Pinheiro de Thalia

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Pinheiro de Thalia

Mensagem por Blake Schneewind Dewey em Dom 16 Fev 2014 - 20:46



Pinheiro de Thalia
ir embora do acampamento? quem me dera poder fazê-lo

No aguardo de que Naomi se pronunciasse, mantive o silêncio. Não queria enchê-la de perguntas, por mais que essa fosse minha vontade ao conhecer alguém com quem nunca havia falado. Muitos motivos levariam alguém ao topo daquela colina, principalmente o apreço pelo silêncio, mas era raro encontrar quem quer que fosse fotografando o pinheiro de Thalia e o dragão que o guardava. Não que recriminasse o ato, muito pelo contrário, mas também não o compreendia. Estiquei os braços para trás, flexionando os joelhos conforme ficava o mais confortável possível sobre o esbelto gramado ao meu redor. Propensa a fazer o mesmo, a filha de Dionísio se curvava quando começou a falar. Apesar de que eu esperasse outra coisa como resposta, algo mais profundo e significativo, a verdade era que Naomi havia ido até ali pela simples vontade de querer fotografar. Antes que tivesse tempo de comentar sua resposta, a morena ainda acrescentou que queria deixar algumas coisas registradas desde sua volta ao acampamento. Volta? Franzi o cenho, curioso quanto a para onde teria sido mandada aquela garota. Era comum que os campistas saíssem em missão, principalmente após ter-se iniciado a rixa entre gregos e romanos. É verdade que a rixa era antiga, tanto que o Sr. D. havia tentado diminuir parte dela ao promover a semana diplomática, mas aquele curto período de tempo não havia servido para nada além de acirrar os ânimos. A boa intenção havia estado presente, mas ela tinha sido consumida rapidamente após o primeiro desentendimento de muitos. Conforme eu me perdia nas suposições, Naomi tornou a falar e dessa vez aparentava querer mudar bruscamente de assunto. Talvez tivesse percebido meu interesse em lhe perguntar a respeito da suposta saída do acampamento. Invés de pressioná-la de imediato, abri um sorriso apaziguante e deixei que a brisa corresse por meus cabelos sempre desarrumados antes de responder – Nada em especial, diria. Lá embaixo é muito movimentado, principalmente agora quando não se fala em nada além da guerra entre gregos e romanos. Aqui é calmo e Peleu afasta os visitantes, ou pelo menos a maioria deles. – Disse em tom manso, despreocupado conforme alternava o olhar entre o pinheiro de Thalia e a semideusa de cabelos negros. Pouco depois acabei percebendo que podia tê-la feito imaginar que não queria sua presença – E é sempre bom encontrar alguém por aqui. – Acrescentei, certo de que ela não perceberia meu palpável embaraço ao proferir tais palavras.

Como não queria que o assunto girasse em torno de minha pessoa, desviei os olhos para o céu azulado e suas nuvens brancas enquanto voltava o tema da conversa para a questão que ainda pairava em minha cabeça – Para onde foi? Quer dizer, disse que queria registrar algumas coisas desde a sua volta ao acampamento. Eu estou aqui há certo tempo e nunca lhe vi, a propósito. Teria notado. – Dei um sorriso passageiro, não queria parecer abusado e mesmo assim tinha de ser caso quisesse alguma resposta. Era verdade que não a conhecia, ainda mais sendo uma filha de Dionísio, pois este não competia nem de perto com o número de filhos de Hermes ou Ares. Ou era alguém que havia estado ali há bastante tempo atrás ou... Ou tinha algo a ser esclarecido - Quer saber? A gente podia conversar melhor em outro lugar - Murmurei ao ver que um grupo de filhos de Ares subiam a colina. Com um aceno, a muda garota levantou-se e assim saímos dali.

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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Alexis Carozella Kozloski em Sex 28 Fev 2014 - 20:53

THIS IS WAR!

A tropa formada por mil legionários marchava sob minhas ordens, por terra e ar, em direção à Manhattan. Metade daqueles nem se quer sabiam ao certo porque estavam a caminho de uma guerra, mas se contentavam em saber que estavam no meio de uma. Era sempre assim. Inteligência e raciocínio crítico nunca foi o forte dos romanos, por isso aqueles poucos que o tinham - como eu - se tornavam líderes. Romanos eram combatentes experientes desde o nascimento. Maquinas de guerra criadas para matar qualquer inimigo que se pusesse a sua frente, e não importava porque estavam fazendo aquilo.

Nossa tropa contava não só com semideuses, mas também com ventis, faunos e lobos, entre outras criaturas armadas na linha de ffrente. Eu me encontrava entre em meu Pégaso, voando sobre a tropa atrás dos arqueiros que voavam em grifos, prontos para atirar flechas aéreas contra os inimigos. Sam se encontrava a frente da tropa, gritando palavras de ordem para os legionários que marchavam de forma impecável em direção ao Acampamento grego. Ele estava se saindo bem, e eu estava começando a me perguntar se mata-lo era uma ideia realmente necessária se ele apresentasse fidelidade o Roma durante a guerra. Seu falso irmão Chaz se encontrava a frente dos demais probátios, já que todos acreditavam que ele era filho de Marte, assim como Sam, embora o garoto parecesse tão perdido quanto um cego em tiroteio. Eu observava a tudo aquilo com orgulho em saber que todos obedeciam minhas ordens, e esperava que meu pai estivesse igualmente orgulhoso.

Após dias marchando, não demorou para chegar à Manhattan e logo o Acampamento Meio-Sangue se tornou visível em minha visão aérea sobre meu Pégaso. Uma vez que o alvo foi detectado, me coloquei a frente de todos ainda montada no Pégaso e ordenei que a tropa parasse. Fui obedecida imediatamente, e uma vez que o silêncio foi absoluto, me pus a falar. - Romanos! Já estamos em território inimigo - declarei com autoridade. - Peço que rezem por seus progenitores divinos, inclusive vocês probátios. Rezem para seus progenitores, mesmo sem saber quem é. Rezem principalmente para Marte e Júpiter, para que nossos patronos nos deem sabedoria em batalha, outra vitória sobre nossos inimigos, e para que não soframos traições - disse dirigi um olhar direto para Sam. - Lembrem-se porque estamos aqui e porque lutamos: por Ashley! Lembrem-se que estamos aqui para salvar e resgatar nossa antiga pretora que foi raptada pelos gregos que agora a mantêm em refém - disse. Foi fácil inventar aquela história e convencer aos romanos, uma vez que Ashley demonstrava interesse em visitar o Acampamento grego. Depois foi só dizer que ela fugiu pra lá e eles a mantêm em refém desde então, e bingo! Alexis, a maravilhosa pretora, havia resolvido o paradeiro do sumiço de Ashley. - Matem todos que estiverem em seu caminho afim de esconder Ashley. Não confiem nos gregos, seus truques sujos em batalha tentarão engana-los, mas vocês não podem deixar isso acontecer! O sol está se pondo, e chegaremos ao Acampamento enquanto dormem, pegando-os de surpresa - concluí - Por Ashley! - gritei em falso patriotismo com a pretora, e a legião respondeu num grito uníssono. “Por Ashley!

***

Chegamos ao Acampamento Meio-Sangue dentro do horário previsto. Sobrevoei o Acampamento, que se encontrava silencioso e vazio, pouco iluminado apenas pelas luzes de algumas tochas. Provavelmente todos já deveriam estar dormindo. Aquele era o momento perfeito para o ataque. Voltei até a tropa que se encontrava na floresta antes da colina a espera de minhas ordens. - Este é o momento, romanos. Os gregos encontram-se em baixa guarda, dormindo em suas confortáveis camas. Vocês conhecem a estratégia e o plano de guerra. É o momento de atacar! - disse, e todos ergueram suas armas em apoio. Voltei para meu lugar atrás dos arqueiros, e em silêncio, a tropa seguiu em direção ao portal que dava acesso ao acampamento grego. Quando nos aproximamos o suficiente, aterrissei com meu Pégaso e segui por terra junto dos demais. A tropa parou na subida da colina, cerca de cem metros do portal que dava acesso ao acampamento. Ali havia o famoso “Pinheiro Thalia”, como o chamavam, devido a história de uma antiga irmã grega, filha de Zeus. Observei que aquele sob os galhos do pinheiro dormia um dragão que cuidava do principal sistema de segurança do Acampamento, o lendário Velocino de Ouro. “Que forte sistema de segurança”, pensei com desdém. A tropa se encontrava parada em frente ao portal, à espera de minhas ordens. “Dê a eles o que eles querem”, a voz da loba Lupa ecoou em minha cabeça, e repentinamente, tive uma ideia que era digna de uma “chegada romana”. - Matem o dragão! Peguem o Velocino de Ouro e coloquem fogo no Pinheiro! - ordenei. Os romanos gritaram em excitação e partiram para cima do pinheiro. Tinha forma melhor do que acordar o inimigo de declarar guerra do que destruir o orgulho do Acampamento? Em minutos o dragão estava morto, o Velocino roubado, e o pinheiro, que assumiu repentinamente uma aparência fraca, estava em chamas.

Não havia muito tempo até que os gregos percebessem nossa presença ali, e os legionários aguardavam ansiosamente a minha ordem de ataque. “No Xadrez, os peões vão primeiro”, a frase de Magneto, um dos meus vilões favoritos ecoou em minha mente. Observei mais uma vez o calmo Acampamento e as chamas que consumiam o pinheiro antes de declarar a tão esperada frase - Atacar! - gritei a plenos pulmões, antes de levantar voo com meu Pégaso. Saí da frente para que a maior parte da legião invadisse o Acampamento. Voei em direção ao fim da tropa e aterrissei ao lado de Scott, um dos líderes do clube “Odiamos a Alexis” na II Coorte. - No Xadrez, os peões vão primeiro - disse ao garoto rapidamente e comecei a cavalgar na direção oposta ao Acampamento. Estava avançando cada vez mais fundo na floresta lateral do Acampamento. É claro, eu sabia o plano de ataque dos romanos, mas eu tinha meus próprios planos. Encontraria uma segunda forma de entrar o Acampamento enquanto os gregos se entretêm com o ataque principal. Ao longe na floresta já era possível ouvir o barulho da tropa, que sem dúvida deveria chegava quebrando tudo pelo Acampamento Meio-Sangue, e eu não pude deixar de sorrir com aquilo. Era meia noite e a guerra começara.

obs:

- A guerra começou, bitches!
- Estejam cientes das Regras da Guerra aqui antes de começar
- Este é o momento de por suas tramas em prática e matar suas contas secundárias.
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- Dúvidas procurem por Hera, Christina ou eu.
- Que a sorte esteja ao seu favor Que o azar esteja no Acampamento vizinho.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Lindsey Johnson em Sab 1 Mar 2014 - 16:09

A guerra começou
 
Lindsey estava viajando em seus pensamentos quando tudo começou. Já era quase meia noite, mas suas dúvidas e receios não a deixavam cair no sono. De um momento para o outro, sua vida deu um giro de trezentos e sessenta graus: um de seus amigos se revelou um sátiro, disse-lhe que os deuses gregos e romanos são reais, que ela era filha de um deles e que deveria ir para um tal de Acampamento Meio-Sangue. Loucura? É, e era exatamente isso que Lindsey pensava quando ouviu o som pela primeira vez. Parecia-se com o som que ela ouvira muito naquele dia: metal contra metal. Mas o que poderia ser? Sentou-se em seu beliche alarmada, ao longe, junto com o primeiro barulho, ouviu-se gritos. Os outros campistas do chalé de Hermes também começaram a acordar, assustados, e pegaram suas armas. – O que está acontecendo? – perguntou Lindsey para uma garota ao lado. – Os romanos. Eles... Eles devem ter chegado. – sua voz era séria e com um tom de medo perceptível. Ela levantou-se e começou a se armar. “Os romanos devem ter chegado”? Então Lindsey lembrou-se de algo que Max, seu amigo sátiro, havia lhe dito: “as coidas estão feias entre os acampamentos. A guerra está próxima”. –Você devia começar a se armar também – ela ouviu a garota dizer. Lindsey assentiu e levantou-se rapidamente em busca de sua adaga simples. Infelizmente, isso era tudo que haviam lhe dado, e ela nem havia treinado com aquilo ainda. Olhou para os outros campistas com armas potentes e armaduras e engoliu em seco. Depois lançou um olhar desesperado para a garota ao lado que ainda vestia sua armadura. – Eu não posso lutar só com isso! – disse mexendo a adaga para ela. – Eu tenho uma espada a mais, pode usar. – disse ela virando-se para pegar a tal espada – Pega. – Lindsey pegou a espada admirada, isso era bem melhor que sua adaga simples. – Obrigada - disse. – Não tem problemas. Vamos logo. – disse dirigindo-se para fora do chalé. Lindsey colocou a adaga na cama e segurou o punho da espada com firmeza e então a seguiu.
Sem nenhum preparo físico para isso, Lindsey adentrou naquela confusão de pijamas e armaduras, semideuses gregos e armas. – Para onde vamos?! – gritou para qualquer um que a ouvisse. – Para o Pinheiro de Thalia! Os romanos estão lá! Botaram fogo nele. – ouviu uma voz melancólica à sua esquerda responder. Botaram fogo no Pinheiro de Thalia? Lindsey havia chagado hoje no acampamento, mas Max havia lhe dito que aquele pinheiro era o orgulho do deles. Sentiu-se furiosa. Talvez ela fosse morrer, na verdade, ela sabia que suas chances de não viver outro dia depois daquele eram enormes, mas seguiu os outros campistas ao encontro de seus inimigos com o maior prazer.
A colina onde ficava o Pinheiro estava lotada de semideuses, gregos e romanos. No topo, os outros campistas já estavam em uma luta sangrenta contra seus inimigos. Não demorou muito para que um deles encontrasse Lindsey. Era fácil reconhecê-los, pois suas armas eram diferentes e eles vestiam uma camiseta roxa por baixo da armadura ao invés da laranja do Acampamento Meio-Sangue. Lindsey viu uma lâmina dourada descendo em sua direção, não teve tempo de fazer mais nada que levantar sua espada para aparar o golpe. O golpe foi forte, e quando a espada do oponente atingiu a sua, seu braço inteiro doeu, quase que ela larga a espada. Não sabia como lutar, mas tentaria de tudo para destruir aqueles que queriam destruir o seu novo lar. Investiu um golpe no tronco do inimigo, mas este desviou com facilidade. O soldado romano desferiu outro golpe em direção de Lindsay, dessa vez mirando seu braço, infelizmente ela não foi rápida o suficiente e a espada dele atingiu-a no braço esquerdo. Soltou um grito de dor e investiu contra seu oponente novamente, tentando acertar a brecha da armadura embaixo do braço. Mas o golpe não se completou, pois a espada do inimigo o desviou. Ele saltou em direção à Lindsey novamente, mas, ao fazer isso, sem explicação nenhuma, caiu no chão. Então, olhando para os pés dele, percebeu que algo se enrolava a eles e ia subindo pelas suas pernas. Era alguma espécie de planta. Olhou para o lado e avistou um sátiro tocando uma flauta. – Max! – Lindsey correu em sua direção, enquanto o semideus romano lutava para escapar da planta que se enrolava cada vez mais nele. – Oh meus deuses, obrigada! Pensei que ia morrer! – sua voz estava cheia de medo e alívio. Max assentiu enquanto continuava tocando. Logo, o semideus estava totalmente coberto pela planta. – Esse é meu trabalho: proteger você. – disse ele – Atrás de você! – ele gritou logo em seguida. Lindsey virou-se bem na hora, quase não consegue parar o golpe. Felizmente, o semideus romano que tentava atacá-la parecia ter tanta experiência quanto ela. Atacou o braço direito do rapaz, ao qual ele não conseguiu desviar e recebeu um corte no braço por isso. Logo depois, Lindsey o empurrou com o ombro para que ele caísse e, graças aos deuses(!), deu certo. – Essa foi boa, continue assim! – ela ouviu a voz de Max falar atrás dela. Lindsey sorriu. – Vou tentar! – respondeu. Então ela ouviu um som estranho, como um zunido, e logo depois uma dor imensa no seu abdômen. Seu sorriso desapareceu. Ela olhou para baixo na direção do ferimento e viu lá uma flecha cravada.
- Max... – disse ela com um medo explícito em sua voz, enquanto cambaleava para trás. – Lindsey! – gritou Max quando viu a flecha. Ele tentou ir até ela, mas outro semideus romano o impediu de fazer isso. Lindsey caiu de joelhos no chão, suas mãos estavam envolta da flecha, mas sem a força e a coragem para tirá-la de lá. “Eu vou morrer”, pensou ela. “A flecha com certeza atingiu meus órgãos vitais e eu vou morrer”. Infelizmente, ela estava certa. Lindsey caiu para trás, sem forças para continuar ajoelhada, ela podia sentir a vida se esvaindo de seu corpo. Lindsey olhou para o céu, para as estrelas, pois queria ter uma última linda visão. E teve. Mesmo que o céu não estivesse o mais lindo aquela noite, a visão das estrelas já foi o suficiente para ela.
Lindsey nunca mais viu mais nada.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Hera em Sab 1 Mar 2014 - 16:35

((Lindsey Johnson está morta))
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Davos H. Grümmer em Sab 1 Mar 2014 - 16:47



⊱ Gregos vs Romanos. ⊰


As coisas pelo acampamento andavam meio atordoadas nos últimos meses, parecia que Olimpo andava em conversa constante, já que a mudança climática era altamente visível, sem mencionar a vegetação e afins... Parecia que tudo estava se tornando mais complicado a cada dia que se passava, o oraculo havia feito uma profecia, da qual eu não fazia ideia do que servia... Depois de sair meio que as pressas tentando achar Sky meio a muitas pessoas correndo, eu fui direto pro meu chalé, vesti minha armadura de bronze, peguei Aurum, meu escudo e Stygian, minha espada de ferro estígio a coloquei na capa e a pus nas costas em seguida procurei por meus outros utensílios de guerra, Divitiae and Argentum minhas adagas rápidas modificadas peguei ambas e as coloquei em seu devido lugar uma em cada bota, presas com suas capas, Current Poisonous minhas duas corretes que sempre estavam em formato de correntinhas para por no pescoço, as coloquei e em seguida procurei pelo ultimo item, não menos importante, Tenebrae meu elmo. O segurei no braço e sai a caminho pelo acampamento, algumas pessoas estavam agitadas demais, outras estavam procurando suas armas e armaduras, pensei em caminhar até o instrutor do acampamento e avisar que eu estava indo a caminho da morte, mas não o fiz... Caminhei diretamente para o pinheiro no meio do caminho acabei por encontrar com Vinny e Ágatha, um feiticeiro e uma caçadora.

Vinny, acho que vou precisar da sua ajuda, precisa usar seus poderes para proteger o pinheiro, consegue isso? — Ergui a sobrancelha enquanto íamos caminhando escondidos para o pinheiro, atravessando a floresta de forma silenciosa para que nenhum dos romanos nos ouvissem, olhei para Ágatha. — Você como é a genia daqui, diga o que devemos fazer? Sei que somos somente três, porém existem alguns filhos de Ares, Hermes, Atena, Apolo e Afrodite já a caminho, enquanto eu subia para cá vi os mesmo. — Olhei para a garota que parecia um pouco assustada, respirei bem fundo imaginando onde deveria está Sky. Afastei aquele pensamento de mim e voltei a me concentrar ao que deveria. — Tentem não morrer, ok? — Estávamos prestes a chegar ao lugar quando ela finalmente ditou as coordenadas, agradeci por ela ser inteligente e em seguida pus o elmo na cabeça, ficando invisível, apenas sai caminhando para a linha de frente.

Respirei fundo deixando meus companheiros logo atrás de mim, puxei Divitiae e Argentum, minhas duas adagas e pus-me a entrar entre os milhares de romanos que estavam a minha frente, ao chegar próximo aos últimos quinhentos romanos, pus ambas as adagas com a área de corte virada para o lado abaixando-me e caminhando sorrateiramente entre eles, acertando-lhes e cortando-lhes por dentro na parte do joelho, o que os impediria de caminhar, alguns romanos notaram o que aconteciam, vários tentavam me encontrar, mas logo me guiei para outros lugares acertando outros vinte romanos, ainda nas pernas, teve um momento em que vários deles descobriram minha localidade, corri o mais rápido que pude até conseguir me esquivar de vários ataques, sentindo alguns deles em meu tórax, apenas arranhando o mesmo levemente, respirei fundo e agradeci por ser de noite, puxei Current Poisonous do pescoço e uma em cada mão as joguei contra dois romanos que me atacavam, o Elmo já não mais fazia efeito e agora eu era exposto, amarrei os dois romanos pelo pescoço e puxei com toda a força que eu tinha arrancando-lhes as cabeças enquanto mais outros vinham em minha direção, atacando-me de forma direta e indireta, estava pedindo a Hades que os demais campistas alcancem logo o topo do pinheiro. Já estava começando a me sentir meio atacado, até perceber flechas vindo em direção aos romanos e ouvir tiros de canhões, o resto do acampamento finalmente havia chegado e eu poderia, finalmente, me recuperar um pouco da dor que tinha no tórax. Guardei minhas adagas nas botas e empunhei meu escudo a tempo de quase ser atacado no rosto, com toda a força direcionada ao escudo joguei o romano em cima de outros quatro e me levantei concentrando-me e logo usando as Mãos do Inferno que me ajudariam de imediado a me livrar daquele comboio de romanos ao meu redor, logo as mãos negras surgiram em diversos tamanhos fazendo o serviço por mim, enquanto eu caminhava rapidamente por entre eles indo para o lado oposto de onde encontrava-se meus parceiros, corri o suficiente para ouvir Monstro, meu Cavalo Carnívoro vir ao meu encontro montei no mesmo com um pulo e empunhei minhas correntes uma de cada lado, cavalgando rapidamente por entre os romanos que ainda estavam vindo ao meu encalço, acertando-os com minhas correntes de forma bruta, logo eu estava ao lado em que os demais campistas estavam vindo, parei frente a eles.

Tem em media de novecentos Romanos, pelo menos cerca de duzentos e cinquenta eu já derrubei, Vinny está próximo ao pinheiro, tem que enviar mais pessoas para a escolta dele, pedi ao mesmo que apagasse o fogo. — Respirei fundo enquanto voltava a me concentrar, colocando meu escudo no braso direito ainda com as correntes em meus braços prontas para uma ordem minha, sorri leve olhando ao redor e procurando por rostos conhecidos, temia por encontrar o de Sky entre eles, não queria vê-lá machucada e não iria suportar o fato de perde-lá já estava mais do que disposto a demonstrar todo o amor que sentia por ela, e se tudo fosse por agua abaixo por causa desta guerra... Iria atras de todos os culpados por a mesma e mataria um por um, nem que me custasse a vida... Mas iria vinga-lá. Balancei a cabeça afastando aquele pensamento, nada iria acontecer com ela. Respirei fundo e voltei a me concentrar no que tinha a minha frente. — Certo, procurem ao máximo possível usar primeiro suas armas, deixem seus poderes para quando realmente estiverem encurralados, poupem energia. — Naquele momento me senti um meio humano como todos os outros, não que eles fossem obedecer as ordens de uma prole de Hades, mas não custava nada tentar, pelo menos estava ajudando e não contra eles tentando os matar, estava procurando achar a pessoa que havia começado com toda aquela chacina, se a encontrasse com toda certeza iria fazer picadinho dela, porém deveria ser paciente e me concentrar no que estava acontecendo ali. Era notável milhares de romanos vindo em nossa direção, canhões barulhentos estavam trabalhando, flechas e mais flechas sendo atiradas, olhei para o pequeno grupo filhos de Ares, Hermes e Atena, e logo os mesmos me ouviram e se puseram prontos para o combate. Ouvi apenas um berro vindo de um dos filhos de Ares, fazendo com que todos fossem a diante para a guerra, meu cavalo foi guiando todo o batalhão atras e logo estávamos meio a um comboio de romanos, usando minhas correntes para defender-me de vários que tentavam chegar até mim.



Observações:


Interagindo com
Vinny Oleander Salvatore e Ágatha Pevensie Kane. 
Os demais citados são os companheiros do acampamento.
Não é permitido terceiros para atacar-me. 

Obs
O Elmo tem duração de 2 turnos, escolhi usa-ló apenas em um turno, portanto ainda tenho a opção de usa-ló mais uma vez.

Armas Levadas:
• Current Poisonous. [Duas correntes que podem variar de tamanho e grossura de acordo com o desafio do guardião da deusa. Possuindo um veneno letal para aqueles que não compartilham da proteção de Perséfone é uma arma bastante perigosa de ser utilizada. Quando não está em uso as correntes tem a aparência de correntinhas comuns.] ~ Presente Secundário
• Stygian. [Espada feita de Ferro Estígio, forjada no Submundo por mortos-vivos responsáveis por forjar as armas do próprio Hades e banhada no Rio Estígio para resfriar. Tal espada muda de tamanho conforme a vontade do usuário (pode variar de tamanho desde uma adaga, até uma espada de um metro) e o cabo é incrustado de pedras preciosas, como diamantes e rubis, que sugam a energia vital do inimigo a cada golpe com êxito, deixando-o mais fraco. Quando não está em uso, a espada se torna um anel de Ferro Estígio com um diamante negro no centro.] ~ Presente de Reclamação
• Aurum. [Escudo revestido de ferro estígio que faz par a Espada de ferro estígio, protege seus possuidores de investidas diretas, absorvendo todo o dano podendo ser usado duas vezes por missão. Em frente ao escudo há dois cristais vermelhos que simulam dois olhos brilhantes que podem deixar o alvo intimidado e/ou distraído.] ~ Presente de Reclamação
• Tenebrae. [Assim como o elmo de Hades, o elmo dado a seus filhos produz uma invisibilidade total, onde não se pode sentir ouvir ou até mesmo ver quem o usa. Tendo total invisibilidade, como se não estivesse lá. (Dura dois turnos em missões, pode usar uma vez)] ~ Presente de Reclamação
• Divitiae and Argentum [Duas adagas rápidas feitas com ferro estígio com pepitas de cristais amaldiçoados na área de corte de cada adaga; corta atravessando os nervos, não deixa marca externa, e sim interna.] ~ Comprado/Modificado.

Poderes Usados:
✦ Mãos do Inferno [Nível 08] : A partir de sombras, mãos surgem ao seu redor para ajudá-lo, assumindo tamanhos variáveis.

Mascote:
✦ Cavalo Carnívoro - [Um cavalo descendente de uma das quatro éguas de Diomedes que devoravam os invasores da cidade. Apesar de ser carnívoro, o cavalo só devorará quem o dono desejar: sejam inimigos ou 'amigos'. O cavalo tem o pelo vermelho-sangue e seus cascos e dentes são feitos de prata celestial, e por isto é bem rápido, chegando, numa corrida, aos 300km por hora, por isso serve de montaria. Obedece apenas ao filho de Hades. O sexo e o nome do cavalo serão definidos pelo usuário. O mascote evolui de acordo com o level do seu dono. O cavalo vive dentro de um pingente em forma de caveira, no qual todo filho de Hades deve ter em seu pescoço, para assim que o mesmo chamar pelo nome do mascote, o mesmo saia. (Duas vezes por missão)] ~ Presente de Reclamação
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Vinny Oleander Salvatore em Sab 1 Mar 2014 - 21:25



Lambe a minha videira, romano...
...Para com isso, palhaço. [...] Eu sou teu pai.



Caos. É isso que define o que está acontecendo no Acampamento agora.

Tudo começou com uma profecia do oráculo, a ideia foi reforçada graças ao auxílio dos mascotes de alguns campistas e da própria visão dos mais experientes. O acampamento será invadido em breve, eles falaram. Equipo-me com tudo que meu pai e Hécate me deram e saio do chalé. É engraçado isso, por mais que eu, um filho de Dionísio, não seja um combatente exímio, estou disposto a perder minha vida na guerra. Não tenho muitas opções, na verdade. Posso ficar sentado comendo uva enquanto eles invadem e, uma hora, vão me matar ou posso ir lá, chutar a bunda do máximo de romanos que eu consegui e, se eu tiver muita sorte – e põe muita nisso – posso voltar com vida pro meu chalé.

- O suco da videira de Dionísio tem poder! - grito. Não é o melhor grito de guerra do mundo, mas como todos estão ocupados, ninguém se dá o trabalho de rir. Saio correndo em direção ao pinheiro de Thalia.

Ao contrário dos outros, sinto-me mais disposto para lutar na noite. No meio do caminho, encontro uma filha de Atena e um de Hades que, assim que chego ao pinheiro, ele corre em direção a tropa romana - Proteger o pinheiro, ok, ok. Muito fácil quando há tantos canhões mirando nele - olho para os lados e, enquanto o nosso dragão tenta atrasá-los, preparo videiras.

E então eu as conjuro.  Faço várias, o máximo que consigo sem gastar quantidades exageradas de energia. Crio armadilhas com elas de forma que ninguém conseguirá entrar no Acampamento sem deparar com uma e ter a sua perna quase-que-arrancada. Os que se atrevem ou são descuidados o bastante para não prevê-las – se enroscam e caem no chão. Alguns acabam morrendo sufocado, outros são perfurados por flechas da Caçadora de Ártemis ou pela espada dum filho de Zeus muito gente boa - Valeu, Logan

Alguns romanos correm em minha direção, conjuro algumas cópias de vinho e os ataco no mano-à-mano - Um grego já pegou sua mãe, sabia? - provoco-o - Sabe quem é esse grego? – me desvio de uma espada que acerta o lugar onde a minha cabeça estava à meio segundo atrás e uma flecha acaba com uma de minhas cópias - Esse cara sou eu. Aliás, sou teu pai - derrubo o cara no chão e esmago seu crânio.

Os canhões começam a agir. Eles miram no pinheiro de Thalia e o acertam, segundos depois deu me afastar dele. A árvore começa a queimar e como consigo sentir a magia no ar, sei que a barreira não ficará ativa por muito tempo - MANDEM OS FILHOS DE DEMÉTER PARAR DE FUMAR ERVAS E SALVAR A MERDA DO PINHEIRO. Que droga. Cadê os filhos de Poseidon? - grito, mas quase ninguém me ouve. Não tenho tanta autoridade assim.

Tento ficar atrás dos lugares que a barreira – ainda – protege, controlando minhas videiras para enroscar os romanos.

Itens e Poderes:


Dionísio

• Tigre Mecânico (Mascote) [Completamente autônomo. Se não fosse revestido de estanho, diria-se que era um tigre de verdade. O Tigre o auxilia em suas missões mas com um limite de uso. (Duas vezes por missão) Sua força cresce de acordo com o level do treinador/dono do mascote e seu dano é determinado pelo narrador. ~ Presente de Reclamação

• Tirso. [Réplica do Tirso de Dionísio. Quando ativado, chega á até 1 m, quando desativado, cerca de 30 cm. Quando ele está ativado, o tirso ajuda o filho de Dionísio a manipular suas videiras, tornando-as venenosas (Uma vez por missão)]

• Colar com Pingente de Uvas. [Ao ser ativado por um filho de Dionísio, transforma-se num peitoral indestrutível. Se ativado em outra pessoa, o colar o enforca. Do pingente, pode ser retirado vinho suficiente para encher uma garrafa (Uma única vez por missão)] ~ Presente de Reclamação

• Boleadeira Explosiva. [Suas cordas são de videiras, as pontas parecem uvas de metais. Ao se chocarem exalam um cheiro que deixam o oponente louco. (Duas vezes por missão)] ~ Presente de Reclamação


✦ Clone de vinho Intermediário [Level 8] - Agora você pode criar três clones a partir do vinho mais fortes.
➹ Videiras Supremas [Level 10] - Vocês agora podem criar videiras muito fortes, podendo-as usar em ataque ou defesa.

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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Logan K. Scheubaer em Sab 1 Mar 2014 - 22:49

THE WAR HAS ARRIVED
BLOOD, FEAR, DARKNESS, SWORDS, SHIELDS, DEATH, WAR CRIES, SCREAMS, HOPE
Após perder o bunker de vista, a culpa tomou conta de mim. E se alguém descobrisse o local e atacasse? Nada eu poderia fazer de tão longe. Sabia que os romanos ainda estavam tentando acessar o acampamento, assim todos os gregos iriam para as fronteiras para eliminar o máximo de romanos que ali estivessem. Infelizmente não tinha ideia de quantos teríamos que enfrentar. Nunca tive contato com algum romano para saber, pois cheguei aqui após todo esse caos promovido pelo ataque a Semana Diplomática. Sabia apenas que tinha de ajudar de um modo ou de outro.

A guerra aos poucos ia aparecendo abaixo de mim. Focos de fogo eram visto em vários cantos, porém o que predominava era o Pinheiro pegando fogo. A fumaça espessa e escura subia ao céu. Esperava que aquilo não irritasse tanto assim meus companheiros, pois fazemos as coisas mais idiotas possíveis nesse estado.

Olhei ao meu redor vários semideuses montados ou voando. Ao menos a defesa área do acampamento não seria nula, porém fraca ao ver a quantidade de romanos no ar. Eles acabariam rapidamente conosco. Os meus irmãos e os filhos de Éolo poderiam facilmente abater aqueles que não tivessem parentesco com divindades do ar.  

Meu coração batia rapidamente de ansiedade. Qualquer passo em falso o acampamento poderia cair. Minha aflição logo fora cortada ao ouvir o som de algo cortando o ar a minha direita. Uma flecha tinha passado de raspão na minha orelha, causando um corte superficial. Rapidamente peguei uma flecha da minha aljava presa à minha cintura e atirei-a contra um dos romanos no ar que tinha visto com minha visão de águia com a corda de fibra de titânio do meu arco. O romano caiu de sua montaria, diretamente ao chão. Um a menos para se preocupar.

Armei meu arco várias vezes com flechas, atirando contra os romanos no ar. Entretanto parecia que a cada vez que derrubava um, outros apareciam no lugar. Ainda estava muitos romanos, e infelizmente, alguns já se encontravam tocando o terror no solo. Parte de mim estava com raiva pelo ataque covarde do Acampamento Júpiter e outra possuía a sede de vingança.

Ordenei que Bran pousa-se ali perto do Pinheiro. Infelizmente no ar não teria muita coisa que eu fizesse com um arco e flecha, pois cai entre nós, não sou o melhor dos arqueiros do acampamento. Estava tentando guardar todo meu estoque de energia para quando a coisa ficasse mais crítica. Quando o Pégasus chegou ao chão eu logo tomei um susto. Algo tinha estalado debaixo do casco de Bran. Após ver uma cabeça ser esmaga eu arrependi-me de tal ato.

Olhei no chão e percebi que vários romanos estavam presos ao solo por videiras de um filho de Dionísio. Guardei meu arco atrás das costas e desembainhei do cinto minha espada longa e desci do Pégasus. Mandei-o ficar perto de mim, não queria perder ele de vista, uma vez que provavelmente ia precisar dele o resto da batalha toda. Com a espada em mãos, comecei a enfiar a lamina nas partes vitais dos romanos, enquanto um pouco distante, uma das caçadoras enterrava suas flechas nas carnes dos inimigos. No mínimo tinha matado uns sete semideuses. Porém ainda tinha no mínimo mais uns novecentos para serem derrotados.

Mais tarde fiquei sabendo que o criador das videiras fora Vinny, um dos filhos de Dionisio que eu tinha visto em uma das festas da Christina, pois ele tinha me agradecido por matar os presos.

Após ter passado a lâmina em mais alguns romanos muito mal treinados – probátios – que tinha percebido que Davos também estava na batalha. Era reconfortante saber que ao menos tínhamos um dos melhores semideuses do acampamento a nossa disposição.

Spoiler:


Poderes Passivos
ϟ Olhos de Águia [Nível 08]: Como o animal, o filho de Zeus adquire a visão avançada dessa águia.

Poderes Ativos
Nenhum

Armas Levadas
• Raio-Mestre. [Nada mais nada menos que uma réplica do Raio-Mestre de Zeus. Quando não é utilizada a arma se transforma em um relógio de prata divino com um raio de diamante encrustado na lateral direita.] ~ Presente de Reclamação

• Thunder and Lightning. [Adagas gêmeas com 50 centímetros de comprimento e o cabo de prata divino. Ambas são elétricas, somente o dono terá resistência ao choque delas.] ~ Presente de Reclamação

• Electric Arrows. [Arco e flechas de prata divino que ao entrar em contato com o inimigo, libera uma descarga elétrica de até 100 volts. Estas flechas são muito brilhantes a ponto de tontear alguns inimigos, elas conseguem se camuflar a luz solar. A aljava é de couro comum, porém revertida internamente por prata divina. O Arco é todo em prata divina com a corda em fibra de titânio ótimo para o manuseio do semideus.]  ~ Presente de Reclamação

● Espada Longa [Uma Espada normal com 65 cm, feita de Bronze Sagrado]

Mascote
Pégasus (Bran): [Um cavalo-alado dominador dos céus, veloz e ágil. Somente filhos de Zeus tem a pericia com esse animal. Evolui de acordo com seu dono. Por ser um animal alado, Zeus tem uma afinidade com este cavalo. Ele é todo branco com enormes asas, seus cascos são de ouro imperial, que logo poderá ferir o inimigo. Ele é um animal leal e muito bonito. (Duas vezes por missão)] ~ Presente de Reclamação
Possuí vale-vida?

Sim
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Ágatha Pevensie Kane em Sab 1 Mar 2014 - 22:51

This is Sparta! Não, péra...

O que antes parecia apenas mais um pesadelo comum à vida semideusa foi brutamente tido como realidade com uma breve olhada à janela. A gritaria tomara conta do acampamento. Semideuses pulavam de suas camas e saiam ainda de pijama com espadas em punhos, bradando palavras que se perdiam no ar, deixando ressoar apenas uma, mais forte de todas, quase palpável no vento gélido do início de madrugada: guerra. Pelo que? Não sei se isso importava. O que importava era o pânico, a tensão, o aglomerado de adolescentes que se arrumavam em fileiras desajeitadas, se proclamando um exército, colocando armaduras de bronze sobre blusas de ursinhos ou calças de flanela e peito nu, correndo em todas as direções possíveis, sendo atrapalhados por uma fumaça vinda sabe-se lá de onde. E, afinal, quem disse que a realidade não poderia ser um pesadelo?

Seja lá quem for, se é que alguém um dia disse tamanha asneira, estava errado. Porque “pesadelo” era o que melhor definia a situação e todo o emaranhado de sentimentos confusos que me tomava, enquanto corria em direção a algo que eu nem sabia o que era, ao mesmo tempo em que liberava o arco de sua forma de tiara, certificando-me mentalmente que eu tinha todas as armas que possuía ao alcance, além do escudo, que já se encontrava preso no braço esquerdo antes que eu finalmente conseguisse chegar a algum lugar de onde era possível visualizar contra o que lutávamos. E, afinal, talvez fosse melhor não ter chegado a este lugar. Pois certamente não era uma cena agradável. Milhares de semideuses romanos – facilmente reconhecíveis até mesmo por sua postura em combate – se encontravam próximos a um pinheiro em chamas – de onde saia toda aquela fumaça – e um dragão morto.

Malditos fossem. Mataram Peleu e atearam fogo ao pinheiro de Thalia. Aquilo era como matarem a honra do acampamento e atearem fogo à nossa dignidade. Nada daquilo ia ficar barato. Os poucos campistas – eram cerca de cem, mas isso representava apenas uma ínfima fração do total de semideuses do acampamento – que já estavam no local gritavam ora para salvaram o pinheiro, ora pra matarem todo mundo, ora para esperaram algo ou alguém. Sem saber o que fazer, por um instante fiquei estática, olhando para o nada. Até que fitei um romano que pulou por cima do companheiro – que havia caído em uma armadilha de Vinny, um filho de Dionísio – e estava vindo em direção ao acampamento. – Não tão rápido – murmurei, enquanto pressionava o amuleto de prata, pegando uma de suas adagas e atirando-a como uma faca no filho de roma, exatamente entre o fim da armadura e o início do elmo.

O garoto caiu no chão, já sem vida, no mesmo instante em que ouvi um princípio de grito de guerra um pouco deslocado. Com um meio sorriso, gritei de volta: – E POR ASLAM! – ao mesmo tempo em que finalmente saia correndo, disparando o escudo como um bumerangue em um segundo romano que ameaçava ultrapassar a linha de armadilhas. Antes que pudesse arranjar um local seguro para armar uma linha arqueira, sou parada por um filho de Hades, que interceptou a mim e à Vinny, dizendo-o para proteger o Pinheiro e para eu bolar um plano. Querem uma dica? Não espalhem por aí que são filhos de Atena, se forem. Finjam que sua mãe nunca te reclamou. Se não fizer isso, sempre esperarão que tenha ideias brilhantes e arme todos os planos necessários. Fazendo uma breve pausa para arquitetar algo decente, noto que o Davos simplesmente não estaria disposto a esperar a linha de frente ficar menos desorganizada antes de começar a atacar.

– Certo, faça o seguinte: use sua invisibilidade para atravessar a linha de frente deles. Com isso, terá evitado todos os romanos que já esperam por um ataque direto. Sendo assim, ataque os outros nas brechas de sua armadura, mas sempre mudando de lugar, para que não consigam descobrir onde você está. Daqui a pouco o restante dos campistas que citou deve chegar lá, também – disparei as palavras o mais brevemente que pude, enquanto mais vidas eram perdidas ao meu redor. Assim que ele se retirou, Vinny protestou, perguntando sobre os filhos de Deméter e de Poseidon. Como que esperando a deixa, Kristen – uma filha do tio das sardinhas – surgiu, sabe-se lá de onde, usando seus poderes para dar fim ao incêndio. O fogo no Pinheiro foi contido. O dos olhos dos campistas não. Eu duvidava que esse fogo fosse ser apagado tão rápido.

Mesmo sem estar em chamas, a árvore de Thalia ainda se encontrava frágil, então decidi não encarar escalá-lo antes que algum filho de Deméter o revitalizasse. Sendo assim, finquei meu escudo – que havia voltado para meus braços, como um bom bumerangue faria – no chão, criando uma barreira de proteção. Ajoelhei atrás da barreira improvisada, finalmente pegando a arma na qual eu tinha mais maestria e retesando a corda. Comecei a atirar uma flecha após a outra, no menor tempo em que conseguia, mirando não a linha de frente – que estava confusa demais e poderia me confundir, fazendo com que eu acertasse um aliado – mas a segunda linha de batalha, que, aparentemente, estava tendo algumas perdas devido à ação de Davos. Não olhava para os alvos tempo o suficiente para saber se o tiro fora efetivo ou não, mas calculo ter acertado pelo menos um terço das flechas atiradas.

Finalmente os canhões estavam posicionados, de forma que saí da barreira improvisada, carregando o escudo, e me coloquei atrás de um dos canhões, retomando a atividade anterior e só parando quando o campista que estava com as bombas acendia a pólvora. Vi que outra garota começou a fazer o mesmo, e sorri de leve. Era um bom começo para uma linha de arqueiros. Após a segunda pausa para a bomba, percebi que a menina em questão era uma filha de Éolo que fora caçadora, e, portanto, convivera comigo algum tempo. Maneei a cabeça para lhe dar incentivo, antes de ambas voltarmos nossas atenções para os arcos. No terceiro tiro, cerca de cinco garotas romanas munidas de espadas curtas se aproximaram da linha de canhão o que fez com que eu deixasse o arco de lado, um pouco, e usasse o segundo pingente de minha pulseira, que se transformou em uma espada na minha mão.

Empunhei-a com a mão destra e a ergui para o ar, bradando: – EU TENHO A FORÇA! – ao mesmo tempo em que corria para a única garota que não tinha um grego massacrando-a. Dei uma estocada à direita, que ela defendeu com sua própria espada, demonstrando alguma perícia, e logo ela revidou, tentando cravar a espada em meu crânio. Devido à um bloqueio rápido com a espada sobre minha cabeça, sua tentativa falhou e eu, que já havia percebido um princípio de manquejar em sua perna esquerda, usei meu escudo para atordoá-la, enquanto atacava seu tórax à esquerda de seu corpo, menos protegida devido ao que quer que tenha deixado-a manca. Ela ainda tentou revidar, mas caiu no chão antes que a sua espada chegasse perto do imenso Aslam presente no blusão que eu usava como pijama, antes daquilo tudo começar. Tão logo a menina caiu, voltei ao meu posto atrás do canhão, atirando nova saraivada de flechas sobre o exército inimigo, e tentando bolar um plano de ação melhor que aquele, para conseguir recuperar o velocino e revitalizar o pinheiro.
Armas e Poderes:
Armas: • Tiara de Prata Lunar - Tiara que quando é retirada da cabeça de transforma em arco de caça prateado. As flechas lunares surgem quando a corda do arco é puxada. Durante o dia também aparecem flechas, por Ártemis ser irmã de Apolo, porém estas são menos potentes. ~ Presente Secundário

• Amuleto de Prata. [Quando acionado se transforma em um par de adagas de Ferro Estígio (Forjada por esqueletos ferreiros no Tártaro. Tais adagas nunca podem ser roubadas, já que toda vez que o dono delas as perdem, elas voltam para o seu bolso após alguns minutos. Toda vez que a adaga acerta, trisca e/ou fere o ponto fraco do inimigo, a lâmina se torna ainda mais poderosa.] ~ Presente de Reclamação

• Réplica do Escudo de Aegis. [Escudo de titânio, leve e resistente. O mais marcante deste escudo é sua aparência, o escudo tem na frente a imagem da Medusa, a imagem não é capaz de petrificar mas é capaz de assustar e/ou atordoar monstros e semideuses.] ~ Presente de Reclamação

• Pulseira. [Pulseira com três pingentes. Cada pingente representará uma arma, com uma miniatura sua ligada à pulseira. A pulseira e os pingentes são feitos de prata, porém isso não interferirá na composição das armas. Há também um quarto pingente; é uma pequena coruja prateada, com olhos de safira azuis - tal mimo é apenas um enfeite, simbolizando a origem divina dos semideuses. Se perdida, em qualquer forma, voltará ao pulso do campista após 2 rodadas.
» Pingente 01: Lança de Titânio É uma réplica da lança de Atena. O cabo da arma é negro, enquanto a lâmina é prateada. A arma tem seu peso dividido (titânio é um material pesado) para que facilite os movimentos, com 1m de comprimento.
» Pingente 02 : Espada de Aço. Magicamente modificada para ter seu peso sempre equilibrado para o campista que a segurar. O cabo é feito de um material que impede que a arma escorregue das mãos do filho de Atena; na ponta, está entalhada uma corujinha prateada, 50cm de comprimento com a lâmina em uma largura média.
» Pingente 03: Capa da Invisibilidade. Esta capa permite que somente o dono a use podendo ficar invisível por até 2 turnos. É prateada e nela há o desenho de uma coruja com as asas abertas pronta para atacar, quando ela não é necessária se transforma em um vestido branco (Meninas) ou uma jaqueta de couro preta (Meninos).] ~ Presente de Reclamação.

Poderes:

Astúcia ▬ Resume em ser sagaz, esperto, inteligente e outras, que fazem dos filhos de Atena, um dos maiores estrategistas.

Pericia com Escudo II ▬ As chances de defender os ataques, mesmo os mágicos, são maiores.

Perícia com Armas II ▬ Sua perícia agora aumentou, e você já é bom(a) em utilizar armas de maior alcance como arco-e-flecha; lanças e alabardas, mesmo que nunca tenha lutado com tais. Lembrando que suas armas preferidas serão normalmente, as de menor distância.

Escudo Bumerangue ▬ O filho de Atena poderá usar seu escudo como bumerangue, lançando-o contra o adversário e fazendo com que ele volte para suas mãos.

Golpes Certeiros I ▬ Por causa de sua vasta experiência de batalha, sabe identificar os pontos mais críticos onde poderá acertar o seu oponente, dando-lhe um dano maior do que o normal.

Pericia com o arco intermediário: Parada ou não, você tem uma mira ótima. Pode acertar o inimigo na maioria das vezes. Sem contar que pode atirar uma flecha atrás da outra, quando está parada. Se desejar, pode disparar até duas flechas por vez, mas o intervalo entre um disparo e outro é maior.

Agilidade ▬ Utilizando sua inteligência, poderá fazer movimentos mais leves e ágeis, podendo assim, atacar de ângulos diferentes o seu adversário. Porém, nada comparável à um filho de Hermes.

Visão de Batalha ▬ Assim como a coruja parece ter uma visão mais ampla do que ocorre ao seu redor, os filhos da deusa, em batalha, poderão desfrutar de uma visão mais ampla, permitindo assim melhores ataques ou defesas.

Olhos da Lua: Seus olhos captam o brilho do Luar com tal intensidade que é possível ver tudo. Eclipses Lunares e Lua Nova não interferem nessa habilidade.

Flechas da Lua: Quando sua flecha é iluminada pela Lua, ela fica mais rápida e com mais força.

Tiro Rápido: Sua flecha será disparada rapidamente, tornando quase impossível de desviar. Só pode ser usado em uma flecha por vez, nunca em duas ou três.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Dom 2 Mar 2014 - 14:37

this is war
waterver

Eram tempos estranhos no Acampamento Meio-Sangue. As pessoas andavam desconfiadas da própria sombra, como se o medo encobrisse a misteriosa cúpula de névoa que esconde o Acampamento dos olhos humanos. Medo aquele que só aumentava diante os boatos de uma guerra iminente. Infelizmente, nem mesmo o Oráculo e feiticeiros de Hécate poderiam prever quando aquilo aconteceria, então só restava a todos ficarem alerta, porque poderia ser a qualquer momento.

O chalé de Poseidon se tornou bem solitário desde que meu irmão Chaz desapareceu. Joe nunca estava no chalé, e minha irmã Arianne vivia no chalé de Hécate. Até mesmo minha gêmea havia desaparecido, o que me deixava feliz apesar de uma ponta de preocupação. Como todas as noites, voltei do Pavilhão do Refeitório ao toque de recolher e me deitei afim de ter uma noite tranquila de sono. Até que foi tranquilo, até uma gritaria começar do lado de fora do chalé. Acordei com um pulo, assustada devido a gritaria. Dei um salto do beliche e não me dei ao trabalho de vestir o chinelo antes de correr até a porta. Abri uma pequena fissura e por ela pude ver um campo de batalha diante aos meus olhos na Colina Meio-Sangue. - Merda! - exclamei. Guerreiros romanos marchavam para dentro do Acampamento com uma organização impecável enquanto gregos tentavam para-los. Os demais travavam suas próprias batalhas individuais enquanto outros - de ambos os acampamentos - caiam desfalecidos no chão. Mas foi preciso que eu esticasse minha cabeça para fora do chalé para ver a pior visão de todas: O Pinheiro Thalia, o símbolo de orgulho e honra do Acampamento Meio-Sangue em chamas. Quando dei por mim, minhas pernas tremiam enquanto meus olhos já estavam marejados de lágrimas observando todo aquele horror. Adentrei o chalé mais uma vez tranquei a porta - antes que levasse uma flecha na testa. Meu acampamento precisava da minha ajuda, e eu não mediria esforços em ajudar. Corri em direção ao armário onde meus irmãos guardavam armas e vesti um peitoral de ferro sobre meu pijama - blusa e calça de malha leve -, enquanto pegava todas as armas de meu arsenal pessoal, exceto arco e flecha, que eu nem sabia porque possuía, porque era um desastre com aquilo em mãos.

Uma vez que “armada até os dentes”, corri em direção ao banheiro. Eu não era tão estúpida a ponto de sair pela porta de frente do chalé, por isso quebrei a janela a fim de sair por ali. Joguei pela janela o escudo que estava em minhas mãos e em seguida pulei. Recuperei o escudo olhei para os dois lados, atenta se não havia ninguém por perto. Em seguida segui por trás dos chalés em direção ao Pinheiro Thalia, onde a guerra em si se concentrava. Acreditei que passaria despercebida ali por trás dos chalés. Errado. Um arqueiro romano em cima de uma árvore começou a disparar flechas em minha direção, e fui obrigada a me proteger com o escudo. - Seu filho da puta covarde! Desça aqui e lute como um homem! - gritei, mas não houve resposta. Quando me atrevi sair debaixo do escudo, o guerreiro estava caído no chão aos meus pés com uma flecha no peito. - Mas o que...? - estranhei e olhei para os céus, onde um grifo sobrevoava, provavelmente com o semideus que havia salvado minha vida. Sem tempo para agradecer ou pensar, continuei a correr pela beirada da colina, em direção ao pinheiro em chamas.

Consegui chegar ao topo da colina arfando, não só pela corrida, mas também pelo ar que ali se tornava pesado devido a fumaça que vinha das chamas do pinheiro. Vinny, filho de Dionísio, havia feito barreiras de videira que continha os romanos que ainda estavam pelo lado de fora dos limites do acampamento, o que não era exatamente nossa salvação porque já havia muitos dentro. Um campista me reconheceu gritou aliviado por eu ser filha de Poseidon, dizendo algo sobre eu apagar o fogo do pinheiro. “Claro, a filha de Poseidon chegou, estamos salvos!”, pensei ironicamente “Agora eu vou tirar água de onde, do cu de vocês?”. Infelizmente, situações de pressão e nervosismo me faziam abusar dos palavrões. - Certo, posso dar um jeito nisso. Eu tenho que dar um jeito nisso - disse a mim mesma ao perceber que todos ali mantinham os romanos longe de mim para que eu pudesse apagar o fogo da árvore. De repente ali, observando a árvore que não mais fornecia proteção ao Acampamento, me perguntei onde estava o Velocino de Ouro e o dragão. De repente minhas dúvidas foram respondidas ao ver o corpo desfalecido do dragão morto atrás do pinheiro, o que me fez entrar em maior pânico. O que me acordou de um transe foi um campista gritando “Vamos com isso, Kristen, não temos muito tempo!”.

Foi quando tive uma ideia louca. Eu podia sentir a água no solo sob meus pés. “Lençol freático”, minha mente me alertou. Eu já tinha uma fonte de água. Me concentrei o máximo que pude, fechando meus olhos com força. Invoquei aquela água dali e ela não hesitou me obedecer, embora eu sentisse minha força se esvaindo conforme eu fazia aquilo. Ao abrir os olhos, pude ver a água subindo sobre o tronco e se espalhando pelos galhos em chamas do pinheiro. Em questão de minutos o fogo se apagou por completo, assim como minhas forças, e eu cai fraca no chão.Ajudem a Kristen!”, ouvi alguém gritar antes sentir braços me envolverem e me arrastarem para longe dali. Reuni minhas forças para abrir os olhos e pude ver o pinheiro queimado, porém apagado. - Encontrem o Velocino, ele o curará... - consegui dizer antes da escuridão tomar meus olhos por completo.

obs:
Não morri, bitches, tenho vale vida e desmaiei de fraqueza. Sintam-se livres em ser o NPC citado no post que me levou para a enfermaria

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♦ Criação de Água. [Nível 07] Com muita concentração e energia, poderá fazer com que água seja criada de qualquer lugar que tenha alguma ligação com os mares e oceanos.

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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Brenda T. Collins em Dom 2 Mar 2014 - 18:23

A guerra chegou


Teria sido bem mais fácil para mim se Alida fosse mais velha. Eu poderia ter ido até os estábulos, montado nela, e ajudado na defesa aérea. Mas a) ela ainda era um filhote e b) eu não sabia montar num grifo. Eu poderia ter ficado naquela árvore atrás do chalé de Apolo, atirando nos semideuses romanos que sobrevoavam o local com seus grifos, mas não conseguia encontrar uma posição boa para atirar e minha visão para o céu era meio ruim de lá. Quando acabasse a guerra, não queria dizer que a única coisa que fiz foi ficar em cima de uma árvore. Além disso, a visão de Peleu morto e do Pinheiro de Thalia em chamas me fez ficar com vontade de enfiar uma flecha na cabeça de cada romano – tenho que admitir que pensar assim me assustou um pouco, pois não sou vingativa. Desse modo, decidi descer da árvore e ajudar a proteger o Acampamento lá na Colina, por mais que fosse perigoso. Desci da árvore com cuidado para não torcer o pé e segui em direção ao pinheiro em chamas.
Foi um pouco difícil chegar até a Colina, devo dizer. O caos e o desespero dominavam o acampamento. Quase fui atingida por flechas dos romanos que sobrevoavam o local umas cinco vezes. Por sorte, eu estava vestindo minha armadura e as flechas que poderiam ter me matado apenas ricochetearam no metal. Quando estava próxima da colina, pude ver um monte de semideuses lutando um contra o outro no topo, vários mortos, vários morrendo. Vi em semideus romano vindo em minha direção. Preparei uma flecha no arco, mirei e atirei. A flecha acertou na perna dele, impedindo-o de avançar. Comecei a subir a Colina e pude ver que vários semideuses romanos estavam presos ao chão por videira, acho. Cheguei no topo arfando por causa da fumaça que vinha do pinheiro. Perto de onde eu estava, havia uma garota jogando água no Pinheiro de Thalia e apagando as chamas que o consumiam. Vi um semideus romano se aproximando dela, havia outros semideuses gregos impedindo que a atacassem enquanto ela molhava o pinheiro, mas aquele parecia ter passado despercebido. Mirei na perna dele e atirei. Infelizmente eu errei o tiro e tive que atirar novamente. Tive de atirar em mais três semideuses antes que as chamas fossem todas apagadas, e com isso a quantidade de flechas que eu tinha ia diminuindo, já que não havia sol para fazer a aljava funcionar e eu ter flechas infinitas. “Ajudem a Kristen!” ouvi alguém gritar e me virei. A filha de Poseidon que apagou as chamas do pinheiro estava caída no chão perto de mim. “Oh meus deuses, o que eu faço?!” pensei. “O que será? Leve-a para a enfermaria!” pensei em resposta. Pendurei meu arco em meu ombro e aproximei-me da garota caída, envolvendo-a em meus braços e saindo o mais rápido possível de lá. Assim que a peguei em meu colo, ela abriu os olhos e disse Encontrem o Velocino, ele o curará...” e apagou.

Carregar uma pessoa nos braços era uma coisa difícil de se fazer, principalmente se ela é mais velha que você e se você está no meio de uma guerra. Mas os semideuses gregos pareciam estar protegendo-nos – ou protegendo a Kristen, devo dizer, já que eles nem deveriam saber quem eu era - dos romanos, o que ajudou muito. Corri o mais rápido que pude em meio aquela confusão em direção à enfermaria. Meus braços doíam, não que ela fosse pesada, mas eu não era muito forte. Finalmente cheguei à enfermaria, com apenas mais um corte no outro braço, mas não parecia nada grave. Havia uma quantidade considerável de gente lá, contando que a guerra tinha acabado de começar. Um filho de Apolo que estava perto de mim quando entrei perguntou o que aconteceu. – Ela desmaiou depois de pagar o Pinheiro de Thalia, que estava em chamas. – expliquei. Ele apontou para uma daquelas camas de hospital que estava desocupada e disse para eu colocá-la ali. Comecei a pensar em ficar por ali e ajudar a cuidar dos feridos que chegavam, eu não tinha muita experiência com isso, mas poderia ser de alguma serventia. Além disso, havia poucos enfermeiros lá, já que a maioria deveria estar lutando. Perguntei-me se isso não soaria covarde. Não, eu sabia que tinham semideuses lá fora que precisariam de ajuda. Decidi ficar – Hum... posso ficar e ajudar com os feridos? Há bastante deles lá fora e pouca gente para cuidar deles. – perguntei para o garoto que já cuidava de Kristen. – Toda ajuda é bem vinda. – respondeu ele.


Obs:
Armas usadas: • Arco Solar [O arco solar é feito de uma mistura de bronze celestial e ferro estígio. As lâminas das pontas do arco são feitas do bronze e são afiadíssimas. A base do arco é feita de ferro estígio. Os filhos de apolo detém da capacidade de criar flechas de luz que são formadas assim que flexionam a corda do arco para atirar. O arco pode ser transformado em qualquer objeto do seu gosto.] ~ Presente de Reclamação • Aljava Espectral. [A aljava espectral é uma aljava com flechas "infinitas", estas só funcionam de dia, já que são relacionadas a radiação adquirida pelo sol.] ~ Presente de Reclamação • Armadura Solar. [Além de proteger o filho do deus do sol, ela é capaz de absorver a luz do ambiente – somente de dia e em lugares ensolarados – podendo, ocasionalmente, atrapalhar a visão do inimigo em combates corpo-a-corpo ou queimá-los, dependendo da distância. (Duas vezes por missão)] ~ Presente de Reclamação. Eu tenho vale vida.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Melissa Fitzck. Howard em Dom 2 Mar 2014 - 18:25

and this is the last time i'll forget you
I wish I could

Tudo começou numa noite fria e melancólica, como todas estavam sendo desde que o boato de uma guerra eminente. Me recolhi após o toque de recolher, como fazia todas as noites. Geralmente pegava no sono com facilidade todos os dias, afinal, no dia seguinte teria que me levantar com o sol - coisa de filha de Apolo. A noite estava silenciosa e o céu estava estrelado. Eu jamais poderia imaginar que aquela seria a última noite de minha vida. Sonhos ruins não eram mais surpresa para mim, tanto que custei para acordar com a gritaria do chalé. "Volte a dormir, Melissa, é só um sonho ruim", pensei enquanto enfiava a cabeça debaixo do travesseiro. Mas aquele sonho estava real demais para ser apenas um sono. Eu até poderia sentir minha irmã chacoalhando meus pés, gritando com urgência para que eu acordasse. - Mas o que está acontecendo aqui?! - gritei me levantando, e me deparei com a cena de meus irmãos vestindo armaduras e peitorais de ferro, como se estivessem se preparando para uma batalha. O som de uma explosão vinda do lado de fora respondeu minha pergunta. - Droga! - exclamei. A guerra estava acontecendo.

Romanos sobre pégasos atacavam pelos ares, o que dificultava o trabalho por terra dos guerreiros gregos, além do enorme fogo que consumia o Pinheiro Thalia e iluminava as batalhas ao seu redor. Deixei o chalé com urgência, levando comigo meu arco e aljava de flechas infinitas. Não havia sobrado nenhum peitoral no chalé sequer, mas não era algo exatamente necessário para meus planos. pelas sombras escondida afim de não ser vista, enquanto era obrigada a encarar aquele cenário de guerra. Gregos e romanos morrendo e ninguém sabia exatamente o motivo para aquela guerra, incluindo eu. O fogo tomava conta do pinheiro Thalia e a luz das chamas dava um ar fantasmagórico para as batalhas individuais, como um apocalipse. Guerreiros caiam mortos de ambos os lados, e a visão de rostos conhecidos entre as vitimas me faziam querer gritar. Mas eu não poderia ser tão fraca naquele momento, o acampamento precisava da minha ajuda. Uma vez longe do cenário principal da guerra, corri o mais longe que pude até uma clareira da floresta. Precisava de um lugar seguro para chamar um amigo, pois não queria coloca-lo em risco. Eu estava mais assustada do que nunca, sozinha em meio a escuridão das árvores. Nada me garantia de que eu estava sozinha ali, então o plano era permanecer ali o mínimo de tempo possível. Quando o som de metais se chocando se tornou distante o suficiente, levei dois dedos a boca e assoprei num assovio alto e agudo. Minutos depois, o som de asas batendo se tornou próximo, e um grande grifo cortou o ar acima de mim. A ajuda estava a caminho.

Pidnine, meu grifo, pousou trotando ao meu lado. Corri para abraça-lo no mesmo instante. Há muito tempo eu não o via, também porque ele não era um animal de estimação, e sim um grifo selvagem. - Hey garotão! Senti sua falta! - disse feliz, por um segundo esquecendo o que se passava atrás de mim. - Olha, eu não tenho nada pra você aqui, mas preciso da sua ajuda - supliquei. O grifo me olhou desconfiado, mas assentiu. - As coisas estão ficando feias ali atrás. Lembra dos nossos treinamentos? precisamos repetir, só que dessa vez é pra valer - expliquei. Pidnine me encarou indignado, e por um segundo pude entender o seu "Mas o que estamos esperando?! Vamos pra peleja!". Montei no grifo rapidamente, prendendo-me pelas pernas para deixar as mãos desocupadas. Preparei meu arco e flechas e logo estávamos tomando conta dos céus, em direção a tropa aérea inimiga.

Os guerreiros romanos se concentravam por cima do pinheiro Thalia em chamas, mandando flecha nos guerreiros gregos que travavam batalhas por terra. - Mudança de Planos, Pidnine. Vá para a Floresta ao lado do Pinheiro. Mandaremos flechas por ali sem sermos vistos - ordenei e o grifo piou assentindo minhas ordens. Sobrevoamos todo o Acampamento, e enquanto isso, eu mandava flechas em direção aos romanos que via pela frente abaixo de mim. Não posso afirmar que acertei cem por cento das minhas flechas, mas tenho certeza que derrubei alguns romanos e salvei vidas gregas, inclusive de Kristen, filha de Poseidon que se encontrava encurralada por um romano em cima de uma árvore. Não demorou para eu ser percebida pelos inimigos romanos, que gritavam ordens de ataque em meio a escuridão. Uma saraivada de flechas foram atiradas contra mim, e fui forçada a ordenar que Pidnine voasse para dentro da floresta, afim não deixar que fosse ferido. Uma vez fora da linha de fogo aérea, comecei a disparar flechas em direção aos arqueiros romanos que também atacavam por ar. Já misturada pelas árvores em meio as árvores, era fácil atacar sem ser vistas. Por mais que doesse em mim de dó, eu acertava os grifos e pégasos dos romanos, fazendo com que caíssem sem ao menos saberem o que os atingia. Com rapidez, o número de guerreiros romanos no ar foi dizimada, e mais rápido ainda, meu esconderijo foi descoberto. - Droga! - exclamer ao ver uma menina romana vir em minha direção com seu grifo, atirando flechas contra mim. Minha maior preocupação nem era comigo mesma, e sim com Pidnine, meu grande grifo que voava desprotegido, o que o tornava uma mira fácil. - Vamos Pidnine, vamos embora daqui! - gritei e grifo não hesitou em obedecer, avançando cada vez mais fundo pela floresta. Enquanto Pidnine voava em alta velocidade comigo em suas costas, fiquei atenta para a retaguarda, para se certificar de que não estávamos sendo perseguidos. Infelizmente, a garota romana em seu grifo não desistira, e continuava a nos perseguir floresta a dentro.

Ousei me virar sobre o grifo. Manobra perigosa que poderia ter me derrubado se não tivesse tomado cuidado. A sensação de voar de costas fez meu estomago embrulhar e me deu tontura por um segundo, mas em compensação, agora poderia observar a romana de frente, desviando de suas flechas e atirando algumas de frente. A perseguição continuava. A romana não desistia de me perseguir e era ágil para desviar de minhas flechas. Num momento de descuido, conseguiu atirar uma flecha que atingiu Pidnine na pata, que piou de dor e vacilou para baixo, me fazendo perder o equilíbrio. Meu coração parou por um instante, mas por sorte não cai. Vi a flecha cravada na pata de leão de Pidnine, e o ódio tomou conta de mim. - Sua maldita! - berrei para a romana, que parecia se divertir com a cena. Voltei a armar o arco, decidida a acerta-la e faze-la pagar por aquilo. - Aguenta firme, Pidnine, aguenta firme! - supliquei, embora não pudesse cobrar tanto dele em pleno voo. - Está bem, esse é o plano. Quando eu disser, você vai parar, repentinamente. Ela vai se aproximar o suficiente, eu vou acerta-la, certo? - grunhi. Pidnine piou em resposta, o que mais pareceu um gemido de dor e cansaço do que uma confirmação. Esperei o momento certo, e quando me senti pronta, gritei. - Agora! - gritei e Pidnine obedeceu. O grifo da romana foi surpreendido pela parada repentina, e veio para cima como um vagão desgovernado. Era o momento perfeito para eu acertar a menina no rosto, mas em meio ao susto, ela levou a mão ao rosto e eu disparei a flecha, que atingiu seu braço, fazendo-a gritar de dor. Não era exato onde eu queria, mas estava bom. "Isso!" pensei. Agora era minha hora de acabar com aquilo. - Me desculpe por isso - disse por mais que me doesse, antes de disparar outra flecha atingindo o grifo da romana. Em seguida, ambos caíram em queda livre entre as árvores. Minha vontade era gritar de orgulho, afinal, Pidnine e eu formávamos uma excelente dupla. Mas era cedo para comemorar. Pidnine estava ferido, e precisávamos de um lugar seguro para aterrissar para que eu pudesse cuidar do seu ferimento. - Aguenta firme Pidnine. Voe em direção a campina novamente - disse com preocupação. Meu arco e flecha ainda estavam em mãos, pronto para atingir qualquer romano que nos pegasse de surpresa. Mas, em meio ao trajeto, quem foi pega de surpresa fui eu.

Quando estávamos próximos a campina, pude ouvir o som de uma flecha cortando o ar, o que instintivamente me fez me encolher. Involuntariamente meu corpo se encolheu e cedeu mais do que o normal devido a uma pontada aguda que pude sentir nas costas. Um grito fraco, agudo e involuntário irrompeu de minha garganta, assustando Pidnine, que tombou para o lado. A última coisa que me lembro de ter visto no ar foi um garoto romano com arco em mãos, onde segundos antes houvera uma flecha que foi mirada contra minhas costas. Em seguida, veio o impacto. O choque de meu corpo contra o chão e o som de ossos esmagados, e eu não tinha certeza se eram meus ou de Pidnine. O grifo piava de dor caído ao meu lado, e eu, impotente, não conseguia me mexer. Tudo, até mesmo o menor movimento doía. Não conseguia falar ou me mover. Até mesmo manter meus olhos abertos era uma batalha angustiante. - Pidnine... - consegui falar e suportar a dor semelhante a mil espadas atravessando meu corpo. - Fuja daqui... Encontre ajuda... - murmurei enquanto sentia meus olhos se enchendo d'água, enquanto sentia também minha vida se esvaindo de meu corpo. - Procure Christina... Ela vai cuidar de você - forcei as palavras a saírem por minha boca, apesar do orgulho e da antipatia pela filha de Dionísio, que era a única pessoa com a qual Pidnine se dava além de mim. Agora não era hora de mágoas contra quem não gostava. Era hora de pensar em Pidnine. Minha visão se tornou turva, mas em meio ao rosto coberto por terra, lama e folhas secas, pude ver Pidnine se levantando com dificuldade. Em seguida pude sentir o grifo afagando meu rosto com seu focinho. Eu teria chorado com aquilo, se não fosse ainda mais dolorido. - Salve-se, Pidnine, por favor - forcei-me a dizer - Eu vou ficar bem - prometi, sem certeza se poderia cumprir. Pidnine piou triste e afagou meu rosto com o bico novamente. - Também amo voc... - minha voz falhou. Falar se tornava cada vez mais doloroso, difícil e angustiante. Meus olhos se tornavam cada vez mais pesados, mas pude ver o grifo se afastar mancando, relutante. "Bom garoto", pensei antes de fechar os olhos satisfeita e suspirar pela última vez, antes de sentir minha vida se romper como um fio, e acolher a morte como uma velha amiga.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Hera em Dom 2 Mar 2014 - 18:41

Os romanos se assemelhavam a incansáveis máquinas de guerra. Possuíam estratégia e formação impecável de batalha. Após atingidos, voltavam a se reunir com facilidade para que juntos conseguissem abater uma quantidade maior de gregos e armadilhas, inclusive as videiras implantadas por Vinny, filho de Dionísio.

Sem a barreira mágica do Velocino de Ouro para proteger o Acampamento, monstros que rondavam a floresta ao externa ao redor do Acampamento encontraram na baixa guarda do acampamento a oportunidade perfeita para invadi-lo. Logo o Acampamento desprotegido foi invadido por cerca de quinze ciclopes, ogros e gigantes, além de outros monstros menores como dracaenaes e empousais, e ambos os lados - gregos e romanos - tinham a que se preocupar além uns dos outros.

estatísticas:

Missão
- Agora gregos e romanos tem algo mais a que se preocupar: Monstros. Todos que postarem apartir de agora devem lidar com alguns deles em seus posts, ou correm o risco de morrerem, mortos pelos mesmos (independente de possuir vale-vida ou não).

O acampamento está sendo invadido por
- 3 ciclopes
- 3 ogros
- 3 gigantes
- 3 dracaenaes
- 3 empousais

Destaque em seu post a quantidade de monstros que você matou e fique atento ao post alheio, subtraindo a quantidade de monstros mortos por aquele que postou antes de você, para que matem a quantidade certa de monstros.

Mortos

- Lindsey Johnson (Indefinida)
- Melissa D. Hastings (filha de Apolo)
- Muitos NPCs -q


PS: A quantidade de HP/XP de todos será atualizada em breve.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Allison Harley Fields em Dom 2 Mar 2014 - 21:31


Time of war.


Guerra. Algo que nunca me iria passar na mente desde que eu tinha nascido. Quer dizer, não era uma coisa habitual dos tempos de hoje que isso acontecesse. E, para ser honesta, parecia surreal isto estar a acontecer agora. Alexis, uma garota morena da Iº Coorte tinha oficialmente declarado guerra aos gregos depois de uma situação que se havia passado na semana Diplomática, ou lá como se chamava. Algo correu mal, os gregos invocaram um titã e muitas vidas foram perdidas nesse dia. Isto era, basicamente, o que me tinham contado muito brevemente antes de cavalgarmos em marcha para o Acampamento Meio-Sangue. Mas o que eu me recusava a dizer em voz alta, era que algo não se encaixava neste puzzle gigante.

Nesse dia, o Sol tinha raiado bem alto no céu, cumprimentando todos os seres vivos com uma camada quente de bons dias enquanto que, nós, romanos, nos preparávamos sem cessar para irmos à inevitável guerra. Olhei para todos os campistas ao meu lado ou que iam passando, pois poderia ser a última vez que os iria ver. E isso custava-me muito a engolir, quando tinha saído ao meu pai na parte da boa disposição. Esta situação dava-me a volta ao estômago. Arqueiros, já de armaduras e armas postas, eram dirigidos para os estábulos de forma a montarem os seus mascotes. Cumprimentei Golden, o meu dourado grifo que me foi oferecido, e o abracei como se fosse a última vez. Não ousaria a perdê-lo, nem que isso me custasse a vida. Golden bicou as minhas costas ao receber o meu abraço percebendo que o que vinha aí não era agradável. — Vamos para a guerra. Não vai ser nada igual ao que nós enfrentámos. Mas eu confio em ti, sim? — tentei não transparecer a gravidade da guerra pelos meus olhos e contendo a minha voz tentando soar o mais normal possível. O que eu queria agora era um jovem grifo alarmado por a vida ser injusta. Ele acenou o melhor que pode transbordando confiança por todo o seu corpo coberto de penas e pêlo. Eu entendia aquele seu olhar, até ao final, juntos.

Chegámos e a noite nos cumprimentou com um manto breu estendido no céu. Os gritos de guerra ecoaram pela floresta quando gregos e romanos se lançaram uns aos outros como predadores mortos de fome. Vidas se iam desvanecendo quando as armas se enterravam nos corpos dos semi-deuses. Afastei o meu olhar para esse terror. Eu tinha que me concentrar no céu. Golden mantinha o seu vôo o mais equilibrado possível para que a minha mira fosse perfeita. Agradeci-lhe mentalmente pela sua preocupação e pelo seu excelente trabalho a desviar-se das setas que voavam em nossa direção. Ajeitei a minha armadura solar e Golden mergulhou no seu vôo para que eu pudesse utilizar o meu arco solar e as minhas infinitas flechas junto dos gregos. Fogo encadeava os meus inimigos ao lançar flechas repletas de chamas para impedir que as tropas avançassem. O que me tornava um alvo importante de ser abatido. O fogo rapidamente se alastrou pelo campo com a ajuda dos meus outros meios irmãos. Berros de dores vindos de alguns gregos se fizeram soar por todo o campo de batalha por causa das queimaduras. Eu tinha acabado de ferir pessoas e isso me estava a pesar na consciências. Credo... se a minha mãe tivesse ideia do que eu tinha acabado de fazer...

Porém, uma garota grega achou boa ideia tentar derrotar os romanos, que estavam nos céus, sozinha. E com isso matando alguns meus amigos. Nunca antes algo me tinha enfurecido assim. Tomei as rédeas e virei Golden para ela. Um sorriso sádico esboçou-se nos meus lábios, do efeito da adrenalina em mim, e estendi o braço para que Golden entendesse que segui-la seria a sua nova prioridade. — Golden, vamos a ela! — comandei. Nem que morresse pelos meus meios irmãos. Ou que ela fosse mais minha irmã que eles... Tempos de guerra exigem medidas desesperadas. E por muito que me doesse o coração, eu não a iria matar. Apenas... Fechei os olhos consumando a ferida que se abria dentro de mim. O meu grifo dourado cavalgava pelos ares enquanto que os meus cabelos esvoaçam pelo ar e eu posicionava o meu arco em direção do braço da garota. Flechas de fogo voavam cada vez que soltava a corda mas a garota deu uma volta completa para ficar virada para mim. Excelente oportunidade para mim. Mas não notava que cada vez que mais a seguia, mais nos íamos afastando de onde a guerra se desenvolvia. Mirei para trás em míseros segundos, tentando perceber onde estávamos a ir. Um pouco longe do pinheiro em chamas, mas nada de grave. O meu foco se voltou a concentrar nela e só nela. Mas o meu abuso de poderes veio trazer um lado negativo... eu estava a utilizar toda a minha energia numa perseguição e era tarde demais para virar as costas. A menos que quisessem sacrificar a minha vida. O que seria: nunca.

Ia desviando das flechas com alguma facilidade com a a ajuda do meu querido grifo. Dava para notar que os nossos treinos romanos eram mais extremos que os dos gregos, principalmente agora. Numa tentativa de vingança, vi que a única maneira de a abrandar era acertar no seu grifo. O meu coração pediu que não o fizesse, mas o meu instinto de sobrevivência falou mais alto. Estiquei a corda do meu arco e soltei uma flechada normal para a pata da pobre criatura. Golden soltou um chilrar de batalha ao saborear a pequena vitória. A cara preocupada dela fez com que um sorriso sarcástico sai-se dos meus lábios e a enerva-se ainda mais. Aproveitei o momento para descansarmos um pouco depois de um intenso voou, pois o voo do outro grifo tinha abrandado consideravelmente. — Já falta pouco, Golden. Nós vamos conseguir vingá-los! — ele consentiu com um pio alto e mergulhou novamente ao bater as suas asas mais depressa para nos aproximarmos mais. Só que não previ o seu bom plano, ela parou abruptamente. Aproveitou-se da minha inocência para que a distância diminuísse e lançasse uma seta para a minha cara. Apercebi antes que fosse tarde demais, coloquei os meus braços em frente da cara em forma de escudo e Golden tentou parar o seu vôo pois também foi atingido por uma seta.

Praguejei contra ela, soltando um berro de sofrimento pelo meio. Por mim e por Golden. Tentei aguentar em cima dele, mas a força da gravidade puxou-me para o chão. Cai em queda livre quebrando alguns galhos de árvores e cortando-me por todo o corpo. Se sobrevivesse era um sinal dos Deuses que teriam algo mais para mim. Mas o meu herói salvou-me a tempo. Destemido, Golden aparou a minha queda aguentando o peso do meu corpo sobre as suas costas, mesmo ferido. Ouviu-se o som abafado do meu corpo ao entrar em contacto violentamente com o de Golden. Tentei olhar mas o meu corpo não deixava. Fiz todos os esforços porém tudo era em vão. Rezei para mim que todos estivessem bem. O jovem grifo tentou pousar perto de uma área segura mesmo com a sua asa magoada. Desci do seu corpo e examinei-o. O meu coração apertou. Se este dia nunca tivesse chegado, nada disto tinha acontecido. Ele aninhou-se perto de mim procurando que o calor me cercasse o corpo que congelava sem razão. O pobre grifo gemeu e os seus olhos mostravam tristeza. A flecha tinha machucado seriamente a sua asa. Abanei a cabeça em frustração. Nada disto teria acontecido se a guerra não existisse. Soltei um sorriso para assegurá-lo que tudo ia ficar bem. Ou até que ganhasse alguns forças. — Vai tudo ficar bem... Eu prometo. — a voz quebrou a meio da frase por causa de uma súbita tosse. Levei o meu braço menos magoado e passei a mão pela boca. Sangue. Fechei os olhos e esperei. Só o tempo diria o meu destino. Porque agora, estávamos preso no meio da floresta sem saber por onde ir e, ainda por mais, com um grifo impossibilitado de voar.

Spoiler:

Poderes:

☼ Flechas de Luz - Você pode criar flechas de luz muito poderosas. Flechas de luz maciças e muito afinadas, que podem ao tocar o inimigo atravessar sua carne dependendo do nível.
☼ Chama Solar - Agora pode fazer com que alguma arma seja incendiada pela chama solar causando um dano maior, podendo usar principalmente em suas flechas.
☼ Brilho Solar - Se aproveitando de que seu pai é o deus do sol, meus filhos podem cegar seus oponentes por apenas uma rodada. Seu uso é limitado a uma vez por missão.

Armamento:

☼ Arco Solar O arco solar é feito de uma mistura de bronze celestial e ferro estígio. As lâminas das pontas do arco são feitas do bronze e são afiadíssimas. A base do arco é feita de ferro estígio. Os filhos de apolo detém da capacidade de criar flechas de luz que são formadas assim que flexionam a corda do arco para atirar. O arco pode ser transformado em qualquer objeto do seu gosto. ~ Presente de Reclamação
☼ Aljava Espectral. A aljava espectral é uma aljava com flechas "infinitas", estas só funcionam de dia, já que são relacionadas a radiação adquirida pelo sol. ~ Presente de Reclamação
☼ Armadura Solar. Além de proteger o filho do deus do sol, ela é capaz de absorver a luz do ambiente – somente de dia e em lugares ensolarados – podendo, ocasionalmente, atrapalhar a visão do inimigo em combates corpo-a-corpo ou queimá-los, dependendo da distância. (Duas vezes por missão) ~ Presente de Reclamação

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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Kate S. Retzmann em Seg 3 Mar 2014 - 11:40

Um barulho assustador me acordou. Nem era muito tarde, tinhamos acabado de nos deitar, e eu demorei para adormecer sabendo que ainda não havia sido reclamada, apesar de ter sérias dúvidas sobre, já que alguns campistas estavam dizendo nomes dos Deuses para ver se eu parecia com algum. Deitei pensando na mãe que teria, pelo menos o meu pai eu sabia que era mortal, ele cuidara de mim a vida toda. Tive um breve sonho calmo e tranquilo, até que gritos e barulhos me acordaram. Dei um salto da minha cama improvisada no chão e desviei das pessoas que passavam correndo no chalé. Levantei e fui até a porta, vendo fogo ao longe, e somente um pensamento resumiu meu desespero. Os romanos chegaram. Vesti minhas roupas rápido e tentando pedir informações aos que por ali passavam; o chalé de Hermes era movimentado e bagunçado, mas naquele dia em especial estava o caos.

Um campista passou gritando e entregando armas e escudos para os novatos, me apressei para recolher o que precisava e corri para fora. Campistas corriam por todos os lados, monstros passeavam livremente pelo acampamento e romanos incendiavam o pinheiro. Sabia o quanto aquele pinheiro importava para todos, até mesmo para mim; não suportava vê-lo naquele estado. Procurei mais alguém para apagar aquele fogo, mas parecia que alguns poucos campistas já se encarregavam disto. Vi uma das poucas ninfas que conhecia, Cora, correr com baldes e mais baldes na direção do pinheiro. Um campista romano tentara atacar as ninfas e campistas que apagavam o fogo e corri para tentar ajudar. Estiquei a espada para que o romano não acertasse uma delas. Sua raiva voltou para mim, seus olhos não transbordavam raiva, queriam dizer que apesar do medo precisava me matar. Girei a espada, dei um chute em sua barriga e sai dali, não queria matar ninguém, seria deprimente, mas no fundo eu sentia que não faria diferença para mim, que se eles vieram querendo guerra haveria guerra. Um outro campista apareceu atrás de mim, acertando a espada em minhas costas. Dei um grito e virei para trás, com a espada erguida. Desviei de um de seus ataques, saltando para trás, então podendo pegá-lo desprevinido. A lâmina de minha espada o acertou na barriga, de leve, mas voltei a espada na mesma direção e rasgando sua manga da blusa no braço esquerdo. Não tive muito tempo para perceber o que acontecia, mas logo minha espada fora o alvo do ataque e ela voou para o lado, me deixando só com o escudo.

O romano deu um chute em mim e cai de costas, sentindo uma dor imença ao relembrar do meu corte.
Antes que levantasse o escudo um grego atacou o adversário desprevinido, me deixando com tempo para levantar. Gritei de dor e raiva sentindo minhas costas queimarem e vendo o sangue na grama em que pisava. Uma dracaenae facilitara minha dor repentina, me aproveitando fraca. Desviei de seus golpes com o escuro na direção em que atacava, indo cada vez mais para trás. Ao ver que já não me restava muita alternativa a não ser lutar me enchi com a força que restava e pulei no monstros. Ela se debatia e tentava me alcançar, mas batia o escudo com força em seu crânio, sem a menor piedade. A fumaça fazia os olhos arderem e meus pulmões pediam ar fresco. [u]Dei outros golpes na dracaenae que gritava de ódio e saltei de suas costas. Dei alguns passos para trás e assim que ela olhou em minha direção gritei "PELOS GREGOS" jogando o escudo em seu rosto. Mal encostei os pés de volta ao chão quando vi uma cauda vir em minha direção e eu ganhar altitude. Que maneira idota de morrer, pensei. Estava indo na direção de algumas ávores, e minha última vista foi de campistas dos dois acampamentos feridos, outros mortos e os mais valentes lutando. Pelo menos o fogo do pinheiro diminuia. E então minha cabeça bateu em uma das árvores e dormi, sem nem ter matado a dracaenae, o que foi uma bela burrice.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Davos H. Grümmer em Qua 5 Mar 2014 - 16:22




Saio dali.


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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Allison Harley Fields em Sex 7 Mar 2014 - 22:08

Já que a guerra foi cancelada, saio dali também.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Meryl Swart Hammerbolt em Ter 8 Abr 2014 - 8:35


❝ walking in search of peace❞

Depois de um café da manhã rápido, dirigi-me para fora do pavilhão a passos ritmados; não iria ficar mais uma manhã sozinha no chalé, fumando ou jogando o dia fora. Ventava um pouco naquele dia. Havia tido uma chuva no dia anterior, e isso ainda era notável pela relva úmida. Caminhava lentamente e fazia espirrar pequenas gotículas de água para todos os lados toda vez que pisava na grama ainda molhada. Provavelmente eu não era a única que procurava por um tempo sozinha, com os propósitos claros de estar em busca de um pouco de paz. Diversos campistas há essa hora ainda se recuperavam do sono, enquanto outros já estavam treinando feito loucos, e eu? Apenas caminhava procurando um lugar para sentar e fumar escondida. A verdade é que estava tudo muito calmo ultimamente. Nenhum monstro, nenhum desafio. As coisas estavam... monótonas, também; pelo menos, no ponto de vista da maioria dos meio-sangues ali. Pra mim tanto faz, ser filha de um dos três grandes tem seus privilégios, bem como suas responsabilidades. E agora, estava no patamar da irresponsabilidade, sem dúvida.

Amaciei os cabelos com as mãos quando chegara ao pinheiro, por mais que eu quisesse não era possível me sentar, a não ser que o intuito fosse deixar a roupa molhada. Respirei fundo, sentindo aquela brisa e calmaria no ar. Não havia sol, tampouco chovia. Retirei o maço de cigarros do bolso da calça, tomando um entre os lábios logo o acendi. Por um segundo pensei em como seria legal compartilhar com alguém esse momento de devaneios, graças aos deuses esse lampejo passou rápido.


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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Cassie S. Prescott em Seg 28 Abr 2014 - 20:15







Depois de acordar com uma ressaca não tão ruim das que eu tive até hoje, eu sabia que não ia querer treinar - apesar de que eu me lembre ter treinado uma unica vez, e ter me dado bem no treino - e também não queria ficar dentro do chalé; resolvi ir até a colina então.. onde ficava o pinheiro de Thalia. 
Saí do Chalé e depois de andar um pouco, chego a colina; Deito-me na grama com as braços atrás de meus cabelos louros curtinhos e olho para o céu, eu nem sabia que horas eram.. os meus irmãos dormem o dia todo quando estão de ressaca, não dá pra saber se é dia. A unica coisa que eu sabia naquele momento era que o céu estava lindo.. era uma mistura incrível de um certo azul com um pouco de laranja.Fechei os olhos e pensei *Bom dia acampamento meio sangue * os abri e decidi ficar ali, até ver o sol aparecer por completo.

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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Mabelle Legrand LeRoux em Dom 15 Jun 2014 - 18:49

Chego ali, dou uma rodadinha e admiro o céu.
Sinto o vento bater na minha cara e dou um sorrisinho idiota. 
Depois, feliz da vida, saio correndo e saltitando dali.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Lewis Grey Cherman em Ter 17 Jun 2014 - 19:37

Corria desesperado, algo me seguia e eu tinha que fugir para o tal acampamento. Eu já ouvira falar nele algumas vezes, mas nunca tinha tido a necessidade de ir morar lá. Eu sabia que era um acampamento para meio-sangues, frutos de deuses e humanos/ou outras criaturas, como ninfas, sátiros, e coisas do tipo. Eu não soube porque, mas meu cheiro aumentara para os monstros. 

Long Island. Era lá que ficava a colina meio-sangue, pelo ao menos haviam me dito isso. Quem? Alguns meio-sangues, em uma missão do acampamento ou algo do tipo, me encontraram. Até pediram para que eu voltasse com eles, mas eu não precisei, já que meu cheiro por algum motivo não chamava os monstros como eles.

E então eu o avistei: Um pinheiro realmente grande no topo de uma montanha. Passos pisaram mais fortes no chão atrás de mim, e então eu me apressei e comecei a subir a montanha. Ao chegar no topo levei um susto com o dragão que estava enrolado ao redor da árvore. Ele olhou desconfiado pra mim e eu estava prestes a voltar ou contorná-lo quando uma mão tocou meu ombro. Pensei que era o monstro, mas era um campistas.

— "Bem-vindo ao acampamento Meio-Sangue".
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Jesse Fronckowiak Lewis em Seg 23 Jun 2014 - 21:56

Não fazia muito tempo que eu havia chegado ao acampamento, poderia afirmar que ainda estava um pouco perdido, e a oportunidade de conhecer algumas pessoas ainda era pequena. Seria difícil eu não esconder o fato de que estava um pouco magoado, porque eu tinha uma grande ansiedade de no mínimo me divertir com algumas pessoas pelo acampamento, e com isso a única opção seria conhecer os lugares sozinho, mesmo sabendo que no mínimo teria algum segredo que só conheceria no caso de eu me enturmasse, pelo menos eu esperava. Com sorte ainda teria algumas coisas no chalé, onde as pessoas que eu mais falava eram o pessoal de lá, mesmo que as vezes fosse alguma bronca ou algo do tipo, e também era muito legal, eu ria disso sempre que podia, e eu nem era esquisito, rir por tomar bronca. Pensei em ir ao Pinheiro de Thalia, poderia ficar olhando aquela árvore até o anoitecer sem problemas. Estava de tarde, quando saí do meu chalé notei que não faltava muito para o anoitecer, mas ainda havia alguns sinais do sol que ainda conseguia ver, então já era definido que eu deveria ir pra lá. Mesmo que eu tivesse um enorme gosto de andar, no até então curto tempo que estou no acampamento eu desenvolvi uma considerável quantidade de preguiça. — De onde foi que eu tirei isso? — Falei sozinho comigo mesmo, notando que eu já estava próximo do Pinheiro, e ao notar não tinha ninguém me fez impedir de ir pra lá, mesmo sabendo que o pinheiro era praticamente o protetor do Acampamento. — Ah, esquece, vamos lá. — Me aproximei um pouco mais, e depois me sentei no chão fitando o Pinheiro de Thalia, sorri algumas vezes, e também pensando em algumas coisas inúteis, e quando percebi que já estava de noite, volto para o meu chalé.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Kristen Wolsten. Bellamy em Dom 29 Jun 2014 - 20:41

Era um dia frio, e eu não tinha lá muito o que fazer, já que havia treinado o dia inteiro. Deixei o chalé e decidi dar uma volta pelo Acampamento. Fui até o Pinheiro Thalia, me sentei e observe o céu escurecer. Respirei fundo, sentindo a brisa do entardecer. Refleti minha vida e tudo o que vinha acontecendo no acampamento meio-sangue - nada -, me perguntando se valeria a pena continuar ali. Quando o tempo se tornou demasiadamente frio, desci dali afim de tomar um banho quente e jantar.
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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por David Crash em Sex 11 Jul 2014 - 11:27

Katie, Peleus, Pinheiros à parte...
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A manhã havia sido longa. Naquele dia eu havia acor-dado cedo, cedo até demais. Agora que eu estava com toda a minha energia no auge, ajudava os campistas novatos a conhece-rem acampamento e suas áreas. Podia não parecer, mas isso cansava a beça.

Ao chegar a tarde, decidi me afastar um pouco da agitação do acampamento. Do lugar onde eu estava, consegui avistar o velocino de ouro brilhando no galho mais baixo do pinheiro de Thalia. Decidi me dirigir até lá. Peleus, o dragão, estava enrolado ao pinheiro, curtindo o sol fraco do entardecer. Seus gigantes olhos azuis estavam abertos, atentos para qualquer movimento. — Como vai garoto?. Cumprimentei. — Você não cansa de ficar aqui o dia todo?. Ele nem deu ouvidos. Continuou deitado e enrolado ao pinheiro. Sua expressão (se é que dragões possuem isso) dizia algo como "Você está de brincadeira não é?! Ter o trabalho de ficar dia e noite deitado sem precisar fazer nada cansa?". Repensei. O dragão estava certo. Queria eu poder ficar de pernas pra cima o dia inteiro. 


Me aproximei de Peleus e deitei ao seu lado acariciando as claras e duras escamas em sua cabeça. Fitei o céu alaranjado da tarde enquanto pensava em mil e uma coisas diferentes na minha cabeça.


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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por Katie R. Garfield em Sex 11 Jul 2014 - 20:38


Hey boy, who are you?

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Acordei um pouco cedo de mais; o chalé de Hécate ainda estava silencioso.. eu conseguia ver minhas irmãs dormindo ainda quando resolvi sair da cama e andar pelo acampamento. Vesti jeans preto, um all-star da mesma cor, amarrei meus cabelos ruivos com um elástico fino e, como eu ainda não possuía a camiseta laranja do acampamento, vesti uma blusa azul que atrás, continha uma estampa de duas assas fechadas; provavelmente as assas de um anjo. Fiquei a manhã toda andando pelo acampamento, pois eu não tinha nada para fazer.

Ao fim da tarde, como sempre, eu fui ver o céu e o por do sol, na colina em que se encontrava o pinheiro de Thalia; subi calmamente a colina e a cada passo que eu dava eu conseguia ver mas o enorme dragão Peleus enroscado em um galho baixo do pinheiro e o brilho do velocino de ouro, sabe, a imagem da colina de sempre.. mas havia mais algo ali.. parei um instante; olhei bem e vi que ali, deitado ao lado do pinheiro se encontrava um campista. Por um momento, pensei em voltar ao acampamento e ir para o chalé 20, mas mudei de ideia rapidamente, e assim, terminei de subir a colina. Fui andando calmamente até que comecei falando,ao ver o garoto loiro acariciar Peleus: - Tens um novo amigo Peleus? Sei que você não gosta de muita gente, então este deve ser um bom Semi-Deus.. - Assim que terminei de falar, fui em direção do lado vago do menino loiro para me sentar na grama.

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Re: Pinheiro de Thalia

Mensagem por David Crash em Sex 11 Jul 2014 - 21:13

Katie, Peleus, Pinheiros à parte...
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Eu estava quase dormindo olhando para o céu quando uma voz feminina me atrapalhou. Ela disse algo para Peleus, como "arranjou um novo amigo" ou algo do tipo. Quem era ela? Eu não a havia visto no acampamento ainda. Ela sentou ao meu lado e também ficou fitando o céu. Após alguns minutos constrangedores de puro silêncio, eu decidi falar.  Os dias no acampamento passam rápido né? A menina me ignorou completamente. Permanecemos ali mais alguns minutos em silêncio, até que não aguentei mais de ansiedade. Aliás, qual é seu nome mesmo?


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Re: Pinheiro de Thalia

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