta, que eu o considerava um tremendo irresponsável. Andei mais um pouco até que enfim cheguei aos campos de Marte, havia vários semideuses ali, avistei alguns conhecidos mas não falei com eles, pois não queria atrapalhá-los com seus treinos.
 
Chegando lá algo chamou minha atenção, facas, facas de prata afiadíssimas, eram cinco no total. Aquilo me fez sorrir, nunca fui bom com o arco, mais em arremesso, bom era outra história.  Olhei para os alvos, bonecos de palha que tinham círculos no rosto, azul, amarelo e vermelho, que nessa ordem mudavam o tamanho do alvo, e na barriga, a mesma coisa, sendo que eram dois círculos, um no coração e um na barriga. Segurei uma delas, a leveza que elas tinham, era muito diferente de qualquer outra arma, fui em uma das linhas e experimentei o arremesso. Segurando pela ponta da faca, fiz meu braço ficar numa forma parecida como uma alavanca, ( algo mais ou menos assim: “_/”), girei meu corpo e arremessei a faca. Ela girou no ar e acertou o circulo maior da barriga. Xinguei em latim e fui de novo. Joguei na mesma direção com mais força, a faca girou no ar e acertou no centro do coração. Sorri porque tinha  acertado um ponto vital, mais xinguei mais ainda por ter errado o alvo que tinha mirado, e muito. Dessa vez, deixei o braço mais reto na hora do arremesso, a força foi a mesma do anterior, e *Puff* a faca prendeu no menor alvo na cabeça, e fez o boneco cair no chão. Me afastei desta vez, já satisfeito com os resultados, atirei de novo, e acertou no pescoço do boneco, não era nenhum dois alvos, mais me dei por satisfeito por ser um ponto vital. Me afastei até a ultima linha de tiro, trinta metros, o máximo para um “tiro” de faca que eu poderia acertar. Me concentrei o máximo que pude, e lancei. A palha saiu voando da parte rasgada, acertei onde seria o umbigo do rapaz palha.
 
Satisfeito, e com os dedos cortados de leve, sai dali, era hora de alimentar Bellum.

 
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Tente ser mais descritivo ou ao menos sair do básico de atirar em um boneco de palha como campistas de lvl baixo fazem quando estão aprendendo.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Jash Delavour em Ter 14 Jan 2014 - 19:47



O fraco sol de fim de tarde iluminava meu corpo nem-tão-vivo. Seria um belo momento se eu não contasse com uma estranha sensação de solidão; vazio; suave. Meus olhos já estavam cansados de olhar para a mesma imagem: O céu, onde ele falhava na vista do acampamento. Não era algo que eu poderia explicar pra qualquer um. Será que mais alguém além de mim conseguia ver aquilo?
Levantei-me. Odiava aquele lugar. Ia nele todos os dias; aquele chalé lotado não fazia meu tipo. Poucos segundos pensando e a minha cabeça deu uma volta fechada e suave, eu poderia fazer o que pensei, minha mãe adoraria. Em vez disso eu decidi fazer o que algo além de mim estava dizendo, há muito tempo: Treinar. Nada demais, eu só queria poder segurar uma arma de fogo na mão; atirar; BOOM! Eu consigo imaginar os corpos agradeçidos. Uma forma de amor.
Eu desci a montanha. O caminho na floresta era marcado pela ausência de árvores e folhas no chão. Além de alguns pedaços de lanças quebrados. Não fazia ideia do que faziam naquela floresta. Eu sabia o caminho. Estive andando por esses, para mim, incontáveis dias, sem rumo.
Exatamente oito pessoas estavam naquele lugar. Fedia mais que o normal. Muitos arcos, lanças. Onde estavam as armas de fogo?
– Procurando por algo? – Uma voz masculina parecia chamar por mim.
Me virei. Um estranho e loiro menino de aproximadamente 13 anos estava lá, com um arco, parado na minha frente. Aquilo parecia um pouco ameaçador, se não fosse pela altura dele.
– Treinar, assim como os outros desse lugar. Algum problema? – Eu percebi que meu nervosismo estava claro com as minhas palavras.
– Nenhum problema – Ele pausou para um sorriso. Continuou – Que arma vai usar?
– Foi ótimo perguntar isso. Eu quero uma arma de fogo, mas não vejo nenhuma por aqui.
Ele deu uma risada. Confesso que aquilo me irritou.
– Não vai conseguir uma arma de fogo aqui, meu amigo – Ele recuperou o ar.
Antes que eu pudesse reagir fomos interrompidos por um centauro. Ouvi falar dele: Quíron.
– Tudo bem por aqui? Acho que você veio treinar. Armas a longa distância. – Ele me disse com um sorriso no rosto enquanto arrancava com uma mão um arco apoiado e jogava em minha direção.
Peguei com uma das mãos. Nunca tinha usado algo do tipo. Passei alguns segundos olhando para o arco em minhas mãos.
– Pegue o arco. Use o arco. É tão difícil entender? – O garotinho loiro disse com uma expressão de deboche.
– Em você? – Eu disse andando até mais próximo de um dos alvos.
Segurei uma flecha. Minha mão estava mais trêmula que costumava. Encaixou; vazio; suave;
– Um pé na frente do outro – A voz do centauro ecoou.
Soltei; vazio; suave. Meus olhos estavam fechados no momento. Eu abri os olhos. No alvo eu vi uma flecha no centro. Eu tinha certeza que esse era o objetivo. Antes que eu pudesse comemorar eu ouvi novamente a voz do centauro.
– Quase. Sua flecha está no chão.
Olhei para trás e vi o centauro com um arco na mão, com a corda solta.
– Um dia você vai poder acertar naquele ponto amarelo – O centauro sorriou. Desmanchou seu sorriso – Treine.
Eu encaixei novamente a flecha. Olhos fechados. Minha cintura estava dura como pedra. A corda estava encostada na minha bochecha; vazio; suave. Soltei novamente. Abri um dos meus olhos.
– Dessa vez foi você também? – Eu disse, olhando para a flecha, na borda do alvo.
O centauro não estava mais lá, nem o garoto loiro. Estava escuro e gelado; vazio; suave. Ótimo para treinar.
Uma. Duas. Três. Quatro. Cinco. Seis. Aquilo parecia tão saúdavel. Eu sentia minhas tatuagens cintilarem, pedindo por mais.
Apaguei. Meu rosto estava usando a grama alta de travesseiro; vazio; suave; vivo.
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Para um novato foi um bom treino até, mas tente desenvolver melhor seu treino no próximo, talvez ler o treino de outras pessoas que tenham tirado boa nota lhe ajude um pouco a ter mais ideias.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Arianne F. Malkovich em Qua 15 Jan 2014 - 18:05

Armas a longa distância

- Flechas explosivas? – Perguntei enquanto analisava aquelas flechas esquisitas. – Sim, eu vi que você tinha se saído bem no seu último treino e resolvi trazer essas pra você treinar – Ouvi Abbey falar, dei de ombros, tinha achado que a garota tinha ficado maluca quando tinha me tirado do chalé ás nove horas da manhã dizendo que eu tinha que aparecer na arena de arco e flecha. – Tudo bem, o que eu tenho que acertar? – Perguntei e voltei minha atenção a garota, ela sorriu e apontou para os alvos montados num canto da arena. – Eles se mexem? – Perguntei e ela assentiu. – E são feitos de palha – Acrescentou, assenti e peguei a aljava cheia de flechas explosivas.  – Mas só vão explodir se você acertar a bolinha preta – Ela disse que apontou para um ponto fixo nos bonecos. – Obrigada – Agradeci a Abbey e pedi que ela fosse acionar os bonecos; A verdade era que eu não estava muito a fim de atirar flechas de novo, fazer aquilo acabava com meu braço, eu estava começando a ficar com pequenas cicatrizes, mas gostava de ver bonecos de palha explodindo.

Os bonecos começaram a se mexer e eu me preparei para atirar neles, criei a linha imaginária, me posicionei de forma que ela passasse entre meus pés, deixei meu corpo relaxar, suspirei e apontei o arco que eu tinha pego para o chão, posicionei a primeira flecha explosiva no arco, levantei o arco e mirei nos bonecos, já que eles se mexiam, não tinha como eu mirar em um boneco especifico, tinha que atirar logo e deixar que a sorte fizesse eu acertar um deles, puxei a corda do arco em direção ao meu rosto e deixei que meus dedos relaxassem. A flecha atravessou a arena num “zuuuum” e passou direto pelos bonecos, sendo assim, não acertei nenhum. – Acho que você esta meio enferrujada – Abbey brincou, mas ignorei ela e peguei outra flecha, voltei a mirar o arco para o chão, posicionei a flecha nele, levantei o arco, mirei e atirei, a flecha voltou a atravessar a arena e bateu em um dos bonecos, mas não acertei o alvo preto, então o boneco não explodiu. Minha teoria era de que aquelas flechas tinham um mecanismo digno dos filhos de Hefesto, eram flechas explosivas, mas só faziam explodir coisas quando tocavam em uma coisa específica? Meio confuso. Soltei um suspiro e deixei minha mente vazia enquanto posicionava outra flecha no arco, puxei a corda, mirei e deixei que meus dedos relaxassem, assim soltando a flecha, novamente ela atravessou a arena, fechei os olhos torcendo para que tivesse acertado, até que ouvi o som de alguma coisa explodindo; Abri os olhos e um dos bonecos tinha sido reduzido à palha.

Não perdi tempo, peguei outra flecha, posicionei no arco, mirei e atirei. Novamente acertei um dos bonecos no alvo e ele explodiu, peguei outra flecha, posicionei no arco, mirei e atirei; Dessa vez não acertei, a flecha passou bem longe do alvo e isso me fez pensar que eu estava indo rápido demais, tinha que relaxar antes de atirar, apesar de tudo, claro que quando estivesse numa guerra teria que atirar sem pensar duas vezes, pois numa guerra não tínhamos tempo para “errar o tiro”, era acertar ou morrer. – Respira – Falei para mim mesma e respirei profundamente antes de voltar a atirar. Quando achei que estava boa o bastante para voltar a atirar, posicionei outra flecha no arco, mirei olhando diretamente para os pontos pretos que se mexiam, por fim deixei que meus dedos relaxassem, a flecha atravessou a arena e bateu diretamente no pontinho preto de um dos bonecos, sorri, queria atirar mais, porém a essa altura, meu braço estava todo machucado por causa da corda do arco, esse era o lado ruim de não se usar proteção. – Vou atirar em mais um e vou parar, meus braços estão doendo – Avisei a Abbey que assentiu. Peguei mais uma flecha da aljava e posicionei no arco, coloquei meu dedo indicador acima da flecha e os anelares abaixo, puxei a corda juntamente com a flecha em direção ao meu rosto, mirei nos bonecos e sem pensar duas vezes: atirei.

Consegui acertar a flecha no alvo e mais um boneco explodiu fazendo palha voar pra todos os lados, soltei o arco e comecei a massagear meu braço dolorido. – Muito bem, da próxima vez te ajudo a atirar facas – Abbey falou. – Facas. Ok. Eu volto aqui amanhã, até mais – Me despedi imaginando como seria atirar facas nos bonecos de palha, peguei o arco do chão, guardei ele em seu lugar e saí da arena.

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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Angel Hutcherson em Qua 15 Jan 2014 - 21:09


Treino de Armas a longa distância

No lado esquerdo da cintura de uma veloz figura a ponta das setas tilintavam umas nas outras, apressadas para serem utilizadas. Na mão direita, um esbelto e simples arco de bronze, que seria utilizado para um tiro de pouco alcance e de preferência rápido. Futuramente, é claro, até por que, a imagem que empunhava o item mal sabia manejá-lo ou posicionar uma flecha. Muito menos atirá-la com alguma precisão. Eu vestia um short e a camisa do acampamento, o tênis branco estava totalmente coberto por lama. Seguindo o caminho de cascalho, um semideus corria atentamente até a arena. Já na metade do caminho, sua camiseta listrada azul e verde aparecia manchada de suor, mas o garoto nem sequer mostrava-se cansado.

— Só pode ser brincadeira. — Proferiu uma voz masculina na entrada da arena assim que me viu. Hugo, um jovem filho de Apolo que praticamente vivia em treinamento – arco e flecha principalmente – cumprimentou-me e sorriu pela presença desta. Eu não treinava muito com arco e flecha e eu precisava praticar para eu me aprimorar - por mais que eu usasse espada, gosto de aprender a manejar outras armas-. Agora refleti que precisaria saber empunhar vários tipos de armas. Já tinha conhecimento de algumas simples armas, mas agora precisaria algo que pudesse atacar com certa distância.

— Ahn... Como eu coloco essa coisa no arco? — De início, o instrutor achou que eu estava debochando de suas habilidades ou sendo sarcástico. O filho de Apolo sorriu descontente e sem jeito pelo canto da boca, até que ele me ajudou a posicionar a flecha. Pode parecer bobagem, mas é simplesmente complicado arranjar a flecha no arco e conseguir puxar a corda sem que a ponta do projétil deslize para baixo – desconectando todo o processo anterior. Após vários minutos, mais de meia hora treinando apenas isto (errando e deixando a flecha deslizar na maioria das vezes), eu finalmente consegui estabilizar o item acima da empunhadura. 

Agora era a hora de aprender a disparar. Com um pouco mais de habilidade e agora acostumada com o material em mãos, eu  postei a flecha em seu devido lugar, juntei sua base cercada de penas no centro da corda e puxei até onde meus dedos começariam a arder, segurando ali com todas suas forças. Neste momento o braço já estava se cansando, o trabalho e esforço anterior de tentar arrumar as setas em seu lugar era cansativo e então fez com que o cansaço me vencesse e após alguns segundos de resistência dos dedos eu disparei minha primeira e falha, flecha.

O projétil dançou junto ao vento e cravou-se na areia da arena nem meio metro a frente do semideus, Gustavo. Eu puxei outra flecha da aljava, posicionei-a tentando ser precisa – tão precisa quanto fora lhe ensinado – e tentou outro disparo. Assim como anteriormente, eu mirei num alvo que estava a dez metros de distância. No mesmo modo que antes, a flecha não se aproximou nem da metade do percurso antes de desabar.

Após observar tudo quieto, Gustavo, o instrutor, aproximou-se de mim. — Sabe porque não consegue disparar direito uma mísera flecha? — O filho do deus do sol arqueou as sobrancelhas e me fitou como se aguardasse uma resposta. —Primeiro que sua postura está completamente incorreta. — Ele se aproximou de mim e tocou meu tórax, posicionando-me ereta. — Abra essas pernas. Equilibre seu corpo. Incline um pouco seu tronco... — Ele ordenava como um general para um soldado novato. Eu se coloquei como ele havia pedido, sentiu-se muito melhor até então.

 Agora esse seu modo de empunhar.. Pelo amor dos deuses, isso não é uma espada, Angel! Não precisa pressionar desse jeito. — Ele soltou um pouco a pegada. — O modo que seu braço está posicionado também é errado. — Então, após quase uma hora de explicação, eu recebi um tapinha nas costas por ter conseguido acertar a flecha bem mais longe do que antes. Porém, ainda não acertara o alvo.

Ainda observando os meus modos, Gustavo corrigiu outro erro. — Não, não! — Disse, agora num tom mais calmo. — Use três dedos para puxar a corda, não dois. — Eu cumpri a tarefa no modo informado, com toda certeza com mais facilidade e sorri em seguida, quando a quarta flecha zuniu alegre por cima do alvo. — É, você pega o jeito com o tempo. — Murmurou o garoto.

O som de uma corneta de concha ressoou pelo acampamento, inclusive pela arena. Era fim do treino. — Obrigada! — Eu agradeci tantas vezes ao meu instrutor, que ele ficou completamente sem jeito e prometeu-me ensinar mais a mim se eu comparecesse ali noutro dia. Com certeza eu iria sem hesitar. O dia continuou com o semideus percebendo que mesmo eu sendo filha de Ares, não levava o mínimo jeito para segurar um arco. Ao final da aula devolvi os itens pegos para o arsenal do acampamento, já que eu havia dito a mim mesma que só iria usar meu próprio arco, quando aprendesse a usá-lo. Eu estava começando a perceber que arco e flecha seria mais trabalhoso do que aprender a manejar uma espada ou a arremessar uma adaga, mas, para mim, estava sendo uma experiência maravilhosa.



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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Clarie Brückner Learmonth em Qui 16 Jan 2014 - 16:46


Armar, apontar... Fogo!


O dia amanheceu calmo e logo Clarie chegou à arena, onde vários semideuses se mantinham espalhados e em grupos, cada qual praticando um tipo de modalidade. Em uma conversa ao iniciar o dia, ficou acordado que Clarie seria dispensada por hora do treinamento com a adaga, porém teria que participar do treino com arco e flechas. Apressou os passos entrando no grupo de arqueiros. Enquanto havia um discurso do monitor à frente, correu para pegar o arco que deveria usar para o treino.  Dez alvos improvisados foram posto um do lado do outro. Ela coçou a testa com as costas da mão que segurava a flecha e tomou sua posição ao lado de um garoto, que para sua sorte era um filho de Apolo. Ela queria perguntar se caso provocasse uma tragédia, seria também vetada daquela atividade, mas isso pareceu impróprio, sendo ela filha de Atena se não soubesse como manejar qualquer instrumento de batalha seria irracional.

A ideia era ser uma sombra do filho de Apolo, então tudo que ele fizesse ela repetiria. Todos do grupo assumiram sua postura. O corpo inclinado para o lado e ereto, pé esquerdo um pouco a frente do direito. Ela posicionou a única flecha no arco e levantou a arma mirando no seu alvo. Os arqueiros ao lado fizeram todo o movimento em conjunto. Clar fora a única atrasada, porque se perdeu contemplando a sincronia do bando. Uma chuva de flechas em horizontal tomou a sua frente. Seus olhos diminuíram avaliando o alvo há poucos metros dela,  puxou a corda lentamente e por algum momento, ela esqueceu seu atraso e as pessoas ao lado junto com seu nervosismo. Clarie soltou a flecha e para sua surpresa, acertara alguns centímetros perto do centro do alvo. Duas meninas que estavam perto do alvo, deram pulos para o lado quando sentiram o impacto da flecha.  Olhou de relance para o instrutor e nem sequer contemplou um elogiou, apenas do menino ao seu lado que a cutucou rindo. Ela suspirou e percorreu o perímetro para recuperar sua flecha.  

A morena voltou a sua posição inicial, dessa vez sua atenção estava nos comandos. Consertou sua postura, arrumou o arco e a flecha, mirou e junto aos seus novos companheiros, atirou. Um sorriso de canto e presunçoso apareceu em seu rosto. Ela havia acertado o alvo dessa vez. Novamente, apenas o garoto a parabenizou em silêncio. A turma fora guiada para outro nível. Ela correu, recuperou sua flecha, indo em seguida se juntar aos outros arqueiros. Clar esticou a cabeça para poder visualizar melhor o que seria a próxima etapa de treinamento. Havia um pequeno corredor de dois metros de largura feito de madeira, era semelhante a barras paralelas com dois metros de altura. Três círculos de metal estavam pendurados em sequência na barra. O alvo estava no final desse “corredor”, mas para o jogo ficar mais fácil para os arqueiros, os círculos se moviam irregularmente, enquanto o primeiro ia para direita o segundo para esquerda, receptivamente. - Ai, agora ficou perfeito. - Bufou. Ela sabia que aquilo era totalmente diferente do que ela havia feito na fase anterior. Seu parceiro de treino esperou o final do discurso do instrutor e pediu calma para a menina. Ela suspirou e esperou sua vez. Cada arqueiro tinha duas tentativas se quisesse. Todos eram iniciantes, então, mesmo que errado, ficava feliz quanto alguém errava a pontaria.

Sua vez havia chegado, o problema era que agora vários pares de olhos estavam focados nela. “Mes dieux” exclamou em pensamentos. Tomou fôlego e relaxou os ombros, mas sem perder a postura ereta. Deslizou o pé esquerdo centímetros à frente e aprontou o arco com a flecha, inclinando seu corpo para a direita. Esticou a corda, puxando a flecha para ela e diminuiu o olhar mirando o alvo no final. Os círculos continuaram seu caminho indo de lado a outro, como se fossem pêndulos, isso dificultava para Clarie. Ela avaliou as aberturas que os círculos davam, mas era impossível que a flechasse chegasse ao alvo sem esbarrar no metal. A menina se concentrou e esperou o momento certo para soltar a flecha. Preparou-se e quando sentiu que era a hora certa, soltou a flecha. Quando a seta tomou seu caminho, passou pela brecha do primeiro pendulo, passou pelo segundo, os olhos de Clarie se arregalaram, mas para sua falta de sorte, a flecha se chocou com o terceiro pendulo. - Quase... – Clarie relaxou os ombros e caminhou até o rapaz que continuava sorrindo, por um instante começou achar que ele era maluco, mas nada disse sobre isso.

Havia uma segunda tentativa, e depois de todos esgotarem suas ultimas tentativas lá foi ela novamente se por a frente de todos. Por um momento, fechou os olhos. Havia procurado memorizar a posição dos alvos e como deslizavam a sua frente. A menina então segurou o arco com a mão esquerda, encaixando a flecha por baixo do anel da corda, usou os três dedos do meio de sua mão direita, o dedo indicador por cima da flecha e o médio e anelar por baixo, usando a ponta dos dedos entre a primeira e segunda falange. Puxou a corda com a flecha ate o canto de sua boca, tocando o punho no queixo para não tremular no disparo, respirou fundo por alguns poucos segundos, o suficiente para semicerrar os olhos e lembrar-se dos movimentos que os alvos faziam. E de repente, os dedos relaxaram e a flecha foi zunindo passando pelo centro dos três pêndulos. A menina saltou de alegria e correu para abraçar o filho de Apolo que a recebeu com um sorriso, como sempre. Pouco tempo depois o treino havia terminado e ambos caminharam em direção aos respectivos chalés.



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Estratégia e estudo do que está fazendo é o ponto forte dos filhos de Atena, você soube utilizar isso muito bem em seu treino, parabéns!
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Dom 19 Jan 2014 - 18:56



Treino de lançamentos


 Treinar parecia algo de grande importância entre os romanos. No pouco tempo em que estive ali pude perceber que a vida dos legionários se baseia em treinamentos e mais treinamentos. Como eu estava acompanhando Sam - meu “irmão”- em vez de ficar em Nova Roma, eu também participava dessa rotina de preparação pra futura guerra. Por isso eu estava naquela tarde com diversos outros campistas da III coorte que portavam suas armas e elmos. Apesar de me sentir deslocado e com a estranha não pertencimento, tentei ao máximo me misturar com eles. Peguei uma lança de prata que estava em uma pilha de armas e a observei. Mesmo sendo grande, não era pesada. O formato da lâmina afiada era aerodinâmico para o lançamento, assim como do cabo. Estava confortável com a lança, o que me fez pensar que talvez eu tivesse costume com uma arma parecida.

Deixei as divagações de lado, pois forçar minhas memórias me dava enxaqueca, e me foquei no treino. Haviam bonecos de palha posicionados de metros em metros e máquinas que atiravam bolas de tênis. Pelo o que pude observar da demonstração de um dos campistas, era preciso atirar a lança/adaga/flecha nos bonecos e recuperar a arma sem ser atingido pelas bolas. Venceria quem cruzasse todo o perímetro do Campo de Marte sem ser atingido e matando o máximo de bonecos. Parecia divertido, eu estava empolgado. Mas o resto das pessoas levava aquilo a sério. Assim que nos foi permitido eu dei o primeiro lançamento com a arma. De forma automática, inclinei o corpo para trás e o girei para a direita. Meu braço segurava a lança acima da cabeça em uma pose olímpica. Com rapidez e habilidade, girei o corpo para a esquerda de modo a potencializar o lançamento e atirei a arma com meu braço. A lança voou longe, mas não chegou a acertar o boneco. Passou de raspão pela cabeça dele e fincou no chão. Agora eu precisava recuperá-la.
 
Corri desviando das bolas de tênis como se jogasse uma queimada maluca e medieval. Saltava e me abaixava enquanto corria, tendo mais dificuldade de me esquivar das bolas que quicavam no chão. Finalmente alcancei minha lança e a retirei do chão. Consegui uma boa vantagem em distância, contudo, precisava acertar bonecos também. Retomei a mesma posição de antes, girando e inclinando o corpo. Entretanto, usei o braço que não segurava o lança como mira, esticando-o na direção do meu alvo. Assim, girei o corpo mais uma vez com ainda mais velocidade. A lança descreveu um arco no ar acertando em cheio a cabeça de um boneco. Corri até o alvo atingido, desviando das bolas, e retirei a arma. Por pouco uma bola de tênis quase me acertou, mas a rebati com a lança como em um jogo de baseball. Eu já havia pegado o jeito dos lançamentos, como se fosse algo usual – e talvez realmente fosse-.
 
Desse modo, repeti a movimentação correta dos tiros com a lança por diversas vezes, “ferindo” muitos bonecos. Restava, além de mim, mais um romano que praticava com arco e flecha. Obviamente que ele atingia mais bonecos de palha, mas por outro lado demorava mais tempo recuperando as flechas – ficando, assim, atrasado em relação a mim-. Os campistas que pararam o treino por terem sido atingidos pelas bolas não pareciam felizes de um novato estar se saindo bem. Porém, meu bom desempenho não durou muito tempo. Quando estava retirando a lança de um dos bonecos da reta final, fui atingido na cabeça por uma bola. Eliminado. Praguejei baixo, pois meu lado competitivo odiava perder. Ainda assim foi um treino produtivo e criativo, eu gostava desse lado desportivo e disciplinado dos legionários do Acampamento Júpiter. Portanto, cumprimentei o vencedor ao final e fomos todos recolher os equipamentos espalhados pelo Campo de Marte.


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Senti falta de algo mais Poseidon em seu treino, você mostrou uma grande habilidade em velocidade e agilidade, porem os filhos de Poseidon costumam ser assim melhores apenas dentro de água.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Arthur H. Nidhögg em Ter 21 Jan 2014 - 19:26






Training Releases

After a glamorous night of sleep, I woke up in the mood to ... train



" Precisava treinar... Depois de minha frustante chegada ao acampamento, não podia ficar apenas sentado comendo pipoca, treinar era preciso. Parecia que todos que estavam no local eram criados apenas para isso, e eu nunca tinha feito uma única vez, até achava que minha vida era um tanto fácil. Mas agora precisava colocar a mão na massa. Levantava-me da poltrona de meu chalé, me contorcendo em sua cabeceira, e colocando meus pés no chão, mancando, ia até a porta, abrindo-a com cuidado. Fui surpreendido por uma forte luz do Sol em meus olhos, forçando a colocar minha palma direita sobre meu rosto. Enquanto andava, escutava alguns gritos, normal para aquele lugar, um tanto bagunçado. Não sabia bem aonde iria...

[...]

Depois de alguns minutos perambulando pelo acampamento, encontrei algo que realmente poderia treinar, via algumas pessoas, lançando adagas, e lanças, e outros com arcos e flechas em suas mãos ocupadas. "Há, Há", seria moleza! Finalmente retirava meu rosto minha mão, e ia até uma lança, segurando com firmeza sua base feita de madeira de carvalho. Havia um alvo livre, um boneco de palha, feito a mão. Levantava minha cabeça, mirando diretamente em seu ponto vermelho mais destacado, sua cabeça, e atirava a primeira lança, com um forte impulso de meu braço indo para trás, e em seguida para frente... Talvez não fosse moleza, consegui acertar o boneco, porém, saiu fora de um dos pontos vermelhos, indo em direção a seu joelho. Minha segunda tentativa era com uma adaga, segurava a pequenina com meu punho esquerdo, com sua lâmina afiada para o chão, e a jogava reto, movimentando meu braço de baixo para cima. Melhor, consegui acertar na barriga do alvo, talvez no estômago ou perto. Minha última tentativa, pegava um dos arcos, perto do lugar, estava pendurado em um galho de uma árvore junto a um saco com 2 flechas apenas, isso queria dizer que possuía mais duas tentativas, "Ufa", pensei que iria ir para meu chalé mais cedo. Segurava com minha mão canhota o arco, e a flecha, pendurada no fio de aço do objeto, com a direita. Puxava com força a flecha e logo depois, com cerca de 3 segundos para mira, soltava, fazendo a fecha deslizar com força e parar perto do ombro  esquerdo do boneco. Bom, se isso fosse um verdadeira luta, o oponente ficaria com um dos braços impossibilitados de movimentação. Da sacola retirava a única e última flecha, e fazia o mesmo ritual anterior, e novamente, largava-a, fazendo deslizar e parar... Na cabeça? "Incrível"! Pelo visto eu era melhor do que eu imaginava. Agora já estava escurecendo, era melhor eu ir para meu chalé... Dava uma leve corrida até o meu ponto de encontro, com as mãos já preparadas para abir a porta, e deitar novamente no sofá, com cuidado para na hora do pulo, não me machucar...

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Como não se deteve em uma arma em especifico você não teve desenvolvimento em nenhuma delas, afinal foi atirando apenas uma ou duas vezes com cada uma. Da próxima vez tente se deter em uma arma e explorar seu desenvolvimento dela, uma ba ajuda seria ler os treinos de outros campistas.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Andrew C. Martin em Qua 22 Jan 2014 - 15:21

Era uma bela manhã , tinha acabado de acordar. Estava na hora do treino de arco e flecha , saquei o meu arco e fui ter com os outros.


Quando cheguei ao treinamento , esperando a minha vez comecei a conversar com os outros , continuando a pensar : Como vai ser o treino ? Vai correr bem ?


Chegou a minha vez , dei um suspiro e falei :
- Então vamos. - Dizia o mesmo sacando uma flecha , atirando-a no alvo.
Acertei ? Espero que sim.


Então comecei a conversar com os outros.
Adorei esse treino.


[Quem quiser dar dicas , mande-as por mp , obrigado ! ]


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Na MP você citou ter postado 2 treinos, mas só encontrei um deles, então acabei corrigindo ele mesmo. Tente ler os treinos de outros campistas para saber como desenvolver melhor seu treino, vai ajudar bastante.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Arthur H. Nidhögg em Qua 22 Jan 2014 - 20:26






Training Releases

After a glamorous night of sleep, I woke up in the mood to ... train



" Era acordado de repente por uma forte luz batendo em meus olhos, um luz clara e desesperadora, que fez eu colocar o meu travesseiro intacto, por cima de minha face, em conjunto com uma resmungada de quarta-feira. Agora que já estava acordado, era melhor treinar. Treinar era tudo! Desde meu último treinamento, percebi que era divertido, mesmo achando que não estava treinando direito, já que algumas pessoas riram de mim, bom, acho que era melhor eu tentar de novo, e não ser novamente frustado pelos adolescentes. Como um gato, dava uma rápida levantada da cama, fazendo minha coluna doer e novamente, seguido por uma resmungada. Rapidamente ia até a cozinha e tomava meu café, Pizza, na última noite, ocorreu uma festa no chalé, era melhor aproveitar em quanto tinha, porém, infelizmente, só havia um único pedaço, sim, meu café da manhã seria um pouco fraco esse dia. Mas tinha uma boa notícia! Enquanto comia a pizza, via que o campo de treinamento estava vazio! Incrível! Sem nenhum barulho, tinha apenas três pessoas no campo, treinando com os lançamentos. Dava um pulo até a porta, saindo do chalé, e falava olhando para o chão, meio tímido: - Bom dia..., seguidamente era surpreendido por uma resposta dos três estranhos: - Bom dia...

[...]

Finalmente estava ganhando amizades nesse acampamento frustante, fui tirado de meus amigos e fui jogado, largado aqui nesse acampamento "xinfrim" por minha mãe, mas ele sempre diz, que tudo o que ela faz é porque ela quer o melhor para mim, "Sei... Mas o melhor pode doer", e assim sempre era respondido. Não é hora de falar do passado, e sim, do presente, do agora. Ainda de cabeça baixa, olhando para minha sombra no chão, ia até uma das mesas, nelas estavam 3 armas: Uma lança, um arco, seguido de várias flechas, e uma adaga. Minha escolha tinha que ser rápida, várias pessoas estavam acordando, para treinar, e precisava pegar meu lugar em um dos bonecos de palha o mais rápido possível... Segurava com força o arco com minha mão direita, e com a esquerda, colocava a minúscula mochila branca com as flechas sobre meu ombro, depois, corria até o boneco de palha, sendo atrapalhado pela minha calça jeans. Quando chegava, jogava no chão a mochilinha, e pegava com minhas mãos o arco, então, via se se aproximando uma menina, ela tinha cabelos loiros, olhos castanhos, e usava uma roupa de treinamento, composta por uma calça legue. — Olá? Quer uma ajuda? - perguntava a menina, seguindo com outra fala: — Sou Maira, filha de Ares. — Filha de Ares? Ela devia ser boa nesse tipo de treinamento. Ares, conforme as aulas de minha antiga e chata professora do 5º ano fundamental, era o Deus da Guerra, adorado sobrinho de Hades. — Olá Maira, e sim, gostaria de uma ajuda, na última vez que tentei, eu quase atingi algumas pessoas que estavam por perto! — Mentia... — Olha é assim que funciona... — Ela pegava o arco de minha mão, e do chão pegava uma única flecha, e mirava com sua postura ereta no boneco de palha, com seus olhos castanhos vidrados. Eu era surpreendido por ela ter atingido em cheio, a barriga do boneco, não, pera... Ela atingiu o coração do mesmo! Sim, ela é boa nisso. — Agora sou eu, eu também consigo! — Tirava dela o arco, e do chão pegava uma flecha. E fazia o mesmo "ritual" que Maira fez, postura ereta, olhos vidrados, e por fim, depois de ter puxado a flecha junto com o fio de fibra, o largava com impulso. Droga! Consegui acertar a perna dele, a flecha saiu muito fraca. — KsKsKsKsKsKsKsKs! — Que risada imprensada, acho que aquela não era a filha do Deus da Guerra, nenhum filho de Ares ajudaria alguém a treinar, mas era bom aproveitar, "Hehe"! — Você tem pouca força nesses bracinhos em? Tente de novo, mas agora, tente sentir o toque do arco, da flecha, e do cabo de fibra, misture os fatores junto com força e impulso, e mire bem no lugar aonde você quer que acerte. Lembrando, um bom arqueiro sempre acerta num ponto certo, pois ele não tem tempo suficiente para pegar outra flecha, caso erre. Você tem que acabar com ele na primeira!— É assim que se fala, filha de Ares! Vou tentar novamente... — Da mochilinha jogada no chão, retirava mais uma flecha, e colocava levemente no cabo de fibra, o puxando desde então. Fechava meus olhos e dava o famoso "último suspiro", o puxando com mais força, abrindo os olhos, mirando em sua cabeça. Meus olhos vidrados no ponto, único e certo foram o destaque daquele treino, por fim, fechava meus olhos uma último vez e largava a flecha. Só era ouvido um único som "Siuuushhhh". Quando deixava minha pupila descoberta, via a flecha, atravessada na cabeça do boneco! Eu quase falei uma palavra chula, mas não era a hora de contar vitória... — Incrível!— Obrigado...— Quer treinar amanhã de novo? Tenho um compromisso no meu chalé agora... - perguntava Maira olhando para seu relógio em seu pulso. Sem opção, respondia: — Mas claro! No mesmo horário.— Pode ser! — Nos despedíamos, e voltava para meu chalé, pensando "Consegui uma instrutora..."

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Foi uma boa melhora em comparação com seu treino anterior, continue assim e conseguirá ficar cada vez melhor. Seria bom passar o treino em um corretor de texto antes de postar. Wink
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Eve M. Shadworth em Qui 23 Jan 2014 - 2:55


Treino de Arco e Flecha




Assim que eu abri os olhos me espantei com o sol que já preenchia o quarto todo. Meu relógio indicava que já eram sete e meia da manhã. Me sentei na cama, esperando que meus olhos se acostumassem a luz do sol. Caminhei vagarosamente até o banheiro e me olhei no espelho, me assustando com meu próprio rosto. Prendi meu cabelo em um coque alto, lavei meu rosto e escovei os dentes, pronta para começar uma maquiagem apropriada para aquele horário. Coloquei uma calça confortável e a camiseta do acampamento meio-sangue. Calcei meus tênis e saí do chalé de Hermes, porque ainda não tinha sido reclamada.


~~~

Quando cheguei ao campo de treinamento, percebi que ainda não tinha uma espada. Nem um arco e flechas como muitos ali. Nem lança ou uma adaga. Algumas pessoas me viam, mas logo voltavam ao treino, exceto por um garoto. Ele me olhava, ou melhor, encarava. Eu já tinha visto ele antes. Me aproximei dele e sorri.
- Olá. Onde eu posso arrumar uma arma para o treino? - Perguntei a ele, tentando soar simpática. Ele apontou para uma cabana com o olhar fixo em mim. Me afastei rapidamente e entrei na cabana, um pouco assustada com o garoto. Talvez ele também tivesse me reconhecido. Olhei algumas armas e peguei um arco de um metal esquisito. Encontrei uma aljava cheia de flechas do mesmo metal estranho e a peguei, saindo da cabana. Fiquei em um canto observando os campistas treinarem até que o menino que havia me encarado havia aparecido.
- Olá. – Ele sorriu e se sentou ao meu lado. - Meu nome é Joshua, mas me chame de Josh, eu imploro.
- Meu nome é Evelyn. Você sabe treinar com arco e flecha Josh? – Perguntei tentando não mostrar que precisava de ajuda. Sorri e soltei o cabelo, voltando a observar os outros campistas. Josh pegou o arco e a aljava de flechas que eu peguei emprestado na cabana e caminhou até um boneco de palha. Corri até ele e prendi meu cabelo em um rabo de cavalo com a ajuda de um elástico. Josh me entregou o arco e a aljava e me pediu para que eu tentasse primeiro. Me afastei do boneco e ergui o arco na altura do meu rosto, como eu vi que os colegas de acampamento fizeram. Peguei uma flecha e coloquei sua ponta apoiada na mão esquerda que segurava o arco. Com a mão direita segurei na outra extremidade da flecha e mirei no boneco, puxando a flecha contra a corda tensionada. Alguns segundos depois que soltei a flecha, Josh soltou um gemido e eu fechei os olhos automaticamente.
- Olha, não foi tão ruim... Pelo menos você não errou o boneco. Mas também acertar na barriga não é muito bom... – Ele segurou a risada e eu o olhei triste. - Ah, qual é, não fica assim. Vai, deixa eu te mostrar. – Ele correu pegar outro arco e mais flechas e voltou num instante. Ele separou os pés, ergueu o arco um pouco mais alto do que eu havia feito e ajeitou a flecha, mirando. Sem demora ele atirou e acertou no peito do boneco.
- Acho que entendi. – Enquanto ele observava eu separei os pés, ergui o arco e arrumei a flecha no seu lugar. Ele continuou analisando e ergueu um pouco mais a frente do meu arco, para acertar o ângulo e acenou com a cabeça. Puxei novamente a flecha e soltei. Dessa vez eu atingi o boneco no meio peito, quando queria acertá-lo no “coração”. Josh sorriu e se afastou para que eu atirasse novamente. Repeti os mesmos gestos. Os pés, o arco, colocar a flecha, ajeitar o ângulo do arco... Desta vez mirei no “coração do boneco”. Puxei a flecha contra a corda novamente e soltei, acertando um pouco mais ao lado do que eu gostaria. Suspirei e continuei treinando com a ajuda de Josh até que a aljava ficasse sem flechas.
Eu disse a Josh que iria voltar para o chalé de Hermes já que ainda não tinha sido reclamada. E aí eu soube onde eu tinha visto ele antes.
- Joshua Baker, filho de Hermes. Muito prazer senhorita. - Ele estendeu a mão direita e eu ri enquanto caminhávamos de volta para o chalé 11.




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Foi um bom treino, mas senti falta de erros no estilo novatos, não acertar o boneco e coisas do tipo, afinal sendo um primeiro treino na área estava indo bem de mais para quem apenas ficou observando e depois foi tentar por conta própria.
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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Angelique F. Bittencourt em Qui 23 Jan 2014 - 17:48




Por que causar uma falsa impressão? Aponte logo que é dificil acertar e treinar isto. Realmente é uma habilidade útil a dos filhos de Apolo, porque só conseguir encaixar essa droga no arco já é difícil. Ou a flecha caia ou ela ia para os lados e depois escorregava da minha mão, estava farta de ouvir risadinhas de um garoto do meu lado, que aparentemente achava muito másculo e não infantil rir dos outros. A vontade era de pegar a flecha na mão mesmo e furar o olho dele, aposto que não riria mais.

• • •

Já havia perdido a hora quando acordei, minha expectativa era de acordar por volta das 6 da manhã sem despertador, era preciso, quando estivesse em apuros e precisasse acordar bem cedo? Parecia que eu acabaria morrendo dormindo, dormir sempre foi um dos meus pontos fracos, nunca resisto a mais alguns minutos cochilando, levava broncas, perdia encontros e trabalho mas meu sono era mais importante. Dei um salto na cama ao ver que daqui a pouco o almoço seria servido e estaria de fora, ainda precisava treinar alguma coisa. Vesti a blusa do acampamento, uns jeans rasgados e sapatilha enquanto escovava os dentes. Corri até a arena em busca de qualquer coisa para treinar e achei armas de longa distância, indo até o local onde tinha os arcos e aljavas. Uma garota super bem maquiada me olhou de cima em baixo e me toquei que meu cabelo não estava penteado, deveria estar um nó, mas ventava um pouco, então os deixei soltos mesmo para me esquentar, depois arrumaria. Escolhi um arco meio lixoso que havia sobrado e uma aljava, seguindo na direção dos alvos.

Alguns se mexiam e aquilo me intrigava, como acertaria um que se movimentava se nem o parado eu acertava? Um campista recolheu suas flechas e saiu do local, deixando um alvo sozinho, então me aprumei na frente do mesmo, furando fila mesmo. Só então me toquei que por ter acordado tarde havia perdido a explicação do treino e que eu não sabia bulhufas de como utilizar aquilo. Observei um garoto ao meu lado lançar algumas flechas e depois se mostrar para a Barbie bem maquiada que me olhara feio. Segurei o arco com a mão esquerda e a flecha com a direita, mas ela bateu no fio do arco e foi para o lado. Ajeitei e mirei no arco, que de repente havia se movimentado para mil quilômetros atrás, ou seria minha visão me enganando? Mirei um pouco acima do arco e soltei a flecha, mira não era com certeza comigo, acabei acertando o longe, nem vi onde a flecha fora parar. Fiz uma careta e tentei novamente, lutando contra o arco. Mirei mais para baixo e assisti a flecha cair na última faixa vermelha. Para uma segunda tentativa, até que não havia sido tão ruim, qualquer coisa a culpa era do vento. O garoto do lado então resolveu que poderia mostrar que era melhor que qualquer um e colocou duas flechas, só poderia ser filho de Apolo, aposto.

As duas acertaram o alvo, mas somente uma o centro. Voltei a prestar atenção no meu treino; em uma próxima tentativa a flecha acertou próximo ao centro, me provocando uma onda de alegria, mas ao olhar para o lado percebi que se tratava de competição, os dois inúteis contra mim. Revirei os olhos e continuei a tentar, com algumas tentativas fail. Recolhi minhas flechas desviando das adversárias e fui até os bonecos, eram maiores e melhores, afinal teria guerra e precisava treinar sério. Tentei de diversas maneiras, pensei que se corresse e atirasse talvez pudesse ser melhor, mas não dava em nada, por fim, tentei ficar somente no mirar/atirar. Acertei bastante para uma primeira vez, os outros já não me importavam. Recolhi as flechas do boneco e as coloquei na aljava, deixando o arco e a mesma no lugal que achei, indo para meu chalé me arrumar para o almoço.



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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Christina R. Lockhart em Qui 23 Jan 2014 - 19:08

FOREST

Eu não via motivos para se treinar arco e flecha, não só porque havia sido instrutora de arco e flecha e campeã de arquearia na semana diplomática, mas também porque havia adquirido uma besta de repetição, que era bem mais fácil e pratica de se usar. Mas nada daquilo era desculpa para aposentar meu antigo e amado arco e aljava de flechas. Movida por esse pensamento, segui para a arena onde disponibilizavam alvos para treinamento e muitos campistas treinavam. Percebi que o local estava demasiadamente lotado, e me afastei da multidão revirando os olhos. Com meu humor mutável daquele jeito, se continuasse ali acabaria furando o olho de alguém de propósito. Por isso segui para a floresta mais afastada do Acampamento, a fim de treinar sozinha.

Adentrei a floresta caminhando cuidadosamente, me perguntando como exatamente eu treinaria ali. Minha única ideia era atirar em folhas, o que seria um bom treino de mira. Retirei uma flecha da aljava e a introduzi no arco, enquanto o preparava de prontidão. Caminhei mais adentro da floresta, procurando uma folha aleatória próxima ao tronco de uma arvore, para que fincasse a folha. Escolhi uma folha aleatória na ponta de um galho no alto de uma árvore e não hesitei em atirar. A flecha voou livremente até a folha e a furou, prendendo-a no tronco. Sorri satisfeita e não muito surpresa. Armei o arco novamente com outra flecha e me preparei para acertar a folha ao lado. Disparei a flecha e a flecha atingiu o troco, passando direto ao lado da folha. - Mas o que?! - gritei indignada com o erro e imediatamente armei o arco novamente. Atirei mais uma flecha contra a mesma folha, e dessa vez ela acertou corretamente como eu queria. Sorri satisfeita e continuei caminhando pela floresta, atrás de outra árvore aleatória para atirar.

De repente, enquanto caminhava, pude ouvir o som de algo se aproximando entre as folhagens, e imediatamente parei estática atenta, recordando das recomendações de não se aproximar da floresta muito fundo - as quais eu não ouvia. Observei a extensão a minha frente, a procura do perigo eminente enquanto armava o arco com uma flecha novamente. Mirei para onde vinha o barulho, atenta ao mínimo movimento da folhagem. A folhagem não voltou a se mexer, eu considerei aquilo apenas minha imaginação. Virei as costas a fim de continuar minha caminhada, quando de repente o barulho voltou e a folhagem se mexeu novamente. Me virei em direção ao barulho novamente, em alerta com o arco e flecha armado em mãos. - Quem está ai? - perguntei estupidamente, me aproximando de onde vinha o barulho. De repente, de trás da moita pulou uma harpia - que não deveria ser uma das harpias da limpeza. Não hesitei em atirar, mas ela foi mais rápida e desviou, voando para o alto de uma árvore. Voltei a armar o arco, disparando flechas atrás de flechas para atingi-la, mas ela era ágil e parecia inútil. Então tive outra ideia. Mirei mais pra cima, onde havia uma pinha presa ao galho da árvore, na esperança de que cairia em sua cabeça. Deu certo, mas é claro, a pinha não era pesada o suficiente, mas foi o suficiente para distrai-la. Aproveitei o momento de distração e atirei outra flecha contra a harpia, que dessa vez foi atingida por uma flecha certeira. A harpia caiu da árvore, se desfazendo em areia, enquanto eu suspirava e caminhava para fora da floresta.


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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Arthur H. Nidhögg em Sex 24 Jan 2014 - 11:47






The last training...

This would be my last training, just come back here after a while ...



" Mais uma manhã nascia conforme o Sol escaldante de Apolo. Enquanto dormia, sentia minha perna queimando, estranho, eu fechei as cortinas e as janelas ontem a noite, era impossível minha perna estar sendo queimada pelo Sol. Me viro para ver o que eras, nada... Talvez eu tivesse torcido a perna em algum lugar ontem de tarde, estava jogando Basebol com alguns amigos. Olhava meu relógio e ele apontava 11:15, bom... Pelo menos não estava muito tarde. Levantava da cama mancando e devagar, andava até o banheiro, logo assim entrando pela pequena porta, já abrindo a torneira colocando minhas duas mãos sobra a gelada água. Lavava meu rosto em seguida, tentando ficar mais "acordado", o bastante para poder treinar com minha nova instrutora, a filha de Ares, Maíra. Voltava ao quarto, andando um pouco mais rápido, e pegava minha roupa, voltando para o banheiro, sim, acho que às vezes faço voltas desnecessárias, mas é o costume. Depois de minha roupa trocada, usava um uniforme novinho para treino, nunca usado, corria até fora. Que saco! O campo estava lotado! Acordei tarde de mais, da próxima vez eu levanto às 9:00 da matina. Já via de longe minha instrutora, cabelos loiros e olhos castanhos como sempre, acenava com minha mão aberta, levantada. Corria até ela, e quando cegava o mais perto possível, perguntava com uma voz fanhosa:
— Olá Maíra! Vamos treinar?
— Claro, me siga! Hoje você treinará com as adagas. — Adagas? Ahn?

[...]

A filha de Ares me levava até um local onde os alvos não eram bonecos de palha, e sim, alvos fixos, mais conhecidos como "alvos dinâmicos". Eles eram inclinados em 90º para o céu, deixando a dificuldade de acerta-lo mais rígida.  — Não sei se conseguirei acertar... - — Mais claro que vai conseguir! É fácil! Se ele está um pouco acima de você, tente deixar a pontaria um pouco acima também! Como diz uma velha expressão, combata "Fogo com Fogo"... — A menina em seguida me dava uma adaga, pequena e ágil, já testava com fazendo manobras com a mesma, quase me cortando. Pronto, me distanciava do alvo por uns 5 metros... Era só acertar, fechava meus olhos segurando com as duas mãos a faca de arremesso, e alguns segundos depois, abria meus olhos, mudando de posição, lançando a adaga de baixo para cima. Falha... A faca passou um pouco acima do alvo, batendo no solo granoso seguidamente.
— Vamos lá! Tente de novo!
— Tudo bem! Vou tentar mais uma vez!

[...]

Maíra me dava mais uma adaga, e fazia o mesmo ritual. Enquanto fechava os olhos, ouvia Maíra falando bem baixo: — Tente colocar mais velocidade, mais força. - Era isso! Talvez agora eu conseguisse, depois de alguns segundos de olhos fechados, lançava a faca, mais agora da direita para a esquerda. Incrível! Eu consegui acertar em um ponto difícil, não no centro, mas foi um bom começo, acertei na diagonal esquerda do alvo, se fosse um jogo de tiro ao alvo, estaria com 200 pontos. — Muito bom, gora, dispensado! - — Mas já? Acabei de começar? - — É, mas descanse agora... - — Tudo bem então, instrutora. - "Desde quando ela se tornou uma menina mandona assim? Garotas..." Então, finalmente voltava para meu chalé, mancando, e com sono, bocejando pelo caminho.

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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Dominique A. Fretcher em Sex 24 Jan 2014 - 22:22



Virando amiga de arco e flechas.



– Olhe para aquele alvo, ele está a dez metros de distancia. Agora estenda as mãos para frente, juntando-as e deixando uma abertura entre os polegares e indicadores. Isso, dessa forma. Agora com os dois olhos focados no objeto, comece a aproximar lentamente sua mão para seus olhos, sem perder de vista o objeto. Você notou que o alvo começou a se aproximar de apenas um olho? Então, esse olho é o seu olho dominante. – Fechei os olhos, deixando a explicação de Quíron pairar em minha mente enquanto levava minhas mãos ao arco novamente.
 
Quando abri os olhos, ao meu lado Quíron mandava-me ter calma. Fechei-os por um momento, respirando fundo. Abri novamente, visualizando o alvo a dez metros de distancia a frente. Cerrei os olhos, tentando controlar minha mão tremula.

– Um, dois, três. – Contei, antes de soltar a corda e fechar os olhos rezando aos deuses que dessa vez, eu acertasse. Momentos se passaram, enquanto eu ouvia apenas o barulho dos cascos de Quíron na grama.

– Nono anel. – Disse ele quando chegou perto do alvo. – Pelo menos desta vez você acertou o alvo. – Deu um sorriso amarelado, que se desfez rapidamente ao observar minha expressão desmotivada.
Então ele veio até a mim. Seus dedos brincavam com a flecha, até estendê-la para mim. – Vamos lá, não pare. Eu tenho que ir avaliar como andam os outros campistas, mas logo estarei de volta, para ajudar-lhe. – Abaixou-se um pouco, para encarar-me nos olhos e para que eu ouvisse-o sussurrando. – Não trate tal atividade como um bicho de sete cabeças, se você relaxar, conseguirá se sentir bem melhor para mandar várias flechas. – Dito isso, me cumprimentou com a cabeça e começou a trotar para longe.

 Fiquei a observa-lo ir embora por um tempo. Depois leveis meus olhos para o arco em minhas mãos. Deveria continuar com o treino.

Prendi a flecha no arco, mirando o mesmo no alvo. Fechei os olhos, sentindo a textura da madeira sob meus dedos, respirando fundo e calculando o peso do arco para a minha puxada. Quando tornei a abri-los, soltei a flecha, deixando-a fazer seu caminho.  

- Oh, droga. Décimo anel. –
 
Era visível que eu não conseguiria relaxar. Minhas mãos estavam tremulas e não havia sinal algum de vento para atrapalhar-me. Voltei ao ponto de lançamento, onde arco e aljava jaziam me esperando. Guardei a flecha e fitei o instrumento que eu tinha tão pouca intimidade.

Intimidade.

Era disso que eu precisava, intimidade com a arma. Eu jamais havia posto as mãos em um arco na vida e, a julgar que em um dia e eu já o manuseava relativamente bem, estava consolada. Mas ainda não era o bastante, e eu não me daria por satisfeita caso não acertasse o anel central do alvo. Peguei o arco e coloquei novamente a aljava em minhas costas.

Verifiquei novamente a posição do vento, fiz o exercício de achar o olho dominante para ter a certeza que era o meu olho direito – e sim, era – verifiquei o peso do arco e se sua corda não estava frouxa. Estava tudo o.k.  Peguei a primeira flecha, lembrando que havia mais dezenove na aljava. Cronometrei em minha mente um tempo para lançar as flechas – Uma a cada cinco segundos, totalizando 1min e 40 seg. – e coloquei a flecha em posição no arco.

 – Um. – Ajustei meu olho direito para mirar a flecha. – Dois. – Cerrei os olhos, visualizando perfeitamente o arco. – Três! – Soltei a flecha, levando meus dedos rapidamente a aljava e posicionando-a no arco enquanto sussurrava o tempo para não me perder.


Vinte flechas mais tarde permiti-me abaixar o arco. Havia cerca de treze flechas no chão, que iam desde onde eu estava, até o pé do alvo, e quando eu cheguei perto do supracitado, comecei a rir. Havia acertado uma flecha no nono anel, duas no sétimo, uma no sexto, uma no quinto, uma no terceiro e uma na linha do anel central para o segundo. Ajeitei o arco em minhas costas, e levei as mãos na cintura. Fiquei ali parada questionando os deuses por a flecha não ter acertado o centro de uma vez. Por fim, dei-me por vencida, recolhi as flechas no chão e as que estavam no alvo, deixando a ultima flecha – sim, a que estava quase no centro – ali mesmo, para estimular-me a voltar na arena e mostrar a Quíron que eu estava disposta a me superar. 



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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Alexander Sparks em Sab 25 Jan 2014 - 5:00


 
The Sniper
Empty spaces - What are we living for. Abandoned places. I guess we know the score. On and on, does anybody know what we are looking for... Another hero, another mindless crime. Behind the curtain, in the pantomime. Hold the line, does anybody want to take it anymore. The show must go on!


 
Eu ainda não tinha certeza de como devia proceder, levando em conta que eu mal chegara à aquele acampamento, mas se tinha algo para se fazer com o tempo livre, isso era treinar. Aliás, treinar fazia parte das tarefas dos campistas, então você basicamente não tinha escolha. Enquanto eu caminhava em direção às arenas de treino, percebi que outras pessoas me acompanhavam. Eu não era muito fã de estar em lugares lotados, então diminui o passo para que todos passassem a minha frente, já pensando que seria ótimo se sobrasse um espacinho pra que eu treinasse sozinho. Após alguns minutos de caminhada sob a luz do Sol da manhã, passando por todo tipo de fauna e flora que alguém pode imaginar, consegui então chegar ao ambiente onde aconteciam os treinos de armas de longa distância.


Por sorte, o lugar não estava tão lotado quanto eu imaginei, pois a maioria das pessoas havia se deslocado para outros espaços de treino, procurando um tipo diferente de treinamento do que era oferecido aqui. ("Bom pra mim, eu acho.") Pensei de forma positiva, passando as mãos pelos cabelos curtos e olhando em volta. Algumas armas estavam dispostas sobre mesas de madeira ao longe, mas esperei que o resto das pessoas escolhessem suas armas para então ir a procura de alguma que poderia me interessar.


Ali, sobre uma mesa de madeira escura e cheia de falhas e lascas faltando, repousavam armas de todos os tipos e tamanhos. Lanças, facas, adagas, arco e flechas, shurikens e até mesmo pedrinha. A variedade era tanta que chegava a me deixar confuso ("Shurikens?! Qual é!"). Coloquei a mão sobre a mesa e senti uma dorzinha no punho e retesei os músculos, puxando o braço rápido. Sem querer, acabei encostando na ponta de uma lança. Olhei para o ponto ferido, mas era só um machucadinho leve, menor do que o que seria causado por uma queda ou outro acidente qualquer. Voltei a olhar para a lança. Bonita, imponente, sua lâmina bem afiada. Na divisa entre cabo e lâmina, penas vermelhas decoravam belamente, combinando com o cabo de madeira negra com entalhes detalhados e artísticos. Parecia um item estranho em meio a todas as outras armas, vindo de uma cultura bem diferente da "nossa" ("Mas quem liga? Se tinham shurikens, porque não uma lança legal chinesa ou sei lá?"), mas tão efetiva quanto qualquer outra que eu poderia encontrar ali, naquele instante.


Tomei ela em minhas mãos e senti seu peso, procurando o ponto de equilíbrio. Senti a firmeza da madeira e notei que os entalhes na madeira permitiam que eu tivesse a segurança de que não iria escorregar em minhas mãos me fazendo cometer um erro terrível. Após todo aquele momento de reconhecimento do item que tinha em mãos, decidi que estava na hora de testá-lo. Como eu estava em uma arena de treino de armas de longa distância, era bem espaçoso e tinham vários alvos a distância, espalhados por todo lugar. Alguns deles, inclusive, tinha mobilidade, o que permitia um treino mais avançado. Segurei a lança com a minha mão direita e encenei o movimento de arremesso. Senti que aquilo me parecia bem natural, apesar de eu nunca ter tentado nada assim antes. Repeti algumas vezes e, quando me senti satisfeito, procurei por alvos que não estavam sendo usados, achando alguns mais a esquerda da arena.


- É agora ou nunca. - sussurrei para que apenas eu pudesse escutar, me preparando para lançar. O alvo era distante, mais de 20 metros, mas por alguma razão me pareceu um desafio a minha altura. Levantei a lança, puxei meu braço até atrás da minha cabeça, deixando a inclinação da lança em um angulo onde a ponta dela estivesse apontando em direção ao céu e dei três passos rápidos, repetindo o movimento de lançamento que eu estava encenando anteriormente, só que desta vez finalizando com o real lançamento da arma.


A lança voou de forma quase dramática no ar, seu corpo de madeira negra destoando com o céu azul enquanto planava, até que finalmente começou a descer. Minha surpresa foi enorme ao notar que a lança de fato acertara o alvo. Ela se fincara numa margem um pouco a direita do alvo redondo, distante do ponto central, mas ainda assim, acertara o alvo. Eu me sentia incrível e eufórico, esquecera até que não estava sozinho e dei um pulinho de comemoração, voltando a mim quando escutei o barulho de flechas acertando alvos. Olhei em volta e percebi que ninguém olhava pra mim. Senti meu rosto aquecer de vergonha, mas logo depois fingi que nada tinha acontecido e fui em busca da "minha" lança.


O resto da manhã passou incrivelmente rápido, sequer percebi que o tempo continuava a passar enquanto treinava, muito embora minha camiseta já tivesse assumido um tom mais escuro, tão molhada de suor ela estava. Respirei fundo, olhando para o último lançamento que havia feito. Bem próximo do alvo central, a apenas um palmo de distância. Era interessante isso de "treinar". Repetir uma ação até que você obtivesse resultados frutíferos. Cansativo, mas reconfortante. Puxei a lança do alvo de madeira que já estava todo cheio de buracos e respirei fundo. Levei ela até a mesa onde eu a tinha encontrado e, meio receoso, pousei ela de novo lá. Não era minha, não podia levar comigo, mas já sentia uma leve melancolia em ter que me desfazer dela, muito embora eu fosse poder encontrá-la novamente. Respirei fundo, guardei ela lá e dei as costas, caminhando pelas sombras das árvores na direção onde estava sendo servido o almoço. - Daqui a pouco eu volto aqui!
 


Legendas: Narrativa | Falas | ("Pensamentos")


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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Andrew C. Martin em Sab 25 Jan 2014 - 12:39

A única maneira de sobreviver aos monstros lá fora , da outra parte da barreira era treinar para poder sair desse maldito Acampamento. Peguei em um arco na chalé de Hermes e segui em frente até à área de treinos de armas à longa distancia , nesse sitio tinha muitos bonecos de palha e alvos.
- Então vamos.. - Dizia o mesmo pegando o arco de sua parte traseira com uma flecha.
O tal rapaz ainda um pouco fraco , sabendo que não ia acertar à primeira , atirou a flecha para um alvo , não acertando do tal alvo , continuou e foi sempre continuando..


Passando um tempo o tal rapaz decidiu descansar um tempo , depois de meia hora o tal pegou em seu arco e continuou o seu treinamento , voltando a atirar naquele alvo , já estava quase a conseguir acertar na pontaria , faltava pouco.


Depois de umas horas o mesmo rapaz conseguiu acertar com a flecha do meio do alvo , mas não estava satisfeito , tentou fazer a mesma coisa várias vezes.. 


Quando a noite já estava chegando o rapaz , pegou no arco e nas flechas e levou-as para a chalé de Hermes , então se deitando em uma cama começava a dormir , sonhando de como seria o próximo treinamento , sempre tentando descobrir quem seria seu pai ou mãe divino.

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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Amelia Hannsee em Sab 25 Jan 2014 - 22:59


Arco e alvo


Resolvi que o treino de hoje seria de olho e de mira. E eu simplesmente achava lindo arco e flecha. Achava lindo quem sabia atirar bem, mas eu nunca soube se eu conseguiria atirar direito. E hoje era o dia de descobrir.
Cheguei na Arena, depois de acordar decidida com essa ideia de ser boa no arco. Vi alguns filhos de Apolos e outros semideuses treinando o arco, e parecia fácil. Eles eram experientes, logicamente, mas parecia que se eu fosse para o nível em que os arcos atiram flechas seria mais do que fácil. Mas eu sabia que não seria.
Fui até onde os arcos do Acampamento ficavam e escolhi um. Podia ser qualquer um, mas escolhi um que se parecia com os que os que treinavam ali, que não era tão longo, mas que dava para o gasto. Peguei uma aljava com algumas flechas e fui para onde haviam alguns alvos. Parados, como alvos de competições mortais são e como alvos iniciantes devem ser. Me posicionei em frente a um deles e fui colocar a flecha no arco, quando ouvi:
- Hey, quer ajuda?
- Eu estou bem... É, bem mal.
- Percebi. Olha, primeiro você segura o arco assim, ó...
E ele foi me mostrando como fazer. A flecha de um jeito, puxe para perto do queixo, mire, e atire. Mas o meu primeiro tiro, de vez de ir no centro, pegou na borda, e quase saiu. Ele disse que fui bem, que poderia me sentir feliz por isso. Mas foi a pior coisa que eu fiz.
O segundo tiro passou bem longe, talvez porque eu quis me comportar como se soubesse. Virei para o lado e sorri para o menino que resolveu me ajudar, acho que filho de Apolo, e ele entendeu o que eu quis dizer. Quase um "É, não sou tããão boa assim..."
O terceiro tiro também foi fora, mas o quarto ficou no meio termo: pegou no alvo, mas não foi na borda nem no centro, foi num lugar razoável.
Depois de uns 7 tiros, eu já estava querendo desistir, pois não era tão fácil quanto parecia. Mas o menino que resolveu me ajudar disse para terminar as flechas, que eram 12, exatamente. Consegui acertar perto do centro, mas foi uma única vez. Quando eu terminei, fui pegar as flechas para guarda-las com o arco, e ele disse:
- Muito bom. Para uma iniciante. Jack, filho de Apolo.
- Ah, obrigada. Amelia, indefinida. Até, avançado.
- Até, iniciante.
Foi um bom treino, e eu teria que treinar mais. E conhecer mais gente, isso sim. 


Créditos Zafrina - TPO


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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

Mensagem por Andrew C. Martin em Dom 26 Jan 2014 - 16:14

Uma manhã bela para um treino de Arco & Flecha, sai da chalé de Hermes e fui para um campo com alguns alvos, para melhorar as minhas habilidades. Lembrei-me que me esqueci do Arco e das Flechas, sem muito pensar peguei no arco que estava caído no chão. - Agora só falta as flechas. - Dizia o mesmo procurando umas flechas. - Ah! Achei! - Dizia o rapaz pegando nas flechas caídas no chão.


- Agora vamos treinar ! - Dizia o tal rapaz a pegar no arco e numa flecha atirando-a para o alvo ali perto. - Na décima linha - Dizia um pouco desapontado, pegava de novo em outra flecha, apontando o seu arco para para o alvo bem concentrado atirando a flecha. - Na terceira linha... Quase! Ainda preciso de treinar mais... - Dizia o rapaz pegando numa flecha, vendo que suas flechas estavam a acabar e o sol já estava a cair e a noite a nascer, apontava a flecha para o alvo, atirando-a. - Na terceira linha..




O sol desaparecia aparecendo uma enorme lua branca, o tal rapaz resolvia ir para a chalé de Hermes dormir um pouco esperando o próximo dia para treinar um pouco mais com aquele belo arco.

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Re: Treinos de Armas a Longa Distância

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