Chalé de Poseidon Ψ

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Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Kelsey Waself Bunye em Qua 27 Nov 2013 - 17:43


I'm just too young to care
Depois de minha ida ter mudado totalmente, nao sabia mais como controlar-la. Acordei com aquele quente sol no meu rosto, iluminando o chalé inteiro. Vi que nao tinha ninguém ali, virei para o lado para olhar as horas, já eram 3 horas da tarde. Nao sei como consegui dormir tanto assim, Deve ser por que passei muito tempo no chalé de Dionisio fazendo farra com as Filhas dele. 

Eu estava começando a adorar aquele acampamento. Fazendo muitos amigos, e me divertindo mais do que eu me divertia antes. Os treinos e missões me dao adrenalina, o que me deixa feliz, e eu amo treinar, Adoro me aventurar. 


Pego meu livro e ali fico lendo ele na minha cama ate adormecer de novo, Aquele dia estava bom para ficar na cama o dia inteiro dormindo, mas tinha certeza que iria levar bronca por nao ter trinado...
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Ter 17 Dez 2013 - 20:11


CHALÉ DO NEMO


 Entrei no chalé as pressas fugindo da chuva que caia forte lá fora. Claro que, por motivos óbvios, isso era ridículo. Primeiro, sendo filho de Poseidon, fugir da água é algo estúpido, mas eu não queria molhar o blusão adidas porque demoraria pra secar. Segundo, porque eu posso secar a mim e às minhas roupas se eu quiser, mas como eu nunca lembro disso acabo em cenas ridículas como essa. Fechei a porta com as costas, balançando a cabeça negativamente em reconhecimento da minha estupidez.

 Observei minha nova casa com a mesma impressão que tive na primeira vez em que entrei aqui: "eu me mudei pra um quarto temático da disney como em Procurando o Nemo?". Apesar de eu achar o papel de parede com golfinhos e conchas um exagero, confesso que já me habituei. Culpa desse cheiro de mar e brisa fresca que está sempre presente. Faz com que eu me lembre de casa. Era um velho sobrado de praia em San Diego, com sua pintura descascada e os gritos da minha avó pra que eu parasse de surfar e criasse vergonha na cara pra pintar as paredes. Eu sentia falta da velha, principalmente da comida. Mas ela estava salva no asilo, afinal. Mesmo o nome me dando arrepios, eu precisava me conformar de que ali era mais seguro. Sem mim nenhum outro ogro tentaria machucá-la novamente, como no episódio anterior a minha vinda pro CHB. "Fedor de semideus é como um alerta pra monstros", explicara o senhor Gordon. No final, ele vivia lá em casa por ser um sátiro e não por ter uma quedinha pela minha avó - o que é um alívio, mesmo tendo que me acostumar com suas pernas de bode-.

Pulei na cama, tirando o tênis e a blusa de frio e jogando-os na pilha de roupa sujas que eu deveria ter lavado ontem. Meu lugar no chalé é no canto, perto de uma fonte de água. No início eu adorei, o som era relaxante. Mas com o tempo percebi que o barulho dava vontade de mijar, acaba sendo incômodo algumas vezes porque aqui é longe do banheiro. Enfim, ainda sim não é um mal lugar. Por ser mais escondido me dá mais privacidade - meus meio-irmãos conseguem ser bem invasivos quando querem-. Puxei o livro debaixo do colchão e me acomodei no travesseiro pra retomar a leitura. Nada melhor do que Fitzgerald pra passar o tempo até a hora do jantar. 
 

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Qui 19 Dez 2013 - 3:57


Let me die

"Que orgulho você, Kristen!", pensei adentrando o chalé três, jogando minha mochila com força no chão, o que assustou meus irmãos que ali haviam. Estava me segurando para não grunhir como uma garota mimada e bater os pés de frustração, mas em vez disso, me joguei de cara em no travesseiro de minha beliche que tanto senti falta. Ergui a cabeça para respirar e olhei para os lados, só então percebendo os diversos pares de olhos que me encaravam espantados. - Vocês estão olhando o que?! - gritei com meus irmãos, que imediatamente voltaram a seus afazeres. Mudei a posição, ficando de barriga para cima, encarando o estrado da cama acima. - Que bela filha de Poseidon você é, Kristen! - disse para mim mesma encarando fixamente o nada. Eu estava exausta. Eu precisava de um banho, precisava trocar de roupa, precisava treinar, precisava descontar minha raiva em alguém... e eu definitivamente precisa parar de agir como uma filha de Ares mimada.

Havia falhado com outros diversos campistas em minha primeira missão, e a minha frustração me corroía. Se minha intenção era orgulhar meu pai, de fato eu havia feito isso. "Claro, Kristen! Poseidon está pulando de orgulho de você!", pensei fechando os olhos, levando as mãos ao rosto. Zöe riria de mim e meu espetacular desempenho... se ela estivesse ali, o que não era o caso. Sua beliche estava agora desocupada, o que me fez se perguntar onde ela estaria e quem seria o novo conselheiro do chalé. Haviam novas coisas ali também, talvez tivesse ganhado novos irmãos e irmãs, o que me fez concluir que muita coisa havia mudado desde que partira. Agora estava de volta, levando a humilhação estampada na minha cara. O que havia acontecido com Hipérboalgumacoisa? A tal criança de Hera? O exército de Hades no Alasca? Eu não fazia ideia! Mas após horas jogadas fora jogando papo fora com uma menina estranha, num lugar entranho, em busca de informações, Quíron mandou uma bela de uma mensagem de Íris. "A missão de vocês foi cancelada. Voltem para o Acampamento imediatamente!". Suas palavras me fizeram querer morrer. Não sabia como Leonard, Isabella e Cassidy haviam lidado com aquilo, mas previa que eu passaria semanas me martirizando por aquilo. Mas aquilo poderia ficar para depois, agora, tudo o que eu precisava era de uma boa soneca. Simplesmente virei para o lado e relaxei, o que sempre era boa coisa ali, pois me fazia sentir como se estivesse flutuando numa piscina. Mas aquilo não era o suficiente para me fazer me sentir melhor, pois em minha cabeça, todos ainda riam de mim, principalmente meu pai.


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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Qui 26 Dez 2013 - 16:29

I don't know if it's real or it's just a fanta sea

Holy guacamole, por quanto tempo havia dormido aquela noite? Bem, não interessa. Me sentia revigorada como se tivesse mergulhado no mar a noite inteira, embora ainda sentisse dores na perna e calos nos pés devido a viagem de volta ao Alasca. Já deveria ser pra lá de meio dia, pois o chalé estava vazio, e de longe podia sentir o cheiro do almoço vindo do Pavilhão. Dei de ombros. Se havia algo que não sentia aquele momento era fome. Eu estava entediada, isso sim. Talvez precisasse sair um pouco do Acampamento e voltar para Inglaterra por um tempo, embora soubesse que era perigoso. Sentia falta de tio Matt, da tia Kate, do Bing, e até mesmo do chato do Ryder, que só sabia infernizar minha vida e colocar a culpa de tudo em cima de mim. Suspirei sorrindo com algumas lembranças e me levantei da cama. Me lembrei de que havia chegado no dia anterior e não havia tomado banho antes de dormir, e odor de suor em minhas roupas me lembrava disso muito bem. Me arrastei para fora do beliche e segui para o banheiro, afim de tomar um banho.

Me troquei dentro do banheiro após o banho, o que já era costume para evitar constrangimentos diante meus irmãos. Vesti roupas limpas e deixei o banheiro penteando o cabelo, cujo qual já estava demasiadamente cumprido e seco, implorando por um corte. Estava distraída com os nós do meu cabelo quando me deparei com uma cena que teria me feito gritar, se eu não tivesse ficado furiosa. Aparentemente eu não estava mais sozinha o no chalé antes vazio. Havia alguém, aparentemente uma garota, na cama de cima de meu beliche, onde costumava deixar alguns bichos de pelúcia, roupas usadas, entre outros pertences. Ela estava sentada na cama de cima de costas para mim, então tudo o que vi foi seus cabelos escuros e presos num rabo de cavalo, enquanto mexia em alguma coisa minha. Eu teria gritado, mas a mistura de susto e raiva fez com que eu perdesse a fala por um instante enquanto analisava a situação. Quando voltei a mim mesma, já estava de braços cruzados bem próxima ao beliche. - Hey! Isso dai é meu! - gritei com a voz esganiçada, típica de alguém baixinha, invocada e mandona como era. A garota se virou num pulo, com a exata expressão confusa que eu costumava me olhar no espelho quando tia Kate me comprava um vestido cafona - uma expressão que mistura bizarrice, nojo e indignação numa cara só. Bem wtf. A garota tinha meu rosto. Exatamente meu rosto. Fiquei sem fala no mesmo instante, observando a mim mesma com cara de espanto. Como aquilo era possível? Se eu estava ficando louca após a missão, era isso? A última coisa que me lembro foi de sentir minha visão escurecer e o refrão de Mirrors do Justin Timberlake tocar ironicamente em minha cabeça enquanto eu caia para trás.

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Zhane Schweiz-Lyon em Qui 26 Dez 2013 - 18:01


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Eu juro que na primeira oportunidade, eu vou embora daqui. E não importa quantos castigos me forem implantados ou quantas vezes eu tenha que passar pelo Campo de Punições, eu ainda vou chutar o traseiro daquele velho dipsomaníaco. — Resmunguei para Ariel, o garoto sátiro que havia me auxiliado a chegar ao Acampamento Meio-Sangue em segurança, lamentando o fato de que depois de me sentir uma aberração, meu pedido para abandonar o local foi recusado. É claro que eu não queria ter vindo. Preferia ter ficado no Texas, pois eu nunca na minha vida havia saído do estado em que eu cresci; porém a quantidade de monstros que eu havia atraído para Houston colocou a vida de minha mãe em grande risco. A mulher era bem nova, não parecia passar dos trinta e poucos anos, mas o modo como ela se conservou com uma plástica aqui e outra ali, mais os inúmeros exercícios a deixou com a aparência de vinte e cinco. Minha mãe adotiva, Viola Fox — uma modelo de carreira internacional — que adotou uma menina por ser infértil, que acabou se tornando uma rebelde sem causa. Por mais que eu tivesse as minhas brigas com ela, mamãe me ama e eu amo ela. Não queria deixá-la a mercê dos monstros, porém se minha ausência faz dela uma moça mais segura, era o que eu faria. Ao menos até saber lidar com os monstros. Depois eu iria voltar para Houston, e daria conta de defender nós duas.

O garoto burro (“bééééééé, bode!” ele sempre me corrige) tentou me tranquilizar com uma palmadinha nas costas enquanto me ajudava a carregar a minha mala com tudo o que eu havia comprado até o chalé que ele disse que era correspondente ao meu. Por vários dias eu havia ficado no chalé de Hermes até ser determinada, porém eu tinha que tomar cuidado com os saqueadores que eram as proles do deus dos ladrões. Até na noite anterior, uma luz verde começar a iluminar todo o recinto e acordar os moradores do chalé. Foram noites mal dormidas, montando guarda, sentada em cima da mala. A culpa era minha, ou melhor, de meu pai. A fonte de luz era um tridente verde e luminoso que pairou acima de minha cabeça. E você se perguntou em algum momento: como eu carreguei uma mala de Houston até Long Island? A resposta é: não carreguei. Em NY, havia feito uma parada para comprar roupas com a única coisa que eu carregava em meu bolso. Um cartão platina que era meu, e quase nunca usava, por não ligar para futilidades. Mas como ia passar um longo tempo no local, tinha que renovar o meu estoque de jeans e camisetas; não pagando muito caro exatamente pelos jeans, e sim pelos artigos de rock que eu comprara numa loja, junto com as camisetas de banda do Thirty Seconds To Mars, Good Charlotte e Avenged Sevenfold, claro. Filha fugitiva e uma fatura enorme de cartão de crédito. Viola vai ter um faniquito; isto é, se já não havia quase arrancado os cabelos com a minha repentina partida.

Parada na frente do chalé número três, Ariel apoiou a mão em meu ombro, deixando a mala na minha porta e soltando um suspiro, pedindo para que eu não surtasse. Na verdade, ficou falando isso todo o momento, desde que fora me transportar do chalé onze ao atual. Antes que eu perguntasse alguma coisa, ele saiu correndo em seus cascos, me deixando com a questão na garganta. Será que alguma coisa estranha me aguardava ali dentro? Alguma coisa da qual ele sabia, e que provavelmente iria me aborrecer? Revirei os olhos e balancei a cabeça negativamente, pois Ariel era o tipo de sátiro que vivia nervoso e preocupado. Abri a porta do chalé três e escancarei-a, fazendo um barulho que foi abafado pelo som do chuveiro, que vinha de um banheiro dentro do chalé. O cheiro de maresia encheu minhas narinas, que apesar de me agradar muito, não fez com que eu me sentisse muito mais bem humorada. Outra vez, soltei um suspiro entediado antes de chamar por alguns dos meus novos meios-irmãos. — Alguém em casa? — Nenhuma resposta. — Alguém se importa? — Perguntei retoricamente para o chalé aparentemente vazio, jogando os braços ao lado do corpo, me arrependendo de não ter executado um plano de fuga. Franzi o cenho e caminhei local adentro, jogando a minha mala pesada de qualquer jeito em um canto qualquer. Uma daqueles beliches seria de minha pessoa, e eu estava olhando em volta para escolher o local em que eu iria me instalar. Olhei para a cama que mais me chamou atenção, e me senti atiçada a mexer nos pertences em cima do colchão. Cheio de bichinhos de pelúcia e roupas. — Interessante! — Subi na cama de cima do beliche, apoiando-me na cabeceira e tomando impulso para conseguir subir até ali em cima.

Sorri com um pouco de sarcasmo, pegando um vestido de alças que estava ali em cima, cheio de frufrus; analisando-o antes de atirá-lo em um vértice aleatório do ambiente. Comecei a mexer em um dos meus brincos de tamanho grande — que eu adorava usar — que estava exposto por um rabo de cavalo alto que eu havia feito no início da manhã, daqueles com um moicano feminino que muitas garotas usavam em shows de rock. Comecei a brincar com um pinguim de pelúcia que tinha uma gravatinha borboleta no pescoço. Era bonitinho, mas bonitinho demais para o meu gosto. — A dona desse beliche deve ser muito fresca. — Murmurei em reflexão para mim mesma, brincando com o bichinho de pelúcia, pegando-o pelos bracinhos e cantando de boca fechada. A porta do banheiro se abriu, porém eu não tinha percebido até uma voz esganiçada exclamar comigo de modo protestante, dizendo-se ser dona do objeto que eu continha em mãos. Eu estava com uma resposta pronta, na ponta da língua; até ver o rosto da dona da voz. Arregalei os olhos, desacreditando do que eu via. Desci da cama num salto, me retesando para trás num passo, colocando o pinguim de pelúcia fronte à mim enquanto a dita cuja com o meu rosto caía para trás. — Quem é você? — Meu semblante se torceu numa careta, e eu nem ao menos saí de meu lugar para resgatar a garota. Óbvio que não. Aquela estranha tinha o meu rosto. Os filmes de ficção científica que eu muito assistia com a minha mãe não resultaram numa boa reação para mim, e a conclusão mais idiota que me veio à cabeça. — Sai daqui, seu clone! — Exclamei, ainda com uma careta descrente.

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Qui 26 Dez 2013 - 18:36

wake to see. your bitch twin sister is a fantasy

A minha visão ainda estava escura, e o quarto estava parcialmente girando, o que eu podia sentir embora meus olhos estivessem fechados. Ouvia grunhidos vindos de perto como uma voz dizendo alguma coisa, mas eu não poderia prestar atenção ou acreditar que era real. "Isso é só uma alucinação causada pela fraqueza, porque você não comeu nada. Você vai abrir os olhos agora e tudo estará de volta ao normal" convenci a mim mesma, ainda num estado estranho de transe, desfalecida no chão. Um. Dois. Três. Abri os olhos no exato momento em que ouvi a palavra "clone". Para o meu desespero, vinha da suposta garota que tinha a minha cara. Ela me observava de cima com a mesma expressão "wtf" que eu tive a minha vida toda. Porque desgraça ela não sumiu se aquilo era bizarro demais para ser real? De repente, algo nela me chamou mais atenção do que o fato dela ser idêntica a mim. A pequena pelúcia em suas mãos, cuja qual me pertencia. E se tinha alguma coisa que me tirava do sério, era gente mexendo em minhas coisas sem minha permissão. É claro, não deu em outra. Me coloquei em pé num pulo, enquanto num ato de violência desnecessária, empurrava sua cabeça para o lado com a mão direita enquanto tomava a pelúcia de suas mãos com a mão esquerda. Ela tentou revidar, mas caiu de bunda na beliche ao lado antes que pudesse reagir. - Que porra você tá fazendo?! Isso foi um presente do tio Wolsten! Como se atreve, sua... sua estranha?! - disse tomando a pelúcia em mãos, observando com censura a menina que tinha minha cara de emburrada. Ela parecia tão indignada com quilo quanto eu com a situação. Ela abriu a boca para protestar, mas eu fui mais rápida. - Eu faço as perguntas aqui. Quem é você? De que mundo paralelo você veio? Porque você se parece comigo? O que. estava. fazendo. com. minhas. coisas? - disse pausadamente a última pergunta, forçando-me a manter a calma e não avançar nela novamente, ao lembrar que mexia em minhas coisas.
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Zhane Schweiz-Lyon em Qui 26 Dez 2013 - 20:50


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Enquanto eu esperava alguma reação da menina “desmaiada” no chão, eu tentava digerir a imagem da menina, olhando várias vezes para seu rosto, piscando várias vezes até ver que a menina realmente possuía os mesmíssimos traços que eu possuía, e até mesmo a voz, quando ela teve o seu ataque de faniquito. Comecei a cutucar a sua barriga com a ponta de minha bota, até que ela deu indícios de que ela estava acordando e eu me afastei em vários passos até onde eu estava antes de avançar para ver se o clone havia morrido. Quando ela viu que eu ainda possuía a pelúcia em mãos, levantou-se num salto, e como eu estava chocada demais para fazer qualquer tipo de protesto, ela tomou grosseiramente o pinguim de pelúcia de minhas mãos, empurrando-me para o lado e me fazendo cair com a retaguarda na cama inferior do beliche. — Hã... — Eu ergui o indicador, franzindo o cenho antes de fazer uma pergunta, e quando abri a boca para questionar a menina, ela começou a cuspir perguntas de modo grosseiro para minha pessoa. Foi o tempo que levei para perceber que ela havia me empurrado pela cabeça e me agredido sem eu ter encostado um dedo na mesma com intenções de me provocar ou de me causar algum tipo de dano.

Isso me deixou momentaneamente paralisada, porém a ideia de deixar o ato passar sem ao menos retrucar me pareceu insuportável. Por toda minha vida passei em meio de socialites que tinham a intenção de me reprimir e me impedir de fazer o que eu sentia, ou dizer o que eu pensava. Não ia ser um clone fresco de mim mesma que ia fazer a mesma coisa comigo. Ao menos, não se eu pudesse impedir. Minha careta de incredulidade se torceu numa face emburrada e mal humorada, e eu me levantei num ímpeto da cama, avançando em passos rápidos em direção da estranha, sem nem ao menos estar encostando nela, mas segurando-me para não fazer o que eu realmente queria: dar um sacode depois dela ter me empurrado. — Você me pergunta que porra que eu estou fazendo; eu te pergunto em que merda que você está pensando com esse provável único neurônio que você tem? — Apontei para a garota com o dedo indicador, forçando-o contra seu ombro enquanto fitava os meus próprios olhos nos da estranha; sem refrear nenhum tipo de ressentimento que eu tinha com os veteranos do Acampamento Meio-Sangue. — O meu nome pra você nem deve importar. Só por que eu sou nova aqui tu achas que eu sou de um mundo paralelo e posso menos do que você? Estou tão descrente quanto você, mas isso não lhe dá o direito de tocar com brutalidade em mim só pra ter o que quer e as respostas que você precisa. — Não ousei tocar na mesma novamente, com o afim de não quebrar a cara dela sem saber do que esse clone se tratava, então recuei para uma nova área do chalé, ficando mais afastada dessa cópia.

Estava sentindo dor de cabeça, e eu devia estar atormentada com o fato de ter duas de nós, porém a única coisa que eu tinha em mente agora é que a menina havia avançado de modo predatório para mim por pura futilidade. Afinal, ela havia colocado em prioridade o meu ato de mexer em suas coisas, e não por ser igual a ela. Ou melhor dizendo, por ela ser igual a mim. Peguei o vestido da menina, o qual eu havia jogado no canto mais cedo, e arremessei na direção dela com raiva. Com raiva tanto dela, quanto de Poseidon. Eu tinha certeza que tinha dedo desse cara nessa história, entrementes não havia parado de falar desde que começara. Parece que ela finalmente havia concluído que éramos idênticas. Ao menos não tinha que desenhar pra ela. — Nossa, parabéns! — Bati três palmas irônicas e tão nervosas quanto a própria cópia de minha pessoa, porém utilizando de todo o meu sarcasmo para camuflar a confusão que eu tinha em meu semblante. — Você finalmente notou que somos iguais, depois de ter esse seu chilique por conta desse pinguim idiota. Quer um ossinho? — Estiquei o osso imaginário pra ela, bufando enquanto levantava a minha própria mala que eu havia jogado no chão, decidindo-me se continuava ali discutindo com a cópia, ou se ia diretamente conversar com Quíron e com o Sr. D para descobrir que tipo de brincadeira sem graça era aquela. Na boa, isso só podia ser pegadinha.

Suspirei sofregamente, afastando o cabelo de meu rabo de cavalo do rosto enquanto erguia completamente o rosto. — Por que eu tenho a mesma face que você? Não sei. Pergunta para o deus que você chama de pai. Aquele cara com certeza consumiu muita água do mar, e o sal subiu todinho pra cabeça. Só assim pra ele ter essa ideia de “gênio” e parir esse clone com o afim me deixar louca. — Arrastei a minha bagagem toda até o lado do beliche que antes eu havia subido, apoiando o meu antebraço na alça da enorme bolsa e colocando a mão livre na cintura, encarando a garota novamente, erguendo um pouco o queixo enquanto o fazia; me sentindo completamente alheia ao que acontecia, mas ainda sim mostrando-me mais firme e sóbria que ela, depois de seu show. — E se realmente é a única coisa que te importa, estava mexendo nas suas coisas porque estava procurando uma cama. — Esclareci com azedume, logo em seguida, tirando a mão da cintura para apontar a cama superior que estava bagunçada e cheia de frufrus que pertenciam a dita cuja com minhas feições. — E eu quero essa aqui. — Soltei de modo cáustico, sem alterar a minha expressão para algo além de uma carranca e um sorriso seco e sarcástico. Ela havia dito o que queria, e eu só havia devolvido o favor sendo tão sem educação quanto a garota, que havia me empurrado antes de fazer as perguntas, como se eu tivesse todas as respostas e fosse a culpada. O problema era todo dela, pois havia retrucado a garota errada. — Satisfeita com as respostas? Era isso que você queria? — Questionei, erguendo uma das sobrancelhas.

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Qui 26 Dez 2013 - 21:47

wake to see. my bitch twin sister is a fanta sea

Eu estava completamente perplexa com aquela situação, a ponto de permanecer imóvel observando aquela estranha garota ter seu round de surto, em resposta ao meu. De repente comecei a viajar em teorias para aquela bizarrice, enquanto ela falava palavras difíceis em frases sem sentido. Quanta coisa aconteceu enquanto eu estive fora? Eu saio em missão um dia e no outro tenho uma cópia idêntica a mim se achando no direito de mexer nas minhas coisas e... Só acordei para vida novamente quando a menina tocou meu ombro com demasiada força no dedo indicador, o que me fez olhar incrédula para o mesmo, me esforçando para não dar um tapa em sua cara. Ela continuou a tagarelar coisas sem sentido, e felizmente para seu lindo rosto - idêntico ao meu - ela não se demorou com o dedo imundo ali, e se afastou. Eu observava aquela cena patética da menina tão exaltada, junto de minha pelúcia - que provavelmente valia mais do que tudo que ela já imaginou ter em sua vida -, quando a cópia exaltada atirou um vestido em minha cara, cujo qual era um Dolce Gabbana que fora presente do tio Dom. Eu paralisei naquele momento com o vestido na mão. "Ela não fez isso...", pensei incrédula, atônita demais para ter uma reação sequer. Dizem que filhos de Poseidon são lerdos, e dizem com razão, porque eu ainda estava assimilando que aquela garota que nunca havia visto na vida se sentia na liberdade de agir daquela forma, sendo que era uma completa "who" no Acampamento. Percebi que o download de informações chegou em cem por cento quando a menina disse que queria a cama que ficava acima de minha. Ai foi a gota d'água.

Haviam cerca de seis beliches no chalé, para apenas três filhos de Poseidon - contando que aquela coisa era filha dele também -, porque justamente a que ficava em cima da minha beliche? Ah, aquela foi a gota que fez o copo transbordar. Se ela se sentia na liberdade de mexer nas minhas coisas, o que ela acharia se eu mexesse nas coisas dela? Assumi a defensiva e avancei até ela, aproveitando seu momento de distração em seu discurso sem sentido, arrancando a mala de suas mãos. - Me dá isso aqui! - disse com sua mala em mãos, subindo para o alto do beliche oposto com agilidade, e me sentando ali com sua mala no colo. - Vejamos o que temos aqui... - disse enquanto abria a mala, com um sorriso sarcástico para a garota. A reação foi imediata. Ela se aproximou do beliche, dizendo que eu deveria devolver e aquilo era uma ordem. O falatório foi grande, mas parei de me dar o trabalho de ouvir depois da palavra "ordem", como se eu fosse obedecer uma xerox daquela. Estava mais interessada em sua mala, que por sinal, não tinha nada de muito útil. Vasculhei a mesma como uma criança alegre, e tirei dali uma camiseta do Thirty Seconds To Mars. - Olha, a xerox tem bom gosto! Já conheci a banda toda num evento com o tio Matt, e o próprio Jared elogiou meus sapatos. Coisa que provavelmente você nunca terá acesso - disse em deboche. A menina continuava a surtar abaixo de mim, e agora começava a subir os degraus para me alcançar. Nesse momento pulei de uma beliche para a outra com sua mala nas mãos, caindo sentada na beliche com meus pertences - cuja qual ela havia "escolhido" - com uma expressão calma e serena, enquanto a cópia berrava palavras de ordem para que eu devolvesse. - Você quer? Vai pegar! - joguei pela porta a camiseta que com sorte cairia no barro. Infelizmente aquilo não foi o suficiente para faze-la ir atrás da camiseta, mas foi suficiente para deixa-la louca e avançar contra a primeira coisa ao seu alcance que julgou pertencer a mim. Antes que ela pudesse tomar qualquer outra atitude irracional, joguei toda sua mala pela porta, o que dessa vez deu certo. Ela continuou a xingar e a resmungar, deixando o chalé em busca de seus pertences. Naquele exato momento pulei do beliche e fechei a porta atrás de suas costas, trancando-a lá fora. - Isso Kristen, isso! - comecei a gritar vitoriosa enquanto tentava parar de rir. Era a primeira coisa que fiz e deu certo em muitas semanas ali. Eu mal conseguia respirar do tanto que ria. Me levantei com lágrimas nos olhos, de tanto rir, e me certifiquei de que havia trancado a porta. - Genial! - ainda me gabava, enquanto colocava uma cadeira atrás da porta. Minha missão de semanas atrás poderia ter falhado, entretanto, o "Extermínio da Cópia Vadia" havia sido concluído com sucesso.
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Zhane Schweiz-Lyon em Qui 26 Dez 2013 - 23:53


While so much still stands in our way,
Voices with nothing to say..

Tá, eu estava até cogitando a ideia de parar com o meu discurso e ficar na minha até ter como descobrir o que essa menina é, e porque temos a mesma face. Entretanto, como a garota consegue ser tão imatura a ponto de se sentir martirizada com as minhas palavras — por um acaso, eu acho que ela não entendeu nem metade do que eu disse por ter perdido o brócolis da cabeça (era o que preenchia a cabeça dela no lugar do cérebro) — e revidar do modo mais infantil que lhe veio. Pegar a minha mala e sair saltitando pelo chalé igual uma macaca. Estava confusa demais com a situação para prever mais um dos seus movimentos ao pegar a minha mala, e fuçar as minhas coisas. — Que engraçada você, colega! Agora devolve essa mala, antes que eu arranque ela de você com as minhas duas mãos junto. — Ameacei-a, começando a subir os degraus da escada do beliche, até que ela começou a se gabar de ter conhecido os integrantes da banda da qual ela tinha minha camiseta nas mãos. Se ela soubesse o tanto de gente que eu conhecia, tendo alguém como minha mãe adotiva para me dar acesso a esse tipo de pessoas, porém ela era fútil o suficiente para fazer esfregar a influência que ela tinha. — Não me interessa se você conhece o Jared, o Slash, o Paul McCartney ou o Papa. Eu quero a minha mala! — Entonei, chegando acima do beliche superior em que ela estava, e prestes a pegar a minha mala quando ela saltou para outro colchão. Faltava pouquíssimo para que eu perdesse completamente a minha paciência.

Se você não é uma bagagem completa, a culpa não é minha. Devolva minhas coisas, sua mala sem alça! — Exclamei para aquele clone sem miolos, agarrando-me ao extrato lateral da cama que ladeava a dela; vislumbrando a mesma me provocar, agitando a minha camiseta do Thirty Seconds to Mars para fora, onde a mesma caíra na lama no momento em que a fotocópia jogou-a para fora do chalé. Suspirei pesadamente, ficando de joelhos, olhando sarcasticamente para a menina: — Sério mesmo, cosplay de Chita? Vai mesmo jogar uma coisa minha fora do chalé e me tirar daqui? — Arqueei as sobrancelhas, suspirando pesadamente (mesmo me remoendo de raiva). Não iria dar o gostinho de satisfação para a bonequinha de plástico, até ela jogar a minha mala inteira para fora do chalé. A descerebrada nem ao menos abriu a mala direito para espalhar as minhas coisas, apenas jogando a bagagem com os utensílios que se encontravam ainda dentro da mala. Saltei do beliche e caminhei até fora do chalé. Eu já sabia o que aconteceria a seguir. Uau, nossa. Ela fechou a porta na minha cara. Haha, ai que demais! Eu apenas resmunguei: — Quem foi o imbecil que abriu o canil pra soltar você? Os animais que me perdoem, mas você é uma cadela. — Caminhei chalé a fora, ouvindo a porta do recinto bater às minhas costas, ouvindo as risadas “vitoriosas” dela. Eu iria deixar ela ter esse gostinho temporário de vitória. Um filho de Dionísio ao qual eu havia treinado em dupla por um dia carregava duas garrafas de vinho tinto e passava por mim; o que não me fez tardar a barra-lo por um instante e fazer uma proposta ao mesmo. Eu achava um pouco bobo pensar vingativamente, mas eu não iria me rebaixar ao nível que ela queria que eu me rebaixasse — ou seja, batendo nela quando encontrasse-a — então eu iria acabar com a graça dela. Ainda escutava a risada dela no chalé, ela mesma se autodenominando como “genial”.

Cumprimentei o mesmo com um sorriso sincero, afinal ele me parecia bem legal e sussurrei o pedido ao pé do ouvido dele. Fiz uma proposta, um favor por outro favor. Eu cumpro as minhas promessas, e esperava que ele cumprisse a dele. As garrafas de vinho não lhe pertenciam, pois era menor de idade, porém ele tinha de levar essas rápido para o seu chalé correspondente. Eu compreendia o lado dele, entretanto meu argumento parecia compensar sua tarefa. Ele sorriu marotamente quando eu propus algo que ele não poderia recusar. Beijei a bochecha do menino (como agradecimento genuíno e porque ele era gatinho) e ele me acompanhou até a porta do chalé três.

O clone ruim ainda ria na porta, como se tivesse entendido uma piada muito engraçada meia hora depois de entende-la. Eu observava toda a ceninha patética de cima do beliche dela, com duas garrafas de vinho tinto abertas em minhas mãos, jogando o líquido em suas roupas usadas e bichinhos de pelúcia. Havia entrado e subido sorrateiramente na sua cama. Não resisti à chance de provoca-la, derramando demoradamente o vinho em seus pertences, que já estavam bem sujos: — Você é mesmo filha de Poseidon. É uma pena que com esse título, seu último neurônio tenha se afogado. Caso contrário, você teria se lembrado de fechar a janela. — Soltei uma risada, despejando pelo menos três terços do volume de vinho da primeira garrafa. Suas roupas e bichinhos de pelúcia estavam encharcados, e em meio de sua ira, ela ainda absorvia sua raiva e quando ela começou a subir a escada da beliche, continuei, em meio de risadinhas de deboche: — Já descobri que você não beija nem meninos e nem meninas, você prefere os bichinhos de pelúcia, que têm o mesmo quociente de inteligência que você, né? Acertei? — Não fiz questão de fugir dela até o último segundo, quando ela conseguiu subir todos os lances pequenos de escada, vendo a expressão homicida que ela tinha na face. Sorri angelicalmente para a garota, ouvindo ela me xingar de vadia (acho que é a única ofensa que ela conhece). — Ah, que termo vulgar. Não se preocupe, também tem vinho pra você, neném. — Joguei todo o restante de vinho que possuía na primeira garrafa em um jato, bem na cara e na roupa dela. Aproveitei a sua reação descrente para descer num salto rápido para fora da cama, num criado mudo onde continha muitas roupas frufrus. — Aqui jaz Armani, Dolce Gabbana, Louis Vuitton, Prada, Jimmy Choo... — Murmurei o velório das marcas que havia ali, reconhecíveis de longe. Dã, minha mãe é uma modelo, e apesar de não usar essas porcarias que não duram em uma lavagem, eu reconheço coisas caras por viver até esses dias atrás com uma pessoa que era louca por esse tipo de coisa, abrindo as gavetas e derramando vinho nessas. Quando a garota desceu do beliche, eu ainda não tinha terminado o serviço.

Fiz a primeira coisa que me veio na cabeça quando ela vinha em meu alcance: quebrei a garrafa cheia de vinho na gaveta aberta e cheia de artefatos de moda que ela possuía e joguei a garrafa com agilidade na direção da garota para ganhar algum tempo, com o afim de atingi-la bem no estômago, mas se eu acertasse isso, seria apenas um bônus. Queria apenas ganhar tempo. Eu estava encurralada pela cama e com essa vantagem de segundos, rolei até o outro lado do colchão de solteiro, correndo para a janela, saltando a mesma ao apoiar as duas mãos no seu batente e jogando as duas pernas para fora, de uma vez. Antes de disparar para longe dali, falei, sentindo satisfação por colocar o caos no paraíso cor-de-rosa daquela bonequinha de plástico. — Arabella Fox DiLaurentis, querida. Sou nova, mas você ainda vai ouvir muito esse nome! — Sorri, e corri para longe da janela traseira do chalé, percorrendo a área dos chalés até o número doze. O meu acordo com o filho de Dionísio? Não era nada disso que você estava pensando. Combinei com o gatinho que se ele me proporcionasse suas duas garrafas de vinho tinto, e levasse todos os meus pertences, escondendo-os devidamente no chalé doze e me deixasse ficar lá por um tempo, eu iria o ajudar a recuperar o conjunto antigo de vinhos e difíceis de encontrar que pertencia aos seus irmãos mais velhos, roubados pelos garotos de Hermes. Ele seria o herói, e eu havia dado o troco. Havia saído há poucas horas de lá, e sabia muito bem onde o responsável pelo furto havia o escondido. Por mais que eu tivesse trabalho com essas proles do chalé onze, eu estava satisfeita, pois minha vingança foi doce; e com gostinho de uva. Com esse pensamento divertido, saí dali.

Com Kristen ₪ Chalé III ₪ Atemporal: dia em que Arabella chegou ao Camp ₪ Nothing To Say
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Sex 27 Dez 2013 - 0:28

wake to see. my bitch twin sister is a fantasy

Então além de exaltada, a bicha era vingativa? Bom saber, eu poderia usar isso na minha vingança. Devo admitir que foi um movimento interessante, mas além de baixo por precisar do auxílio de um filho de Dionísio, a minha nova xerox flopada cavou a própria cova com aquilo. É claro, por um minuto eu fiquei paralisada com aquela situação, todo meus pertences sendo banhados ao vinho, mas cá entre nós que ela me fez um favor, porque depois de um ano naquele acampamento, tudo aquilo estava passado e eu teria outro banho de loja em breve. Mas tipo, qual era a necessidade daquilo? Ela havia começado aquilo, vindo da puta que pariu pra mexer nas minhas coisas, então eu estava de consciência tranquila. Após um repentino surto por ver minhas coisas indo a ruína, minha vontade seguinte foi me sentar e assistir o quão aquela garota era infantil, baixa, e patética. Mas, sem problemas. Eu ia pensar em um jeito de me vingar em breve, e seria algo grande, porque se ela poderia ser vadia, eu poderia ser mais. Então simplesmente não me importei temporariamente. Mais tarde eu ligaria para tia Kate e pediria para que me enviasse roupas novas - embora ela não tivesse muito senso de moda, e todos os vestidos que ela usasse em premiações fossem escolhidos por alguém "por trás de Kate Hudson", eu. Então, o que fiz foi pegar um óculos escuro para deixar o chalé 3 no maior estilo Like A Boss, enquanto a "explosão" acontecia atrás de mim - o que na verdade era a bagunça que meu irmão Chaz limparia. Saí dali arquitetando planos em direção a Casa Grande, onde pediria explicações para Quíron e faria uma ligação para a casa dos Bellamy.
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Sex 27 Dez 2013 - 5:49


CHALÉ PÓS ATAQUE DE TPM


O dia fora de pura monotonia. Não estava com ânimo pra treinar ou estudar mitologia, nem ler algum autor bom me animava porque sempre fico com dor de cabeça depois - consequência das palavras embaralhadas-.  Tudo que fiz foi esvaziar a mente. Relaxei pegando ondas na praia dos fogos de artifício. Não que as ondas daqui fossem boas, mas sendo filho de Poseidon eu conseguia melhorá-las vez ou outra fazendo-as ficar maiores. Só voltei pro chalé no fim do dia, chegando com um excelente humor.


Eu ouvi campistas comentarem que uma filha de Poseidon havia sido reclamada e queria conhecê-la. Assim como a outra irmã que chegara a pouco tempo da missão no Alasca. A guria ficou apagada todo o tempo, parecendo estar em coma, consequentemente não tive a oportunidade de conversar com ela. Desse modo, estava animado por finalmente chegar ao chalé. Com a prancha em baixo do braço esquerdo e a camisa jogada no ombro direito, entrei no local empurrando a porta com as costas. Se a porta estava entreaberta as duas provavelmente estavam lá. Seria interessante conviver com duas garotas depois de tanto tempo sozinho ali.


Entretanto, bastou uma primeira olhada no chalé pra notar o grau de destruição de 9 graus na escala Mercalli. Havia roupas e vinho espalhados pelo chão e em um dos beliches. Também alguns ursos de pelúcia jogados pelo chalé. Deixei a prancha cair no chão em um surto de raiva e fechei as mãos em punhos. Soquei a porcaria do beliche ao lado pra tentar aliviar a irritação, mas a dor seguinte me deixou ainda mais zangado. Talvez fosse melhor morar sozinho. Só tranquilidade e paz, nada de meia-irmãs loucas destruidoras de chalé. Contei até dez três vezes e respirei fundo antes de pegar minha prancha do chão. A sorte das baderneiras é que o meu canto do chalé estava intacto, o que significa que a morte delas não precisa ser lenta e dolorosa.


 De qualquer forma, o chalé precisava de uma limpeza há um bom tempo e a hora era propícia. Juntei minhas roupas sujas e coloquei dentro de um saco. Fiz a mesma coisa com as roupas sujas de vinho - a dona que se virasse pra lavar depois-. Fui até o banheiro e liguei a torneira. Utilizando de minhas habilidades aquáticas, aumentei a vazão do jato d'água e controlei a água corrente de forma que fosse para o resto do chalé. Eu me sentia o Mickey Mouse no filme em que ele era feiticeiro, pois controlava a água de modo que molhasse todo o chão do chalé. Infelizmente os esfregões não se moviam sozinhos, então precisei usar meu trabalho braçal. Com o sabão que encontrei no armário do banheiro, esfreguei o chão do chalé.  Retirei os cacos de vidro das garrafas quebradas, e tendo uma namorada filha de Dionísio, lamentava o vinho desperdiçado. 


 Depois de alguns minutos o chalé estava limpo, seu cheiro de maresia misturou-se com o cheiro floral do sabão. Minhas roupas eu poderia lavar no dia seguinte, acabei ficando cansado demais desse momento diarista. Tomei um banho quente e vesti roupas limpas, voltando a ficar relaxado. Em seguida, sentei-me no beliche danificado pra esperar as meliantes e exigir explicações, mas acabei cochilando ali.
 

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Christina R. Lockhart em Sex 10 Jan 2014 - 19:22



Ter uma noite de sono tranquilo era coisa rara para um meio-sangue, e depois de anos ali já havia me acostumado com aquilo, tanto que treinar como um zumbi era algo normal não só pra mim. Porém, de uns dias pra cá a situação vinha piorando. Pesadelos cada vez mais reais me perseguiam, assim como a sensação de estar presa, o que me fazia acordar com dificuldade com um pulo. Na noite em questão não foi diferente. Depois de muita dificuldade para despertar, me sentei no beliche arfando, tentando normalizar a respiração. Levei as mãos no rosto e percebi que estava suando como se tivesse levado um balde d'água na cara, e suspirei secando a testa no lençol. Me deitei novamente, esperando pegar no sono novamente, sem sucesso. Me revirava de todos os lados pelo beliche, mas todas as vezes que fechava os olhos o pesadelo voltava, o que fazia minha respiração alterar de pânico novamente. Desisti de tentar dormir e deixei o beliche em silêncio tentando não acordar meus irmãos, que para minha inveja, dormiam como criancinhas tranquilas. Saí pela porta da frente do chalé doze, rumo a única pessoa que poderia me acalmar naquele momento.

Segui silenciosamente entre os chalés, atenta a qualquer harpia que perambulasse por ali atrás de campistas fora da cama, como eu. Caminhei até o chalé três e bati com força razoável na porta. Abracei meus braços afim de me aquecer, enquanto olhava para os lados, atenta e pronta para sair correndo caso uma harpia surgisse. Felizmente, não demorou para que Chaz surgisse na porta com uma expressão sonolenta, e eu não pude reprimir um sorriso. - Posso dormir aqui essa noite? - perguntei baixo, ainda abraçando meus braços, me sentindo uma criança ali diante do meu namorado.


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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Sex 10 Jan 2014 - 21:19




 Acordei no meio da noite desconfortável, tinha dormido sentado a espera das malucas que destruíram o chalé e acabei ficando com dor no pescoço. Levantei dali e fui tomar um banho quente antes de voltar a dormir - dessa vez na minha própria cama-. Observei a possibilidade de ter alguém dormindo na cama de Kristen - ela ou aquele amontoado absurdo de bichos de pelúcia que ela tem-, mas acabei ignorando porque o cansaço era maior. Deixei a água relaxar meus músculos, tentando esvaziar a mente de qualquer preocupação pra que nada espantasse meu sono. Depois do banho vesti uma samba canção listrada e deitei sem me importar com o cabelo molhado.

 Escutei batidas seguidas na porta, despertando-me. Pareceu que não demorou nenhum segundo depois do momento que eu havia apagado. Coloquei o travesseiro na cara, querendo abafar o som. A cama estava tão confortável e eu estava tão exausto que considerei não me mexer. Entretanto, poderia ser algo realmente importante, principalmente se tratando da hora. Levantei preguiçoso, andando de olhos fechados até a porta já que era acostumado com o caminho. Antes de destrancar a fechadura, considerei que talvez fosse um monstro. Mas se fosse o caso, era um monstro bem educado por bater antes de entrar, não me importaria de morrer de forma tão polida.

 Abri a porta deixando só uma fresta pra colocar a cabeça pra fora. Com os olhos em fendas, vi minha namorada de pijamas parada no tapete da entrada. Será que eu estava sonhando sabendo que estava sonhando? Porque esse não era geralmente o tipo de sonho que eu tinha com ela. - Chris? - perguntei estupidamente, bocejando logo em seguida. Deixei um espaço aberto maior da porta e a puxei pra dentro com a mão esquerda, usando a direita pra tirar o cabelo da testa. - Aconteceu alguma coisa? - perguntei. Fechei a porta atrás de nós e a abracei, não sem antes bocejar mais uma vez. 

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Christina R. Lockhart em Sex 10 Jan 2014 - 21:37

Sorri ao perceber que apesar de te-lo acordado no meio da noite, seu humor não parecia tão alterado quando estaria o meu se estivesse em seu lugar. Retribui o abraço enquanto adentrava o chalé em silêncio, deixando um beijo rápido em seus lábios depois de o ver bocejar. - Não aconteceu nada, só não estava conseguindo dormir. Pesadelos e bla bla blá - suspirei. Observei o chalé de Poseidon com a pouca claridade que vinha das janelas. Parecia ser azulado e tinha um cheio agradável de maresia, como o vento na praia. Chaz me conduziu até sua beliche e eu me deitei no canto, para que se deitasse ao meu lado. Eu o abracei pelo troco e apoiei a cabeça em seu peito, ainda suspirando. - Isso é frustrante, sabia? Ser uma das campistas mais fortes, não ter medo de insetos, não ser nem de longe delicada e se assustar por causa de um pesadelo - suspirei.
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Sex 10 Jan 2014 - 22:17




 Levei Chris até meu canto do chalé, desviando dos beliches que atrapalhavam o caminho. Deitamos na cama de baixo, já que a de cima estava lotada com meus pertences pessoais, e puxei o cobertor pra cima de nós. Como eu ocupava a maior parte da cama por ser maior, a envolvi com meus braços pra que ela não caísse. Beijei seus cabelos enquanto ela falava sobre o sua irritação por ter medo de pesadelos. - Eu acho você delicada. - respondi sua manifestação sorrindo no escuro. Por mais que ela fizesse de tudo pra parecer durona, eu a considerava delicada. Seu sorriso, suas curvas, seu jeito de andar... Era tudo delicado aos meus olhos. Procurei seus lábios e a beijei levemente. - Se você quiser falar sobre os seus pesadelos, pode falar. Talvez você se sinta melhor. Quer que eu olhe se tem bicho papão embaixo da cama?

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Christina R. Lockhart em Sex 10 Jan 2014 - 22:46

Ri quando Chaz disse que me achava delicada. Tá bom, eu não era uma troglodita, mas eu esperava que ele tivesse me entendido, mas logo vi que não. - Tá, mas eu não sou de ficar com frescura por causa de inseto e coisas perigosas, você me entendeu - concluí e retribuí o seu beijo, me aconchegando ao seu lado. Em outra situação teria visto o fato de estar ali na cama dele com outros olhos, mas minha respiração ainda desregulada denunciava que não estava exatamente naquele clima, o que era uma pena. - Sinta-se a vontade para dar uma olhada debaixo do meu beliche, eu iria adorar que fizesse o favor - ri e o apertei mais meus braços ao seu redor. - Na verdade eu não me lembro exatamente do sonho, mas toda vez que fechava os olhos sentia uma sensação ruim, não conseguia acordar ou me mexer, como se tivesse presa no sonho. E então só conseguia despertar com dificuldade, se desse um pulo - contei, dando de ombros. - Faz um tempinho desde que isso vem acontecendo. Sou estranha nessas coisas - ri e dei alguns beijos em seu pescoço. - Desculpa por te acodar. Se eu não parar de tagarelar, suas irmãs vão acabar acordando também.
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Sex 10 Jan 2014 - 23:20




 Acompanhei sua risada, feliz por conseguir fazê-la sorrir. - Tudo bem, depois eu vou lá verificar monstros debaixo da cama ou dentro do armário. - disse ainda rindo. Ela voltou a falar sobre seu pesadelo e eu escutei com atenção. Sabia que os sonhos funcionavam de forma diferente pros semideuses, então acabei ficando preocupado com o que ela disse. Imediatamente tentei espantar os pensamentos ruins e a abracei apertado. - Presa assim? - pergunto prendendo-a em meus braços. - Bom, pense positivo. Você sabe como se livrar do aperto: é só pular. Se tiver esse pesadelo de novo, pule que eu estarei esperando pra te segurar nos meus braços, ok? - falo e beijo sua testa em seguida. - Quanto às minhas irmãs, não se preocupe. Acho que nem aqui elas estão. A mais normal delas é a Ari e ela é macumbeira. - disse fazendo careta e dando de ombros.
 - Chris... - disse interrompendo os beijos dela - ... Desculpa por voltar nesse assunto, mas os sonhos são presságios pra nós? Quer dizer, não aquela psicologia barata, mas realmente presságios. - disse. Eu não queria deixá-la com medo novamente, mas aquele assunto lembrou dos pesadelos que eu estava tendo. Eu não tinha medo deles, como acontecia com minha namorada. Mas não queria que se concretizasse. Imaginei se todos os campistas estavam tendo seus próprios pesadelos, suas próprias previsões de um futuro próximo.

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Christina R. Lockhart em Sab 11 Jan 2014 - 14:28

Talvez fosse o sono, mas achei que Chaz não havia entendido o que eu disse no sentido de "pular", já que eu queria dizer "se debater pela cama até acordar", mas achei bonitinho o que ele havia dito e não toquei mais no assunto. Finalmente consegui relaxar e minha respiração estava voltando ao normal, enquanto ouvia Chaz comentar sobre suas irmãs. - Sim, são presságios - respondi a sua pergunta, sem me importar. - Acho que me assustaria mais se eles fossem claros, ou se pelo menos eu me lembrasse deles depois que acordo - disse enquanto procurava sua mão debaixo do cobertor, entrelaçando nossos dedos. - Já ouvi histórias de semideuses que tiveram sonhos com a família correndo perigo, inimigos despertando, entre outras coisas que de fato estavam acontecendo em algum lugar do mundo - comentei. De repente comecei a imaginar se alguém no Acampamento estava tendo sonhos reveladores sobre esses boatos de uma cria de Hera, entre todas essas coisas que vinham acontecendo. Filhos de Apolo, talvez, por serem mais propensos a profecias e coisas do tipo. Suspirei tentando afastar aquele assunto da cabeça, caso contrário, provavelmente passaria a noite em claro. - Está com sono? - perguntei levando a outra mão até o rosto de Chaz, fazendo carinho. Queria que o quarto estivesse mais claro para que eu pudesse ver seu rosto, pois ele ficava com uma carinha bonitinha com sono. Beijei seu rosto e acomodei minha cabeça em seu ombro, um pouco sonolenta.
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Sab 11 Jan 2014 - 15:43




 Escutei Chris confirmar as questões do sonho, mas não dei a importância que deveria dar por causa do sono que estava. O cheiro do perfume dela misturado com o cheiro de maresia do chalé era simplesmente irresistível.  A cama parecia mais confortável que o normal e o travesseiro mais macio. Aos poucos o som da voz dela se perdeu em minha mente enquanto eu cochilei por alguns segundos. Despertei com o toque dela em meu rosto, ouvindo-a perguntar se eu estava querendo dormir. - Não. - respondi bocejando. Eu estava com sono, entretanto, não queria dormir. Meu desejo era aproveitar a companhia dela ao máximo, algo que não estaria ciente de estar fazendo se dormisse.
 Com o braço oposto ao lado que ela havia apoiado a cabeça em mim, peguei um relógio de pulso que estava caído debaixo da cama e olhei as horas usando um feixe de luz da lua que atravessou a janela. Eram quase cinco da madrugada. Joguei o relógio de volta em seu lugar e ri baixo. - Você sempre me faz virar a noite, vou acabar virando um zumbi. - disse de olhos fechados e reprimindo o sorriso. Bocejei mais uma vez antes de voltar a falar. - E você? Sono já te abateu?

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Christina R. Lockhart em Sab 11 Jan 2014 - 21:36

Sorri sarcástica quando Chaz respondeu que não estava com sono, porque apesar do quarto estar escuro, dava para perceber que pegava no sono enquanto eu tagarelava ao seu lado. Ri de seu comentário sobre eu sempre faze-lo virar a noite, o que parando para pensar era verdade. - Claro que não, estou tão sem sono com quanto você - ironizei dando outro beijo em seu rosto antes de apoiar a cabeça novamente em seu peito e fechar os olhos, certa de que os pesadelos não voltariam.
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Dom 12 Jan 2014 - 1:32




 Ignorei seu comentário sarcástico, pois o sono deixava meu raciocínio mais lento que o normal e eu não consegui elaborar nenhuma resposta de imediato. Acomodei Chris em meus braços, satisfeito por poder dormir ao seu lado. Com tudo que estava acontecendo e viria por acontecer no acampamento, tê-la comigo era um bom motivo pra manter o equilíbrio e a calma. Não restavam muitas horas até que eu precisasse acordar pra treinar e com certeza Chris roubaria alguma camisa minha pra não sair do chalé vestindo pijamas - porque ela é dessas folgadas-, diminuindo meu estoque de roupas limpas. Beijei e testa dela e sussurrei "boa noite" antes de cair no merecido sono pesado.

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Hera em Dom 12 Jan 2014 - 23:27


search and destroy
Último chalé que visitava aquela noite. Após uma noite invadindo, avaliando a mente dos semideuses e pensando muito sobre a busca seletiva de quem precisava ter ao meu lado, eu finalmente havia feito a minha escolha. Há muito observava o desempenho de Chaz, filho de Poseidon, em treinos e missões e prezava suas qualidades, entre elas, sua valentia. Era o tipo de semideus que eu precisava ao meu lado durante a guerra, por isso não hesitei em rouba-lo dos braços de sua namorada. Novamente, repeti o mesmo processo que fiz com Ashley, e apaguei suas memórias completamente antes de sair dali com o garoto em meus braços, em direção ao Acampamento Júpiter.

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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Qua 16 Abr 2014 - 22:40

Era um dia quente, tedioso e vazio quando um sátiro me surpreendeu, dizendo que havia telefone pra mim na casa grande. Saltitei animada e curiosa até a casa grande, e para minha surpresa, era tio Matt no telefone. Ele havia acabado de chegar aos Estados Unidos novamente, após um show no Lollapalooza no Brasil, e agora estava me convidando para me juntar a ele - e a banda - em direção ao Coachella, já que eles tinham um show no famoso festival também, antes de encerrar a agenda de shows do ano. É claro que disse sim imediatamente, não só porque era o Coachella, mas também porque sentia falta do tio Matt, Chris e Dom - meu sátiro favorito. Me despedi no telefone e saí correndo em direção ao chalé 3 novamente, onde preparei uma mala de roupas e saí dali em rumo ao Coachella.
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Seg 12 Maio 2014 - 22:14

Havia acabado de voltar de umas férias não planejadas de um mês, já que meu querido tio Matt havia me convidado para me juntar à banda (MUSE, cof) para assistir os seus shows de duas semanas seguidas no lendário festival Coachella. O Festival em si foi incrível, como era todos os anos. Vi muitos artistas e matei a saudades de alguns que já conhecia. Durante o festival fui atacada por um monstro no backstage, mas nada com que se preocupar realmente. Os shows foram incríveis, principalmente do tio Matt, Chris e Dom, embora tio Matt estivesse com a voz um pouco fraca devido a laringite. Mas como meu tio é a pessoa mais fodastica do mundo, fez um show satisfatório e fantástico como sempre. Minhas férias se estenderam um pouco mais do que o planejado, já que depois do festival fui para casa com ele, matar a saudade da tia Kate e do Bing, que aliás está cada vez mais (parecido com uma menina) engraçadinho. Infelizmente, após uma semana com os Bellamy, fomos atacados novamente por monstros, mas eu dei conta do recado. Tia Kate insistiu para que eu ficasse mais, mas eu não queria colocar eles e as crianças em perigo, já que os monstros só estavam ali por minha causa. Então aqui estava eu de novo no Acampamento Meio-Sangue. - Cheguei cambada! - gritei em alto e bom tom adentrando o chalé 3, mas para minha surpresa, lá não havia ninguém (algo tanto quanto estranho). Por um minuto me preocupei. O que havia acontecido com meus irmãos? De qualquer forma, descobriria mais tarde. Joguei minhas malas em cima da cama dos meus irmãos e me joguei na minha, afim de tirar um demorado cochilo.
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Re: Chalé de Poseidon Ψ

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Qua 4 Jun 2014 - 19:28

O tempo fora do Acampamento Meio-Sangue fora tanto a ponto de eu ter me esquecido o quão bom era estar em "casa". - Pela última vez Christina, não precisa agradecer - suspirei sorrindo enquanto a Filha de Dionísio me agradecia mais uma vez por te-la convidado para passar uns dias na casa dos meus tios. Semanas antes, a menina havia ligado alegando estar na Europa com sua família, mas segundo ela, as coisas estavam tensas. Ela não quis entrar em detalhes, mas eu também não forcei. Disse que era bem vinda na casa dos meus tios e que a esperaria no Aeroporto de manhã cedo. Pobre Christina... Quase desmaiou ao ver tio Matt ao meu lado em frente ao carro, esperando por ela. "Porque não me contou que seu tio era o Matt Bellamy?!" cochichou um tanto quanto grosseira e disfarçadamente no carro. - Eu contei! Há muito tempo atrás! - retribui o cochicho, mas no fim tudo ficou bem. Tio Matt e tia Kate foram bons anfitriões e Christina, comunicativa como é, fez amizade com eles rapidamente. Porém, a realiade de semideus gritava por nosso nome em forma de monstros, que nos trouxeram de volta a realidade. Deixamos Londres rapidamente afim de voltar ao Acampamento, e lá estávamos nós. Deixei Christina em seu chalé e segui para o meu, que por sinal estava vazio. - Mas o que? - estranhei. Dos filhos dos três grandes, o chalé de Poseidon sempre foi o mais habitado. Mas aquilo não interessava. Uma hora ou outra, meus irmãos apareceriam. Joguei as malas em um canto, pulei em minha cama e fui dormir.  
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