Praia dos Fogos de Artifício

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Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Davos H. Grümmer em Qui 21 Nov 2013 - 19:58

Relembrando a primeira mensagem :

king of darkness,
as confusões sempre estão comigo.

Devo assumir que eu já não suportava mais esperar ter que vir para este acampamento, minhas ferias anteriores foram agradáveis, havia conhecido algumas pessoas e feito alguns amigos, mesmo que você, caro leito, esteja duvidando disto no momento, eu tenho amigos. Não é porque eu sou lindo, perfeito, extrovertido, elegante, sexy, sedutor, atraente, perfeito e maravilhoso, que eu não tenho amigos. É obvio que eu também sou um cara muito humilde e cheio da realidade nas palavras, sou filho da escuridão mas tenho um clarão no coração, isso soou muito gay... Mas eu não me importo, até porque isso são meus pensamentos. Estava eu, caminhando lindamente pelos terrenos do acampamento, até meus pés guiarem-me direto para a praia, onde retirei minha jaqueta de couro preta e a pus na areia, sentando-me em cima da mesma e fiquei olhando ao céu.  — Deve ser interessante sentir frio. — Por pura sorte do destino, ou talvez azar, eu não era um cara que sentia frio, geralmente eu era o cara que esquentava as pessoas do frio, no entanto, eu devo assumir que sou pegador. Mas sou também muito quieto e calado, falo com as pessoas quando eu julgo necessário falar, e quando falo é somente aquilo que eu acho que é útil a ser dito, tenho o péssimo (outalvezotimo) habito de não gastar saliva atoa. Dei de ombros novamente e passei a mão por meu cabelo, erguendo a sobrancelha e observando com mais atenção ao céu, naquela noite.

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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por David Crash em Seg 28 Jul 2014 - 20:05

Night at The Beach
 Ψ David Crash is son of Poseidon Ψ


Eu estava sentado ainda em completo silêncio quando um "Bú" me fez dar um pequeno pulo de susto. Era Kat. — Quer me matar do coração? Ri. Agora ela havia deixado os cabelos ruivos soltos de propósito. Sua calça preta tinha pequenos cortes das coxas aos joelhos, mostrando suas pernas debaixo destas partes. Ela usava uma blusa azul clara com um casaco preto por cima. Olhei para o seu All Star, imaginando-o logo logo cheio de areia. — Os grãos da praia vão fazer festa nos seus tênis. Só então percebi que eu estava descalço.



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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Katie R. Garfield em Sex 1 Ago 2014 - 9:42


 Eu e David na Praia dos 'Fireworks'

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Depois que dei o susto em David, ele perguntou se eu queria mata-lo do coração e riu * Bem, na verdade não, mas esse susto somado com minha aparência agora deve mostrar o contrario..* pensei. Logo vi que ele olhou para meu All Star e disse que os grãos de areia da praia iam fazer 'festa' nos mesmos - Bem, desde que eles me paguem por usar meu All star preferido como salão de festas, e claro, limpar a bagunça da festa depois,não vejo problema nenhum..- Falei brincando e ri; e então notei que ele estava descalço na areia e se passou na minha cabeça, por um segundo, que eu era maluca em ter vindo de All star para uma praia; resolvi brincar com a situação
- Algum filho de Hermes roubou os seus sapatos? - Perguntei olhando para os olhos azuis de David.
OFF:
Demorei pra postar mas até que enfim postei \o/

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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por David Crash em Dom 3 Ago 2014 - 17:22

Night at The Beach
 Ψ David Crash is son of Poseidon Ψ


Katie disse que caso os grãos de areia pagassem por usar o All Star dela como salão de festas ela então poderia deixá-los lá e não teria problema algum. Sorri ao ela dizer isto. Ela então se voltou para o meu pé e fez uma brincadeira perguntando se algum filho de Hermes havia roubado meus sapatos. Eu ri algo e me levantei olhando para ela. — Engraçadinha... Eu disse. — Mas vamos ver quem corre mais rápido até a água! A menina com um All-Star-Salão-de-Festas ou o bobão descalço filho de Poseidon! Corri em direção a água esperando que Kat me seguisse.

Off:
Também demorei, mas postei \o/ Vou tentar postar mais rápido pra agilizar essa jossa u.u


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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Katie R. Garfield em Seg 4 Ago 2014 - 21:31


 Eu e David na Praia dos 'Fireworks'

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David riu sobre a pergunta que fiz e me chamou de 'engraçadinha' logo acrescentando um tipo de competição; ele queria ver quem corria mais rápido pra chegar primeiro na água, se era eu - uma menina com um All-Star-Salão-de-Festas, como ele me chamou  - ou ele - um bobão descalço Filho de Poseidon, como ele próprio se chamou - e correu em direção da água sem nem esperar me preparar; Olhei para David correndo  - Ei.. não vale ir na frente!! - Falei meio que rindo, e foi logo foi o que eu fiz mesmo depois de ter corrido um pouco e visto que eu não ia ganhar a corrida - pois o filho de Poseidon estava a uma certa distância na minha frente -. Ao chegar perto da água tirei meu All Star, minhas meias e fiquei parada perto da água, somente com meus pés nela.
OFF:
Postei finalmente \o/ *Porém ta uma bagaça .-.*

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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por David Crash em Qui 7 Ago 2014 - 19:03

Night at The Beach
 Ψ David Crash is son of Poseidon Ψ


Eu cheguei primeiro na praia, é claro, por estar mais à frente de Kat. Ela gritou dizendo que não valia eu ter ido na frente, mas eu apenas ignorei e ri. Logo ela chegou e tirou seus All Stars, pisando na água ao meu lado. — A água gelada assim nos nossos pés é realmente muito bom, não é?! Decidi fazer uma coisa para tirar o ar monótono do momento. Me abaixei rapidamente e joguei a água para cima, esperando-a cair em cima de nós dois. Kat provavelmente ficaria raivosa, pois se molharia enquanto eu ficava seco usando meus poderes. Isso seria realmente engraçado para mim, mas fiquei nervoso com o que Kat pensaria.


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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Katie R. Garfield em Dom 10 Ago 2014 - 11:43


 Eu e David na Praia dos 'Fireworks'

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David estava ao meu lado também com os pés na água e disse perguntou se ficar com os pés na água gelada era realmente bom - Uhum, é realmente bom.. - Respondi, e logo depois ficou um tipo de ar monótono que David resolveu quebrar se abaixando e jogando água mais em mim que nele,e como no momento fui pega de surpresa levei um susto com a água gelada me molhando,tirei meu casaco, jogando-o na areia ficando só com minha baby-look azul,ri e dei uns passos entrando mais na água,voltando para ficar na frente de David  - É assim é ? - Me abaixei joguei água nele, e sai correndo para longe; rindo fui entrando cada vez mais no mar da praia - Não me importando de já aquela altura estar toda molhada - esperando ver o que David faria a seguir.
OFF:
Ai que post 'Bleh' .-.

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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Samantha Pein Morrense em Sab 23 Ago 2014 - 18:29

Chego ali, faço uma dancinha mega sexy e vou embora para o meu chalézinho. <3
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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por David Crash em Sab 30 Ago 2014 - 12:28

Night at The Beach
 Ψ David Crash is son of Poseidon Ψ


Katie retirou o seu casaco o jogando na areia. Ela entrou mais na água e jogou um pouco em mim, rindo. Ela foi indo cada vez mais fundo na água, provavelmente não se importando de estar molhada. Eu a segui, o que era muito fácil, já que conseguia me locomover na água bem mais rápido, como qualquer filho de Poseidon.


Quando parei ao lado de Kat, percebi que a água já batia em meu peito. Rapidamente tive uma ideia que com certeza Kat gostaria... ou não. Eu sibmergi na água e procurei por uma concha, que achei facilmente. Quando voltei à superfície — ainda seco, pois não queria me molhar ainda — coloquei minha boca perto da concha e sussurrei. Em pouco segundos meu Leokampo apareceu a alguns metros de nós. Sua parte de cima parecia a de um leão. Porém, a parte de baixo era uma cauda em forma de cobra. Ele rugiu e instantaneamente imaginei se Kat sentiria medo. Meu leokampo não veio até nós; talvez por estarmos em um lugar raso demais para ele. — Todos a bordo! Eu disse olhando para Kat e, em seguida, nadei em direção ao meu mascote.


Off:
Depois de TANTO tempo com vírus no PC consegui tirar e voltar a postar :3



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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Katie R. Garfield em Seg 1 Set 2014 - 15:36


 Eu e David na Praia dos 'Fireworks'

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Depois que David me alcançou, por um momento fui procura-lo e ele havia sumido; depois vi ele voltando a superfície, notei que ele estava seco - ao contrario de mim, claro.. - e vi ele com uma concha nas mãos, logo aproximou ela da sua boca e sussurrou algo. Então depois de segundos apareceu um Leokampo - a uma certa distancia de nós - que rugiu e levei um pequeno susto; eu sabia que ele não iria me machucar, afinal , parecia ser o animal de estimação de David, e David, não me faria mal nenhum; eu tinha certeza. De repente David olha para mim e fala ''Todos á Bordo!'' e nada em direção ao Leokampo; tentei protestar, dizer que eu não era boa nadadora, e que precisaria de ajuda para chegar perto do animal, - afinal era verdade - mas como não consegui, tentei seguir David o mais rápido que eu conseguia, e ao chegar perto dele e do Animal pensei em como eu subiria nele e o que aprontaríamos.

OFF:
Até que emfim né moço?? eu já tinha esquecido até como se posta kk então desculpe esse post ai meio..cê sabe né ;-;

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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Roonie Ferrer Schmidth em Seg 1 Set 2014 - 17:52

Chego ali.
Dou uma voltinha.
Uma reboladinha.
Desço até o chão.
Depois, dou um mergulho.
Saio correndo dali toda molhada.
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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Katie R. Garfield em Ter 30 Set 2014 - 12:31

*Saio dali*
Ps: Eu não queria.. mas foi 
necessário.. sorry aê ;-;
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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Seg 6 Out 2014 - 21:56

Chego ali, invoco um demônio marinho, lutamos MMA, eu ganho e sai dali like a boss ass bitch -q
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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Jesse Fronckowiak Lewis em Sex 14 Nov 2014 - 21:10

Não era bem um dia como o soutrous, não era aquele mesmo garoto de sempre, talvez uma animação a mais? me afogava em um gigante tédio no Chalé de Phobos, aquilo seria apenas mais um dia como qualquer outro, aoenas olhava para um maltido de forma enjoada para cima. Comecei a assoviar, aquilo me distraia, mesmo que só por uns 10 segundos, mas já era uma boa. — Deveria fazer outra coisa. — Não queria ir novamente ao Bosque, aquele dia havia sido horrível, não gostaria nem de me lembrar, mas até que havia sido um pouco aconchegante, mesmo que fosse ruim como havia dito, também foi bom, pois foi o primeiro momento que não fiquei no Chalé por tanto tempo. Sabia que essa vida de garoto anti-social ou tímido em vários momentos deveria parar. Levantei por impulso em seguida, não era algo a lá muito normal também, mas estava pouco ligando. Por sorte, acabei que por conhecer outros lugares, e um que no mínimo, seria bom pra mim, era a Praia, adorava uma água, simplesmente por um motivo um pouco pervertido... mas esquecemos isso, apenas pego uma bermuda qualquer e saio dali, não me importando com toalha, já que talvez não seria tão ruim. Logo ao chegar troquei a bermuda e retirei minha camisa, jogando-a em qualquer lugar, e caminhei para a praia, e caminhando por ela pela água da praia, que batia até a minha cintura. Depois pensei que seria melhor voltar para o meu chalé mesmo, então acabei indo, e sai do local sentindo um pouco de vento, provavelmente eu estaria gripado logo pela manhã de amanhã.
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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Christina R. Lockhart em Seg 8 Dez 2014 - 18:03

Vou ali, dou um mergulho e saio dali.
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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Adam Harris Treadwell em Qui 8 Jan 2015 - 1:26

The Son Of The Sea

Eu estava extremamente contente por ter deixado a fogueira. Geralmente eu gostava de todo aquele clima de acampamentos com pessoas cantando, tocando violão, assando mashmallows e coisas do tipo, mas estava tudo barulhento demais. Os filhos de Apolo estavam tão empolgados que em breve estariam levando guitarras elétricas para lá e isso havia ferrado completamente com qualquer ar de acampamento que a fogueira tinha, além do fato de eu ter começado a me entendiar por lá depois de um tempo. Eu ainda estava extremamente cansado por conta do meu dia cansativo e estava doido de vontade de ter um encontro privado com a minha cama, mas estava aproveitando a companhia de Astrid também.

Eu sempre amei o mar. Se tinha um dos lugares favoritos naquele mundo, o meu seria definitivamente algum com vista para o oceano. Tudo era bom para mim: a areia nos pés, a brisa leve, o cheiro do sal e todas aquelas características específicas que encontrávamos no litoral apenas. A praia do acampamento era uma das mais belas que um dia visitei e era também onde eu gostava de ficar em meu tempo livre por ali. O mar quase não tinha ondas o que não possibilitava o surff, mas era bonito e em perfeita calmaria. Era de um verde quase cristalino que agora de noite assemelhava-se mais a um azul escuro, prateado pela luz da lua que brilhava alta. Era como se eu me sentisse revigorado em um local como aquele, eu me sentia até mesmo melhor. Abri um sorriso olhando para Astrid que caminhava ao meu lado e tagarelava sobre alguma história sobre um filho de Hermes pregando peças em filhas de Afrodite. Ela era divertida e eu gostava de a ouvir falar. Minhas mãos estavam afundadas em meus bolsos e o vendo movimentava a camisa laranja em meu corpo, assim como fazia com os finos cabelos loiros da filha de Zeus. Deuses! Ela ficava ainda mais bonita sob a luz da lua. Tentei ignorar meus pensamentos.

-Eu treinei com um filho de Hermes ontem. Quase levei uma porrada monstruosa dele. Eles são pequenos e não parecem ameaçadores, mas os caras são rápidos e traiçoeiros. É impressionante. -Abri um sorriso divertido, encolhendo os ombros de leve por causa do vento leve. Eu gostava dele, era refrescante em uma noite quente como aquela. Parei por um momento para observar o mar enquanto caminhávamos. -Eu não quero pensar que isso é uma coisa relevante ao meu perfil divino, mas eu amo o mar. Uma vez eu fiz uma viagem com os meus pais para o Havaí e enquanto minha mãe descansava no resort, eu e meu pai saímos para fazer uma trilha pelas montanhas ali. Nós encontramos cada lugar... Meus pais diziam que cada canto daquela ilha foi particularmente esculpida pelas mãos de Deus... Eles estavam errados, é claro, mas o lugar era maravilhoso, Astrid. O mar era tão claro que você era capaz de enxergar os peixes e ficava maravilhoso em contraste com a areia branca e as folhas verdes. Eu te mostraria uma foto, mas... Bem, confiscaram o meu celular quando cheguei aqui. Medidas de segurança ou coisa do tipo.

Dei de ombros soltando uma risadinha ao me lembrar de quando Quiron recolheu todos os meus pertences eletrônicos, alegando que eram como um sinal rastreador para monstros nos encontrarem. Eu sempre estive em constante perigo e nunca soube.

-O que você acha daqui, Astrid? Do acampamento em si... Eu sinto falta de Nova Iorque.

Dei de ombros tentando soar indiferente, por mais que eu não fosse. Eu amava minha cidade e mesmo que não houvesse mais nada lá que me prendesse, eu tinha vontade de voltar. Passar um tempo lá e então me mudar para o Havaí. Aquele sim era o meu paraíso. Eu sempre pensei em estudar e então ir trabalhar para aquela área, me tornar um profissional e nas horas vagas surfar. Era o meu sonho de vida até... Bem, até eu ir parar até onde estava agora. Fitei uma pedra na areia e então chutei-a de leve, fazendo isso pelos próximos passos esperando ouvir um pouco mais de Astrid.

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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Alexis Carozella Kozloski em Qui 8 Jan 2015 - 2:21

Praia. Não me lembrava a última vez que tinha ido ali, só não tinha muito tempo. Eu gostava mais da paisagem do que do mar em si. Passaria horas sentada na areia apenas apreciando a beleza que o lugar dispunha. Minha fixação por analisar e observar coisas e pessoas era uma herança da minha mãe. Elena sempre teve um olhar diferente da vida partindo de suas observações. Às vezes, durante o café-da-manhã, eu a pegava fitando o nada com aquela expressão sonhadora que eu adorava. Minha mãe tinha uma beleza incrível, mas quando estava distraída ficava ainda mais bonita. Meu coração se apertou no peito ao lembra-la. Não era hora pra isso, nada de tristeza. Para enxotar os pensamentos indesejáveis, só precisava lembrar uma boa história que um dia me fez rir... Hm. Estalei o indicador e o polegar com a funcionalidade imediata da minha mente. — Só tem uma coisa que eu adoro nos filhos de Hermes: as peças que eles pregam nas pessoas que eu não gosto. Veja bem, a coragem deles para mexer comigo é pouca, ainda bem, mas eles costumam gostar bastante de encher as filhas de Afrodite. Acho que são os únicos do acampamento que são imunes a elas. É incrível. Uma vez, acho que foi o Nathan, ele trocou o vidro de condicionador delas por tinta verde e colocou cola nos esmaltes. Não me lembro de ter presenciado uma cena tão hilária no acampamento. — As imagens daquele dia preencheram minha mente exatamente como eu queria, tirando uma gargalhada audível. Do mar para o rosto de Adam, meus olhos sempre me traíam quando encontrava a feição do garoto. Ele parecia satisfeito, ao mesmo tempo cansado. Cheguei a me perguntar se minha companhia era tão ruim assim, até que me lembrei que ele estávamos em um acampamento que não era férias e alguns campistas treinavam loucamente para atingir seus objetivos. Adam parecia exatamente esse perfil. Gostava mais quando ele preenchia o silêncio do que eu. A voz do garoto era melhor de ser ouvida, eu pelo menos estava adorando o som, principalmente quando ele ria. 

Se eu já gostava de observar pessoas, agora eu tinha descoberto alguém que poderia ser o perfeito para minhas análises. Enquanto Adam falava do mar, seus olhos brilharam ainda mais, havia um sorriso discreto e sincero enquanto seus lábios se moviam durante a fala e uma covinha era mostrada. Deus! Ele tinha covinhas! Ele tinha um buraco no rosto quando sorria que o deixava ainda mais sedutor. Tive que concentrar toda minha força nas palavras dele e ignorar minha vontade de me aproximar, segurar o seu rosto e fazê-lo rir para que eu ficasse admirando suas covinhas, mais profunda do lado esquerdo. Mas enfim, era o Havaí. Deveria ser encantador. Nunca tinha ido por lá, minha mãe trabalhava demais e viajar era um dos poucos luxos que não possuíamos, mas ouvir Adam descrever o mar me fez ter uma súbita vontade de conhecer. — É ainda mais bonito do que aqui? Por que, bem, os deuses capricharam na criação desse lugar. — A praia era especialmente bonita, e se o Havaí tivesse toda essa beleza, com certeza estaria na minha lista de viagens antes de morrer. Se bem que eu corria o risco de morrer cedo. Ser um semideus nunca foi fácil. 

O vento tocava meus cabelos e deixava-os bagunçados para um lado, depois bagunçava-os para outro. Eu não estava me importando, minha aparência não deveria ser alterada por conta disso, mas vez ou outra, por puro reflexo, levava uma das mãos para ajeitar os fios capilares rebeldes. Foi em um desses momentos que minha mão estacou no movimento e senti meu corpo gelar como uma estátua, olhando para Adam com o cenho ligeiramente franzido. — Sinceramente? Não sei o que achar daqui. Digo, é um lugar mágico e protegido, onde podemos ser nós mesmos sem nos preocupar com o que vem no minuto seguinte, mas eu também sinto falta de Nova Iorque. Por incrível que pareça, temos isso em comum. Não sei explicar. Esse lugar se tornou minha casa, mas eu ainda me sinto perdida às vezes por mais que tenha alguns amigos e minha irmã, que nem sempre é a menina que se mostrou na fogueira. — Lancei pra ele um sorriso tímido, abraçando meu corpo para conter o frio que começava a querer me pegar. Droga, eu tinha esquecido meu suéter na fogueira. Agora algum filho de Hermes já teria pego, era tarde demais. O que me importava agora era a expressão cansada e descontente do menino ao meu lado. Respirei fundo sem esperar a coragem esvair e me coloquei de frente a ele. Novamente meus olhos encontraram os seus e assim fiquei.  — Adam? Quer saber uma verdade? Você é um cara incrível que eu jamais imaginei encontrar aqui, e essa sua preocupação com seu progenitor está começando a me afetar. Não se deixe afetar por isso, okay? Eu não faço ideia de como é isso, mas prefiro seu sorriso um milhão de vezes a essa expressão de cansaço. — Sorri para ele de forma sincera, não resistindo a afundar o indicador onde deveria estar sua covinha. — Aí está o motivo das filhas de Afrodite estarem querendo flertar com você. Ninguém resiste a uma covinha. — Pisquei para o garoto, sentindo-me uma estúpida por ter dito aquilo, sem conseguir me conter. Sei la, as vezes as pessoas precisavam ouvir algumas boas verdades que não machucassem. Verdades que curassem qualquer ferida. — Vamos sentir a lambida das fracas ondas nos pés? Eu gosto disso. 
— Sem esperar resposta dele, já fui tirando os sapatos e deixando de lado, sentindo a areia fria diminuir ainda mais a temperatura que eu sentia. Aquela sensação era deliciosa. Alguns passos me levaram até onde chegava a marola. O choque térmico foi como cócegas. Soltei uma gargalhada e comecei a chutar a água para qualquer lugar, apenas pelo simples prazer de chutar. Olhei para o céu e o encontrei cheio de estrelas sorridentes para mim. — Faça um pedido para uma delas, Adam. Qualquer uma. Apenas escolha e faça. Elas vão te atender. — Fitando a imensidão do céu estrelado, meu sorriso era ainda mais largo. Havia beleza no mar, porém a real beleza para mim estava exatamente onde eu não podia tocar.
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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Adam Harris Treadwell em Qui 8 Jan 2015 - 2:51

The Son Of The Sea

Eu tive que dar risada quando Astrid me perguntou se o Havaí era tão bonito quanto ali, mas tentei ao máximo para que minha risada saísse amigável e não debochada. Eu não estava rindo porque havia sido uma pergunta estúpida e sim pelo fato da inocência que existia nela. Se Astrid pudesse ver todas as paisagens que eu tive a chance de ver com os meus pais, ela não estaria fazendo essa pergunta e era perfeitamente compreensível. Eu sabia que nem todas as famílias tinham a tradição de viajar como a minha, eu só havia dado sorte.

-Bem, faremos assim... -Comentei, parando atrás de Astrid e então aproximando minhas mãos cuidadosamente do seu rosto, cobrindo seus olhos com as palmas. Sorri. -Não olhe, imagine. Imagine você em cima de um penhasco, um penhasco altíssimo, observando uma paisagem verde e virgem, com areia clara e totalmente escondida de qualquer ser humano. Intocada. Exatamente como a natureza a fez. Imagine diante dos seus olhos e desse penhasco uma visão. Uma visão de um mar claro e brilhante de extensão infinita que segue até o ponto em que seus olhos não possam mais o ver. Imagine a brisa leve batendo contra o seu rosto dando refresco ao sol dourado que brilha alto. Não existe paraíso mais bonito do que esse. O acampamento é lindo, de fato, mas houve mãos aqui, mãos que não foram da natureza. -Terminei meu discurso afastando então as mãos do rosto dela e alargando o sorriso em meu rosto. Dei de ombros, voltando a pousar as mãos em meus bolsos conforme voltamos a caminhar. -Está decidido. Assim que eu conseguir, vou te levar para conhecer o Havaí.

Prometi mais a mim do que a ela, abrindo um sorriso com a ideia. Eu sempre sonhei em voltar e com certeza eu ainda faria isso, nem que fosse minha última viagem pelo resto da minha vida. Escutei atentamente a descrição de Astrid quanto ao acampamento e ela nada mais foi do que técnica. Conforme ela o citava, ela usava as mesmas palavras que Quiron havia usado para me explicar sobre o lugar e isso soou mais impessoal do que qualquer outra coisa. Ela era como eu, ela queria sair e não precisava ser um mestre para perceber isso. Eu sabia que existiam pessoas que amavam aquele lugar, mas havia tanta vida lá fora para se explorar... Por mais perigoso que fosse. Meus olhos caíram em Astrid quando ela afagou os próprios braços em frio e me arrependi no mesmo momento por tê-la trazido até ali. Eu não tinha nenhum casaco em minhas mãos, mas por um momento desejei ter para entregá-la. Franzi a testa em tom levemente preocupado.

-Está com frio? Podemos voltar pra fogueira, se quiser.

Ofereci por mais que não tivesse vontade disso. Eu nunca a deixaria passando frio. Eu esperava que ela me respondesse um "sim" ou um "não", mas não foi nem de longe isso o que ela fez. Astrid entrou na minha frente, barrando o meu caminho e fazendo-me parar de supetão enquanto ela me fitava com aqueles olhos azuis tão bonitos. Franzi a testa um pouco confuso pelo movimento repentino, mas logo ela começou a falar e a sanar todas as minhas dúvidas. E eu escutei. Apenas escutei. Eu a conhecia há pouco mais de duas horas e ela já era capaz de ver que o fato de eu ser indefinido me afligia porque aquilo era obvio. Eu estava apavorado. Eu havia sofrido abandono materno em minha vida e recente perda da minha única família. Pensar que existia um cara aí que não me achava bom o suficiente para me reconhecer como filho era simplesmente devastador e acabava comigo. A verdade era que eu também estava acabando comigo mesmo treinando da forma com que eu estava. Eu estava sempre exausto e sempre com fome. Eu não sabia até quando aguentaria aquele ritmo. Tentei não me incomodar pelo tanto que a menina estava correta em seu discurso.

-Você tem razão, mas é um pouco mais complicado que isso. -Abri um sorriso de canto, dando de ombros. -Mas obrigado.

Foi tudo o que eu consegui dizer antes de ser surpreendido pelo toque dela em minha bochecha. Não foi intencional, mas seu comentário sobre as covinhas me fez abrir um sorriso ainda mais largo em pura graça pelo momento.

-Elas faziam sucesso no meu colégio. -Brinquei, soltando uma risadinha fraca. Era bom descontrair. -Ninguém resiste? E você?

Soltei, mas antes que pudesse raciocinar outro movimento, Astrid me puxou pela mão e então juntos caminhamos até a beira do oceano. Meus sapatos já estavam em minhas mãos já que eu havia tido a proeza de querer sentir a areia em meus pés antes, e então eu podia sentir a água do mal que estava misteriosamente morna naquela noite. O sal, a água, era tudo como uma espécie de energético estranho para mim e eu gostava. Eu me sentia bem. Um sorriso largo e sincero se abriu em meu rosto e eu soltei um suspiro, sem sequer notar que Astrid havia soltado a minha mão para se concentrar em chutar ondas. Soltei uma risada sincera com a cena.

-Não vá ofender Poseidon chutando as ondas assim.

Brinquei, abrindo um sorriso de canto e olhando para as estrelas quando ela me mandou fazer um pedido. Elas estavam realmente brilhantes naquela noite e o céu me lembrou até mesmo o céu que eu via nos luaus que costumávamos fazer no Havaí quando íamos. Um céu limpo, sem nuvens e sem preocupações. Nem parecia que estávamos tão perto da cidade de NY. Eu fiz um pedido, mas ele foi silencioso. Tudo o que eu fiz quando Astrid falou para que eu fizesse o pedido, foi pegar em sua mão novamente, entrelaçando nossos dedos e abrindo um sorriso de canto para ela, observando-a de canto de olho, atordoado sobre como ela ficava linda sob a luz prateada da lua.

-Será que ele irá se realizar? Dizem que a esperança é a última que morre, mas o que houve com ela se Pandora nunca a tirou da caixa?

Abri um sorriso me lembrando da única fábula da mitologia a qual eu realmente me lembrava. Essa e a da ursa maior, a constelação, pois foram as duas que minha mãe contou para mim quando era pequeno. Eu não era um expert em mitologia, sabia pouco sobre monstros e isso me prejudicava, mas conhecimento inútil eu sabia. Pelo menos não úteis até então. Tudo com o que eu me preocupava era com as estralas, a lua, a brisa, a água salgada que tocava nossos pés e a mão de Astrid segurando a minha.
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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Alexis Carozella Kozloski em Qui 8 Jan 2015 - 19:20

Minha visão foi tampada pelas mãos de Adam. Fiquei confusa inicialmente, mas não recuei. Ele não era do tipo que me faria mal, meu sentido não costumava falhar e se tornou certo quando ouvi a voz do garoto tão perto de mim que parecia estar dentro da minha cabeça. Pude sentir a proximidade do seu corpo me eletrizando de novo, enviando arrepios de cima a baixo, senti seu hálito contra meu pescoço e isso só dificultava minha atenção. Eu estava perdida nas sensações que meu corpo desconhecia. O que significava esse estremecimento? Concentrei-me em sua voz, imaginando cada cena que ele descrevia para mim. Eu gostava de penhascos e picos altos, gostava de estar o mais próxima possível das nuvens e do céu, isso não era difícil imaginar. Então o mar se fez presente onde era apenas verde, a água tão cristalina que parecia refletir o céu. Não sei se era minha imaginação ou se era a brisa do lugar onde estávamos mesmo, só senti meus cabelos voarem para o lado. Respirei fundo e abri um sorriso largo e satisfeito. Um minuto atrás eu estava na praia do acampamento a noite, agora eu estava sob a luz do sol em um penhasco alto, vendo o mar de cima e sua imensidão, sentindo a brisa suave de verão, sendo segurada por Adam. Ele estava sendo minha âncora agora. — É lindo... — Sussurrei. Nunca quis tanto conhecer um lugar quanto queria agora. Senti certo desconforto quando Adam se afastou, não queria que ele fizesse isso. Minha expressão virou uma careta de decepção que eu tentei esconder ao olhar para longe, não para ele. Lá estava a surpresa de novo quando o garoto simplesmente decidiu que me levaria para o Havaí quando ele fosse. Meu queixo caiu, meus olhos arregalaram e senti uma espécie estranha de formigamento. Acho que a ideia tinha me deixado mais elétrica que o normal. — Eu vou. Com certeza. — Não precisava da permissão de ninguém mesmo, só estava decidido: eu iria. Que levasse dois dias, dois anos ou duas décadas, mas eu iria conhecer o lugar mágico de Adam. 

Abanei a cabeça negativamente quando ele propôs voltar à fogueira. Nem fodendo que voltaria para ouvir as canções daqueles bronzeados desencabeçados. Minha intenção de deixar o garoto mais confortável também não adiantou muito. Eu não sabia como era ficar muito tempo sem saber quem era o pai imortal. Zeus me reclamou assim que passei a barreira do acampamento. Não era como se eu sentisse que ele estava orgulhoso, era mais para mostrar que ele estava disposto a arcar com as consequências de mais um erro no mundo dos mortais. Pelo menos responsabilidade o deus de todos os deuses deveria ter. — Não há como resistir a covinhas, Adam. — Respondi simplesmente, carregando o menino comigo para sentir o mar. 

Dei risada do seu comentário sobre ofender o deus dos oceanos. Tio Poseidon não era um dos deuses mais bravos, eu até gostava dele apenas pelo que ouvia sobre. Costumava ser mais cuidadoso com seus filhos do que muitos outros deuses, por mais que tivesse diversas coisas para cuidar. Continuei os olhos vidrados na beleza do céu, sem me preocupar com o silêncio que havia entre Adam e eu naquele momento. Ele estava fazendo seu pedido para as estrelas e pedidos deveriam ser secretos ou nunca se realizariam. Eu tinha dois pedidos pra fazer, um deles eu fazia todas as noites. Rever minha mãe, era o de sempre. O outro era meio bobo para quem via de fora, mas eu queria realmente que Adam não fosse meu filho de Zeus. Por mais que dividir o chalé 1 com ele fosse uma ideia tentadora, seria terrível. Era a primeira vez que me sentia atraída por alguém. Não poderia estar me apaixonando com tão pouco tempo de convivência com alguém, certo? Só que a atração que sentia por ele era inegável. Senti um toque sutil em minha mão, olhando para o lado e vendo Adam entrelaçar nossas mãos. Não me afastei ou recusei, pelo contrário, segurei com delicadeza sua mão na minha e encaixei-as ainda mais. Um sorriso bobo tomou meus lábios, não pude contê-lo. — Eu não sei o que pediu, nem quero saber agora. Mas, se tiver pedido com todo seu coração de com toda sinceridade existente em seu ser, ele será atendido. Com esperança ou sem esperança. — Respondi baixinho, olhando para o rosto do garoto fitando o céu. Ele tinha traços tão bonitos e tão meticulosamente bem desenhados, seu nariz empinado e os lábios... Aqueles lábios preenchidos. Como seria beija-lo? Queria me inclinar para seu lado e experimentar isso, mas... Eu não podia... Ainda havia o risco de que ele fosse meu irmão. Zeus poderia perdoar o incesto de um único beijo ou haveria maldição? Duvidava muito que ele se preocupasse com isso, mas ainda assim, era perigoso. Bem, eu amava o perigo. 

Desviei o olhar do menino para o céu de novo, fazendo a expressão verdadeira de frustração. — Porra, pai do Adam, dá pra agilizar o processo aí em cima? Eu agradeceria MUITO se o senhor se manifestasse o quanto antes. Sabe, não quero continuar com vontade de beijar meu irmão, então, por favorzinho, apareça e me tire essa dúvida e essa agonia. Muito obrigada! — Meu tom era brincalhão, mas havia sinceridade em cada palavra. Não me importei de ter dito isso em voz alta, era óbvio que eu estava sentindo essa vontade. Adam não era tão lerdo a ponto de não perceber. Ou era? Não importava mesmo. Olhei para o lado do menino de novo, abrindo um sorriso e dando de ombros de forma inocente. — Não faz mal fazer uma pressão, não é? E... — Antes que pudesse terminar, minha fala foi cortada pela surpresa da visão que eu tinha no momento. Adam parecia estar... Brilhando? Não brilho, mas ele parecia mais corado, mais vivo. — Adam... Você... Meio que... Está brilhando.
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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Adam Harris Treadwell em Qui 8 Jan 2015 - 20:33

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— Porra, pai do Adam, dá pra agilizar o processo aí em cima? Eu agradeceria MUITO se o senhor se manifestasse o quanto antes. Sabe, não quero continuar com vontade de beijar meu irmão, então, por favorzinho, apareça e me tire essa dúvida e essa agonia. Muito obrigada!

Eu não queria, mas meu primeiro reflexo foi arregalar os olhos e abrir um sorriso largo, olhando para Astrid como se fosse a melhor coisa existente naquele mundo. Me beijar? Eu deveria ter ficado tímido, mas não. Eu apenas fiquei surpreso, muito surpreso por descobrir que ela estava partilhando da mesma atração que eu sentia por ela. Era algo intenso. Eu não posso negar em dizer que nunca parei para pensar na possibilidade de sermos irmãos e quando ouvi isso sair da boca dela, senti-me um tanto decepcionado. Existia aquela possibilidade, não é? Engoli em seco fitando o mar que cintilava contra a luz da lua. Se eu beijasse a minha irmã, aí sim eu permaneceria indefinido pelo resto da minha vida.

Astrid brincou sobre alguma coisa sobre fazer pressão e isso me fez abrir um sorriso. Eu não sabia como uma semideusa do tamanho dela poderia possivelmente pressionar um deus centenário, mas eu não discuti. Apenas assenti e deixei uma risada descontraída deixar os meus lábios. Eu ia brincar com ela e fazer algum comentário maldoso sobre o que havia acabado de pensar, mas assim que olhei para o seu rosto, foi surpresa a expressão que encontrei. Eu fiquei confuso imediatamente. Astrid me olhava um tanto assustada, como se eu tivesse uma doença contagiante e ela não quisesse estar perto de mim e isso me ofendeu de certa forma. Foi só eu ouvir a sua fala para só então eu me ver ainda mais confuso do que antes.

-O que?

Olhei em meus braços e vi uma luz esverdeada, mas ela não vinha de mim. Franzi a testa tentando entender que luz minha pele estava refletindo e assim que virei a cabeça para olhar para cima, congelei com o que encontrei. Sobre a minha cabeça, brilhava a forma esverdeada de um tridente. O tridente de Poseidon. Meu pai Olimpiano. Eu estava boquiaberto, mas não sabia se era por descobrir quem era o meu pai ou pelo momento que ele escolheu para me reclamar. Jura? Era só isso? O tempo todo, tudo o que eu precisava era ir até Astrid e mandar ela bater um papo com o meu pai que tudo estaria certo? Eu não podia esconder a felicidade, por outro lado. Eu estava feliz, quase radiante por ter sido reconhecido pelo meu pai e qualquer rancor que ameaçava crescer em meu corpo simplesmente sumiu. Eu era um filho de Poseidon. Não era indefinido.

-Wow. -Foi tudo o que consegui dizer, abrindo um sorriso largo para Astrid. -Ele... Eu... Deuses! Sou filho de Poseidon! -Exclamei em tom extremamente contente, pegando Astrid pela cintura e girando-a, um tanto abismado. Eu não podia acreditar. Finalmente. -Astrid, ele me reconheceu como filho! -Sorri abertamente, fitando o mar. Levei a mão até o peito, soltando um suspiro aliviado. -Obrigado, pai...

Soltei quase como um sussurro. Eu estava aliviado e agora tudo fazia sentido. O surff, o Havaí... Eu havia puxado o amor que meu pai tinha pelo mar e pela primeira vez em um tempo, eu me senti aliviado. Eu havia tido a chance de conhecer um ou dois filhos do deus do mar e eu estava contente em ser um deles. Os filhos de Poseidon eram em sua maioria relaxados e simpáticos, na minha opinião eram os caras mais legais e tranquilos do acampamento. E agora eu era um deles. Graças aos deuses não teria que lidar com os filhos de Ares dividindo chalé. Soltei uma risada completamente animada.

-E agora por alguma razão... -Olhei para Astrid, formando uma careta em meu rosto. -Eu estou ofendido por ter chutado as ondas.

Dei risada em seguida por conta da piada. Suspirei olhando para os céus. Deuses, eu me sentia mais leve. Era como se pela primeira vez eu soubesse o que fazer e para onde ir, por mais vago que isso soasse.

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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Alexis Carozella Kozloski em Sex 9 Jan 2015 - 17:57

Adam demorou um pouco para entender o que eu estava falando sobre “brilhar”. Nunca tinha visto algo nem parecido com isso. Meus olhos se prenderam no garoto e, mais do que nunca, eu não conseguia desviar. Percebi que ainda segurava sua mão e assim fiquei, esperando o que quer que fosse acontecer com ele. Para minha maior surpresa de toda a vida, até o momento, a figura de um tridente esverdeado aparecer em cima da cabeça de Adam. Então a luz que estava nele era da reclamação. Adam é filho de Poseidon! Involuntariamente minha mão se soltou da dele e parou em meus lábios, tampando a boca que se abriu, eu estava perplexa. Ele não é meu irmão, é meu primo! Não havia expressões faladas que pudessem sair da minha boca e descrever o momento, por isso me calei e fiquei apenas o observando, como gostava de fazer. Adam estava mais bonito, mas não era culpa da luz. Ele estava mais bonito porque sorria de uma forma que eu não tinha visto antes. Um sorriso tão aberto e tão sincero que me contagiou, fazendo-me sorrir também. — Obrigada, tio Poseidon! — Gritei em direção ao mar, soltando uma gargalhada de satisfação. Senti as mãos do garoto me pegar pela cintura e me erguer como se eu fosse uma pena, como se não tivesse peso nenhum pra ele. Apoiei as mãos nos ombros de Adam, meus pés longe do chão e a brisa mais fria em contato com meu rosto trazendo uma sensação maravilhosa. Meu sorriso apenas se alargou com isso. 

“Obrigado pai.” Adam foi tão estupidamente fofo quando disse isso. Tenho certeza que tirava um caminhão das suas costas agora. Ainda estava impressionada por ele ser filho de Poseidon. O cara dos mares. Por mais que eu o chamasse de “tio” era só uma maneira irônica de chama-lo, não por vê-lo mesmo como um parente. Revirei os olhos e pus as mãos na cintura com a brincadeira do garoto de se ofender com meus chutes. Esperei a próxima onda chegar e, sem pensar duas vezes, em completo tom de desafio, chutei a onda. Tive que me esforçar pra não desequilibrar com essa brincadeira. Eu sentia algo que me forçava a estar sempre desafiando Adam, mesmo que não fosse sério. — O que fará agora, filho de Poseidon? — Ergui uma sobrancelha. — Não pense que ser filho dele me proíbe de te eletrocutar. — Pisquei então, agachando e pegando um tanto de água nas mãos em concha, jogando no rosto de Adam. Dei de ombros como se fosse inocente, passando a mão molhada por meu pescoço,  deixando os cabelos da nuca molhados. Eu ainda sentia frio, só tentava ignorar esse detalhe. Ficava mais fácil perto do garoto.

Não olhava para Adam, meus olhos estavam fixos no mar refletindo a luz da lua. Eu conheceria um lugar mais bonito do que esse, então? Adam era do tipo que cumpria o que prometia? Mesmo que não tivesse sido uma promessa real... — Obrigada. Sabe, por me “mostrar” o lugar que você mais gosta. Se eu puder, quero te levar onde eu gosto também, mas não pode ter medo de altura. E, veja bem, parece que tenho moral com os deuses. — Desviei o olhar para ele, lançando-lhe uma piscadela. Aquela beleza nos olhos dele estava ainda melhor de ser vista. E não era apenas os olhos. Em cada pedacinho de Adam havia uma extraordinária beleza. — Estou realmente me sentindo aliviada agora. Não preciso ter medo de te beijar. Nem precisarei sair correndo. Agora me dá sua mão de novo, eu gosto de segurar ela. — Sorrindo e sem esperar resposta, estiquei a mão para pegar a dele de novo, enlaçando nossos dedos. Havia algo que me eletrizava ao estar com Adam, e eu sabia que não era por conta do meu progenitor. E eu gostava disso.
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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Adam Harris Treadwell em Sex 9 Jan 2015 - 19:10

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Eu dava risada das piadas de Astrid e estava contente em ter encontrado uma garota de humor bom o suficiente para me fazer isso. Não gostava de conversas sérias e raramente era colocado em uma delas. Sempre quando me colocavam em uma situação de tensão eu dava uma forma de escapar e não passar por ela, sempre quis paz, nunca fui uma pessoa de brigas. Exceto em jogos. Não sabia como não ser mortalmente competitivo. Astrid parou por um momento olhando o mar e foi esse o momento que eu parei para observá-la. Ela ficava linda com o olhar desconcentrado em sua face, pois era assim que seus olhos ficavam menos intimidadores. Ela comentou algo, um agradecimento, por eu ter partilhado o meu lugar favorito no mundo e eu não pude deixar de sorrir. Não poderia ter compartilhado com alguém melhor.

-Sem problemas. Será mais bonito quando ver ao vivo.

Sorri, olhando-a em tom cuidadoso quando ela tomou minha mão na sua, entrelaçando nossos dedos. Não recuei, na verdade fiz muito pelo contrário. Apertei-a cuidadosamente e alarguei o sorriso no rosto, dessa vez sem medo de fitar os intimidadores olhos azuis. Me coloquei de frente para ela. A brisa que movimentava os seus cabelos jogavam alguns fios loiros para frente da sua face, então afastei alguns fios sem poder sentir-me encantado com a cena. Minha outra mão tomou a dela que estava linda e então aproximei-me dela, ainda fitando-a nos olhos mesmo com nossas diferenças de alturas.

-Então não tem que se preocupar com beijar um irmão? Terceira melhor surpresa do dia. -Falei em tom bem humorado, deixando meu rosto se aproximar do dela, um ato que queria desde o início da noite. -A primeira foi te encontrar sozinha na fogueira. A segunda foi eu ter tido coragem pra ir falar com você.

Soltei uma risada sonora, deixando então com que meu rosto se aproximasse do dela o suficiente para que nossos lábios se tocassem. Pedi passagem com a língua para iniciar um real beijo e então escorreguei as mãos das suas para a sua cintura. Puxei-a cuidadosamente para mais perto de mim e aproveitei todo o momento para saborear os seus lábios, o gosto da sua boca e o calor do seu corpo, abraçando-a ao me lembrar que ela sentia frio. Eu não me importava com o que os deuses pensassem daquilo, ela até mesmo poderia ser a minha prima, mas eu nunca perderia a oportunidade de beijar uma menina como Astrid. Abri um sorriso largo quando finalmente separamos nossos lábios e novamente joguei uma mecha do seu cabelo para trás.

-Talvez tenha acabado de descobrir um segundo lugar favorito no mundo.

Pisquei em um sorriso brincalhão. Era como se aos poucos, as coisas em minha vida estivessem começando a se ajeitarem positivamente.

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Re: Praia dos Fogos de Artifício

Mensagem por Alexis Carozella Kozloski em Sab 10 Jan 2015 - 17:44

Estaria mentindo se dissesse que não me surpreendi quando Adam se colocou de frente para mim, tocando meu rosto com gentileza. Não conseguia desviar os olhos dos dele e ainda tinha a dúvida de qual era a cor. Esverdeados ou azulados, não importava realmente, era um maravilhoso par de olhos que tinham o poder de me hipnotizar de uma forma estranhamente incomum.  Perto demais, era possível notar os centímetros a mais que Adam tinha na altura em relação a minha. Ele falou, sua voz vindo como música agradável aos meus ouvidos. Abri um sorriso de orelha a orelha mostrando os dentes, satisfeita com o que havia ouvido do rapaz. Três surpresas boas. Eu fazia parte das três. Eu sabia o que viria a seguir e não tinha nenhuma vontade de me afastar, nem recuar, nem havia o mínimo arrependimento em mim. Eu queria. Queria muito. Minha vontade poderia ser facilmente comparada a vontade de voar.

Então chegou, tão vagaroso e torturante quanto deveria ser. Meus lábios estavam meio abertos, prontos, esperando para o encaixe dos dele. Fechei os olhos no instante em que eles se encontraram e foi a melhor sensação que eu havia experimentado até hoje. Não sabia o que fazer, só me deixei levar pelo momento. Movia meus lábios no ritmo dos dele, acompanhava sua língua com a minha e senti o gosto de um beijo tão bom que parecia pecado. Suas mãos libertaram as minhas e foram de encontro a minha cintura, me puxando para tão perto que eu podia sentir os músculos do menino em meu corpo, meu peito apertado contra ele. Passei as mãos pela nuca de Adam, senti a maciez de seus cabelos e acariciei sua nuca, descendo outra mão e sentindo suas costas com a ponta dos dedos. Era gostoso isso. Beijar. E queimava. Qualquer frio que eu estava sentindo anteriormente evaporou no contato com o rapaz. Seus lábios preenchidos eram tão bons que não resisti em suga-los, tomando cuidado para não ir com muita força.

Quando se afastou, meu rosto foi tomado por um sorriso que migrava entre a timidez e a alegria. Era a primeira vez que eu beijava alguém, a primeira vez que senti essa vontade, tinha sido estranho e bom. Bom não, extremamente bom. Será que tinha sido bom pra ele também? Senti minhas bochechas queimarem de vergonha, Adam era o motivo. — Eu encontrei outro lugar favorito no mundo. — Sussurrei. Para matar minha timidez, olhei para os lados como se procurasse alguma coisa, expressando insatisfação quando não encontrei. — Poxa, Adam, e aquela magia de mover a água quando se sente feliz? Vou ter que te beijar dessa vez pra isso acontecer? — Brinquei, abrindo um largo sorriso pra ele, ainda mexendo em seus cabelos como forma de carinho. Eu estava adorando a companhia de Adam e havia melhorado mil por cento nos últimos segundos. Só não podia ser a adolescente que se apaixona pelo babaca com quem teve o primeiro beijo. Bem, isso eu não seria mesmo já que Adam estava longe de ser um babaca. Então, eu não poderia ser a babaca que se apaixona pelo primeiro beijo. Mas, como fazer se a ideia não parece ser ruim? Ele parecia tão perfeito, tão carinhoso e divertido. Beleza exterior era algo que não se comentava, Adam tirava o ar de qualquer semideusa. — Sabe que você é de causar inveja nos filhos de Afrodite? Eles costumam ser os caras mais bonitos do acampamento, mais charmosos aos olhos dos outros, porque pra mim não tem lá tanta beleza. Mas você, Adam, filho de Poseidon, é bonito, charmoso, engraçado... E agora eu paro de falar ou seu ego vai inflar. — Revirei os olhos, sorrindo e voltando a encarar os dele. Aproximei o rosto outra vez até segurar seu lábio inferior entre os dentes, mordendo delicadamente e puxando pra mim como um elástico. A coragem simplesmente fluiu e a experiência foi boa. Passei a língua umedecendo os meus, sem me afastar, desviando a boca para seu pescoço e passei a língua por ali, logo mordendo também. Era macio e o cheiro dele era algo incrível. Mantive meu rosto perto, descobrindo os pontos de seu pescoço com beijos e mordidas. Parecia ter encontrado ali o meu vício.
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