MISSÃO ESPECIAL DE POSEIDON - AS ASAS DE ÍCARO

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MISSÃO ESPECIAL DE POSEIDON - AS ASAS DE ÍCARO

Mensagem por Poseidon em Sab 9 Jul 2016 - 23:30



Missão Especial de Poseidon
As Asas de Ícaro
LEIA ATENTAMENTE TODOS OS REQUISITOS PARA PARTICIPAR DESSA MISSÃO.

Requisitos On:
1 - A missão será mestrada para duplas, procure achar pessoas do seu level ou próximo, para que não haja possíveis fatalidades à pessoas menos capacitadas em campo de batalha.

2 - Ao adentrar essa missão você concorda com todos os termos sobre responsabilidade de conta, de modo que quaisquer fatalidades ocorridas nessa missão, possam refletir em suas contas posteriormente.

Requisitos Off:

1 - A Missão será feita em 2 (Dois) Atos, o 1º  estando aberto até Domingo (17/07) as 23:00 Hrs, e 2º aberto Terça-feira (19/07) e se encerrando Domingo (24/07) com o Fim da Missão

Modo de Postagem:

1 - Cada participante da Dupla deverá fazer apenas um post, não economizem palavras pois os detalhes poderão ser a salvação de vocês. Exemplo: Dupla Heathers: Heather 1 Posta e Heather 2 Posta em seguida, logo... no segundo ato isso se repete.

    1.1 -  O Post de vocês devem interagir ( não no início, mas a partir do momento que vocês irão sair em missão).
   1.2 -  Não esqueça de mencionar o nome todo do seu parceiro de dupla em algum momento do seu post.

2 - Os Post de Missão deverão ser postados neste mesmo tópico, usem o site da missão apenas para ver os "Atos".


Considerações ao Player:

- Apenas campistas reclamados poderão participar.
- Seja Criativo, mas nao pense individualmente,pense na dupla!
- As recompensas serão variadas e diferentes, dependendo da qualidade da postagem de cada um.
- Ao final da missão postarei um ranking em ordem com a avaliação de cada um, assim como a lista de futuras fatalidades.

-O prêmio "Asas de Ícaro" será destinado apenas para 4 pessoas , podendo ser de mesmas duplas ou não.

- E LEMBREM, ninguem é perfeito! As vezes os erros podem salvar vocês.
- O uso de templates é livre, contanto que não usem templates que dificultam a leitura, a largura mínima é de 600px e a fonte de 12px.

Recompensas:

Asas de Ícaro: (Asas usadas por Ícaro ao voar perto do Sol. O dono pode voar com as asas do seu lugar original até 3 km de distância, também podendo ser usada para monstros e os ferindo 35%. Feita de Bronze Celestial e podendo ter um poder/habilidade adicional feito pelo deus Hefesto se o mesmo quiser.

Presente Misterioso Divino: Revelado Somente no final da Missão

Fracos Misterioso: (Podendo Ser Usado no 2º Ato, aguardem...)   Um frasco com um líquido dourado luminescente.

De 0 até 300 dracmas.
De 0 até 350 de experiência


Primeiro Ato:




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Re: MISSÃO ESPECIAL DE POSEIDON - AS ASAS DE ÍCARO

Mensagem por Liesel Gretel Strauss em Qua 13 Jul 2016 - 22:50

Havia recém-acabado o treino de escaladas, enquanto trocava as vestes do uniforme do acampamento com o tecido chamuscado para alguma que estivesse mais “inteira”. Foi então que um de meus meio-irmãos adentrou, pegando seu casaco junto de uma lança e lançando um olhar para mim. — Você não vai? Questionou ele. — Onde? Eu perguntei e sua resposta me deixou intrigada. — Quíron quer todos no lago de canoagem, pediu para que fôssemos para lá imediatamente. E não, não sei o motivo. Ele respondeu com uma precisão impressionante, como se previsse o que estava prestes a perguntar. Com um rusgo formado em minha testa, peguei a adaga e sai correndo no destino indicado pelo semideus.

[...]


Estávamos todos reunidos nas proximidades do lago do acampamento, esperando alguma coisa acontecer enquanto murmurinhos ecoavam de campista em campista sobre a possibilidade do motivo de termos nos reunido ali a pedido de Quíron. As hipóteses eram variadas, iam desde algum monstro que havia conseguido atravessar a fronteira, até o possível pedido de demissão de Dionísio e um novo diretor do acampamento, sendo que essa última eu não colocava muita fé. Zeus ainda guardava muito rancor da ninfa que havia sido cortejada pelo deus dos vinhos.

Foi então que uma forte brisa de maresia começou a invadir nossas narinas e todos trocaram olhares curiosos. Não era comum o cheiro de praia se tornar tão forte, especialmente em água doce. As canoas e os caiaques se debatiam com as ondulações, chocando-se uns contra os outros até que uma onda se ergueu subitamente em meio ao lago, fazendo com que todos dessem um passo para trás, alarmados e já pegando as armas que tinham consigo. A expressão mais comum no rosto dos campistas era a surpresa, com exceção dos filhos de Ares que pareciam estar extasiados com a possibilidade de batalha. Contudo, a reação comum foi a de todos pegarmos nossas armas, preparando-nos para um possível ataque.

Entretanto, a confusão tomou conta do olhar de todos, assim que a massa líquida começou a se transformar em um formato humanoide, não que isso fizesse com que nossa guarda fosse abaixada. Alguns gritos de “protejam-se” foram emitidos e a multidão já começava a ficar em formação conforme a criatura se aproximava da margem, diminuindo sua altura para algo aceitável entre os humanos.

Com uma luz dourada ofuscando os olhos de todos, protegíamos nossa visão com a mão na frente ou virando o rosto, até que a voz de Poseidon se fez presente. Sim, uma visita de um deus no acampamento era algo raro de se acontecer, ainda mais quando se tratava de um dos Três Grandes. Pasmados, os murmurinhos recomeçaram, enquanto nos ajoelhávamos em uma das pernas pela presença de uma divindade em respeito a essa. Porém, os cochichos foram silenciados assim que o tridente do deus cravou na superfície de areia, emitindo um forte ruído pelo acampamento de forma a manter sua figura como principal autoridade no local.

Nem mesmo um único ruído fora emitido por um semideus, criatura ou Dionísio (que parecia estar mais interessado em tentar burlar as regras de sua estadia, concentrado em abrir mais uma garrafa de Merlot). Todos (ou quase todos), ouviam atentamente cada palavra que era dita pelo Rei dos Mares, contentando-nos em apenas trocar alguns olhares intrigados ou de excitação, como era o caso do chalé dos filhos da Guerra. Porém, nada durava muito tempo e logo nossas atenções se voltavam para a divindade presente. Formando um rusgo na minha testa, vários murmurinhos de “Hã?” ou "O que?" foram emitidos de forma tão baixa que eram abafados pelo som da respiração, enquanto abríamos a mão e víamos uma moeda azul e um pedaço pequeno de papel envelhecido, um mapa para ser mais exata. Os olhos cinzentos voltaram-se na direção do deus, enquanto escutava atentamente a explicação que se seguia. Então era isso? Deveríamos ir para o Mar de Monstros em busca das asas de Ícaro?!

Seguindo com o olhar para onde Poseidon sinalizava, uma voz rouca ecoou por todo acampamento, enquanto tentava memorizar cada palavra dita por ela. "A perda vem da vertente, te leva ou traz um parente", um começo confuso, admitia para mim mesma. "A bifurcação entre a vida e a morte dependerá não tão somente da sorte, quiçá desfrutará influência divina entre a polvorosa e inevitável chacina". Isso, sem dúvidas, se referia ao que o deus havia dito anteriormente, sobre, quando chegarmos ao momento crítico, falarmos as palavras escolhidas em grego antigo e ele nos levaria para a entrada do Labirinto. "Vedado com ambíguo sacrifício, elemento resguardará ou rejeitará malefício. O astro maior queimará com frenesia, enquanto penas esbordam com maresia". Okay, isso provavelmente tinha a ver com as asas de Ícaro, o que significava que deveríamos voar alto, muito alto, para escaparmos. "A recompensa aos afortunados chegará, vindo da brisa da maresia o filho voará". Essa parte também estava razoavelmente clara. Mas tudo indicava que a missão seria suicida. Então, assim que o deus terminou de falar, corri até meu chalé começando a preparar tudo o que seria necessário.

Jogando a mochila sobre a cama, aberta, coloquei algumas mudas de roupa, barras de cereal, minhas dracmas e etc, antes de ajeitar o pingente em meu pescoço com o amuleto de prata e a pulseira envolvendo a parte mais fina de meu braço. Logo, ajeitei o arco nas costas e coloquei as flechas na aljava, enfiando ambas dentro da mochila. Então, jogando a bolsa no ombro, coloquei o escudo em meu braço, a adaga em minhas costas e corri em direção à fronteira do acampamento, percebendo um campista parado lá. Suas trajes eram pretas, por mais que fossem ainda do acampamento, o que me fez concluir que ele era um habitante do chalé de Hades já que essa era uma moda bem comum entre os moradores daquele chalé.

— Também vai? Perguntei, enquanto me aproximava dele e o cumprimentava com um breve movimento da cabeça. — Sou Liesel, e você? Indaguei após receber a confirmação que o garoto estava de partida para a missão também e, pelo visto, tinha o mesmo problema que eu. Algo chamado: Como é que vamos até Miami. — Sou Bernard, prazer. Então… Alguma ideia? Perguntou ele com o olhar perdido, enquanto fitava em volta. Sim, tinha colocado todas as dracmas em meu bolso e claro que tinha uma ideia. Após chamarmos o táxi da danação, um par de luzes começou a percorrer as árvores da floresta, desviando-se em alta velocidade dos troncos até que se uniu em um único veículo diante de nós e a porta abriu como se estivesse prestes a cuspir alguém ali de dentro. Em um convite mudo (não era de conversar muito), adentrei no táxi e coloquei o cinto, abrindo o pedaço de papel do bolso de meu casaco, enquanto esperava o rapaz entrar.

Assim que a porta foi fechada, as três irmãs se viraram na nossa direção, uma completando a frase da outra. — Para… onde… vamos?! Perguntaram em um tom de voz esganiçado. Elevando os olhos na direção das mesmas, dei um pulo no banco com o susto de perceber que as três não tinham olhos. Quer dizer, eu já tinha ouvido as histórias a respeito delas, mas era bem diferente ver ao vivo aquelas cavidades ocas. — Ahm… No porto de Miami, por favor. Falei, guardando o mapa no bolso da mochila e, a partir dali, a viagem foi literalmente um borrão. Um borrão em altíssima velocidade que fazia com que meu estômago se revirasse dentro de mim, mas, ao menos, não teríamos problemas com monstros no percurso.

[…]


O táxi parou em um solavanco, lançando nós dois em direção aos bancos dianteiros em um movimento brusco e, após paga a taxa exorbitante das dracmas, saímos do local enquanto fitávamos em volta. Levando a mão até meu estômago, falei com a voz embrulhada ao me aproximar do rapaz. — Okay, chegamos até aqui. Agora que vem o segundo problema… Ideias? Perguntei a ele que apenas assentiu, pedindo para que eu o seguisse. Analisando cuidadosamente os barcos na marinha, ele se aproximou de forma decisiva de um e fui atrás, em silêncio, enquanto minha curiosidade me perguntava onde é que ele iria com aquilo. Então, em uma conversa aos sussurros, ele estendeu uma quantia de dracmas de ouro para o rapaz que entregou a chave da lancha de volta.

Arqueando uma das sobrancelhas, entrei na lancha com o filho de Hades que apenas lançou um sorriso misterioso na minha direção. — Semideuses. Foi o único comentário necessário para que eu entendesse o que havia acontecido ali. Então, postando-me ao seu lado, peguei o pequeno mapa da mochila e começamos a navegar pelo Oceano. A viagem não teve muitos problemas no início, ao que podia perceber já que, estranhamente, nenhum monstro havia nos atacado até então. Mas sabia que isso estava prestes a mudar. Tentando manter a comida dentro de meu estômago, olhava para o horizonte quando algo ricocheteou contra o casco da lancha, fazendo com que me debruçasse na mesma pelo solavanco.

Assim que os olhos cinzentos se focaram no que havia causado aquilo, corri para o lado dele na direção da embarcação. Aquilo sim seria um desafio que me faria sentir falta de ter treinado mais canoagem no Acampamento. Segurando-me firme na beirada do painel da lancha, ouvia o motor reclamando da pressão, enquanto tentávamos resistir à correnteza. Mas foi nesse momento que me lembrei das palavras do deus dos Mares e olhei pra ele com uma expressão decidida. — Deixa eles nos engolirem. Afirmei, recebendo o grito de um “O que?!” em uma resposta pasma e repeti o que havia apenas dito. — Só desvia dos dentes e deixa Caribids nos engolir. Confia em mim. Falei, já com um plano bolado em minha mente. Se, apenas no último instante, Poseidon poderia nos ajudar, transportando-nos até o labirinto, resistir àquele monstro seria apenas atrasar nosso percurso. — Espero que esteja certa… Murmurou ele, enquanto segurava nossas coisas com uma das mãos e a outra se firmava na embarcação com força.

Não demorou muito para que começássemos a sermos sugados pelo redemoinho abaixo em meio aos berros. A dracma! Precisava da dracma! Com um braço envolvendo o cano, gritei na direção do filho do Submundo. — Vem pra cá e se segura! Sem muita opção, o rapaz soltou o manche da lancha e correu na minha direção, enquanto pegava a dracma do bolso e entregava a mochila dele, com urgência na voz. — Assim que cairmos na água, mergulha e fala Καθώς τα νερά, δίνω την ψυχή μου. Em seguida, fitei ele com uma expressão incerta, esperando profundamente que aquilo funcionasse e, fechando os olhos, deixei que meu corpo tombasse para trás ao perceber a lancha empinada em pé, na boca do estômago da guardiã do Mar de Monstros.

Afundando, sentia meu corpo rodopiar em meio ao redemoinho, sendo sugada cada vez mais pra baixo e, já sentindo o ar se esvair de meus pulmões, pronunciei em meio às bolhas que saiam de meus lábios. — Καθώς τα νερά, δίνω την ψυχή μου. Depois disso, a visão se escureceu completamente.

Dupla:
Bernard Fontaine Célérier


Armas Levadas:
• Amuleto de Prata. [Quando acionado se transforma em um par de adagas de Ferro Estígio (Forjada por esqueletos ferreiros no Tártaro. Tais adagas nunca podem ser roubadas, já que toda vez que o dono delas as perdem, elas voltam para o seu bolso após alguns minutos. Toda vez que a adaga acerta, trisca e/ou fere o ponto fraco do inimigo, a lâmina se torna ainda mais poderosa.] ~ Presente de Reclamação

• Réplica do Escudo de Aegis. [Escudo de titânio, leve e resistente. O mais marcante deste escudo é sua aparência, o escudo tem na frente a imagem da Medusa, a imagem não é capaz de petrificar mas é capaz de assustar e/ou atordoar monstros e semideuses.] ~ Presente de Reclamação

• Pulseira. [Pulseira com três pingentes. Cada pingente representará uma arma, com uma miniatura sua ligada à pulseira. A pulseira e os pingentes são feitos de prata, porém isso não interferirá na composição das armas. Há também um quarto pingente; é uma pequena coruja prateada, com olhos de safira azuis - tal mimo é apenas um enfeite, simbolizando a origem divina dos semideuses. Se perdida, em qualquer forma, voltará ao pulso do campista após 2 rodadas.
» Pingente 01: Lança de Titânio É uma réplica da lança de Atena. O cabo da arma é negro, enquanto a lâmina é prateada. A arma tem seu peso dividido (titânio é um material pesado) para que facilite os movimentos, com 1m de comprimento.
» Pingente 02 : Espada de Aço. Magicamente modificada para ter seu peso sempre equilibrado para o campista que a segurar. O cabo é feito de um material que impede que a arma escorregue das mãos do filho de Atena; na ponta, está entalhada uma corujinha prateada, 100cm de comprimento com a lâmina em uma largura média.
» Pingente 03: Capa da Invisibilidade. Esta capa permite que somente o dono a use podendo ficar invisível por até 2 turnos. É prateada e nela há o desenho de uma coruja com as asas abertas pronta para atacar, quando ela não é necessária se transforma em um vestido branco (Meninas) ou uma jaqueta de couro preta (Meninos).] ~ Presente de Reclamação.

• Adaga Simples. [Inicial]

● Arco Comum [Um arco flexível de madeira com uma aljava de couro com capacidade de armazenar 10 flechas]

● Flecha [Item de madeira com seta de bronze celestial. Uso unitário]: 10 unidades


Utensílios levados:
Barras de cereal

Mudas de roupas

O mapa

O dracma de Poseidon

Dracmas de ouro pra viagem


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Re: MISSÃO ESPECIAL DE POSEIDON - AS ASAS DE ÍCARO

Mensagem por Bernard Fontaine Célérier em Qua 13 Jul 2016 - 23:44


℧ Corvus oculum corvi non eruit ℧

Homo sum, humani a me nihil alienum puto ------------
Bernard nunca gostou de lugares movimentados e saber que teria de ir ao lago de canoagem o deixou incomodado. Não era como se o menino odiasse `à todos, o que em parte era verdade, mas no âmago do garoto ele só sentia que não era missão dele viver em locais onde havia forte acúmulo de pessoas, o que era engraçado, visto que se morasse com o pai teria como paisagem um amontoado de almas perdidas no submundo. O filho de Hades saiu do seu chalé como um dos últimos. O anel dado pelo pai ainda estava ali na mão do garoto e logo pôs se a andar para o lago, local onde há poucos dias tivera um pequeno incidente, que por parte do garoto o proporcionou muita diversão mesmo que todos os seus irmãos tivessem ficado irritados quando encontraram o chalé todo molhado.

[...]

Não demorou muito para que o garoto chegasse ao lago, haviam várias pessoas que ele nunca vira em toda a sua vida e perguntava-se se todo aquele povo realmente era parte da prole dos deuses. Os cochichos eram incessantes. Havia milhares conspirações e Bernard achava graça da forma como as pessoas pensavam, mas admitia que de todas elas a melhor era a que tirava Dionísio do cargo de diretor do acampamento. Por sorte não era difícil encontrar lugares na multidão, passar por todo aquele monteiro de pessoas era muito fácil quando parecia que todos tinham medo dos filhos de Hades, o que era a maior besteira que o garoto podia presenciar dentro do acampamento.

O garoto cuidou de encontrar um lugar no meio da multidão e então sentou-se num ponto mais elevado em cima de uma pedra, dali tinha uma visão boa de todas as pessoas e logo começou a sentir uma brisa vinda do mar. O vento massageava as bochechas de Bernard e o menino pouco a pouco fechava os olhos sentindo-se mais calmo, até o momento que as pessoas começaram a falar alto e poucos gritinhos surgiam do meio dos campistas conforme a brisa ficava mais forte.  Bernard abriu os olhos no primeiro grito que ouviu e logo entendeu as reações. Longe dali, porém ainda visível podia-se as águas se contorcendo e a brisa se tornando um vento cada vez mais agressivo e tempestuoso.

Bernard pôs-se de pé rapidamente com a estranha maresia que atingia o local apalpando seu rosto e logo algo surpreendente começou a acontecer. A água que estava se remoendo em pequenos redemoinhos de volume pequeno passou a se transformar lentamente numa grande onda. As pessoas que estavam bem à margem afastaram-se, gritando de medo e o terror tomava conta lentamente do coração dos campistas, mas Bernard não se deu ao luxo de sentir medo. Como tinha nadado no lago na semana anterior, pode ver a existências de várias Náiades e como elas não estavam agitadas e muito menos dando qualquer sinal de desespero, o garoto soube rapidamente que não era algo ruim e logo a ideia de Bernard então se tornou verdade.

A onda gigante pouco a pouco diminuía, transformando-se em um ser humanoide de pouco a pouco, cada vez mais conforme se aproximava da margem até o momento que uma luz dourada surgiu e todos tiveram que tampar os olhos com as mãos, Bernard sentiu-se totalmente encadeado e pela primeira vez em muito tempo se sentiu assustado, não era algo que acontecia normalmente, mas a energia e a luz que emanava da onda fizeram isso e dali então revelou-se um dos três grandes. Poseidon, o deus dos mares, bem ali, diante de todos, não era o tipo de coisa que todos estavam acostumados.

A armadura dele revestida por um azul marinho com detalhes dourados reluzia com a água do lago - Dam it - pronunciation Bernard ao colar os olhos no deus. Os cochichos agora ficaram muito mais intensos, não se conseguia manter uma conversa e Poseidon logo notou isso, quando então bateu com tridente no chão, fazendo com que um barulho estridente e ensurdecedor  atingisse os ouvidos de todos e consequentemente fizesse com que todos se calassem. "Semideuses, criaturas... E Dionísio" Bernard não soube porque, mas achou aquilo engraçado, estava prestes a rir, quando notou a seriedade nos olhos de todos, ninguém estava falando, conversando entre si ou emitindo qualquer tipo de ruído. O respeito perante um dos três grandes era enorme e Bernard não entendia isso, visto que todos agiam com tranquilidade com os outros deuses.

"Mais uma vez o Olimpo precisa de seus serviços" disse Poseidon e isso fez com que Bernard ficasse um pouco irritado, "Quem os deuses pensavam que eram? Sempre recorrendo à nós quando não estão com vontade de resolver alguma coisa. Quase não apareciam no acampamento, com exceção de Apolo e agora queria os nossos serviços?" E com esse pensamento o garoto continuou a ouvir o deus. Bernard não via a hora de ir embora dali, mas quando ouviu sobre As asas de Ícaro, os olhos do garoto brilharam. A sensação de voar era algo que Bernard sempre sonhou, mas o medo nunca permitiu isso e assim que ordenado ergueu as mãos bem alto, sentindo então um objeto surgir na palma da mão. O filho de Hades abaixou a mão novamente e abriu-a diante de si, vendo uma espécie de dracmas azul e o mapa que no mesmo momento Poseidon então explicava.

"O famoso mãe de monstros" pensou Bernard  e lembrou de todas as histórias que contavam sobre o triângulo das bermudas. Poseidon falava calmamente e logo começou a confirmar cada boato existente sobre o labirinto de Dédalo. A imagem dos monstros que o deus cítara não existia na cabeça do semi-deus, nunca tivera a sorte - ou o azar - de precisar combater qualquer um dos três. A sensação de ver que teria de que arriscar a vida não proporcionou medo em Bernard, o grego antigo soou com naturalidade nos ouvidos de garoto e logo decidiu que iria participar, não tinha o que perder. O garoto então segurou o dracma com força nas mãos e guardou no bolso, voltando a atenção para o mapa do mar de monstros.

A atenção do garoto estava totalmente convertida para o mapa quando ouviu uma estranha voz surgir próximo do deus. Ali estava o oráculo e logo pronunciava a profecia que há 34 anos havia sido proclamada. A profecia se mostrou muito mais perigosa do que Poseidon transparecera e isso foi impactante sobre todos os semi-deuses, mas mesmo com isso Bernard manteve-se empolgado, a morte com certeza era algo que não o assustava. Poseidon então tomou a palavra é mais uma vez Bernard quis rir. "Gratificação?" Pensou o garoto, aquilo era algo que não faria diferença nenhuma na vida do garoto, mas mesmo assim decidiu que o faria. Não era algo que almejava, mas Bernard não tinha o que perder, além de que pensava que não fazia mal conseguir um pouco de respeito por parte dos deuses.

[...]

Dito isso, Bernard pôs-se a correr em direção ao chalé de número treze. Queria participar daquela missão, estava sentindo que era seu destino participar daquilo e estava empolgado com a situação. Dentro do chalé pegou o escudo que ganhará do pai, prendendo-o no braço, pegou uma bolsa de ombro onde colocou o elmo que ganhara do pai, os dracmas que tinha, o mapa do mar de monstros e algumas barrinhas de cereal, sem esquecer do arco que prendeu das costas com uma aljava de flechas. O pingente onde Rhaego - cavalo-carnívoro de Bernard - já encontrava-se no colar, o dracma de Atlântida estava dentro do bolso  e o anel nas mãos do garoto, logo, assim que se certificou de ter arrumado tudo, correu para a fronteira do acampamento, tinha que encontrar alguém para acompanha-lo, não tinha ideia é sabia que quem quisesse participar da missão iniciaria a jornada por ali.

A vestimenta do garoto era negra, uma versão criada pelos filhos de Hades da blusa do acampamento. Estava desnorteado e não sabia como começar a missão. Não tinha ideia alguma de como chegar até Miami. Era muito calado e assustou-se quando alguém apareceu por trás de Bernard dirigindo a palavra a ele - Ah, sim, estou pensando numa forma de ir até Miami - disse rapidamente num tom de voz baixo - Sou Bernard, prazer. Então… Alguma ideia? - pronunciou, superando a timidez que normalmente o faria deixar de conhecer as pessoas. A menina sugeriu o taxi da danação eterna e Bernard sentiu-se idiota, pois não havia passado pela cabeça do garoto aquilo, mas por sorte tinha dracmas na bolsa e a ideia encaixava perfeitamente.

Não se preocupou muito sobre quem era a garota, mas enquanto via as luzes que surgiam no meio da floresta que provavelmente já eram do táxi, notou que tivera extrema sorte, visto que a garota era uma filha de atena e com certeza saberia bem agir quando fosse a hora certa. O garoto ficou sem jeito nos momentos em que ficaram calados esperando o táxi até que foi surpreendido pelo carro que apareceu em frente aos dois dividido em dois, unindo-se logo em seguida. A porta então se abriu bruscamente e Bernard deu sinal para que ela entrasse primeiro sem falar nada.

Liesel entrou primeiro e Bernard entrou logo em seguida apertando-se com o escudo em mãos, fechou a porta com força e no mesmo instante as três irmãs se viraram para os dois. A reação do garoto foi no mínimo hilária, franziu a testa e um sorriso surgiu nos lábios do garoto segurando o riso ao notar a falta dos olhos nas moças. O garoto então percebeu como Liesel reagira de forma negativa as três e eliminou o sorriso do rosto. Bernard até estranhou a reação da filha de atena, visto que todo mundo falava sobre a aparência das três. Mesmo com o susto que a garota tomara, rapidamente tomou a iniciativa de responder o destino quando as três perguntaram de forma extremamente bizarra terminando a frase uma da outra. Bernard estava calmo até o momento que seu corpo foi levado bruscamente para trás colando-se no bando traseiro com o acelerar do carro. Foi como se a paisagem tivesse se tornado um enorme borrão, o corpo do garoto nunca esteve tão colado em algo como estivera durante aquela viagem, que por sinal durou muito pouco tempo.

[...]

O destino enfim chegou e com ele o carro teve de ser freado bruscamente fazendo com que o garoto desse de cara no branco dianteiro. Bernard arrependeu-se amargamente de não ter colocado o cinto e assim que pagou os dracmas da viagem saiu rapidamente do carro. Assim que o filho de Hades pisou no porto fitou toda a área procurando o meio com que iriam sair dali até que avistou um garoto próximo dos barcos mais velozes do porto e não demorou muito a reconhecê-lo. O garoto havia passado um tempo junto com Bernard antes de ir para o acampamento e como era extremamente rico, nunca teve a intenção de ir para o acampamento. O garoto então viu Liesel sair do carro e a primeira coisa que a moça fez foi perguntar como fariam a partir dali e o filho de Hades não teve dificuldades, já que já tinha reconhecido a pessoa que poderia ajudá-lo naquela ocasião.

O menino deu sinal para que a filha de Hades o seguisse e assim aconteceu. Bernard aproximou-se do amigo e discretamente pediu do garoto o favor que pediu uma pequena quantia em dracmas em troca, mas poderia escolher qualquer uma das lanchas ali dispostas. Um sorriso malicioso escapou dos lábios de Bernard e então tirou alguns dracmas da bolsa entregando ao garoto. Fazia tempo que não se viam e o menino ficou feliz em vê-lo, mas os dois eram parte da prole de Hades e como tal não demonstraram muito afeto. Bernard deu um apertou de mão no amigo e assim que encontrou uma lancha negra com detalhes dourados sorriu novamente para o amigo dando sinal de que era aquela a escolhida, recebendo a chave da mesma logo em seguida.

O garoto percebeu que esquecera de avisar à Liesel sobre o que acabara de acontecer e assim que entraram na lancha, colocou a chave ignição e pronunciou uma única palavra acompanhada de um leve sorriso - Semideuses... - não que aquilo fosse o suficiente para que alguém entendesse o que se passara, mas como filha de atena ela facilmente entederia. O garoto então deu ignição na lancha e seguindo as instruções de Liesel que estava ao seu lado, os dois se lançaram no oceano. A viagem estava relativamente tranquila e estavam cada vez mais próximos, isso se estivessem fazendo o caminho correto. A lancha fazia o percurso normalmente quando algo pareceu bater na proa da embarcação, fazendo com que Liesel se debruçasse no chão, enquanto Bernard conseguiu se segurar no volante sem perder o controle da lancha.

- CARALHO! - gritou Bernard em reação ao baque. O motor começava a sentir a força da correnteza e o filho de Hades pouco a pouco começava a se irritar com a fraqueza do motor. Bernard tentava incessantemente manter o barco em curso, quando a garota propôs que ele deixasse que o barco fosse engolido - O QUE? TA LOUCA! - gritou em resposta, Bernard havia esquecido de tudo que Poseidon dissera e achou que a filha de Atena estivesse realmente louca. O garoto então desligou o motor da embarcação e por um momento acreditou que nunca tivera falado tanto em tão pouco tempo.

O barco começou a seguir o curso do redemoinho do monstro e murmurou para Liesel - Espero que esteja certa… - e então começou a seguir as instruções da garota. Pegou o dracma de Atlântida do bolso e abraçou o arco e a aljava para que não se perdesse na hora que afundassem e esperou que chegassem no centro do redemoinho. O coração de Bernard pulsava forte e assim que viu Liesel na água, deixou o corpo ser levado também, ainda abraçando forte o arco, a aljava e a bolsa com o elmo, mergulhou nas águas desviando dos dentes o garoto era levado pela correnteza como um grão de areia era levado pelo vento forte que vem do mar.

Bernard esperou o máximo que pôde prendendo a respiração e quando acreditou que não havia mais para onde ir, apertou com força do dracma de Atlântida dentro da mão direito e soltou todo o ar que tinha nos pulmões para pronunciar a frase que Liesel tinha dito - Καθώς τα νερά, δίνω την ψυχή μου - as bolhas de ar saíram da boca do garoto dando-o uma sensação de desespero pela asfixia que o tomaria até o momento em que sua visão escureceu, não sabia ao certo, mas pediu incessantemente ao pai que o tio o levasse ao destino que se esperava.

Dupla:
LIESEL GRETEL STRAUSS
Armas levadas:
• Stygian. [Espada feita de Ferro Estígio, forjada no Submundo por mortos-vivos responsáveis por forjar as armas do próprio Hades e banhada no Rio Estígio para resfriar. Tal espada muda de tamanho conforme a vontade do usuário (pode variar de tamanho desde uma adaga, até uma espada de um metro) e o cabo é incrustado de pedras preciosas, como diamantes e rubis, que sugam a energia vital do inimigo a cada golpe com êxito, deixando-o mais fraco. Quando não está em uso, a espada se torna um anel de Ferro Estígio com um diamante negro no centro.] ~ Presente de Reclamação
• Aurum. [Escudo revestido de ferro estígio que faz par a Espada de ferro estígio, protege seus possuidores de investidas diretas, absorvendo todo o dano podendo ser usado duas vezes por missão. Em frente ao escudo há dois cristais vermelhos que simulam dois olhos brilhantes que podem deixar o alvo intimidado e/ou distraído.] ~ Presente de Reclamação
• Tenebrae. [Assim como o elmo de Hades, o elmo dado a seus filhos produz uma invisibilidade total, onde não se pode sentir ouvir ou até mesmo ver quem o usa. Tendo total invisibilidade, como se não estivesse lá. (Dura dois turnos em missões, pode usar uma vez)] ~ Presente de Reclamação
• Arco Comum [Um arco flexível de madeira com uma aljava de couro com capacidade de armazenar 10 flechas]
• Flecha [Item de madeira com seta de bronze celestial. Uso unitário]: 10 unidades
• Rhaego(cavalo-carnívoro)[Um cavalo descendente de uma das quatro éguas de Diomedes que devoravam os invasores da cidade. Apesar de ser carnívoro, o cavalo só devorará quem o dono desejar: sejam inimigos ou 'amigos'. O cavalo tem o pelo vermelho-sangue e seus cascos e dentes são feitos de prata celestial, e por isto é bem rápido, chegando, numa corrida, aos 300km por hora, por isso serve de montaria. Obedece apenas ao filho de Hades. O sexo e o nome do cavalo serão definidos pelo usuário. O mascote evolui de acordo com o level do seu dono. O cavalo vive dentro de um pingente em forma de caveira, no qual todo filho de Hades deve ter em seu pescoço, para assim que o mesmo chamar pelo nome do mascote, o mesmo saia. (Duas vezes por missão)] ~ Presente de Reclamação
Utensílios levados:
• Dracmas de Ouro
• Dracma de Atlântida
• Mapa dado por Poseidon
• Barrinhas de Cereais


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Re: MISSÃO ESPECIAL DE POSEIDON - AS ASAS DE ÍCARO

Mensagem por Pfähler Heathers Vorhut em Sab 16 Jul 2016 - 16:03


Estávamos devidamente vestidos, todas as Heathers e eu, fazendo nossos respectivos afazeres no acampamento, elas lavavam o cabelo, eu treinava para ficar cada vez mais forte e defende-las de tudo que pudesse surgir em nosso caminho.
Passar o dia nas arenas era totalmente monótono, as vezes vinha aquela aventura de estar entre a vida e a morte mas sempre tudo era resolvido e o perigo se afastava de perto de mim, assim como todos faziam.
O dia estava uma merda. Uma completa merda. O sol brilhava forte no alto. Eu me senti vivo apenas quando o vento bateu em meu rosto enquanto caminhava pelo chalé de Hermes, eu fazia isso toda manhã, acordava as Heathers que ainda permaneciam indefinidas e ia passando em cada chalé as coletando para a hora de comer.
Logo após o horário do café todas as irmãs se encontram para jogar conversinhas foras e pentear o cabelo uma da outra, enquanto umas lixavam as unhas, outras as pintavam, outras penteavam suas madeixas louras.  Até que vejo uma Heather sussurrando no ouvido de outra campista do chalé de Afrodite - Sua maquiagem é terrível - dando risinhos.  Reviro os olhos e não consigo deixar de sorrir no canto de meu rosto, e acabo nem vendo a manhã passar.
Logo após o almoço nos reunimos no lago de canoagem. Eu só havia ido por obrigação, não estava afim não. Dionísio nos levou ao lago e a maresia começou a tomar conta do local, eu estranhamente senti prazer, quase um sentimento nostálgico.
As águas do lago dançavam em bolhas preparando para o grande aparecimento de uma grande onda que trazia consigo uma criatura humanóide que eu reconheci quando começava a demonstrar sua forma em meio a luzes douradas, reluzindo em uma armadura azul. Não me impressionava muito, para alguém que tem capacidade de se esbaldar em orgias e não dar a mínima para o que havia acontecido com seus espermas vencedores após seu deleito de prazer. Todos os outros campistas permaneciam abismados com tamanha colossal apresentação de deus grego, Heathers ficavam na defensiva por respeito a mim. Ambas se moviam cada vez mais para trás.
Quando seu tridente bateu no chão eu revirava meus olhos pelo exagero enquanto o solo  tremia debaixo de meus pés. Poseidon lança um longo diálogo extremamente chato e longo no qual eu presto total de minha atenção (ou pelo menos dou o meu melhor para isso).  Quando mandado, levanto minha mão e aparece nela um drácma azul marinho e um mapa do oceano Atlântico,  dobro o mapa e tento ajustar as duas coisas no bolço de minha calça jeans.
A profecia me remetia a algo, como se eu mesmo tivesse escrito algumas de suas palavras, talvez em algum sonho.  Dionísio nos aconselha para irmos na missão em duplas, mas isso já não me importava mais.
Então todos se retiram eu vou em direção ao chalé dos indefinidos, que era o de Hermes, acompanhando as Heathers, vejo todas se jogarem em um colchão.
Quando menos me dou por conta vejo aquele par de longas pernas e cabelos dourados se aproximando de mim, meu coração disparava e meu estomago todo se embrulhava. Ela chegou olhando para mim e disse - Oi, Heather, tava pensando se você gostaria de sair comigo? - e algumas outras coisas que eu não prestei atenção, talvez fossem elogios. Deveriam ser...
Assinto com a cabeça e vou preparando minha bagagem escolhendo minhas armas, ponho meu anel  de brilhante e meu pingente de tridente. Para finalizar, coloco minha Krisptaeus e todas minhas dracmas na mochila.
A ideia inicial da filha de Hermes era de pegarmos "emprestado" um barco para nos dirigirmos ao Triangulo das Bermudas, também conhecida como mar de monstros. Resolvi não interferir em suas vontades cleptomaníacos.
Quando pegamos o barco era minha hora de agir, manipulo as águas para nos levarem aquela direção assinalada no mapa, próxima a ilha de Bahamas. Fico elaborando diferentes jeitos de falar "Bahamas" na minha cabeça enquanto fazemos o percurso: Báh Más, Barramas, Baramas, Bar Mas... Minha cabeça se perde em tantas opções. Quase não vejo o tempo passar quando começo a balançar o meu corpo no ritmo que Gabriella cantava uma canção relacionada à uma canoa virando, era uma canção de versos curtos e de fácil memorização, logo já estava cantarolando mentalmente com ela aquela música sobre o dualismo entre positivismo e negativismo sobre o movimento de um meio de locomoção aquático, que, como se não fosse o bastante, também contava uma história de traição sobre o momento que o remador não chega a tempo de encontrar seu amor e assim é trocado por outro. Porém, noto que ao final da música é demonstrado um momento de superação que enche meu peito de esperança. Se a canoa não virar, eu chego lá.
Porém, a canoa virava.
Quando sinto minhas forças se perdendo o mar fica cada vez mais turbulento, eu já não havia mais tanto controle como o começo, a canoa vira nos deixando submersos à água, seguro na cintura da filha de Hermes para ela não afundar. A levo para a superfície rapidamente, quando me recupero emito sons com minha boca - Pruuuuu Krá Krá Krá Plululululu Glub Wolololo Friiiiuuuummm Glub Boom Pow Pow - Quando termino de gritar, vejo distante uma figura se aproximando. Era meu hipocampo que chegava ao nosso resgate. Quando montamos no belo animal, ele nos carregava em direção ao Arquipélago das Bahamas. Quando nos aproximamos, sussurro no ouvido dele - Vamo bebe água do mar, pai! - Talvez, tenha sido um sussurro um quanto alto, mas não me deixo abater, pois era uma piada interna entre nós. Coisas de melhores amigos.
Percebo que estávamos a 6 milhas da Ilha das Bahamas quando o mar começou a ficar cada vez mais agitado, o hipocampo começava a emitir um barulho que não era de seu costume e fazia movimentos cada vez mais pesados, que nunca haviam sido feitos antes, algo estava errado, ele estava perturbado. Nos seguramos mais firme nas costas da montaria e percebo que não adiantaria em nada, nós acabaríamos caindo.  Na superfície começa a surgir uma abertura gigante que percebo que tinha vários dentes afiados , era a boca de um enorme monstro. O maior que eu já havia visto.
Caímos.
Meu corpo inteiro gela e por um momento paro até de respirar, tento me recompor o mais rápido o possível.
No momento que estamos em queda livre, seguro a mão da minha companheira e pego a dracma do bolso e seguro a com força contra mim, noto que Gabriella também fazia o mesmo movimento, eu já sabia o que isso significava, porque era isso que Poseidon havia dito anteriormente. Nós precisaríamos estar perdendo nossa alma para sermos salvos. Dizemos quase no mesmo momento. - Καθώς τα νερά, δίνω την ψυχή μου - e tudo o que eu vejo após isso é escuridão. Tudo o que eu sinto após isso é dor. Abro lentamente meus olhos esperando o melhor.

Dupla:
Gabriella Malk. Haferlach
Armas:
Espada de Atlantis [Uma espada feita de ametista marinha, usada para repelir qualquer ataque marinho que não venha de Filhos de Poseidon. Essa espada pode matar pessoas que não tem sangue divino e se transformar em uma Serpente Marinha.] ~ Presente de Poseidon

Excalibur. [Esse tridente quando não está em uso, se transforma em um anel de brilhantes. É um tridente semelhante ao de Poseidon que ao tocar o solo causa pequenos tremores e maremotos que podem até fazer rachaduras no chão ou rompê-lo. A intensidade dos tremores e dos maremotos vai evoluindo junto com o semideus.] ~ Presente de Reclamação

Iperion. [Um poderoso escudo forjado por ciclopes especialmente para os filhos de Poseidon. Nele há desenhado varias cenas mitológicas. Leve e prático, ele se transforma em um pingente de um tridente podendo ser facilmente transportado e, em determinados momentos, é possível fazer com que seja lançada uma rajada d'água por ele (Duas vezes por missão)] ~ Presente de Reclamação

Krisptaeus. [Uma espada semelhante à contracorrente de Percy. O material e o formato são o mesmo, a única diferença é que está espada pode soltar rajadas de água que deixam o inimigo um pouco mais lento e com dificuldades respiratórias, já que a água entra em seus pulmões. Porém, somente 1 rajada de água por ocasião. Naturalmente, não é nada que mate instantaneamente, somente deixa o adversário com um pouco mais de dificuldade.] ~ Presente de Reclamação
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Re: MISSÃO ESPECIAL DE POSEIDON - AS ASAS DE ÍCARO

Mensagem por Gabriella Malk. Haferlach em Sab 16 Jul 2016 - 17:28


Template roubado
mesmo
Se a canoa não virar. Olê olê olá

Era um dia bonito, o sol estava reinando no céu com algumas nuvens ralas em um fundo azul quase cegante, mas ventava frio o que deixava o clima do jeito exato que eu amava, então fui passar a manhã na quadra de vôlei com uns filhos de Apolo e Afrodite, e algumas ninfas. Arrumei o cabelo e coloquei uma roupa bem confortável para um dia ao ar livre, como de costume e só por precaução peguei duas adagas de atirar que eu há muito roubara de algum filho de Deméter, tinha sido para treinar, mas ela se encaixou tão perfeitamente na minha mão, tinha um equilíbrio incrível e teoricamente eu, por ser uma cria de Hermes, tinha muito mais habilidade com armas leves. Mas por algum motivo eu sempre tentara lutar com arco, ou bestas. O Jogo estava divertido consegui fazer alguns pontos, e algumas ninfas fizeram amizade comigo, mas não durou muito já que estávamos todos cheios de fome. Saímos para o café da manhã onde dividi lugar não apenas com meus irmãos e os indefinidos, mas com alguns definidos também que gostavam de dormir e fazer tudo como se ainda fossem indefinidos, isso me deixava um pouco desconfortável… Vai entender. Voltamos para o jogo algum tempo depois e estava tudo a maior tranquilidade até a hora do almoço, este fora delicioso. Escolhi um churrasco, algumas uvas e queijos e o de sempre: arroz à grega. Mas após terminarmos nossa refeição, veio por mensagem de Íris que algo importante iria acontecer as 20 para as 2 da tarde - Nossa hein, que hora quebrada. Podia chegar as 14h logo de uma vez. - Mas como não tempos escolha fomos todos os manés para o lago de canoagem esperar o que iria acontecer, rolavam boatos de que era um deus que viria. Eu acreditava que era que nem aquele massacre de 2012 onde os campistas foram levados para o Pinheiro, e Mnemosine, a titã da memória, convocada por uma desertora das Caçadoras de Ártemis. A Moral dessa história é que todo mundo que estava no local morreu.

Mas lá estávamos nós, olhando para a água do lago, para os lados, para nós mesmos, pensando na vida, em todo o motivo da criação do universo, divagando sobre mortes de bezerras, esperando algum barco, uma biga, alguém descendo dos céus ou ascendendo das profundezas, mas não, nada disso: Surgiram umas alterações no lago e eu pensei se algum filho de Hefesto haveria ligado as engrenagens do lago, como se para alguém treinar neste, e eu pensei que queria ter tido essa ideia antes. Mas guardei na gaveta de peças para pregar se voltasse viva da missão: Mandar uma mensagem de Íris misteriosa, fazer os otários ficarem esperando e ligar as engrenagens do lago como agora. Começou a surgir bolhas e me veio na cabeça um fato engraçado que eu lera a pouco tempo, me virei para o garoto que estava do meu lado e contei: - Você sabia que caracóis gostam de brincar de estourar bolhas na água, com os olhinhos deles, Jorge? -  Ele não respondeu, estava admirado com o que ocorria nas águas, e notei que estava cheirando a maresia, mas era um lago, e lagos não cheiram a maresia. Olhei em volta e alguns filhos de Poseidon estavam meio que em transe e eu já sabia quem tinha causado esse auê todo. Aí ele apareceu lá todo gostosão, bateu o tridente no chão, tremeu tudo e o deus começou a explicar a nossa missão, cada palavra me desanimava mais e fui gradualmente perdendo a vontade de viver e quis só me aninhar na grama sob meus pés e fingir que essa missão nunca existiu. Ao invés disso eu só sentei no local mesmo e esperei a coisa toda terminar - Reapareceram! Tá no plural, cara - Disse baixinho depois do deus cometer um erro de concordância verbal. Ergui as mãos e dei glória à deus, que nem a música e uma moeda grande e azul apareceu na minha mão em cima de um mapa, eu gosto de mapas. Poseidon explicou para quê aquilo servia e tal. Se ele podia criar isso, porque cargas d’água ele não fazia as Asas de Ícaro aparecerem também? Não, não. Tem que ser difícil, senão, qual a graça, não é mesmo amiguinhos?

Então vamos as considerações que eu fiz na minha gavetinha mental das coisas mais ou menos importantes: Tínhamos que ir para o Mar de Monstros, monstros obviamente iam tentar nos matar, e no caso, nós deveríamos os deixar quase nos matar e aí dizer basicamente “Com as águas, eu dou a minha alma” A gente tá fazendo um pacto com o capeta? E mais, o labirinto era algo inconstante, isso quer dizer que haveria a chance de dar muito errado… enfim, era a minha morte, se eu fosse, o que não era muito a minha vontade. Então Poseidon chamou o nosso oráculo que recitou a profecia, durante todo o processo me senti muito estranha, a profecia me remetia a algo, como se eu mesmo tivesse escrito algumas de suas palavras, talvez em algum sonho, isso me deixou muito perturbada, e muito motivada, talvez fosse meu destino ir para aquela missão suicida. Após o deus ir embora com tanta pompa quanto a sua chegada, Sr. D. aproveitou a reunião total dos moradores do Acampamento para dizer que deveríamos prestar essa missão em duplas já que ele não confiava na nossa capacidade de lidar com algo tão arriscado sozinhos, eu particularmente achei que era para, ao invés de perder uma certa quantidade de campistas, assim ele perderia o dobro, mas concordei e voltei para meu chalé pensando em quem chamaria. Minha primeira opção obviamente foi o Jorge, mas se eu morresse, ele era o mais velho no chalé, e alguém com experiencia precisava ficar para ajudar os novos campistas a se acharem. Sem o Jorge comigo precisaria de outro campista forte e capaz de completar aquilo. Olhei pelo chalé e vi o Pfähler, ele era filho do deus que meteu a gente nessa roubada, e era um campista que aprende fácil, era bom lutando e eu não tinha opções muito melhores, vamos com o que tem né? Andei até ele com um certo receio, se ele me negasse eu iria ter que chamar aquele maravilhoso filho de Zeus que eu dava uns pegas a uns anos, mas não queria ter que chegar a esse ponto. - Oi… Heather, tava pensando se você gostaria de sair comigo nessa missão, vamos ter que ir no mar de monstros e você é filho do deus dos mares e tal - Não sei porque mas ele parecia não estar mais me ouvindo, com um sorriso esquisito no rosto - E… pensei que iria gostar de sair em uma missão… Você quer? - Ele aceitou, na verdade ele balançou a cabeça em movimentos positivos, empolgado demais para o meu gosto, mas eu tinha uma dupla. Ótimo.

Arrumei minhas coisas, algumas muda de roupa, escova de cabelo, kit de primeiros socorros incluindo uns frascos de néctar e ambrosia e coisas normais também, em uma pequena mochila a prova d’água que eu tinha roubado da loja do acampamento, era o “trote” dos filhos de Hermes, se fôssemos pegos pelas Harpias, passaríamos um ano inteiro limpando os banheiros, mas isso não vem ao caso. Coloquei as adagas nos meus bolsos junto com a moedona magica lá, calcei a Luva do Wolverine e os meus Tênis Voadores Para Emergências. Resolvi passar no chalé de Deméter e pegar uns pacotes de biscoitos de cereal super nutritivos com sabor de chocolate da marca Nesfit™, as filhas da deusa ficaram bem felizes em contribuir com a saúde alheia e me deram de brinde um pacote no sabor morango com aveia. Fui de volta para o lago encontrar o filho de Poseidon, expliquei para ele que achava melhor pegarmos a canoa, já que ele poderia controlar as forças do mar e nos impulsionar para nosso destino. Decidimos, na verdade eu decidi, que nosso objetivo seria o arquipélago das Bahamas, já que ficava no meio do Triângulo das Bermudas e seria um bom lugar para atracar a canoa e pegar ela na volta, caso voltássemos vivos. Subi na canoa e posicionamos ela usando a minha maravilhosa geolocalização e fomos lindos e belos pelo mar a fora em direção da nossa morte. Para combinar com o momento de grande comoção dor e sofrimento comecei a cantar uma musica que fazia jus àquilo - Se a canoa não virar OLE OLE OLE OLÁ - fiz seis batidas rápidas no casco da canoa - EU CHEGO LÁá. - O barco ia bem rápido, mas eu peguei o remo que estava no fundo da canoa para dar um help no meu companheiro - Rema, rema, rema, remadô-Ô , quero ver depressa meu amô-Ô. - Fiz uma pausa dramática - Se eu chegar depois do sol raiá-Á, ela bota outro em meu lugar, tchutchutchutchu. - Mais batidinhas no casco e voltamos para o refrão - Se a canoa não virar OLE OLE OLÁAAAAAAAAA, eu chego laaaaaaaaaa. - Mas talvez não fôssemos chegar mesmo, porque a canoa virou. Eu sabia nadar, mas tudo me pegou de surpresa, o mar começou a perder a suavidade que o Pfähler proporcionara até então, ele estava perdendo sua força e o mar tomara o controle. O susto me fez afundar, mas o filho de Poseidon me levantou para a superfície e eu voltei a respirar aliviada. A sensação durou pouco já que o garoto começou a fazer sons estranhos e eu comecei a questionar a sanidade mental dele. E a minha por escolher ele como parceiro. Depois do som me paparei para morrer pois um hipocampo gigante apareceu, peguei minhas adagas e me posicionei para batalha, e então ele parou na nossa frente e o garoto subiu nas costas do animal, que pareceu já esperar por aquele movimento, entendi os sons, aquele era o chamado mais imbecil que eu já havia visto em todos os meus 19 anos de vida. Subi no animal também, era bem desconfortável mas melhor que nada. Fiquei feliz de o menino pensar tão rápido em um solução para salvar a gente daquilo.

O animal continuou a ir na mesma direção, e estávamos cada vez mais próximos das ilhas. notei, no meio do percurso, que meu companheiro estava usando um colar estranho, ao perguntar o motivo daquilo ele disse ser um presente do seu pai, que aquilo espirrava água para beber, automaticamente pensei que na volta eu iria roubá-lo para usar de pegadinha, tipo aquelas flores gigantes de esguicho que os palhaços tem, uma fala muito estranha me despertou do meu devaneio, algo como beber água do mar? Com quem ele estava falando? Estávamos quase chegando, menos de 7 milhas de Bahamas quando o animal do filho de Poseidon resolveu fazer uns barulhos feios como alguém assustado e se mexeu fortemente, eu escorreguei levemente para um lado mas o movimento do próprio animal me fizera voltar e resolvi me segurar mais forte, mas não teve jeito caí do lombo do Hipocampo, o mar começou a se agitar, mais e mais com ondas cada vez maiores e um redemoinho perigosamente próximo, infelizmente (ou felizmente) não fui sozinha, o semideus do mar também tinha caído e fomos juntos de encontro a maior boca que eu já havia visto. Caríbdis era o nome do animal, mas de nada aquela informação me servia, já que era um monstro quase indestrutível, decidi entrar com tudo na boca do animal, já que deveríamos estar entre a vida e a morte para sermos levados ao nosso destino, na queda me perguntei se, o fato de ter me jogado de proposito influenciaria em algo, mas me certifiquei que não, já que o que mais eu poderia fazer naquela situação? O filho de Poseidon pegou a minha mão e com a outra apertou sua moeda, e eu estava fazendo o mesmo com a minha. Gritamos quase juntos a frase maluca de Poseidon: - Καθώς τα νερά, δίνω την ψυχή μου - Fechei os olhos sem precedentes do que me aguardava, e só pude esperar.


DUPLA NA MISSÃO:
Pfähler Heathers Vorhut

ARMAS:

•Adagas simples de atirar ~Roubadas do chalé 4

• Par de Tênis Vans Alado. [Quando ativado, surgem dois pares de asas nas laterais do tênis. Essas asas permitem que o usuário voe na velocidade de um pássaro ou corra em grande velocidade. O uso excessivo pode causar cansaço no tênis. (Duas vezes por missão)] ~ Presente de Reclamação

• Luvas de Couro. [Uma luva de couro que, quando ativada, libera três garras de metal. O metal, quando banhando por alguma substância venenosa, intensifica a potência do veneno.] ~ Presente de Reclamação

• Gorro dos Ladrões. [Um gorro confortável, que pode ser usado pelo filho de Hermes para deixa-lo invisível. Para isso, a touca deve ser colocada tampando toda a cara do  semideus. A touca perde o efeito quando o semideus é atingido direta, ou indiretamente. A cor e os acessórios ficam a definir pelo semideus. (Uma vez por missão)] ~ Presente de Reclamação

UTENSÍLIOS :

•Drácmas de ouro
•Drácmas de Atlântida
•5 pacotes de biscoito Nesfit
•Kit de primeiros socorros

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