Missão - Guardiões de Perséfone ~ Ronnie

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Missão - Guardiões de Perséfone ~ Ronnie

Mensagem por Zeus em Qua 14 Jan 2015 - 22:22

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Re: Missão - Guardiões de Perséfone ~ Ronnie

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Qua 14 Jan 2015 - 22:27

EXPLICAÇÕES:
em palavras simples, a missão tratava-se de resgatar os cães infernais de Perséfone, que fugiram e poderiam vir a cair no Tártaro caso não fossem encontrados a tempo. (criada por Nêmesis)

MAPA USADO PARA CONSTRUÇÃO DA MISSÃO



OBSERVAÇÕES:
missão dividida em capítulos devido ao seu tamanho e desenvolvimento longo.
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Re: Missão - Guardiões de Perséfone ~ Ronnie

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Qua 14 Jan 2015 - 22:28


INTRODUÇÃO/PRÓLOGO

Coisas bizarras acontecem com semideuses o tempo todo. Para começar, o fato de ser o fruto entre um deus mitológico imortal de milhares de anos e que supostamente nem deveria existir (nada pessoal!) com um mero mortal, uma "pessoa normal", já era suficientemente estranho. Ambientar-se com o mundo greco-romano na atualidade que você conhece desde que entende-se por gente também é deveras complexo, mas ainda há toda aquela história de monstros, titãs e afins, que por algum motivo desconhecido adoram descontar suas raivas pessoais contra os deuses nos seus filhos. Sendo assim, estranheza é algo conhecido pela grande maioria dos meio-sangues, pois desde cedo eles já tem de lidar com as rotineiras ameaças de morte de criaturas (de todas as variedades) que a Névoa esconde. A maioria dos adolescentes toma conhecimento deste segundo mundo a qual estão intimamente ligados por meio de uma tentativa-de-morte-realmente-dolorosa-e-esquisita e depois que isso acontece, as bizarrices apenas aumentam. Outra coisa estranhamente inusitada é o acampamento para pessoas que são filhos de deuses é o único lugar (quase) seguro para que eles vivam, cresçam e se tornem heróis ─ que é o que se espera dos filhos das figuras mitológicas. Todos eles tinham de se tornar grandes heróis e estavam destinados a uma grande vida de heroísmo, aventura e todos outros clichês que normalmente é possível perceber em livros ─ pelo menos, até que este semideus morra de uma forma dolorosa.

Essas três ideias ─ absoluta estranheza, heroísmo e morte ─ eram as únicas coisas a qual Roonie conseguia pensar enquanto despencava para o vazio, como Alice fez ao cair na entrada do País das Maravilhas. Aquela era a coisa mais estranha que já acontecera a ela desde que o seu parceiro do baile de inverno virara um monstro e a atacara em uma dança lenta: até alguns segundos antes, estivera em sua cama, no chalé dedicado aos filhos de Fobos, dormindo e babando em seu travesseiro. E então, sentiu um vento estranhamente gelado bater-lhe no rosto e, ao abrir os olhos, apenas viu-se em uma enorme e interminável caída. O destino final daquela "viagem"? Ela não sabia. A escuridão que lhe engolia cada vez mais a medida que ela despencava era aterrorizante, mesmo a garota nunca tendo medo do escuro e do que ele guardava. Ela secretamente temia que a morte certa fosse o que lhe aguardasse ao fim daquilo, e quando pensava que poderia estar certa, tinha vontade de chorar e encolher-se como uma criança. A verdade é que ela sempre tivera em mente que semideuses não duram muito, mas a vida parecia-lhe tão grande que ela não poderia morrer sem ter visto e vivido tudo o que planejava. E em meio ao misto de sensações (medo, pavor, incerteza, dúvida, vontade de chamar pela mãe) que Roonie sentia, também estava a sua incrível falta de heroísmo. Estava no acampamento há quase dois anos e ao longo de todo esse tempo, tudo o que sempre tentaram ensinar era que um meio-sangue deveria estar preparado para a morte a qualquer instante e que era seu dever encará-la e abraçá-la como uma amiga. Muito poético, mas pouco prático: quem é que aceita a morte? A garota não queria aceitá-la e negava-se a morrer sem saber sequer o motivo ou circunstância que tiraram-lhe a vida. Se aquilo fazia dela menos heroína (e Roonie suspeitava que fazia), bom... dane-se.

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Re: Missão - Guardiões de Perséfone ~ Ronnie

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Qua 14 Jan 2015 - 22:31


CAPÍTULO UM
A CHEGADA

Em algum momento, a escuridão foi ficando mais avermelhada e era possível perceber algumas coisas enquanto caía. A primeira delas é que a caída teria um fim. A segunda, foi que aquele lugar era absurdamente quente. E a terceira é que provavelmente estava no Mundo Inferior. Tentando manter os enormes olhos azuis abertos, Roonie mexeu a cabeça para ambos os lados a fim de achar alguma coisa que pudesse conter sua caída ou pelo menos atrasá-la. Mas não achou nada. Seus cabelos escuros voavam ao seu redor e sufocavam-na, tirando seu ar como a água tira ao afogar alguém. Algo dizia-lhe que logo ela atingiria o chão e que aquilo doeria muito, se não tirasse sua vida. Com uma pontada de desespero, Roonie começou a bater os braços involuntariamente, como se fosse um pássaro tentando voar para longe do ninho pela primeira vez. Nada daquilo adiantou. A respiração da filha de Fobos aumentou e ela sentiu-se totalmente apavorada. E parecia que quanto mais medo sentia, mais rápido caía. Tentou respirar fundo e acalmar-se e, por algum motivo, aquilo funcionou: já conseguia pensar com mais clareza. Era sabido que filhos de Fobos tinham uma facilidade maior em lidar com medo, mas Roonie ainda tinha problemas com lidar com seus poderes: às vezes, a emoção falava mais alto. Agora, com a mente mais clara, ela conseguia ignorar todos os seus temores (ou, pelo menos, grande maioria deles) e começar a bolar um jeito de não virar panqueca ao entrar em contato com o chão.

Corvos estavam fora de cogitação, porque bem ou mal, jamais obedeceriam-na ali embaixo. Não havia nada a qual pudesse agarrar-se ou que pudesse tornar a queda menos bruta. E então, algo metálico, pequenino e delicado, bateu contra sua clavícula. Com aquela batida, algo acendeu-se dentro dela e fez com que seu cérebro voltasse a funcionar como deveria. Exercendo muita força contra o ar forte que batia-lhe no corpo, Roonie ergueu o braço e tocou o pingente que sempre usava em seu pescoço. Assim como toda a sua vida, aquilo não era o que parecia: o pequenino corvo de prata que recebera de presente de Fobos ao ser reclamada como filha dele era, na realidade, um mascote. Os dedos da garota tocaram levemente o centro do objeto e, ao piscar, percebeu que tocava sua própria pele. Um sorriso conseguiu esboçar-se nos lábios de Roonie. Dois segundos depois, ela chegou ao chão ─  mas não exatamente ao chão. Ao invés de chocar-se contra a superfície, alguém a pegou nos braços do mesmo modo que príncipes pegam princesas em filmes e contos de fadas. Ao abrir os olhos, Roonie viu quem a segurava: um homem bonito e de aparência jovem, corpo atlético; cenho franzido, cabelos e barbas em desalinho, vestindo túnica e mantos vermelhos. Se não fosse o seu animal de estimação, Roonie talvez desse seu número a ele. ─ Bom garoto. ─ murmurou. Roonie olhou ao redor, procurando ajustar-se a paisagem. O céu era avermelhado e a grama, marrom. Havia algumas poucas árvores por ali, mas nenhuma delas tinha folhagem, dando ao conjunto um aspecto de morto. O ar era úmido, deixando seu cabelo pegajoso e sua roupa molhada pelo suor recém produzido. Ela estava há alguns metros de um portão alto e negro: os portões que levavam à vida após a morte. ─ Estamos no submundo. ─ ela murmurou, perplexa e encantada. Depois, voltou-se ao ser que segurava-a firmemente. ─ Pode me colocar no chão? ─ seus olhos azuis encaram os dele, que assentiu. O homem-mascote colocou-a no chão e voltou a ser um pingente em um piscar de olhos. Enquanto abaixava-se para pegá-lo, só conseguia pensar quem poderia temer alguém como aquele rapaz. E, ao erguer-se, a resposta apareceu bem na sua frente.

observações e afins:

PODERES PASSIVOS USADOS

Imune ao Medo;
Controle Próprio.

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Re: Missão - Guardiões de Perséfone ~ Ronnie

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Qua 14 Jan 2015 - 22:34


CAPÍTULO DOIS
A MISSÃO

Ela era alta e tinha a pele bronzeada, como se passasse horas cultivando plantas e hortaliças em uma fazenda. Seus cabelos eram de um castanho muito escuro, tal qual seus olhos. Sua expressão poderia ser bela se não fosse tão dura. Suas roupas eram escuras e seu queixo estava elevado, como se fosse uma miss em um desfile. Sua boca estava repuxada, formando uma careta de desgosto. ─ Perséfone. ─ titubeou Roonie, com o queixo caído. O maior medo da deusa era o marido? Roonie, apesar de recém ter acordado, estava completamente desperta. A mulher recompôs-se e pigarreou. ─ Lady. Lady Perséfone. ─ corrigiu-a, erguendo uma sobrancelha. A filha de Fobos entendeu o olhar dela e curvou-se um pouco, como faziam os lutadores de sumô antes de uma luta. A garota estivera tentando contato com a deusa há muito: orava para ela, dedicava-lhe porções de sua refeição, etc. Parecia que, por fim, suas preces seriam atendidas. Voltando a ficar reta, Roonie tentou olhar para a deusa, mas encará-la parecia mais difícil que matar um minotauro com uma faca de cozinha (sem ponta). ─ Ora, ora... ─ começou a deusa, rodeando a jovem semideusa enquanto seus dedos tocavam seu queixo. ─ Admito que estou impressionada, mas ligeiramente desapontada. Jurava por tudo que Roonie era um nome masculino. ─ Perséfone soltou um risinho. A menina bufou. Nunca gostara de seu nome (Verônica, cujo apelido era Roonie) e tudo que não precisava era de uma deusa imortal importunando-a. Normalmente, a filha de Fobos teria contra-atacado, mas aquilo não era algo sábio a se fazer quando o "piadista" em questão é a esposa do deus do Mundo Inferior. Parando de rodeá-la, Perséfone descruzou os braços e deixou-os penderem ao lado do corpo. ─ Bom, que seja. Eu diria que guardiões não se escolhem, mas na realidade eu escolho, sim. Esquece. Falatório desnecessário. ─ a deusa fez um gesto com a mão, como quem afasta uma mosca. ─ Mas é o que temos para hoje. Não há tempo de escolher algo melhor. ─ Roonie estava mesmo ouvindo aquilo? Perséfone estava gozando de sua cara? Ocorreu-lhe que ela poderia estar em uma das pegadinhas de um reality show da TV Hefesto. Instantaneamente, a garota puxou a longa e surrada camiseta laranja que usava como pijama mais para baixo, tentando cobrir um pouco da extensão de suas pernas. Amaldiçoava-se por usar shorts tão curtos (confortáveis, também, mas sobretudo curtos) para dormir.

Bem... ─ a deusa retomou a palavra, encarando os olhos azulados da semideusa. ─ Tenho reparado que você tem dedicado muito tempo para mim. Oferendas, orações... ─ Perséfone ergueu uma sobrancelha, como se desafiasse a garota a acrescentar algo. Os lábios naturalmente rosados dela mantiveram-se selados. ─ Quando semideuses fazem esse tipo de coisa, normalmente querem conseguir algo. ─ ela declarou, ao que Roonie assentiu. Ela realmente queria alguma coisa. Vinha desejando-a há algum tempo. Perséfone sorriu satisfeita ao obter a resposta. ─ O que você deseja, prole do medo? ─ seus olhos tinham um quê de desafio. Apesar de sentir uma leve pontada na boca do estômago, a meio-sangue mantinha sua expressão facial relaxada. Pigarreou para conseguir encontrar sua voz. ─ Eu quero tornar-me guardiã. ─ respondeu, a voz em um sussurro. A deusa aplaudiu aquilo, como se fosse um grande feito. Sua animação quase parecia real, mas Roonie conseguia perceber aflição em seu olhar imortal. ─ Ótimo. Bem, isso facilita as coisas, mas admito que você faria o que estou prestes a pedir independentemente do seu querer. ─ a garota ficou receosa. O que era toda aquela atuação? Perséfone rodeou-a e começou a andar. A filha de Fobos levou dois segundos para perceber que deveria segui-la. Quando conseguiu acompanhar os passos de Perséfone, notou que a deusa falava. ─ ...e com isso meus cães fugiram. Sabe, acho que eles não gostam desse ambiente, apesar de provirem dele. ─ seu tom de voz era melancólico e seu olhar, preocupado. ─ Eu temo que eles possam cair no Tártaro ou que alguma coisa igualmente ruim aconteça. Eu adoro aqueles bebezinhos. ─ Perséfone falava de seus cães infernais como se eles fossem filhos ou poodles fofos. Estranho. A deusa bateu palmas, parando de andar abruptamente e encarando Roonie. ─ Para tornar-se guardiã, preciso que demonstre que está disposta a servir-me sem sequer pensar antes. Dito isso, quero que resgate meus cães e traga-os aqui em meia hora. ─ os olhos azuis da semideusa arregalaram-se nesse ponto. ─ Você saberá o horário guiando-se com isto... ─ assim que ela estralou os dedos, uma flor surgiu. Lembrava a Roonie o conto d'A Bela e a Fera, quando o monstro mostra a flor que significa seu prazo a princesa. Os dedos finos e delicados da menina pegam seu caule involuntariamente. Ela tinha um ótimo perfume e era de um tom de roxo que destoava de toda a paisagem morta. ─ ...quando todas as pétalas caírem, seu tempo estará terminado. Quando encontrar os cães, traga-os até o Palácio de Hades. ─ a medida que ia falando, Perséfone ia gesticulando. Ao findar a explicação, juntou as mãos e deixou-as penderem. ─ Alguma pergunta? ─ seu riso era debochado e Roonie notou que ela estava começando a sumir; simplesmente desintegrar-se. Ela demorou tempo demais para perceber que tinha dúvidas e que aquela pergunta era, na verdade, uma grande brincadeira.

Quando a morena piscou, a deusa já havia ido embora, dissolvida por completo no ar. Bufou, claramente perturbada. ─ Eu tinha dúvidas! ─ reclamou, em um choramingo patético. Era acordada em meio a noite, jogada em uma longa caída, forçada a tomar medidas para não morrer ao entrar em contato com o chão, aguentar os desaforos de uma deusa e, de quebra, receber uma missão suicida. Seu dia poderia começar de um jeito normal, para variar? Não, claro que não; afinal, Roonie era uma semideusa e normalidade não era algo que pertencesse a ela. Um longo suspiro escapou por entre seus lábios. O que faria? Estava no meio do mundo inferior, onde tudo parecia absolutamente igual, e tinha que resgatar os cães infernais de Perséfone. Não conhecia o lugar, não tinha nenhuma arma a seu dispor e tinha cerca de trinta minutos para retornar ali com os animaizinhos da esposa do deus patrono daquele lugar, se não... a garota não gostava nem de pensar. Balançando a cabeça levemente, afastou os pensamentos negativos. ─ E agora? ─ questionou-se. Dando meia volta com seu corpo, Roonie examinou o lugar em que encontrava-se. Ao longe, ela podia distinguir os portões de entrada do mundo inferior e, mais além, o próprio submundo: uma luz ao fundo que deveria ser o Elísio, gritos que provavelmente vinham dos Campos de Punição. Uma longa fila de espíritos andava em linha reta até a entrada dos portões; alguns gritavam, outros comemoravam. Até então, tudo era muito estranho, mas nada era tão suspeito quanto a ausência de Cérbero. Suas sobrancelhas formaram uma linha reta quando ela notou que o enorme cão de três cabeças que gentilmente guardava os portões da morte não estava ali.

Roonie guardou a flor-relógio em uma dobra de seu shorts e caminhou mais rapidamente, de modo a juntar-se com as almas que seguiam em uma fila tão desorganizada quanto a formada pelo jardim de infância sem ser notada. Seus olhos de uma coloração normalmente viva tinham um tom cinzento por ali; somados com o corpo magro, a pele tremendamente branca e o cabelo negro, a filha de Fobos poderia passar-se por morta facilmente. Discretamente, a garota entrou na fila de gente morta. Aquilo era, sem sombra de dúvidas, a coisa mais estranha que já fizera em toda a sua vida. Com a cabeça baixa, a menina fitava os pés descalços e tentava apenas parecer mais um espírito no meio de tantos. Ao seu redor, ela podia ouvir vozes: elas eram confusas e reclamonas, além de muito questionadoras: "O que eu faço aqui?", "Por que eu estou aqui? Fiz alguma coisa errada?", "Por que não consigo tocar nele?", "Onde está George?!".  Aquelas vozes carregavam um certo medo, também, que Roonie poderia perceber a quilômetros de distância. Ela, no entanto, não sentia nada: com a mesma facilidade com que amarraria os sapatos ou contaria até três, a menina conteve todos os seus sentimentos e fechou-os em um espaço dentro de si que não seria aberto tão cedo. Ela precisava de frieza para concluir a tarefa que lhe fora dada ─ ou melhor, imposta.

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