Treinos de Adestramento de Mascotes

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Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Zeus em Seg 16 Dez 2013 - 16:01



Treinos de Adestração de Mascotes
Os treinos de adestramento de mascotes, será básico, os campistas devem aproveitar bastante essa areá para adestrar seu mascote, para assim ele ter um desempenho melhor em suas missões.

• ATENÇÃO: Apenas um treino por dia em cada modalidade para aqueles que já foram reclamados. Mais de um será desconsiderado. Para os indefinidos não há limite diário de treinos.


Missões & Treinos




Última edição por Zeus em Qui 19 Dez 2013 - 14:13, editado 1 vez(es)
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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Seg 16 Dez 2013 - 17:37


HIPOCAMPO

Eu mal podia conter minha animação com o treino dessa tarde, principalmente por ser o mais divertido: adestrar mascotes. Já maquinava muitas ideias sobre o que fazer e estava eufórico. Não sabia ainda qual era o mascote, mas sendo filho de Poseidon tinha certeza que seria um aquático. Então não foi nenhuma surpresa quando um filho de Hermes veio trazer um recado de Quíron mandando eu me encontrar com o animal na praia dos fogos de artifício. De bermuda e chinelo fui correndo até o local indicado, acelerando ainda mais o passo ao andar sobre a areia quente.

 
 Entrei na água, as ondas quebrando nos meus joelhos, e fiquei a observar o mar se perder no horizonte. Sem sinal do bicho. Já estava desistindo, acreditando ter sido trolado pelo filho do deus dos ladrões, quando vejo surgir uma crina feita de barbatanas. Saiu da água um cavalo, mas ao invés de pelos ele tinha escamas brancas que reluziam prateado com o bater da luz do sol. Ele relinchou, levantando as patas dianteiras com membranas em vez de cascos. Eu nunca tinha visto nada mais lindo em toda a minha vida. Era incrível. Tentei me aproximar, mas ele recuou desconfiado. – Calma, amigão. Não vou machucar você... – disse enquanto tentava me aproximar novamente. O hipocampo permitiu, apesar de ainda me encarar com seus grandes olhos coloridos – como se sua íris refletisse corais-. Estávamos bem distante da praia, meus pés sequer tocavam o chão. Mas um animal desse tamanho gigante precisava mesmo ficar em um local profundo. Levantei minha mão direita lentamente e alisei sua cabeça. Ele pareceu gostar, pois relinchou e fez uma careta que pra mim pareceu um sorriso. Sorri de volta e continuei a fazer carinho nele.
 
- Tudo bem, agora eu vou subir em você. – avisei. Nadei até ficar ao seu lado, o hipocampo permaneceu imóvel. Apoiei minhas duas mãos em suas costas e flexionei os braços, pronto pra subir. Mais uma olhada nele pra verificar se estava de acordo. Contudo, quando coloquei uma perna em cima dele, o bicho levantou, derrubando-me na água. Voltei à superfície, cuspindo a água que entrou na boca e tirando o cabelo do olho. – Muito engrass você! – disse nervoso. Ele só relinchava e nadava em círculos em volta de mim. Foi nessa hora que eu percebi que sua parte traseira era uma cauda de serpente. Também contendo as escamas brancas-prateadas do resto de seu corpo e diversas barbatanas como a de sua crina. – Uau! – disse passando a mão em sua cauda. O hipocampo parecia estar marchando dentro d’água, divertindo-se com minha cara abobalhada.
 
Não seria nada fácil adestra-lo, era visível que adorava ser livre e selvagem. E eu não queria prender essa criatura impressionante. – Olha só, eu não preciso ser seu dono, podemos ser amigos, ajudar um ao outro. Ou eu estou ficando doido falando com um animal, sempre critiquei quem fala com o cachorro e olha só pra mim...
Ele relinchou novamente, soltando ar pelas narinas, o que me fez pensar que ele me entendia. Portanto, prossegui minha tentativa de convencê-lo. – Você pode me visitar quando quiser, se estiver afim de sair pra uma missão ou treino eu vou adorar ter sua companhia. Você é bom de briga? – como resposta, o hipocampo se ergueu pra fora d’água, mostrando sua animação. Eu ri da empolgação dele. – Ótimo. Mas pra isso você precisa deixar eu montar em você.
 
A criatura voltou a me olhar desconfiada e eu revirei meus olhos. Antes que pudesse tentar convencê-lo mais uma vez, senti sua cauda enroscar minhas pernas. Afundei dentro do mar e depois fui erguido pra fora da água. Gritei assustado, pensando que morrer nas mãos – ou melhor, escamas – do mascote era um jeito idiota de morrer. Mas, obviamente, não morri. Fui colocado em seu dorso de uma forma não muito delicada. – Da próxima vez eu subo sozinho, ok? – disse retomando o fôlego. Posicionei-me melhor, colocando cada perna de um lado do dorso dele e segurando em pescoço. Eu sabia montar em cavalos, então pensei que poderia ser algo parecido. Assobiei, batendo as pernas levemente no hipocampo. Com meu sinal ele começou a cavalgar.
 
Em pouco tempo atingimos uma grande velocidade, minhas bochechas doíam com o vento e meus olhos ficaram em fendas pra evitar lacrimejar. Bastava eu puxar levemente sua crina do lado esquerdo ou direito que ele virava como resposta de reflexo. Estava indo tudo bem até que em uma guinada forte demais ele foi e eu fiquei. Escorreguei em suas escamas e caí no mar. Ainda bem que respiro embaixo d’água. Procurei por ele ainda dentro da água e o vi voltar até mim. Sorri, soltando bolhas de ar, e voltei a montar nele. Será que ele galopava totalmente dentro da água também? Ele começou a me levantar pra superfície, mas puxei seu pescoço pra baixo indicando o que eu queria. O hipocampo entendeu e pareceu gostar. Dentro do mar ele nadava ainda mais rápido, em poucos segundos chegamos em nosso local de partida. Ele não poderia seguir mais ou ficaria muito raso.
 
Saltei do dorso dele, mergulhando no mar. Depois de voltar à superfície alisei sua crina-barbatana. – Nós formamos uma boa dupla... – disse rindo. O hipocampo cuspiu água na minha cara, que eu entendi como um “para de sentimentalismo”. Nos despedimos e ele voltou pro fundo do oceano enquanto eu caminhava de volta pra praia. Talvez com um pouco mais de prática eu adquirisse a telepatia com ele, alguns dos meus irmãos conseguem, por que não eu? Voltei pro chalé pra tomar um banho de água doce e pensar em novas estratégias pra convencer o hipocampo de treinar ao meu lado.
 


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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Nicolas Scherer Dewes em Dom 29 Dez 2013 - 15:47



- Que nome irei lhe dar? – Indaguei, pensativo, à mantícora bebê que seguia ao meu lado. O monstro tinha cara de homem, corpo de leão, cauda de escorpião e asas de morcego, sendo capaz de disparar rajadas de espinhos venenosos ao ser irritado. O veneno era mais do que perigoso, segundo Quíron. Antigamente os semideuses caçavam as mantícoras, mas tal costume tinha sido instinto já há algum tempo. O bebê de monstro havia me sido dado há pouco tempo – dois dias, para ser mais exato – e até então nós não estávamos nos dando muito bem. Quase todos os meus meio-irmãos possuíam um mascote semelhante, afinal era um presente de Ares, mas parecia muito fácil controlá-los na teoria; na prática era outra história. Garry, um amigo, havia me dito para dedicar um tempo ao adestramento – Você tem cara de... Az. – Sugeri o nome e olhei para baixo onde o pequeno monstrinho lutava com as pernas para acompanhar meus passos largos. Já estávamos na arena, ou melhor, em parte dela, afinal esta se estendia o bastante para oferecer espaço a todos os campistas. Agachei-me ali e pousei uma mão no pelo fino que recobria o tronco da mantícora, acariciando – Az é um nome legal e o único no qual consigo pensar, então vai ser esse. – Declarei, ao que recebi em resposta uma mordida “leve” na mão. Via a mantícora como um cachorro, muito embora não houvesse grandes semelhanças entre tal monstro e um cachorro. Como é que os humanos treinavam mesmo os seus animais de estimação? Ah sim, comandos de voz e arremesso de galhos. Faz sentido. Procurei alguma coisa ao meu redor que pudesse jogar, não achando nada além de pedras e a espada que tinha afivelado ao cinto da calça. Saquei a espada de bronze celestial, curta, e fiquei fitando-a pensativo por alguns segundos. Seria grande demais? Provavelmente não. Arremessei a espada há poucos metros dali, o suficiente para Az enxergá-la sobre o gramado, e então me agachei ao lado da mantícora e lhe apontei o pedaço de bronze celestial exposto ao sol da tarda – Pega lá, garotão. Trás ‘pro papai. – Me sentia um retardado mental ao falar daquele jeito. Az mostrou os dentes e começou a correr, seus passos nada mais do que hilários visto que mal havia aprendido a andar ainda.

Assisti toda a luta da mantícora que passou mais de cinco minutos tentando abocanhar a lâmina da espada. Demorou bastante tempo para que Az percebesse que estava cerrando os dentes sobre a parte afiada da espada, indo só assim se dirigir a empunhadura a qual conseguiu abocanhar com maior facilidade. Bebê ou não, a mantícora batia em meus joelhos e provavelmente chegaria a quase ultrapassar minha altura depois de alguns meses. Era melhor fazer com que gostasse de mim enquanto seria possível lhe acertar um chute. Após ter pegado a espada, Az correu atrapalhadamente até mim, deixando a espada cair no meio do caminho e seguindo ainda assim até meu colo onde afiou as garras nada curtas – Esqueceu a espada, parceiro. – Lhe indiquei o objeto deixado para trás. A mantícora se limitou a emitir um rosnar baixo, deu meia volta e terminou o percurso com a empunhadura da espada na boca – Agora sim. – Elogiei ao dar algumas batidinhas no topo de sua cabeça. O que mais havia a fazer? Talvez um treinamento de combate, no estilo daqueles cães policiais que pegam bandidos e acham drogas. Admito que estivesse com a imaginação bem fértil, mas tudo bem, afinal nunca havia tido um cachorro e a expectativa meio que trazia a tona todos aqueles filmes idiotas que tinha assistido com meu padrasto. Fiz um sinal de “fica” para Az e coloquei de pé, indo assim em direção ao barracão de ferramentas para treino onde geralmente podia-se contar com autômatos e bonecos de palha. Optei pelos bonecos. Escolhi um dos espécimes mais baixos, afinal a mantícora assim teria mais rendimento, o carreguei sem esforço algum até o espaço onde meu mascote aguardava obediente (até que era fácil). Coloquei o boneco de palha no chão, prendendo-o ao gramado, e apontei para os círculos vermelhos que tinham sido pintados no mesmo: um em cada perna, em cada braço, no tronco e na cabeça – Olha, Az, você tem de acertar esses espaços aqui. – Indiquei, satisfeito, ao recuar alguns passos e me sentar longe do boneco a fim de evitar ser confundido com o alvo.

Ia ditando comandos de voz para a mantícora, mesmo que esta estivesse agindo mais por conta própria do que por meio de minhas ordens. De início as inertes asas de morcego batiam eloquentemente no ar a cada pulo de Az, este tendo começado em busca de arrancar fora a cabeça do boneco de palha, mas logo o monstro percebeu que seria melhor optar pelas partes mais próximas e investiu contra as pernas. Ele não tinha presas tão afiadas quanto poderiam ser futuramente, mas já eram grandes o bastante para deixar marcas profundos na palha – Agora o tronco, Az. – Incitei ao erguer a mão e apontar na direção do maior círculo concentrado no peito do espantalho. Pequeno demais para alcançar, Az deu um pulo e não fez mais do que acertar o nariz/focinho em uma dar partes mais baixas do círculo. Ocorreu-me então uma ideia – Que tal tentar com os espinhos? Sabe, sua cauda... – Disse no momento em que ficava de pé e ia até a mantícora, dando um leve tapa em sua cauda de escorpião. Era difícil saber se o monstro me entendia ou não, contudo começava a achar que sim, pois não precisei pensar em alguma mímica para que Az recuasse alguns passos. Por um momento associei a mantícora a um porco espinho, mas logo afastei tal alusão com um aceno de cabeça. De início Az tentou acertar o tronco, mas os espinhos atingiram a região onde deveria estar localizada a virilha – Faça isso em um cara de verdade e viro seu fã, mas lembre-se de não testar essa artimanha em mim antes. – Retruquei, sorrindo, ao assistir todo o desenvolvimento. A mantícora continuou com as tentativas, sua mira tornando-se cada vez melhor à medida que o tempo corria. Estávamos com sorte, afinal nenhum campista chegou perto da curiosa cena que fazíamos, contudo tal solidão não durou tanto. Benjen, o sátiro responsável por me levar até o acampamento, aproximou-se de nós com um sorriso de orelha a orelha, como se os músculos da face estivessem paralisados naquele ângulo.

- É melhor ficar aí, Benjen. – Instrui ao sátiro que ignorou meus avisos. Az imediatamente esqueceu-se do alvo, indo virar-se na direção do homem-bode que só depois percebeu no perigo em que tinha se metido. A mantícora parecia não gostar do cheiro dos bodes, ou melhor, não gostar do cheiro de quase ninguém além do meu próprio. Fiquei de pé imediatamente e lancei um olhar de Benjen para Az – Quieto... Bichinho bom...– Murmurei, cauteloso, ao erguer uma das mãos na direção do monstro. Outro grunhir de raiva e Az investiu com Benjen, caindo sobre si com tamanha velocidade que tive de perder alguns segundos me perguntando de onde aquilo havia saído. O orgulho da família! Perdido em meus devaneios, só fui notar a real situação quando Benjen arfou um socorro enquanto tentava se livrar da mantícora que tinha cravado suas pequenas presas em sua perna de bode – Cara, o gosto disso deve ser horrível, Az vai ter dor de barriga depois. – Murmurei, totalmente alheio ao perigo daquilo, ao caminhar com calma em direção ao ponto onde bode e mantícora se engalfinhavam – Volta, Az. Solta o Benjen. – Disse, perto o bastante para arrancar a mantícora com um simples movimento. Sem obter resposta, simplesmente curvei o corpo e fechei uma das mãos sobre a nuca de Az, erguendo-o do chão como se fosse uma boneca. Ainda rosnando, a mantícora fechou os dentes contra meus dedos, mas não doeu tanto quanto eu esperava. Balancei a mão no ar, dissuadindo-a da resistência, e então pousei Az no chão – Quieto. – Ordenei, a voz grave e do tipo que não admitia ser contestada. A mantícora meio que soltou outro grunhido e retesou o rabo de escorpião, pronto para disparar, até que lhe encarei pesadamente e toda a motivação para a luta esvaiu-se. Ainda bem. Pestanejei, já não mais tão animado, e estalei os dedos – Melhor procurar a enfermaria, Benjen. – Era minha despedida quando comecei a caminhar em direção ao chalé de Ares. Querendo ou não, o animal sai ao seu dono e não era nada surpreendente que Az fosse tão arisca e turrão quanto eu.


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Um treino simples e considerável, tentando ensinar ao animal algo sobre ataque e respeito as ordens do dono. Digamos que ficou algo mediano.
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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Convidado em Seg 30 Dez 2013 - 16:39

Treinamento de Mascote

Ou quase isso

 Eu achava que conhecia a expressão ''Presente Grego". Como eu estava enganado. Aquela tarde, estava sentado as margens do lado de Canoagem. Com os pés na água e e as mãos na grama. Estava de bermuda. Mesmo nevando lá fora, nos limites do acampamento o tempo era controlado, então sempre estava bem agradável, pelo menos ao ponto de sentir um pouco de calor. Os pés mexiam nas pequenas pedras na beira do lago. Não havia nada de estranho, não pelo menos pro Acampamento Meio-Sangue. Minha camiseta laranja estava com alguns furos, mais achei que ela não estava assim, tão ruim. O Sol estava quase se espremendo entre as colinas de Long Island, aquele sossego estava algo realmente de se admirar, mas como sempre, durou pouco.  No rumo da luz do sol uma sombra se projetou, achei que era uma água, mais a coisa foi tomando proporções equivalentes a de um cavalo, quando pousou do meu lado, realmente tinha o tamanho de um cavalo. Sem dúvidas, não era um pégaso. Nem de longe, ele tinha asas também, mas tinha cabeça de águia, e penas pretas por todo o corpo. Aquilo era... um grifo? — Tá de brincadeira né? — Disse olhando para o sol, sem dúvidas aquela não era a ideia de presente que eu estava esperando. O Animal me deu uma cabeçada no peito que me derrubou na grama, acho que ele não tinha gostado do comentário — Ok, calma ai garoto. — Eu estava falando com um Grifo. Como isso era estranho, realmente muito estranho. Dei uma volta entorno do animal. Com certeza tomando uma distância confiável para não levar um coice ou coisa do tipo. Ele era lindo. Rajado de branco e preto, com o bico amarelo e os olhos negros. As patas lembravam a de uma galinha. E eram igualmente amarelas ao bico. 


Se você é meu, acho que merece um nome não? — O grifo ergueu a cabeça. Como se entendesse. Claro que eu te entendo, idiota. Eu estava oficialmente ficando louco, estava escutando vozes. —  Filipi. Que qual? — Bem, eu não havia ouvido nenhum protesto, então acho que seria um bom nome. Filipi parecia obediente. Até arisquei passar a mão por sua plumagem. Era lisa, e parecia impermeável. Acho que preciso selar ele, ou algo parecido. Fui aos estábulos, peguei a sela de alguém (Maús hábitos dos filhos de Hermes, só que agora comigo). — Colabore ok? —  Coloquei a cela, bastou apenas uma sacudida para ela cair, Filipi estava longe de ser colaborativo. Eu não ia montar aquela coisa sem sela. Nem pensar. Ou talvez... — Olha se você deixar eu te selar, eu te dou uma lata de Diet Coke ok? —  Acho que aconteceu um acordo, pois o grifo colocou a pata dianteira esquerda para frente e rebaixou o corpo. Coloquei a sela, com cuidado, apertei. Não queria machuca-lo. Coloquei o pé no apoio e forcei os braços. Montei. Ok, aquilo era mais assustador ainda de cima. Tirei a Dite Coke da mochila e ela foi engolida com lata e tudo, bem pelo menos sabia algo para uma negociação de emergência. Eu nunca havia montado um grifo, mas esperava que fosse parecido com um pégaso. Eles Voam e mechem as patas também.


E porque vocês humanos mexem os braços? Isso é natural. A voz de Filipi ecoava pela minha cabeça com mais clareza, e agora tinha certeza que não estava ficando louco, realmente podia falar com Grifos. Senti a respiração do animal, era lenta, e longa, parecia como a de um réptil. Acho que estou pronto pra isso. Pensei. Quando um animal faz conexão com você, nunca pense esse tipo de coisas. Ele fincou as unhas no gramado e começou a correr, através do lago, beirando a margem de areia e de grama e abriu as assas. De repente o impacto do galope diminui-o, e a areia parecia mais longe, estava voando. — COMO SE PILOTA ESSA COISA? — Acho que ele se sentiu ofendido. Desculpe, coisa não. Coloquei a mão nas rédias e impulsionei o corpo para cima, o Grifo obedeceu. Para um lado e para o outro os comandos eram os mesmos de um cavalo comum, mas para subir e descer necessitava de um impulso corporal. Era fácil. Cansativo mais fácil. Quando dei o impulso para baixo, ele foi rápido de mais, rolei para baixo, me desprendendo de Filipi e caindo na areia. Um Grunhido saiu pela minha garganta, mais não havia acontecido nada, apenas a força do impacto tirando o ar de meus pulmões. Fiquei um pouco tonto por alguns minutos (Mais que o normal) e ele veio lamber minha cara. Bem, acho que aquilo foi um bom começo. Eu retirei a cela dele, e a coloquei de volta no estábulos. — Espero que não suma —  Disse passando a mão por seu bico — Espero que traga mais Diet Coke. — Acho que isso foi um eu vou voltar. E então ele voou, rumo ao sol, até desaparecer, bem, agora eu pelo menos tinha um mascote. — Obrigado Pai. —  Não podia deixar de agradecer. Filipi parecia até legal, um pouco instável mais legal.




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Todos os mascotes acompanham a evolução de seu dono, ao menos em parte de lvl, por isso acho que seu treino ficou um pouco desconexo, seu grifo deve ser um filhote, não teria forças para lhe carregar ou coisa do tipo, isso atrapalhou seu desenvolvimento.
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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Seg 30 Dez 2013 - 17:20


NERÓ


Com os recentes acontecimentos que quebraram meu cotidiano de treinos no CHB, percebi que precisava preparar meu amigo hopocampo para o que estava por vir. Eu não sabia necessariamente o que era, mas sentia um péssimo pressentimento. Ser atacado por um romano, parar em Ogígia e retornar escutando rumores de que Hera tem um filho dá bastante conteúdo pra se refletir. Portanto, acordei bem cedo pra treinar a criatura fascinante que me foi presenteada pelo meu pai.
 
O sol ainda estava nascendo quando cheguei à praia dos fogos de artifício. Os tons alaranjados e amarelos refletiam no mar, misturando-se com o azul. A brisa amenizava o calor que se iniciava e a maré descia. Não era preciso assoviar para chamar o hipocampo já que temos comunicação telepática, ainda assim o fiz. Imediatamente a criatura emergiu a superfície, balançando a cabeça de equino para os lados para tirar o excesso de água. Ele relinchou feliz em me ver e eu sorri em resposta. Apesar de já o ter a um tempo, continuava a me impressionar com sua beleza. Escamas brancas em todo seu corpo refletem as luzes quando em contato com o sol; sua crina feita de barbatanas lhe dá um ar majestoso e a cauda de serpente serve de lembrete de que é um animal perigoso.
 
Entrei no mar, nadando rapidamente até o hipocampo. Alisei sua cabeça e mostrei o presente que comprei antes de começar o treino. – É uma armadura mágica, assim você vai ter uma proteção a mais. – disse. Não sabia como vestir uma armadura do tamanho de um chihuahua em um animal maior que um cavalo comum. Então só joguei o item nele. Esse se estendeu, brilhando em um azul cintilante até se incorporar ao hopocampo. Soquei a armadura. – Parece resistente. – falei dando de ombros e ele relinchou em concordância. – Agora vamos começar.
 
Subi na criatura, ajeitando-me na armadura que possuía uma espécie de cela pra eu me sentar. Antes de ver seu desempenho em lutas, decidi treinar desvio de obstáculos. Ordenei que corresse e ele prontamente obedeceu. Mergulhamos dentro do mar, indo cada vez mais fundo e mais distante da praia. Ele mostrou que eu estava me preocupando demais com seu desempenho. O hopocampo desviava de rochas e corais com maestria e elegância, como se ele fosse a própria água e se movesse como uma correnteza. Voltamos pra superfície e eu gargalhei animado. – Você se move como a água! – disse acidentalmente em grego enquanto ria. O hopocampo pareceu gostar, por isso repeti a frase e ele relinchou na última palavra. – Esse é seu nome? Neró (água)? – e mais um relincho. – Muito bem, Neró, quero mais uma demonstração antes da ação.
 
Ergui os braços bruscamente. Simultaneamente, arcos d’água saíram do mar e levitaram no ar. Eram dez arcos, um mais alto que o outro, e espaçados entre si. “Salte dentro dos arcos, Neró!”, ordenei telepaticamente. O hipocampo obedeceu nos segundos seguintes, pulando dentro de cada roda de água. Ele erguia todo o corpo e movia-se para fora do mar em direção ao centro dos arcos. Em seguida caia na água, sua longa cauda de serpente percorrendo o mesmo caminho que a parte de “cavalo” da criatura fizera. Apesar da dificuldade nos últimos arcos, ele executou a tarefa corretamente. Eu estava impressionado, Neró era fantástico. – Muito bem, garoto! Mas lembre-se de que fora d’água você não tem a mesma força, então quando for saltar alturas maiores precisa impulsionar dentro da água com mais potência. – disse, recebendo uma bufada nervosa em resposta. – Foi só uma crítica construtiva! – falei na defensiva.
 
Embora Neró ainda estivesse bravo comigo, acabou cedendo seu orgulho e voltou para o treino. Finalmente chegara a melhor parte: a luta. Eu ainda não era bom em invocar monstros marinhos, exceto uns tritões que eram bem desengonçados. Pensei, portanto, que o melhor método seria o hipocampo lutar comigo mesmo. Bem, não exatamente comigo, mas com réplicas de mim que fazem ataques simples, correspondendo a semideuses inexperientes. Seria um bom começo. Mergulhei dentro do mar e me concentrei em toda a energia da água que estava em volta. Desse modo, criei três clones meus feitos de água. Mesma aparência e mesma força, contudo, inteligência e experiência reduzidas em relação ao original. – Bonitões, atacar!
 
Neró destruiu o primeiro clone com facilidade. Agarrou-o com sua cauda de serpente, erguendo-o pra fora d’água. Espremeu o Chaz¹ com tamanha força que o fez explodir água pra todos os lados. O segundo clone se saiu um pouco melhor. Montou em Neró, puxando sua crina de barbatana com força. Contive-me para não impedir. Era horrível ver meu amigo se machucando, mas ele precisava se virar.  Neró saltou, movendo seu dorso de cavalo e, assim, jogando Chaz² pro ar. Antes que ele caísse na água, Neró deu uma espécie de coice com sua cauda. Rebateu o clone com força, fazendo-o voar metros e metros em direção à praia. Chaz² estourou em água assim que caiu na areia. Era a vez do terceiro clone. Esse procurava um local da criatura que não fosse protegido pela armadura. Ainda assim socava e chutava Neró, não chegando a feri-lo seriamente, mas certamente machucando-o. O  hipocampo não estava nem um pouco feliz com a situação. Mergulhou dentro do mar, desaparecendo da minha vista e do Chaz³, para em seguida reaparecer. Voltou a superfície agarrando o calcanhar do clone com a boca para depois morder seu pescoço. A brutalidade foi tamanha que fez Chaz³ gritar enquanto virava nada mais do que água.
 
Olhei as cenas boquiaberto. Neró passou, então, a me encarar. Soltava ar pelas narinas, furioso. Levantei a mão em sinal de paz. – Sou amigo, sou amigo! – disse rapidamente. Ele me encarou desconfiado, depois relinchou feliz. Começou a trotar em volta de mim, pedindo por mais. – Está bom por hoje, garoto! – respondi rindo e alisando sua cabeça – Vá descansar, nos vemos depois.
Saí da praia em direção ao chalé ciente de que precisava elaborar um treino mais difícil pro hipocampo. Suas habilidades estavam muito além do que eu esperava - e isso era ótimo.


poderes:
♦Comunicação Telepática. [Nível 05] Esta habilidade consiste em fazer com que os filhos de Poseidon consigam se comunicar inicialmente com seres eqüinos verbalmente. Em níveis maiores, pode se comunicar pela mente com estes. Ainda pode ordenar o ser para com que siga suas ordens, fazendo qualquer coisa.
♦ Hidrocinese. [Nível 05] Essa habilidade permite com que o filho de Poseidon apenas controle água, podendo fazer pequenas manipulações. Essa habilidade também envolve fazer uma bolha de ar enquanto se está debaixo d'água, permitindo a respiração por algumas rodadas.
♦ Clones de água II. [Nível 15] Agora a habilidade de seus clones aumentará, podendo atacar o inimigo, com apenas golpes não muito fortes, cada um com 30 de HP.
obs:
Já solicitei a compra da armadura do mascote, se não estiver no arsenal é porque ainda não foi atualizado.

 


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Foi um bom treino, bem descrito e com bastante ação, em lvl 16 seu mascote deve já ter alguma experiencia, o que não atrapalhou na coesão e desenvolvimento do mesmo.
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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Sam J. Parker em Seg 6 Jan 2014 - 20:40

Bellum



Com o braço enfaixado, ainda por conta do corte, minha missão hoje era um pouco mais complexa, adestrar Bellum. Nos últimos dias, alguns dos filhos de Marte receberão, como posso dizer, um parceiro de guerra para cuidar, sendo ele, nada, nada mesmo parecido com um Chihuahua. Era mais como um Aslam, daquele filme Nárnia, que foi a maior besteira que eu já vi na vida, e olha que já tinha visto muita besteira. Enfim, esses filhos merecedores, ganharam... Uma Manticora. No começo os campistas se assustaram, mais depois se acostumaram, porque outros também começaram a ganharam parceiros de guerra. Bellum era parecido com o Simba, de um desenho animado antigo chamado rei Leão, só que ele era maior, bem maior com uma calda de Escorpião, asas de morcego e um hálito flamejante. Chamei ele de Bellum que era Guerra em latim, e ele pareceu adorar, só que eu tinha que treinar com ele constantemente, e parecia que ele não parava de crescer.
 
Fui até os Campos de Marte treinar com ele, tinha que treinar tanto ele quanto a mim mesmo. Resolvi pratica com ele uma coisa nova, voou. Ele já tinha pratica nisso, porque assim que ele caçava, ia até a floresta comia alguma coisa e voltava. Mais uma coisa era voar sozinho, outra era comigo. Eu sempre tentava voar com ele, porque do jeito que ele crescia, logo, isso seria uma coisa vital nas batalhas. Nas nossas ultimas três tentativas, eu cai no meio do oceano, graças aos deuses que não muito longe, sempre tendo que voltar nadando até a costa e ir de taxi ou a pé de volta para o acampamento dependia da distância.
 
Dessa vez, estava seguro que não ia cair, forrei o lombo de Bellum com uma cela, para que não machucasse meus órgãos mais preciosos, e tentamos alçar voo. Senti o vento em minha pele, engasgar com uma mosca e com os pelos de Bellum voando em minha cara, nosso voou foi esplendido pela primeira vez, treinei inclinar com ele, para  ele fazer o mesmo comigo. Comecei a fazer ele fazer manobras de desvio, caso mirassem flechas ou algo do estilo nele, dos cinco loops que ele deu para desviar, em três eu caí, e ele teve que me resgatar no ar. Fizemos mais alguns para ter certeza que estava bem, e treinamos, loops que pegassem outros adversários aéreos, nesse eu me joguei, porque, sempre caia nas costas dele, e era bom para me acostumar com as estratégias de guerra.
 

Por fim, treinamos o fogo. Sempre que eu gritava, ele só escutava três segundos depois, o que seria crucial em uma batalha, então, mandei ele descer. Expliquei de uma forma que ele entendesse – Com mimicas, desenhos na areia e gestos esquisitos – que sempre que eu desse dois cutucões na lateral da sua pata, significava que ele deveria soltar fogo. Nesse momento que ele disse fogo, ele entendeu e cuspiu fogo em mim, tive que me lançar para o lado para não ser atingido pelo fogo. Dei uma bronca nele, dando puxões em sua orelha, que resultaram em uma brincadeira nossa de luta. Depois desse momento, afaguei seu pelo fazendo carinho na orelha dele e embaixo de seu queixo e voltamos a treinar o fogo. O gesto havia dado certo, ele fez os comandos na hora exata que eu falei. Percebendo que ele já estava cansado, levei ele até o tibre para beber água e fui fazer, acomodei ele em sua casa, que estávamos sendo obrigados a construir agora, dando fim ao nosso treino.
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Obs:
Foi um treino simples e com pouco descrição, tentou ensinar seu mascote algumas coisas que lhes ajudassem futuramente, mas cuidado com o fato de que o lvl do campista é o que diz qual a evolução de seu mascote e você tem um leve meio baixo se assim levarmos isso em consideração e usar seu mascote para voo carregando você pode ter sido algo não tão simples para ele que não seria tão grande.
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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Arianne F. Malkovich em Qua 15 Jan 2014 - 0:16

Adestramento de Mascotes
Nada podia se comparar a felicidade de receber um mascote de presente, estava animada para treinar meu novo hipocampo, isso me fez andar a passos rápidos até a praia que era onde eu encontraria meu novo bichinho de estimação, larguei meus chinelos na areia da praia e entrei na água. Não demorou muito para que o Hipocampo aparecesse e ele não parecia ser nem um pouco amigável, ele veio nadando tão rápido que me espirrou água para todos os lados e acabou me molhando toda (eu sei que podia controlar isso de ser molhada ou não, mas eu ás vezes eu me esquecia desse poder). – Ahn... Olá, Amiguinho – Falei com o Hipocampo, ele não pareceu muito feliz em ser chamado de amiguinho, pois relinchou e se debateu na água de um jeito que um jato de água me atingiu, revirei os olhos, pelo jeito o Hipocampo que eu tinha ganho não era lá tão amigável. – Tudo bem, desculpe – Me desculpei e o Hipocampo apenas bufou. – Então, vamos treinar? – Perguntei, e o Hipocampo se mexeu, estava inquieto e eu podia jurar que tinha visto ele revirar os olhos, entendi aquilo como um “é óbvio, estou aqui para ser treinado”; Lembrei que ainda não tinha dado um nome a ele e o Hipocampo era muito mal humorado, não era feliz, era... Sombrio.

- Vou te chamar de Zoferós – Disse ao Hipocampo e ele relinchou, logo dando um sorriso sinistro (se é que cavalos riem, ou eu estava só delirando). – Ok, agora vou montar em você – Avisei e nadei até o lado dele, fiquei com receio de montar nele, ele não parecia ser amigável e eu teria que lutar para ganhar a confiança dele, pelo jeito. Apoiei minhas mãos nas costas do Hipocampo, a fim de subir nele, mas ele saiu nadar antes que eu sequer levantasse minha perna, caí na água e olhei para o Hipocampo com raiva, mas ele não estava nem aí pra mim, somente relinchava como se estivesse rindo da minha desgraça. – Engraçadinho, o que você quer para ser amigável comigo? – Perguntei a ele, o que não podíamos ganhar com a simpatia, podíamos ganhar com o suborno. Zoferós pareceu pensar um pouco e relinchou novamente, o bom disso tudo é que eu conseguia entendê-lo, por fim, Zoferós pediu que eu levasse torrões de açúcar para ele, assenti, concordando com ele. – Fechado – E o acordo estava feito, voltei a apoiar minhas mãos nas costas do Hipocampo e me forcei a montar nas costas dele, dessa vez sem que ele tentasse me derrubar, agora tínhamos um acordo de paz (ou não).

- Vamos ver se você é rápido, vou... – Não consegui terminar de falar, pois Zoferós começou a cavalgar com toda a força que tinha e só deu tempo de eu me segurar no pescoço dele para não cair na água. – Zoferós, vai com calma! – Gritei para o Hipocampo, mas isso só pareceu motivar ele a ir mais rápido. – ZOFERÓS! – Gritei novamente e ele finalmente parou, bufei quando ele relinchou novamente, como se estivesse pedindo para que eu parasse de gritar; Pelo jeito ser ‘amiga’ do meu mascote não seria fácil. – Vá mais devagar, por favor – Pedi e ele... Não me obedeceu, é claro, saímos “correndo” pela águas da praia de novo com eu me segurando no pescoço do Hipocampo. – PARE COM ISSO, ZOFERÓS – Gritei e ele parou e pelo jeito hipocampo mais problemático que o meu não existia. – Okay, quero ver se você é bom debaixo da água, vamos lá – Apertei a barriga do Hipocampo com meus pés, como fazia nos treinos de equitação e o induzi a ir para baixo da água, felizmente essa ordem ele obedeceu, mas quando chegamos ao fundo do mar, Zoferós ficou louco, começou a nadar pra cá e pra lá sem rumo e com uma rapidez que estava me deixando louca; Segurei mais forte no pescoço dele. “PARE AGORA, ZOFERÓS”. Ordenei e ele parou de repente, soltei um suspiro de alívio. “Volte para a superfície”. Pedi e ele me obedeceu, agradeci mentalmente por isso e ele relinchou em resposta.

- Olha, sei que não é fácil ser mascote de um semideus, mas eu prometo que serei uma boa dona, nem vou exigir muito de você – Falei querendo que a paz reinasse ali, o Hipocampo relinchou de volta e eu soube que éramos amigos agora, mas isso não queria dizer que ele iria ser amigável com as outras pessoas. – Tudo bem, cavalgue mais rápido, vamos ver que velocidade você pode atingir – Pedi e ele assim fez, começou a cavalgar na água tão rápido que eu senti minhas bochechas queimarem, água era respingada para todos os lados e eu continuava segurando no pescoço do Hipocampo, induzi ele para que fosse para a direita e assim ele fez, pelo menos agora ele estava me obedecendo, apertei a barriga dele com o pé esquerdo, dando a entender que eu queria ir para o lado direito e assim ele fez (eu tinha aprendido isso tudo em equitação). Logo estávamos “correndo” a toda velocidade pelas águas da praia, até que eu não aguentei mais, minhas bochechas estavam doendo. “Pare, Zoferós”. Pedi e ele atendeu. “Bom Garoto!”. Pensei, mas foi um erro, pois logo o Hipocampo saltou no ar e acabou me derrubando na água já que não deu tempo de eu me segurar. – Tudo bem, desculpe – Me desculpei. – Está liberado, pode ir e apareça quando eu fizer esse som... – Assobiei para mostrar a ele e acho que ele entendeu, pois relinchou. – Até mais – Me despedi e fiz carinho no pescoço dele, mas acho que ele não gostava de receber carinho também, pois se esquivou de mim e sumiu entre as águas, soltei um suspiro pesado e nadei de volta a praia.

Obs:
♦Comunicação Telepática. [Nível 05] Esta habilidade consiste em fazer com que os filhos de Poseidon consigam se comunicar inicialmente com seres eqüinos verbalmente. Em níveis maiores, pode se comunicar pela mente com estes. Ainda pode ordenar o ser para com que siga suas ordens, fazendo qualquer coisa.


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Obs:

Gostei do seu treino, mas creio que poderia ter sido um pouco mais descritivo. Ficou muito objetivo, e sobre o seu mascote, vale lembrar que o level do campista é o que "comanda" o desenvolvimento do animal e levando isto em consideração, creio que ele teria certa dificuldade em levá-la para o fundo do mar e correr à toda de um lado para o outro.  

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Blake Schneewind Dewey em Dom 19 Jan 2014 - 19:28



Adestramento de mascotes
segurem suas éguas que o meu cavalo tá solto

Brincava com meu pingente em forma de cavalo distraidamente quando Chompers emergiu de sua prisão. O cavalo não tinha bom comportamento, sendo muito difícil que me obedecesse vez ou outra. Pelos vermelho-sangue e cascos e dentes de prata celestial. O presente não era nada comum, obviamente, e também não possuía um temperamento dócil. Como se esperar que um cavalo carnívoro fosse dócil? Puxei o fôlego, pensativo, e ergui uma mão na direção do torso de Chompers – Não vou lhe fazer mal. – Prometi em um tom amável, tanto quanto seria capaz de ser. Relinchando, o cavalo mostrou os dentes afiados, mas deixou-se ser acariciado sem qualquer uso da violência. Quase suspirei com alívio. Não havia treino marcado para aquela tarde, logo possuía tempo livre até o horário do jantar no pavilhão do acampamento – Que acha de passarmos um tempo juntos, amigão? – Indaguei, suave, ao desenlear os pelos vermelho-sangue do animal. Aquele era o único cavalo que não corria de mim, ou que pelo menos não o fazia caso tivesse vontade. Seria mais fácil que eu corresse dele. Pensava em montar o equino quando Hector, um amigo sátiro, se aproximou cambaleando. O modo como andava poderia levar a suspeitas de ter sido atacado, mas eu o conhecia bem o bastante para saber que sua tontura se devia a ingestão de álcool em excesso. Embora Dionísio não pudesse beber vinho, isso nada impedia os filhos de Hermes em contrabandear bebidas para o acampamento e às vezes eles tinham a ajuda da prole do deus nomeado diretor. Hector, há muito amargo e desistente de sua profissão como buscador, trocava sempre algum de seus pertences por uma boa garrafa de tinto. Ávido pelo cheiro de sangue fluído nas veias do sátiro, Chompers relinchou e começou a bater os cascos no gramado – É melhor não se aproximar, Hector. – Aconselhei enquanto tentava acalmar o equino com tapinhas em seu torso. Sem saber o risco que corria, o sátiro continuou cambaleando em direção a bocarra escancarada do cavalo carnívoro que eu tanto lutava para acalmar. Só havia uma coisa a ser feita: correr com ele dali.

Pulei para a lombar de Chompers e o incentivei a correr ao bater-lhe com os calcanhares. Não era a melhor das ideias, mas boa o bastante para fazer com que o cavalo deixasse Hector em segundo plano. O fato é que Chompers odiava ter alguém sobre si, mesmo que fosse um equino e sua função se devesse justamente a carregar seu dono. Não tendo sela ou arreios onde me segurar, agarrei o pescoço vermelho-sangue do cavalo e fiz o possível para não cair, mesmo que naquele instante o cavalo já corresse descontroladamente pela propriedade do acampamento. Sabia agora que o estrago seria enorme, e que talvez Hector não valesse todo aquele esforço, mas agora não havia mais jeito de concertar aquilo – Chompers! – Gritei, os olhos apertados por causa do vento chicoteando meu rosto – Para! A-g-o-r-a! – Tornei chamar em busca da atenção do cavalo, mas este se limitou a correr cada vez mais rápido. Não batíamos nos prédios por muito pouco. Em compensação... Um grupo de garotas de Afrodite precisou sair correndo, aos gritos, para não serem pisoteados pelos cascos de prata celestial – Desculpem! – Exclamei antes de perdê-las todas de vista. Ótimo. Chegávamos à arena quando Chompers finalmente diminuiu o ritmo, mas não por desistência e sim por ter sentido o cheiro de sangue. Vários filhos de Ares olharam em nossa direção, cada qual dividido entre o riso e a pressa em se retirar dali o mais rápido possível. Eles deveriam ter optado pela retirada. Chompers empinou-se nas patas traseiras, fazendo assim com que eu escorregasse de seu lombo e caísse bruscamente contra o chão duro. Praguejei em grego, irritado, ao ficar de pé e procurar pelo cavalo. Não precisei procurar muito, afinal os gritos de campistas assustados o precediam para onde quer que fosse. Três filhos de Ares haviam encurralado o cavalo carnívoro com lanças, mas dois deles tinham sido feridos antes mesmo de fazer sequer um arranhão no equino. Fiquei estranhamente orgulhoso por uma momento. Subitamente consciente do que acontecia, corri até o grupo e passei a frente dos filhos de Ares com ambos os braços abertos em um gesto para aplacar a fúria do cavalo.

- Acabou o show, Chompers. Nada de machucar campista algum, entendeu? Você só pode comer aquilo que eu lhe der ou permitir. – Disse, só que não mais o usava o tom fraternal de antes. Pro’ inferno com a cortesia, pior ainda com a cortesia para um animal que deveria, tecnicamente, me obedecer. Ainda resfolegando, o cavalo empinou-se novamente e ameaçou cair sobre mim, mas curiosamente não o fez quando estendi uma das mãos em sua direção e crispei os lábios – Não. – Como se fosse um cachorro sendo repreendido, Chompers baixou a cabeça e não tornou a erguê-la até que eu me aproximasse mais. Por um momento pareceu que iria morder minha mão, entrementes a lambeu e não devo dizer que tenha sido algo muito legal – Isso mesmo, amigão. – Murmurei como forma de incentivo enquanto limpava a mão em minha calça. Novamente o cavalo relinchou, mas dessa vez de um modo mais alegre do que irritado e começou a trotar em círculos. Quase pensei que desejasse ser montado. Os esquecidos filhos de Ares soltaram alguns comentário logo atrás de mim, zombando do cavalo por ser tão dócil e dizendo que poderiam tê-lo matado em questão de minutos. Lancei-lhes um olhar irônico por sobre o ombro e cheguei perto da orelha de abano do garanhão vermelho-sangue – Só um susto, tudo bem? – Segredei e depois recuei um passo sorrindo largamente. Poderia ser que não me comunicasse com Chompers na língua dos cavalos, mas parecia que ele entendia tudo o que lhe era dito. O equino bateu os dentes e começou a trotar em direção ao grupo de rapazes, fazendo chover sobre eles a prata de seus cascos e ameaçando comê-los no jantar daquele dia. Fiquei tentado a permitir. Ainda me perguntava qual o segredo para controlar Chompers quando os garotos de Ares debandaram – Bom garoto. – Elogiei – Posso te arrumar carne mal passada para o jantar como prêmio. – Continuei dizendo ao apertar meu pingente em forma de caveira. O cavalo desapareceu em questão de segundos. Talvez o tom forte e firme fosse o segredo.


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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Christina R. Lockhart em Seg 20 Jan 2014 - 21:22

IT'S NOT FUNNY ANYMORE

- Scott, eu vou dizer só mais uma vez. Devolve! - gritei severamente com o tigre mecânico que insistia em brincar de cabo de guerra com minha blusa, quando na verdade só ele estava se divertindo. Tentava ao máximo parecer firme, mas o mascote que insistia em puxar a blusa das minhas mãos com seus dentes parecia perceber em meus olhos que na verdade eu queria brincar tanto quanto ele, embora soubesse que era errado naquele momento. - Não! Olha, mais tarde a gente brinca. Temos algo mais importante para fazer agora - tentei convence-lo, até que ele finalmente desistiu cabisbaixo, e soltou a blusa - fazendo eu, que puxava com toda a força, cair para trás. Apesar de ter batido a cabeça com força no chão, me cortava o coração ver Scott triste, não só por ter um tamanho de um filho de tigre grandinho, mas também porque ele tinha a mesma técnica de chantagem emocional que eu para conseguir o que eu quero - that's my little boy. - Olha, tem coisa ruim a caminho, e eu quero que você treine para que não se machuque. Depois brincamos, eu prometo - disse acariciando sua cabeça metálica. Scott concordou, e juntos deixamos o chalé doze, em direção a surpresa que havia feito para ele.
***
Havia passado a manhã criando um mini campo de treino para Scott, com bonecos de palha, pequenos muros para pular, entre outras coisas que faziam aquele treino parecer um parquinho para um gatinho grande. - Viu? Vai ser divertido! O que quer experimentar primeiro? - perguntei, encorajando-o. O tigre mecânico me olhou com indiferença, e eu revirei os olhos. Impaciente, eu o guiei até uma pequena cerca que havia feito, a qual batia em minha cintura. - Se não quer escolher, eu escolho. Vamos começar por esse aqui. Preciso que você dê um salto e pule essa cerca - expliquei. Scott me encarou com uma expressão de "Bitch, please", e em seguida se afastou para que tivesse distancia o suficiente antes de correr e pular a cerca com facilidade. - Muito bom - comentei, movendo as barras da cerca, ajustando-as na altura do meu ombro. - Tente agora - pedi. Scott pareceu estar achando divertido, e gostou da altura. Se afastou novamente e pegou impulso antes de dar um grande salto atravessar por cima da cerca com certo esforço. - Muito bom - comentei, reajustando a barra, colocando-a na altura do meu braço esticado, acima de minha cabeça. - E agora? - desafiei. Scott se concentrou e encarou a altura. Recuou uma longa distancia para pegar impulso, e correu dando um salto em seguida. Ele passou por cima da cerca sem problemas, mas sua pata traseira fez com que a barra caísse consigo. - Não tem problema, está ótimo - elogiei, mas Scott era orgulhoso e persistente diante os desafios - tal como sua dona -, e se reposicionou para repetir o salto. - Tudo bem... - não protestei, enquanto recolocava a barra na mesma altura anterior. Scott se concentrou na distancia necessária e repetiu o salto, essa vez com perfeição, passando sobre a barra sem move-la sequer. - Meu garoto! - exclamei orgulhosa de seu feito, enquanto o guiava até o próximo desafio.

Caminhei com Scott até três pequenos bonecos de palha da altura de um semideus do meu tamanho, posicionados estrategicamente lado a lado. - Olha só, aqui há três bonequinhos de palha, está vendo? Quero que você... - fui interrompida por Scott atacando o primeiro deles como se fosse um brinquedo, reduzindo-o em um monte de palha em questão de segundos. - PODE PARAR JÁ! - gritei furiosa com o mascote, que por sua vez, parou imediatamente e me encarou com cara de travesso. - Olha só, você não pode simplesmente atacar, porque se fossem pessoas de verdade, isso seria diferente. Tem que ter estratégia, rapaz - expliquei para o tigre, que parecia confuso. - Por exemplo. Você deve, primeiramente, atacar os braços do inimigo, para evitar que eles o atinjam com sua adaga - apontei para o bracinho do boneco. - Uma vez que você bloqueou seu ataque, você deve imobiliza-lo. Você vai jogar todo o seu peso contra o corpo dele, fazendo-o cair. E mantenha a pata sobre o braço com a arma, para que assim ele não tente te atacar. - expliquei. - Se ele tentar, você pode morder a parte que for mais conveniente para você impedi-lo. Braços, cara, como quiser - dei de ombros, e Scott pareceu gostar daquilo. - Ele está desarmado e imobilizado. Agora, a terceira e última parte você só deve realizar se eu mandar, ok? - observei seriamente em seus olhos. - Você vai morder seu pescoço e arrancar um pedaço. Assim você o mata na hora - terminei de explicar - conhecia técnicas parecidas para outro tipo de coisa, mas isso era outra história e não vinha ao caso. Me afastei de Scott e do segundo boneco. - Quero que faça tudo o que eu expliquei e mate esse aqui. Só esse - disse. Ao terminar de falar, Scott atacou o boneco de palha - quase - exatamente como havia indicado. Ele pulou sobre o braço do boneco e arrancou dali um punhado de palha com a boca. Em seguida, apoiou ambas as patas sobre o corpo do boneco, e assim o derrubou no chão, ficando sobre ele. Em seguida apoiou a pata sobre onde deveria estar o braço se ele não o tivesse arrancado fora, e me olhou pedindo permissão para elimina-lo. Sorri orgulhosa e assenti com um olhar malicioso. Scott então mordeu onde deveria ser o pescoço do boneco, o que acabou estraçalhando toda sua cabeça. Ao perceber o que tinha feito, não resistiu e começou a estraçalhar também todo o amontoado de palha que ainda restava. Revirei os olhos e reprimi um riso observando aquela cena. - Já tá bom, Scott. Ele já está morto - ri enquanto ele parava e me encarava com expressão de filhote travesso, cheio de palha na boca. - Agora quero que faça o mesmo com o último boneco, só que dessa vez, finja que ele não está armado. Apenas o derrube, imobilize e elimine - pedi. Mal terminei de falar e Scott já pulou no último boneco, derrubando-o. Em seguida estraçalhou sua cabeça novamente, até que o boneco fosse reduzido a um monte de palha, o que me fez rir. - Tá bom Scott, tá bom. Bom garoto! - disse esfregando sua cabeça. - Chega de treino por hoje, vamos voltar e brincar de cabo de guerra. Aposto que te venço - disse rindo, e o tigre pareceu gostar da ideia. Saí dali correndo, com Scott correndo atrás de mim em meus calcanhares.


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Seu treino foi um pouco objetivo demais, e isto acarretou na perca de alguns pontos no desenvolvimento. Poxa, não teve dificuldade alguma em domar um tigre mecânico?  

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Amelia Hannsee em Qua 29 Jan 2014 - 22:33



Alguém curti as minhas meias


- Hansy, seu idiota! Adorei! Agora a gente tem um brinquedo pra quando você estiver assim, hiperativo! As minhas meias! 
Foi o que eu disse por mais ou menos uma hora, depois do almoço, dentro do chalé 12. Meu tigre mecânico, Hansy, estava estraçalhando minhas meias. Ok, certo, ninguém quer meias, mas ele precisava de disciplina, primeiramente. Então tirei as meias da boca de Hansy, separei as que ele podia brincar e fomos para arena tentar faze-lo ser mais dócil. Sabia que era difícil, mas ... O que não podia ser tentado nessa vida?
Chegamos na arena e preparei uma cerca, onde seria como as provas de hipismo, onde eu poderia subir as cercas.
Chamei Hansy, mas foi difícil dele me obedecer. Não queria ter que usar os novos brinquedos, ou melhor, minhas meias, então fui lá e gritei novamente com ele. Estava sendo difícil, mas eu tinha desenvolvido um amorzinho por ele, então ele era o meu menino e ele tinha que me obedecer, mesmo que isso me faça ficar marejada. 
Depois de algumas broncas, ele abaixou a cabeça e me acompanhou até as cercas, que coloquei batendo abaixo do meu ombro, e achei que algo fácil e ao mesmo tempo desafiador seria bom para começar. 
- Hey, Hansy! Vamos pular? Hein? - fui para frente dele, atrás da cerca, e o chamei. Ele me olhou e começou a pegar distância. Quando ele começou a correr, sai de trás e ele pulou, perfeitamente. Parabenizei ele, fiz cainho, e ele pareceu gostar. Então aumentei a dificuldade e novamente, ele pulou muito bem, o que achei que foi muito bom para as batalhas que um dia ele iria me ajudar a ganhar. Então, guardei as cercas e peguei as meias dele, que viraram o seu bichinho preferido já que ele não tinha outros né
Fui para longe, e ele resolveu me seguir, como previsto. Então, abaixei até ficar na altura dos seus olhos e falei:
- Hansy, não me siga, ok? Fica aí? Ok? FICA.
Isso era idiotice, ele nunca intenderia. Mas parece que entendeu. Andei despreocupada por uns metros. e depois virei. Ele estava parado, olhando para mim e se distraindo em arrumar o pelo. 
- Que menino esperto! - era verdade, vai. Ele entendeu o que eu disse e eu o recompensei. 
Repeti isso 4 vezes, e ele ficou parado quando era para ficar e veio até mim quando eu mandei. Eram muitos anos, no mundo mortal, vendo o Encantador de Cães, e eu nunca poderia deixar de tentar a mesma coisa. Era intuitivo, eu sabia que, se treinasse coisas como essas, ele me faria acreditar que é um menino fofo e respeitador. O que ele só parece ser, por enquanto. 
E voltamos para o chalé, onde ele achou um canto que fui obrigada a colocar um papel na parede escrito "Espaço do Hansy - Não mexer se não quer virar palha que nem os bonecos da arena por um tigre mecânico". Mas ele tirou da parede, rasgou e quase pediu para eu jogar fora. Talvez ele estivesse me pedindo para acabar com essa besteira.

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O seu treino ficou bom, a essência, mas creio que poderia ter interagido mais. Você foi bem descritiva mas pouco interativa. Também achei que foi realizado de uma forma "fácil demais".  

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Chillie P. Möhrhauser em Qui 30 Jan 2014 - 22:31



come on felix, don't be such a spoiled wolf!

Um pequeno detalhe no chalé de Quione: 95% dos campistas tinham um mascote, ou melhor, um lobo albino. Eu me sentia um pouco deslocada por não ter ganhado um da mami poderosa lá de cima, até a manhã do dia anterior. Eu acordei com inúmeras lambidas ásperas na minha cara, e lá estava, aquele filhotinho mais fofinho. Ele estava lá, em cima da minha cama, balançando o rabo com animação, e não pude deixar de derreter um pouco de meu coração. Passei o dia seguinte inteiro passeando com ele pelo acampamento, o lobinho tentando morder alguns campistas e roubar morangos. Era um bom mascote no final, embora ainda não tivesse descobrido um nome para ele. O quando estava quase pegando no sono ali em minha cama, com ele debaixo desta, me lembrei de um nome. Félix. 
Molly Witcraft era uma prole de Quione também, que dividia chalé comigo. Não me leve a mal, mas nenhuma daquelas garotas que dormiam no mesmo chalé que eu eram minhas irmãs. Irmãs são pessoas que cuidam umas das outras e tem um vínculo, e posso dizer que eu tinha mais vínculo com Félix (que conhecia há dois dias) do que qualquer uma delas. Mas Molly parecia uma manteiga derretida, meiga e queridinha. Ela não tinha um lobo, mas sim um ovo gigante, que ganhara de um ex-namorado. Que romântico, um ovo. Ela me falou que deveria treinar meu lobinho desde cedo, porque quando este crescesse seria muito mais difícil de domesticá-lo. E concordei com ela. Molly me emprestou a coleira do lobo de sua falecida irmã gêmea e me deu as direções de como chegar até a arena de adestramento. Então prendi Félix com a coleira e saí quase que saltitando.

[. . .]

Muito felizmente, Félix não era difícil de acompanhar numa caminhada. Apenas de vez em quando, quando este insistia em parar apara sentir uma leve brisa sobrar. Entendia ele perfeitamente. A brisa fresca que sobrava no acampamento era o mais próximo do frio naquela época do ano, e me perguntei se Félix já não sentia falta do seu primeiro lar, se é que ele tivera um. 
Quando chegamos ao centro de Adestramento de mascotes, senti uma ansiedade calorosa pelo meu peito, e apenas apressei o passo para que eu e Félix fossemos logo ao que interessava. No centro da arena tinha vários "brinquedos" para usar com seu mascote, como aros, ossos, e até mesmo pequenas cercas para os animais pularem. Mas antes de tudo, precisava fazer com que Félix me respeitasse, ou senão pra nada adiantaria os brinquedos.
Sentei sobre minhas pernas na grama, acariciando atrás das orelhas do pequeno filhotinho. - Olha, Félix, precisamos fazer isso funcionar. Quando eu mandar você correr, você corre. Quando eu mandar você parar, você para.; em seguida tirei a coleira de Félix e me afastei alguns metros. Fiz um sinal para ele vir correndo, mas este continuou paradinho, olhando para mim com expectativa. - Venha Félix!; infelizmente Félix nem chegou perto de  vir na minha direção. Ao contrário na verdade, o lobo partiu para cima da bancada com os ossos de roer. Ele pulou com um longo impulso em cima da bancada, que desmontou e se reduziu á madeiras no chão e ossos por todo lugar. Saí correndo feito uma doida atrás do lobinho atrapalhado, que insistia em tentar pegar todos os ossos derrubados. Agarrei-o pela barriguinha e em um instante coloquei novamente a coleira. Coloquei-o no chão novamente, escutando alguns risinhos indesejáveis aqui e ali. Puxei Félix pela coleira, praticamente arrastando-o para fora dali o mais rápido possível.

[. . .]

Rumamos para o campo de morangos, e peguei uns doze, mesmo recebendo olhares maldosos de filhos de Dionísio. Soltei a coleira de Félix, e segurei com a mão direita um dos morangos, e deixei Félix cheirar, e logo ele já queria me derrubar para pegá-los. Afastei-me do lobinho, joguei o morango alguns metros mais adiante e me surpreendi pelo lobo ter pegado o morango no ar, com um imenso pulo. 
E ainda mais surpreende foi quando Félix voltou, com o morango entre os dentes pedindo permissão para devorá-lo. - Awn, pode comer meu floco de neve. ; e logo em seguida ele mastigou o morango num instante. Peguei o segundo morango,  e joguei mais uma vez o morango, e meu amorzinho pegou novamente no ar. E logo plantou uma ideia na cabeça, e resolvi ser criativa, enquanto Félix voltava com o morango, corri até as parreiras e escondi os outros dez morangos para Félix achar, com sorte, meu lobinho acharia os morangos por conta do meu cheiro neles.
Félix correu até mim, e começou a procurar o os morangos nas minhas mãos e bolsos. Fiz uma cara de surpresa, e fiquei realmente surpresa quando o lobinho me deu uma mordida! Mas logo ele colou o focinho na grama e começou a procurar alguma coisa, e quando ele chegou no pé das parreiras o rabinho dele começou a balançar alegremente.
Logo meu floquinho voltou com todos os morangos na boca e lhe dei permissão para devorá-los. Depois passei a coleira por seu pescoço e rumamos juntinhos para o chalé de Quione. Precisava de um banho, toda aquela diversão com meu bebezinho acabou me deixando cheio de terra. Espero que tenha servido para Félix treinar seu olfato, bom, whatever.






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Você entendeu a essência do treino, e do fato do nível do campista estar diretamente ligado com o nível do mascote. Achei o desenvolvimento de certa forma fraco, mas ainda assim, ótimo.

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Angelique F. Bittencourt em Dom 2 Fev 2014 - 15:42





Uma das únicas coisas boas de ser filha do Poderoso Chefão era ter um pequeno pégaso, ou não tão pequeno assim, já que Aaron era maior que minha cama. Alguns dias após ser reclamada fui chamada por Quíron para anunciar que eu tinha meu mais novo mascote, que era pequenino, do tamanho da minha mesinha ao lado da cama. Tentei levá-lo para meu chalé e cuidar, ensinar o básico achando que bebê era mais prático, e sim, era. Não bastou duas semanas para que Aaron estivesse mais rápido e tentando pular da estante para voar, no momento que o vi querendo saltar sobre mim decidi que era a hora de treiná-lo seriamente. O treino de adestramento era sem dúvidas o melhor que existia, eu poderia muito bem me diverti ali com meu pequeno príncipe sem me preocupar. Não utilizei coleira alguma com ele, achava bom que este aprendesse a me seguir para me ajudar, pelo menos Aaron me seguia e vinha quando o chamava, por mais que tenha demorado as duas semanas para ensiná-lo que quando eu assobiasse ele viesse.


Fui até a loja e comprei algumas maçãs, o segurando para não pular no balcão e destruir tudo; saí rápido na direção da arena antes que me xingassem. Impedir um filhote de ser alegre e saltitante era impossível, e tentava aproveitar esta animação para esquecer do pior que viria logo. O levei para a arena de adestramento, o chamando e saindo correndo depois, isto o ajudava com as asas, e percebi que precisava urgentemente de ensiná-lo a voar de verdade. Tentei atrair sua atenção com uma maçã na mão, funcionou na hora.
Hey, preste atenção, príncipe. Venha até mim e ganha maçã. - disse escondendo a maçã e esticando a mão vazia. Ele pensou que tivesse lhe entregando e veio até mim, então joguei a mesma em sua direção e ele abocanhou. Sorri e dei um tapinha em meus joelhos, agaixada, falando que nem idiota com ele, que pulava em círculos olhando para mim. Uma campista riu de mim e logo voltou a ensinar seu monstrinho. Demorei um pouco para forçá-lo a aprender a não me derrubar. Depois de gritar seu nome diversas vezes e o fazer parar de correr atrás dos outros mascotes consegui chamá-lo para que pudesse tentar subir em suas costas. Fiz carinho em suas costas para que confiasse em mim, a coisa mais importante no momento. Subi devagar, sem deixar de acariciá-lo e trazer confiança cada vez mais. Ele já sabia meu cheiro, então deveria adivinhar se eu estava fazendo algo errado com o mesmo ou não. Consegui me equilibrar com o mesmo e dei um tapinha leve em sua barriga para que trotasse devagar por ali, nada de errado havia acontecido, até escorregar e tentar segurar em sua crina, que causou um susto repentino em nós dois, infelizmente estávamos na frente da mesinha que deixavam algumas coleiras alheias não utilizadas no momento, tive de pegá-las do chão depois de Aaron se acalmar.


• • •



Fiquei parada em sua frente e toquei em sua testa, fazendo carinho e deixando Aaron mais calmo e paciente para seu primeiro treino de voo. Não era especialista em voo, minha primeira vez me causou dois dias dolorida, mas faria a primeira de Aaron bem mais tranquila. Olhei no fundo de seus olhos e encostei devagar uma das mãos em sua asa, dizendo palavras como "Calma, pequeno, eu vou te ajudar", e depois toquei na outra. Ele abriu as duas levemente e então me afastei com os braços abertos, ainda olhando em seus olhos, que não desgrudaram dos meus. Assim que senti que estava longe o suficiente, mexi meus braços para cima, devagar, tentando fazer com que ele repetisse o movimento, mas apenas continuou me olhando.
Vamos, Aaron, mexa as asas devagar e tente vir até mim! - disse assobiando logo depois. Ele veio trotando até mim e casualmente balançou as asas. Segurei uma gargalhada ao ver sua cara de assustado sentindo a brisa nas mesmas. Ergui as mãos em sua direção para fingir que tinha uma maçã, e o resultado foi inacreditável, ele deu um impulso com as asas e praticamente voou até mim, soltando um relincho engraçado. Desviei antes que fosse pisoteada e joguei duas maçãs da sacola para ele. Corri até o mesmo e dei uma espécie de abraço, observando umas caras estranhas em minha direção.


Já era hora de aprender e mostrar para os outros quem é o melhor, não é meu príncipe? Não é? Ai meu amore, cresceu tão rápido! Será o melhor do chalé de Zeus! - fazia cara de abestalhada e passava as mãos em seu pelo branco macio. Tirei a última maçã da sacola e corri na direção oposta de Aaron, assobiando. - Pegue! - joguei a maçã o mais alto possível. Não foi o que eu exatamente queria, mas ele veio correndo até mim e tentou me derrubar. Corri do mesmo saindo da arena, teria de me trancar no chalé para ele pensar que não havia destruido a maçã, depois ele roubaria dos outros campistas mesmo, não faria direfença alguma.




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Seu treino ficou bom, mas muito objetivo quase não houveram dificuldades à serem resolvidas. Acho que um pouquinho mais de criatividade seria bem-vinda em um próximo treino.  

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Allie Vahlok Schneider em Seg 3 Fev 2014 - 22:07

keep distance - high voltage
Tentando treinar Aeris

O dia estava quente e ensolarado e precisava cuidar de Aeris, minha pégasus, ela estava ficando cada vez maior, sendo que quando chegara mal conseguia parar sobre as próprias patas. Segui assim para os estábulos onde ela costumava ficar por ser muito grande para ficar andando por ai junto de mim como muitos dos outros pet's dos semideuses faziam, as vezes isso me incomodava, pois os mesmos ficavam exibindo seus bichos de estimação por ai enquanto Aeris tinha que ficar presa nos estábulos. Chegado lá fui direto para a coxia onde a pégasus de pelagem malhada branca e marrom (sim o meu veio diferente pq sou especial -q) ficava acomodada. _Aeris?_ Chamei pela mesma que estava deitada na palha do chão do local, o calor deveria estar lhe atrapalhando e lhe deixado preguiçosa de mais, assim abri a porta do lugar e fui para perto dela me aproximando com cuidado. _Hey menina, está tudo bem?_ Perguntei pegando uma garrafa com água e derramando sobre sua pelagem, principalmente sobre a cabeça, fazendo ela resfolegar mais feliz um pouco.

Meio que se sentando sobre as patas o animal após um pouco de carinho se levantou aos poucos, não costumava ser muito obediente e assim tinha que lhe atrair para fora do lugar com mais água e algumas cenouras. _Vamos menina... vamos exercitar essas pernas, parar de preguiça..._ Ri baixinho fazendo ela ir para o lugar aberto onde poderia treinar ela um pouco e fazer com que se exercitasse. Talvez assim conseguisse fazer com que o animal me obedecesse, prendi as rédeas e aquele negocio em sua boca/cabeça (é não sei o nome disso), para poder controlar melhor a pégasus que depois de mais desperta já estava andando pelo local cercado, me dando mais trabalho e tentando roubar as cenouras que tinha guardado em meu bolso da jeans preta que vestia. _Prometo que ti dou as cenouras e um bom banho para refrescar se você me obedecer._ Falei-lhe no que ela não parecia entender nada e menos ainda querer me obedecer, não sabia muito bem o que fazer, mas certa vez em um canal tinha visto algo sobre as pessoas treinarem um cavalo fazendo com que corresse em círculos, sendo guiado pelas rédeas.

Assim decidi fazer com que a égua alada me seguisse, andando em círculos pelo lugar, o que foi difícil, pois no começo ela queria sempre ir reto em direção a onde as cenouras estavam, afinal meu braço era curto de mais, para manter as cenouras afastada a uma boa distancia, então peguei um galho de árvore que estava caído e prendi a cenoura em sua ponta com a ajuda de um pedaço de corda. Enquanto fazia isso me distraí da outra cenoura em meu bolso, quase ficando sem calça quando Aeris abocanhou meu traseiro tentando pegar a cenoura, arrancando junto um pedaço do bolso. _Aeris!_ Falei rígida para o animal que recuou, deixando a cenoura cair de sua boca, com uma cara de inocente como quem não tinha feito nada de errado, assim percebi também que nem sempre tinha que tratar o animal com carinho, pois isso o deixava mais mole, por assim se dizer, palavras rígidas lhe impunham mais respeito a seu dono.

Peguei a cenoura babada, sentindo um leve vento por minha traseira que me fez tirar a blusa que vestia, ficando apenas com a parte de cima do biquíni que usava por baixo da mesma e a prendendo sobre meu traseiro de fora.  Agora já com meu novo aparato pronto, segurei as rédeas de Aeris a levei novamente para o centro do lugar, fazendo com que ela seguisse a comida pressa ao galho. No começo foi um pouco difícil guia-la, controlando as rédeas e o galho, cada coisa com uma mão, acreditava que seria mais fácil se pudesse montar sobre ela, mas temia que fosse nova e fraca de mais para isso, mesmo que parecesse uma égua forte para o seu tamanho, com seus cascos de ouro imperial. _Vamos Aeris, mais rápido..._ Como tinha que girar com ela para ir guiando o galho, começava também a ficar um pouco tonta, mas tentei a cada giro ir mais rápido um pouco, focando a vista em um lugar a cada vez que girava mais rápido, tentando assim não ficar tonta.

O animal ia aos poucos começando a trotar, mas quando tentei fazer com que galopasse, me perdi em meus passos levando um belo de um tombo ao cair torta pelo chão de terra que nada amaciou minha queda. _Aiii!_ Gritei soltando o galho e as rédeas de Aeris que se afastou assustada, fiquei deitada no chão sentindo o sol sobre meu rosto e minha pele, agora precisaria de um banho também e de um remédio para dor de cabeça. Tentava sentir se estava inteira além disso quando uma lambida de cavalo era dada em meu rosto. _Eu estou bem, eu estou bem..._ Falei para o animal que tinha voltado para perto de mim e tentava ver se sua dona estava viva ou não, gerando uma sombra sobre meus olhos, limpei o rosto com a blusa, o que não adiantou muito já que a mesma também estava suja e assim dei meu treino e de Aeris por completo.

Me levantando com um pouco de dificuldade guiei o animal até o lago do acampamento no que a égua me seguia sendo levada a frente pelas rédeas em minhas mãos, assim com um balde jogava água sobre a mesma, deixando as cenouras no chão para que fosse comendo e não saísse dali a cada balde de água que ia buscar. A água estava gelada e assim ia refrescando sua pelagem e penas das asas que a mesma abriu para fazer com que se molhassem mais, estavam ficando grandes, mas certamente não serviriam ainda nem para suportar seu peso. Após seu banho levei ela de volta para o estábulo, colocando-a em sua coxia e tirando os aparatos que a prendia junto com as rédeas, com uma escova penteei sua pelagem e crina, quando estava pronta lhe dei um torrão de açúcar. _Foi um bom treino menina._ Acariciei sua cabeça recebendo um resfolegar como resposta e em fim saí dali indo dar um mergulho no lago depois de toda aquela bagunça e sujeira.


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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Sky Wittelsbach Colfer em Ter 4 Fev 2014 - 21:18

it's time to exorcise these demons,
But I'm too busy gazing at stars, I feel amazing and I'm not
Saí do chalé batendo a porta com força após ter me irritado com uma das meninas que teimava em não treinar. Meu humor -variado mais nos últimos tempos que em qualquer época- parecia estar extremamente óbvio em minha expressão facial. Por onde passava, as pessoas me olhavam. Curiosa, olhei para o céu; nuvens carregadas e cor chumbo predominavam o local. Sabia que o clima do acampamento era controlado, mas nunca tivera emoções tão fortes como as que sentia no momento. Talvez, mas só talvez, o clima estivesse daquele jeito por minha culpa. Suspirei e joguei o cabelo para trás. Não estava com a mínima vontade de lutar contra alguém ou treinar sozinha. Assim tu complica, querida. Consciência pesada era algo que possuía desde que chegara ao acampamento. Sabia que, se não treinasse, não estaria preparada para a provável futura guerra, causada por nada mais nada menos que minha não-tão-querida madrasta, Hera.

Balancei minha cabeça, livrando-a de todos os pensamentos que por ali se acumulavam. Sem ter o que fazer, lembrei de algo muito antigo guardado nos estábulos. Rolei os olhos, me perguntando como não pensara naquilo antes, e me pus a correr para o local onde meu pégaso repousava. -Snow, mamãe chegou - gritei. Não lembrava ao certo o nome do animal. Caminhei até o local onde o grande cavalo com asas de cor branca estava acuado. Soltei um grito fino e abri a portinhola, adentrando o cubículo. -Oh, meu Deus. Vem cá, vem. Você ta gordo, eca. Vamos treinar. -disse acariciando a região de sua cabeça lentamente. Por mais que tivesse sido criada em cidade grande, sabia exatamente como agradar um equino. -Vem, garotão. O acampamento precisa saber que mascote manda nessa porra. -disse sorrindo. Com dificuldade, fiz com que o pégaso se levantasse, e assim preparei-o para uma temporada sem voo. Não arriscaria voar em um animal desacostumado.

Quando tudo já estava pronto, puxei o animal para fora da coxia e em seguida para fora dos estábulos. Andar com um animal mitológico tão bonito como aquele traria uma atenção desnecessária no momento, mas eu não poderia deixar o pégaso mofando o resto da vida ali. -Ok, espero que você aproveite a caminhada, porque assim que chegarmos onde quero, você vai treinar. E muito. -disse com um sorriso de lado e ouvi um guincho em resposta. Com a mão esquerda puxando o pégaso pelas rédeas, caminhei até a floresta, tomando o cuidado de desviar de troncos e ajudar o animal enquanto procurava uma parte grande o suficiente para treiná-lo. Ao achar um local mais parecido com uma mini clareira, levei Snow, vulgo pégaso sem nome definido, para o centro dela, onde soltei-o. -Fica aí. Se sair, eu te caço e te faço de oferenda para meu pai, coisa linda.

Andei até a borda do círculo que era a clareira, procurando alguns galhos grandes o suficiente para representar algum perigo para Snow. Juntei a maior quantidade que seria possível para uma menina de dezesseis anos com apenas dois braços e voltei para o centro, surpreendendo-me com o fato de que o pégaso havia me obedecido. Caminhei até ele e acariciei seu rosto, me afastando em seguida para organizar os troncos. De dois em dois, consegui criar três pilhas  de troncos; o suficiente para um iniciante como Snow. -Certo, antes de tudo, você vai dar umas voltinhas, circulando esses troncos. Assim, ó. -puxei-o pelas rédeas novamente, traçando um círculo ao redor das pilhas. Alternei a velocidade em três e três voltas, repetindo o processo no máximo quatro vezes, ficando tonta no final. Parei com o pégaso de frente com o primeiro dos obstáculos e soltei suas rédeas, já confiante o suficiente para arriscar que ele não fugiria. Apoiei minhas mãos em meus joelhos e respirei fundo. Treinar um animal não era tão fácil quanto pensava.

-Well, agora você vai saltar esses troços ai, Snow. Vai na fé, colega. -mandei e sentei. Como esperado, ele mal saiu do lugar. Bufei e rolei os olhos, levantando. Sem falar nada, puxei-o pela rédea e o fiz passar pelo primeiro obstáculo vagarosamente. Já no segundo, comecei a correr, o que fez com que ele também corresse. Sem parar para descansar, saltamos o obstáculos e fomos direto para  terceiro, ainda correndo. Ao fim do percurso, sorri. Puxei o cavalo alado para o início e repeti os exercícios anteriores, fazendo isso por mais três vezes. Cansada, parei por alguns minutos. - Okay, cansei. Mais algumas coisas e te levo de volta para os estábulos. - indaguei e parei para observar o animal, curiosa. Será que ele… Deixei o pensamento pairando em minha mente, sorrindo de forma vitoriosa. -Esquece. Por hoje chega. Vem, vou te levar de volta para seu cafofo. -puxei sua rédea e o induzi a ficar alguns metros mais à frente. Respirei fundo e me aproximei de suas costas, protegidas por um imenso par de asas. Passei a mão lentamente por elas e dei um passo para o lado, ficando de frente para uma parte de suas costas em que seria possível subir. -Fica quietinho ai que eu te dou uns torrões de açúcar depois, Snow. -pedi e apoiei minhas duas mãos ali. Peguei impulso e quando me preparei para subir, o pégaso andou mais para frente. Certo, eu não era a melhor em adestrar um animal. Rolei os olhos. -Certo, vou andando. Mas não vou facilitar para ti não, colega. -falei sem ânimo, pegando suas rédeas.

Adentrei a floresta para voltar ao Acampamento Meio-Sangue e observei o caminho. Árvore era o que não faltava ali. Um esboço de sorriso malicioso brotou em meus lábios e comecei a puxar o cavalo vagarosamente, me aproximando da primeira árvore. -OLÉ. -gritei quando já quase batia na mesma, puxando Snow bruscamente para frente, o que o forçou a desviar. Um guincho pode ser ouvido pela floresta e eu ri. Decidi repetir o processo até chegar ao fim da mata. Dessa vez, correndo e pulando troncos caídos que apareciam no caminho. Meu animal de estimação provavelmente já estava irritado comigo, mas aquilo treinaria sua agilidade. Quando avistei a saída da floresta, decidi fazer um zigue-zague para finalizar tudo. O mais difícil era guiar o pégaso e ter que desviar dos empecilhos alheios, mas no fim consegui chegar intacta -fora alguns arranhões minúsculos nos braços- ao acampamento.

Respirando fundo e dando a sessão “treine seu mascote” por encerrada, me coloquei à andar em direção aos estábulos de forma lenta. Alternei o braço que puxava as rédeas, já que o outro estava completamente dolorido, e observei o cavalo alado enquanto caminhava. Precisaria dar uma boa escovada em seus pelos depois. Minutos mais tarde, finalmente fechava a porteirinha da coxia. -Te vejo depois. -disse para o cavalo sorrindo e sai dali, voltando à adotar a expressão fechada de horas antes.

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Brenda T. Collins em Sab 22 Fev 2014 - 17:34

Adestrando Alida
 
  Eu sei que disse que desisti de treinar Alida, mas isso não seria possível já que posso precisar dela em minhas futuras missões. Ele teria que me obedecer, gostando ou não. Falando assim parece até que eu não gosto dela, mas não é verdade, é só que... Ela me irrita muito. Nosso treino ministrado ontem não foi bom, mas eu esperava que isso mudasse hoje. Não entendo qual a dificuldade dela em me obedecer.


 Levantei-me da cama, me arrumei e fui ao pavilhão tomar café, levando comigo um pouco de carne cru que arranjei para Alida – essa era minha maneira de fazê-la ir aonde queria. Depois de comer um pouco me dirigi à arena, havia alguns campistas adestrando seus mascotes ali - dã.Você ainda vai me obedecer assim. – disse para Alida me referindo ao modo como os outros mascotes obedeciam a seus donos. Ela me lançou um olhar desafiador.


  Aproximei-me de uma mesinha com alguns brinquedos para os mascotes. Peguei uma bolinha que Alida não teria dificuldades em segurar no bico. Não sabia exatamente como treinar um grifo, mas imaginei que coisas básicas que usam para treinar cãezinhos poderiam servir para fazer com que ela me obedecesse. – Está vendo esta bolinha? – disse girando-a em minha mão para que Alida soubesse a qual bolinha me referia. – Então, eu vou jogá-la e você vai ter que trazê-la de volta pra mim, entendeu? Super simples, não acha? – disse. Alida assentiu. – Tudo bem, vamos lá – disse jogando a bolinha. Alida acompanhou a bolinha com a cabeça, mas não correu atrás dela. – O que está esperando? Vai atrás dela! –disse meio dura. Para minha surpresa e alegria, Alida me obedeceu. Ela saiu correndo até aonde a bolinha havia caído e, ao chegar lá, tentou pegá-la com o bico. Ela teve certa dificuldade em fazer isso, a bolinha tinha o tamanho correto para seu bico, mas ela ficava escorregando dele. – Vai, Alida! Você consegue! – disse rindo dela. Quando finalmente a bolinha parou em seu bico, ela voltou correndo em minha direção. Parou em minha frente e jogou a bolinha em meus pés. “Tem algo mais desafiador?” ouvi ela dizendo em minha mente. Mais? Você mal conseguiu pegar a bolinha! – disse zombando dela. Alida fez uma careta. – Tudo bem, que tal treinarmos ataque? – disse indo em direção ao barracão com bonecos de palha, autômatos e outras coisas que poderiam ser usados pelos campistas e seus mascotes nos treinos. Como seria a primeira vez de Alida, escolhi um boneco de palha como seu alvo.


  Voltei para o lado dela e coloquei sua primeira vítima no chão, prendendo-a. – Está vendo estas bolas vermelhas? – perguntei indicando com os dedos as tais bolas. – Ataque o boneco nestas áreas, ok? – concluí me afastando do alvo. “Vai ser fácil!” disse enquanto se preparava para atacar. Alida saltou em direção ao boneco e acertou a cabeça dele com seu bico afiado. Ela ainda era só um filhote, mas fez um belo furo na cara de sua vítima. –Tente arrancar os membros! – aconselhei. Duvidava que ela conseguiria fazer isso, ou pelo menos tentasse, mas ela partiu para outro ataque, mirando o braço direito dessa vez. Uma vez tendo o braço em seu bico, ela começou a puxá-lo para baixo e a sacudi-lo e a costura no braço começou a rasgar aos poucos. – Tente girá-lo para que se solte mais fácil. – Como os jacarés faziam isso para arrancar os pedaços de suas presas, imaginei que seria um bom conselho. Alida não seguiu meu conselho de imediato, mas percebendo que isso ajudaria, deu um giro de 360° fazendo com que o braço girasse junto. Deu mais alguns puxões e giros até que finalmente o braço se soltasse do corpo. – Boa, Alida! Isso deve ter doído. – elogiei o progresso dela. – Ataque o tronco, agora. – Ao ouvir o próximo comando, ela pulou em direção ao tronco do boneco, atingindo a cintura dele. Ela o atacou novamente, dessa vez acertou bem onde estaria o umbigo da vítima. Acho que Alida estava se divertindo fazendo isso; ela o atacou mais várias vezes no tronco e depois para os membros, fazendo um belo estrago no boneco de palha.



  Quando julgou ter terminado serviço, virou-se para mim. “Eu disse que seria fácil” seu tom era de superioridade. –Sim, você disse. – falei abaixando-me para acariciar sua cabeça. – Se você continuar assim vai se tornar uma arma mortífera. – Alida pareceu gostar do que eu disse; estávamos, finalmente, começando a nos entender. – Está bom por hoje, Alida. Você foi ótima. 


Legenda: minha narração; minhas falas; "meus pensamentos"; "falas do mascote"

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Grace Bruckeimer Watson em Seg 21 Abr 2014 - 1:23

Her name is candy
And she is a horse from the hell

Ainda não estava acostumada com o Acampamento Júpiter e não achava que me acostumaria tão facilmente. Não digo que sejam pessoas más, mas são rudes e duros demais. Talvez eu simplesmente não tenha nascido para isso. Não sei ser rude, dura ou nada nesse estilo. Eu sou só a Grace, oras. Por mais que esteja ali há algum tempo e seja filha de Plutão, não sabia ser nada disso que os campistas dali eram. Outra coisa que me irritava sobre eles era o fato de odiarem os chamados gregos. Não acho que nós do acampamento Júpiter sejamos tão inteligentes assim, não em maioria. São os mesmos deuses com formas e nomes diferentes, mas nós insistimos nessa briga boba. É claro que guardava esses pensamentos para mim mesma já que, caso me expresse com uma opinião tão contrária assim - ainda mais tratando-se de gregos -, eu serei expulsa, espancada, linchada, morta ou coisas nesse estilo. Sim, os romanos são teimosos e orgulhosos a esse ponto.

Saí do dormitório da V coorte onde eu me encontrava em grande parte do tempo enquanto brincava com o pingente do meu colar, o que ganhei quando Plutão resolveu me aceitar como sua filha. Sim, aceitar. Não acredito que ele tenha orgulho de mim, até porque, a filha do deus do submundo é carinhosa, meiga e mole demais para suportar o acampamento Júpiter. Com toda certeza ele se envergonha de mim, mas eu não me envergonho do modo que sou e é isso que importa. Saí saltitando pelo acampamento. Passei pelo estábulo pegando toda a estrutura de cavalaria e voltei a saltitar até chegar em algum lugar perto das colinas de Oakland. Estava decidida a brincar com Candy. Sim, Candy. Esse é o nome do cavalo que vive dentro do meu colar. Na verdade, esperava que não me vissem saltitando. Por mais que eu fosse da V coorte e eles já estivessem acostumados com a cena, não gostava do que falavam de mim. Mesmo que apenas sussurrassem ou coisa do tipo. Sabe, às vezes até sinto vontade de ir discutir, mas alguns deles - a maioria - são mais fortes e de coortes “superiores” à minha, então não adiantaria. Nem medo de mim eles têm, por mais que seja filha do deus do submundo.

Finalmente chegara ao início da colina. Olhei para os lados a fim de ver se alguém me observava ou estava por ali. Não vendo ninguém, respirei fundo e apertei as mãos atrás do corpo. - Candy! - Chamei de olhos fechados. Quando os abri, lá estava minha égua. Joguei os objetos de montaria no chão de uma vez e olhei para a égua. Precisava treiná-la tanto quanto eu precisava treinar, então faríamos uma equipe e treinaríamos para evoluir juntas. - Hey, Cands. Resolvi passar um tempo com você, o que acha? - Questionei. A égua me olhou de modo estranho e inclinou a cabeça levemente para a esquerda. - É, seria uma surpresa se me respondesse. - Comentei para mim mesma. Candy era tão diferente quanto eu. Ela não era como os outros cavalos, assim como eu não era como os outros campistas. Pelos vermelho-sangue e dentes de prata. Tem como ser mais “diferente” do que isso?  - Vai ganhar carne ao final, menina. Mas somente se comportando. Temos um trato? - Perguntei com um enorme sorriso no rosto. Ela abaixou a cabeça e corri até ela, ansiosa para aprender como lidar com uma criatura tão extraordinária daquelas.

De cara minha primeira dificuldade seria colocar toda a estrutura necessária para montaria. Não, eu nunca montara um cavalo antes. Talvez porque quando se mora em New York ninguém precisa de um cavalo. Prendi cabresto no bridão correto para domar um cavalo e o coloquei na égua, conectando a rédea ao cabresto. Menos uma parte. Coloquei o estribo juntamente com a sela e os apertei o suficiente para que pudesse cavalgar e treinar Candy com tranquilidade. Parei ao lado direito de Candy, coloquei o pé no estribo, as mãos na sela e tentei subir, jogando todo o meu peso na perna direita. A égua empinou me fazendo cair. - Candy, isso não foi nada legal ou educado. - Disse ainda caída no chão. Me levantei e respirei fundo. - Vamos tentar novamente. - Murmurei perto da égua. Voltei para o lado direito e fiz o mesmo que fizera antes. Novamente Candy empinou e logo eu estava no chão de novo. - Caramba, Candy. O que estou fazendo de errado? - Perguntei à egua. Ela indicou o outro lado com a cabeça e eu estreitei s olhos. Não era possível que ela estivesse me derrubando simplesmente por estar tentando montar do lado errado. Suspirei e resolvi seguir a “instrução” da égua. Fui para o lado esquerdo dela, coloquei o pé - também o esquerdo - no estribo, as mãos na sela enquanto segurava a rédea e apoiei a perna esquerda no estribo, jogando todo o peso para a direita para que pudesse ficar sentada na sela. Não, Candy não empinou e nem me arremessou. - Já é um avanço, Candyzinha. - Comentei com um sorriso enorme no rosto. - Ok, próximo passo… Como a farei andar? - Perguntei para a égua. Parei um tempo, encarando o céu e acariciei a cabeça de Candy. Ela ficara mansa e isso com toda certeza era bom. Passei alguns segundos pensando e tentando lembrar de como os outros campistas faziam. Os via galopando pelo acampamento e nem isso sabia repetir. Suspirei e, quando finalmente lembrei, tentei reproduzir a cena. Bati os pés presos aos estribos com bastante força e o animal começou a andar, mas me sentia culpada por ter batido nela. - Me desculpe, Cands. Mesmo. - A égua não pareceu ligar para o que eu falava e continuara andando. Concluí que não havia problema algum fazer aquilo, então bati mais uma vez. A égua empinou fazendo-me cair para trás. Candy não era nada educada. - Candy, isso não foi educado. - Comentei por entre os dentes. A égua bufou, balançando a cabeça e eu levantei do chão com certa dificuldade. Estava um tanto arranhada. Montei na criatura novamente pela esquerda e bati com os pés para fazê-la andar. Segurei bem na cela e bati novamente. Ela não havia empinado e estava trotanto. Se eu o fizer novamente, não acho que a égua vá empinar. Não de novo. O fiz novamente, e novamente e lá estava a égua galopando.

Graças à minha inexperiência, eu estava galopando pela colina sem o controle da égua enquanto gritava para ela parar e, quando cansava de gritar tentando impedi-la, mas não adiantava. Também puxava a rédea, mas não fazia muita diferença. - Se não parar agora, não vai ter comidinha extra nenhuma, Candy! - Gritei para a égua, que parou logo e de uma vez só, fazendo-me se arremessa-da para o outro lado. Não tentei levantar e fiquei deitada ali por um tempo, observando o céu. Ainda deitada olhei para Candy e suspirei. - Eu tento te ajudar a ser educada e é assim que me agradece, Cands? Machuca, sabia? - Resmunguei sentando ao fazer biquinho, ainda olhando a égua. Às vezes penso que me sentiria mais confortável se ela fosse como os outros cavalos, mas então lembro que ela é tão diferente quanto eu e me sinto reconfortada por ela ser diferente.

Assim que me levantei, eu e Candy voltamos ao estado de caminhada juntas. Eu estava bem feliz, mas tal sentimento não durou muito tempo. Alguém apareceu e Candy ficou “louca” pelo fato de ser carne. Ela via todos como um pedaço de carne, exceto por mim. Temos que treinar isso. Ela começou a galopar atrás da pessoa, que corria assustada. - Candy, pare! Pare! É uma pessoa, não comida. - Exclamei sobressaltada. A égua não parou, mas diminuiu o ritmo para o trote. Desci do animal ainda em movimento e corri até ultrapassá-la e ficar de frente para ela. Assim que o fiz, cruzei os braços emburrada. Ela só parou porque eu estava ali. - Candy má, muito má. Isso não se faz. Pessoas são amigas. Só são inimigas quando eu disser que são. Entendido? - Disse com firmeza. A égua abaixou as orelhas e se virou para o outro lado. Respirei fundo, aliviada pela pessoa estar bem e me virei para ela. - Mil perdões. Ela ainda está em fase de treinamento. - Disse, completando com um “e essa fase vai durar um bom tempo” mentalmente. Corri até a égua e peguei sua rédea, mas não montei. A segurava pela rédea apenas acompanhando sua caminhada. - Temos muito o que treinar, senhorita Candy. Que coisa feia essa que você fez hoje. - Briguei sem aumentar o tom de voz. O animal ainda estava com as orelhas baixas e envergonhada. Ao voltarmos para o local de início do treino, tirei tudo que havia colocado na criatura para adestrar e e joguei no chão, novamente. Chamei Candy de volta para o colar e peguei todos os objetos.

Saí saltitando das colinas de Oakland até os estábulos e, após guardar os instrumentos de montaria, voltei saltitando para o dormitório, onde faria alguns curativos nos arranhões. É, alguns nos arranhões eram um pouco fundos, como alguns nas pernas que foram graças aos objetos de couro para a montaria. Nada suficientemente grave para perder tempo na enfermaria, então me viraria com curativos básicos no dormitório após um bom banho.

cute ● camiseta SPQR, short jeans e converse preto ● Candy ● Happy
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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Sky Wittelsbach Colfer em Seg 28 Abr 2014 - 22:51

baby be the class clown,
I'll be the beauty queen in tears, It's a new art Showing people how little we care form
Meus olhos pesavam e cada músculo do meu corpo doía. Estava em combate com um campista de Apolo há pouco minutos e mesmo assim não me aguentava de pé. Em um movimento movido pelo desespero, ergui uma de minhas adagas e finquei na perna do rapaz, em um movimento tão rápido que nem mesmo um muro daqueles poderia se esquivar. Ele caiu no chão e eu aproveitei a oportunidade para enfiar minha mãe em sua cara com um murro entre os olhos. - Chega, aborzão, você é bonitinho demais para sair desmaiado daqui. Aceite que perdeu. Depois te dou a chance de uma revanche. - disse, me abaixando e sussurrando. Sorri de forma sarcástica e me virei, começando a sair dali. Só deixei que a expressão de dor tomasse meu rosto por inteiro quando já não era mais observada pelo inimigo.

O sol já caia ao céu, dando espaço para a lua minguante. Treinava desde que ele surgira graças ao tédio que predominava aquele acampamento. Caminhei para fora da arena sem saber o que fazer. O chalé era a última das opções. Passear não seria divertido porque sabia que não encontraria Davos para irritá-lo como nas outras vezes, já que o mesmo sumira. Suspirando, decidi visitar meu pégaso, que eu nem ao menos sabia se ainda estava vivo. Acelerei meus passos em direção aos estábulos, tentando controlar a respiração. O destino não era tão longe, mas dava uma boa caminhada.

Minutos depois, finalmente já adentrava o espaço. Procurei por Twerk em meio aos outros mascotes que ficavam ali, achando-o no fim dos estábulos, preso na sua parte. - Eae, garotão! Sentiu saudades, né? - ri enquanto passava a mão por seu rosto de forma carinhosa. Observei o resto de seu corpo. - Você ta meio gordinho, hein? Sedentário - rolei os olhos. Ao que tudo indicava, o filho de Deméter que me ajudava com o pégaso não estava sendo útil. O dia que eu resolver esfregar a cara dele no asfalto quente ele aprende. - Vem cá. Vamos melhorar sua situação. - adentrei a baia e peguei as rédeas, dispensando a cela. Prendi tudo certinho e puxei-o para longe dali. - Até chegar na arena, demoraremos demais e hoje não quero voar. Vou te treinar aqui mesmo. Fica ai enquanto eu procuro coisas pra te fazer saltar. - indaguei de forma firme. Não sabia se Twerk obedeceria uma dona que mal aparecia para ver se ele ainda existia.

Voltei para dentro dos estábulos e olhei todo o perímetro. Precisava de objetos grandes o suficiente para que meu pégaso pulasse, mas achar isso ali seria meio complicado. Entrei na baia de um cavalo normal e catei sua cela, tomando o cuidado de passar longe de suas patas. Depois de levar o primeiro obstáculo para fora, voltei a procurar coisas. Avistei uma porta fechada e caminhei até ela, que continha "armário" gravado em grego, perto da maçaneta. Tentei abri-la normalmente, mas a mesma se encontrava trancada. Suspirei e dei um soco forte nela, machucando a mão. - Mas que bosta, qual a necessidade? -trinquei os dentes depois de falar. Sem opção, me afastei da porta e alonguei rapidamente o pé esquerdo. Depois de alguns segundos, me afastei para pegar impulso e chutei. A cena a seguir não foi muito bonita não. Doeu tanto quanto meus olhos ao ver a maquiagem inspirada em cereais das filhas de Deméter. Depois de toda a dor, percebi que a porta estava apenas arranhada. - Ah,  faça-me um favor né - reclamei, puxando as adagas da cintura para golpear a madeira. Depois de alguns minutos, chutes  e gritos histéricos, a porta finalmente abriu. Dentro do armário eram guardados coisas como carrinhos de mão, vassouras e pás. Decidi pegar dois carrinhos de mão, levando um de cada vez com o objetivo de montar um super mini circuito para Twerk. Com os braços doendo, finalmente voltei a dar atenção ao pégaso. - Certo, garotão, vamos lá. Primeiro eu te puxo, depois você vai sozinho e depois acho que poderemos voar. - sorri de lado, puxando as rédeas.

O primeiro obstáculo era a cela. Não era lá grande coisa, então realmente esperava que o animal conseguisse. Depois de levá-lo mais para trás, pegando uma boa distancia de todo o circuito, comecei a correr enquanto puxava as rédeas. Twerk conseguia ser mais sedentário e gordo que eu. No meio do caminho, parou e começou a comer a grama adubada dali. Bufei e tentei puxá-lo para trás novamente. - Ow, você é um pégaso ou um saco de batatas? Colabora, filhote. - disse ríspida, fazendo força para que ele me acompanhasse. Repeti os mesmos passos da primeira tentativa, e dessa vez só paramos alguns centímetros antes do objeto. Respirei profundamente  e voltei para o lugar da largada. Dessa vez não pararia nem que o cavalo caísse e saísse arrastando a fuça no chão sujo. Começamos a correr e ele finalmente passou as patas sobre a cela, mas parou antes do carrinho de mão. - Olha aqui seu pangaré, eu NÃO sou obrigada a te treinar. Se depender dessa sua vontade ai, eu te largo aqui pelo resto do século e você vira mais um pégaso com obesidade mórbida, com tanta, tanta gordura, que a sujeira continuaria entre suas banhas mesmo depois de um banho bem tomado. Se orienta, ow. - me irritei levemente, puxando as rédeas novamente até a largada. Corremos mais uma vez. Fiz com que ele pulasse os primeiros obstáculos, mas no terceiro Twerk bateu as patas dianteiras no carrinho e caiu por cima dele, quebrando-o e quase me levando junto. - VAI SER IMPRESTÁVEL ASSIM NAS PROFUNDEZAS DO TÁRTARO, VAGABUNDO - gritei, largando a rédea enquanto me afastava. Podia sentir meu rosto esquentando de raiva, mas quando olhei para o céu percebi que ainda era cedo. Não podia parar até começar a escurecer.

Respirei fundo e voltei para perto do pégaso. - Não se machucou? Ótimo. Vamos voar. Anda. - ordenei, puxando-o. Quando percebi que o cavalo alado já estava firme - ao menos para um frango como ele - novamente, peguei impulso e subi em seu tronco. Com as rédeas e com os pés, o instiguei a andar e, consequentemente depois de alguns minutos, voar. Por alguns minutos, planamos acima da área dos estábulos, mas então fiz com que sobrevoássemos o acampamento. Twerk não estava acostumado a sair de solo, então vez ou outra despencávamos alguns metros. - Abre as asas. Quer voar como, flor? - ironizei. A sensação era maravilhosa. Voamos pela praia, e nesse momento fiz com que ele abaixasse o suficiente para que suas patas tocassem a água. Claro que nesse momento quase fui derrubada, puff. Meu pégaso estava mais para um pombo.

Dez minutos depois passávamos pela floresta. Das árvores eu preferia manter distancia. Porém, por um descuido, fiz com que o pégaso se inclinasse, começando a descer em direção a uma árvore. - AI SENHOR. REAGE. BORA, SEU INÚTIL. SE EU MORRER VOLTO PRA TE MATAR, SUA PRAGA. - gritei quando me desesperei. Sentia que era ignorada completamente. Tudo que vi foi um galho acertando minha cabeça, me jogando no chão automaticamente. O pégaso também caiu, mas a dor na cabeça e no corpo era tanta que não consegui acompanhar sua queda. Sentia a grama molhada e cheia de bichos por baixo do meu corpo. Sabia que estava perto  o suficiente do acampamento para que fosse achada antes do jantar, então me permiti fechar os olhos. E, bem, se não me resgatassem o problema e a perda seriam deles. Eu continuaria a brilhar, porém um pouco abaixo da superfície mortal. Então, tudo se apagou.

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Zoey M. Ludwing em Qua 18 Jun 2014 - 17:53


– NAOMI! — Gritei, correndo atrás de uma pequena quimera, que mais me parecia com um gato. – VOLTE AQUI! — Parei e cruzei os braços, batendo o pé no chão manhosamente. Naomi percebeu que eu não estava brincando e parou, me olhou, espirrou e começou a rolar no chão tentando morder o próprio rabo de escorpião. Revirei os olhos. Como um monstro pode ser tão manço e medroso? Senti um estralo em minha mente e peguei Naomi no colo, correndo com ela até a arena. Quando a soltei, ela se jogou no chão e voltou a rolar atrás do rabo.
Olhei em volta, a procura de algo que pudesse me ajudar e meus olhos pousaram em uma lança desafiada. Aquilo não serviria para machucar, mas serviria perfeitamente pra irritar. Peguei a lança e comecei a cutucar Naomi com ela, que mal se importou. A cutuquei mais forte, até que ela deu um salto para ficar de pé e rosnou. Tentou morder a lança, mas desviei a e cutuquei na asa. A pequena rosnou ainda mais alto e fincou o ferrão da calda na madeira, que logo se tornou gelada e mórbida em minhas mãos. – Boa garota. — Murmurei e saltei sobre ela, que tentou fugir com um guincho, mas a segurei. Ela me cabia facilmente nas duas mãos e se debatia, tentando acertar-me com o ferrão, mas eu desviava. Eu estava conseguindo. Quando finalmente a soltei no chão, a criatura tentou me queimar com seu cuspe de fogo, mas eu desviei com facilidade. – Naomi! Chega! — Eu disse, autoritáriamente, mas ela apenas me ignorou e continuou a cospir bolas de fogo.  Eu tinha conseguido transformá-la no monstro feroz que deveria ser, mas agora chegara a parte difícil... Agora eu teria que fazê-la me obedecer. 
Naomi levantou voo, vindo em direção ao meu rosto tão rápido que só tive tempo de levantar a mão e dá-la um tapa, que a desviou de caminho. Ela caiu no chão, em pé, e correu em minha direção. Saltou sobre meu peito e a segurei nos braços.  –  Quieta, Naomi! — Afaguei sua cabeça um pouco até acalma-la. A soltei no chão e revirei os olhos. Isso seria complicado. –  Naomi, deita. — Tentei, mas não funcionou. –  Naomi, deita! — Novamente, não recebi resposta alguma. Ela apenas ficou sentada no chão, me olhando com os grandes olhos amarelos. Olhei em volta novamente. Havia um saco com carnes jogada no canto da arena. Caminhei até lá e peguei três fatias de carne. Voltei para perto do meu animal. Assim que viu as guloseimas que eu trazia, ela alçoou voo, mas se sentou novamente no chão quando viu meu olhar de reprovação. –  Naomi, deita. — Repeti a ordem, e desta vez, ela a cumpriu. Me permiti sorrir levemente e joguei um pedaço de carne pra ela. –  Naomi, pega aquela espada. — Apontei com a cabeça para uma espada qualquer jogada no chão do outro lado da arena. Naomi virou a cabeça, ponderando se devia ou não fazer aquilo, mas olhou para os bifes em minha mão e voou até a espada, a pegou e trouxe até mim. Joguei outro bife pra ela.  –  Agora, pegue aquela fruta. — Apontei para uma fruta no alto de uma das árvores que ficavam perto da arena. Ela nem ao menos exitou e voou para pegar a fruta. Ela a trouxe até mim, mas suas garras haviam danificado a pequena fruta inteira. Joguei o último bife pra ela. –  Naomi, vá até o chalé e traga o meu escudo até aqui.  — Mandei. A quimera olhou minhas mãos, que agora não carregavam bife nenhum e virou a cabeça, parecendo pensar. – Vai. AGORA! — Gritei. Naomi espirrou e bufou, mas saiu voando. Menos de dois minutos depois, ela estava de volta, carregando meu escudo nas patas. Pela primeira vez em semanas, me permiti sorrir. A chamei e peguei o escudo de suas patas, e ela pousou eu meus ombros, se enrolando em meu cabelo e mordendo minha orelha. – Boa garota. — Murmurei e a levei de volta para o chalé 2. Estava bom... Por hoje.


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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Chillie P. Möhrhauser em Sex 4 Jul 2014 - 22:58


felix, la praga

Felix caminhava feliz perto de mim, esfregando a pelagem esbranquiçada nas minhas pernas. Era incrível o tanto que ele tinha crescido, já não era um filhotinho, era um lobinho quase formado, embora que ainda muito infantil. Resolvi levá-lo para dar uma volta, pois havia tanto tempo que ele não saía do chalé que comecei a ficar com dó do coitado. Caminhamos lentamente até chegar no treino de adestramento, e percebi logo de cara que Felix começava a implicar com um tigre de algum filho de Dionísio, não gostei. "Felix, pare já!"; ele não me deu ouvidos, e continuou a rosnar para o tigre. Felix e o tigre começaram a brigar, e tanto eu quanto o filho do Sr. D, não sabia oque fazer.
"Felix, eu mandei parar agora!"; gritei contra o lobinho que continuou a brigar feio com o tigre, rolando mordidas e garras, o filho de Dionísio correu chamar algum instrutor, mas não queria pagar mico por causa do maldito lobo. Corri até uma mesa com "agrados" para tigres de Dionísio, e voltei até lá. Era um sininho, quando cheguei perto dos dois, balancei o sininho e o tigre parou no mesmo minuto, ele veio correndo em minha direção e arremessei o sino longe, para onde ele correu. Andei até Felix, ele estava muito machucado; havia ferimentos nas patas e nas pernas, escoriações por todo o focinho e um pouco de sangue escorria deste. Me levantei do chão, chamando Felix, mas este quando tentava levantar, cambaleava e caía no chão. 
Fui até ele e fiz um carinho em sua cabecinha, ele parecia estar em dor, algumas pessoas vieram perguntar o que tinha acontecido, mas eu apenas fingi não vê-las. Com as duas mãos, peguei o torso de Felix, levantando-o em meu colo. Levei-o até uma enfermaria de mascotes, que não era muito longe. Algumas enfermeiras apareceram, enquanto colocava-o em uma maca, elas se ofereceram para ajudar, mas pedi licença. Caminhei até um balde comum e enchi de água da torneira da enfermaria, e peguei também ataduras, um pano, álcool e néctar curativo. Deixei os materiais do lado da maca e me ajoelhei. Peguei o balde e ofereci água a ele, Felix bebeu um pouco mas parecia não ter nem energia para tal. Depois peguei o pano e molhei com a água e um pouco de álcool, e com o pano limpei sua pelagem ensanguentada e seu focinho machucado, ele parecia fazer caretas de dor, mas tentei não pensar nisso. Após isso, dei um pouco de néctar para Felix, que bebeu com um pouco mais gosto. Com um conta-gotas, pinguei cinco gotas de néctar em cada ferimento, tomando cuidado, néctar demais queima a pessoa. Felix fez uma cara melhor, e senti meu coração aquecer-se um pouquinho. Em seguida, comecei a colocar suas ataduras, enfaixando suas pernas com ferimentos e parte de seu torso. Feito isso, guardei novamente todos os materiais e postei-me ao seu lado, fazendo carinho até este cair no sono. 
Uma enfermeira veio falar comigo, dizendo que era importante estar do lado de Felix naquele momento. Também disse que fiz muito bem o procedimento, e que daria uma boa enfermeira, agradeci e falei que iria para meu chalé, trazer alguns agrados para quando ele acordasse.
Sai da enfermaria com o coração partido, e mesmo que não tinha o ensinado a sentar, deitar ou rolar, apenas dei meu amor para Felix. E realmente esperei que sua saúde melhorasse, mesmo não tendo o "adestrado", mostrei meu amor por ele, e talvez isso seja melhor que fazê-lo obedecer minhas ordens. Ame seu mascote, antes de adestrá-lo. Uma lágrima escorreu sorrateira de meu olho, e limpei-a rapidamente, antes que qualquer um visse.


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Deméter — Cuidado pois é para ser um treino! Eu percebo que seja um momento crucial com o seu mascote, mas não houve quase desenvolvimento nenhum em termos de "treino". 
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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Sex 19 Set 2014 - 14:53




TREINO NERÓ


- Chega de descanso, Neró! Hora de treinar! Nessa folga que você anda vai acabar perdendo a forma... – briguei com o hipocampo assim que cheguei na quebra das ondas da praia dos fogos de artifício. Já fazia um bom tempo que tanto eu quanto meu amigo estávamos parados, sem missões ou algo emocionante no acampamento. Mas isso não era motivo pra deixar de treinar, quando menos se espera temos que estar preparados pra lutar. Eu estava ainda mais ciente disso depois de minha temporada no AJ. O hipocampo, porém, não concordou com minha crítica, relinchando alto e dizendo vários palavrões telepaticamente.
 
-Vamos começar! Tente me pegar e não ser ferido.– ordenei. Neró bufou e me olhou raivoso, demonstrando que estava pronto para o desafio. Era incrível como uma criatura tão majestosa podia aparentar ser tão mortal. Mesmo depois de tanto tempo de parceria, ainda me impressionava com sua determinação. Observei-o sacudir a crina de barbatanas brancas, que combinavam com o resto do corpo liso como de um golfinho e também perolado. Estava na hora da ação. Ergui meu tridente no ar, o que foi suficiente pro mar naquela pequena região se agitar. Logo concentrei meus poderes e, sorrindo de lado, senti minha força emanar no tridente agora envolvido por uma áurea azul.
 
Com o controle aquático aumentado, forcei a movimentação da correnteza pra se tornar ainda mais forte contra o hipocampo, deixando-o com extrema dificuldade pra nadar até mim. As ondas se formavam na direção contrária: da praia para o oceano. Elas colidiam com as ondas que seguiam seu curso normal e quebravam em cima do animal. Seu esforço para sair do lugar era em vão, eu o estava prendendo com tamanha a força que a água tinha em movimento. O espertinho, então, tentou escapar nadando totalmente imerso na água. Então também mergulhei e apontei o tridente em sua direção, gerando um fluxo d’água tão forte que o fez ser carregado para trás alguns metros. Isso o irritou ainda mais.
 
A recuperação do meu amigo, porém, foi inesperada. Ele decidiu saltar como forma de locomoção. Inteligentemente, ele estaria fora da força que eu imputava na água e conseguia se aproximar. Mas essa estratégia sagaz era ao mesmo tempo arriscada. Ele precisava entender que em situação de luta, a água era o local mais seguro pra nós. Exposto como ele estava poderia ser facilmente atingido. Pra ensiná-lo, comecei a lançar rajadas de água em sua direção. Com cada vez mais força e velocidade, movia meu abençoado tridente para que as rajadas o atingissem. Inicialmente só o incomodou, afinal o baque não era suficiente para feri-lo. Contudo, logo as rajadas tomaram a forma de adagas de prata. Vi os olhos do cara de cavalo se arregalarem assim que ele percebeu o que estava acontecendo. Por pouco não foi atingido pela primeira adaga, sorte que desviou num belo matrix no ar.
 
Mas o fluxo de adagas que voavam contra ele era de, no mínimo, dez adagas por segundo. Apesar de se defender com maestria e se aproximar cada vez mais, a criatura estava exausta. E assim, de repente, uma das adagas conseguiu perfurar seu tórax no ar. Neró caiu no mar atingido com um baque surdo. Imediatamente cessei meus poderes e, desesperado, gritei por ele. Mas nada, nenhuma resposta, nem telepaticamente. Eu não devia ter exagerado no treino, o quão grave poderia ter sido seu ferimento?
 
Antes que eu pudesse mergulhar pra resgatá-lo, percebi em frações de segundo o hipocampo saindo da água em minha direção. Pulou em ataque, com a boca aberta mostrando os dentes afiados de tubarão, narinas e brânquias infladas e um olhar tenebroso. Por reflexo, me materializei completamente em água, cada parte do meu corpo se transformando no líquido de dois hidrogênios e um oxigênio. Com a bocanhada que levei, me espalhei por ali – o que, por sorte, não doeu ou me matou, mas foi bem desconfortável. Depois voltei a forma de carne e osso – e isso doeu um pouco, no nível de um soco no estômago- e o encarei boquiaberto.
 
- Você ia me matar?! – em resposta só tive um relinche, o que me fez perceber o ferimento de Neró.
-Sinto muito, não queria te ferir, mas faz parte do treinamento. Mas de que importa? Você ganhou de mim mesmo! – disse orgulhoso, o que acalmou o hipocampo. O corte não era grave, ele iria se recuperar em pouco tempo. Despedi-me, dando o treino por encerrado, e voltei pro chalé.
 
poderes:

Poderes passivos:
Comunicação Telepática (lvl 5)
Movimento das correntezas (lvl 11)
 Transformação em Água (lvl 15)
Poderes ampliados (lvl 17)
Poderes ativos:
Rajadas Aquáticas - Os filhos de Poseidon poderão projetar rajadas fortes, necessita de uma fonte, como o mar. Faz com que as ondas do mar fiquem com mais velocidade, tornando-as cortantes, aumentando sua potência. Pode-se em outra ocasião, fazer com que as rajadas tomem formas de adagas de prata.
Tridente Abençoado - Criará uma áurea azulada em volta de sua arma, que logo se assemelhará a um tridente. Do tridente, assim deixando sua lâmina mais afiada e pode disparar um jato mais potente e maior controle aquático.




150 X P

Gramática (0-40 xp): 40 .-. Coesão (0-40 xp): 40 .-. Desenvolvimento do Treino (0-70 xp): 70

Quíron - Parecer: Excelente treino. Parabéns.

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Flynn Ehlers Sieghart em Seg 3 Nov 2014 - 23:49


Treino  de adestramento de Mascotes I
Os últimos raios do crepúsculo iluminavam o horizonte do céu quando eu chegava na área de treinamento de mascotes com Ícaro, um mocho de penas castanho-escuro, sobrevoando os galhos de uma árvore nas proximidades. Fui até a casinha que guardavam alguns equipamentos e encontrei uma luva protetora, usada para as aves de rapina. Com a luva em minha mão esquerda, estendi o braço e assoviei para que Ícaro viesse até mim. Ao ouvir o primeiro assovio, a ave apenas me observou, mas em minha segunda tentativa, mentalizei a intenção que eu possuía para que Ícaro a captasse. De alguma forma, eu descobrira que dessa forma eu conseguia me comunicar com a ave enviada a mim por Atena. A coruja abriu suas grandes asas e alçou um voo silencioso, pousando em meu braço envolvendo suas garras em minha luva de proteção.

— Acho que estamos começando a nos dar bem, não concorda, Ícaro? — acariciei suas penas, com os olhos arredondados dele me observando. — Dessa vez, vamos treinar uma coisa nova. Chega de buscar alvos parados, agora você terá uma outra tarefa. — o levei para o outro lado do campo de treinamento. Apontei para uma engenhoca que lançava galhos. No nível 1, lançava com almofadinhas que facilitavam a captura e a localização e o nível 2, tais galhos não possuíam essa facilitação. Apertei o nível 1 e me imaginei sendo o ícaro, alçando voo de meu braço e capturando no ar o objeto lançado pela máquina. Olhei para ele, ele olhou para mim com o bico entreaberto e com os olhos brilhantes, como se compreendesse o mundo quando eu conectava meus pensamentos aos dele.

Apaguei as luzes, e deixei apenas uma que iluminava a máquina, para que eu conseguisse ver. Olhei para o horizonte, já totalmente escuro e consegui distinguir muitas formas, árvores, alguns chalés do acampamento. Acreditava que aquela visão era um presente de nossa mãe Atena, fazia um tempo que começara a ver melhor no escuro. — Muito bem, vamos começar? — Apertei o botão e dei um impulso para que a ave voasse. Um som de disparo e logo em seguida o galho almofadado cruzou o céu. Ícaro tentou voar em sua direção, porém, o galho caiu no chão, só aí que ele o pegou e o trouxe de volta. — Acho que você terá que voar um pouco mais rápido... — falei passando a mão em seu dorso. Fomos para uma segunda tentativa. O mocho deu um impulso maior, fazendo o meu braço ir para baixo com sua força. Ele alcançou o galho no ar e acabou deixando escapar de suas garras.

— Continue voando! — gritei quando ele se voltou na minha direção. Dei mais um disparo, mirando a trajetória da máquina para passar próximo a Ícaro. Imaginei em minha mente como se fechava as garras ao pegar o galho no ar. Pareceu funcionar, pois quando o disparo fora dado, ele teve um tempo de resposta maior, conseguindo capturar o galho na penumbra da noite e o trazendo para mim. Repetimos mais algumas vezes, até que eu percebi que a coruja começou a ficar boa na captura. Passamos então para o nível 2. Os primeiros galhos escaparam da visão de Ícaro, mas em pouco tempo ele começou a perceber melhor a trajetória que o galho realizava. Fizemos uma pausa e então ofereci um pouco de água para ele e não demoramos para retornar ao treino.

Quando o galho acertou uma árvore, ouvi um som metálico e loco em seguida três morcegos mecânicos gritaram em um som de metal em protesto. Eles voaram diretamente em Ícaro, tentando morder e arranhar suas asas. Provavelmente era construção de algum filho de Hefesto que escaparam. Eu teria que ajudar a proteger minha coruja, imediatamente, toquei no primeiro pingente de prata em minha pulseira e uma lança negra se materializou em minhas mãos. Minha mudança de comportamento alterou a forma de Ícaro de agir, que iniciou uma batalha com os morcegos mecânicos. Ela usava suas garras para afastá-los e seu bico tentava penetrar no metal de seus corpos. Corri em sua direção e usei o impulso da corrida para jogar com força a lança em minhas mãos. O objeto acertou um dos morcegos em cheio e distraiu um segundo. Ícaro aproveitou o momento e arrancou uns fios que haviam no pescoço de seu oponente.

— Cuidado Ícaro! — o terceiro morcego aproveitara a distração da ave para fincar seus dentinhos metálicos nas penas da ave negra na escuridão que nos envolvia. Ícaro piou gritando de dor e fora como se eu também sentisse sua dor naquele instante. Peguei a lança e arranquei o morcego da ponta afiada, o que fez alguns fios de eletricidade iluminar minhas mãos. O morcego levou a coruja a cair em alguns galhos durante a briga. Aproximei-me da árvore e ouvia os sons da batalha e em pouco tempo, apenas um silêncio. Meus olhos rapidamente encontraram Ícaro machucado no chão e o morcego com o mesmo destino dos anteriores. — Você fez isso  sozinho? Venha, vou fazer uns curativos em você. — o peguei no colo e iniciei a caminhada até o chalé, aonde minhas irmãs me ajudariam a fazer alguns curativos emergenciais. Se Ícaro está se conectando mais com meus pensamentos, talvez em breve nós poderemos ir para missões juntos. Saí dali.

Poderes&Itens:
Visão Noturna - A coruja é o animal sagrado de sua mãe e você tem mais facilidade em ver no escuro. Mas não se engane! Isso não quer dizer que sairá vendo igual uma coruja. Poderá encontrar todos os detalhes do local, seja da batalha, do relevo ou do ambiente. Filhos de Atena tem a capacidade de distinguir objetos mesmo em meio à escuridão, não necessitando de uma grande luminosidade para ver.

Perícia com Armas II - Sua perícia agora aumentou, e você já é bom(a) em utilizar armas de maior alcance como arco-e-flecha; lanças e alabardas, mesmo que nunca tenha lutado com tais. Lembrando que suas armas preferidas serão normalmente, as de menor distância.

• Pulseira. [Pulseira com três pingentes. Cada pingente representará uma arma, com uma miniatura sua ligada à pulseira. A pulseira e os pingentes são feitos de prata, porém isso não interferirá na composição das armas. Há também um quarto pingente; é uma pequena coruja prateada, com olhos de safira azuis - tal mimo é apenas um enfeite, simbolizando a origem divina dos semideuses. Se perdida, em qualquer forma, voltará ao pulso do campista após 2 rodadas.
» Pingente 01: Lança de Titânio É uma réplica da lança de Atena. O cabo da arma é negro, enquanto a lâmina é prateada. A arma tem seu peso dividido (titânio é um material pesado) para que facilite os movimentos, com 1m de comprimento.
» Pingente 02 : Espada de Aço. Magicamente modificada para ter seu peso sempre equilibrado para o campista que a segurar. O cabo é feito de um material que impede que a arma escorregue das mãos do filho de Atena; na ponta, está entalhada uma corujinha prateada, 50cm de comprimento com a lâmina em uma largura média.
» Pingente 03: Capa da Invisibilidade. Esta capa permite que somente o dono a use podendo ficar invisível por até 2 turnos. É prateada e nela há o desenho de uma coruja com as asas abertas pronta para atacar, quando ela não é necessária se transforma em um vestido branco (Meninas) ou uma jaqueta de couro preta (Meninos).] ~ Presente de Reclamação.


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Gramática (0-40 xp): 40 .-. Coesão (0-40 xp): 40 .-. Desenvolvimento do Treino (0-70 xp): 60

Quíron - Parecer: Treino bem estruturado, porém creio que, pelo perfil de seus treinos anteriores, você tem condição de desenvolver mais.

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Quione em Ter 6 Jan 2015 - 2:08

Treinos corrigidos e perfis atualizados. Qualquer dúvida deverá ser enviada por MP.
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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Ronnie Forrester Caswell em Qua 7 Jan 2015 - 14:23



I will set you free

Saí cedo como sempre do chalé. Mesmo tendo ficada acordada até tarde jogando conversa fora. Sabem quando existe pessoas Diurnas e Noturnas. Então acho que sou uma dessas, sempre preferi acordar cedo, não sei porque é algo simplesmente inexplicável para mim aproveitar o dia. Mas isso não significa que eu não curta um sábado a noite. Acordei hoje com um objetivo, isso era um dos meus costumes. Sempre com um objetivo para o dia. Fiquei hoje de treinar com Gwendel, o pégasus. Fui caminhando pela trilha, o sol como sempre no seu posto. Parece que o tempo nunca muda na colina. Fui direto para os estábulos. Meu foco hoje era arrastar Gwendel para fora. Como havia prometido ano passado. Passando pela grama deu para ver, ela estava úmida provavelmente deve ter garoado pela madrugada. O cheiro de grama fresca era maravilhoso. Mas logo ao chegar na entrada do estábulo tudo mudou. Um outro cheiro cruzou o ar, e não era tão agradável. O feno dominava o local. Contorci meu nariz e adentrei ao estábulo. Fui andando até mais adentro do local, direto para a ala onde ficava uns poucos pégasus. E ali estava ele. Alto, lindo e imponente. Mas do que o normal. Você passa o verão inteiro achando uma coisa e quando ver ela já muda. O tempo corre direto e com Gwendel não era diferente. Abri a porta da ala e entrei. Gwendel parecia me reconhecer. Estava sim com muitas saudades dele, mesmo estando ali todo charmoso ele ainda tinha aquela meiguice que vira antes. — E aí bonitão, está pronto? — Falei enquanto o analisava de cima a baixo. Mesmo só tendo ficado o verão inteiro ali, seu corpo estava favorável. Agora só não sabia se a habilidade era a mesma.

Guiei ele até fora do estábulo, esperava que ele ficasse ali e não corresse como se estivesse no campo de centeio. Voltei para dentro do local, reparei que tinha umas coisas úteis para a situação. Peguei logo abaixo de mim cones sedimentares e barra de salto. Não era tão pesada dava para carregar até abaixo. Um espaço aberto para ele poder treinar. Fui caminhando com Gwendel ao meu lado e logo recebi olhares. Uma filha de Zeus com um pégasus a tira cola não passaria batido. Dei de ombros e continuei ao local. Aloquei os cones no chão de terra. Queria simplesmente começar com o básico com ele. E coloquei a barra de salto no lado oposto. — Vamos começar. — Falei para o pégasus que estava atrás de mim. Guiei ele até os cones e pedi para que ele contornasse. Ele me compreendeu. Eram 8 cones em zigue-zague. Isso parecia ser fácil, mas ele nunca tentou nada como isso antes. — Ô bonitão, isso! — Gwendel seguiu facilmente o percurso proposto. Mas logo na frente dos três últimos ele veio de ré. Tem sempre um impasse. Gwendel relinchou irritado. Não sabia o motivo dele ter feito isso, isso é tão fácil que qualquer cavalo conseguiria fazer. — É sério? — Falava retoricamente com ele. Gwendel abriu suas asas. Eram magníficas e estavam melhores e maiores do que antes. Para um pégasus que aprecia a liberdade esse treino estava realmente chochado. Teria que fazer algo no nível dele. — Então você quer agilidade? — Falei com ele que se virou contra mim. Parecia concordar. Passei meus dedos sobre meus cabelos pensativa analisando o local. O sol estava cada vez mais forte. Logo a frente avistei algo que chamou minha atenção. Era uma mureta de madeira com cabos para fora com tamanhos diferentes. A ideia logo surgiu em minha mente. Caminhei rapidamente até ela e fui arrastando para perto. Gwendel estava ali paradão só esperando algo para se mexer. 

Atrás da mureta havia algumas coisas penduradas. Até algo parecido com uma adaga. Tinta até dardos. Peguei alguns que se pareciam com isso. — Gwendel se prepare. — Demostrei ridiculamente como eu queria que ele fizesse, fiz na idiota esperança de que ele me compreendesse. Levei ele até o ponto de partida. Fiquei com medo de que se machucasse mas era isso ou deixar ele voar. Queria praticar na terra primeiro. Ele passou pela primeira parte, hesitei em jogar o tal dardo contra ele. Mas ele estava mole de mais. Elevei meu braço direito e joguei contra a mureta. Isso fez ele acender. — Isso seu danado! — Gritava feito uma maluca contra Gwendel. Alguns campistas que galopavam em cimas de cavalos riram. Mas outro dia eu ia mostrar o que é ter um Pégasus. Arremessei o outro dardo que fez Gwendel pular muito rápido. Joguei o outro ele e continuou seguindo. Agora estava quase chegando no último que para ele seria difícil. Pois estava bem alto. A mureta na lateral foi uma boa ideia. Arremessei meus dois dardos seguidos que um quase perfurou sua asa. — Foi mal por essa! — E então ele pulou o último juntamente com o último dardo. Ambos quase se chocaram mais foi pura sorte. Suspirei. Passei minhas mãos sobre meu rosto, não era eu que estava correndo mais fiquei suada do mesmo jeito. Já estava até pensando na ducha do chalé de Zeus em meu corpo. Agora só faltava mais um treino para encerrar por hoje.

Retornei ao zigue-zague abrindo ele melhor e joguei algumas argolas com a intenção de que ele pegasse. — Vamos! Só mais essa. — Tentei puxá-lo mais eu não tinha forças para isso. Corri o percurso que estava na horizontal agora. Ele veio atrás de mim, adora uma zoeira é impressionante. Ele seguiu rapidamente e voltou de costas. Aquilo me deixou de boca aberta. Mas é claro que ele derrubou umas coisinhas no caminho. — Vem bonitão, vamos caminhar um pouco. — Recolhi as peças do chão enquanto Gwendel me analisava. Coloquei-as em um canto e fui caminhando com ele. Eu andando e ele galopando atrás de um bicho.
 

      

 eu | outros | narrador
thanks tess


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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Sky Wittelsbach Colfer em Qua 7 Jan 2015 - 19:29


i’ll be the one you won’t forget

Bufei enquanto o sermão de Quíron terminava. Um campista de Hefesto havia me avisado que ele gostaria de falar comigo logo após o almoço, o que me fez engolir a comida e sair apressada até a Casa Grande. O problema era comigo, para minha surpresa. Segundo Quíron, eu deveria cuidar melhor do meu mascote, porque ‘ele sempre foi o mais trabalhoso’ nos estábulos. Minha cara de “tá, agora liga no 0800 e reclama com a pessoa que pediu sua opinião’ era a melhor. O cara me fizera engolir a comida rapidamente para me dar um sermão sobre o MEU mascote! Esperei ele terminar de falar e saí dali sem responder, evitando uma discussão com o centauro de bobes. Fui direto para o estábulo, não para reclamar com Boteco, mas sim para matar as saudades que vinha sentido desde a semana passada, quando voara nele pela última vez. Sem modéstia alguma: meu pégaso era um dos mais lindos do mundo. Seu corpo era de um branco muito bem cuidado pelo filho de Deméter que recebia bem para realizar seu trabalho e suas asas conseguiam superar a beleza do pôr do sol. Expondo todo o meu fanatismo por um animal dado pelo meu pai, eu não o trocaria por dez mil dracmas. Ou dez mil Davos.

Quando cheguei aos estábulos, dispensei Wes, o filho de Deméter que aparentava ter levado uma bronca de Quíron também. Boteco estava limpo e cheiroso na medida do possível. “Faaaaaaaaaaaala filhote!” Abri um sorriso enorme e acariciei a crina do meu pégaso. Desde que meu pai Zeus mandara o pégaso para mim, virara lei acariciar sua crina porque isso o deixava feliz. “O chefão daqui falou que você é mal influencia para os outros da sua raça, vê se pode? Eu te criei direitinho.” Coloquei as mãos na cintura e fiz uma careta. Sem falar mais nada, peguei as rédeas de Boteco e o puxei até o espaço para adestramento de animais. Mesmo que a opinião de Quíron não me importasse muito, seria bom mostrar para ele que eu consigo controlar meu mascote, mesmo que não o faça constantemente. Chequei meu bolso para ver se ainda tinha as balinhas que havia colocado ali mais cedo. Boteco comia coisas específicas de pégaso com seu babá, eu não o torturaria em pleno treino, até porque ele já havia acostumado a comer as balinhas e até seu halito melhorava com elas (porque pégasos com manina de relinchar na cara da dona são raros e o meu é desses).

Com tudo para agradá-lo pronto, chequei o espaço ao nosso redor. Os obstáculos estavam no mesmo lugar de sempre. Tanto os do ar quanto os terrestres. Em solo  já havia um garoto treinando seu grifo, então decidi que treinaria Boteco apenas no ar. “É, querido, hoje vamos para o território do pai.” Montei na cela que era colocada para sua e para minha segurança e assobiei, fazendo com que ele subisse. O levei até o “ponto de partida” da pista de obstáculos aérea e dei uma coçadinha em seu dorso, nosso ‘sinal’ de trote. Enquanto o pégaso trotava, aproveitei para treinar minha postura: coluna ereta, quadril se movimentando para frente e para trás, apoiando o pé no estribo. Quando o primeiro obstáculo começou a se aproximar, fiz com que o pégaso corresse e, no último segundo, inclinasse o corpo para conseguir fazer o zigue-zague entre estacas de madeiras pontudas que ficavam ali. Esquerda, direita, baixo, mais baixo ainda, super para cima, direita. Boteco era rápido o suficiente e mesmo parecendo gordinho não era tão sedentário quanto antes. Não que todo gordo seja sedentário, mas…

Os obstáculos a frente eram um tanto quanto estranhos. Grandes placas de madeira que mais pareciam um molde de pégaso, cada uma com uma pose diferente para ele e seu treinador. Nunca havia feito aquilo  e realmente esperava que os dracmas debitados de minha carteira semanalmente fossem o suficiente para que Wes tivesse feito, caso contrário seríamos um pégaso e uma garota a mais no submundo. Me preparei para a primeira pose: ambas as mãos juntas ao corpo. Isso era meio estranho e fiz uma nota mental de depois perguntar a alguém de quem fora a ideia do obstáculo. Quase morrendo, consegui passar por todos os obstáculos com meu cavalo alado. Já estava cansada, então decidi descer e lotá-lo de balinhas, voltaria outro dia para terminar o circuito. Em solo, separei as de uva para mim e as de morango para ele. Depois de ter feito a divisão, levei-o até seu lugar nos estábulos e só entreguei a balinha quando ele entrou, o que não foi uma tarefa muito fácil. “Até mais, pestinha.” Me despedi e saí dali desejando um banho gelado devido ao calor que não era pouco.

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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

Mensagem por Arthur H. Nidhögg em Sex 9 Jan 2015 - 12:56


Hélio's Training
A griffin and a son of Apollo

Por incrível que pareça, Barth dificilmente estava tendo seus pesadelos. Cenas terríveis que antes envolviam-o durante o sono, agora não passavam de um adormecimento profundo, carregado de cansaço, feito das atividades esportivas que o Acampamento Meio Sangue disponibiliza à seus campistas. A noite anterior não foi tão diferente das outras... O Filho de Apolo lembra-se de ter apagado assim que caiu na cama, e sonhou com um "branco", ou seja, nada. Acordou com a luz do Sol, que entrava pela janela do chalé. Suas costas doíam, assim como seu pescoço. O cabelo, bagunçado, mostrava quão bom foi a sua "soneca". Ainda na cama, despreguiçou-se por alguns segundos, ecoando pelo recinto diversos estalos, que podiam ter acordado diversos campistas hospedados - isso se não fosse tão tarde -. — De novo não... - recitou, olhando para o relógio, que marcava 12:00. Suspirou, indo direto para o banheiro. Trocou rapidamente o pijama para seu uniforme básico, um short azulado com uma camisa alaranjada, onde estava destacado em negrito Keep Calm e acerte a flecha. Tirou mais alguns minutos para fazer sua higiene dental e pentear os cabelos loiros, construindo um tipo de "topete". Saiu do chalé às pressas, com seu arco na mão, a aljava nas costas, e a espada na bainha presa no cinto. — Pelos deuses. - o dia, de fato, estava ótimo. Um calor escaldante carregava muitos campistas para o grande lago. Dezenas de campistas de banhavam-se nele, divertindo-se, como se estivessem de férias. A canoagem tinha um espaço privado, usado apenas pelos semideuses que queriam praticar o esporte. Barth olhou para o céu, se deparando com a grande bola de fogo: o Sol. A presença daquele fenômeno parecia o deixar cada vez mais motivado para treinar, mesmo sendo feriado ou um dia de descanso. Segurou seu Arco Solar com a mão direita e tirou uma flecha de sua aljava espectral - ambos presentes de reclamação de seu pai -. Pôs a seta sob a linha da arma, que se encaixou perfeitamente, e começou a puxar, soltando um segundo depois. A flecha foi em direção ao céu, que implodiu após atingir alguns milhares de metros. Mas porque ele fez isso? A resposta veio minutos depois... Uma figura alada descendia do céu em rasante, esticando suas asas e mostrando quem era. O grifo aterrizou a alguns centímetros de Barth, e este acariciou sua cabeça, sem qualquer medo da criatura. — Muito bom, Hélio. - o nome da entidade: Hélio. Não tinha mais que um metro, e sua pelagem dourada absorvia a luz do Sol, o que o deixava bem mais confortável. Bartholomew ganhou esse animal após ser reclamado por Apolo, e desde então ele tomou o fardo de criá-lo. — O que acha de um treino? - perguntou, esperando um resposta, que veio telepaticamente. "Não era necessário perguntar. Em um dia desses, até o pior grifo merece um pouco de atenção."

Grifos são famosos por devorar semideuses, mas isso dificilmente acontecia com os filhos de Apolo, dito que eles possuem uma empatia com estes animais, podendo falar telepaticamente com eles e se tornando um fiel companheiro. Barth deu um suspiro, dando um tapa de leve na cabeça de seu mascote. "O que faremos?" - perguntou a criatura. O filho de Apolo não tinha muitas ideias, já que não podia montar no mesmo - ele era muito pequeno, podia esmagá-lo se fizesse -. Ao se lembrar de seu arco, teve uma ideia. — Prepare-se para o voo!  Esmague as flechas! - exclamou, sacando o arco novamente e segurando um flecha. Hélio esticou suas asas e alçou voo, deixando algumas de suas penas para trás. O filho de Apolo fez seu primeiro tiro. Uma flecha passou em rasante à cinquenta metros do grifo. Usando sua visão aguçada, a criatura mitológica mudou seu curso, tentando usar seu bico para ir quebrar a corrente do ar e ir mais rápido até a seta. Em vão. — Vamos de novo! - Bartholomew não queria desistir tão cedo. Preparou seu arco novamente e lançou a segunda flecha, esta um pouco mais perto de seu animal. Hélio, que antes já estava bem mais preparado que antes, conseguiu pegar a flecha com o seu bico, quebrando a seta com uma só bocada. "Isso! Consegui!" - o dono aclamou com um aceno. — Agora será mais longe! - preparou seu arco em uma velocidade surpreendente, e jogou a flecha à aproximadamente 80 metros de seu mascote. Hélio não teve tempo nem de suspirar, viu a flecha desaparecer nas nuvens. "Assim é demais pra mim! Né chefe?" - reclamou, e outra seta estava preparada na estrutura curva. — Então vê se pegue agora... - os dedos do filho de Apolo soltaram a flecha, que partiu com pressão, fazendo um "zum" pelo ar, a cada metro que alcançava. Hélio arregalou os olhos, e foi em velocidade contra a flecha. Em uma bocada fatal, o grifo conseguiu acertar a arma, que se despedaçou com pressão, caindo escombros em algum lugar perto do lago. — Bom... Bom... - Barth já estava bem cansado, precisava parar, se refrescar. "Acho que já chega por hoje, não acha?" - retrucou, e ele assentiu. — Pode voltar para seu estábulo, lhe chamarei mais tarde, ok? - Hélio foi em rasante contra o estábulo. Bartholomew esperou um pouco, tirou a camisa, e foi em direção ao lago, precisava se refrescar.

Poderes e Armas:
☀ Grifos [Nível 02] - Grifos serão um grande amigo/companheiro nas suas batalhas, você poderá falar mentalmente com os mesmos já que Apolo tem como símbolo também os grifos.

☀ Perícia com Arcos iniciante [Nível 03] - Alem de o poder do Arco e flecha no sangue. Meus filhos tem uma boa mira, tendo 35% de chances de acertar o alvo.


• Arco Solar [O arco solar é feito de uma mistura de bronze celestial e ferro estígio. As lâminas das pontas do arco são feitas do bronze e são afiadíssimas. A base do arco é feita de ferro estígio. Os filhos de apolo detém da capacidade de criar flechas de luz que são formadas assim que flexionam a corda do arco para atirar. O arco pode ser transformado em qualquer objeto do seu gosto.] ~ Presente de Reclamação

• Aljava Espectral. [A aljava espectral é uma aljava com flechas "infinitas", estas só funcionam de dia, já que são relacionadas a radiação adquirida pelo sol.] ~ Presente de Reclamação




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Re: Treinos de Adestramento de Mascotes

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