Chalé de Apolo ☼

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Chalé de Apolo ☼

Mensagem por Bruno Schenner Montblank em Qua 15 Jan 2014 - 16:47

Arrumando as coisas ! - Chalé Sete - 

  Estava anoitecendo, o chalé estava realmente bem sujo e meio deplorável, a tempos Angeline não limpava o chalé e até mesmo o piso, que ficaria mal almejado, Apolo nosso pai sempre discordou de tão pouca higiene e não dera as caras no acampamento a meses ou poderia dizer anos ?, bem, pegando um esfregão com minhas duas mãos limparia o assoalho, meus meios irmãos dormiam profundamente, enquanto eu passaria cada vez mais o esfregão no chão bolhas de sabão saíam dali , momento limpeza devo admitir. Meu short curto estava similarmente dobrado a meu joelho, meu corpo magro e franzido estava cercado por água sem camisa e com uma corrente com diversas contas feitas de argila passariam sobre meu pescoço de um lado para o outro sobre minhas costas uma tatoo bem "loca" como dizem os Grunges perto da minha cidade onde mamãe morava, era de um dragão latino feito em tribal de cima abaixo, tomando espaço dentre os ossos superiores das costas até o ombro esquerdo - Vocês são pura preguiça ! - Sussurrei baixinho nervoso.

Meu corpo estava quase suando devido a temperatura do chalé, que mesmo no luar mantêm dentre o chalé Quarenta graus ou algo do gênero (40°~50° graus.), Sorridente, deixei escorrer um balde de água sobre a sala cheia de sabão pelo chão, a água escoou sobre a sala indo para fora deixando o assoalho em perfeito estado, sem manchas gordurosas ou algo do gênero, faltava poucos dias desde que as Harpias iriam passar pelos chalés, e obviamente nosso chalé estava um chiqueiro. " Ai ai, esses preguiçosos não fazem nada.. como podem dormir nessa "nojeira" !? - Pensei comigo - pegando uma flanela derrubei sobre o centro da mesma removedor, e então enxuguei cada pilastra do chalé com força tirando marcas de dedos, gorduras, e olha só !, também deixei impecável o lustre da sala dando outra aparência no ambiente, exausto, fui até o chuveiro, ainda no banheiro estava nu, e quase pegando no sono, me enxugando vesti uma cueca Box vermelha, indo direto para cama sem hesitar em um sono pesado.
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Re: Chalé de Apolo ☼

Mensagem por Brenda T. Collins em Sex 28 Fev 2014 - 23:37

A guerra começou


Eu estava tendo um sonho estranho, como sempre, quando um barulho me acordou. Olhei em volta e vi que os outros filhos de Apolo também acordavam, alarmados. Sentei-me na cama e prestei mais atenção ao som que parecia chegar mais perto: era o inconfundível som que o metal fazia ao chocar-se com outro metal. Mas o que poderia ser? Será que... Ouvi gritos, e eles estavam perto. Uma sensação de medo invadiu meu corpo, pois eu percebi que tinha chegado a hora de enfrentar um perigo real: os romanos haviam chegado. Levantei-me da cama rapidamente e peguei meu arco e minha aljava, enquanto colocava desesperadamente minha armadura. Enquanto fazia isso, notei que os outros faziam o mesmo. Demorei um tempo para ficar pronta e precisei da ajuda de outra filha de Apolo para colocar a armadura (apenas a parte que cobria meu tronco, o resto mão deu tempo), já que eu nunca a havia usado antes, eu não sabia como colocá-la direito. Os meus meio irmãos já saíam do chalé rumo à batalha, mas o medo o e a insegurança tomaram conta de mim. Olhei para minhas armas e me senti impotente: para a aljava e a armadura funcionarem era preciso sol, mas já se passavam da meia noite e o sol já tinha se posto há muito. De que adianta um arco sem flechas? Havia apenas umas vinte na aljava, e sem o sol ela não “produziria” as infinitas flechas que normalmente eu tinha. Teria que me virar com aquilo. De repente, um nome veio à minha mente: Alida, meu grifo de estimação. Naquela noite, ela estava dormindo nos estábulos, e agradeci por isso. Mas ainda estava preocupada. “Ela é inteligente, se atacarem os estábulos, ela vai conseguir escapar”, pensei, tentando me convencer disso. “Tudo bem, mas assim que puder, vou verificar que ela está bem”.
Com medo do que aconteceria a seguir, saí do chalé pulando uma das janelas que davam para lado de trás do mesmo, assim como alguns dos meus meio irmãos também haviam feito.  Ao atingir o chão já preparei uma flecha no arco, olhei em volta, mas não avistei nenhum inimigo na parte de trás dos chalés. Corri até extremidade direita do chalé de Apolo e, agachando-me, espiei o que acontecia na frente dos chalés. O pouco que pude ver foi uma confusão de pijamas e armaduras, armas, gregos e romanos. Encolhi-me, não sabia o que fazer, não estava preparada para isso. Não poderia adentrar em meio àquela confusão de corpos, eu não teria a menor utilidade lá. Pensei em subir em um lugar alto, mas aonde? No telhado do chalé? Não, eu seria um alvo muito fácil. Uma sensação ruim repentina interrompeu meus pensamentos e automaticamente olhei para cima. Na escuridão do céu noturno, pude ver manchas escuras se movendo. Logo essas manchas tomaram forma (mais em minha mente do que em minha visão) e percebi que, como eu temia, logo acima de nossas cabeças grifos inimigos voavam, e provavelmente traziam um companheiro em suas costas. ZUUUUUUUUM. Meus ouvidos captaram o som tão bem conhecido por mim e, instantes depois, vi uma flecha atingir um campista que corria em direção ao centro dos chalés. Não pude ter certeza de onde a flecha acertou, nem se ele estava vivo, pois desviei o olhar. Isso com certeza confirmou meu pensamento de que deveriam ter romanos lá em cima.
Eu sabia o que deveria fazer, mas estava com medo. Não sabia se eles podiam me ver de lá de cima, diferente do campista atingido, eu estava coberta por uma sombra. Pensando nisso, controlei meu medo e mirei na figura escura que voava no céu noturno, procurando alvos para atirar. Eu não podia distinguir o grifo do campista romano, teria que ser um tiro de sorte. Respirei fundo, eu nunca havia atirado em nada vivo, a não ser naquele pobre passarinho, antes. Não queria matar um humano, sendo romano ou não, nem um belo animal como o grifo, mas sabia que isso era preciso, afinal, foi para isso que treinei. Desse modo, concentrei-me mais ainda no alvo, eu não poderia me dar ao luxo de errar com apenas 20 flechas na aljava. Soltei a corda e a flecha foi cantando até o inimigo. Em seguida, pude ouvir um ganido de dor, mas não sabia se tinha acertado o atirador ou seu grifo.  Com os olhos fixos neles, pude ver uma figura despencando lá de cima e atingindo o chão mais ou menos a dez metros de mim. Olhei para cima, havia outros grifos ali, mas estavam concentrados em outros alvos. Aproximei-me lentamente do grifo e semideus caídos, ainda não sabia quem eu havia acertado. Chegando mais perto, pude ver que um dos dois se mexia, como era algo peludo, deduzi que era o grifo. Mas não, mais perto, pude ver que a flecha tinha acertado sua garganta e que na verdade era o semideus em baixo dele que se mexia, tentando se levantar. – Não se mova! – ordenei enquanto pegava outra flecha e a mirava na direção do romano, mas minha voz saiu mais aguda do que pretendia. Ele olhou para mim, como se tivesse me notado pela primeira vez, e pude ver que realmente se tratava de um garoto. Seu olhar era de medo, reconhecendo que poderia ter uma flecha atravessada em sua cabeça a qualquer instante. Minhas mãos tremiam um pouco e eu esperava que ele não tivesse percebido. – Por favor, não atire! – disse ele. – Você atirou contra aquele semideus! – respondi, minha voz soou meio trêmula, e soube que minha tentativa de parecer durona não estava dando certo.  – Sim, mas... – ele começou, mas então parou e deu uma curta risada – Não vai atirar, vai? – e começou a se mover novamente para se levantar. – Eu disse para não se mexer! – disse para ele. – Então atire! – ele retorquiu. E minha intenção era mesmo atirar nele, mas não consegui. Ele já estava de pé na minha frente, com seu arco na mão e uma aljava nas costas. – HA! Perdedora! É isso que você e seu acampamento são! Não consegue nem matar um inimigo! – ele disse acampamento como se fosse algo nojento e repugnante. Aquilo me deixou com muita raiva. – Não, não consigo! Mas posso te aleijar sem culpa. – disse. Virei a mira um pouco para o lado para acertar o braço dele e soltei a corda. Porém, no momento em que fazia isso, senti algo atingir o meu braço e o mexi enquanto soltava a corda. Larguei meu arco por causa da dor e levei minha mão esquerda ao ferimento. Aquilo estava ardendo muito e eu sabia que precisaria tirar a flecha dali. Segurei a flecha e fiz um leve esforço para arrancar a flecha, mas a dor aumentou de tal forma que desisti. Tomei coragem novamente e tentei puxar a flecha, mas bem mais rápido. Com um grito de dor, a flecha saiu. Então me lembrei de que havia um semideus romano armado bem a minha frente e olhei para ele novamente, ou onde ele deveria estar. Mas ele não estava lá. Então olhei com mais atenção e vi que ele estava caído no chão, com uma flecha em seu peito. Me peguei fazendo uma exclamação de surpresa. Quando fui atingida, virei um pouco o arco e a flecha seguiu em outra direção da desejada. Me senti mal pela morte dele, mesmo isso tendo sido, em parte, culpa dele.

Então voltei minha atenção para meu ferimento. Precisava fazer um curativo para estancar o sangue. Arranquei minha manga direita e amarrei no ferimento. Eu sabia exatamente como fazer, mesmo nunca tendo feito em uma situação real. Meu braço ainda doía, mas eu tinha que continuar lutando, ajudando o acampamento. Decidi que precisava de uma visão melhor para atirar e resolvi subir em uma das árvores que existiam ali perto. Subir em árvores era mais fácil que subir em paredes de escalada. Quando cheguei ao topo, pude ver melhor o que estava acontecendo. A árvore não era muito alta, mas podia ver por cima dos chalés de lá de cima. Havia centenas de romanos atacando nosso acampamento, tanto no chão quanto no ar. Nós estávamos fazendo um bom trabalho contra-atacando eles. Então olhei em direção à colina que era a “entrada” do acampamento. O que vi me deixou furiosa: o dragão não estava lá, e o pinheiro de Thalia estava em chamas.


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Re: Chalé de Apolo ☼

Mensagem por Brenda T. Collins em Dom 23 Mar 2014 - 9:58


Limpeza
Com certeza, os filhos de Apolo não eram os mais organizados: nosso chalé estava uma bagunça. Havia algumas roupas jogadas no chão, as camas estavam todas desarrumadas e os pertences dos campistas estavam colocados de qualquer jeito em um canto. Minha mão teria um treco se visse isso. Preciso dar um jeito nisso, pensei. Peguei uma calça jeans e a camiseta do acampamento e rumei ao banheiro para me trocar. Em seguida, voltei para o beliche em que dormia e arrumei-o bonitinho. Guardei meu pijama e aproveitei para dar uma organizada nas minhas roupas e pertences; a única coisa que não guardei foi minha pulseira prateada com alguns pingentes: aquele era meu arco. Coloquei-o em meu braço, nem sabia porque o tinha tirado. Logo depois, dei uma boa olhada para o resto do chalé. Decidi pelo menos tirar aquelas roupas do chão. Então fui recolhendo as mudas de roupas que encontrava pelo caminho, algumas em um estado bem lamentável, e coloquei todas em um cesto que havia no banheiro. O chalé ainda estava desorganizado, mas estava melhor que antes. Eu poderia deixar ele bem mais arrumado, mas não mexeria nas coisas dos outros sem permissão.


Depois de fazer tudo que podia, saí do chalé e fui em direção ao pavilhão para comer alguma coisa no café-da-manhã.  



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Re: Chalé de Apolo ☼

Mensagem por Emilly Victoire Pevensie em Seg 31 Mar 2014 - 17:32


☼ Chalé de apolo ☼



 Fazia tanto tempo desde minha última vinda ao acampamento. A partir do momento em que as coisas melhoraram em casa eu pude voltar pra lá. Mas ao que parece o atual namorado da minha mãe não gosta muito de monstro e é expert em fazer a cabeça dela... São nesses momentos que minha irmã faz falta.
 Ao adentrar no chalé, vejo o quanto aquele local me fez falta. Não havia coisa no mundo que brilhasse mais do que aquelas paredes douradas - quando limpas, claro. Localizei minha cama no fundo do lugar, ela parecia intocada. Andando vagarosamente até lá jogo minha mochila pro lado e afundo no colchão. Sorrio de leve e abraço o travesseiro, torcendo pra ninguém entrar no chalé e me ver naquela cena ridícula. 
 Após organizar todas as coisas, saio do local, indo aproveitar os lugares do acampamento e reencontrar alguns amigos.



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Re: Chalé de Apolo ☼

Mensagem por Brenda T. Collins em Sex 31 Out 2014 - 13:26

Limpeza


Olhei em em volta, examinando o chalé de Apolo. Eu já havia percebido que meus irmãos não eram os mais organizados, mas às vezes eles conseguiam me surpreender - eu não queria nem ver como deveria ser o chalé de Hermes. Além das roupas e das armas espalhadas pelo quarto que nem em todos os chalés, também havia os instrumentos musicais, o que acrescentava uma bagunça a mais ao espaço desorganizado. Decidi que deveria dar um jeito, novamente, naquilo tudo.
Comecei pelo meu beliche. Arrumei a cama, reorganizei minhas coisas, limpei minha cômoda. Então recolhi as roupas no chão e coloquei-as no banheiro. Os instrumentos espalhados eu reconhecia alguns, e coloquei-os nos beliches de seus respectivos donos, mas no resto não mexi. Em seguida, peguei uma vassoura e varri o chão o melhor que pude. Então, vendo que não poderia fazer mais nada sem mexer nas coisas dos outros, concluí meu trabalho.
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Chegada ao Acampamento

Mensagem por Mattews T. Hummels em Sex 12 Dez 2014 - 14:05

Ao chegar ao Chale de meu pai,encontrei meus irmãos e os cumprimentei alegremente,neste dia fazia muito sol era um belo dia,digno para um belo treino ou um belo descanso pois estava muito cansado,para min era uma novidade ver uma cama,pois só tive uma quando até os 6 anos de idade,quando a vi me atirei sem pensar no resto ,dormi profundamente até que sonhei com meu pai mais neste sonho o mesmo não dizia nada muito menos eu,meu pai era como uma luz não conseguia ver sua forma seus traços nada, apenas conseguia ver uma luz através de um labirinto escuro,eu corria euforicamente atras de meu pai o mesmo aparecia e desaparecia como uma luz no fim do túnel,tudo aquilo era tão bom pois nunca tive, um pai muito menos uma mãe porque a mesma me entregou a um orfanato quando recém nascido com o alegamento de não poder cuidar de min,então esta sensação que eu tinha é de que eu não estava sozinho,mal sabia eu q lagrimas caiam enquanto eu estava dormindo,meus meio irmãos chegam ao chalé e se deparam comigo dormindo e chorando sem ao menos eu querer que isto acontecesse,um deles começam a me balançar para que eu acordasse porque pensavam que eu estava tendo pesadelos, - Ei Você esta Bem ? - Sim, estou bem obrigado! - Ok,Quando precisar é só chamar ,meu nome é Harry qual o seu ? - Meu Nome é Mattew,agradeço a sua preocupação. - Estarei la fora se precisar, vou ficar olhando a vista, qualquer coisa grita meu nome que eu venho pra te ajudar, até Irmão. "eu acho que neste cara eu posso confiar." rapidamente me levantei e fui chamar Harry pra me ajudar a conhecer novos lugares no acampamento pois ele parecia ser muito experiente e andar com ele serviria de um certo aprendizado pra min. - Harry desculpa incomodar é que você falou.. - Claro..Claro.. to aqui pra te ajudar ok ? Não ha nenhum incomodo nisso,Você quer conhecer o acampamento não é ? - Como adivinhou ? - Tenho meus Truques, Agora vamos ? Dizia ele bem humorado e Sorridente "é esse cara é experiente mesmo, tenho muito que aprender com ele e com os professores." - Vamos,Me mostre primeiro o centro de treinamento ok irmão ? Rapidamente fiquei alegre pro que estava por vir, senti uma leve esperança de que seria muito feliz ali.- Demoro cara, Vamos la! Nós fomos correndo porque o tempo era curto e eu não queria perder nada, então corremos para conhecer o centro de treinamento do Acampamento.
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Re: Chalé de Apolo ☼

Mensagem por Brenda T. Collins em Sex 20 Fev 2015 - 15:53

Organizando o Chalé
Acordei naquele dia meio cansada, não estava muito a fim de fazer nada. Porém, havia trabalho a ser feito, e eu não podia me dar ao luxo de passar o dia todo dormindo. Para começar, o chalé estava uma bagunça novamente. Eu já estava começando a me irritar com meus irmãos. Mas como nenhum deles parecia se importar muito, e eu não suportava viver na bagunça, sempre sentia a responsabilidade disso cair sobre mim. Não vou dizer que todos eram desorganizados, porque seria mentira, mas a maioria.
Sendo assim, depois de lavar o rosto e trocar de roupa, tentei dar uma melhorada no Chalé. Arrumei minha cama, guardei minhas coisas, coloquei minhas roupas sujas para lavar e varri o chão. Nunca me atrevia mexer nas coisas dos outros, então não pude fazer muito quanto à isso. Entretanto, tentei organizar os instrumentos musicais espalhados por aí e ajeitar os quadros que estavam tortos. Quando acabei, vi que ainda tinham algumas coisas a serem feitas; se meus irmãos pelo menos se dessem o trabalho de arrumar as camas já ajudaria bastante. Decido fazer isso eu mesma, já que ninguém parecia querer fazê-lo.
Quando finalmente acabo, já perdi o café da manhã. Felizmente, eu não estava com fome, e parto para meu primeiro treino.
Os deuses agradecem pela contribuição. +50 dracmas.
Hera
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