Central Park

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Central Park

Mensagem por Clara Von Percensem em Seg 9 Dez 2013 - 1:03


Quod omnino impossibile est eum.


Era legal andar pelo Central Park. Me sentia livre um pouco de minha mãe opressora. Não que ela fosse realmente opressora, mas ela era normal como todas as outras. Eu me sentia de certo modo diferente dos demais da minha família. Apesar disso, eu sentia uma paz estando ali. Principalmente em dias chuvosos. Era estranho isso, mas era divertido. Fiquei por ali pulando nas poças da rua e me sentindo livre. Mas é claro que nada poderia ser diferente do que minha mãe buzinando ao meu lado, mandando eu entrar dentro do carro. Bufei irritada. Mas era a hora do fim. Entrei dentro do carro e saímos dali para casa.

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Re: Central Park

Mensagem por Vinny Oleander Salvatore em Ter 13 Jan 2015 - 14:56



Everyday I'm shufflin...
...we gonna make you lose your mind.


Passei a última semana inteira numa missão que meu pai enviou. Uma de suas ninfas favoritas tinha sido sequestrada por espíritos da natureza malignos e, blah, blah, blah. Sinceramente, pensava que ele seria mais cauteloso e seletivo (quanto às ninfas) após o fim do castigo que Zeus lhe deu, mas pelo jeito nada mudou.
 
Antes de passar o resto do inverno trancado no Acampamento, optei por passar uns dias curtindo em NY.  E quando o assunto é curtir, faço isso melhor do que ninguém. Eu só tinha uns quinze dólares quando a missão acabou, e já passei a noite em hotéis bons, jantei em excelentes restaurantes, entrei numa despedida de solteiro fingindo ser um stripper da noiva, tô abraçado com uma garrafa de Vodka na mão e nem sei como ela apareceu. Aprender a manipular a névoa com Hécate foi a melhor decisão da minha vida. Tomo mais um gole e me levanto. Guardo a garrafa dentro do casaco esperando que isso seja o suficiente para evitar que a bebida congele. Central Park até pode ser um dos cartões postais mais bonitos da cidade, mas isso aqui é um tédio. Gente patinando, criancinhas tentando fazer boneco de neve, adolescentes sendo barrados pelos seguranças por portarem garrafas de bebida (principiantes, tsk)... Reviro os olhos.
 
Mais um gole de Vodka. Concentro-me e faço com que esse gole seja o equivalente a uma garrafa inteira. Ou duas, não sei. O suficiente para deixar um filho de Dionísio bêbado. De repente, a neve fica tão engraçada. Escolho um lugar mais afastado, longe dos mortais, deito-me no chão com braços e pernas esticados, desenho, brinco, rolo, faço anjinho na neve. Nem sei se tô bêbado mais, mas, realmente, a neve tá divertida e tô conseguindo me distrair sozinho.
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Re: Central Park

Mensagem por Jonathan Krohlin em Ter 13 Jan 2015 - 15:34


Após riscar alguns nomes da listinha de locais em NY que haviam me dado dentre os quais eu não podia esquecer de visitar nenhum, cheguei ao ultimo deles. Central Park. Estava nevando, não sei se era por conta de eu ser filho de Afrodite, ou vai ver que eu estava sujo ou engraçado mesmo, as pessoas sempre olhavam pra mim e sorriam. Eu olhava para cima, vendo a neve cair. Imaginando o quão frio deve estar para que a chuva congele. Esses tipos de coisas que você só pensa quando está sozinho e com tédio. Continuei andando, afim de ver o lago congelado e a entrada do Gruggenheim. Eu amo aquele lugar.

Estava com minha vista focada nele e na beleza da faixada do lugar, até parecia um filho de atena, louco pela arquitetura. Mas não era só isso. A beleza que ele passa através dos séculos me deixa ecstasyado, se assim posso dizer. Minha visão apenas foi interrompida quando tropecei em alguem que estava deitado no chão. Talvez, tudo conspirasse pra ele estar ali naquele momento. Me virei encarando-o, até que por fim o reconheci.

- Idiota. O que está fazendo largado no chão? - ele tinha uma garrafa na mão. Arranhei um pouco minhas mãos na queda, e elas sangravam um pouco. Limpei no casaco e fiquei observando-as por um tempo.

Olhei para o garoto, e sorri balançando a cabeça.

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Re: Central Park

Mensagem por Vinny Oleander Salvatore em Ter 13 Jan 2015 - 17:03



Everyday I'm shufflin...
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Felicidade alheia incomoda. E muito. Deve ser por isso que pisaram na minha mão.

Levanto-me irritado, meio cambaleando e usando o dito cujo que pisou em mim como suporte para levantar. No primeiro momento em que nossos olhares se cruzam, o rapaz lança um sorriso - Largado num chão público, em um parque público, utilizando um recurso natural que, também, é público. Não há nada ilegal em minhas ações, seu guarda - digo esquecendo-me da garrafa em minhas mãos, quando noto, escondo-a rapidamente no meu casaco e olho para ele com carinha de Leopardo abandonado pela mamãe.

O sorriso do rapaz se torna ainda mais largo e o motivo fica claro. Ele parece ser novo demais para ser um guarda. Certificando-me, checo-o de cima a baixo, procurando algo que indique que ele é um dos responsáveis pela segurança do parque - O que estou fazendo? Eu sei o que não estou fazendo: não tô andando por aí pisando em ninguém e nem perturbando pessoas com perguntas chatas - respondo-o, tendo absoluta certeza de que ele não é um guarda. Olho para os dois lados, quando tenho certeza de que não há nenhum por perto, tomo mais um gole e, opa, quase caio no chão. Felizmente, minhas mãos são mais rápidas do que minhas pernas moles e consigo me agarrar no braço do rapaz antes do tombo.

Ele continua sorrindo. Como se aquilo fosse normal... Como se já esperasse por isso. Recomponho-me e meto a mão na cara dele, ou melhor, na cabeça dele e arranco sua touca - HÁ! Eu sabia. Você é loiro - faço a afirmação mais óbvia, mas, por algum motivo, acho que isso significa alguma coisa. Deixo a touca do meu casaco cair sobre os ombros, revelando que – ao contrário dele – sou moreno. Seja lá quem ele for, o rapaz tem um tipo de olhar que me deixa receoso, se ele fosse um monstro, poderia jurar que há algum tipo de poder atrás dessas orbes, mas ele não é, com certeza, não é. Consigo ver bem através da névoa. Então desvio o olhar para o chão, vejo umas gotinhas de sangue escorrerem da mão dele e mancharem a neve, em cima do anjinho que acabei de fazer.

- Você tá começando a me irritar, mortal - digo enquanto levanto a cabeça, com os olhos oscilando num tom negro à roxo, um mix de Hécate e Dionísio. Isso costuma ser suficiente para espantá-los.

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Re: Central Park

Mensagem por Jonathan Krohlin em Ter 13 Jan 2015 - 17:46


  Ele estava muito muito muito bêbado. Ou não me reconheceu. Entrei na brincadeira dele, talvez até ele sacar quem de fato eu era. Ele arrancou minha touca e minhas orelhas começaram a congelar. Minha mão arranhada ainda estava no bolso, eu a olhei por um tempo, analisando o ferimento. nada demais, mas ardia um pouco. Até que voltei o olhar pro garoto. Ele me fitava com um olhar meio roxo e... pera, ele me chamou de mortal?

- Sério isso? - olhei pra ele, utilizando meus dons de filho de Afrodite e deixei que minha iris ficasse de cor semelhante ás dele.

Sorri para o garoto e tomei a garrafa da mão dele, bebendo um gole dela e limpando o que escorreu pelo canto da minha boca. Retiro a touca da mão dele e a coloco em mim. minhas orelhas já estavam doendo. Ele continuava a se apoiar em meus braços, como se um filho de Dionisio ficasse embriagado sem querer. Devolvi a garrafa ao garoto que provavelmente não ficou muito feliz em ter sido "roubado", Arrumei meu cabelo dentro da touca e me encostei em uma das arvores que estavam ali perto observando o garoto tentando se equilibrar. Como já imaginava, seria um pouco dificil dele consegui, então o puxei pra perto só que foi forte demais. O garoto chocou-se contra mim, e ficamos cara a cara.

- Desculpe... - dava pra sentir a respiração ofegante dele e o cheiro suave de uva que vinha da boca dele. Nenhum cheiro de alcool, apenas uvas. Dei um leve sorriso de canto e o fitei fixamente.

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Re: Central Park

Mensagem por Vinny Oleander Salvatore em Ter 13 Jan 2015 - 22:54



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Primeiro suspeitei que ele fosse um guarda, depois um monstro e depois um mortal. Então ele imitou meu olhar, com cores e tudo - Semideus - concluo em voz alta, um bem exibido, aliás. Ele toma a garrafa da minha mão com um movimento veloz (ou rápido o suficiente para arrancar da mão de alguém bêbado). Enquanto ainda estou processando a audácia por ele ter tomado uma bebida da mão de um filho de Dionísio, ele recupera a touca e a veste novamente. Meu olhar de raiva deve ter deixado claro a minha insatisfação, pois ele devolve a bebida. Analiso-a e vejo que há menos da metade, mas não protesto. Gosto que provem minhas bebidas, quando fazem isso, só depende dos meus poderes deixá-las sóbrias ou em coma alcoólico.  

Raciocínio demais, pensamentos demais pra alguém que tá mole por causa de bebida. Deveria ter ficado sóbrio antes, mas não. Sinto as pernas amolecerem de novo, mas, graças ao garoto, o tombo é evitado. Ele me puxa para perto dele. Muito perto dele. E me mantém ali - Jonathan - digo. Coloco a ponta do dedo na têmpora e fecho os olhos, inúmeras lembranças invadem a minha mente. Como quando conheci ele, quando ele me levou para meu quarto depois que dei PT em uma festa e sumiu no dia seguinte, quando fiquei observando de longe ele treinar, a imagem dele sem camisa - que nem sei se é verdadeira.

Agarro a cintura dele, sei que há inúmeras partes do corpo humano – e até a árvore que ele está escorado – para ajudar a me recompor além dessa, mas ele com esse maldito sorrisinho está me provocando e eu tento fazer o mesmo. Fecho os olhos novamente, dessa vez, forçando para controlar o álcool em meu sangue. Diminuo-o, mas deixo o suficiente para me manter desinibido.

“Afrodite vai ter que mandar filhos melhores se quiser ferrar comigo” provoco mentalmente - Filhos de Afrodite são chamativos demais, até mesmo para monstros. Por que está fo-fora do Acampa-pamento? - gaguejo. A voz sai meio falha, pois ao contrário da filha da deusa do amor, não lido tão bem com essas coisas. Jonathan foi tipo uma paixonite, passageira, mas foi. Cuidou de mim depois de uma festa, me deitou na cama... Um beijo, ele sem camisa... Não sei quanto disso é verdade, eu tava muito chapado, mas casos assim não fazem parte do meu cotidiano. Não mesmo, mas para ele deve ser bem comum, já que quando acordei de manhã ele não estava lá. E nós nunca mais nos falamos.

- Esse sorrisinho não vai fazer o mesmo estrago pela segunda vez. Vai pra lá, vai. Dois semideuses juntos atrairiam muitos monstros, e não tô bêbado suficiente, consigo chegar onde eu quiser sem ajuda, obrigado - digo e me escoro na árvore, também, só que de costas para ele e tomo mais um gole.

“Mas se quiser me agradar, só esse já seria mais do que suficiente” confronto novamente, sorrindo, mas logo deixo que o pensamento vá embora.

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Re: Central Park

Mensagem por Jonathan Krohlin em Qua 14 Jan 2015 - 0:51


   Finalmente ele me reconheceu. Provavelmente até demais. Não queria que ele lembrasse de tudo. o dia em que saí meio que deixando-o não é algo que se deve lembrar pra sempre. Eu estava numa fase complicada da vida, nada fazia sentido. Então, para não magoá-lo, sumi. Espero que um dia eu possa contar isso a ele. Aproveitei o momento ali, o garoto parecia estar numa guerra interna e pessoal, talvez seus pensamentos estivessem borbulhando e trabalhando a mil por hora.

Ele reclamava sobre se virar bem sozinho e que eu deveria deixa-lo ali. Nem por um momento isso passou em minha cabeça. Ele dizia também algo sobre meu sorriso, enquanto se encostava do outro lado da arvore, atrás de mim. Aproveitei-me da situação e fiquei de frente pra ele, encarando-o novamente, pronto para ver o que sua alma revelaria. ou não.

- Tudo bem, você pediu... já que o sorriso não funciona, vou ter que apelar pro biquinho. - Faço um biquinho de leve, apenas zoando com a situação e parafraseando o grandioso Flynn Ryder. Sim, o da Disney.

Olhei novamente pra ele, desviando meu olhar pra garrafa na mão dele, toco em sua mão e vou subindo, até onde eles encontram a linha da cintura dele, onde eu agarro a camisa dele com força e sinto sua pele quente nas pontas dos meus dedos frios, nos aproximando mais. Colando meu corpo contra o dele.

- Isso Funciona, vinny? - sorrio descaradamente e passo a mão pelos cabelos dele.

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Re: Central Park

Mensagem por Vinny Oleander Salvatore em Qua 14 Jan 2015 - 2:47



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Gracinhas à parte, o garoto sabe ser atraente até sendo idiota. Até fazendo esse biquinho ridículo. Não consigo (e, convenhamos, nem quero) afastá-lo, mas dou um soco amigável, fraco, no seu queixo, tentando desfazer essa pose de sou-filho-de-afrodite-e-sei-que-você-quer. Quente, aqui, entre a árvore e ele, sinto-me quente. Aparentemente, o inverno deu lugar à primavera, putz, cara, ele é lindo.

E quando ele me toca, a única coisa que faço é acompanhar o rumo de sua mão com os olhos. Braços e cintura... Sua mão, por dentro do meu casaco, agarra minha camisa e reduz à quase zero nossa distância. Fecho os olhos. Posso ter estado bêbado até agora pouco, mas eu sei de duas coisas: a primeira é que me envolver com um filho de Afrodite é ruim. Eu disse duas, eu sei, peraê, ainda não.

Pelos deuses, olhe a situação, encostado na árvore, tendo um flashback com um filho de Afrodite. A chance de resistir é mínima – para não falar nula. Fecho os olhos, parecendo um virgenzinho santo fugindo do pecado, e penso em coisas aleatórias, tentando manter um pouco de auto-controle. Meu tigre mecânico, o Lasanha, brincando de correr atrás das ninfas lá no Acampamento, caramba, o perfume dele é muito bom, uvas verdes que são as minhas favoritas, como ele consegue ter uma respiração tão quente num frio desses?, será que o abdômen dele continua daquele jeito? Liso e..., ok, ok, chega. Fechar os olhos não adianta.

Seguro-o pelo braço com força e o olho com raiva. Tomo o resto da Vodka, quase um terço da garrafa, em um gole.

Sabia que ficar com o Jonathan é ruim.
E sabia que eu ia ficar com o Jonathan.

Inclino meu pescoço e o beijo. Encontro seus lábios, surpreendentemente, quentes. Enquanto o beijo, crio um espaço mínimo entre nós, suficiente para mover minhas mãos, arrancar (desesperado demais, como se eu realmente dependesse dele, de tocá-lo...) as luvas e jogá-las na neve - Bom - o adjetivo escapa quando minha boca se descuida e afasta da dele, por alguns segundos.

Por dentro do casaco, deuses, aliso sua cintura, abdômen e até onde minha mão alcança sem arrancar sua camisa - Não devo - sussurro no segundo descuido, mais uma vez, como um virgenzinho. Festa, bebida, manipular a névoa e enganar mortais para conseguir um hotel... Não sabia o quão carente de toque humano eu estava.

- Mais - digo, ordeno, suplico, com as mãos – agora – no seu pescoço, apertando-o com força, meio que querendo mais dele, meio que temendo/desafiando-o a fugir de novo. Faça isso e eu quebro seu pescoço


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Re: Central Park

Mensagem por Jonathan Krohlin em Qui 15 Jan 2015 - 0:37


   Sorrio entre os beijos que o garoto me dá. Sinto os dedos dele deslizarem sobre meu corpo, e respiro fundo sentindo um arrepio e um sentimento nostalgico. Eu não fugiria mais, nunca mais. Talvez nem fosse minha intenção na primeira vez... Só não queria que ele se sentisse usado.

Por mais que fossemos semideuses, ali era um local dos mortais, público. á pesar de muitos casais estarem ali juntos também, nós estávamos abusando. Separei ele um pouco de mim, e olhei para ele.

- Não vou fugir, mas dessa vez, quero que seja diferente. Sem pressa. - Sorrio e me sento encostado na arvore, abrindo as pernas para que ele se sente na minha frente e eu possa abraçá-lo.

Não conseguia parar de rir um minuto se quer enquanto estava com ele. Era inacreditável como eu ficava besta quando estava com ele. Permanecemos ali, conversando por algum tempo... Fitei os labios dele, e depois o lindo brilho dos olhos dele beijando-o sentindo seu gosto.

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