Chalé de Phobos ⊰

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Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Lyra Chevalier em Qui 9 Jan 2014 - 18:32

Eu nem tinha certeza se a expressão "aos trapos" poderia me definir naquele momento. Meu corpo todo estava dolorido após ter passado por tantas emoções e batalhas fora do acampamento. Eu havia conseguido permissão de Quíron para sair do acampamento por uma tarde para tentar agir como uma "adolescente normal" após o sucesso na missão de busca ao cassino lótus. Apesar de ter sido alertada quanto os riscos, preferi ignorá-los e me arriscar mesmo assim. Dei mais azar do que eu havia imaginado, uma empousai e duas dracanaes para alguém que estava sozinha definitivamente não era algo fácil de lidar. Algumas pessoas olhavam para mim com dó conforme eu andava pelas ruas de Long Island, mas quando eu erguia meu olhar mal humorado para encontrar o piedoso delas, estas desviavam o olhar devidamente incomodadas. Uma das vantagens de ser filha de fobos. Acabei sentindo-me mal por estar em um lugar tão diferente do acampamento e preferi voltar para o mesmo. Essas pessoas provavelmente achavam que eu era uma mendiga ou uma viciada em drogas, como eu não era nem uma coisa nem outra, limitava-me a rir cinicamente e continuava caminhando através da praia de Long Island. Sabia o ponto exato na onde ela se tornava parte do acampamento por já ter escapado algumas vezes, o que facilitou bastante em meu retorno. Atravessei a barreira, sumindo de vez da vista dos mortais comuns e caminhei em direção ao chalé, Dionísio com certeza já sabia que eu havia retornado em "devida segurança". Adentrei o chalé de cor escura com o aspecto abandonado e senti-me feliz ao sentir o "conforto de casa". Nenhum dos meus irmãos estavam presentes no local, então, sem delongas joguei-me na cama e fiquei ali, apenas curtindo uma tarde de preguiça.  
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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Jesse Fronckowiak Lewis em Dom 23 Mar 2014 - 22:43

Uma das coisas que adoravam me perseguir era o sono. Meus olhos quase cerrados indicavam que ele havia vencido a batalha daquele dia... Como sempre, na realidade. No fim, ele sempre vencia. Não sei se felizmente ou não, havia mais uma companhia atrelada ao sono. Ao acordar já de manhã, senti então um pouco de calor poucos minutos depois, o que fez eu retirar a camisa que eu usava, jogando-a em um lugar aleatório. Passei a língua nos lábios em uma ação sem motivo, provavelmente havia acordado um pouco mais animado que o normal, então sorriu de forma maliciosa. Notei depois que o chalé estaria vazio, e isso era ótimo para ele, sua preguiça havia ido em bora graças a animação que havia aparecido nele logo depois. Logo me levantei da cama buscando a camiseta que usava, que estava um pouco longe, respirei de forma profunda caminhando até lá com passos curtos, no qual a peguei e coloquei em meu ombro, voltando para a minha cama, mas ao invés de me deitar, fiquei apenas sentado. Ficando em silêncio por um tempo, pensei que seria boa uma presença feminina ali com ele, e provavelmente saberia qual era a mesma. Deu uma mordida no lábio inferior tendo a provável impressão de que ela aparecia ali, e com isso poderia aproveitar para fazer muitas coisas, já que o mesmo chalé estava vazio naquele momento, como se muito das vezes acabava sendo, as vezes apenas observava uma ou duas presenças ali, ou então as outras estariam em outros lugares, que não era adivinho pra saber.

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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Seg 23 Jun 2014 - 21:15


Fui acordada aos berros àquele manhã. Uma voz que, naquele momento, não me era reconhecível, gritava coisas que juntas não formavam uma frase com sentido. Meus olhos estavam semi-cerrados, mas eu conseguia ver uma garota correndo pelo chalé, completamente histérica, com os cabelo em pé - a dona da voz esganiçada e mandona, eu supunha. Virando-me levemente para minha cômoda, procurei as luzes de meu despertador eletrônico; que marcava exatamente 7 horas e 42 minutos da manhã. Abaixo do horário, estava o dia, em letras um pouco menores, mas igualmente notáveis: domingo. O que raios aquela garota fazia no meu chalé (considerando que não era minha meia-irmã) em pleno domingo, sete da manhã, gritando feito uma alma penada? Soltei um longo bocejo. Embora estivesse ligeiramente indignada por ter sido acordada e por ser de um modo não muito legal, não iria sair gritando, a exemplo da loira (meus olhos recém abertos agora conseguiam reconhecer alguns detalhes) que eu descobrira ser, sim, minha irmã. Sentei-me na cama com certa dificuldade, já que meus músculos continuavam meio mortos para a vida, e afastei o cabelo castanho e emaranhado dos olhos. A garota jogava tudo que era visível dentro dos baús que haviam aos pés de nossas camas, misturando pertences pessoais, armas e coisas do tipo. Ao ver uma toalha suspeita ser jogada sobre o baú, errando minha cama por muito pouco, resolvi me pronunciar. – Ei, você. – chamei a atenção dela, que parou por alguns segundos para fitar-me com uma expressão nada simpática. – Não sei se você tem relógio ou bom senso, mas um deles eu posso te fornecer. – arranquei o meu despertador da tomada e arremessei-o, jogando-o em direção a menina. Por pouquíssimo, ele não caiu no chão e desfez-se em um monte de sucata. – Hoje é domingo e são sete e quarenta e cinco da manhã. O que, pelos deuses, você está fazendo? – questionei, tentando manter a calma no tom de voz. Diferente de mim, a garota respondeu, quase que histericamente, que a inspeção de chalés seria dentro de vinte e três minutos (ela falou isso enquanto cutucava fortemente sua unha enorme e mal feita na tela de meu despertador, arranhando-o) e que se não arrumássemos aquilo ali, teríamos tarefas extras e penalidades. Soltei um longo bocejo enquanto assimilava suas palavras.– A inspeção não era segunda-feira? – questionei, incerta e com certo medo do que a garota faria caso eu a contrariasse muito. Ela então tirou uma coisa do bolso, e no mesmo instante em que eu me preparava para levar uma facada (vai saber), ela jogou em mim uma bolinha de papel; que bateu em meu peito e quicou, caindo em minha cama. Com as pontas dos dedos, ergui aquele papel amassado como se ele fosse algo tóxico e perigoso e desamassei-o. As palavras eram claras: "inspeção surpresa - ou nem tanto. Oito e quinze estaremos batendo em sua porta e dando as notas". Minha pseudo-irmã, que aparentemente continha uma sanidade um tanto quanto perturbada, estava certa. Assenti, pensando no que fazer. Tínhamos pouco tempo e muita, mas muita bagunça mesmo. Encarei o chalé, desde o chão, sujo com os mais diversos objetos (desde armas à roupas sujas - aquilo ali era uma cueca? Eca! - e pacotes de doces e salgadinhos), até as camas, onde meus irmãos dormiam um sono (nada) sereno. – Temos pouco tempo. Pouquíssimo, na verdade. Eu acordo eles e você limpa isso. – propus, indo até o baú que havia na frente da minha cama e abrindo-o. O cheio rançoso que saiu de lá não era de minha autoria, e quase vomitei quando ele tomou meu nariz e intoxicou minha boca e olhos. Com uma careta de desgosto mista com um nojo sobre-humano, retirei todo o entulho que fora jogado ali e tirei as sacolas de roupa que faziam a divisória entre minhas armas/contrabando e roupas. Ainda bem que elas existiam; naquele momento, foram cruciais para salvar minhas coisas. Joguei uma delas para a garota (cujo nome ainda não me viera a mente). – Pelo amor de Zeus, não jogue sujeira nas coisas dos outros. Coloque aqui. Eu tenho um certo TOC, então tenho várias ali. – gesticulei com minha cabeça em direção do local de onde havia tirado as sacolas. – Pegue se quiser, mas se te ver mexendo nas minhas coisas... – ergui o polegar e passei-o em frente ao pescoço, fazendo aquele típico gesto que queria dizer, nada mais, nada menos, do que "fodeu para você". Ela assentiu e foi fazer novamente o que estava fazendo antes, só que de modo melhor.

Acordei meus irmãos, um por um. Foi difícil tirá-los da cama; matar um minotauro com uma meia e um fósforo seria mais simples do que fazê-los levantar àquele horário para fazer faxina. Mas precisávamos fazer aquilo, ou teríamos que passar a próxima semana tendo os piores horários no chuveiro, ajudando as harpias e outras coisas que me faziam querer morrer só de pensar. Rapidamente, separamos todas as tarefas: eu arrumaria as camas e tudo que havia em seu perímetro e área; a loira estava pegando tudo que via no chão e que não poderia ser reaproveitado de algum modo, enchendo uma enorme sacola de lixo (era a segunda; nossa, como éramos porquinhos); os outros irmãos dividiam-se entre varrer, juntar os equipamentos espalhados e limpar o banheiro (a pior tarefa, na minha opinião). Logo, dispersamos e começamos a fazer as tais tarefas. O chalé que iria avaliar seria o de Afrodite, que era um dos mais chatos quanto à perfeição, já que para eles, aquilo era fácil. Bufei ao pensar naquilo enquanto fazia a cama de meu irmão, Jeremy; debaixo de seu lençol encardido, encontrei meias, salgadinhos e uma adaga. Joguei tudo num saco plástico, com exceção da adaga. – Onde você guarda as roupas de cama limpas, Jeremy? – gritei por sobre o ombro, jogando os antigos cobertores no chãos e trocando o colchão de lado. O que obtive como resposta foi um muxoxo que me tirou do sério. – Como assim não tem roupas de cama?! TODO MUNDO TEM ROUPAS DE CAMA EXTRAS! – falei, virando-me para ele, que encolheu-se um pouco. Poderes de medo. Respirei fundo, controlando-os. Massageei minhas têmporas, pensando. Num movimento rápido, puxei os lençóis limpos da cama do lado da dele, a mais afastada de todas, que um dia pertencera a uma garota cujo afeto eu não sentia, declarando que aqueles seriam os novos cobertores de Jeremy. Fiz a cama dele e deixei a cama desocupada o mais apresentável possível. Apanhei um saco de lixo e um prendedor, e após colocar este último em meu nariz (como fazem em desenhos animados), abaixei-me afim de poder ver o que havia debaixo da cama dele. A maioria das coisas eu já esperava: salgadinhos e papel de bala, alguma coisa mal forjada em um metal tosco (ele próprio devia ter feito aquilo) e... espera, o que era aquilo?! – Ei, Jeremy, vem cá. – chamei-o. Não iria tirar aquilo dali e constrangê-lo, mas não queria deixar aquele lindo pinguim de pelúcia ali. Ele abaixou-se ao meu lado, e apontei para a pelúcia, fazendo um "é sua?" com os lábios, mas sem deixar nenhum som sair. Ele confirmou, constrangido. Assenti e pisquei pra ele, sussurrando um "deixa comigo". – FINALMENTE ACHEI! – gritei, animada, o que não fazia meu perfil em qualquer ocasião. Retirei o pinguim dali e bati a grossa camada de pó que acasulava-o e o abracei. – Achei o Sr... Puggins! – inventei o nome, olhando para Jeremy, que murmurava um "obrigado". Pisquei para ele novamente, de modo discreto, e coloquei o bicho em cima de minha cama, onde ele poderia pegar novamente depois, e voltei à limpeza, executando-a de modo rápido para pular para a próxima cama.

Depois de terminar as camas, tarefa que me ocupou dezessete minutos exatos, fui ajudar uma irmã morena e baixinha a colocar o lixo para fora. Segurei duas sacolas com força, arrastando-me para fora. O clima lá fora era de ansiedade, com nuvens e uma brisa leve de medo e desespero. Inspirei levemente antes de fazer a volta no chalé e jogar o lixo em um lugar qualquer ali, longe dos olhos dos filhos de Afrodite. Batendo as mãos e voltando ao chalé. Sujeira ali era (quase) inexistente; o banheiro tinha um cheiro quase suportável, beirando ao "agradável"; as camas estavam feitas e tudo estava em seu devido lugar. Com exceção de... Di Immortales! – exclamei, ao notar que havia uma cueca cobrindo a cabeça de uma das estátuas de meu pai causando medo em algum pobre desgraçado histórico. Corri até ele no momento em que dois semideuses engomadinhos e irritantemente perfeitos demais entraram no chalé. Como que na velocidade da luz, peguei a cueca e arremessei-a contra a janela; ela pousou exatamente em uma poça de lama. Contive um risinho enquanto os filhos da deusa do amor observavam, receosos, o nosso chalé. Éramos os únicos, juntamente com os filhos de Deimos (nossos primos mais próximos) e algumas poucas proles de Ares, que não tinham medo do lugar. Para nós, era como uma casa; para os outros, um lugar abandonado e quase assombrado. Os garotos examinaram rapidamente o chalé, disseram um "O.K" e saíram dali. Olhei para eles, sorrindo, já cansada. – Conseguimos, hãm?
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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Jesse Fronckowiak Lewis em Sab 2 Ago 2014 - 1:39

— Nossa, que coisa. — Continuava deitado em minha cama, nossa, o que era aquilo, eu não entendia. Eu estava me sentindo completamente estranho, principalmente em minha cabeça, talvez seria uma dor de cabeça normal, e que eu estava exagerando. Logo me levantei, ficando sentado na borda da cama, sentia um pouco de calor, talvez não seria uma má ideia tomar um banho na Praia, até porque estava quase anoitecendo. Estava com saudades do mundo fora do acampamento, era de alguma forma, mais divertido e interessante do que a minha vida do acampamento. Mas não era hora para certas frustrações, deveria procurar e rápido algo pra fazer, porque aqueles pensamentos terríveis estavam voltando, era muito legal até mesmo ouvir sua família dizer coisas como "Você é lindo, qual é", sendo que na hora eu não conseguia muito, até mesmo dialogar com as pessoas, me perguntava se tinha algumas aulas sociais em algum lugar do mundo, provavelmente eu iria pedir pra ser ensinado a isso o mais rápido possível. Enfim, seria melhor tentar voltar dormir de novo, antes que fique pior, deitei em minha cama novamente, fechando meus olhos, esperando até a hora que eu caia em sono profundo.


#SóPSegurarPPmesmo
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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Ter 9 Set 2014 - 18:14

Entro ali depois de um longo dia de treino. Estava cansada.
Jogo tudo em cima da cama.
Logo após isso, vou para o banho.
Ao terminar o banho, jogo a toalha em cima da cama de Jeremy. 
Depois, deito e durmo.
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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Ter 9 Set 2014 - 21:41


Chego ali depois de um longo dia de treinos. Estava empapada de suor e louca por um banho. Sem a menor cerimônia, tiro os tênis e deixo-os no meio do caminho. Jogo as armas dentro de um baú qualquer que há ali, sem ligar a quem ele pertence. Tiro a camiseta, ficando só de sutiã e sem ligar para aquilo também, já que o chalé estava vazio. Apanho algumas roupas (shorts e camiseta) no meu baú, que está livre de armas, e me encaminho até o banheiro. [...] Depois de um longo e demorado banho, saio do banheiro com o cabelo molhado e pingando por toda a extensão de minha blusa, molhando minhas costas. Sem me importar com qualquer outra coisa, jogo a toalha em cima da cama de Jeremy e pego seu pinguim de pelúcia, sorrindo de canto. Deito na minha cama, abafando-me nas cobertas apesar de não haver necessidade, e durmo abraçada na pelúcia.
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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Qui 9 Out 2014 - 14:38


Chego ali depois de um longo dia de treinos. Estava empapada de suor e louca por um banho. Sem a menor cerimônia, tiro os tênis e deixo-os no meio do caminho. Jogo as armas dentro de um baú qualquer que há ali, sem ligar a quem ele pertence. Tiro a camiseta, ficando só de sutiã e sem ligar para aquilo também, já que o chalé estava vazio. Apanho algumas roupas (shorts e camiseta) no meu baú, que está livre de armas, e me encaminho até o banheiro. [...] Depois de um longo e demorado banho, saio do banheiro com o cabelo molhado e pingando por toda a extensão de minha blusa, molhando minhas costas. Sem me importar com qualquer outra coisa, jogo a toalha em cima da cama de Jeremy e pego seu pinguim de pelúcia, sorrindo de canto. Deito na minha cama, abafando-me nas cobertas apesar de não haver necessidade, e durmo abraçada na pelúcia.
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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Jesse Fronckowiak Lewis em Qui 30 Out 2014 - 20:21

Após o passar de um grande tempo, começava a pensar que eu estava completamente enganado sobre mim. Bem, eu já sabia disso, mas algumas amizades faziam eu pensar o contrário. Não tinha muita auto-estima, isso deve ao fato de algumas falhas que acabei cometendo, então seria bem mais fácil ser assim, apenas um garoto calado, que raramente se enturma. E com as poucas pessoas que eu me enturmei, elas ficavam furiosas comigo, dizendo que eu deveria parar com essas idiotices de auto-estima, e me soltar um pouco mais, e também ir aos eventos do acampamento. Bem, eu gostaria de me soltar e ir a essas festas também, mas dificilmente acreditaria que poderia fazer alguma coisa, mesmo que algumas garotas dessem a confirmação que eu era bonito, mesmo que eu não conseguia me ver assim, eu de certa forma evitava espelhos para não ter que me ver. E o pior era que eu sabia que isso era uma grande idiotice por minha parte, só que mesmo assim, eu continuava a ser da mesma forma, e eu não sabia o porque disso. Entrei no chalé, vazio como sempre, o que era um pouco legal aliás, mesmo que uma companhia ali seria bem legal. Um bom vento batia sobre o lugar, o que me fez logo deitar em minha cama e ficar tranquilo, apenas apreciando o teto, que coisa legal. Revirei o olhar, sussurando em seguida. - E assim, eu volto ao caminho que antes seguia - Ri baixinho, não sei porque, estava pra baixo, então não tinha como eu rir, mas enfim.
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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Cassie Ferrer Schmidth em Dom 2 Nov 2014 - 11:21







Acordei cedo naquele dia, porém um pouco indisposta. Foi por isso que levantei cambaleando da cama. Demorei vários minutos para me localizar, mas era só mais um dia no Chalé de Phobos, então esfreguei os olhos como se tivesse acabado de acordar de um sonho estranho. Roonie ainda dormia profundamente por ali, então me movi sem fazer barulho, ela pela manhã era um demônio em pessoa. Remexi meus pertences até encontrar uma camisa laranja do acampamento e um short jeans acinzentado cheio de rasgos completamente propositais. Com isso em mãos apanhei meus tênis, toalha e produtos de higiene e segui para fora do Chalé, afim de tomar uma boa ducha antes de ir para o Café da Manhã.

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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Qui 6 Nov 2014 - 21:50


Acordei com o som de algo caindo, naquela manhã. Levantei o rosto do travesseiro e abri os olhos lentamente, procurando o autor do barulho; porém, tudo que eu via eram meus cabelos caindo em cascatas por sobre meus olhos. Afastei-os com a mão, soltando um longo bocejo no processo. Com calma, virei-me na cama e sentei-me, esfregando os olhos. Pela janela eu podia ver o sol erguendo-se tão preguiçosamente quanto eu, dando às nuvens cinzentas um brilho prateado. Suspirei pesadamente, olhando o chalé de uma ponta a outra. Estava tudo como tinha que estar: Jeremy roncava, abraçado ao seu pinguim de pelúcia; as armas estavam jogadas em um canto; as janelas e portas estavam abertas e os mascotes estavam todos, sem exceção, na rua. Passei os dedos pelos cabelos, desfazendo alguns nós que teimavam em enrolar os fios em uma massaroca sem fim. Quando finalmente convenci-me de que o barulho era coisa da minha cabeça, deitei e voltei a dormir.
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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Cassie Ferrer Schmidth em Qua 14 Jan 2015 - 10:34







meu estômago dava vários giros dentro do meu corpo, parecia que a terceira guerra mundial estav estourando ali. Eu sentia todos os tipos de dores que alguem pode sentir, assim todas ao mesmo tempo, e aquilo me deixava completamente maluca mesmo. Tentei levantar da cam pelo menos umas trinta vezes mas não conseguia. Todas as vezes parecia que garras se uniam as minhas entranhas e me puxavam de volta para a cama. Todos os campistas já haviam deixado o chalé, restava só eu ali jogada às traças. Então eu simplesmente fiquei, deitada e esperando que a coisa sei lá melhorasse de alguma forma. Depois de não sei quanto tempo, consegui me levantar (quase me arrastando) e segui para a enfermaria.
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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Seg 23 Fev 2015 - 15:40


Acordei com o som de algo caindo, naquela manhã. Levantei o rosto do travesseiro e abri os olhos lentamente, procurando o autor do barulho; porém, tudo que eu via eram meus cabelos caindo em cascatas por sobre meus olhos. Afastei-os com a mão, soltando um longo bocejo no processo. Com calma, virei-me na cama e sentei-me, esfregando os olhos. Pela janela eu podia ver o sol erguendo-se tão preguiçosamente quanto eu, dando às nuvens cinzentas um brilho prateado. Suspirei pesadamente, olhando o chalé de uma ponta a outra. Estava tudo como tinha que estar: Jeremy roncava, abraçado ao seu pinguim de pelúcia; as armas estavam jogadas em um canto; as janelas e portas estavam abertas e os mascotes estavam todos, sem exceção, na rua. Passei os dedos pelos cabelos, desfazendo alguns nós que teimavam em enrolar os fios em uma massaroca sem fim. Quando finalmente convenci-me de que o barulho era coisa da minha cabeça, deitei e voltei a dormir.
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Re: Chalé de Phobos ⊰

Mensagem por Cassie Ferrer Schmidth em Ter 9 Jun 2015 - 3:44


Abri os olhos e fitei o teto, os sonhos daquela noite haviam sido meio... estranhos. Eu não sabia se me dava ao luxo de acreditar neles ou não, eu não sabia o que devia pensar sobre eles. Sonhos eram só sonhos certo? E quando esses sonhos eram com a figura do Pai que você nunca conheceu? Devia ser só um problema, devia ser só a minha imaginação me pregando peças. É, só podia ser isso mesmo. Melhor deixar para lá. "Vamos viver, Cassie. Seu dia ainda vai ser muuuuuito longo hoje." Concordei comigo mesma enquanto me levantava da cama. Não muito tempo depois deixei o Chalé.
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