Estábulos

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Estábulos

Mensagem por Zoey M. Ludwing em Ter 26 Nov 2013 - 15:58

Relembrando a primeira mensagem :


Ah, os estábulos! O melhor lugar do acampamento na minha opinião. Por que? Por causa dos pégasos. Eles não falam, são afetivos e as vezes são temperamentais, o que me faz pensar que são um dos poucos animais com personalidade. 
Eu nasci em Nashville, uma cidadezinha minúscula e desconhecida do interior do Tennesse, então fui praticamente criada com cavalos ao meu redor. Apesar de não poder falar com eles, como os filhos de Poseidon, eu posso entende-los, e assim, gosto ainda mais deles. E gosto deles principalmente porque não falam!

Fui tirada de meus pensamentos quando um belo pégaso cor-de-mel bateu seus cascos furiosamente na portinha de madeira de seu cocho e relinchou. Ao olhar para ele, senti meu coração se apertar. Seu olhos castanhos brilhavam, mas transmitiam um ar tristonho, como se tudo que ele quisesse fosse voar um pouco. 
Caminhei até seu cocho cautelosamente e subi na portinha de madeira, que surpreendentemente aguentou meu peso. Estiquei meu braço e toquei afetivamente seu focinho gelado.
- Você está cansado de ficar aqui, não é? - Perguntei com a minha melhor voz doce, o que não era muita coisa.- Eu sei como você se sente.
Suspirei e sorri para o pégaso. Ele relinchou feliz, enquanto eu acariciava seu focinho. Bem, não sabia o nome dele e nem á quem ele pertencia, mas me pareceu que tinha feito um novo amigo. Um amigo de quatro patas, pelo cor-de-mel e com crina, asas e rabo negros. 

Foi então que reparei o quanto o pobre pégaso estava sujo. Vasculhei todo o estábulo a procura de baldes, até que achei um grande balde de madeira. Me pareceu pesado, mas o peguei e o levei até o lago. Mergulhei o balde na água e quase caí na água quando fui o puxar de volta. Era peso demasiado para mim. 
Com grande esforço, puxei o balde para terra firme e o arrastei para o estábulo. Coloquei-o perto da porta e vasculhei novamente o estábulo inteiro, até encontrar uma escova e uma espécie de shampoo que usávamos para lavar os pégasos. 
Coloquei uma rédea no pégaso e o puxei para fora do estábulo, o amarrando num tronco próximo. Fiz o mesmo com todos os outros pégasos e então comecei a limpar os cochos. O cheiro era forte e fazia meus olhos arderem, mas era uma boa ação e me deixava relaxada. 

Assim que acabei de limpar os cochos, juntei todo o esterco e o feno do chão em um grande saco de lixo preto e o amarrei. Joguei o saco para fora do estábulo. E novamente fui vasculhar o estábulo até achar uma mangueira. A liguei a uma torneira a água começou a jorrar violentamente. Segurei-a e molhei todos os cochos e o chão. Desliguei-a. Joguei um pouco do shampoo para cavalos no chão e comecei a esfregar com uma vassoura. Quando o chão já estava todo espumado, tornei a ligar a torneira e limpei todos os cochos e o chão, logo puxando a água com um rodo. Passei um pano seco no chão para secá-lo.

Parei um pouco para respirar e corri para fora do estábulo, logo voltando para lá com grande quantidade de feno e grama seca nos braços. Espalhei-o por todos os cochos, deixando o chão macio e confortável para os pégasos. 
Depois lavei também os vasos de água e comida deles todos e os enchi de feno e água. Todos ficariam confortáveis ali.

Parei para observar o local. Estava limpo e confortável. Caminhei para fora dos estábulos com um grande sorriso nos lábios. Agora vinha minha parte favorita. 
Lembra do balde de água, esponja e shampoo que eu havia deixado na porta do estábulo? Eles me serviriam agora! Arrastei todos até os pégasos e comecei a lava-los um por um, com direito a crina e rabos. Quanto todos estavam plenamente ensaboados, fui jogando baldes com água neles para limpa-los. Todos relinchavam e tremiam quando entravam em contato com a água fria, me fazendo rir.
Quando acabei, coloquei todos de volta em seus devidos cochos.
- Bem... Até a próxima vez, amiguinhos. - Eu disse e eles pareceram entender, pois relincharam e balançaram a cabeça furiosamente. Saí do local.

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Re: Estábulos

Mensagem por Ágatha Pevensie Kane em Ter 6 Jan 2015 - 22:01

Em geral, eu preferia cavalos a pégasos. Sem razão nenhuma, só... Já estava acostumada demais a ter pés no chão. Voos teriam de ser rápido, e os pulos de Bilbo cumpriam bem esse papel. Quem era Bilbo? “Meu” cavalo preferido daquele acampamento. Já era meu animal cativo de treinos e qualquer outra ocasião em que eu, por algum motivo, precisasse de um cavalo. Agora, vinha só lhe fazer uma visita de cortesia. Nada como o tédio para te fazer ficar amigável de repente. Talvez, e muito talvez, eu cavalgasse. Aliás, talvez nada: era o que eu fora fazer ali, não? Espantar o tédio.

Ele que tentasse me perseguir a galope, então. Chego ao estábulo já procurando aqueles biscoitos especiais, oferecendo um ao cavalo malhado. Depois de alguns instantes de conversa – que pareciam fazer com que eu me sentisse mais tola que o habitual, fui à procura de selas e esse tipo de coisa. E parei bruscamente ao ver que seria meio complicado tentar fazer qualquer coisa com Bilbo na área “reservada” para cavalgadas. Infelizmente, era a mesma área frequentada pelos amantes de Pégasos. E havia um voando, por ali. Tinha que admitir que era um animal impressionante.

Asas com o meu tamanho abertas, com penas que pareciam mais fortes que qualquer músculo do meu corpo, sustentando aquele tronco equestre com pelos característicos – e incrivelmente brilhantes. O animal era bem tratado demais pra parecer um dos “patrimônios do acampamento”. Quem quer que estivesse montando ele, devia ser seu dono. E o dono se mostrou uma garota morena, que, de frente, se mostrou familiar. – Hey, Scarlett – cumprimentei a filha de Zeus, antes que ela conseguisse por os pés novamente no chão.

Tinha de admitir que, por mais que os três grandes fossem, em geral, mesquinhos, arrogantes e péssimos pais – que nenhum deles jamais fosse capaz de ler pensamentos – davam presentes interessantes para os filhos – não, com certeza a garota não comprara o animal. A menos que campistas houvessem começado a se prostituir sem meu conhecimento, nenhuma atividade possível de ser realizada no local traria a alguém dinheiro o suficiente para comprar um Pégaso. – Qual o nome dele? – indaguei, indicando o animal e ignorando a vontade de cavalgar. Animais bonitos eram quase como bebês; eles TINHAM de ter sua atenção
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Re: Estábulos

Mensagem por Sky Wittelsbach Colfer em Qua 7 Jan 2015 - 3:42


...
Soltei um sorriso brincalhão para Boteco, meu pégaso. Fazia algum tempo desde a última vez que aparecera ali para conversar ou voar um pouco com ele, mas isso não importava de fato. Não quando podia comprá-lo com comida e algumas escovadas. “Ei, rapaz, quanto tempo, não?” Cavalos nunca foram meus animais preferidos, mas pégasos pareciam despertar uma sensação tão boa em mim que era impossível não gostar de um deles. Mesmo aqueles mais rabugentos, o que não era o caso do meu. “O que acha de tirar a poeira do seu equipamento, hein?” Não pude evitar pressionar os lábios de tanta animação. Era pura diversão quando eu inventava de brincar com Boteco. Não demorei muito a prepará-lo, porque assim como  eu o pégaso não era lá muito paciente.

Puxei meu mascote até a área de cavalgadas e reparei o quanto aquilo ali parecia pouco frequentado, diferente da Arena ou de qualquer outra parte do acampamento. Dei de ombros e coloquei a perna esquerda no estribo que me ajudaria a subir, dando impulso. Das poucas vezes que fizera isso no Meio-Sangue, flashbacks insistiram em invadir minha mente, mostrando cenas cortadas em que eu (ainda criança) corria montada em um cavalo, em direção a um obstáculo, e caia. Dessa vez não foi diferente, mas ignorei e simplesmente fiz com que Boteco começasse a trotar. Depois dos trotes, ele começou a correr, e foi assim até que finalmente estivéssemos no ar, já em alta velocidade. “Inclina um pouco para a direita e vai alternando.” Instruí e vi que ainda era obedecida pelo pégaso. Ficamos alguns minutos fazendo o mesmo e teria continuado se não tivesse parado os olhos em uma garota nos observando. “Vamos descer, grandão.”

Só quando nos aproximamos do chão pude perceber que a garota era Ágatha, caçadora de Ártemis. Não possuía muito contato com ela e suas companheiras, mas já ouvira falar de algumas. Ártemis nunca mais havia aparecido e a presença delas no acampamento e principalmente nas caças foi ficando agradável com o tempo. “Como vai, Ágatha?” Era estranho saber que eu sempre seria oposta a ela. Eu nunca na minha vida juraria minha virgindade eterna em troca da imortalidade. Ver pessoas envelhecendo não seria legal. “O nome dele é Boteco. Esse grandão aqui não voava comigo tinha um tempo, resolvi aparecer.” Acariciei as asas do animal enquanto encerrava minha fala, enquanto ele parecia curtir. Voltei minha atenção para a caçadora e sorri. “Não sabia do seu gosto por cavalgadas, Ágatha. Digo, não sei muito sobre você, mas isso a gente abafa. Você tem algum pégaso ou sei lá?”



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Re: Estábulos

Mensagem por Ágatha Pevensie Kane em Qua 7 Jan 2015 - 15:39

– Bem, obrigada. E você? – indaguei, mais por educação do que por qualquer outro motivo, enquanto me alçava para cima da cerca de madeira que contornava aquela área, sentando-me lá, com as pernas balançando. Não pude deixar de notar o quão impressionante era a elasticidade das asas de seu animal. Se antes, abertas no voo, tinham – na largura – a minha altura, agora mal chegavam ao tamanho do meu tórax. E as penas brilhantes continuavam bonitas do mesmo jeito. Espera-se que um ser com tal porte tenha um nome à altura, então não pude evitar erguer a sobrancelha, em surpresa, ao ouvir o nome do equino.

Sem pensar muito em como isso pareceria aos olhos de sua dona, voltei os olhos para o Pégaso e então novamente para ela: – Boteco? Sério? Eu poderia associar muitas coisas ao animal. Realmente muitas. Mas barzinhos de esquina certamente não figurariam na lista.  Não que eu fosse alguém para palpitar no nome do “pet” de alguém, mas... Sério? Boteco? Ignorando seu gosto peculiar para nomes, retornei á conversa, respondendo sua pergunta enquanto retribuía o sorriso ao ouvir o vocabulário despojado. “Abafar” não era uma gíria apenas do mundo LGBT, afinal. Não que eu pudesse dizer se ela fazia parte desse mundo, Mas enfim.

– Não, não tenho um cavalo, nem um pégaso. Não reclamaria se Atena resolvesse presentear os filhos com montarias – até que faria sentido, visto que minha progenitora divina tinha a fama de ter auxiliado Poseidon na criação dos animais – ou ela só havia criado a carruagem? – mas isso eu não disse à menina – Mas cavalgo com um dos cavalos do acampamento, mesmo. Mais especificamente, com o Bilbo – finalizei a frase indicando o interior dos estábulos, onde a cabeça do garanhão despontava, me olhando com certa curiosidade, como se fosse perguntar se eu ainda demoraria muito.

Voltando os olhos ao... Boteco... Percebi que tinha a oportunidade de sanar uma curiosidade antiga. – Então. Você começou a cavalgar já com o Boteco, ou treinou a montaria com os cavalos “comuns” antes? A curiosidade maior nem era essa, de fato. Era se os animais alados tinham o mesmo comportamento de seus irmãos terrestres, ou se realmente não tinham nada em comum. Afinal, não era só porque eu tinha prática com Bilbo que eu montaria Boteco despreocupadamente. Não faria a mínima ideia do que fazer quando as asas abrissem.
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Re: Estábulos

Mensagem por Chaz W. Moriarty em Qui 8 Jan 2015 - 0:39



Eu não estava muito animado com a tarefa que estava prestes a fazer: limpar os estábulos. Cuidar dos cavalos era algo prazeroso, como um hobby, mas não era por isso que estava ali dessa vez. Não que eu tivesse frescura com meus afazeres em busca de dracmas... É só que limpar bosta, mesmo sendo esterco, não é lá algo que você acorde querendo fazer. Mesmo assim fui determinado, vestido com uma camisa velha do acampamento (um pouco justa e furada no ombro esquerdo), além de calças velhas e um par de galochas amarelas que encontrei no depósito dos estábulos.

Ainda no depósito, peguei a maior pá que encontrei e puxei o carrinho de mão pra me acompanhar. Os estábulos estavam vazios, tinham levado seus habitantes para treinos com os campistas, por isso precisava ser rápido e terminar antes que voltassem. Então, comecei a retirar com a pá os dejetos dos animais e colocar no carrinho de mão. Repeti esse processo em todos os estábulos, fazendo várias pausas para esvaziar o carrinho de mão numa fossa que tinha há alguns metros, nela era feito parte do adubo que usavam na estufa e nos campos de morangos. 

Depois de mais de uma hora consegui limpar os dejetos dali, precisava jogar uma água com sabão e alguns produtos contra parasitas. Primeiro molhei tudo ali com a ajuda de uma mangueira super potente por causa da minha hidrocinese. Esfregar o espaço com sabão neutro já foi mais cansativo, mesmo assim passei o esfregão no chão e nas divisas dos estábulos. Mais uma vez a super mangueira fez seu poder, enxaguando as bolhas de sabão e levando a água suja pelo ralo. Para encerrar aquela rodada, joguei o remédio em forma de spray em cada espaço reservado para os animais.

Antes de ir embora, renovei a água de cada reservatório particular dos cavalos e coloquei ração em seus respectivos recipientes. Em seguida guardei tudo que havia utilizado, inclusive as galochas amarelo-marca-texto, no depósito. Satisfeito pelo trabalho e ansioso pela recompensa, me retirei e fui descansar no chalé.
 

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Re: Estábulos

Mensagem por Ronnie Forrester Caswell em Qui 8 Jan 2015 - 11:56



Clean up a sweat.

Confesso que o forte cheiro de feno nos Estábulos seria um dos meus menores problemas. No dia anterior, após uma pequena conversa com Quíron, que chegou a comentar que alguns Pégasos não estavam agindo de acordo com os demais. Fiquei de ir lá da uma olhada. O dia mal caiu e eu já nem estava mais na cama. Tinha ido treinar combate corpo a corpo. Foi até divertido, mas ainda sentia minha mandíbula diferente ao mastigar à salada de frutas no pavilhão. Após me recuperar, fui caminhando direto para os estábulos. Ao pisar na entrada, eu já sabia que cheiro encontraria. Feno. Havia feno por todo o local. Parecia ter chovido ali. Havia água para todo lado.

Adentrei mais ao local e respirei fundo. Passei meus dedos sobre a cabeça percorrendo sobre os cabelos. Sabia que teria problemas. Mas fazer o que, se você precisa dracmas deve arregaçar a manga. Segui até a ala dos cavalos. Havia fezes por todo chão. Apertei meu nariz o contorcendo. Suspirei. E continuei a entrar. Caminhei até um balde de utensílios achando sacolas plásticas e uma pá. Apertei a pá e me virei contra o cavalo número 1. Me agachei e fui catando e raspando com a pá o coco. Abri melhor o saco plástico e a depositei dentro. Uma pequena parte caiu no chão e eu voltei a pegá-la. Me levantei e fui até a parede onde havia pendurado escovas e sabão. As patas deles estavam horríveis como se tivesse acabado de galopar na lama. Estiquei meu braço e a peguei. Caminhei até a direita, onde havia um balde com água e a molhei. Deslizei ela sobre o sabão e me agachei. Fui percorrendo a pata do cavalo da esquerda para direita tentando tirar a sujeira. Parecia que estava encrustada ali. Finalmente ele havia levantado as patas e foi aí que conseguia tirar toda a sujeira. Depois de forçar a barra estava bom. Afastei o balde com água para um lado e peguei uma jarra. Fui até a torneira enchendo de água. E depositei no seu pote para ele beber. Me levantei e passei as costas da mão na testa suada. Voltando nas prateleiras peguei uma escova parecida com um pente e voltei para o 1. Deslizei pela sua calda tirando todo pó que nela havia.

Em um canto. Havia uma vara de palha. A peguei e fui deslizando-a pelo chão recheado de palha, água e feno. Estava uma lambança mesmo assim continuei até por em um canto. Fiz a mesma coisa umas três vezes e peguei um saco maior afim de cantá-la. Definitivamente não dava para ser reutilizada. Analisei os demais cavalos. Estavam bons, não estavam tão maltratados. Retoquei a água de uns. Agora era à vez dos Pégasos. Logo avistei Gwendel ao adentrar mais ao local. Estava ótimo. Mas outros nem tanto. Se alguém soubesse para me dizer como tirar uma crosta nas azas de um pégasos eu agradeço. Fucei o balde onde havia alguns utensílios até encontrar algo que me ajudasse. Peguei escova de cerdas finas. Era totalmente macia. O que era bom, assim não o machucaria. Deixei meu pequeno Gwendel de lado. Ele não estava em um estado de calamidade. Havia um pior. Esse será o número 2. Me aproximei frustadamente. Parecia que ele não queria minha presença. Fui cozinhando-o com palavras de conforto e ele logo abaixou a crista. Literalmente. Peguei na escova e passei uma espécie de gel não prejudicável a saúde. O alisei no tronco e fui esfregando as azas. Primeiro a da esquerda que estava mais próxima. Nela não havia quase nada. Após terminar essa segui para a próxima.

Aí estava a cara do problema. Parecia o que. Um chiclete? Fui esfregando de devagar. Não estava adiantando. Apertei a escova na minha mão e fui esfregando com mais força. Estava saindo tudo. Continuei até não restar mais nada. Estavam limpas. Segui para o outro pégasos. Esse seria o 3. O analisei de cima abaixo. Esse estava um caco. Parecia ter vomitado em si mesmo. Mas como isso seria possível. Fui até meu velho amigo balde e catei uma esponja. Parecidas com as de banho. Molhei um pouco no balde de água e fui deslizando sobre o corpo no cavalo. Vindo de trás para frente. Não obtive resultados notáveis. Mas pelo menos já estava molhada. Peguei uma outra escova no balde. Parecia com aquelas de lavar roupas. Deslizei essa sobre o sabão. E voltei até o número 3. Ele não gostou do meu toque. Era mais difícil pois seu pelo era muito branco. Fui contornando até tirar toda a sujeira. Caminhei até a prateleira e peguei um rolo. Fui deslizando sobre seu pelo. Ficou limpo e uniforme. Peguei as escovas e a esponja mergulhando-as no balde com água. Afim de tirar todos os resíduos. E as levei até a prateleira para secar. Fui até uma sacola pendurada e peguei uns biscoitinhos. Caminhei até Gwendel e dei em sua boca. Sumiu na mesma hora. Fiz um carinho em sua cabeça e saí dos estábulos.


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Re: Estábulos

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