Enfermaria

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Enfermaria

Mensagem por Vinny Oleander Salvatore em Qua 11 Dez 2013 - 23:17

Relembrando a primeira mensagem :


Trying to rest
There is no place like home
É apenas uma luta, eles disseram. Ela é uma filha de Ares, mas chegou no Acampanto há poucos dias, ainda não sabe lutar, eles disseram. A lâmina que ela carrega não é muito afiada, eles disseram. Tudo o que falaram para me convencer a duelar com a filha do Deus da guerra volta à minha cabeça. Eu não teria lutado com ela se não fosse pela insistência dos "amigos", sei, há tempos, o quão injusta é uma luta entre uma prole do deus do Teatro e uma pseudo-maquina-de-guerra.

- Não quero ajuda, vou para enfermaria sozinho - digo e dou tapa na mão que a minha irmã estendeu para me ajudar a levantar. Uso o meu tirso de apoio. Ele, o tirso, não serviu para defender os golpes daquela espada de um metro e meio, mas funciona como uma ótima bengala. Dirijo-me até a enfermaria em passos curtos, como um velho.

Ao atravessar a entrada do recinto, uma enfermeira vem me auxiliar. Desativo o meu tirso e o prendo nas costas enquanto ela me ajuda a sentar na maca mais próxima - Arena. Conselhos de amigos idiotas. Duelo com uma filha de Ares. Amigos idiotas - três expressões soltas são o suficiente para ela entender o que aconteceu. A enfermeira anda até uma das estantes, pega alguns frascos e ervas, coloca uma luva na mão e volta para perto de mim - Ei, ei. Tem vinho nesses frascos aí? - ela nega com a cabeça - Então... Não são importantes - tiro o meu pingente do pescoço e pego uma garrafa vazia debaixo da prateleira que está do lado da minha maca. Ativo o pingente e deixo que o vinho, que sai dele, encha a garrafa.

- Eu sou filho de Dionísio, moça - puxo o meu short e deixo minhas coxas à mostra. Com cuidado para não desperdiçar o vinho, derrubo um pouco no corte da coxa esquerda. Sinto minha pele arder, afinal, estou lidando com álcool, mas uma onda de alívio sobrepõe a sensação ruim. Fecho os meus olhos e curto a sensação de ser, levemente, curado - Só esse vinho não vai ser o suficiente para me curar - tomo um bom gole da garrafa - E saciar minha sede. Tem mais por aí? - indago.
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Re: Enfermaria

Mensagem por Noralys Carter em Sab 30 Ago 2014 - 16:19

Com uma certa dificuldade, o estranho me disse seu nome. Um lindo nome para um moço... Ai deuses, eu estava flertando com um cara semi inconsciente.
  — Não se esforce, vou providenciar algo que te deixe melhor. — falei, decidindo o que fazer. Ah, néctar e ambrosia!
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Re: Enfermaria

Mensagem por Cassie S. Prescott em Seg 8 Set 2014 - 20:41





Acordei na - o que presumi de imediato - enfermaria. Olhei meia desnorteada - devido a luz que estava forte para meus olhos - as macas e pessoas que estavam nela; ao fechar os olhos novamente escutei uma voz que dizia que eu havia desmaiado no 'meu' chalé, e que eu deveria descansar um pouco pois - como a 'pessoa' disse - eu já havia tomado um pouco de néctar, e ao saber disso fiquei um pouco chateada por não me lembrar, afinal eu queria lembrar do gosto. Logo, assenti com a cabeça e, acabei caindo no sono.
 
Off: Post ruim pq sim ;-;
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Re: Enfermaria

Mensagem por Joey F. Malkovich em Sex 31 Out 2014 - 21:57



Era horrível ficar preso em uma maca sem poder sair pra nada. Parece que quanto menos eu podia me mexer, mais vontade eu tinha de fazer exercícios físicos. Mas o médico me alertara que se eu deixasse a enfermaria de novo antes dos meus ossos voltarem ao normal eles provavelmente nunca voltariam. Então, com minhas três costelas quebradas após cair de um grifo em vôo, fiquei imovel onde estava.
 Por sorte, a enfermaria era bem mais silenciosa que meu chalé: sem berros, reclamações e risadas. Silêncio até chegar uma garota super estressada. Ela marchou revoltada até a maca ao meu lado gritando que ela nunca ficava doente, o que só fez a enfermeira revirar os olhos. Ela não tinha nada quebrado, será que era algo contagioso? Sério que ligaram tanto o foda-se pra mim que me colocaram junto com alguém com ebola ou algo do tipo?
 Observei a garota mais minunciosamente e logo a reconheci: era Ágatha, líder das caçadoras que passava algumas temporadas no acampamento. Pelo jeito ela não se livraria da enfermaria até que a liberassem. Esperei que a médica saísse e, ignorando as bufadas da jovem, perguntei desinteressado:
-Então, qual o seu problema?

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Re: Enfermaria

Mensagem por Ágatha Pevensie Kane em Sab 1 Nov 2014 - 10:10

– Como assim não fui liberada? – questionei o último dos filhos de Apolo da enfermaria, que atuava quase como um recepcionista, o que quer dizer que ele passava a maior parte do tempo mandando pessoas de volta pra macas e vetando pedidos de mais ambrósia ou néctar. – Tudo bem, deve estar havendo algum engano – argumentei, quando fiquei sabendo que minha companheira de missão estava com algum tipo de doença contagiosa e que, portanto, eu deveria em observação também devido às chances de pegar a tal doença. A cara blasé do garoto indicava que ele ouvia aquelas palavras com mais frequência do que gostaria, de forma que, com o melhor sorriso que minha irritação permitia-me dar, iniciei a explicação: – Eu sou caçadora. Sabe, aquelas que não ficam doentes e só morrem por ferimentos de guerra? Pois é.

A palavra “caçadora” deve ter surtido algum efeito: ao menos ele pareceu se empertigar na cadeira antes de declarar que nada poderia fazer, e que eram ordens da “médica” que tinha me atendido, e que ele tinha de cumpri-las. Já quase bufando, fui em direção à garota, que estava, aparentemente, limpando uma maca vazia. Antes mesmo que eu começasse a argumentar, ela me mandou procurar uma maca, para me recuperar da doença. – Eu. Não fico. Doente. – proferi, usando todas as minhas forças para não explodir de raiva ali mesmo. Não é só porque eu tinha a eternidade para viver que gostava de ver meu tempo sendo desperdiçado. – Eu sei que era contagiosa, meu Zeus, mas eu não fico doente! Já ouviu falar que o tempo cura tudo? Agora imagine a eternidade!

A garota simplesmente me olhou de lado com suspeita, para sair do espaço alguns segundos depois, após ser chamada por sabe-se lá quem. Um suspiro de pura irritação foi audível enquanto eu me jogava na maca que ela estava arrumando segundos antes. Só por que tinham leitos sobrando eles achavam que tinham de ocupa-los? Decididamente, meu humor não estava dos melhores. O que me fez respirar fundo antes de pensar em responder a pergunta dirigida a mim. Não queria arranjar encrenca. Ao menos, não com ninguém que não fosse aquela suposta médica. – Meu problema? Estar trancada aqui. Sem a menor necessidade. Porque, ao que me consta, não tenho nenhum ferimento letal, e não posso ficar doente. O segundo problema é o fato das pessoas não entenderem isso.

Eu mal olhei para o garoto enquanto o respondia, mas nem precisava: filho de Ares. Eles certamente tinham um holograma eterno de reclamação, ainda que invisível. Músculos, cara de poucos amigos, arrogância suprema. Voilá. Nem precisa de elemento X. O que, aliás, tornava bem fácil imaginar o que o levava a estar ali. – Quebrou o que? – indaguei, com uma curiosidade não muito sincera, me contendo para não completar a frase com “brigando com quem?”. Eu esperava que falar com alguém – ainda que fosse um garoto – fizesse com que eu imaginasse menos formas de esganar a filha de Apolo que me fazia estar ali. Pelos deuses, eles poderiam pelo menos ter um sistema de refeições, se não queriam me deixar sair. Sabe, eu não posso ficar doente mas, infelizmente, sinto fome.
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Re: Enfermaria

Mensagem por Joey F. Malkovich em Sab 1 Nov 2014 - 21:15



    Escutei a reclamação da garota prendendo riso, ela ficava cada vez mais vermelha pelo nervosismo e parecia que morreria asfixiada. A única coisa que eu lembrava era "o bebê ta ficando roxo, tio!", mas mesmo assim mantive minha expressão séria. Me movi na maca - o que doeu um pouco - para uma posição mais confortável e dei de ombros frente sua pergunta.
      - Três costelas. - respondi apontando pro meu tórax enfaixado - Mas já estive pior, então...
    Sua expressão de desdem me irritou. Todos fazem pouco caso de nós, filhos de Ares, por nos dedicarmos a vida de luta. Bem, isso até implorar pra ficar com nosso chalé no caça bandeiras ou tentar fugir de um combate contra nós. E ela, uma caçadora que segue a risca tão estritamente o estereótipo do seu grupo, desdenhar um lutador - imagino que a única semelhança entre a prole de Ares e as queridinhas de Ártemis - era no mínimo hipocrisia.
     -Acho bom você relaxar ai, vai ficar aqui um bom tempo. E, aliás, eles estão certos... - ignorei seu olhar indignado e me justifiquei -... afinal você mesma disse que teve contato com alguém doente. Pode não ter os sintomas, mas pode carregar o vírus, bactéria ou sei lá o que com você e contagiar os outros. O que me irrita é eles te colocarem aqui comigo, é sério isso?
   - Mas enfim... - disse cansado, sem muito ânimo pra discutir, um provável efeito dos analgésicos - ... sou Joey. - estendi meu braço pra cumprimentá-la e dei um sorriso automático.

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Re: Enfermaria

Mensagem por Flynn Ehlers Sieghart em Dom 2 Nov 2014 - 22:05


Help, I need somebody, Help
Sentia-me um pouco cansado. Talvez a intensa rotina dos últimos treinos cobravam de mim uma energia que eu não possuía. Será que eu estava pegando pesado demais? Ainda com tais questões em minha mente, dirigi-me até a Enfermaria, aonde conseguiria alguma coisa para ajudar em minha recuperação. Ao adentrar o local, logo localizei alguns campistas deitados nas macas, murmurando algo incompreensível. O que será que eles tomaram? Aposto que estavam delirando com aqueles remédios que haviam nas prateleiras. Não demorou para que eu fosse atendido, perguntaram-me o que eu sentia e então mostrei alguns hematomas ao longo do meu corpo e mencionei que me sentia um pouco fadigado.

A moça que me atendera acabou passando uma pomada gelada em meus hematomas, protegendo-os com um curativo logo em seguida. Também me dera um pouco de néctar e ambrosia, o que ajudaria a recuperar o cansaço que eu sentia. Fiquei por lá mais alguns minutos em observação, após terminar meu lanchinho dos céus, sentia-me melhor e praticamente estava pronto para enfrentar uma madrugada intensa de leitura. Sai dali e fui para o chalé dos filhos de Atena.
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Re: Enfermaria

Mensagem por Hyun So Young em Qua 7 Jan 2015 - 21:01

Pain...
Após retirar a armadura, ele se arrastou para a Casa Grande, onde haviam lhe informado que fica a enfermaria. Suas costas estavam doloridas pela batida que dera contra uma arvore, assim como as costelas também, local onde havia acertado o chão ao cair. Se não quisessem fazer nada com ele, só um remedinho para dor já estava bom, não precisava de muito, talvez fosse só frescura sua, mas o corpo nunca fora muito resistente mesmo.

Sorriu ao se ver no local e entrou. Observou um pouco se havia alguém ali, mas não parecia haver ninguém... Ou ele se quer tinha notado. Se focou em pedir ajuda para alguém. Assim que a recebeu, retirou a camiseta suja de terra e viu que realmente estava cheio de hematomas avermelhados pelo corpo, era uma sorte talvez não ter quebrado nada, a armadura, mesmo fajuta, havia ajudado em algo. Sorriu. Ficou em pé enquanto lhe passavam algo nos ferimentos que ele não tinha ideia do que era e depois limpavam um corte em sua perna. Quando aquilo havia aparecido ali? Ele nem tinha notado, mas ardeu bastante o que fez o garoto fazer algumas caretas e só relaxar quando o ferimento estava sendo enfaixado. Suspirou agradecendo a pessoa pela ajuda.

Precisava comer algo agora para recuperar as energias por completo. Era bom ajudar a pessoas ao redor e tudo... Mas isso estava lhe custando muitas dores. Como dormiria naquele dormitório cheio de gente daquela forma... E se o chutassem?! Ah... Preferiu não pensar naquilo por enquanto e saiu dali.
Post: 003 Após um treino e algumas quedas no chão

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Re: Enfermaria

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